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Notas e Informações, O Estado de S.Paulo

25 de agosto de 2019 | 03h00

REFORMA TRIBUTÁRIA

Carga excessiva

O Estado brasileiro arrecadou no ano passado R$ 2,4 trilhões. Um valor astronômico, sem dúvida. Só que os gastos estatais somaram R$ 3,5 trilhões, todas as despesas incluídas, como refinanciamento da dívida, juros, amortizações, previdência, saúde, educação, assistência social, despesas trabalhistas, com defesa e outras. O buraco contábil é de aproximadamente R$ 1 trilhão. Não há reforma tributária, fiscal ou qualquer outra que resolva esse rombo, só a redução drástica do tamanho do Estado. O Brasil tem de privatizar todas as estatais e reduzir sensivelmente os funcionários públicos em todos os níveis, federal, estadual e municipal. Só assim poderemos reduzir a carga tributária escorchante que todos pagamos.

JORGE EDUARDO GONELLA

jorgegonella@hotmail.com

São Paulo

Nova CPMF

O ministro da Economia, Paulo Guedes, tem insistido na necessidade de um imposto sobre movimentação financeira do tipo CPMF, mas com novo nome. Não seria um tributo a mais, viria para substituir a contribuição patronal ao INSS (ou parte dela). Ou seja, nós, os que afinal sempre pagamos a conta, seríamos convocados a assumir, ao menos em parte, os custos da folha de pagamento das empresas. É o fim da picada!

RENATO F. FANTONI

rffantoni@identidadesegura.com.br

São Paulo

Indolor?!

Em suas explanações sobre a volta da CPMF, o ministro Paulo Guedes disse que “um pouquinho não dói”. Todos já conhecem essa história. Um pouquinho não dói, depois mais um pouquinho e assim por diante, até chegar a uma alíquota insuportável. Essa é a tática da equipe econômica? Minha nossa! 

JÚLIO ROBERTO AYRES BRISOLA

jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

Mais do mesmo

O velho pensamento mágico: basta mudar o nome do remédio e ele ficará menos amargo. Só que para chegar a tão “sofisticada” conclusão nem seria preciso alguém com tanta competência e méritos. 

VERA BERTOLUCCI

veravailati@uol.com.br

São Paulo

Enrolação

O ministro de Economia fala como se o novo imposto resolvesse o problema do desemprego. Esse ministro está enrolando deputados e empresários com esse falatório. Quer resolver o problema de caixa do governo, mas desemprego... Só propaganda!

MINORU TAKAHASHI

minorinhotakaahashi@hotmail.com

Maringá (PR)

Miragem

Aplicações na renda fixa, em grande parte lastreadas por títulos que financiam o rombo nas contas públicas, não rendem sequer 5% ao ano atualmente, embora a “taxa referencial” do CDI seja de 6%. Isso se dá em parte por causa do Imposto de Renda de 15% a 22,5%, em vigor, incidente sobre os “ganhos de capital”, mais os custos de intermediários. Imaginem o efeito de um novo imposto, como a CPMF pretendida, de 0,22%, incidente no momento da aplicação e do resgate, em razão das movimentações bancárias. Concluindo, isso equivale a uma indisfarçável majoração do Imposto de Renda incidente sobre tais rendimentos. Mas o pior é o efeito cascata desse imposto sobre as diversas fases do sistema produtivo, logístico e de serviços, causando aumento de preços em toda a cadeia, pagos pelos consumidores/contribuintes, em dinheiro ou pela falta de empregos. Incalculável! A reforma tributária, que se imaginava aliviar o peso dos impostos sobre cidadãos e empresas, é cada vez mais uma miragem, eis que o poder público já deixou claro que “não pode” diminuir o total arrecadado. Isto é, o Estado não pode perder, portanto, nem pensa em encolher o seu tamanho.

JOSÉ ANTONIO SALAZAR NETO

salazar.vwtb@gmail.com

São Bernardo do Campo

Promessa é dívida

Ministro Paulo Guedes, a famigerada CPMF foi criada para salvar a saúde e deu no que deu: em nada. O presidente não foi eleito para aumentar mais a carga tributária. Nos poupe!

