Fórum dos Leitores

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

Fórum dos Leitores, O Estado de S.Paulo

02 de fevereiro de 2020 | 03h00

ONS

Caixa de Pandora

A cada dia se descobre uma nova caixa de surpresas. Agora se sabe que existe uma entidade civil privada, o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), sem fins lucrativos, mas com custos, obviamente, para poder existir, que foi flagrada gastando nosso dinheiro com shiatsu expresso, corridas e jantares para empregados. O que mais me chama a atenção é que ela foi apanhada não por proporcionar shiatsu, mas por não ter feito concorrência! Durma-se com essa... Eu, como toda a população, que tem sofrido com as altas constantes da energia elétrica, gostaria de saber quantos funcionários lá existem, qual o orçamento da entidade e, afinal, qual a sua função. Pois, como está na reportagem do Estado (E&N, 30/1), ela gerencia o abastecimento de energia, o que me parece muito vago. Em suma, qual o valor anual que a população está pagando ao ONS? Sem uma explicação plausível, eu diria que a caixa de surpresas, na verdade, é uma caixa de Pandora para nossos bolsos.

Ademir Alonso Rodrigues

rodriguesalonso49@gmail.com

Santos 

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Caça às bruxas

Sem dúvida, há muita coisa errada em nossos órgãos públicos, tanto por corrupção quanto por desperdício. Uma realidade que temos de mudar. Cabe, entretanto, tomar cuidado para não entrarmos numa caça às bruxas. Mesmo nunca tendo trabalhado no ONS, posso afirmar que a associação do número de horas extras e do uso de táxis ao número de funcionários é pueril. O volume de trabalho do ONS aumenta com as dificuldades que o setor elétrico atravessa. Condições hidrológicas ruins exigem aumento de trabalho e, consequentemente, maior quantidade de horas extras e maiores gastos com táxi. Barata (Luiz Eduardo Barata Ferreira, diretor-geral do ONS) é um profissional reconhecido como competente e íntegro por quem trabalha no setor – como eu, por muito tempo. É preciso ter muito cuidado com avaliações de caráter.

Marcos Lefevre

lefevre.part@hotmail.com

Curitiba

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TCE-RS 

Vida de marajá

Trabalhador que ganha salário mínimo levaria 58 anos para receber os R$ 700 mil que um conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Sul (TCE-RS), Marco Peixoto, amealhou como pagamento por licenças-prêmio e férias não gozadas, além, naturalmente, de seus 13 salários anuais de R$ 39 mil por mês. Vida de marajá no País dos 53 milhões de pobres e num Estado endividado, que paga mal a seus professores e suas professoras. Como gaúcho, morro de vergonha! 

Paulo Sergio Arisi

paulo.arisi@gmail.com 

Porto Alegre

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Economia

Crescimento ou especulação?

A base da nossa economia é o consumo e a exportação agromineradora. Na crise lucram bolsa de valores e bancos isentos de impostos com mais de 300% de lucro/ano. A baixa de juros no cheque especial foi compensada pela alta no cartão de crédito. Seis por meia dúzia. O Estado continua abonando grandes empresas, assiste à falência das pequenas e médias e não estimula avanços tecnológicos. Só camelôs desempregados continuam sendo os empreendedores da economia.

João Bosco Egas Carlucho

boscocarlucho@gmail.com

Garibaldi (rs)

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Perdas da poupança

Justiça demorada

Não consigo entender a razão de o Supremo Tribunal Federal deixar milhares de cidadãos esperando tanto tempo por seu pronunciamento sobre a questão das perdas das cadernetas de poupança por ocasião dos planos econômicos federais do período 1987-1991.

