Fórum dos Leitores

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

Fórum dos Leitores, O Estado de S.Paulo

06 de janeiro de 2020 | 03h00

ORIENTE MÉDIO

EUA x Irã

O bombardeio determinado pelo presidente dos EUA, Donald Trump, a um aeroporto de Bagdá, no Iraque, que resultou na morte do general Qassim Suleimani, chefe da Força Quds, do Irã, tem características de jogada de pôquer. Aposta-se alto para conhecer a reação dos oponentes, que pagarão para ver, aumentando a aposta e o lance, ou deixarão a mesa e a aposta feita susta o que jogou alto, tenha sido blefe ou não. O grande problema é que os jogadores, e muitos dos que assistem ao jogo, estão ainda vivendo no velho oeste e, armados, podem vir a finalizar o filme hollywoodiano ao estilo bangue-bangue, com tiros disparados pra todo lado. Pois se o velho jogador errar no blefe, poderá sair mortalmente ferido de uma jogada que não mais cabe em enredos destes nossos outros tempos.

MARCELO GOMES JORGE FERES

marcelo.gomes.jorge.feres@gmail.com

Rio de Janeiro

Ataque com drone

A morte do general Suleimani foi uma execução extrajudicial. Israel passou as coordenadas para os EUA executarem o ataque com drone no aeroporto de Bagdá. Em julho de 1994, a associação israelita na Argentina sofreu um atentado terrorista em Buenos Aires: um carro-bomba com 400 quilos de explosivos derrubou o centro judaico, deixando 85 mortos e 300 feridos. A ação de 12 extremistas foi organizada por Suleimani. Ele é considerado terrorista no Ocidente por muitos outros atentados com centenas de mortes, mas, em seu país é um herói que morreu como mártir. Em fevereiro de 2019 Suleimani recebeu a maior honra militar do Irã, a Ordem de Zolfaghar, criada em 1856. Foi o único comandante militar a receber a honraria na República Islâmica. Enfim, sua morte fortalece tanto a linha-dura do Irã como o discurso de Trump e de Benjamin Netanyahu.

LUIZ ROBERTO DA COSTA JR.

lrcostajr@uol.com.br

Campinas

Retórica

“Atuamos ontem à noite para parar uma guerra, não tomamos medidas para iniciar uma guerra”, declarou Trump após o ataque que matou Suleimani. Mas a guerra contra o Irã vai realmente estancar? Mera retórica de efeito? O tempo dirá.

PAULO ROBERTO GOTAÇ

pgotac@gmail.com

Rio de Janeiro

Cuidem-se

O recado foi dado, eles conseguem acertar alvos parados ou em movimento com drones teleguiados a qualquer distância no planeta. Conhecedores de todos os alvos estratégicos dos inimigos, meia dúzia de drones carregados e abastecidos terminariam com qualquer intenção de guerra em segundos. Quem se habilita? Manda quem pode, obedece quem tem juízo...

MANOEL BRAGA

manoelbraga@mecpar.com

Matão

GOVERNO BOLSONARO

Alinhamento automático

O presidente Bolsonaro fala em transmissão de energia sem fio para Roraima (4/1). Deve ter ouvido alguém falar disso e não tem a menor noção do que significa. E nem sequer menciona ou desconfia que a solução para o fornecimento energético para aquele Estado, sem linhão e sem a energia da Venezuela, pode estar no hidrogênio, gerado a partir de energia solar, alimentando células eletroquímicas. É só ir lá e ver como estão fazendo os franceses na vizinha Guiana. Mas não, ele prefere ouvir seus amigos americanos “empresários, que são militares”.

RENZO GALUPPO

renzo.galuppo@gmail.com

São José dos Campos

Pacote anticrime

De grande relevância o levantamento feito pelo Estado que demonstra que a Câmara dos Deputados rejeitou até 80% dos planos do ministro Sergio Moro. As pesquisas feitas em âmbito nacional no mês de dezembro demonstraram que os índices de aprovação do ministro estão acima de 50%, somados “ótimo” e “bom”, e numa faixa entre 70% e 80% se incluirmos a avaliação “regular”. A conclusão a tirar é muito clara: apesar da grande renovação nas últimas eleições, o nosso Parlamento ainda não representa de forma adequada os anseios da sociedade. Ainda há espaço – e necessidade! – para uma grande transformação da nossa cultura política e do sistema eleitoral.

