Fórum dos Leitores

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

Fórum dos Leitores, O Estado de S.Paulo

22 de setembro de 2019 | 03h00

MEIO AMBIENTE

Europa, adeus

Durou pouco a pretensão do Brasil de ter acesso à União Europeia (UE). A Áustria vetou o acordo com o Mercosul. França e Irlanda estão indo pelo mesmo caminho. A insistência do Brasil em ser o maior produtor de ração do planeta vai custar muito caro aos outros setores da nossa economia, que poderiam beneficiar-se muito do comércio com o bloco europeu. O fracasso do acordo UE-Mercosul é mérito da atitude do presidente Jair Bolsonaro nas questões ambientais, que o mundo civilizado está deixando claro que não aceitará.

MÁRIO BARILÁ FILHO

mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo

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Investidores anti-incêndio

No transcorrer deste ano lemos no Estado inúmeros textos sobre os desmatamentos e incêndios em florestas, matas, campos, áreas agrícolas, em dimensões colossais, Brasil afora, principalmente na Amazônia Legal e em países vizinhos, o que nos causa profunda revolta pela perda irreversível da riqueza ambiental em sua plenitude. Sem ufanismo, assim se vai tirando a pele do florão da América, a Pátria amada, Brasil! Fiquei esperançoso ao ler o artigo Investidores pedem ação contra incêndios (19/9, A17), de Altamiro Silva Júnior, informando sobre 230 “investidores institucionais internacionais” de mais de 30 países que pedem, em carta divulgada em 18/9, às empresas em que têm capital investido “ação urgente” para conter os “incêndios destruidores” da Amazônia, o que expõe tais investidores “a riscos de sua reputação, operacionais e regulatórios”. E lembra-lhes os “estreitos laços entre o uso insustentável da terra e as mudanças climáticas”. Excelente atitude responsável, afinal, quem usa cuida! Aproveito para lembrar a esses investidores e suas empresas minha proposta de criação de uma frota de aviões anti-incêndio (F26/8) para agir prontamente no Brasil e, em apoio mútuo, em outros países da região. Fica desse modo resguardada a soberania de todos os países e o Brasil, um dos celeiros do mundo, não se transformará em deserto e pó, como o Dust Bowl nos EUA.

HERBERT S. A. PINHO HALBSGUT

h.halbsgut@hotmail.com

Rio Claro

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Pantanal

Com as primeiras chuvas fortes da primavera costuma haver outro desastre ecológico bem conhecido dos pantaneiros, a decoada – quando as cinzas das queimadas são arrastadas para dentro dos rios pelas enxurradas, matando milhares de peixes de todos os tamanhos.

JOHN CONINGHAN NETTO

maria.coningham@gmail.com

Campinas

GOVERNO BOLSONARO

Na ONU

Pensamentos sem pensador é um conceito do psicanalista W. Bion: as ideias estão por aí até que uma mente as pense, dando-lhes corporeidade. Para o discurso na ONU Bolsonaro não precisa do guru de Richmond, pois Fernando Gabeira (Soberania em Nova York, 20/9, A2) deu forma a duas simples ideias que já habitam muitas mentes pensantes brasileiras: é preciso reconhecer tanto a legitimidade da preocupação internacional com a Amazônia como da cooperação multilateral para preservá-la. Um discurso conciliador seria muito bem recebido. Elementar, diria Sherlock Holmes.

SANDRA MARIA GONÇALVES

sandgon46@gmail.com

São Paulo

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Anomalia institucional

Sem muita surpresa li a reportagem Gabinete do ódio tensiona Planalto. O que me estarrece é essa anomalia institucional sobreviver, apesar de todos os danos que vem causando à normalidade da nossa vida democrática e à estabilidade das instituições. Até quando suportaremos os desmandos paranoicos desse vereadorzinho do Rio de Janeiro que não sai de Brasília, transitando livremente no Planalto e dando opiniões doentias sobre a governança do País? Até quando financiaremos sua conduta claramente delituosa e o bando de apaniguados que o assessora?