Euclides Rossignoli

clidesrossi@gmail.com

Ourinhos

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Meio ambiente

Lixo, um problema

Vivemos o luxo do lixo rico. O editorial O verdadeiro problema do lixo (31/1, A3) traz algumas questões fundamentais típicas do capitalismo, que produz consumo e reluta em fechar o ciclo natural dos materiais utilizados. Cavamos fundo nos oceanos para retirar petróleo, que vira rapidamente plástico descartado em aterros e lixões. O sistema de coleta seletiva e reciclagem depende mais da conscientização de famílias residentes em bairros mais nobres e condomínios do que da amplitude do sistema. Quanto mais rico o lixo, mais pobre a sustentabilidade ambiental. Se passam vários coletores não oficiais é porque há um mercado possível, mas, tal como outras ações de saneamento básico, seu incentivo dá poucos votos. Além disso, nas instituições públicas de pesquisa e tecnologia já vêm sendo desenvolvidos plásticos biodegradáveis para artefatos. Juntando conhecimento científico e disposição da população, falta “apenas” vontade política para boas soluções.

Adilson Roberto Gonçalves

prodomoarg@gmail.com

Campinas

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Bitucas de cigarro

No editorial O verdadeiro problema do lixo faltou, a meu ver, citar um dos maiores problemas mundiais de descarte, que são as bitucas de cigarro. Elas ficam durante dez anos contaminando a natureza. Atropeladas nas ruas, viram pó que respiramos. São Paulo recebe 34 milhões de bitucas todos os dias em suas ruas, mais de 1 bilhão por mês somente na nossa cidade. Duas bitucas num litro de água é igual a um litro de esgoto. A Lei Municipal 16.869 obriga estabelecimentos comerciais, de ensino e outros a instalar uma bituqueira na porta, mas, infelizmente, não tem havido fiscalização/multas nesse sentido. Em países mais desenvolvidos há uma grande preocupação com o lixo, conforme o editorial demonstra, mas em todas as cidades, invariavelmente, se encontram bitucas a cada metro quadrado: Londres, Zurique, Munique, Berlim, Madri, Lisboa... 

Para o fumante, a bituca – que é tão contaminante – não é lixo e ele se permite atirá-la em qualquer local.

Henning Steinhoff

henning@equipa.com.br

São Paulo

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A PENSÃO DAS FILHAS SOLTEIRAS

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, estuda entrar com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) com o objetivo de extinguir o pagamento de pensões a filhas solteiras no funcionalismo federal. Por favor, senhor Rodrigo Maia, faça realmente isso, que o Brasil, quase todo, irá agradecer-lhe bastante pela ação e pelo exemplo, esperando ainda que outras autoridades exerçam a sua cidadania e o seu múnus publico em prol da maior igualdade social e de oportunidades em nosso país.

Marcelo G. Jorge Feres marcelo.gomes.jorge.feres@gmail.com

Rio de Janeiro 

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POR QUE RECORRER AO STF?

Impressionante a atuação de Rodrigo Maia. Neste caso das solteiras, ele tem tudo para resolver o problema no futuro. Basta mudar as leis e regulamentações que deram o direito, e o problema não ocorre mais no futuro. Ou seja, Rodrigo Maia tem sob sua responsabilidade o direito e o dever de corrigir o problema. Não porque ele privilegia recurso na Justiça para resolver o passado. Ele insiste, sempre, em jogar os problemas para os outros e fecha os olhos para o que é responsabilidade dele. Benefícios absurdos, faltas no plenário absolutamente sem controle (e sem descontos pelas faltas), viagens em profusão suportadas com dinheiro público, apenas alguns exemplos do que ele tem a fazer, e nada. Mas ele pretende recorrer ao STF? É ou não é uma forma cínica de desviar a visão da sociedade sobre o que é importante mesmo?

Abel Cabral abelcabral@uol.com.br

Campinas

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VIROU CASAMENTO

O convite feito à atriz Regina Duarte para que assumisse a Secretaria de Cultura foi aceito e trouxe à tona um assunto que anteriormente não foi explorado. A atriz, um dos maiores salários da televisão brasileira, recebe há 20 anos uma pensão de R$ 6.843,00, tendo em vista ser filha de um oficial do Exército. Apesar de legal, o benefício pago pelos cofres públicos deveria ter um gatilho que impedisse que pessoas abastadas o recebessem, economizando, assim, milhões de reais do já combalido Tesouro Nacional. Seria uma boa hora de o governo promover um pente-fino para encontrar outros casos como este.