MANOEL LOYOLA E SILVA

magusfe@onda.com.br

Curitiba

Rejeição de Moro

A rejeição de 80% dos planos do ministro Sergio Moro não representa a sua derrota , mas a de todos brasileiros que querem justiça neste país. Infelizmente, o “mecanismo” instalado no Brasil não permite que as mudanças vinguem. Todos se protegem contra as leis que ferem os seus interesses, pouco importando os dos brasileiros.

VILSON MANOEL SOARES

vilsonsoares@globo.com

São Paulo

Quem deve teme

Considero normal que 80% dos atuais parlamentares rejeitem os planos de Moro. Número bem próximo dos réus existentes na Câmara dos Deputados.

ROBERTO BRUZADIN

bobbruza2@gmail.com

São Paulo

PORTA DOS FUNDOS

‘Violência intolerável’

O atentado contra a sede da produtora Porta dos Fundos é intolerável em sociedades democráticas. Foi exemplar a presteza da Polícia Civil do Rio de Janeiro em identificar um dos suspeitos. Respeitando a mesma liberdade de expressão garantida a essa Porta dos Fundos, é igualmente intolerável para os cristãos – os católicos em particular –, que compõem boa parte da humanidade, deixar de manifestar a mais profunda revolta e indignação diante de tamanha grosseria e violenta falta de respeito ao que lhes é mais sagrado e objeto de sua mais profunda fé. Causa estranheza a indiferença com que boa parte da mídia tratou esse tipo de violência.

PAULO T. SAYÃO

psayaoconsultoria@gmail.com

Cotia

EM SÃO PAULO

Mobilidade e poluição

Reforçando a mensagem do leitor sr. Nelson Penteado (4/1), considero fundamental que os candidatos à Prefeitura de São Paulo apresentem propostas para diminuir o impacto causado pelas motos prestadoras de serviços na cidade. Em síntese: elas produzem uma poluição sonora insuportável e, ao desrespeitarem todas as regras de trânsito, agridem a sensibilidade dos demais cidadãos, contribuindo para aumentar a neurose urbana. Esse é um problema que precisa ser enfrentado!

FRANCISCO EDUARDO BRITTO

britto@znnalinha.com.br

São Paulo

“Somente duas palavras: parabéns e obrigado”

 GUTO PACHECO / SÃO PAULO, SOBRE OS 145 ANOS DO ‘ESTADÃO’

jam.pacheco@uol.com.br

“Pertencendo à terceira geração de assinantes e à quarta de cinco gerações de leitores do ‘ Estado’, cabe-me parabenizar toda a equipe desse histórico periódico paulista. Quem lê o ‘Estadão’ lê a História sendo escrita

por profissionais sérios e acima de ideologias e de motivos populistas”

MILTON L. GORZONI / SÃO PAULO, IDEM

gorzoni@uol.com.br

O IRÃ E TRUMP

Terá o Irã coragem para experimentar bombardeios nos 52 pontos já escalados pelo presidente dos EUA, Donald Trump? Não seria melhor o Irã engolir em seco do que ousar e ser destruído? Até onde vai a força e até onde ficam a coragem e o bom senso?

