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Notas e Informações, O Estado de S.Paulo

29 de junho de 2019 | 03h00

ACORDO MERCOSUL-UE

Após 20 anos

Tendo em vista a celebração do histórico acordo comercial entre a União Europeia (UE) e o Mercosul, o governo Bolsonaro finalmente começou. Já não é mais possível atrelar o governo tão somente ao fim do horário de verão e da tomada de três pinos.

TÚLLIO M. SOARES CARVALHO

tulliocarvalho.advocacia@gmail.com

Belo Horizonte 

VOO DA FAB

Flagrante de tráfico

A propósito da surpreendente descoberta de nada menos que 39 kg de cocaína na bagagem de mão do segundo-sargento da Aeronáutica Manoel Silva Rodrigues, do Grupo de Transporte Especial da Força Aérea Brasileira (FAB), na comitiva do presidente Jair Bolsonaro ao Japão, sabe-se que desde 2015 o militar já realizou 29 viagens domésticas e internacionais servindo como comissário de bordo, ainda durante o governo dos ex-presidentes Dilma Rousseff e Michel Temer. Diante do inacreditável e inaceitável ocorrido, cabe, por oportuno, perguntar quantos quilos de drogas ele já conseguiu transportar nas asas da FAB antes de ser pego em flagrante, desta vez. Com a palavra, a Aeronáutica.

J. S. DECOL

decoljs@gmail.com

São Paulo

Sigilo

Alguém pode me explicar por que motivo a investigação da Aeronáutica é sigilosa? Além disso, pode-se saber quais são os procedimentos de embarque dos voos oficiais? Quem carrega 39 kg de droga sem que ninguém perceba? É evidente que tem mais gente envolvida. E qual é a garantia de que serão punidos? Infelizmente, haverá poucas respostas às muitas perguntas.

ALDO BERTOLUCCI 

aldobertolucci@gmail.com

São Paulo

Luz vermelha na Defesa

A história do segundo-sargento que embarcou com cocaína num avião da FAB em missão de suporte à viagem oficial de Bolsonaro ao Japão acende a luz vermelha sobre estes procedimentos oficiais no Ministério da Defesa. Como o militar participou dessas missões pelo menos nos governos Dilma e Temer, a pergunta, de difícil ou talvez impossível resposta, é se este teria sido um caso isolado ou não.

ABEL PIRES RODRIGUES

abel@knn.com.br

Rio de Janeiro

Combate ao tráfico

Encontrar 39 kg de cocaína em avião da equipe que cuida da segurança do presidente Bolsonaro deixa à mostra a insegurança e a vulnerabilidade de seu governo – ainda que rodeado por militares –, que jurou perseguir incansavelmente traficantes de drogas. Se entre integrantes de sua própria equipe de segurança não há zelo quanto a isso, como pretende combater, além desta, outras mazelas?

BENTO M. DE MORAES N. FILHO

bentobrasileiro@yahoo.com.br

Campinas

Absurdo

Não sou baba-ovo de Jair Bolsonaro, mas é absurdo responsabilizá-lo pelos atos do sargento Manoel Rodrigues, de usar o avião da FAB para traficar cocaína. Em primeiro lugar, Rodrigues exerce o cargo desde os tempos de Dilma Rousseff. Além disso, Bolsonaro em momento algum o defendeu ou interferiu no caso. Alguém acha que cabe ao presidente revistar as bagagens de todos os tripulantes e membros da comitiva?

LUCIANO NOGUEIRA MARMONTEL

automatmg@gmail.com

Pouso Alegre (MG)

Indecorosos

Pausa para o cafezinho, uma olhada nas notícias: Hamilton Mourão chama de “mula qualificada” o militar da comitiva presidencial preso com 39 kg de cocaína; Augusto Heleno diz que foi “falta de sorte” e, ao se referir ao meio ambiente lá, no G-20, mandou os europeus “procurarem sua turma”. Taokey? Já o ministro da Deseducação faz piadinha sem graça e sem decoro sobre o avião da FAB já ter carregado droga pior, ao se referir a Dilma Rousseff e a Lula. Cadê a compostura do cargo? Esta gente é abaixo da crítica. Vergonha nacional e internacional.

