Fórum dos Leitores

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Fórum dos Leitores, O Estado de S.Paulo

15 de fevereiro de 2020 | 03h00

Governo Bolsonaro

Casa Civil


Desde época da ditadura não tínhamos um general no comando da Casa Civil da Presidência da República. O último foi Golbery do Couto e Silva, que se demitiu em 1981. Reforçando seu governo com militares em posições estratégicas (nada contra), o presidente Jair Bolsonaro entrega esse importante posto ao chefe do Estado-Maior do Exército, general Walter Braga Netto, em substituição ao inoperante Onyx Lorenzoni. Se Braga Netto for tão eficiente no novo cargo quanto foi como interventor federal na Segurança do Rio de Janeiro, durante o governo de Michel Temer, quando prendeu dezenas de milicianos e policiais envolvidos no crime... Para sua missão no Rio, o general ainda conseguiu do Planalto uma verba de R$ 1 bilhão para melhorar as sucateadas e mal preparadas polícias estaduais, reformou delegacias, comprou veículos e armamento, fortaleceu o setor de perícia, etc. Graças a essa competente intervenção os crimes violentos, os assaltos a caminhões de carga e outros vêm diminuindo no Rio de Janeiro. Portanto, até prova em contrário, tudo indica que Braga Netto pode ser um ótimo nome para a até aqui desprestigiada Casa Civil.


PAULO PANOSSIAN

PAULOPANOSSIAN@HOTMAIL.COM

SÃO CARLOS


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Corrupção

Lula e Francisco


O cinismo do ex-presidente não surpreende. Agora, o papa Francisco acolher o líder já condenado em colegiado e com vários outros processos em curso decorrentes da “organização criminosa”, assim definida em voto no Supremo Tribunal Federal, e que tanto infelicitou o nosso Brasil, com graves reflexos até os dias atuais, é decepcionante. Se o tema da desigualdade e da injustiça no mundo é tão caro ao papa, o que dele se espera é uma agenda de audiências mais criteriosa.


CLÁUDIA SAMPAIO RONI

CLARONI@UOL.COM.BR

SÃO PAULO


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Caradura


Essa do Lula no Vaticano com o papa é a prova cabal de que ele jamais cumpriu pena de verdade. Senão, vejamos: estava em Curitiba sozinho num apartamento, recebia visitas durante a semana, dava entrevistas e, salvo engano, não tinha restrições do que comer e beber. Quem conhece o sistema penal minimamente sabe que nem prerrogativas de ex-presidente permitem essas liberalidades. E mais: condenado duas vezes em segunda instância, sai do País na caradura, bancado com nosso dinheiro, enquanto sentenciados já com direito ao sistema aberto penam por mais de 90 dias no semiaberto aguardando a boa vontade de um Judiciário discriminatório. A cidadania só vai evoluir ética e moralmente quando nos tornarmos uma sociedade menos hipócrita.


FRANCISCO JOSÉ SIDOTI

FRANSIDOTI@GMAIL.COM

SÃO PAULO


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Ainda as enchentes

Afogados no esgoto


Desde a história do dilúvio o homem convive com enchentes. Mas esse episódio não serve como exemplo porque Noé recebeu o projeto completo

e instruções para construir a sua arca. E ainda foi avisado sete dias antes para embarcar. A nós, pobres mortais, restam-nos as obras para prevenção de calamidades, como ampliação do leito dos rios, construção de piscinões e canalização dos córregos, ampliação das áreas verdes para absorção da água, limpeza das galerias e recolhimento do lixo. Tudo isso com os maiores coeficientes de segurança possíveis. Acontece que as curvas pluviométricas não têm limites para o excesso nem para a escassez. As forças da natureza não têm limites. Basta que o volume de água da chuva seja maior que o de escoamento e a enchente se inicia. No caso do Planalto Paulista, a água só tem uma saída: o leito do Rio Tietê. Aliás, tem uma saída auxiliar: as bombas do Rio Pinheiros para a Billings, se forem ligadas. Se ambas as saídas derem conta de escoar a água, não há enchente. Caso contrário, é rezar para a chuva parar. A água limpa das chuvas nas enchentes é até saudável, ajuda a limpar as cidades. O que não é admissível é conviver com o leito de dois rios que são esgotos a céu aberto, o maior crime ambiental do Brasil. A enchente espalha a peste por boa parte da cidade, é água imunda misturada com lama de esgoto. Ninguém merece. A solução desse grave problema representa a verdadeira arca de Noé. Nem cidades com mais de 2 mil anos escapam de enchentes, vide Paris, Roma, Veneza, Londres. Mas escapam da sujeira.