TANIA TAVARES 

taniatma@hotmail.com

São Paulo

MEIO AMBIENTE

Terra cobiçada

O interesse do mundo pela Amazônia é antigo. Em 1853 o governo americano emitiu um texto em referência à Amazônia com o seguinte teor: “Uma região que, se aberta à indústria do mundo, ali se achariam fundos inexauríveis de riquezas”. De lá para cá, várias manifestações foram feitas quanto à internacionalização da região. O falecido presidente francês François Mitterrand sentenciou: “O Brasil precisa aceitar uma soberania relativa sobre a Amazônia”. Durante sua campanha para presidente dos EUA, o então candidato democrata Al Gore assim se manifestou: “Os brasileiros pensam que a Amazônia é deles. Não é. Ela pertence a todos nós”. Essa é a grande verdade. E o interesse pela região não é à toa. A Amazônia tem potencial para transformar o Brasil na nação mais rica do mundo. Ela abriga 30% da biodiversidade do planeta, a maior bacia de água doce do mundo e é detentora de grandes estoques de ferro, manganês, alumínio, cobre, níquel, cromo, titânio, nióbio, estanho e muito mais. A Universidade de Maryland estimou que os benefícios criados pela floresta correspondem a US$ 1,3 trilhão. Aí está a verdadeira razão de tanta preocupação dos gringos. Qualquer coisa diferente que se diga é só pra fazer boi dormir.

JOMAR AVENA BARBOSA

joavena@terra.com.br

Rio de Janeiro

Há sinceridade nisso?

O sr. Emmanuel Macron, presidente da França, é a mesma pessoa que apoiou o projeto Montanha do Ouro, a ser implementado na Guiana Francesa, com o desmatamento de aproximadamente 1.513 hectares? Se for, onde está a sinceridade desse senhor ao aderir à paranoia das queimadas da Amazônia?

ERALDO B. CIDREIRA REBOUÇAS

real742@yahoo.com.br

Poços de Caldas (MG)

Uso político das queimadas

Há algumas semanas Macron já se manifestava contra o acordo Mercosul-União Europeia. A entrada dos produtos agrícolas brasileiros, melhores em qualidade e preço, é claro que sofreria reação negativa dos agricultores franceses. Somada à sua sofrível popularidade, com essa esquizofrênica reação conseguiu emocionar alguns desavisados europeus que aderiram à causa dele. O fogo vai se apagar, mas virão novos ataques. Aguardem.

IVAN BERTAZZO

bertazzo@nusa.com.br

São Paulo

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“Recriar a CPMF é como voltar à discagem manual circular. Agora, diminuir a carga fiscal, com seus mais de 30 impostos... Aí, nessa republiqueta, nem pensar!”

FRANCISCO JOSÉ SIDOTI  / SÃO PAULO, SOBRE A ‘CONTRIBUIÇÃO’ DO MINISTÉRIO DA ECONOMIA À REFORMA TRIBUTÁRIA

fransidoti@gmail.com

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“CSTP, ou Confisco de Salário de Trabalhadores Pobres, é assim que deveria ser chamada a ‘nova’ CPMF, proposta pelo atual governo”

PEDRO LUIZ BICUDO / PIRACICABA, IDEM

plbicudo@gmail.com

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HISTERIA INCENDIÁRIA

Histerias incendiárias à parte, vamos e venhamos, basta ligar um ponto ao outro para entender por que a comunidade internacional de repente descobriu que existe a Amazônia no Brasil. Todos sabem que a Europa inteira subsidia sua produção pecuária e agrícola. Não acham estranho que justamente quando o governo Bolsonaro fecha o acordo Mercosul-União Europeia o presidente da França, Emmanuel Macron, começa esta campanha para boicotar nosso país pelos “incêndios na Amazônia”? Os agricultores franceses foram os primeiros a espernear e cobrar contra tal acordo, porque não querem concorrência. Podemos viajar pela França de cabo a rabo e não ver uma floresta sequer, apenas plantações agrícolas e agropecuária. Nesta disputa internacional, aposto que não existe uma árvore amazônica sequer no contexto, e sim corporativismo barato que os europeus sabem muito bem fazer, já que no passado dominaram o mundo. Para levantar um incêndio imaginário, basta um Macron para acender o pavio.