NELSON PENTEADO DE CASTRO

pentecas@uol.com.br

São Paulo

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Veto imprescindível

Grupo de parlamentares pressiona por vetos ao projeto dos partidos, informa o Estado (20/9). Pois é, chegou a hora de onça beber água. Se o presidente Bolsonaro não vetar o projeto que beneficia os partidos e aceitar que os políticos continuem usando os escassos recursos dos contribuintes para se manterem no poder como “empregados sem patrão”, estará compactuando com tudo de errado que o sistema político-partidário tem hoje e desistindo de mudar. Afinal, se sancionar o projeto (imoral!) aprovado pela Câmara por temer que os deputados retaliem seu governo, impedindo a aprovação das reformas (e demais projetos) que beneficiam a Nação, não só deixará absolutamente transparente que os congressistas têm por princípio pôr seus interesses acima dos dos eleitores/contribuintes, como se tornará conivente com a estrutura patrimonialista que lhe cabe enfrentar. Estará confessando não só sua incapacidade de governar dentro dos princípios que defendeu para se eleger, como para impedir que o Congresso continue a tutelar a Nação em benefício próprio. Para que, então, continuar no cargo?

JORGE R. S. ALVES

jorgersalves@gmail.com

Jaú

CONGRESSO NACIONAL

Justificando o injustificável

Realmente, esses nossos políticos nos surpreendem cada vez mais. Infelizmente, na maioria das vezes, no sentido negativo. Pergunto-me: quando esse pessoal que fica incrustado na vida política vai cair em si e começar a legislar não em causa própria, mas em benefício da população? O Senado cortou a maioria das “bondades” e a Câmara dos Deputados recolocou-as no projeto dito de reforma eleitoral. Causam asco as considerações que os parlamentares fazem na tentativa de justificar a manutenção de suas inúmeras benesses. Uma das que mais causam afronta à população, que paga a infinidade de gastos desses “representantes”, é a que permite que dinheiro público seja usado para a defesa de políticos acusados de delitos. Cabe a nós, eleitores, tentar fazer uma depuração no Legislativo, não reelegendo esses políticos caras de pau que tanto nos envergonham com seus acessos de cinismo.

FERNÃO DIAS DE LIMA

fernaodiaslima@gmail.com

São Paulo

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Mega-Sena

Sobre o prêmio ganho por petistas, o que me chamou a atenção foi o número de funcionários lotados no gabinete do partido – 96! –, o que deve representar em salários uma despesa em torno de R$ 2 milhões/mês. Multiplicado por todos os partidos... Até quando essa farra vai continuar?

HAMILTON PENALVA

hpenalva@globo.com

São Paulo

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DISCURSO NA ONU

O presidente Jair Bolsonaro, voluntarioso como sempre e após alta médica, decidiu que vai, mesmo, discursar na abertura da Assembleia-Geral das Nações Unidas (ONU). Disse que não vai falar sobre assuntos genéricos, mas somente sobre a soberania da Amazônia Legal e sobre as providências contra as queimadas. Ressabiado, o País coloca “as barbas de molho” e espera que não haja grosserias e afins. Presidente, não faça discursos com “labaredas”. O Brasil agradece, “táoquei”?

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

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‘SOBERANIA EM NOVA YORK’

Diversos presidentes brasileiros, em diferentes momentos históricos, incluindo períodos ditatoriais ou de avanços sociais, tiveram a compostura do cargo para abrir a sessão da ONU. Desta vez, caso Bolsonaro realmente vá, teremos um representante que mal sabe se comportar perante outros chefes de Estado e que abre a boca apenas para dizer bobagens. Fernando Gabeira, em Soberania em Nova York (20/9, A2), antevê esse fiasco com fortes questionamentos internacionais. Mais um para a conta, infelizmente.