ELISABETH MIGLIAVACCA

São Paulo

JUSTIÇA

Falsidade heroica

Já que a lei de abuso de autoridades foi aprovada, ficaremos muito mais à vontade para tecer de forma clara nossa opinião a respeito de certas personagens públicas do Brasil. Ufa! Vamos poder opinar sem correr o risco de um dia a Polícia Federal bater em nossa porta com um mandado emitido por um juiz qualquer do Supremo ou de longínquo rincão do País. Acredito na Justiça e, como cidadã, tenho certeza de que teremos as mesmas prerrogativas de privilégios que bandidões do colarinho branco, com incontáveis oportunidades de habeas corpus com julgamento a toque de caixa, afinal um condenado em várias instâncias por ter surrupiado o País merece toda a consideração do caráter análogo do excelentíssimo ministro Gilmar Mendes, por exemplo. Mas, com o reconhecimento de minha ignorância jurídica tupiniquim, tenho de concordar com este ministro sobre os falsos heróis cultivados no País (entrevista ao Estado, 27/6, A8). Já está mais do que na hora de alguns desavisados pararem de entoar a ladainha do “Lula livre”. Eis um exemplo claríssimo de falsidade heroica. Na condição de condenado em duas instâncias, o ex-presidente usa e abusa das caraminholas jurídicas de ministros como Gilmar e Ricardo Lewandowski, que talvez o reconheçam – vejam bem, talvez – como um herói, embora em franca decrepitude. A propósito, também concordo com o excelentíssimo juiz sobre a democracia sepulcral. Os cemitérios estão cheios de falsos heróis, de pais, mães e crianças vítimas dos desvios da corrupção, mas também de pérfidos profissionais que, apesar da alta diplomação, são torpes na condução de seu ofício.

ANA S. F. PEIXOTO P. MACHADO 

anasilviappm@gmail.com

São Paulo 

SÃO PAULO

Guerra ao plástico

A respeito da matéria sobre banir canudos de plásticos no Estado de São Paulo (Estadão, 26/6, A18), a guerra parece perdida. Atualmente, todas as embalagens de utilidades na cozinha, como óleo, vinagre, sucos e águas, são de plástico. A mesma coisa na área de limpeza. Hoje não se pode falar mais em vidro de remédio, quase todos deixaram de ser embalados em vidro. Até rolhas de espumantes deixaram de ser de cortiça. As recentes vilãs, as sacolas de supermercados, continuam aí, só que agora pagas. Pensar que vão resolver este grave assunto com a proibição de canudinhos parece ser uma gota d’água no oceano – aliás, o maior prejudicado ao fim desta insensata cadeia da era do plástico.

EDUARDO DOMINGUES

domingueseduardo@uol.com.br

São Paulo

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RELAÇÕES EXTERNAS

É aterradora a maneira com que o presidente Jair Bolsonaro vem tratando as relações externas, em poucos meses de mandato comprou brigas desnecessárias com a China, maior parceiro comercial do Brasil, com a França e a Alemanha. A proposta de moeda única com a Argentina é tão esdrúxula que acabou não causando estragos, virou piada. O Brasil precisa de alguém articulado, um negociador hábil, que tenha trânsito livre com os grandes líderes mundiais e seja capaz de vender o País lá fora. Essa pessoa, definitivamente, não é Jair Bolsonaro. 