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

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COINCIDÊNCIA

A incrível coincidência do corte de verbas para as ONGs que atuam naquela região e as queimadas na Amazônia. Grandes interesses prejudicados.

Eugênio José Alati eugenioalati13@gmail.com

Campinas

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HUMILDADE

O presidente da França vestiu a camisa de paladino mundial do meio ambiente. Esse papel deveria ser do presidente do Brasil, mas Jair Bolsonaro o recusou solenemente. O País não vai ganhar nada peitando os países mais ricos e poderosos do planeta, ainda mais tentando defender a indefensável: a destruição da Amazônia. A hora é de buscar humildemente conter os estragos causados pela postura equivocada do governo brasileiro e adotar as medidas que serão apontadas para tentar evitar sanções contra o Brasil.

Mário Barilá Filho  mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo

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DESMATAMENTO E DESINFORMAÇÃO

Muitos dos que se autointitulam defensores da Amazônia, embora bem intencionados, conseguiram, infelizmente, nestes últimos dias piorar o que já estava ruim. O desmatamento da Amazônia é um problema antigo e complexo, todos sabemos. Entretanto, nada justifica o espalhamento afoito e atabalhoado de informações não confirmadas sobre o assunto. Desde fotos antigas e de outros lugares que não a Amazônia até notícias flagrantemente exageradas, ou mesmo falsas, o que foi postado nas redes sociais por artistas, jogadores e até pelo presidente da França foi nada menos que patético. Foi preciso a Nasa divulgar um comunicado dizendo que o nível de desmatamento se mantém o mesmo dos últimos 15 anos para esfriar os ânimos. Se o presidente Jair Bolsonaro exagera, de forma autocrática, qualquer assunto importante, não é por meio do enfrentamento desbragado que se conseguirá demovê-lo daquilo que pensa, mas sim pela argumentação embasada na realidade. É bem possível que quem mais sairá ganhando com esta história toda seja ele próprio.

Luciano Harary lharary@hotmail.com

São Paulo

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PRETENSÃO

Pergunta que não quer se calar: Gisele Bündchen, Leonardo DiCaprio e Kim Kardashian, afora outros tantos que se arvoram defensores da Amazônia, já estiveram alguma vez na região? Já se atreveram a caminhar pela selva? Sem este conhecimento, quanta pretensão falar sobre o que deve ser ou não ser feito na região.

Abel Cabral abelcabral@uol.com.br

Campinas

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OFERTA

Recado para Eduardo Bolsonaro: ofereça a Donald Trump toda a Floresta Amazônica por US$ 44 bilhões. Só a mata, sem as terras – estas ficam com os plantadores de soja...

Minoru Takahashi minorinhotakahashi@hotmail.com

Maringá (PR)

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SINAL VERDE PARA DESMATAR

O mundo civilizado reage às estapafúrdias medidas do governo Bolsonaro incentivando o desmatamento da Floresta Amazônica, por meio de inúmeras declarações a favor da exploração da região por madeireiros, mineradores, criadores de gado e ruralistas, além de convocar os índios a se tornarem desmatadores. É o Brasil se autoimolando na pira da estupidez desgovernamental.

Paulo Sergio Arisi paulo.arisi@gmail.com

Porto Alegre

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O MUNDO É QUE ESTÁ ERRADO

O mundo está muito preocupado com o descaso do presidente Jair Bolsonaro no trato das queimadas e do desmatamento na Amazônia, que teve um aumento significativo. Com a reação mundial e com as informações das agências de controle do planeta de que se instalou o caos no Brasil e precisa ser controlado com urgência, Bolsonaro disse que “todo o mundo está errado” e que não tem recursos para controlar as queimadas, logo após desdenhar da ajuda financeira da Noruega e da Alemanha. Vai entender o eterno “baixo clero político”!

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

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‘EU’ VERSUS ‘ELES’

A crise tem nome: começa com B e termina com O.

Helena Rodarte Costa Valente helenacv@uol.com.br

Rio de Janeiro

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AMAZÔNIA

Quando assumiu o governo, Jair Bolsonaro sinalizou que haveria um “liberou geral” na região amazônica. Pode não ser verdade, mas deu no que está dando.

Luiz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo

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JAIR BOLSONARO

Disse um: “Jamais encontraremos alguém tão incapaz, incompetente e despreparado como Dilma Rousseff”! Disse o outro: “Achooou!”.