Adilson Roberto Gonçalves prodomoarg@gmail.com

Campinas

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HONROSA TRADIÇÃO

Foi muito oportuno o artigo do professor Celso Lafer Os discursos do Brasil na ONU (15/9, A2) sobre a importância das palavras de abertura do Brasil na Assembleia-Geral da ONU. Lembrando esta grande tradição que tanto honra e distingue o Brasil, membro fundador da Organização das Nações Unidas, o professor Lafer enfatizou que cabe ao chefe da delegação brasileira, desde 1949, por ser o primeiro orador a falar, apresentar a visão brasileira do mundo e expor as principais questões internacionais. Oxalá que a comunidade internacional continue tendo a imagem de um país que se distingue pela sua seriedade e pelo sentido da responsabilidade, conforme revelam os discursos de abertura proferidos ao longo dos últimos 70 anos pelos seus ilustres oradores, todos voltados no plano internacional para a realização da ética e da paz universal entre nações membros.

John Ferençz McNaughton john@mcnaughton.com.br

São Paulo

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O APOCALIPSE

Na Assembleia-Geral da ONU, no discurso de abertura dos trabalhos, o presidente do Brasil, falastrão, dirá que encontrou uma nação quebrada, consequência de 14 anos de governos petistas, que afundaram ainda mais o País na condição terceiro-mundista. Jair Bolsonaro, em que pese a seu favor menos de um ano de mandato, está administrando um país cujo incêndio na Floresta Amazônica, por sua extensão, sugere para a imprensa estrangeira ser responsável por um extermínio em massa, pela redução do oxigênio e o aumento de CO2. Os representantes dos países presentes sabem que sob o terno bem cortado está um uniforme verde-oliva, de triste memória. Ele não o dirá, mas o Brasil pode aumentar ainda mais sua crise se a crise causada pelo petróleo se arrastar para uma guerra nuclear que seria a “overtur” do Apocalipse narrado por João. Gostaria de saber como o presidente responderia a questões sobre a economia em queda, com 13 milhões de desempregados, o militarismo da administração do governo e o retorno do nepotismo, muito comum nos regimes monárquicos. Até os brasileiros estão ansiosos pela fala do presidente que não aceita apoio financeiro para combater a queimada da Amazônia, mas prefere tecer comentários inoportunos sobre a beleza física da primeira-dama da França. A imprensa mundial estará de ouvidos atentos na Assembleia, onde a fala do presidente do Brasil terá de se despir da prepotência e da arrogância.

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)

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GROSSERIA SUICIDA

Provavelmente pela primeira vez na história diplomática, embaixadores e negociadores lotados na ONU recorreram a expressões como “nojo” e “repugnante” para considerar as menções de Jair Bolsonaro ao governo Pinochet e à martirização do pai de Michelle Bachelet (e dela própria) pelo mais sanguinário governo da América Latina. Se Herodes fosse mais contemporâneo, não seria surpreendente seu elogio para matar na raiz quem tinha vindo não para salvar, mas para estremecer opressões oficiais. É evidente que se obliterou qualquer pretensão nossa de destaque naquele superior organismo internacional. A ditadura militar, inobstante as máscaras, cuidou para não chegar a esse grau de grosseria suicida.

Amadeu R. Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

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TRADIÇÕES CRIMINOSAS

O presidente Bolsonaro afirmou que as queimadas na Amazônia são uma “tradição”. Isso é o mesmo que dizer que roubar dinheiro público é uma tradição da política brasileira. Jair Bolsonaro terá de arrumar argumentos melhores no discurso que fará na ONU. O Brasil e o mundo querem saber o que o governo Bolsonaro pretende com relação ao meio ambiente, as queimadas na Amazônia, as reservas indígenas, o garimpo ilegal, o desmatamento desenfreado no Pantanal e no Cerrado e o uso abusivo de agrotóxicos. São essas as questões que Bolsonaro deveria abordar em seu pronunciamento na ONU.

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo

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O AUTOR DO DISCURSO

Ouvindo a magnífica entrevista do ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, nos Estados Unidos, na Breaking News, fico imaginando o pupilo de Jair Bolsonaro falando tantas bobagens como o que tem ocorrido nestes últimos quase nove meses. Desastre, na certa. Infelizmente!

