Fórum dos Leitores

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

Fórum dos Leitores, O Estado de S.Paulo

31 de agosto de 2019 | 03h00

ECONOMIA

Pequena melhora

O temor de uma nova estagnação técnica, felizmente, parece ter ficado para trás. O anúncio do IBGE, na quinta-feira, de que no segundo trimestre deste ano o produto interno bruto (PIB) cresceu 0,4%, o dobro da expectativa dos analistas, embora ainda longe do ideal, animou o mercado e a bolsa subiu 2,4%, ultrapassando os 100 mil pontos. Nesse mesmo período a indústria cresceu 0,7% e o setor de serviços, 0,3%. As maiores altas foram do investimento, 3,2%, e do setor de construção civil, que acumulava 20 quedas consecutivas e cresceu 2% em comparação com o mesmo período de 2018. Uma ótima notícia. Em relação ao PIB do segundo trimestre de 2018, conforme o IBGE, o PIB cresceu 1%. Já o setor agropecuário sofreu queda de 0,4%, bem como se registrou queda de 1% do consumo do governo, o que prejudicou um crescimento mais significativo. De qualquer forma, é de comemorar que a possibilidade de recessão técnica tenha ficado para trás, em que pese o pouco entusiasmo de analistas quanto aos resultados do terceiro trimestre.

PAULO PANOSSIAN

paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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Corrupção

A recuperação da economia é a mais lenta em 40 anos. Isso porque nunca se roubou tanto dinheiro público como nos últimos anos, a ponto de se atingir o esgotamento dos recursos. E, pelo visto, as lambadas que a Nação tem levado não adiantaram para o aprendizado, pois mesmo com a formidável atuação da Lava Jato muitos continuaram roubando descaradamente.

ORLANDO RODRIGUES MAIA

ormaia@uol.com.br

Avaré


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Por conta própria

A propósito do editorial econômico A economia melhora na Região Sul (28/9, B2), detalhe importante é que a região prospera apesar dos pouquíssimos incentivos e investimentos do governo federal, que, aliás, só retorna 20% dos impostos federais lá cobrados. No Sul se aprendeu, faz tempo, a andar com as próprias pernas, e não precisar depender de tantas muletas federais.

ULF HERMANN MONDL

hermannxx@yahoo.com.br

São José (SC)

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PREVIDÊNCIA

O Brasil tem pressa

O Senado parece não estar preocupado com o alto nível de desemprego que assola o País, muito menos com o rombo da Previdência. Vai votar a PEC da Previdência provavelmente na quarta-feira, em primeira votação, e a segunda só em outubro. Por que não resolver isso logo? O que se ganha em atrasar mais a aprovação de uma lei extremamente necessária para ajudar nosso país? O Brasil tem pressa. Só os políticos estão com o burro na sombra, milhões de desempregados sofrem, esperando alguma luz no fim do túnel.

EDUARDO CAVALCANTE DA SILVA

cavalcante_1000@hotmail.com

São Paulo

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REFORMA TRIBUTÁRIA

CPMF duplicada

A “nova” CPMF sugerida é pior do que a primeira, pois é de mão dupla: cobra-se do pagador e do recebedor. Portanto, qualquer alíquota que se imponha será, na realidade, sempre o dobro: se foi o aventado 0,22%, a verdade é que a cobrança será de 0,44%. O infortúnio desse danoso mecanismo é que o mesmo capital fica sendo taxado infinitamente, uma vez que o dinheiro circula ininterruptamente. A matemática é inelástica: não adianta esticar a corda, porque ela vai rebentar. Sabemos dos problemas de caixa do governo, que está quebrado, mas não é impondo novas taxas à população e elevando a carga tributária, já indecente e sufocante, que o problema será solucionado. A única forma de sanear as finanças públicas é uma radical redução do tamanho do Estado, que permita reduzir as despesas e otimizar o uso dos recursos públicos, pagos por todos nós. A reforma administrativa tem de vir com a tributária. Pedimos aos congressistas muita responsabilidade e discernimento nessa hora. A sociedade não aceita a volta desse famigerado imposto!