Fabio Tavares fabio.tavares2010@bol.com.br

Rio de Janeiro

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ZONA DE CONFORTO

Não há nenhum problema com a Lei Rouanet, afinal, a cultura salva um país da ignorância crassa. Logo, investir dinheiro público em cultura é salutar aqui e no mundo. Problemas há quando há Lei Rouanet e elogios em pleno palco para Dilma Rousseff, por exemplo, a rainha das pedaladas, segundo Monica de Bolle. Vista grossa para os fatos, devido às circunstâncias. Problemas há quando o artista rasga elogios para o lulopetismo destrutivo. Antes de mais nada, um brinde a Regina Duarte, que sai da zona de conforto “global” (R$ 120 mil de salário) para tomar pedradas de quem não larga o osso, com teto de vidro. Alguém em sã consciência artística largaria um “pé de meia” (R$ 120 mil) por uma “ajuda de custo” (R$ 17 mil)? E isso, claro, em prol do País, em prol da cultura? Alguém em sã consciência artística diria não à toda-poderosa Rede Globo, para servir ao país de Bolsonaro? O povo consciente, certamente, espera que Regina Duarte seja feliz em sua mais nova empreitada. E parabéns para o presidente Bolsonaro. Que sai de um episódio horrível para uma contratação de custo-benefício e de peso. Num país onde no futebol, por exemplo, um técnico que ganha R$ 500 mil quebra o contato para fazer um pé de meia de R$ 3milhões na China, Regina Duarte nos enche de orgulho.

Leandro Ferreira silvaaleandro619@gmail.com

Guarulhos

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SECRETÁRIA REGINA DUARTE

Que a talentosa e querida atriz Regina Duarte, a nova secretária de Cultura – a quarta (!) no governo Bolsonaro –, tenha afixado na porta de seu gabinete um quadro com duas frases célebres. A primeira, de Glugiermo Ferrero: “A cultura ajuda um povo a lutar com as palavras, em vez de o fazer com as armas”. E a segunda, de Willyan Johnes: “Um povo sem cultura não se levanta. Se ajoelha”. Cultura, Brasil!

J. S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo

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NAMORADINHA DO BRASIL

Finalmente e felizmente, a atriz Regina Duarte aceitou o convite para assumir a Secretaria Especial da Cultura. Só espero ser convidado para os docinhos das bodas de prata, daqui a 25 anos no cargo...

Cláudio Moschella arquiteto@claudiomoschella.net

São Paulo

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REGINA DUARTE NO GOVERNO

Cultura virou novela. Novela virou Cultura!

Frederico Fontoura Leinz  fredy1943@gmail.com

São Paulo

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TRAMAS & TRAMOIAS

Na novela cultural, os problemas de Porcina serão os sinhozinhos da malta...

A.Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo

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OPOSIÇÃO AUTOMÁTICA

Não sabemos se a gestão de Regina Duarte à frente da Secretaria da Cultura será ruim, boa ou regular. É uma incógnita. A oposição automática ao governo atual, entretanto, já assumiu que a administração da atriz será medíocre. Cabe a pergunta: se o indicado para a pasta fosse Chico Buarque, Fernanda Montenegro ou Petra Costa, a oposição reagiria desta mesma forma premonitória e tempestuosa?

