Fórum dos Leitores

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

Fórum dos Leitores, O Estado de S.Paulo

21 de setembro de 2019 | 03h00

GOVERNO BOLSONARO

Discurso na ONU

A esquerda e militantes ditos ambientalistas já estão rufando seus tambores, estendendo suas faixas e repetindo seus gritos de guerra em diferentes capitais da Europa e nos EUA porque foi confirmada a ida do presidente Jair Bolsonaro a Nova York para abertura da Assembleia Geral da ONU. Bolsonaro vai enfrentar europeus muito interessados na preservação da Floresta Amazônica (ou seria no conteúdo do rico subsolo da região?). Espero que deixem, respeitosamente, o presidente discursar, explicar-se e reafirmar que a Amazônia brasileira é nossa.

MARA MONTEZUMA ASSAF

montezuma.scriba@gmail.com

São Paulo

*

Tradição

Foi muito oportuno o artigo do professor Celso Lafer Os discursos do Brasil na ONU (15/9, A2), sobre a importância das palavras na abertura da Assembleia Geral das Nações Unidas. Lembrando essa grande tradição, que tanto honra e distingue o Brasil, membro-fundador da ONU, o professor Lafer enfatiza que cabe ao chefe da delegação do nosso país, desde 1949, por ser o primeiro orador a falar, apresentar a visão brasileira do mundo e expor sua posição sobre as principais questões internacionais. Oxalá a comunidade internacional continue tendo a imagem de um Brasil que se distingue por sua seriedade e pelo sentido da responsabilidade, conforme revelam os discursos de abertura proferidos ao longo dos últimos 70 anos pelos ilustres oradores, todos voltados, no plano internacional, para a realização da ética e da paz universal entre os países-membros.

JOHN FERENÇZ MCNAUGHTON

john@mcnaughton.com.br

São Paulo


*

Mais desafios

De pleno acordo com a proposta do leitor sr. Sérgio Moreira (Desafio ao presidente, 19/9), sugiro mais dois desafios: 1) Extinção de remuneração de vereadores em cidades de até 500 mil habitantes. Justificativa: na maioria desses municípios os vereadores realizam apenas duas reuniões noturnas por semana, o que não os impede de manter suas atividades profissionais; 2) Adoção, já nas próximas eleições, do voto distrital e do recall. Justificativa: monumental redução dos custos das campanhas, que deverão ser custeadas exclusivamente pelos candidatos e seus eleitores, e maior contato com os eleitores, que podem fiscalizar o cumprimento dos deveres dos eleitos, bem como votar pela extinção dos mandatos, caso não os cumpram a contento.

ZOILO DE SOUZA ASSIS

zoilo@zsa.adv.br

São Paulo


*

CÓDIGO FLORESTAL

Insegurança jurídica

Estado mais uma vez abre espaço para pôr em foco a questão da insegurança jurídica. No artigo Ativismo ambiental judiciário (19/9, A2), o presidente da Sociedade Rural Brasileira, Pedro de Camargo Neto, mostra como o questionamento irrefreado de alguns prejudica a preservação do meio ambiente. Vontades que anulam a democracia ao desrespeitarem um Código Florestal aprovado pelo Congresso Nacional após intensas discussões. E que atropelam as instituições ao desconsiderarem decisões do STF. Durante os anos em que sentenças e ações transitam, o meio ambiente fica à mercê daqueles que não aceitam as maduras, legítimas e democráticas decisões da sociedade brasileira e insistem no conflito e no confronto, que só trazem malefícios à preservação ambiental e incertezas para quem produz.

CAIO PORTUGAL, vice-presidente do Secovi-SP

presidencia@secovi.com.br

São Paulo

*

TRÂNSITO

Mototáxis

A obviamente temerária decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo de liberar a circulação de mototáxis na capital beira a inconsequência. Motociclista habilitado desde 1974, posso falar de cátedra. Conduzir motocicleta exige cautela mais que redobrada, devendo os pilotos antecipar-se às manobras dos motoristas, que normalmente não os notam. Evidentemente, a velocidade e a agressividade com que os motoboys trafegam contribuem sobremaneira para a enorme quantidade de acidentes em que se envolvem, onerando ainda mais o custo do seguro obrigatório dos motociclistas que dirigem com prudência. Embarcar num mototáxi é uma aventura absolutamente desaconselhável. Só falta agora inventarem o mototáxi por aplicativo.

