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Notas e Informações, O Estado de S.Paulo

15 de junho de 2019 | 03h00

PREVIDÊNCIA

Um dia perdido

Lojas fechando mais cedo, quadros de funcionários reduzidos e o caos instalado em São Paulo e em outras cidades Brasil afora, com paralisação no transporte público, nos bancos e nas escolas. Todo este perrengue por quê? Porque a máfia sindical não admite que se vire a página de um assunto que já está ficando chato: a tão necessária reforma da Previdência. O que me faz acreditar na reforma é justamente quem não a quer. Pessoas do quilate de um Paulinho “do lado negro” da Força me fazem acreditar que, sim, daremos o primeiro passo. E digo mais: outras reformas, como a tributária, virão. Ontem foi um dia perdido, e haverá feriado na semana que vem. Logo, dois dias perdidos em meio a um quadro lastimável no comércio. É arruinando a economia e prejudicando pais de família que esta corja sindical quer melhorias para o País? Para cima de moi?

LEANDRO FERREIRA 

ferreiradasilvaleandro73@gmail.com

Guarulhos 

‘Sindicatocracia’

Sobre a fracassada “greve geral” de ontem, um conselho ao presidente Bolsonaro: inspire-se em Margaret Thatcher. A primeira-ministra do Reino Unido enfrentou os sindicatos com mão de ferro e o país experimentou período de grande prosperidade. Os sindicatos no Brasil são um cancro que emperra nosso desenvolvimento. O País está farto desta sindicatocracia.

JOSÉ R. DOS SANTOS VIEIRA

jrdsvieira@gmail.com

São Paulo

Inimigos da reforma

A propósito do editorial A reforma e seus inimigos (14/6, A3), contra a obstinação predatória do PT e de partidos de oposição com interesses escusos, haja discernimento do Supremo Tribunal Federal para analisar as matérias, empenho de congressistas conscientes e resiliência do governo para o assertivo. Pelo Brasil definitivamente livre de amarras retrógradas, no encontro de um futuro promissor, ofuscado por um passado de governabilidade corrupta e incompetente.

ARI COSME FRANCOIS 

arifrancois@hotmail.com

Ribeirão Preto

Minha família assina e lê o Estadão desde os tempos do sr. Julio de Mesquita Neto. Em breve seremos a terceira geração que busca neste jornal informações e notícias sobre o Brasil e o mundo. Tenho notado, nos últimos meses, um tanto de desconforto pela falta de apoio ao presidente Bolsonaro, porém entendo perfeitamente as circunstâncias e a imparcialidade que julgo serem necessárias para editar um jornal de tamanha relevância. Ontem me senti renovado e esperançoso ao ler o editorial A reforma e seus inimigos e ver que, acima de tudo e de todos, o jornal cumpriu honrosamente seu papel de informar aos brasileiros quem são nossos verdadeiros inimigos, tantos imprestáveis que, com o propósito único de servirem a seus próprios interesses, buscam na “bagunça”, na desordem e na desinformação desestabilizar as reformas cruciais para o Brasil. Desejo o melhor para nosso país e conto com o Estadão para isso. Minha filha e, se Deus quiser, meus netos e netas um dia agradecerão também.

EDWARD KARIC

egkaric@hotmail.com

São Paulo

Unhas de fora

A oposição formada para ser contra tudo deste governo, especialmente contra a reforma da Previdência, com a paralisação de ontem demonstrou que está com as unhas de fora e pronta para outros movimentos grevistas que afetem a estabilidade nacional sob dois aspectos: o político e o econômico. Sem a reforma da Previdência, ou com ela triturada e esgarçada, atingirá seu objetivo principal: quanto pior, melhor.

JOSÉ C. DE CARVALHO CARNEIRO

carneirojcc@uol.com.br

Rio Claro

Até quebrar?

Será tão difícil entender que a Previdência no Brasil está quebrada? Se depender de membros da oposição ao governo, tudo fica como está, até o sistema previdenciário quebrar, como eles gostam, não obstante amarem viver do caixa do Estado.