ANGELA BAREA

angelabarea@yahoo.com.br

São Paulo

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Rejeição geral

Ninguém aceita que o presidente Jair Bolsonaro mude de opinião quanto à tal “nova” CPMF. A criação de uma CPMF mitigada, com alíquota menor, é rejeitada por praticamente a totalidade dos brasileiros. Mas, aparentemente, Bolsonaro está confiando na palavra de Rodrigo Maia, presidente da Câmara dos Deputados, que já adiantou que esse tributo não passa na Casa.

JOSÉ CARLOS DE C. CARNEIRO

carneirojcc@uol.com.br

Rio Claro


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IVA

A reforma tributária deveria adotar o Imposto sobre o Valor Agregado (IVA), incluindo os três entes federativos, com repartição maior para os Estados, que assumiriam várias competências hoje da União. Ministérios mais enxutos seriam competentes para ditar políticas públicas, legislações, protocolos e os Estados e municípios ficariam encarregados da execução e fiscalização. Como exemplo, não é possível que o Ministério do Meio Ambiente, com 30 fiscais, fiscalize mineradoras pelo Brasil e governadores lavem as mãos em casos como os de Mariana e Brumadinho. Isso vale para outras atividades, como o combate ao desmatamento e às queimadas criminosas. Também não me parece eficiente que o Ministério da Educação mantenha escolas e universidades em Estados desenvolvidos.

VICTOR RAPOSO

victor-raposo@uol.com.br

São Paulo


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MEMÓRIA

Hélio Damante

Em nome de meus irmãos Marcos, Maria Bernadete e Hélio José (in memoriam) e demais membros e amigos da família Damante, venho agradecer ao Estado a homenagem sincera e grandiosa prestada ao meu pai, Hélio Damante, pelo centenário de seu nascimento (17/8, A2). Lourenço Dantas Mota conseguiu retratar a essência da atuação jornalística de Hélio Damante nas áreas religiosa e histórico-folclórica, além de suas contribuições na literatura e na docência, bem como sua rápida passagem pela política e na assessoria do saudoso governador Carvalho Pinto – tempos que não voltam mais, neste país dividido em que vivemos hoje. Continuo assíduo assinante e leitor do Estadão (recebo os exemplares fisicamente nos fins de semana e, por questões de falta de tempo, acesso a edição digital diariamente, modernidade que meu pai não alcançou), afinal, além da tradição, meus primeiros passos de leitura foram debruçados na mesa do café sobre as clássicas edições em linotipo, que nos borravam as mãos. Felicito o Estado pela iniciativa, deixando um imenso e fraternal abraço.

FRANCISCO CARLOS DAMANTE

fcdamante@gmail.com

São Paulo


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 “Com a popularidade despencando, Bolsonaro desligou o fogo da fritura em que mantinha Sergio Moro e deu-lhe um grande abraço. De tamanduá! Moro que se cuide, para não acabar como Bebianno”

HÉLIO DE LIMA CARVALHO / SÃO PAULO, SOBRE OS ‘AFAGOS’ DO PRESIDENTE AO MINISTRO

hlc.consult@uo.com.br


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“Entre tapas e beijos eles vão se aturando”

ROBERT HALLER / SÃO PAULO, IDEM

robelisa1@terra.com.br


FOI BOM ENQUANTO DUROU


Com o repúdio da maioria dos cidadãos de bem deste país, pela primeira vez a Suprema Corte, nas pessoas dos ministros Ricardo Lewandowski, Gilmar Mendes e Cármen Lúcia, numa suprema canetada na 2.ª Turma do tribunal, anulou a legítima condenação de um réu da Operação Lava Jato, levada a cabo segundo os mais rígidos preceitos da lei, bem fundamentada e sempre amparada por robustas e incontestáveis provas e com a ampla defesa do réu. O “premiado” foi o senhor Aldemir Bendine, ex-presidente do Banco do Brasil e da Petrobrás. Disso se conclui que os senhores ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) não estão nem um pouco incomodados com o que o povo pensa. Infelizmente, é o início do fim de uma grande brigada contra a corrupção. E, cá entre nós, foi bom enquanto durou!