LUIZ M. LEITÃO DA CUNHA

luizmleitao@gmail.com

São Paulo


*

Bikeboys

Li com tristeza a matéria sobre entregadores de comida por aplicativos (16/9). A falta de oportunidades de trabalho formal é cruel para a imensa maioria da população, que acaba se sujeitando a esse tipo de serviço em condições até desumanas. Fica claro que ninguém, em condições normais, se submeteria a esse tipo de trabalho, que exige dos trabalhadores jornada intensa, sem alimentação, debaixo de chuva, enfrentando o trânsito caótico das grandes cidades, dormindo na rua... Absurdo! Não bastasse, há empresas desse tipo de atividade crescendo 30% ao mês. Aonde vamos parar?

JULIO CESAR DIAS NOVAIS

juliocdnovais@gmail.com

Catanduva

*

URBANISMO

Descaso

Não é novidade a inatividade das obras do monotrilho na Avenida Roberto Marinho, agora oficialmente paralisadas e aguardando licitação de nova empreiteira. Enquanto isso, seguem os transtornos, com uma faixa bloqueada por puro relaxo das administrações estadual e municipal. Observando o que há dentro da área interditada, verifica-se que existem apenas um andaime de acesso ao monotrilho e depósito de entulho e material abandonado. Tudo isso seria facilmente removido em poucos dias, trazendo um pouco de alívio aos moradores e usuários dessa via, mas parece que o bem-estar do cidadão não é prioridade do prefeito Bruno Covas, tampouco do governador João Doria Junior. Com eleições municipais à vista, certamente nos lembraremos da pífia administração paulistana.

RODOLPHO BULAU

rodolpho.bulau@gmail.com

São Paulo


*

Parque linear x invasões

Ainda sobre a reportagem do Estadão acerca da criação de dez parques na cidade até 2020 (14/9, A23), observo que entre eles está o Parque Linear Itapaiuna, o único entre eles que não tem nenhuma ação ou obra em andamento. Recentemente houve ocupação irregular da área, com desmatamento e lançamento de dejetos no curso d’água próximo. Os invasores estão ao longo da Avenida Hebe Camargo, próximos à Rua Itapaiuna. Gostaríamos que o poder público tomasse imediatas  providências a esse respeito.

MARCOS R. GUIMARÃES

Marcos.Guimaraes@marsh.com

São Paulo


*

“A China teve um prejuízo imenso com a peste suína, que dizimou milhões de cabeças de seu plantel. Agora ficamos sabendo que países da África já foram contaminados. O que está sendo feito para impedir a chegada dessa doença ao nosso país, que poderá concretizar-se caso não se tomem as devidas precauções? Seremos novamente irresponsáveis, como em tantas outras ocasiões? Ou cuidar dos filhos é mais importante e o resto que se dane?”

ALDO BERTOLUCCI / SÃO PAULO, SOBRE AS PRECAUÇÕES SANITÁRIAS DO GOVERNO BOLSONARO

aldobertolucci@gmail.com

CRISE SENADO-STF


Sobre a matéria Busca da Polícia Federal contra líder do governo gera embate entre Senado e Supremo Tribunal Federal (STF), publicada no Estadão em 20/9, o ministro Luis Roberto Barroso parece que está querendo pagar para ver qual será a resposta do Senado a mais uma interferência do Supremo em outro Poder, autorizando uma investigação da Polícia Federal no gabinete do senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), líder do governo Bolsonaro na Casa, e no de seu filho Fernando Bezerra Coelho Filho (DEM-PE). Vamos ver em breve quem está blefando ou não, pois já há na gaveta do Senado alguns pedidos de impeachment de ministros do Supremo. Mais cedo ou mais tarde haverá este inevitável embate, para colocar algumas coisas no lugar na disputa Legislativo x Judiciário.                    


Ulf Hermann Mondl hermannxx@yahoo.com.br

São José (SC)


*

CORAGEM


Quero manifestar a minha admiração pelo ato de coragem do ministro do Supremo Luis Barroso ao autorizar a investigação de um senador e seu filho deputado, contrariando a Procuradoria-Geral da República (PGR), num momento em que se veem outros ministros soltando ou protegendo bandidos, praticando corporativismo solidário com o Legislativo do “você segura a Lava Toga que eu te protejo das condenações”.


Jorge Miyazaki jorgenomiyazaki@gmail.com

São Paulo


*

MALANDRAGEM


Para contestar a busca e apreensão feita pela Polícia Federal (PF) em seu gabinete e no de seu filho, o senador Fernando Bezerra (MDB-PE) deveria abrir suas contas e as de seu filho também, e demonstrar que seus gastos são compatíveis com seus ganhos oficiais. É muito simples provar honestidade, bastar ter uma vida financeira compatível com seus holerites e compatível também com as declarações no imposto sobre a renda de cada acusado. Ou é mais fácil questionar a operação da PF? Essas situações lembram aquele antigo ditado: “Se todo malandro soubesse que a melhor malandragem é ser honesto, seria honesto por malandragem”.