JOSÉ CARLOS DE CARVALHO CARNEIRO carneirojcc@uol.com.br

Rio Claro

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PAÍS DOS AIATOLÁS

Os aiatolás iranianos são radicais, ambiciosos, mas não são burros. Ao contrário do que se alardeia por aí, eles não vão levar o país para um confronto aberto contra os EUA, pois isso inevitavelmente levaria à queda do regime. Restam, então, duas alternativas: sentar à mesa, como sugerido por Trump, ou retaliar. Independentemente disso, podemos esperar algum barulho, provavelmente em território iraquiano, no curto prazo, para dar alguma satisfação a alas do regime. Mas se a opção for retaliar, o que certamente se temerá serão a retomada com mais vigor dos esforços para enriquecer urânio, o aumento das agressões aos americanos por proxy (em Israel, na Arábia Saudita ou no Líbano, por exemplo) e eventuais atentados de alto impacto em território americano. O problema da retaliação é que olho por olho nunca levou à luz. Prefiro apostar que os aiatolás serão racionais e entenderão o recado de Trump, que caminha a passos largos para sua reeleição em novembro.

OSCAR THOMPSON oscarthompson@hotmail.com

Santana de Parnaíba

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AMEAÇAS IRANIANAS

Ainda não ouvi o aiatolá Khamenei ameaçar tirar os Estados Unidos do mapa, como afirma o tempo todo à Israel.

LUIZ FRID luiz.frid@globomail.com

São Paulo

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IMPEACHMENT

Ninguém no mundo está mais falando sobre o impeachment do presidente Trump, estão todos preocupados com a eminente retaliação, que certamente virá. Onde será o próximo 9/11, esse será o assunto de todos, e não o impeachment de Trump.

MÁRIO BARILÁ FILHO mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo

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‘A MÃE DE TODAS AS GUERRAS’

A esta altura da situação altamente inflamável no Oriente Médio após o assassinato do general terrorista Suleimani, líder e comandante da temível Força Quds, em que pese a gigantesca assimetria das forças armadas entre os EUA e o Irã, cabe, por oportuno, lembrar a grave ameaça feita em 2018 pelo presidente iraniano, Hassan Rohani: “Os EUA deveriam saber que a paz com o Irã é a mãe de toda paz, e a guerra contra o Irã é a mãe de todas as guerras”. Diante de suas palavras, parece evidente que o pior está por vir. Salve-se quem puder.

J. S. DECOL decoljs@gmail.com

São Paulo

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NOVO CHEFÃO DO TERROR

Esmail Ghani substitui Suleimani como comandante da Guarda Revolucionária Islâmica do Irã, assumindo assim o papel de liderança do terrorismo internacional financiado pelo país – o maior financiador de milícias e terrorismo do planeta. Diferentemente de Bin Laden, Ghani conta com um poderoso Estado fornecedor de todos os tipos de armas – inclusive balísticas e à beira de se tornarem também nucleares. Ele agora se tornou o segundo homem mais importante do país, abaixo apenas do aiatolá. Sua importância simboliza tudo de que o Irã deve abrir mão para se tornar uma nação respeitável normal. A competição entre Kim Jong-Un e ele como estrategista da hecatombe nuclear em nossa geração promete. As armas nucleares que estiverem à mão desses dois não são para defesa, mas para serem usadas. E com esse objetivo os dois trabalham em conjunto: um fornecendo dinheiro e outro, tecnologia. O problema deles é que o objetivo e endereço de ambos é bem conhecido e o botão de Trump é muito maior que o deles. Assim, é melhor se comportarem. Pense nisso, Esmail.

JORGE A. NURKIN jorge.nurkin@gmail.com

São Paulo

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A INSEGURANÇA QUE PODE SUBSTITUIR A BOMBA ATÔMICA

A lição tecnológica que a morte do general Suleimani nos deixa: com alguns poucos milhões de dólares, pouco representativos num mundo que amanheceu 2020 rico (em que pesem os contrastes), um governo pode atingir com absoluta exatidão o chefe de um Estado inimigo. A insegurança do mundo se origina mais do avanço científico aplicado à indústria bélica do que nas erronias e destemperanças dos líderes nas relações internacionais. Os principais protagonistas da política internacional não estão mais a salvo, como sempre estiveram. O destino do principal general do establishment iraniano foi fulminado, como pode ser qualquer alta personalidade mundial; não há mais deuses terrestres, o que pode modificar drasticamente o sentido do poder em nossos dias dos drones e foguetes teleguiados.