Luciano Harary lharary@hotmail.com

São Paulo

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CULTURA

Cultura universal é o único meio de atravessarmos o deserto árido ao qual fomos lançados. O Ministério foi transformado em Secretaria para desconstruir sua fundamentalidade nacional, pelos amantes da escuridão subterrânea. E não tem uma única definição. Alfred Koeber e Clide Kuoknohn encontraram no mínimo 167 definições diferentes de cultura. Enquanto raízes de um povo, intuíam os romanos que poderiam equivaler à agricultura e que deveriam ser cultivadas. O certo é que cultura é incompatível com torniquetes ideológicos, direita e esquerda, pelos quais foi calcada aos pés dos opressores no brevíssimo e infeliz século 20. Regina Duarte, portanto, errou dramaticamente ao classificar-se como de direita, assim como erraria se se dissesse de esquerda ou de centro. A única coisa que se esperaria da atriz é que permanecesse em silêncio sobre tal aspecto ou que se revelasse adepta do criticismo racional, meio idôneo de demonstrar sua aptidão a um cargo tão relevante para tocar o que compete ao Estado ante valor humano capital e de sentido polissêmico.

Amadeu Garrido amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

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DESRESPEITO

A atriz Regina Duarte foi convidada e aceitou ser a secretária da Cultura do governo Bolsonaro. Por conta disso, está apanhando de certas pessoas que temem perder a boquinha. Um subator da TV Globo, por exemplo, vem sistematicamente desrespeitando a atriz. Interessante observar que Regina nunca escondeu de ninguém suas opções políticas. Enquanto ela apanha, não se viu o grupo de feministas reagir. Neste país só há respeito se a pessoa pensar de acordo com a esquerda? E os milhões de votos que elegeram o presidente, quando serão respeitados? Espero que Regina Duarte dê um show nessa secretaria, assim como fez nas telas da tevê. O Brasil precisa de pessoas que amam seu país, e não de militontos que se sustentam com verbas públicas. 

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo

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GROSSERIA

O “ilustre” ator José de Abreu poderia, com a elegância costumeira, informar à opinião pública qual seria a diferença entre seu comportamento diante de Regina Duarte e o de Bolsonaro diante de sua “companheira”, a equilibradíssima Maria do Rosário?

Marcelo Falsetti Cabral mfalsetti2002@yahoo.com.br

São Paulo

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UMA REGINA PARA A EDUCAÇÃO

O governo é muito ruim na escolha de pessoas, mas pode ter acertado na escolha de Regina Duarte. É indispensável que Bolsonaro tome a mesma decisão para o MEC, que está um descalabro total e está em jogo o futuro de nossos filhos e netos.

Aldo Bertolucci aldobertolucci@gmail.com

São Paulo

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EDUCAÇÃO SEM CRÉDITO

Que governo é este que destina 22% mais verbas, um incremento de R$ 4,2 bilhões, para a área da Defesa, e reduz em 16% as verbas para a área da Educação, e 4,3% para a Saúde? Além de redução de 17,1% para o setor de transporte, menos 12% para Ciência e Tecnologia e corte de 4,1% na segurança pública (Estadão)? Não é à toa que temos hoje um Ministério da Educação totalmente improdutivo e abandonado, nas mãos de um incompetente como Abraham Weintraub. 

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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ATRASO

Roberto Alvim, ex-secretário da Cultura, escolheu justamente a arte para fazer seu discurso grotesco, pois, em tempos normais, é a arte livre e desinteressada que promove a riqueza da personalidade do indivíduo. O presidente da República optou pelo ataque deliberado à imprensa, porque um povo desinformado e inculto é alvo fácil para a manipulação. E Abraham Weintraub, ministro da Educação, entre outras coisas deprimentes, como promover o esfacelamento do MEC e as consequências disso no curto, médio e longo prazos, não seria aprovado sequer num concurso para nível fundamental, pois desconhece a Língua Portuguesa.