MARIO COBUCCI JÚNIOR 

maritocobucci@gmail.com 

São Paulo

Uma meia greve frustrada

O ato de ontem foi uma meia greve sem reivindicações, mas apenas uma posição contra a reforma da Previdência. No fim das contas, não atingiu Jair Bolsonaro nem o Congresso, uma vez que estes vão continuar a dar andamento à reforma. Ou seja, além de não conseguirem seus objetivos, prejudicaram trabalhadores de todo o Brasil que tentaram, mas não conseguiram chegar ao trabalho.

MARCOS P. RODRIGUES BARBOSA

marcospaulorodrigues@gmail.com

São Paulo

Pelos privilégios

As forças do atraso não se atrasam para prejudicar o trabalhador e a população em geral, única e exclusivamente porque o antivírus contra a corrupção no Brasil começa a fazer efeito e os vírus não querem perder seus inescrupulosos privilégios. Não bastassem todos os obstáculos que enfrentamos ontem, ainda tivemos de suportar o prefeito de São Paulo, que teve o insight de manter o rodízio de veículos.

CARMELA TASSI CHAVES

tassichaves@gmail.com

São Paulo

GOVERNO BOLSONARO

Demissão de Santos Cruz

A demissão do general Carlos Alberto dos Santos Cruz da Secretaria de Governo mostra que o culto a Olavo de Carvalho, especialmente da parte do vereador Carlos Bolsonaro, filho do presidente, está acima dos interesses da população, que via em Santos Cruz uma das mais importantes figuras do governo. Peço ao presidente que não meta os pés pelas mãos e simplesmente exerça as funções para as quais foi eleito. Os cães ladram e a caravana passa. Que ladrem à vontade, mas sigamos em frente.

CARLOS E. BARROS RODRIGUES

ceb.rodrigues@hotmail.com

São Paulo

Mais uma baixa no núcleo duro do governo, graças à batalha travada há meses pelos filhos do presidente e por Olavo de Carvalho. Se este pessoal é melhor do que os outros, não seria menos desgastante se fosse convocado para fazer parte do governo?

OMAR EL SEOUD

elseoud.usp@gmail.com, SP

São Paulo

Quando se pensa que o presidente tinha se afastado das influências nefastas do “guru” e de seus filhos, eles voltam à carga, fritando mais um ministro. A cada dia uma nova decepção com este governo.

ROBERTO LUIZ PINTO E SILVA 

robertolpsilva@hotmail.com

São Paulo

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REFORMA DA PREVIDÊNCIA

A reforma da Previdência sem o funcionalismo dos Estados e municípios é meia boca, não surtirá o efeito desejado. Em breve será necessário mexer novamente na Previdência. Nós, eleitores, fizemos a nossa parte, renovamos a Câmara em 47,3% (243 deputados) e o Senado em 85% (46 senadores), mesmo assim não atingiu o quórum para fazer a reforma da Previdência ideal. Nosso Congresso pisou no freio, e Brasil vai seguir devagar, quase parando.

Humberto Schuwartz Soares

Vila Velha (ES) 

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CAPITALIZAÇÃO

Capitalização da miséria. O governo propõe, em uma das alterações da reforma da Previdência, que a aposentadoria seja feita diretamente pelo próprio hipossuficiente trabalhador. Ora, se o salário acaba antes do término do mês, como conseguiria ainda, capitalizar sua própria aposentadoria? Está claro que o ministro da Economia quer jogar essa responsabilidade “no colo” dos mais sofridos, pois, se sobrasse “algum”, logicamente, essas pessoas de bem iriam quitar suas dívidas. Quanta barbaridade.

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

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APENAS UMA PARTE

Por que existe uma parte da população que entende a necessidade da reforma da Previdência? Porque há vinte anos ela já está pagando pelo sacrifício e quer igualdade. Meu marido pagou pelo teto máximo de 20 salários mínimos durante 20 anos e hoje recebe apenas 40% de 10. Depois de aposentado, continuou a trabalhar para complementar renda, pagando o INSS, e leis posteriores o incluíram na “lei da desaposentadoria”, que o fez pagar a mais para o INSS sem receber nada de volta. Então, ao olharmos que o déficit da “previdência pública” para um milhão de aposentados é o mesmo de trinta milhões de aposentados da “iniciativa privada”, alguma coisa está muito errada. Existe uma ínfima casta brasileira recebendo mais, sustentada pela maioria, pobres e ricos. Inclusive o próprio aposentado da iniciativa privada, que até hoje apenas foi lesado e ainda é tributado como se estivesse na ativa. Já que “somos todos iguais perante a lei”, não dá para apenas uma parte da população pagar a conta.