José Marques seuqram.esoj@bol.com.br

São Paulo


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AO PLENÁRIO


Haverá esperança no fim desse comboio? Voto vencido na 2.ª Turma do STF, Edson Fachin, ministro relator da Lava Jato, determinou que a invenção dos supremos alquimistas Gilmar Mendes, Ricardo Lewandowski e Cármen Lúcia, que anulou a sentença de Aldemir Bendine, ex-presidente da Petrobrás e do Banco do Brasil, seja apreciada pelo plenário do colegiado. Unido à banda boa da Casa, persevere em nome da República, ministro Fachin, apesar da inexorável cumplicidade de Dias Toffoli, Marco Aurélio Mello e Alexandre de Moraes com “jabuticabas” jurídicas, inimigas da ordem e da segurança constitucional. Quanto a Celso de Mello, muito café, energéticos e paciência para ouvi-lo.


Celso David de Oliveira david.celso@gmail.com

Rio de Janeiro


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CAMINHO ABERTO


A 2.ª Turma do STF libertou Aldemir Bendine. A ministra Cármen Lúcia, que numa das revelações do The Intercept Brasil foi chamada de “frouxa” pelos procuradores da Lava Jato, votou pela absolvição de mais um corrupto, numa clara situação de vingança contra Deltan e sua turma. O caminho está aberto para inocentar o mais inocente dos brasileiros e dar continuidade à impunidade que sempre beneficia os mais poderosos.


José A. Muller josealcidesmuller@hotmail.com

Avaré


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VOTO INESPERADO


A ministra Cármen Lúcia deve ter passado por uma lavagem cerebral!


Robert Haller robelisa1@terra.com.br

São Paulo


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JABUTICABA


É falsa a ideia, que vem sendo difundida, segundo a qual o réu-delatado deveria apresentar suas alegações finais após as do réu-delator, pois este, ao apresentar as suas, funcionaria como um “assistente de acusação”. Ora, além de inexistir previsão legal para isso, o que o réu-delator tinha de delatar delatou no momento processual próprio, ou seja, na fase litigiosa, certamente apresentando as provas necessárias. E, também no momento próprio, deve ter sido inserida nos autos e apreciada pelo juiz a resposta aos termos da delação. Daí, ao que estamos assistindo agora vem a ser, afinal de contas, uma espécie de “jabuticaba”, já que, com todo respeito, a Lei Processual Penal não autoriza a estranha solução encontrada pela Suprema Corte para beneficiar um corrupto condenado, e bem condenado.


Homero Vianna Jr. homeroviannajr@hotmail.com

Niterói (RJ)


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ONDE ESTÁ?


Após procura sem resultado, gostaria que alguém me informasse onde está, na legislação pertinente (Código de Processo Penal) ou em qualquer outro local, o texto que serviu de supedâneo para ser anulada, pela 2.ª Turma do STF, a decisão relativa a Aldemir Bendine. Com as consequências, estas sim, fáceis de serem imaginadas.


José Etuley Barbosa Gonçalves etuley@uol.com.br

Ribeirão Preto


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A CARAVANA PASSA


Enquanto o Supremo discute desentendimentos sobre novo “entendimento”, os supercorruptos da Lava Jato vão saindo pelo ladrão.


Paulo Sergio Arisi paulo.arisi@gmail.com

Porto Alegre


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O RETORNO


Bendine, o corrupto pródigo, volta à liberdade e traz com ele os salteadores dos cofres públicos.


Eugênio José Alati eugenioalati13@gmail.com

Campinas


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A VOZ DO POVO


No futebol o VAR objetiva evitar erro do árbitro. Na vida real, o enxugar gelo, “a polícia prende, a justiça solta”, é a voz do povo. A Lava Jato, agindo diferente, é a polícia na justiça, mas o Supremo Tribunal Federal (STF) teima em manter a voz do povo na justiça, daí precisamos criar o VAR judicial, cujo objetivo será evitar erro do STF.