EUCLIDES SORDI

EUCLIDESSORDI@HOTMAIL.COM

MARINGÁ (PR)


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Sabedoria antiga


Conversando com algumas pessoas sobre a enchente de segunda-feira, lembrava uma aula de História no terceiro ano ginasial, quando o professor Aldo falava sobre o Egito. Contava ele que o Nilo era chamado “a dádiva do Egito”, porque seu povo nunca passava fome graças às cheias desse rio. As terras alagadas tornavam-se férteis para as plantações. Pois parece que ninguém estudou esse capítulo da História, uma vez que se constroem rodovias, prédios e outras obras bem ao lado dos rios. Não só aqui, mas no mundo todo. E vem bem a frase de Confúcio: “Se queres prever o futuro, estuda o passado”. Os egípcios, desde a Antiguidade, já faziam a coisa certa.


MARTHA DE GENNARO

MARTHADG@UOL.COM.BR

SÃO PAULO


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Descaso oficial


Esses episódios que castigam a população são nossos velhos conhecidos e, infelizmente, agora com o agravamento do problema de forma impossível de justificar, ficou clara a indiferença com que ela tem sido tratada. O novo aumento do IPTU serve para comprovar o grau de interesse e respeito que as pessoas que habitam as cidades vítimas dessa tragédia merecem do poder público.


VERA BERTOLUCCI

VERAVAILATI@UOL.COM.BR

SÃO PAULO


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Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

  

EUA X BRA


Com a retirada do Brasil da lista de países em desenvolvimento pelo governo dos EUA, o que certamente acarretará o aumento do já dispendioso custo Brasil pela perda de vantagens e subsídios comerciais, Donald Trump segue dando provas de que é um grande amigo do país governado pelo seu entusiasmado fã Jair Bolsonaro. Muy amigo!


J. S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo


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TIO PATINHAS DA ECONOMIA


O ministro da Economia, Paulo Guedes, cada dia que passa no governo Bolsonaro, mais se aproxima do chefe na liturgia diária das falas inconsequentes. Ditas fora do contexto, como gostam de justificar seus assessores e numa mesa de bar com os amigos, as abobrinhas não seriam tão absurdas assim, pois algumas fazem até sentido. Pela economia que já proporcionou aos cofres do País com suas políticas liberais, Guedes tinha tudo para ser visto como o tio Patinhas da Economia, mas, diante dos fatos, se aproxima mais de outro famoso personagem da Disney, o Pateta.


Abel Pires Rodrigues abel@knn.com.br

Rio de Janeiro


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IMATURIDADE POLÍTICA


Diante da celeuma dos slogans políticos, realçada recentemente pela fala desastrosa do ministro Paulo Guedes condenando o fato de empregadas domésticas irem para a Disneylândia – fala esta contraposta aos discursos petistas que sempre pregaram a importância da questão da luta do pobre contra o rico –, chega-se à conclusão de que o ser humano não é, sobretudo, um ser político, como havia dito Aristóteles, mas, sabe-se agora, é um ser sobretudo psicológico, pois slogans traçaram e traçarão as estratégias eleitorais políticas, num claro reconhecimento da imaturidade política das massas eleitoras em suas considerações e configurações do que é melhor ou pior em matéria de escolhas de candidatos. Slogans são, sim, importantes para as comunicações e para as suas psicologias, mas mais adequado seria que os eleitores tivessem a capacidade de uma autonomia para separar joio de trigo, verborragia inócua de ações políticas corretas e adequadas, interesses escusos de interesses eleitoreiros, presente de recuperação econômica e social de passado de roubalheiras e corrupções desenfreadas.


Marcelo G. Jorge Feres marcelo.gomes.jorge.feres@gmail.com

Rio de Janeiro


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PERAÍ, PAULO GUEDES!


O ministro da Economia, Paulo Guedes, manifestou-se esta semana considerando que o dólar valendo R$ 4,35 é “bom para todo mundo”. Essa é a opinião dele, e a respeitamos. Mas dizer que, com o dólar barato, qualquer pessoa viajava para o exterior – sugerindo, pois, às pessoas viajarem para o Nordeste brasileiro, “cheio de praias bonitas”, ou para Cachoeiro de Itapemirim (ES), “conhecer onde nasceu Roberto Carlos” – já é dose para mamute, além de ser uma comparação ilógica. E Guedes foi além: disse que, com o dólar a R$ 1,80, até empregada doméstica estava “indo para a Disneylândia”, e concluiu: “Peraí!”. “Peraí” dizemos nós, ministro! Empregada doméstica não tem esse direito?


Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo


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PINGOS NOS ‘IS’


Ao ministro Paulo Guedes e às cartas de alguns leitores publicadas neste nosso Fórum do Estadão, permito-me, com meus 74 anos, 39 anos no setor público, um comentário. Ao primeiro, não somos parasitas, e aos outros, não vestimos carapuças. Cito apenas três carreiras, entre tantas outras no serviço público. Na saúde, cito enfermeiros e médicos como exemplos. Seria bom conhecerem a rotina dos plantões ou mesmo dos atendimentos ambulatórias públicos (não ficam na Avenida Paulista), como se salvam vidas ali, muitas vezes sem as melhores condições para o exercício da profissão. Sofremos às vezes com agressões e medo ao trabalhar. E lembro que recentemente o próprio presidente da República foi salvo por médicos de um hospital público. Que estavam fazendo lá? Parasitando? Notícias frequentes são publicadas, também, de professores que são agredidos, com risco de vida, durante uma aula. Baixíssimos salários, condições de sobrevivência ameaçadas e tantas outras faltas de condições. Listar tudo isso daria uma carta de muitas páginas. Afirmar que no sistema não existem falhas seria leviano. Reformulá-lo em alguns pontos, correto. Mas confundirem-nos com a “casta de servidores com altos salários” em muitas outras áreas (não as menciono por questão de ética), isso, sim, deve ser veementemente condenado. Falo de nomeações políticas, os tais cargos de confiança, e inchaços indevidos. E quem gera isso são os políticos. Vamos bater forte nestes privilégios, porém compará-los a nós, nunca. Tenho orgulho de nossa carreira pública, pautada no correto exercício do dever cívico que um servidor público deva ter. Vamos de uma vez por todas colocar os verdadeiros “pingos nos is”.


Claudio Baptista clabap45@gmail.com

São Paulo


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INCONTESTÁVEL


Se a relação “parasita-hospedeiro falido” fosse um fenômeno esporádico, as críticas à metáfora utilizada pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, até que seriam procedentes. Mas, infelizmente, a comparação é exata e incontestável. Não são poucos os maus funcionários públicos que estão pouco se importando com a qualidade do serviço que oferecem, pensando apenas no salário e na estabilidade do emprego. Os privilegiados que tanto reclamam sabem muito bem disso.


Luciano Harary lharary@hotmail.com

São Paulo


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FUNCIONALISMO PÚBLICO


Com altos salários, regalias que funcionários de empresas não estatais não têm, prêmios, estabilidade, aposentadoria fora dos padrões dos particulares, que recolhem muito mais para o INSS, e um desempenho nulo. Todos os procedimentos são demorados nos órgãos públicos, o atendimento, péssimo. O desleixo com o público é notório. A falta de interesse, também. Concordo plenamente com nosso ministro. São parasitas, e com isso estão usando todos os recursos do governo que poderiam ser usados de forma mais adequada.


Maria Regina Lopes dos Santos mreginaguedes@gmail.com

São Paulo


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ALOPRADOS


O ministro Paulo Guedes, ao utilizar o termo “parasita”, foi totalmente mal interpretado pelos aloprados de plantão e atacado fora do contexto de sua explicação. Não poderia ter sido mais claro e mais feliz, depois do Oscar concedido ao filme Parasita! Coincidência, premonição, mensagem divina ou mediúnica, o prêmio foi entregue na mesma cerimônia em que os aloprados de plantão esperavam que o aloprado documentário dirigido por pessoa que foi uma das “parasitas” do hospedeiro Brasil tivesse alguma repercussão. Para ser claro, parasita destrói o hospedeiro e, normalmente, a si mesmo, exceto se não achar outro hospedeiro.


José R. de M. Soares Sobrinho joserubens@jrmacedoadv.com.br

São Paulo


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CORPO-MOLE


Funcionalismo parasita. Não é bem assim! Não entendo que esteja aí o problema. Se contratos de trabalho fossem mais justos e claros, com penas duras àqueles que não os cumprirem, não existiriam estes tais parasitas, ou os ditos “corpo mole”. No setor privado isso pouco existe, porque, não cumprindo o contrato de trabalho, o funcionário é alertado sobre suas falhas, quando não dispensado de suas funções. Simples assim.