AMADEU R. GARRIDO DE PAULA amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

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E NÓS COM ISSO?

Com todo respeito à posição dos militares nessa questão do ataque norte-americano ao Irã que sugeriram neutralidade do Brasil na questão, acho que o presidente Bolsonaro tomou uma decisão. Se errada ou acertada, o tempo dirá. Melhor que ficar na neutralidade, como o País ficava na maioria das vezes nessas questões e que não levava a nada. Ficava em cima do muro, dizendo “não somos a favor nem contra, muito pelo contrário”, ou seja, atitude de quem não tem cara nem personalidade. Só o tempo dirá se a posição do presidente Bolsonaro foi acertada ou errada. Durante o governo petista se alinhavam com socialistas, comunistas, etc., e o País ganhava o quê com isso? Nada. Só perdia.

PANAYOTIS POULIS ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

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SUGESTÃO PRESIDENCIAL

Diante do aumento do preço do petróleo em razão do clima de tensão no Oriente Médio, o presidente Jair Bolsonaro sugeriu que os entes da Federação reduzam o porcentual de ICMS cobrado nos combustíveis. Os Estados, contudo, dificilmente reduzirão suas alíquotas, por uma questão muito simples: os governos regionais, em geral, estão financeiramente fragilizados e, portanto, não se podem dar ao luxo de abrir mão de aumento, ainda que eventual, na arrecadação. Além disso, o presidente brasileiro deveria propor medidas federais como forma de incentivo aos líderes regionais ou mesmo de pressão política. Transferir o ônus apenas para os governadores não resolverá a questão. Vale registrar, aliás, que por uma questão de responsabilidade fiscal os governadores jamais abririam mão de recursos, haja vista que existe empenho orçamentário para manutenção de serviços públicos, bem como obras que serão financiadas no todo ou em parte com recursos do Tesouro local. A sugestão do Planalto dificilmente será levada em consideração, a não ser, claro, que haja alguma contrapartida de Brasília.

WILLIAN MARTINS martins.willian@globo.com

Guararema

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INACEITÁVEIS ARGUMENTOS

Num momento crítico como o que o Brasil atravessa, em que a determinação é cortar despesas para diminuir o déficit absurdo contabilizado, vale lembrar que tal déficit é pago por nós, toda a população. O Conselho Nacional de Justiça (CNJ), na calada do ano 2019, teve sua sede transferida para um novo prédio com 30,9 mil metros quadrados, a um custo mensal de R$ 930 mil, conforme contrato assinado no último dia 10 de dezembro pelo diretor do CNJ, Johaness Eck, e pelo representante da empresa Stylos Engenharia – dona do imóvel –,Guilherme de Siqueira Barros. Como justificativa alegaram a necessidade de dar mais espaço aos funcionários e garantir maior proximidade com o Supremo Tribunal Federal (STF). Vale lembrar aos ilustres juízes e membros em geral do CNJ que se basearam no provérbio “pimenta nos olhos dos outros é refresco”. Tanto que há três anos o CNJ queimou nada menos que R$ 7 milhões para promover uma reforma no prédio ora abandonado, e o mais agravante, insensato, vergonhoso e inconsequente é que esse prédio deixado para trás nada lhes custava de aluguel, por pertencer à União

ANGELO TONELLI angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

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MORO X LEGISLATIVO

Recente pesquisa mostrou que o Legislativo é o mais repudiado pelos brasileiros. E agora o Estadão mostra que 80% das propostas feitas pelo ministro da Justiça, Sergio Moro, foram derrubadas pelos deputados. Isso mostra claramente que os brasileiros têm razão e sabem que nosso Legislativo ainda abriga muitos corruptos poderosos.

MAURÍCIO LIMA mapeli@uol.com.br

São Paulo

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QUARTETO FANTÁSTICO

O presidente Jair Bolsonaro, seu vice general Hamilton Mourão, o ministro da Justiça, Sergio Moro, e o ministro da Economia, Paulo Guedes, são o nosso quarteto fantástico. Esses homens, juntos, serão a principal força que vai tirar o Brasil do subdesenvolvimento e nos colocar entre as maiores democracias liberais do mundo.