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

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TRANSPARENTE

O relator da reforma da Previdência apresentou o seu trabalho na comissão da qual faz parte e provocou debates e discussões, indicando que há efetiva possibilidade de muitas modificações e até a rejeição total. Que as negociações sobre o assunto sejam feitas de forma transparente.

Uriel Villas Boas urielvillasboas@yahoo.com.br

Santos

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CAMPEÃO OLÍMPICO

Dada a paciência em sua incansável lucidez nas explicações a todos e em todas as inúmeras convocações para, sob abrangentes aspectos, elucidar a importância da reforma da Previdência e das demais que virão nos próximos dias, Paulo Guedes, ministro da Economia, é um autêntico e versátil campeão olímpico na modalidade Decatlo Econômico.

Humberto Schuwartz Soares

Vila Velha (ES)

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CADUCOU

Sinto um imenso desânimo em razão do noticiário político dos últimos dias. Este sentimento decorre de uma sucessão de fatos políticos que, apenas nesta semana, começaram com ações criminosas revelando supostas conversas informais entre os insuspeitos Sergio Moro e Deltan Dallagnol, passaram pelas declarações e atitudes do ministro Gilmar Mendes e terminam com a desidratação da nova Previdência evidenciada pelo comportamento ambíguo de Rodrigo Maia, omisso na tumultuada reunião com o famigerado centrão, pela retirada, pelo relator, de itens vitais do texto da reforma, rebaixando-a para a “velha previdência” e ameaça de greve contra a reforma, convocada por apátridas. A nós, brasileiros, só resta voltar às ruas, desta vez certamente com a presença dos desertores da última manifestação dominical, para fazer sentir a essa famigerada velha política que sua vigência caducou.

Antonio Carlos Gomes da Silva acarlosgs9@gmail.com

São Paulo

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A QUEM PREJUDICA

Greves contra a reforma da Previdência Social, sem acabar com os imensos  privilégios de todas as corporações, de todos os poderes, somente prejudicarão as classes produtoras que realmente levam este País para a frente, dos trabalhadores que produzem nosso alimento, etc. Os movimentos devem ser contra as corporações, caso contrário, a conta ficará para os pobres.

Everardo Miquelin

São Paulo

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LESA O POVO

Esta greve geral não passa de uma greve política. Apesar de ser um direito fundamental, essa paralisação tem um objetivo estritamente político-partidário, desvinculado dos interesses dos trabalhadores. Quem sofre é a população que depende de condições para se deslocarem para os seus locais de trabalho, dos serviços bancários, consultas médicas, prejudica os que têm negócios, atrapalha o rendimento escolar, enfim é uma greve que só lesa o povo, especialmente a camada mais pobre.

José Wilson de Lima Costa jwlcosta@bol.com.br

São Paulo 

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PERDA DE PROTAGONISMO

O que pode se verificar na última sexta-feira, após ameaça de greve geral decretada pelos sindicatos pelegos do PT, é que trens e metrô estão funcionando quase na normalidade em São Paulo. Apenas uma linha parada. Greve fracassada. O brasileiro quer voltar a trabalhar em paz, ganhar dinheiro, progredir na vida longe dessa classe que luta para impor o caos e depois se oferecerem como solução. Definitivamente o PT perdeu o protagonismo das ruas.