Vitor Adissi vitor@clubsoda.com.br

São Paulo


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PARASITÓPOLIS


Brasília muda de nome. Agora, é Parasitópolis. Os parasitopolitanos não sabem se agradecem ao diretor coreano ou ao ministro Paulo Guedes pelo novo nome. Discute-se para saber quem são os parasitas homenageados. Ministros, parlamentares, políticos ou os burocratas? Vão instalar uma Comissão de Inquérito para apurar.

       

Paulo Sergio Arisi paulo.arisi@gmail.com

Porto Alegre


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CANALHICE


O sr. Paulo Guedes ter chamado os funcionários públicos deste país de “parasitas” foi uma grande canalhice de um banqueiro defensor dessas instituições que cobram juros extorsivos e taxas absurdas de uma população pobre e sem recursos. A maioria absoluta dos funcionários públicos deste país ganha uma miséria e trabalha em péssimas condições – como os professores do Rio Grande do Sul, por exemplo. Professores, aliás, dos mais mal remunerados deste país e que estão tendo absurdo achatamento salarial, como os brigadianos, a polícia militar do Rio Grande do Sul, em face da colossal dívida daquele Estado, tão quebrado como o Rio de Janeiro. Roubam bilhões, endividam o Estado até a alma e a conta quem paga é o pobre funcionalismo destes Estados. Medalhões que ganham fortunas, como juízes – estes, sim, não trabalham e alguns ganham mais de R$ 100 mil por mês, mas nestes salários absurdos ninguém mexe. Eu sou gaúcho e a reforma do governador Eduardo Leite é apenas jogar a conta em cima de professores, coitados, que ganham uma miséria, trabalham em escolas carcomidas e podem ainda apanhar de aluno dentro da sala de aula. Dizer que funcionário com média salarial de R$ 3 mil ganha muito é sem-vergonhice. O salário mínimo hoje não paga uma conta de supermercado.


Paulo Roberto da Silva Alves pauloroberto.s.alves@hotmail.com

Rio de Janeiro


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ESTÁ NA MODA


Para o ministro Paulo Guedes, funcionários públicos são “parasitas”. O filme premiado no Oscar foi o sul-coreano Parasita, mas os verdadeiros parasitas são os petistas. Durante os governos Lula-Dilma, a contratação de funcionários para a administração pública foi recorde, com o objetivo de engordar as finanças dos “aloprados”, uma vez que é sabido que todo filiado ao partido de Lula contribui com um dízimo. O contratado recebia dinheiro público e repassava parte para o partido. Esta era a rachadinha petista.


José A. Muller josealcidesmuller@hotmail.com

Avaré


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LULA E O PAPA


No encontro que teve com o papa Francisco no Vaticano, o ex-presidente Lula, condenado por corrupção, bem que poderia ter sido advertido pelo pontífice de que um dos mandamentos do decálogo bíblico é “não furtarás”.


Túllio M. Soares Carvalho tulliocarvalho.advocacia@gmail.com

Belo Horizonte


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QUE JUSTIÇA É ESTA?


O sr. Lula tinha uma audiência marcada na Justiça Federal sobre o processo a que responde na 10.ª Vara Criminal. No início do mês, comunicou ao juiz responsável que iria a uma audiência com o papa. Isso quer dizer o seguinte: ele comunicou ao juiz e este autorizou um presidiário a ausentar-se do País. E querem que acreditemos na Justiça brasileira?


Jonas de Matos jonas@jonasdematos.com.br

São Paulo


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APRENDIZADO


Será que Lula perguntou ao papa como se escreve golpe em latim? O Vaticano não tem serviço de assessoria? Receber um criminoso condenado pela Justiça brasileira? O pior é que deixaram ele sair do Brasil. Uma vergonha!


Luiz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo


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PERDÃO


Não entendo as críticas a respeito dessa visita. O papa é o líder supremo da Cristandade e certamente segue os ensinamentos de Jesus Cristo, que, mesmo na cruz, perdoou os dois homens crucificados ao seu lado.