ALBERTO COSULICH al.cosulich@gmail.com

São Paulo

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ESQUERDA CALANGO COM JILÓ E CAVIAR

Foi lançado em setembro de 2019 na PUC-SP o Fórum pela Democracia “Direitos Já”, para fazer oposição ao presidente Jair Bolsonaro. Passou meio que despercebido, mas estiveram presentes, entre outros, Ciro Gomes (PDT), Flávio Dino (PC do B), Márcio França (PSB), Luís Felipe D’Ávila (PSDB-SP), Eduardo Suplicy (PT), Paulinho da Força (Solidariedade), Eduardo Jorge (PV) e Marta Suplicy (sem partido). Aldo Rebelo, Geraldo Alckmin e Fernando Henrique Cardoso não puderam estar presentes, mas deram apoio irrestrito ao movimento. Por outro lado, Luciano Huck, com apoio global indisfarçável, faz tratativas com a esquerda para buscar apoio para sua candidatura à Presidência. Flávio Dino encontrou-se com ele há poucos dias. É um verdadeiro vale-tudo, um ensopado de calango com jiló e caviar para impedir Bolsonaro de ser reeleito. Já pararam para imaginar a esquerda de volta ao poder? E desta vez com sangue nos olhos, preparada para nunca mais sair de lá? Cruz credo! Saravá, meu Pai!

MARA MONTEZUMA ASSAF montezuma.scriba@gmail.com

São Paulo

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COERÊNCIA!

Ao ler que a deputada Tábata Amaral (PDT) diz ao seu partido não estar ainda preparada para ser prefeita, acho que é louvável. Sua clareza desmascara o oportunismo do seu partido. Vejo, por outro lado, o apresentador de TV Luciano Huck, que nunca foi candidato a nada, querer ocupar o mais alto cargo, que é o de presidente da República. Que tal começar no primeiro cargo executivo e ser candidato a prefeito do Rio de Janeiro, sua cidade, que é tão carente de candidatos, e mostrar a sua competência e eficiência e assim alçar voos maiores com experiências concretas?

TANIA TAVARES taniatma@hotmail.com

São Paulo

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ELEIÇÃO PRESIDENCIAL:

Todos aqueles que governam o Estado de São Paulo se julgam fortes candidatos a ser presidente do Brasil. Mas eu somente votarei num governador paulista para presidente do País se ele tiver a competência e o senso de respeito com os paulistas em tirá-los do flagelo que sofrem com as constantes inundações na Grande São Paulo. Isso não é uma tarefa tão difícil, apenas requer respeito no uso do erário.

BENONE AUGUSTO DE PAIVA benonepaiva@gmail.com

São Paulo

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DEMOCRATAS...

“Democratas americanos resistem a Bolsonaro”, publicado no Estadão em 5/1. Alguns esquerdistas do Partido Democrata, influenciados pela grife localmente acreditada pelo comunismo internacional, o PT mais puxadinhos, para a qual “quanto pior, melhor”, alimenta lá fora um noticiário falso sobre o Brasil, bem como esta notícia, que também exagera a repercussão lá fora do veneno local. Infelizmente, nos EUA não se conhece muito bem o que acontece aqui, mas mais cedo ou tarde a verdade prevalecerá. Apesar de toda a gritaria aqui da oposição sistemática inconsolada, o Brasil está começando a dar certo.

ULF HERMANN MONDL hermannxx@yahoo.com.br

São José (SC)

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ESTADÃO, 145 ANOS

Parabéns ao jornal O Estado de S. Paulo pelos 145 anos de jornalismo. Feliz 2020 a todos!