Paulo R Kherlakian paulokherlakian@uol.com.br

São Paulo

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MOEDA 

O mundo onírico de Bolsonaro. Em atraente estilo, o jornalista Juan Arias, do periódico El País, diz ter descoberto o sonho de Bolsonaro. Ninguém é obrigado a revelar seus sonhos, mas quando quem os revela é o presidente da República, submetem-nos a escrutínio público. Sonho de presidente ou rei deveria ser a felicidade do povo. Porém, o de Bolsonaro é a moeda única Brasil-Argentina, que se poderia chamar “peso morto” ou “peladona” (misto de Pelé e Maradona). Em boa verdade, nosso presidente não sabe e não quer governar, ainda que no tresloucado mundo onírico.

Amadeu R. Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

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ONDA CONSERVADORA

A atual e inesperada onda global conservadora que varre o planeta, embora tenha produzido lideranças políticas em várias partes do mundo, parece que se esfumaça também com rapidez impressionante. Tal realidade faz parte da chamada geopolítica, que, de tempos em tempos, determina a velocidade dos avanços da sociedade humana em nosso planeta.

José de Anchieta Nobre de Almeida josedalmeida@globo.com

Rio de Janeiro

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ZEROS VENEZUELANOS

Em agosto do ano passado, a Venezuela cortou cinco zeros da moeda. A maior nota em circulação passava a ser 500 bolívares soberanos, o equivalente a 50 milhões de bolívares. Em menos de um ano, agora passam a circular notas de 10 mil, 20 mil e 50 mil bolívares soberanos. Esta última nota multiplica por 100 a atual de mais alto valor. A descontrolada espiral inflacionária segue sua trajetória sobre uma devastada economia com grave escassez de produtos básicos, enorme queda da produção de petróleo, em cerca de 70%, e quase cinco milhões de refugiados que deixaram o país nos últimos anos.

Luiz Roberto Da Costa Jr. lrcostajr@uol.com.br

Campinas

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DEMITIDOS

Seguindo os modos de Trump quando apresentava o programa de TV O Aprendiz, Jair Bolsonaro, que tem no presidente americano seu ídolo-mor e exemplo supremo, também está usando e abusando da sentença “você está demitido”. Em menos de seis meses de governo, nada menos que três ministros já receberam o bilhete azul ao ouvir a frase famosa que virou bordão. Qual será o próximo?

J.S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo

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SUJEITO

Toda vez que ouço “o governo perdeu isso, perdeu aquilo”, para mim soa exatamente assim: “eu perdi, meus filhos perderam, meus netos e bisnetos perderão”.

Arnaldo de Almeida Dotoli arnaldodotoli@uol.com.br

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DESPERCEBIDOS

São ministros tão inúteis, que se não saírem nos noticiários, ninguém nem percebe. Imagine uma liderança com 20 subordinados diretos? É administrar pelo “faz de conta”.

Ariovaldo Batista arioba06@hotmail.com

São Bernardo do Campo

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PELA CULATRA

Já não se discute mais que os ataques de hackers aos celulares do ministro Sergio Moro e de integrantes do Ministério Público Federal foram ação orquestrada visando desconstruir a Lava Jato e desestabilizar o ambiente político. A esta altura do campeonato, os autores intelectuais deste crime já devem estar constatando que seu objetivo não foi e não será atingido. A bolsa não ruiu, o dólar não atingiu a estratosfera e a discussão da reforma da Previdência não somente não foi interrompida, como navega de vento em popa no Congresso. Além disso, se houve modificação na popularidade de Moro, foi para melhor, como mostram as manifestações de apoio a ele nas redes sociais. O tiro saiu pela culatra.

Luciano Harary lharary@hotmail.com

São Paulo 

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SERGIO MORO

Após ler a entrevista no Estadão com Sergio Moro, fica claro que é um homem de elevado saber jurídico e reputação ilibada. Os que o querem derrubar, na verdade, querem voltar a destruir o Brasil.

Luiz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo

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QUEM NÃO DEVE

A postura de Moro é a cabal demonstração de “quem não deve não teme”.

Francisco José Sidoti fransidoti@gmail.com

São Paulo

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CLÓVIS ROSSI

O jornalismo brasileiro está de luto e mais pobre com a perda do grande Clóvis Rossi, um dos melhores jornalistas do País de todos os tempos. Rossi tinha um estilo próprio, irônico e inconfundível e era um expert em política internacional. Culto, independente, corajoso, crítico e questionador do poder e dos governos tanto de direita como de esquerda, seus textos e análises farão falta. Ele dignificou como poucos o ofício de repórter.