Vera Augusta Vailati Bertolucci veravailati@uol.com.br

São Paulo


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CONSIDERAÇÃO PAPAL


Sou católico apostólico romano e fiel cumpridor dos preceitos religiosos e de cidadão respeitador das leis de meu país. Não concordo com a audiência concedida pelo papa a um ex-presidente que cumpre pena por corrupção, lavagem de dinheiro, não respeitador das leis e, tão pouco, do povo que o elegeu. Ao vê-lo apertando a mão de Lula, lembrei-me da cena em que o pontífice não só negou cumprimentar uma senhora, como bateu iradamente em sua mão. Não mereceria ela maior consideração por este papa do que um criminoso contumaz e, ainda, com processos a serem julgados? Será que Sua Santidade reza na mesma cartilha da “esquerda festiva”?


José Olinto Olivotto Soares jolintoos@gmail.com

Bragança Paulista


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ARREPENDIDO?


Espero e acho que mais pessoas, muito mais pessoas, também esperam que o sr. Lula tenha confessado todos os seus pecados ao papa Francisco.


Isael Coleone isael.coleone@gmail.com

Indaiatuba


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CONFISSÃO


Se Lula foi confessar seus pecados ao papa, deu mais uma demonstração de sua megalomania, pois poderia tê-lo feito a um padre.


F. G. Salgado Cesar fgscesar@hotmail.com

Guarujá


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PELO PODER


Numa última tentativa de não perder o “poder”, Lula, como sempre, não deixa de apelar. Esta visita ao papa é a mais recente. Sabemos que ele não tem fé, não acredita em Deus.


Laert Pinto Barbosa laert_barbosa@globo.com

São Paulo


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SABEDORIA POPULAR


Como diz o ditado, ir a Roma e não visitar o papa é o mesmo que ter sido casado e não ir ao cemitério visitar a esposa falecida.


Carlos Gaspar carlos-gaspar@uol.com.br

São Paulo


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LULA NO VATICANO


A hipocrisia é o carro chefe da imoralidade indômita!


Francisco José Sidoti fransidoti@gmail.com

São Paulo


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LULA & FRANCISCO – EXPERTISE


Na pauta, uma nova e redentora ordem socioeconômica mundial. Lulla, com sua experiência Petro-Roubras e propino-empreiteiras. Já Francisco, com a santa católico-ecumênica Banca Ambrosiana...


A.Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo


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CRIME E PODER


Criticam o filho de Bolsonaro por ter condecorado o “capitão” Adriano, e como fica o papa?


Eugênio José Alati eugenioalati13@gmail.com

Campinas


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OFENSA


Ao ver a foto do líder supremo da Igreja Católica ao lado do maior inocente (risos) da história deste país, cheguei à conclusão do porquê as igrejas (sic) ditas evangélicas se multiplicam. Ninguém para alertar o Chico?


Jose Roberto Palma palmajoseroberto@yahoo.com.br

São Paulo


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PROFESSOR DAMÁSIO DE JESUS


Com pesar, tomei conhecimento dia 13/2/2020 do passamento do grande mestre de Direito Penal e renomado professor Damásio de Jesus. A advocacia brasileira está de luto. Ele foi um grande causídico, de reconhecimento internacional, de largo saber jurídico. Criou parâmetros para a atuação na Justiça Criminal e era portador de cultura inexcedível e de um conjunto de caracteres invejáveis, e honrou a advocacia como ninguém. A propósito, sua militância profissional e em defesa das instituições, do ensino jurídico, constituem indubitavelmente um grande capítulo relevante da formação do Estado Democrático do Direito em nosso país. Ele não precisou se submeter à escravidão moderna, à excrescência do fraudulento e famigerado caça-níqueis exame da OAB, uma chaga social que envergonha o país dos desempregados, para se tornar famoso. Isso significa dizer que um grande professor e jurista se faz ao longo de duras lides forenses, e não ao ser obrigado a decorar cerca de 181 mil leis. Trata-se de uma perda irreparável para a advocacia e merece ser galardoado in memorian pelo presidente República, Jair Bolsonaro, com a mais alta comenda deste país, com a Ordem Nacional do Mérito (Brasil), pelos relevantes serviços prestados ao Brasil. Que se multipliquem os homens épicos, homéricos, probos e portadores dos caracteres invejáveis como o professor Damásio de Jesus, para que os órgãos, entidades e instituições possam encontrar remédios, complementos e suplementos capazes de encurtar os caminhos entre o desejável e o alcançável. Descanse em paz, professor Damásio de Jesus, vai ser muito difícil substituir a dignidade que o senhor tão bem emprestou à advocacia brasileira. Que o seu legado seja motivo de ânimo e júbilo para a advocacia e para a Justiça.


Vasco Vasconcelos Vasco.vasconcelos@brturbo.com.br

Brasília 

 

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