Humberto Schuwartz Soares hs-soares@uol.com.br

Vila Velha (ES)


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REPRESENTAÇÃO FALHA


A escultura representando a Justiça de olhos vendados está incompleta, pois deveria estar amordaçada e com os ouvidos tapados. O escritor português Albino Forjaz de Sampaio, em sua obra Palavras Cínicas, escreve: “a Justiça é uma roda velha que ameaça ruína a cada instante, o azeite que move essa roda é o dinheiro”. A Justiça no Brasil mais parece um palco em que cada artista quer aparecer mais diante dos holofotes. O assassinato da Lava Jato ganhou mais um aliado, o Supremo (?) Tribunal Federal, ao anular a condenação pelo então juiz Sergio Moro do ex-presidente do Banco do Brasil Aldemir Bendine. Ora pois, diria o lusitano, como três ou quatro ministros podem anular a sentença e sentenciar outra? Tiradentes não teve essa sorte. Este é mais um capítulo escrito pelos políticos e empresários apátridas e com apetite pantagruélico por enriquecimento fácil.


Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)


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GRELHADOS À BENDINE


Com direito a “causídico-herói”, a churrascada foi um sucesso. Só não foi mais completa pela ausência do pessoal da 2.ª Turma...


A.Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo


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ADVOGADOS EM FESTA


Não é o advogado de Bendine que é um gênio. Os ministros é que são geniosos.


Carlos Alberto Roxo roxo.sete@gmail.com

São Paulo


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E SE NÃO EXISTISSE?


Duro, mesmo, é viver num país onde a maior fonte de inquietude de sua sociedade é a permanente desconfiança na Corte Suprema, órgão que deveria ser o instrumento superior da vigilância do estrito cumprimento da Constituição, que, entretanto, já se viu, nos últimos tempos, ostensivamente arranhada por ações de alguns de seus membros. Sua velada e eivada de interesses, porém insistente, atividade, no sentido de recorrentemente tentar aliviar e mesmo anular sentenças legítimas proferidas por tribunais credenciados, impostas a corruptos poderosos, e examinar em regime de urgência pedidos de liberdade de presidiários em pleno cumprimento de penas produzem a desconfortável sensação de que o Brasil seria mais feliz se não existisse aquele olímpico e caro colegiado.


Paulo Roberto Gotaç pgotac@gmail.com

Rio de Janeiro


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PARA MUDAR O STF


Não adianta ficar chiando nem pedir impedimento de certos monocráticos ministros que perderam a vergonha “ad eternum”. Temos é de lutar para mudar o sistema. Seria feita por um instituto de pesquisa uma sondagem nacional que obteria o índice de rejeição dos ministros do STF, que sem dúvidas será estratosférico. A partir desse dado, alguém de bom senso teria poder para sugerir um plebiscito com a simples pergunta: “Os ministros do STF devem ser eleitos pela população?”. Há uma proposta de 2014 da Associação de Juízes para a Democracia (AJD), por exemplo, que visa a “permitir e estimular a participação popular no processo de escolha dos integrantes do STF”. Como o SIM vencerá, passaríamos às regras. Exigências de formação e experiência. E a eleição? Os candidatos participariam de debates públicos e seriam eleitos durante as eleições municipais, para minorar influências das eleições estaduais e federais. Poderiam ser reeleitos uma vez. Após dois mandatos, desocupariam definitivamente o cargo, indo ganhar o pão de cada dia como todos nós. Tenho certeza de que essa é a vontade da maioria dos 150 milhões de brasileiros aptos a votar.


Sandra Maria Gonçalves sandgon46@gmail.com

São Paulo


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ABUSO DE PODER CONTRA O PRÓPRIO PODER


Foi noticiado que um juiz de primeira instância, Nivaldo Brunoni, da Justiça Federal do Paraná, determinou que o Conselho Nacional do Ministério Público retire da pauta de julgamentos o procedimento administrativo contra o procurador Deltan Dallagnol. Ou seja, um simples juiz de piso avoca para si poderes que não tem, pretendendo dar ordens ao presidente do Supremo Tribunal Federal, a ministros de tribunais superiores (STJ e TST) e desembargadores federais (TRF e TRT). É isso mesmo ou o abuso de poder foi definitivamente implantado no Brasil, em nome da farsa da suposta “independência funcional”, sem maiores consequências?


Milton Córdova Júnior milton.cordova@gmail.com

Vicente Pires (DF)


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DUBIEDADES


Ao debater a questão da preservação da Amazônia, avançamos sobre paradoxos em relação à proteção do meio ambiente. Os valores da prolongada corrida espacial, por exemplo, com bilhões de dólares envolvidos em cada missão, não seriam mais bem utilizados na defesa dos recursos naturais já existentes? E a própria busca sideral desenfreada não representaria uma confissão dos grandes líderes mundiais de que não estariam assim tão comprometidos com a proteção do seu patrimônio nativo?


