Fórum dos Leitores

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Fórum dos Leitores, O Estado de S. Paulo

26 de fevereiro de 2020 | 03h00

Saúde pública

Medo do coronavírus

De importância capital, o artigo Medo (24/2, A10), de Daniel Martins de Barros, aborda em termos precisos a questão do coronavírus em comparação com nossas mazelas da vez: as enchentes causadoras de leptospirose e a falta de saneamento básico – que provoca diarreias – para metade dos brasileiros. Apesar dos índices de mortalidade maiores por leptospirose (8,9%) e diarreia (mais de 7 mil mortes por ano), essas tragédias nacionais não causam tanto medo como o novo vírus que vem da China. Como diz o dr. Barros, as emoções passam, mas as consequências ficam.

HERMANN GRINFELD, médico

HERMANN.GRINFELD@YAHOO.COM.BR

SÃO PAULO

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Covid-19

A epidemia de coronavírus, Covid-19, é extremamente preocupante. Em pouco tempo está se alastrando na maioria dos países e já provocou mais de 2 mil mortes, mais do que a Sars, a síndrome respiratória aguda grave, 2002-2003, com 800 casos fatais. O Brasil ainda não teve nenhum caso detectado, mas a vinda de multidões de turistas para o carnaval faz prever que o pior aconteça. Essa epidemia se revela extremamente contagiosa e grave, o que deveria justificar medidas extremas – entre elas a suspensão das festividades carnavalescas.

LUIGI VERCESI

LUIGIAPVERCESI@GMAIL.COM

BOTUCATU

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Vontade política

É digna de elogios a estratégia aplicada pelos Ministérios da Saúde e da Defesa no manejo do novo coronavírus, tanto na quarentena dos brasileiros que estavam no epicentro da doença na China quanto no escrutínio dos passageiros provenientes de países onde já existem casos comprovados, principalmente asiáticos. A disseminação dessa e de outras doenças semelhantes está diretamente relacionada à qualidade do sistema de saúde local. O Brasil tem pessoal habilitado e condições técnicas adequadas para lidar com a doença se ela aparecer. É mais uma demonstração de que a saúde pública pode melhorar muito, em vários aspectos, se houver vontade política.

LUCIANO HARARY

LHARARY@HOTMAIL.COM

SÃO PAULO

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Serviço público

Descompensação

O recente episódio da carregadeira em Sobral (CE) certamente foi motivado por duas deformações na política e na administração pública. A primeira, a profunda desproporção nas escalas salariais do serviço público. Algumas carreiras privilegiadas do Judiciário, do Legislativo e do Executivo, pela capacidade de acumular penduricalhos e benefícios desproporcionais, estão se distanciando das demais classes funcionais, públicas e privadas. O Legislativo mostra-se incapaz de corrigir as distorções salariais, ao contrário, ele as promove. Da mesma forma o Supremo Tribunal Federal, que proporciona espetáculos de aprovação de disfunções salariais. Tudo isso é de conhecimento da classe laboral, que vê a farra financeira nas classes “superiores”. A outra deformação profunda se dá com a perpetuação na política dos “coronéis” e chefes de partidos, que, além de manusearem verba pública a seu bel-prazer, dão espetáculos grotescos, como o show típico de “capitão do mato” de Cid Gomes.

MARTIM AFFONSO SANTA LUCCI

MSLUCCI@UOL.COM.BR

CAMPO GRANDE

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Faraós

Mais um exemplo de como o Judiciário no Brasil gasta de modo irresponsável o dinheiro do contribuinte para benefício exclusivo dos seus: o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) gastou em 2019 R$ 178 milhões a título de auxílio a seus funcionários ativos para pagamento de creche, escola e médico. Surpreende que o TJSP possa agir com total liberdade para promover esses gastos, não é necessário prévia aprovação de nenhum outro órgão governamental, como Assembleia Legislativa, por exemplo. Se alguém imagina que o setor público no Brasil – Executivo, Legislativo e Judiciário – se preocupa com o bem-estar da sociedade, melhor esquecer. Enquanto o povo aceitar passivamente essa situação, as coisas só vão piorar. O setor público brasileiro está nas mãos de uma elite de funcionários que se protegem uns aos outros e reinam como os antigos faraós do Egito.

FABIO DE ARAUJO

FANDERAOS@GMAIL.COM

SÃO PAULO


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‘Moralidade e ética’

Excelente o artigo de Ruy Altenfelder de 23/2 (A2), lembrando que o Estado brasileiro tem a obrigação de se conduzir moralmente por determinação expressa do artigo 37 da Constituição. Ou seja, o agente público ético deve ter como meta exclusiva servir ao cidadão. Listo fatos que me parecem imorais, pois o cidadão não é a meta final: Alcolumbre elevar a idade dos filhos de senadores para o gozo de benefícios de plano de saúde, Cid Gomes avançar contra o público conduzindo uma retroescavadeira, a resistência de parlamentares à proposta de Sergio Moro sobre crimes de sangue e de colarinho-branco, o TJSP gastando R$ 117 milhões com benefícios para seus funcionários... Bem, a lista é infindável, mas chamo a atenção para o fato de que Jair Bolsonaro, que é um manancial inesgotável de atitudes mal-educadas e até antiéticas, mantém seus apoiadores porque essas atitudes não ferem o dito artigo 37 da Constituição e pouco influenciam na máquina pública – e, como bem mostrou J. R. Guzzo (A7), as sentenças do Judiciário, as decisões do Congresso e o texto constitucional continuam sendo obedecidos, a imprensa continua livre, etc. Durma-se com um barulho desses.