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo 

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POLÍTICA AMBIENTAL

Até aqueles que não votaram e não concordam com o atual presidente da nação, concordam com a justa reação de Bolsonaro ao rebater certas críticas sobre a política ambiental que até aqui praticamos. Tais críticas por países que não possuem histórico de terem preservado suas florestas e suas diversidades naturais, não devem agora imputar ao Brasil ditas reprimendas pelos riscos ambientais globais, apesar de algumas mudanças no setor, que equivocadamente estamos tentando por aqui implementar.

José de Anchieta Nobre de Almeida josedalmeida@globo.com

Rio de Janeiro

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SENSAÇÃO DE IMPUNIDADE

Com efeito, a surpreendente e inacreditável descoberta de nada menos que 39 kg de cocaína na mala de um militar em um avião da FAB da comitiva do presidente Bolsonaro em sua viagem ao Japão é realmente o cúmulo do atrevimento e da sensação de impunidade que grassa País afora. A que ponto chegamos.

J.S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo

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MISSÃO DA FAB

Todos os dias, inclusive aos sábados, domingos e feriados, homens e mulheres com o uniforme da Força Aérea Brasileira (FAB), dia e noite, arriscam suas vidas indo a lugares inóspitos por todo o Brasil para levar ajuda médica e alimentos, e não raramente transportando pessoas e órgãos, mas tudo o que a imprensa sabe fazer é dar destaque a uma única exceção (o tal sargento que traficou cocaína) e que não chega a desonrar o conjunto da missão que a imensa maioria da corporação desempenha. Lembremos disso, por favor.

Paulo Boccato pofboccato@yahoo.com.br

São Carlos

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RECORDE

Já vi avião transportar cavalo, elefante, passarinho, cachorro, gato, papagaio, tartaruga, jabuti, porém, mula, é a primeira vez. Mula pesada, de 32 quilos. Com um detalhe e vantagem preciosos: em avião presidencial. Com direito a alfafa, capim e água especiais. Zoológicos de países ricos já disputam a preciosidade. “Caramba, falta  de sorte”, vociferou, admitindo, o poderoso e influente ministro Augusto Heleno.  Mais um recorde merecedor de Guinness, para o atabalhoado governo Bolsonaro. 

Vicente Limongi Netto limonginetto@hotmail.com

Brasília

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CARONA PRESIDENCIAL

Baseado em “Memórias de um Sargento de Milícias do Pó”, A Mula do Pó na carona presidencial. 

Paulo Sergio Arisi paulo.arisi@gmail.com

Porto Alegre

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TUÍTE SOBRE DROGAS

Weintraub não nos representa. Esse projeto de ministro é vexatório, seja com chocolates, “kafta”, guarda-chuva ou tuítes. Apesar dos seus equívocos e espólios processuais, Lula e Dilma são ex-presidentes, ambos reeleitos pela nação, e, independente do campo ideológico e/ou político, merecem o respeito do cargo que representaram. A comparação de ambos com entorpecentes é grave e padece de represália, não só desculpas (que não virão).   

Marco Dulgheroff Novais marcodnovais@hotmail.com

São Paulo

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CRÉDITO

Era só o que faltava. Paulo Guedes, agindo com total falta de ética profissional, anuncia pomposamente que deve liberar R$ 100 bilhões de depósitos compulsórios. Ora, essa prerrogativa até as paredes sabem que é de exclusiva decisão do presidente do Banco Central (BC). E não por outra razão deixou perplexo o pessoal do BC, pois, em consequência da nefasta intromissão de Guedes nesse órgão guardião da nossa moeda, gera desconfiança no mercado. Fez, também, duras e desnecessárias críticas os parlamentares da Câmara com relação ao relatório da reforma da Previdência. A reforma está próxima de ser aprovada, mesmo com ausência de diálogo do Planalto com o Parlamento. O ministro da Economia Paulo Guedes, que começou como um furacão, com ótimas palestras no Brasil e no exterior pelas quais recebeu apoio do mercado e dos investidores parece cada dia mais com seu chefe, o fomentador de crises, presidente Jair Bolsonaro.  