Ricardo C. Siqueira ricardocsiqueira@globo.com

Niterói (RJ)


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POLÍTICOS SEM-VERGONHA


O País à míngua de recursos para combater as queimadas, e os deputados da Câmara manobrando para conseguir mais dinheiro para o fundo eleitoral (Câmara tem ‘plano B’ para fundo eleitoral, Estadão, 29/8)! Sem comentários.


Yvette Kfouri Abrão m.abrao@terra.com.br

São Paulo


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NÃO RACIOCINAM


Assistindo à votação no Congresso dos vetos do presidente a uma lista de projetos de lei que inclui desde a cobrança de malas em avião até a obrigação da presença de dentista em UTIs do Sistema Único de Saúde (SUS), pude concluir que o problema atual do Brasil é a burrice dos congressistas. Eles não raciocinam! Não expõem ideias, muito raro citarem livros ou autores consagrados. Repetem argumentos falaciosos, não parecem entender o que é causa e efeito, gritam e mentem ao atacar-se mutuamente... e não discutem os problemas do País, dos Estados e municípios, só querem aparecer nos vídeos fazendo discursos para as bases verem, mas que ninguém do plenário ouve! Em síntese, como resolver os enormes problemas do País com um bando de deputados e senadores que não enxergam um palmo adiante do seu nariz? Uma explicação é que os candidatos a político não necessitam de formação nem de experiência, bastando os votos que recebem.


Gilberto Dib gilberto@dib.com.br

São Paulo


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SIGILO NO SENADO


O que leva o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, a querer sigilo dos gastos dos senadores? Será que é por moralidade?


Luiz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo


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A QUEM INTERESSA?


Sigilo de notas no Senado viola a lei, diz MPF (Estadão, 28/8). A quem interessa? Somente àqueles que procedem errado, então mais um motivo para fazer a verificação. O Senado, hoje e sempre, nunca inspirou confiança, assim, esconder é o melhor refúgio. Auditoria neles!


Adilson Pelegrino adilsonpelegrino52@gmail.com

São Paulo


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LUZ APAGADA


Esplanada dos Ministérios tem luzes apagadas após as 18 horas para contenção de despesas. Na minha opinião, o que eles deveriam fazer, mesmo, seria cortar abusos que há nos gastos com  cartões corporativos. Simples assim.


Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)


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ECONOMIA NA ESPLANADA


A Esplanada dos Ministérios, agora, fica às escuras após as 18 horas, com a finalidade de reduzir o consumo e, consequentemente, o gasto de energia elétrica. Até pouco tempo, mantinham tudo aceso inexplicavelmente, pois não ficava mais ninguém após o horário acima citado. Se nem de dia trabalham, quanto mais à noite. A luz era só para inglês ver.


Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo


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À LUZ DE VELAS


A economia forçada de energia elétrica nos prédios do Ministério da Economia desde segunda-feira tem provocado cenas absolutamente surreais na nona economia do planeta: como a iluminação das sedes deve ser pontualmente desligada às 18 horas, aos funcionários que não conseguirem concluir seus trabalhos até o limite do horário resta trabalhar à luz de lanternas ou velas. Acreditem se quiserem.


J. S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo


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VIOLÊNCIA


Todos os dias acontecem tragédias na cidade do Rio de Janeiro, levando a um êxodo compulsório de diversas pessoas para outras cidades menos violentas. É raro o dia em que não haja pessoas baleadas por tiros de fuzis e esfaqueadas. Tenho convicção de que se deve implantar a prisão perpétua para criminosos que estiverem portando fuzis, que são armas de guerra de alto alcance e letalidade, bem como aumentar a pena para tentativas de homicídio, latrocínio e o próprio homicídio. Não importa o tipo de utensílio cortante usado, seja gilete, vidro, tesoura, faca ou punhal. O restante é blá, blá, blá, conversa para boi dormir e que leva o nada a lugar nenhum.


Luiz Felipe Schittini fschittini@gmail.com

Rio de Janeiro

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