SANDRA MARIA GONÇALVES

SANDGON46@GMAIL.COM

SÃO PAULO

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Eleição municipal

Em São Paulo

Em 2016 Datena chegou a ser pré-candidato a prefeito pelo PP, mas desistiu de entrar no páreo por causa das denúncias de corrupção contra o partido na Lava Jato. Será que agora se sentirá confortável no MDB...?

ROBERTO TONET

ROBERTO_TONET@HOTMAIL.COM

SÃO PAULO

CARNAVAL E SENSO DE RAZOABILIDADE

O carnaval brasileiro é uma expressão de alegria e de liberdade que nos parece excessiva. Ao mesmo tempo em que no Brasil-momo é o rei e nenhuma outra atividade é importante por cinco dias, ninguém dá atenção à advertência extrema da Organização Mundial da Saúde (OMS) no sentido de que vivemos uma “potencial pandemia” do coronavírus, que já provocou mortes na Itália, no Irã e na Coreia do Sul, em sua propagação nos últimos dias. No mínimo a imprensa deveria equilibrar-se, noticiando as festanças, mas, proporcionalmente, os assuntos sérios, além do mencionado, que afetam um país lançado num buraco e do qual precisa sair com o emprego do máximo de esforços. Não se objurga o carnaval, mas não podemos perder o senso de razoabilidade que o momento exige do mundo e do Brasil.

Amadeu R. Garrido de Paula 

amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

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DA EPIDEMIA À PANDEMIA

Como se temia, o surto do coronavírus made in China deixou as fronteiras do país e já contaminou pessoas na Itália, na Coreia do Sul, na Alemanha, na França, no Irã, entre outros países, com números oficiais de quase 89 mil casos confirmados e mais de 2.600 óbitos. Entre a epidemia outrora restrita ao território chinês e a pandemia mundial, uma tênue linha divisória. Oremos...

J. S. Decol 

decoljs@gmail.com

São Paulo

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SEGURA ESSA, BRASIL!

Não sou médico infectologista, porém, tendo em vista que o coronavírus se alastra pela Ásia e Europa, e que o Brasil é um destino turístico dos mais procurados, adivinhem o que pode acontecer daqui a 15 dias? Pois é, mas cadê o peito para cancelar um carnaval com incontáveis aglomerações?

Ricardo C. Siqueira 

ricardocsiqueira@globo.com

Niterói (RJ)

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FIM DE FESTA

Quarta-feira de cinzas, a festa acabou. Agora, é juntar os cacos e levar para casa tudo o que sobrou: quase nada...

Virgílio Melhado Passoni 

mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)

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COMEÇOU 2020

Acabou o carnaval. Feliz ano novo, Congresso Nacional!

Luiz Frid 

luiz.frid@globomail.com

São Paulo

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BELO HORIZONTE EM FESTA

Parece que a prefeitura de Belo Horizonte está esbanjando dinheiro, pois gastou 80 mil litros de água para limpar as ruas no último domingo, além de recolher 120 toneladas de lixo em um único dia. A falta de organização e de planejamento causa esse desperdício de dinheiro. A receita total do município em 2018 foi de R$ 10,56 bilhões, a dívida consolidada líquida era de R$ 1,71 bilhão e os gastos com educação somaram R$ 1,5 bilhão. É um absurdo, mas os dados de 2019 ainda não estão consolidados. Os programas Cultivando Água Boa e Caça Gotas da Copasa estão em completa divergência com o carnaval.

José Carlos Saraiva da Costa 

jcsdc@uol.com.br

Belo Horizonte

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PÉSSIMO PARA MINAS GERAIS

Infelizmente, o empresário dito de sucesso que virou governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), quando todos acreditavam que daria um jeito nas combalidas finanças do Estado – já que no primeiro ano de governo chegou a reduzir o déficit de R$ 15 bilhões para R$ 8 bilhões –, deu-nos negativa surpresa: desafortunadamente, deu um reajuste salarial de 41,7% aos policiais do Estado, devendo inflar as despesas em mais R$ 20 bilhões até 2022. E o rombo pode subir neste ano para R$ 13 bilhões, como informou editorial do Estadão Responsabilidade ainda que tardia (24/2, A3). Não satisfeito, Zema ainda deve aceitar mais 30% de reajuste para todo o funcionalismo. Não é um absurdo? Ora, se acha que pode pagar este irresponsável reajuste para seus servidores, então por que solicitou e conseguiu uma liminar no Supremo Tribunal Federal (STF) para ficar inadimplente em suas dívidas com a União e, ao mesmo tempo, negocia com o governo federal a entrada do seu Estado no Regime de Recuperação Fiscal? E, entre os 12 Estados que estão no fundo do poço e até sem pagar salários, para tristeza do povo mineiro Minas é o que está pior situação.