Renato Khair renatokhair@uol.com.br

São Paulo

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ALMA DE REPÓRTER

Adeus de Clóvis Rossi. O Brasil perde um grande jornalista. Clovis Rossi, decano da redação da Folha de São Paulo, faleceu aos 76 anos de idade. Deixa um grande legado para história do jornalismo brasileiro. E como diz a jornalista Eliane Cantanhede, Clovis Rossi foi “uma lenda com eterna alma de repórter”. Que Deus conforte a família e amigos.

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos 

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GIGANTE

Morreu um dos maiores jornalista brasileiros, condecorado com os mais importantes prêmio do meio, Clóvis Rossi, deixa um legado. Infelizmente apenas os colegas irão sentir essa falta, o País deseducado, tristemente, mal sabia quem era o gigante.

Marcos Barbosa micabarbosa@gmail.com

Casa Branca

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PRIVILÉGIO

O tempo é implacável e inexorável. O ex-presidente Lula está sofrendo com seu tempo de prisão e está no limite de sua capacidade de suporte. Ele declara a qualquer momento que lhe abre uma brecha que Moro é parcial, que Dallagnol é isso e aquilo, acusa todos e se diz o homem mais honesto do mundo. Lula está esperneando e isso é um direito dele. O que não é justo é usar o Supremo Tribunal Federal (STF) como se fosse dono da instituição e ter o privilégio de ser julgado “x” vezes em detrimento de julgamentos mais importantes para o País e para a Justiça. Quantos presos deveriam ter sua chance de julgamentos como Lula e ficam apodrecendo nos cárceres sem sequer ter uma chance de serem julgados. Quanto deve ter custado esses inúmeros julgamentos de habeas corpus? Quanto já deve estar a conta das defesas de Lula? Haja dinheiro!

Mário Negrão Borgonovi marionegrao.borgonovi@gmail.com

Rio de Janeiro 

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PEDIDOS DE LULA

Lula mais uma vez pregando ao vento. Agora quer um debate com Moro, Deltan e Bonner. Será que ele não percebeu que atualmente suas palavras são lançadas ao vento e ninguém mais o leva a sério? Lula hoje é um bandido condenado pelo crime de corrupção, aliás, ele e sua quadrilha perpetraram o maior rombo que já se tem notícia. Agora novamente tenta ser solto pelo STF em sessão marcada para 25/6. Ultimamente, parece que o STF foi criado apenas para cuidar dos pedidos repetidos de Lula. Será que o cidadão comum tem a mesma atenção e celeridade do STF em seus pedidos? Tribunal esse que deveria dirimir apenas dúvidas constitucionais. Está na hora do País se preocupar com seu futuro e deixar que Lula cumpra sua pena, aliás mínima pelo tamanho do mal que causou.

Olavo Bruschini o.bruschini@terra.com.br

Monte Azul Paulista

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ANÁLISE

Em nossas aulas de português, analisamos as características de um texto jornalístico em seu trabalho, intitulado “Com projeto que limita transexuais, deputado diz defender ‘moralidade’ no esporte”, de 2/4, no jornal Estadão. A matéria apresenta todas as características de um texto jornalístico, como linguagem impessoal, direta e formal, ordem decrescente de relevância. Vale ressaltar que tem conteúdo interessante, já que é um tema debatido entre os atletas.

Letícia da Silva Pereira e Núbia Silva Rossi, alunas do Externato Rio Branco

São Bernardo do Campo

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MINHOCÃO

A direção do Conseg Santa Cecília saúda e felicita iniciativa do vereador Caio Miranda, acolhida pelo Ministério Público. Assim, a ordem jurídica será restabelecida e dentro da legalidade, sem açodamentos, com serenidade, para que autoridades, associações comunitárias e munícipes possam se pronunciar e expor os graves problemas de segurança que causa o Minhocão. A única opção sensata é o desmonte dessa estrutura funesta.

Francisco Gomes Machado consegscsp@gmail.com

São Paulo

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