Arcângelo Sforcin Filho arcangelosforcin@gmail.com

São Paulo


*

CHIADEIRA ALCOLUMBRIANA


Parlamentares podem ficar injuriados, mas a Polícia Federal só bate à porta de casa onde há ladrões...


A.Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo


*

SIGAM O DINHEIRO!


Sem entrar no mérito das graves denúncias das quais está sendo alvo, resta apenas uma alternativa honrosa ao senhor Fernando Bezerra Coelho: pegar seu bonezinho e sair de fininho, renunciando não só ao cargo de líder do governo no Senado, como ao próprio cargo de senador da República. E não se fala mais no assunto


José Marques seuqram.esoj@bol.com.br

São Paulo


*

DECEPÇÃO


O senador Fernando Bezerra (MDB-PE), com cinco inquéritos nas costas e a Polícia Federal o investigando, apoiou Lula, foi ministro de Dilma Rousseff e, por incrível que pareça, é líder político do governo Bolsonaro. Na campanha eleitoral não havia a promessa de distância desta gente?


Luiz Frid  luiz.frid@globomail.com

São Paulo


*

DEBILITADOS


Depois dos últimos acontecimentos na Câmara dos Deputados, na votação da reforma eleitoral, podemos afirmar que a CPI do Judiciário não debilita as instituições, como afirmou o presidente do Senado, Davi Alcolumbre. Certas instituições do País e seus comandantes é que estão debilitados.


Abel Pires Rodrigues abel@knn.com.br

Rio de Janeiro


*

A MÃE DAS MARACUTAIAS


Em meio a 13 milhões de desempregados, um orçamento para 2020 deficitário e com cortes de verba do governo em Saúde, Educação e outras rubricas importantes para a população e o desenvolvimento do País, os deputados federais tiveram o desplante de aumentarem ainda mais o fundo eleitoral. Conforme informou reportagem do Estadão, “entre eles estão autorização para uso de recursos públicos para construção de sede partidária, contratação de advogados, anistia a multas eleitorais e volta da propaganda no rádio e na TV. Mudanças também abririam possibilidade de uso de caixa 2”. Convenhamos, é o suprassumo da esculhambação. Temos 252 deputados despudorados, que não estão lá, na Câmara federal, para trabalharem para o bem da população e do País, mas sim para continuarem a praticar a mesma política rasteira e imoral que vêm praticando há anos e que nos conduziu à situação atual. Ao contrário, resolveram mamar descaradamente nas tetas das verbas públicas, ainda mais. Um povo não pode aceitar impassível tamanho assalto aos cofres públicos engendrado por parlamentares matreiros. Urge tomarmos vergonha na cara e começar a detonar estes políticos, a começar pelo presidente da Câmara dos Deputados, que permitiu esta indecência contra a população brasileira, além do deputado conhecido como Paulinho da Força, que desde sempre vem defendendo essas maracutaias. Nem a esperança podemos ter de que o presidente da República venha em nosso socorro e vete tais indecências. Apesar de ter sido eleito sob a bandeira de combate à corrupção, assim como todos aqueles que o poiaram e se elegeram para os cargos legislativos, cumpre lembrar que até “ontem” ele foi um assíduo participante do denominado baixo clero daquela Casa, aliada à sua extraordinária rejeição popular. Tais condições, acredito eu, inviabilizam qualquer ação de ajuda de Sua Excelência. A exemplo do que ocorreu em 2013, creio que é necessário que a população volte às ruas, não só para manifestar seu repúdio a tal bandalheira, como para apontar os 252 deputados e partidos que engendraram o que podemos chamar de a mãe das maracutaias. Temos de manter viva em nossa memória, para os próximos pleitos, os nomes de todos eles, para afastá-los de vez da vida pública. Agora podemos contar com um poderoso aliado, que é a internet, seja pela mídia escrita e televisada, seja por meio das redes sociais.


Gilberto Pacini benetazzos@bol.com.br

São Paulo


*

HIPOCRISIA DOS INDIGNADOS


Não vejo nem ouço os mesmos milhares de vozes indignadas com o contingenciamento de verbas da Educação, da Ciência e Tecnologia e da preservação da Amazônia – da mesma forma e com a mesma dramática veemência – protestando contra o sórdido projeto de lei (PL) do fundo partidário que segue, agora, para a avaliação do presidente da República. De forma pilantra e desmedida, este PL, já aprovado no Congresso por parlamentares cujo único compromisso é com eles mesmos, subtrai bilhões do escasso orçamento público para financiar campanhas eleitorais milionárias, com critérios indecentes e que escancaram as portas para as costumeiras farras do caixa 2. Na última eleição foi demonstrado por A mais B que não há necessidade de alocação de grandes somas de dinheiro público para campanhas eleitorais. O esclarecedor silêncio dos antes indignados me incomoda profundamente.