RODNEY VERGILI, presidente da Digital Assessoria-Comunicação Integrada rodney@digitalassessoria.com.br

São Paulo

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Leio o Estadão por 70 anos, desde meus 12 anos de idade (desde 1949), quando lá em Santo André eu ia até a banca da estação ferroviária para comprar a edição do dia para meu pai. Comprava e também lia e leio o jornal desde então. Sempre apreciei a maneira sóbria de apresentar fatos e a maneira segura e correta de apresentar opiniões e comentários. Para mim, o jornal sempre representou uma imutável linha de conduta, que me servia de orientação e guia. Nem sempre meu posicionamento estava exatamente sobre essa linha, às vezes um pouco de um lado, outras vezes do outro, mas minha percepção da linha do jornal me ajudava a entender ou ajustar meus entendimentos e ideias. Obrigado, jornal, pelo auxílio. Só sinto que no decorrer dos anos o jornal tenha se tornado mais seletivo nas notícias que publica, até deixando de ganhar prêmios por ser jornal que publicava um maior número de notícias disponibilizadas à grande imprensa internacional. Costuma-se dizer que os jornais fazem os leitores. Pode ser verdade, mas os leitores também fazem os jornais. Jornal que não apresentar a linha de informação esperada pelos seus leitores os perderá. Não é por outro motivo que jornalecos sem opinião ou honestidade têm vida curta.

WILSON SCARPELLI wiscar@terra.com .br

Cotia

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Leio diariamente o Estadão, há quase seis décadas. E desta leitura emergiu um alimento indispensável para enriquecer o meu conhecimento! Onde também aprendi a importância da liberdade de expressão e de imprensa! Assim com nos tristes anos de chumbo, ou ditadura militar de 1964, neste periódico verificamos saltar a criatividade do jornalismo. E o presidente do Insper Marcos Lisboa, em seu depoimento aos 145 anos do jornal, definiu bem esse período “Ironia e sutileza eram instrumentos da imprensa para resistir á repressão no momento mais difícil da ditadura”. Já o articulista Eugênio Bucci, com razão afirma, “A boa prática do jornalismo deixa um saldo de liberdade a mais”! E o correspondente da França, Gilles Lapouge, diz “Sem os jornais as sombras venceriam”. Sombras essas que ainda nos rondam com gente sonhando com a volta do AI-5... E Luiz Felipe D’Avila, com justiça diz o Estadão, é a “Trincheira da luta pela Democracia”. Mas, que infelizmente, Jair Bolsonaro, mesmo tendo sido entregador deste jornal na sua juventude, assim como nada aprendeu sobre diálogo republicano nos seus 28 anos de mandato no Congresso, também despreza e odeia a imprensa... Absurdos á parte, parabenizo o nosso Estadão, pelos seus 145 anos de excelência jornalística, e diferente do presidente, digo que, diariamente tomo o meu cafezinho comemorando a liberdade de expressão e de imprensa...

PAULO PANOSSIAN paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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“Sem os jornais as sombras venceriam.” Parabéns, Estadão, por publicar artigo tão oportuno, límpido e impactante do brilhante Gilles Lapouge.

WALDYR SANCHEZ waldyrsanchez@gmail.com

São Paulo

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“Ab imo pectore” (do fundo do coração), cumprimento o paradigma da Imprensa brasileira, o Estadão, pelos seus 145 anos. Para expressar melhor meu voto, peço vênia ao digno periódico para publicar o que em seu Caderno Especial está escrito: “ESTADÃO 145 anos – –Ontem, hoje e amanhã, ao lado da verdade”. Que retidão, que lisura de procedimento!!!

ANTONIO BRANDILEONE abrandileone@uol.com.br

São Paulo

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O tripé defendido pelo Estadão é o que lhe dá o respeito dos leitores. Entendo que a defesa da liberdade, da verdade e dos valores republicanos o sustenta, mas é o posicionamento político sério que capta a admiração, mesmo entre os que dele discordam. A imprensa na forma e na essência está sendo ameaçada e sua defesa deve ser constante. Antes de parabenizar, desejo que siga forte o rumo ao sesquicentenário!

ADILSON ROBERTO GONÇALVES prodomoarg@gmail.com

Campinas

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