Mario Miguel mmlimpeza@terra.com.br

Jundiaí

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ÚLTIMA PESQUISA

Pelos recentes acontecimentos, Dilma Rousseff não é mais a pior presidente da história do Brasil.

Roberto Hungria cardosohungria@gmail.com

Itapetininga

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O SUPERSINCERO

Jair Bolsonaro tem orgulho de ser o supersincero. Até que ponto isso pode soar antidiplomático em águas internacionais e as suas consequências ainda não sabemos... Às vezes, contrariando o discurso do “sou assim e pronto”, mudar um pouco, adaptando-se às circunstâncias, é sinal de grandeza e maturidade.

Ricardo C. Siqueira ricardocsiqueira@globo.com

Niterói (RJ)

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E SE FOSSE O JAIR?

Muito divertida a foto de capa do Estadão de 23/8, exibindo a espontaneidade de Boris Johnson (premiê britânico), que ignorou solenemente os rituais e pôs o pé direito sobre mesinha da sala em que era recebido pelo anfitrião Emmanuel Macron, em Paris, no Palácio do Eliseu. Vê-se que até mesmo o chefe de governo do Reino Unido, grupo de nações súditas de Sua Majestade a rainha Elizabeth II, austeras observadoras da “pompa e circunstância”, dá-se a esse tipo de liberdade submetendo o protocolo ao solado de seu sapato. Não duvido de que Johnson até seja  louvado pela “naturalidade” do ato que, de alguma forma, há de ter contribuído para “humanizar” o austero posto que ocupa. Fico cá, com meus botões, todavia, imaginando a mesma cena, só que protagonizada pelo nosso Jair Bolsonaro. Era capaz de a oposição entrar com pedido de impeachment e guardar a imagem para usar na campanha eleitoral de 2022; também fácil imaginar os matutinos emitirem editoriais censurando o horror da deselegância, as revistas semanais darem destaque à “gafe” em sua capa e a principal emissora de TV do País consumir a edição inteira de seus noticiários para “cair de pau”.

Silvio Natal silvionatal49@gmail.com

São Paulo

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DISCUTINDO O BREXIT

Chamou bastante a atenção, na semana que passou, a gafe praticada pelo premiê britânico Boris Johnson ao colocar o pé em cima da mesa durante encontro com o presidente francês, Emmanuel Macron. Se esse ato fosse praticado por uma autoridade latino-americana, qual seria a indignação mundial? No mínimo, seria chamado de bugre.

Luiz Bianchi luizbianchi@uol.com.br

São Paulo

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OPERAÇÃO PENTITI

Com base na robusta delação premiada do ex-ministro petista Antonio Palocci, a Polícia Federal, cumprindo mandados de busca e apreensão da 64.ª operação da Lava Jato (Operação Pentiti, que significa “arrependidos”), entre outras personalidades do show business da corrupção, chegou à ex-presidente da Petrobrás Graça Foster, na sexta-feira (23/8). Quem tem pressa vai devagar. O boi do arrependido “Italiano” nos fartará com muitos bifes republicanos. Ladrem aos ventos os corruptos cães vermelhos de ofício e famintos de medo. É certo que a carrocinha da Federal baterá às suas portas a qualquer momento. Força, Lava Jato!

Celso David de Oliveira david.celso@gmail.com

Rio de Janeiro

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AÉCIO NEVES

A executiva do PSDB rejeitou a expulsão de Aécio Neves do partido. Ora, para ser bastante educado, estava na cara que isso iria ocorrer. Ninguém ali vai querer assinar atestado de incompetência, não é verdade? Fala sério!

José Marques seuqram.esoj@bol.com.br

São Paulo

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VÍTIMA?

PSDB rejeitou expulsão do deputado Aécio Neves. Teria ele virado santo, ou trata-se de mais uma injustiça e ele, mais uma vítima, cujas provas da picaretagem não passaram de uma grande mentira, com a pura intenção de destruí-lo politicamente, uma maldade de seus adversários?