José Carlos Alves jcalves@jcalves.net

São Paulo

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‘GABINETE DO ÓDIO’

O governo Bolsonaro está sempre em evidência, mas não por suas realizações, e sim por divergências e encaminhamentos despropositados. Na sexta-feira, por exemplo, soubemos da ação do denominado “gabinete do ódio” no Palácio do Planalto (Estadão, 20/9, A6), onde alguns assessores presidenciais são ligados a familiares do presidente e criticam integrantes de outros setores, provocando reações. É uma situação inaceitável.

Uriel Villas Boas urielvillasboas@yahoo.com.br

Santos

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ODIAR PARA GOVERNAR

Onde impera a filosofia do ódio, a razão cede lugar a ações desaconselháveis e perigosas. Nos governos, pior ainda, porque o poder público requer, para sua governança, raciocínio límpido e coração isento de opções malignas. Quem montar equipe para governar e direcionar os ódios, com certeza, será dela vítima. Daí que o chamado “Gabinete do Ódio” só tem trazido resultados negativos para o Brasil e seus dirigentes. Não seria conveniente chamar as lideranças evangélicas e católicas para benzerem o local onde a concentração do ódio se expande e vive?

José Carlos de Carvalho Carneiro carneirojcc@uol.com.br

Rio Claro

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A PROPÓSITO

Jean Wyllys cuspiu em Jair Bolsonaro e, agora, vai virar professor de Harvard para lecionar disciplina sobre ódio e intolerância. Não demora Adélio Bispo ser contratado para ser professor de Direito Penal.  

Geraldo Magela da Silva Xavier silvag34@yahoo.com.br

Belo Horizonte

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TODOS OS TEMPOS

Auxiliando nossa confusa Presidência, temos hoje, possivelmente, alguns dos melhores ministros de todos os tempos que este país já teve. Caso fossem de alguma forma apoiados pelo Congresso na implantação de seus planos, fatalmente conduziriam este país a um crescimento jamais visto por muito tempo. Mas decisões recentes do Congresso nos tiram essa ilusão. Melhor exemplo são as últimas, que versam sobre alterações na lei eleitoral. Lamentavelmente, o Legislativo está pouco se importando com o País, pois, em sua desonestidade, legisla somente em benefício próprio. Apesar de alguma renovação nas últimas eleições, resta a certeza de ser ele o pior Congresso de todos os tempos. Junto com as incertezas da Presidência e o ativismo político do péssimo Judiciário, manterão o País dormindo espoliado em berço esplêndido por longos anos. Que frustração.

Lazar Krym lkrym@terra.com.br

São Paulo

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REGALIAS

Data vênia, eu preferia os penduricalhos do Judiciário às regalias dos partidos políticos.

Moisés Goldstein mg2448@icloud.com

São Paulo

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PARTIDOS POLÍTICOS

Em suma: graças ao pluripartidarismo, o Brasil tornou-se uma orquestra sem maestro.

Marcos Catap marcoscatap@uol.com.br

São Paulo

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DESPEDIDA DA PGR

Se existe alguém para quem o chavão “já vai tarde” serve de maneira inequívoca, é a agora ex-procuradora-geral da República Raquel Dodge (No último dia na PGR, Raquel contesta ações de Bolsonaro, Estadão, 18/9, A8). Segurou tudo o que podia, deixou o prazo de muita coisa vencer e, depois de tentar escandalosamente namorar o governo, ao ser repelida, saiu atirando.

Ulysses Fernandes Nunes Junior Ulyssesfn@terra.com.br

São Paulo

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SÓ AGORA?

Estranho, só agora, que deixou o comando da Procuradoria-Geral da Republica (PGR), Raquel Dodge afirma que houve fraudes nas investigações do assassinato da vereadora do Rio de Janeiro Marielle Franco. Será que, mesmo estando à frente de uma instituição de poder institucional, ela teria sido pressionada a não relatar tais fatos?