Maria Lucia Ruhnke Jorge mlucia.rjorge@gmail.com

Piracicaba

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‘IMPRECIONANTE’

Quem tem pressa precipita ou se afoba “come quente e cru”, viu, ministro da Educação, senhor Abraham Weintraub? Foi o que ocorreu na sua primeira aparição na televisão dizendo que o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2019 foi o melhor a ser realizado deste a sua implantação. Depois de um diz-que-diz de diversos alunos quanto aos resultados divulgados não aceitos por eles, houve uma nova aparição sua, já de forma mais amena, alegando que pode ter havido erro na impressão do gabarito pelo fato de a máquina ter “engasgado” (nunca vi isso ocorrer, mas vamos supor que ocorreu) durante sua operação, o que não deixa de ser um argumento esdrúxulo, do meu ponto de vista. Então, o ministro, acho que pelo fato de ter gostado de aparecer na televisão, o fez mais uma vez, porém desta vez argumentando que o erro foi na cor do papel, por ocasião da impressão dos gabaritos, que não condiziam com a cor das provas nas correções. “Imprecionante”, né não? Escrevi a palavra da mesma forma que o ministro a escreveu na mensagem que enviou ao deputado Eduardo Bolsonaro, filho do presidente Jair Bolsonaro. Não errei, né?

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

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COMPETÊNCIA

Toda unanimidade é burra, mas, parece que o ministro da Educação é exceção.

Luiz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo

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ABRAHAM WEINTRAUB

Pelo amor de Deus, demitam logo este ministro. Ele está destruindo o futuro do Brasil.

Shirley Schreier schreier@iq.usp.br

São Paulo

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DEMOCRACIA BRASILEIRA

O artigo publicado no Estadão A democracia brasileira vai mal, só uma frente pode salvá-la, de autoria do colunista Eugênio Bucci, começa por traçar um cenário imaginário sombrio do atual governo com críticas ferozes ao mandatário, acusando-o de abrigar em seu governo milicianos que tocam o terror no Rio de Janeiro extorquindo comunidades e controlando os processos eleitorais, e termina invocando a oposição (aquela que implantou a cleptocracia como método de governo) a se unir em torno de um programa para defender a democracia. Desafio o articulista a desmentir os fatos a seguir: quem implementou o maior plano de combate à corrupção da história do Brasil e, dessa forma, ajudou a diminuir a violência? No passado, os presidentes de estatais eram indicados pelo critério político de porteiras fechadas. Bilhões eram desviados, roubados. Olhem o petrolão. Jair Bolsonaro mudou isso. Hoje, os presidentes dessas empresas são indicados por critérios técnicos. Bolsonaro colocou um ponto final na corrupção das estatais, e o mesmo vale para bancos oficiais como o Banco do Brasil, a Caixa Econômica e o BNDES. Lembram-se dos empréstimos bilionários do BNDES para ditaduras amigas do PT? Com Bolsonaro, a festa acabou. Em 2019, não houve qualquer denúncia de corrupção nesses bancos. Hoje temos ministros indicados por critérios técnicos que muito têm contribuído para melhorar os índices em varias áreas, começando pela segurança comandada por Sérgio Moro, com uma diminuição significativa dos índices de criminalidade, até o da Economia – Paulo Guedes –, cujo plano econômico tem mantido a inflação sob controle com aumento da oferta de trabalho e o PIB em alta. Isso sem falar nos outros ministros não menos competentes como Tarcísio Freitas, Tereza Cristina, Damares Alves, Marcos Pontes, etc. Sem Jair Bolsonaro, certamente, essas pessoas não estariam no governo. Convenhamos, Jair Bolsonaro tornou-se um símbolo do combate à corrupção, substituindo a expressão frequentemente usada em governos anteriores de “cleptocracia para democracia”. Com a palavra, o professor Eugênio Bucci.

Paulo Kherlakian paulokherlakian@uol.com.br

São Paulo

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‘MAS’

Neste governo sempre tem o “mas” o “desemprego caiu um pouco”, a indústria deu “pequenos” sinais de recuperação, etc. Nunca vi um governante ser tão pressionado e perseguido como Jair Bolsonaro. A imprensa falada e escrita deve estar perdendo muito para fazer essa perseguição desmedida. Dá para entender que quase 60 milhões de brasileiros o elegeram porque não aguentavam mais os de sempre?

Gustavo Guimarães da Veiga ggveiga@outlook.com

São Paulo

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