Olimpio Alvares olimpioa@uol.com.br

Cotia


*

SÉRIO RISCO


Para os políticos espertalhões, fundo partidário e fundo eleitoral de mais de R$ 1 bilhão. Para os verdadeiros trabalhadores, congelamento do salário mínimo: o fundo do poço. Vergonha nacional! A se conduzir dessa maneira, o País corre o sério risco de nunca dar certo...


Nivaldo Ribeiro Santos nivasan1928@gmail.com

São Paulo


*

PORNOGRAFIA ELEITORAL


A reforma eleitoral aprovada pela politicalha é a própria excrecência. Querem usar o fundo partidário para contratar advogados para defendê-los da corrupção; querem anistia das multas eleitorais; querem que somente após comprovado que o corrupto agiu de má-fé ele possa ser preso; dentre outras exorbitâncias. Só faltou no texto aprovado incluir a proibição da aplicação dos artigos dos Códigos Penal, Civil e Eleitoral a eles, para que, assim, possam “surrupiar” sem medo. Muda Brasil!


Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo


*

ESPÍRITO PÚBLICO


Imaginemos a seguinte situação: uma família passa por sérias dificuldades financeiras e seu chefe decide reduzir a mesada do filho adolescente. Este, numa demonstração de completa insensibilidade, se opõe à medida e adverte ao pai que ela pode incentivá-lo ao furto, com a finalidade de complementar suas despesas e conservar seu nível de programas juvenis. Algo metaforicamente semelhante pode-se associar à manifestação do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), segundo a qual a manutenção do fundo eleitoral para 2020, no mesmo valor do alocado no pleito de 2018 (R$ 1,7 bilhão), pode dar margem a que os candidatos, em suas campanhas, sejam tentados ao emprego de recursos estranhos ao que determina a legislação. Ao denominar de coerente tal posicionamento, estimula sutilmente, no entanto, a eclosão de uma espécie de vale-tudo na busca por votos e explicita uma total falta de espírito público, num momento em que o País passa por dificuldades que determinam cortes severos em várias atividades fundamentais.


Paulo Roberto Gotaç pgotac@gmail.com

Rio de Janeiro


*

MEU DESEJO (OU SONHO?)


Gostaria de ver o povo brasileiro agir com a mesma altivez do povo de Hong Kong, saindo à rua diariamente, ostentando a bandeira do Brasil e pressionando os irresponsáveis deputados federais (cuja culpa por estarem na Câmara lamentavelmente é nossa) a retroceder no desejo de ampliar ainda mais a farra com as benesses do projeto de reforma eleitoral aprovado. Eles têm de se curvar ao nosso desejo de que a arrecadação dos impostos tenha destino útil e decente, e não vá para esta vergonhosa pretensão de auxiliar a defesa de atos imorais praticados por eles. Cabe fazê-los entender que dinheiro público é para ser usado em favor do público, e não do privado (ou é melhor dizer “privada”?).


Adib Hanna adib.hanna@bol.com.br

São Paulo


*

ANULAÇÃO


Rodrigo Maia, presidente da Câmara dos Deputados, anulou o que parecia ser sua promissora biografia como um político comprometido com a Nação. Mostra-se como realmente é, um político medíocre e interesseiro, da velha política.


Ademir Valezi valezi@uol.com.br

São Paulo


*

PELO VOTO


“Quero ser presidente, um dia, pelo voto”, disse Rodrigo Maia. Já combinou com os russos, deputado? A sua votação em 2018 se aproximou de uma morte súbita. Nada aprendeu com isso? O povo se cansou da velha e facciosa política da qual Maia se serve há algum tempo. Mantida essa indecente pouca-vergonha legislativa sob seu comando e liderança, de efeitos devastadores à República, nobre Botafogo, fará sentido se a honrada nação alvinegra impor recursos ao tribunal multipropósito dos ministros Dias Toffoli, Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski e outros, visando a vedar o uso do nome da centenária agremiação de futebol e regatas de forma desrespeitosa como os dirigentes da Odebrecht o fizeram em sua malfadada lista de corruptos. Tenteie a sua pipa, deputado!