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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VERDADE NÃO É BEM-VINDA

O ministro Paulo Guedes deveria saber que no atual Congresso, muitas vezes, a verdade não é bem-vinda. 

Luiz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo

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JOVENS INFRATORES LIBERADOS

A juíza Lucia Glioche, responsável pela execução de medidas socioeducativas a jovens infratores, afirmou: “Não sabemos se cada jovem liberado está efetivamente ressocializado”. O ministro Fachin determinou a liberação de infratores em unidades com lotação superior a 119% de sua capacidade. Alegam os defensores dessa medida que, ao esvaziar as unidades de internação, haverá mais chance de se oferecer um melhor tratamento aos que ficarem. À luz do que foi dito pela juíza, os que vierem a ser liberados, voltando às suas comunidades, certamente voltarão a cometer atos infracionais. O Estatuto da Criança e do Adolescente é lei que não saiu do papel devido ao total descaso dos governantes. Brevemente, infelizmente, as ruas poderão ficar mais perigosas.

Jomar Avena Barbosa joavena@terra.com.br

Rio de Janeiro

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TRANQUILIDADE JURÍDICA

A nossa Corte suprema frequentemente surpreende por meio de decisões impactantes. Já protagonizou até um atentado fatal à Constituição, da qual é a guardiã por missão, quando seu então presidente, à frente do processo de impeachment de Dilma Rousseff, fatiou o conteúdo de um dos dispositivos pétreos da carta magna, com o intuito claro de manter, sem interrupções, a afastada ativa na política. Recentemente, através de uma de suas turmas, o Supremo Tribunal Federal (STF) acaba de rejeitar por estreita margem constrangedores recursos interpostos pela defesa do presidiário Lula da Silva no sentido de conceder-lhe liberdade, o que criou, ao longo da sessão, um suspense na sociedade consciente. Encerrada a referida análise, o colegiado entrou em recesso e retomará seus trabalhos em agosto quando, naturalmente, outros pedidos de soltura do condenado serão encaminhados pelos advogados, o que, de novo, originará um clima de ansiedade. É lamentável, mas é preciso admitir que a parada, embora curta, transmitirá uma sensação de tranquilidade jurídica na sociedade.

Paulo Roberto Gotac pgotac@gmail.com

Rio de Janeiro

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RECESSO

Das redes sociais, com sabedoria: “É bom ver o STF de férias/recesso. Dá uma sensação de segurança jurídica”. Voto com o relator.

Celso David de Oliveira david.celso@gmail.com

Rio de Janeiro

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ADMITIR A REALIDADE

Em entrevista para a Globo News, o ministro do STF Gilmar Mendes, ao ser indagado sobre as conversas vazadas entre Sergio Moro e Deltan Dallagnol, afirmou textualmente: “Se vocês me perguntarem: existe? (consultas entre promotores e juízes) Sim, claro. Isso de alguma forma se estruturou (no Brasil), mas não é correto”. O ministro foi exato e feliz ao admitir que, embora incorretas (segundo ele), conversas entre promotores e juízes existem e não é de agora. Se as conversas entre Moro e Dallagnol aconteceram de fato – e só uma peritagem bem feita irá comprovar isso – e se ultrapassaram os limites jurídicos e éticos, não há dúvida de que consequências poderão advir. Mas é preciso, antes de mais nada, deixar a hipocrisia de lado e admitir a realidade dos fatos. 

Luciano Harary lharary@hotmail.com

São Paulo

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PRÓPRIO CONSELHO

Lógica de Gilmar Mendes: prova ilícita é válida para constranger um juiz, mas é nula para condenar um bandido. Quem dera ele seguisse seu próprio conselho (setembro de 2017), e calçasse as sandálias da humildade… melhor ainda: por que não as pendura de vez?