Arnaldo de Almeida Dotoli arnaldodotoli@uol.com.br

São Paulo

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REVÉS DO PSDB

O revés quem sofre pela não expulsão de Aécio Neves do PSDB não é o governador João Dória, como desejava, mas o próprio PSDB, que mantém no partido o hoje deputado, com 30 votos contra e 4 a favor. Dória fez a sua parte, em nome da ética, ao rejeitar a permanência em seu partido de um investigado na Lava Jato e delatado pela JBS. Dirigentes dessa empresa, inclusive, filmaram o primo de Aécio recebendo na sede da empresa uma mala com R$ 2 milhões, exatamente como o deputado ex-candidato à Presidência havia tratado por telefone com um dos donos da JBS, Joesley Batista. Ou seja, não dá para dizer que foi um suposto ato de corrupção, não é verdade?! Será que os caciques tucanos votaram contra a expulsão de Aécio Neves por ele saber muito, no mínimo, sobre uso de caixa 2 pelo partido?

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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BOLA MURCHA

Fernando Alfredo, presidente do diretório municipal do PSDB em São Paulo, disse que a permanência de Aécio Neves prejudica a imagem do partido, mas os integrantes da sigla, por corporativismo, resolveram manter o honesto mineirinho no PSDB, claro, dando um recado ao marqueteiro João Doria de que ele não está com esta bola toda. A propósito, quanto aos juros que Doria pagou na compra do avião por meio do BNDES, uma vergonha, disso ele pouco fala.

Zureia Baruch Jr. zureiabaruchjr@bol.com.br

São Paulo

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FARINHA DO MESMO SACO

O agora deputado federal Aécio Neves, que num passado não muito remoto chegou a sugerir a fusão entre PSDB e PT, mostrou que a velha guarda do seu partido, aquela que ele representa, ao menos do ponto de vista ético, se assemelha em muito ao PT: adoram um bandido de estimação.

Oscar Thompson oscarthompson@hotmail.com

Santana de Parnaíba

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AVIAÇÃO CIVIL

É necessária, urgentemente, uma ação do Ministério Público, dos órgãos de defesa do consumidor e do Judiciário sobre a atuação do duopólio que atua na aviação civil brasileira. Não respeitam o Código de Defesa do Consumidor (CDC) e a própria agência reguladora emite normas ao arrepio da lei e protege a atuação destas empresas, sempre em prejuízo do consumidor. Vou dar apenas dois exemplos que são um escândalo! Compras na internet de produtos e serviços têm a garantia de arrependimento de sete dias pelo CDC, no entanto na compra de passagens aéreas temos apenas 24 horas para cancelar. As multas são imorais e ilegais, pois às vezes mais que o preço da própria passagem. Além disso, para rever o que pagamos e as milhas que usamos, quando cancelamos a viagem, e eles não querem saber o motivo, temos de pagar valores absurdos para reaver o que se pagou e, inclusive, as taxas aeroportuárias que não poderiam ser retidas pelas empresas. Se não pagamos as taxas, o que geralmente acontece devido aos valores imorais, as empresas se apropriam das taxas que pagamos ilegalmente. Isso tudo sob a complacência, omissão e cumplicidade da Anac, que não resiste a uma investigação da Polícia Federal.

Elaine Maria Dias elainerenatac@bol.com.br

Brasília

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NEYMAR

“Ele não tem nada de bom a trazer para o PSG. A gente prefere um jogador menos talentoso, mas mais respeitoso e profissional”, disse um torcedor do Paris Saint-Germain (PSG) ao se referir ao indisciplinado jogador Neymar. De fato, o torcedor francês está certíssimo na sua avaliação. E acrescento: não faz falta nenhuma à nossa quase medíocre seleção brasileira dos tempos atuais. O alerta de que se trata de um jogador com hábitos toscos, indisciplinado e mal educado já havia sido dado por um renomado técnico brasileiro. Esperamos que o conceituado e campeoníssimo  Real Madrid não cometa a tolice de contratá-lo. Neymar não é jogador para jogar em times como o PSG, Bayern de Munique, Manchester United, Real Madrid, apenas para citar alguns grandes times do futebol mundial. Neymar deveria jogar no Luverdense, no Paysandu, na Portuguesa Santista, no ABC, no Joinville, no The Strongest da Bolívia, etc. Ou seja,  em times de menor calibre.

Moacyr Rodrigues Nogueira moaca14@hotmail.com

Salvador

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