Célio Borba celioborbacwb@bol.com.br

Curitiba

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VIVA CAZUZA

Lembram-se do verso de Cazuza “as palavras não correspondem aos fatos”? Raquel Dodge e Celso de Mello proferiram, nos discursos de despedida dela da PGR, palavras vazias. Tudo mentira e sem nenhum proveito. Já foi tarde a procuradora. Estou torcendo, agora, para Rolando Lero (Celso) se aposentar também. Vamos ficar livres de suas sentenças prolixas.

Paulo H. Coimbra de Oliveira ph.coimbraoliveira@gmail.com

Rio de Janeiro

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DEFESA DA LEI E DA DEMOCRACIA

Muita bonitas as manifestações de Raquel Dodge e dos ministros do Supremo Celso de Mello e Dias Toffoli na sessão de despedida da procuradora-geral. Usando apenas o trecho de uma das declarações desta insignes figuras (“...práticas ofensivas aos direitos básicos das minorias”), o ministro Celso de Mello, não me escapa uma pergunta: trabalhassem estas personalidades para acabar com todos os privilégios existentes ao poder estabelecido no Brasil, que inclui os órgãos aos quais eles estão atrelados, que consistem em todos os “auxílios” auferidos por eles todos, não estariam fazendo muito mais pela lei e pela democracia?

Abel Cabral abelcabral@uol.com.br

Campinas

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‘SUB JUDICE’

Não torço pela consequência, tampouco quero acreditar no seu fato gerador, diante do que maciçamente compartilham as redes sociais: “Quando a toga se corrompe, só a farda resolve!”. De qualquer modo, urge um “basta!” aos arroubos monocráticos sob a forma de midiáticas decisões supremas não republicanas e de teóricos discursos de palanques, conforme se viu no pleno do Supremo Tribunal Federal (STF) durante a festiva sessão de despedida da procuradora-geral da República Raquel Dodge. Ministros Celso de Mello e Dias Toffoli, “sub judice”, suas palavras e de outros pares de igual alinhamento se encaixam no conselho do mau político, mau gestor, mau jurista: “façam o que eu digo, não façam o que eu faço”. Too bad!

Celso David de Oliveira david.celso@gmail.com

Rio de Janeiro

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ATAQUES NA ARÁBIA SAUDITA

É de causar espécie, grande preocupação e aflição o fato de que, com apenas 18 drones, bombardeiros e alguns mísseis de cruzeiro baratos, os rebeldes houthis xiitas do Iêmen apoiados pelo Irã terem conseguido abalar nada menos que 50% (!) da produção da maior refinaria de petróleo do planeta no ataque contra a Arábia Saudita. Como se viu, de pouco ou nada adiantou o investimento bilionário saudita em sistemas de proteção antiaérea comprados dos EUA. Para além da ameaçadora alta tensão de uma guerra nuclear entre potências em conflito, o mundo se vê, agora, refém do perigosíssimo potencial de destruição provocado pelo inesperado ataque de grupos terroristas com o simplório arsenal de drones, que custam apenas alguns milhares de dólares. Daqui por diante, todo cuidado será pouco. Oremos.

J. S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo

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TEMPO ERRADO DO VERBO

O verbo “to drone” significa vadiar. Será que, no futuro, os drones irão dominar os campos de batalha? O ataque às refinarias sauditas prova que não. Não no futuro, e sim desde o presente. Quem conjuga o verbo “drone” no futuro está conjugando errado.

Jorge A. Nurkin jorge.nurkin@gmail.com

São Paulo

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“Sou contra esse tal fundo político, ainda mais para ser usado da forma que os líderes partidários pretendem. Dinheiro público não deve ser destinado aos mesmos de sempre para os mesmos fins repugnantes”.

CARLOS EDUARDO. BARROS RODRIGUES/ SÃO PAULO, SOBRE O PROJETO DE LEI 5.029/19

ceb.rodrigues@hotmail.com

“Não adianta só observar o estilo papo de botequim de Bolsonaro e assistir ao Congresso sentado sobre as reformas, atrasando crescimento moderno e sustentável”.

FRANCISCO JOSÉ SIDOTI /SÃO PAULO, SOBRE O PAPEL DOS PARLAMENTARES NA CRISE

fransidoti@gmail.com

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