Celso David de Oliveira david.celso@gmail.com

Rio de Janeiro


*

ALGUÉM ACREDITA QUE FOI SORTE?


Alguém acredita que foi sorte dos assessores do Partido dos Trabalhadores (PT) ganharem esta semana o prêmio da Mega Sena acumulada? Nunca acreditei na honestidade dos concursos da CEF, e no governo atual pensei que fosse diferente, mas creio que não seja culpa da alta administração, devem ser as raízes dos desonestos que ainda estão nos meandros administrativos. Seria providencial uma investigação séria na área de tecnologia da CEF. Pela tecnologia se pode fazer a sorte dos assessores sem precisar de laranja ou informar que o feliz ganhador foi alguém de passagem numa pequena cidade do nosso imenso Brasil. Que Deus nos ajude!


Waldir Cassapula waldir.cassapula@uol.com.br

São Paulo


*

SEM MARCAR O 13


No Brasil, nos últimos anos, quem não aperta o 13 nas eleições mostra que é Brasil e que a corrupção não voltará. Os funcionários do PT em Brasília comprovaram isso não colocando o número 13 no bilhete premiado de mais de R$ 120 milhões que os fez vencedores. Foram espertos. Claro, eles sabem de tudo, afinal estão dentro dos gabinetes dos petistas.


Antonio Jose Gomes Marques a.jose@uol.com.br

Rio de Janeiro


*

NÃO CONFIO


Caixa Econômica Federal, com estes ganhadores do PT, será que podemos acreditar na seriedade destes sorteios? Até hoje não conheço ninguém que ganhou na Mega Sena, acho suspeito os últimos ganhadores antes do PT terem ganhado com apostas via internet e todos os grandes prêmios saírem de forma muito suspeita. E os funcionários do PT, aplicarão parte desse dinheiro em causas sociais? Gostei da colocação do deputado Kim Kataguiri, será mesmo que o PT vai distribuir parte do prêmio aos pobres? Agora a votação no Senado anda.


Flavia Kuroda fskuroda@gmail.com

São Paulo


*

AFORTUNADOS


Será que depois de ganharem a Mega Sena os petistas vão aceitar maiores taxações para o Imposto de Renda?

         

Tania Tavares taniatma@hotmail.com

São Paulo


*

O PT E A MEGA


Muita alegria nas hostes petistas. A Liderança do PT na Câmara ganhou na Mega Sena. Agora não faltará mais dinheiro para “o partido” e para “movimentos sociais” na cidade e no campo. A “revolução” já tem financiamento garantido no País. Talvez até sobre algum para enviar aos partidos irmãos e movimentos revolucionários pela América Latina afora, além de uma boa grana para possibilitar a sobrevivência do paraíso dos companheiros Castro. Que pena só tenham ganhado agora. Muito desvio de dinheiro público poderia ter sido evitado. É ou não é?


José Jairo Martins josejairomartins7@gmail.com

São Paulo


*

ELEIÇÕES EM ISRAEL


Se, por um lado, temos Benjamin Netanyahu com pulso firme para defender os interesses israelenses e a prevalência do sionismo – algo vital para a estabilidade de Israel –, os casos de corrupção e a truculência de Bibi o desmoralizam para continuar no poder. Benny Gantz, ainda que seja de centro, pode ser uma saída para o impasse. Já Avigdor Lieberman, apesar de suas posições controversas, tende a discutir melhor os entraves israelo-palestinos. É esperar para ver.


Sérgio Eckermann Passos sepassos@yahoo.com.br

Porto Feliz


*

O QUE ESTÁ EM JOGO


O que muda com o resultado das eleições em Israel? Irã, Hezbollah? Certamente não. Todos israelenses concordam em se defender das agressões e a grande maioria concorda com as estratégias militares adotadas e a adotar. Palestinos? Este é um assunto que nem entrou em discussão nestas eleições por causa da inexistência de negociações em curso. Apesar de que a maioria concordaria em fazer um acordo de paz com os palestinos, se isso fosse possível. E só uma pequena minoria estaria disposta a abrir mão da segurança para obter um acordo de paz. A relação com os EUA, com o mundo, a economia, o orçamento? Não, esses assuntos são consenso. Então o que está em jogo? Questões internas tais como se Netanyahu continua, se os religiosos vão ser obrigados a fazer serviço militar e se os árabes israelenses vão, pela primeira vez na história, mostrar interesse em participar do governo. Quão relevantes são esses assuntos? Ora, nunca uma eleição em Israel teve comparecimento tão grande.


Jorge Alberto Nurkin jorge.nurkin@gmail.com

São Paulo

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.