Luciano Nogueira Marmontel automatmg@gmail.com

Pouso Alegre (MG)

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ALFINETADAS

Das declarações do presidente Jair Bolsonaro nunca se sabe o que vai sair – nem de cabeça de juiz. Agora, com seis meses de singelas e ineficientes decisões – Fórmula 1 no Rio de Janeiro, 40 pontos na CNH, não obrigatoriedade da cadeirinha infantil nos veículos –, resolveu “alfinetar” seus concorrentes diretos, tais como o governador de São Paulo, João Doria e o próprio ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, visando a sua reeleição de 2022. Bolsonaro, vai devagar com o andor que o santo é de barro, como já dizia aquela senhorinha de Taubaté, ou será mesmo um tremendo anarquista? 

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

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DESLIZES

O baixo nível da instrução das escolas brasileiras está refletido no próprio comportamento do presidente da República. A troca do título do primeiro ministro da Espanha por “presidente” é uma prova disto. A Espanha tem o regime de uma Monarquia Constitucional. Felipe VI é o atual rei. O Brasil passa por um momento de vergonha internacional causada por diversos deslizes e bobagens abjetas de nossos representantes. A República não deu certo no Brasil, motivo pelo qual estamos patinando na economia, na corrupção e na ignorância.

Mário Negrão Borgonovi marionegrao.borgonovi@gmail.com

Rio de Janeiro

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FÉRIAS EM PRISÃO

Que país é esse, em que um juiz de Brasília libera um político condenado e em regime de prisão domiciliar para que possa viajar para Aruba, para o gozo de “merecidas férias”? Se não fosse a ação imediata do Supremo Tribunal Federal (STF), revogando a absurda decisão, o condenado estaria passeando com a família em outro país. Esperamos que este juiz “liberal” seja rigorosamente punido.

Roberto Luiz Pinto e Silva robertolpsilva@hotmail.com

São Paulo

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MAIOR ABRANGÊNCIA

Mais uma vez os deputados e senadores, de forma egoísta, pensam em si e não visam os interesses brasileiros. Daí a dificuldade de o Brasil superar os problemas e avançar. Devido ao crescente e pesado ônus com pessoal, absorvendo quase toda a receita, é fundamental a inclusão dos Estados e municípios na reforma da Previdência, senão nada sobrará para investir e amenizar os precários serviços básicos (educação, segurança, saúde, infraestrutura, transportes). Nossos congressistas almejam reeleição ou cargos de prefeitos ou governadores e antevêem perda de votos caso abracem, também com relação às suas bases, a reforma da Previdência. Sugiro aos munícipes atenção ao Legislativo e não mais, para nenhum cargo eletivo, votar naqueles que forem contra a reforma da Previdência de maior abrangência.  

Humberto Schuwartz Soares hs-soares@uol.com.br

Vila Velha (ES)

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BARRIL SEM FUNDO

Sobre o artigo “Sem FAT, BNDES não tem alternativa, diz ex-diretor”, publicado no Estadão em 28/6, B9. Se sem o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) o BNDES não teria alternativa. Recursos vindos do trabalhador, que são pessimamente remunerados. Então é melhor se começar a desmontar este elefante branco, que nos últimos anos praticou uma orgia de financiamentos mal concebidos, cujos tomadores hoje são inadimplentes, e com o calote obrigam o crescimento da dívida pública, via garantia do Tesouro Nacional, como se esse fosse um barril sem fundo.                      

Ulf Hermann Mondl hermannxx@yahoo.com.br

São José (SC)

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CHARRETES

É impossível entender como pessoas que buscam diversão aceitem indiferentes o sofrimento imposto aos animais que puxam esses veículos, que visivelmente são usados como se fossem objetos e não sentissem dor, fome, sede ou cansaço como nós. Já basta de crueldade, mesmo porque existem leis que devem ser cumpridas, simples assim. “A ignorância é a mãe de todas as tradições”, Montesquieu. 

Vera Bertolucci veravailati@uol.com.br

São Paulo

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