Paulo Panossian 

paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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A CONTA DA IRRESPONSABILIDADE

Já se falou muito a respeito do despreparo do governador mineiro na questão do aumento salarial aos seus militares. E não foi modesto. Concedeu 44% de aumento e a Assembleia local jogou a última pá de cal em Minas Gerais, um Estado arrasado que não paga ninguém pontualmente, nem os funcionários. O problema é deles, ou deveria ser, já que o descaramento é enorme e pretendem simplesmente, mais uma vez, empurrar a desgraça para o restante dos brasileiros através de Brasília. Espero que não consigam e criem vergonha na cara. Paulistas, por exemplo, não querem essa conta da irresponsabilidade e caradurismo.

Ademir Valezi 

valezi@uol.com.br

São Paulo

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ANOMIA

Não é do recente movimento reivindicatório dos agentes da segurança pública do Estado do Ceará a maior parcela de responsabilidade pela possível contaminação em âmbito nacional capaz de desafiar a lei e a ordem, mas principalmente da perigosa precedência configurada por atos políticos sancionados por vários governadores de Estados e pelo menos dois ex-presidentes, Dilma Rousseff e Michel Temer, ao término de movimentos semelhantes ocorridos durante os últimos anos, concedendo anistia aos líderes amotinados, na contramão do entendimento reafirmado em 2017 pelo Supremo Tribunal Federal (STF) que estabelece a inconstitucionalidade de realização de greve de policiais e de servidores encarregados de garantir o direito de ir e vir das populações. Trata-se, portanto, menos de uma questão de cumprimento da lei do que de atitudes demagógicas e covardes de quem se compromete a qualquer preço em troca de votos e da manutenção do poder. Ou estancam-se tais atitudes inconsequentes ou o País corre sério risco de mergulhar num perigoso clima de anomia.

Paulo Roberto Gotaç 

prgotac@hotmail.com

Rio de Janeiro

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ASSUSTADORAS DECLARAÇÕES

Para dizer bobagens, sangrando ainda mais os corações da amedrontada e afrontada população, o ministro da Justiça, Sérgio Moro, não precisa ir flanar no Ceará. A síntese da percepção de Moro diante do quadro da violenta onda de 147 assassinatos no Estado cearense foi estarrecedora: “Está tudo sob controle. Não há uma situação de absoluta desordem nas ruas”. Coisa feia, ministro. Ponha os pés no chão. Na mesma linha ridícula de Moro, outra declaração inacreditável partiu da ministra Damares Alves. Atropelando e desafiando a Constituição, Damares defendeu, em Genebra, o direito de greve dos militares encapuzados no Ceará. Depois, alertada pela barbaridade proferida, a falastrona Dalmares recuou. Virou hábito autoridade falar o que não deve pelos cotovelos, pagando, a seguir, pela língua sem freios.

Vicente Limongi Netto 

limonginetto@hotmail.com

Brasília

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COISA DE MARIQUINHAS

O patrulhamento de um parcial e tendencioso grupo de comunicação em metástase física e operacional está se convertendo em baixarias. Em pleno carnaval, li num de seus sites que o presidente Jair Bolsonaro cometeu infração leve de trânsito ao sair para um passeio de motocicleta, em Guarujá, na Baixada Santista, sem que o capacete estivesse preso ao pescoço. Pela gravidade (?) da notícia, noticie-se a Terceira Guerra Mundial, pois! Engraçado, igual policiamento e postura cívica não se viram na divulgação do triste episódio mambembe ocorrido em Sobral (CE) envolvendo o licenciado senador cariri Cid Gomes, que, criminosamente, projetou uma retroescavadeira sobre policiais e suas famílias, todos aquartelados numa unidade militar. Longe de abordar a insanidade e a irresponsabilidade civil e criminal do parlamentar, não li nem ouvi qualquer notícia desse grupo contestando se o senador estava habilitado legalmente a conduzir o referido trator. Nos meus tempos de garoto, essa manchete seria considerada fofoca de mariquinhas e os protagonistas seriam severa e moralmente repreendidos pelos demais. A propósito, com 2022 no horizonte, urge que os globais providenciem logo as certidões necessárias à renovação da concessão da TV platinada.

Celso David de Oliveira 

david.celso@gmail.com

Rio de Janeiro

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GRAVÍSSIMO

Nem todos os  setores da mídia deram a devida importância ao gravíssimo ato praticado pelo senador licenciado Cid Gomes na cidade de Sobral, Ceará, quando este cidadão, a bordo de uma retroescavadeira, investiu perigosamente contra um grupo de policiais que faziam reivindicações salariais. Não é preciso ser nenhum ministro da Justiça para concluir que sua excelência infringiu pelo menos meia dúzia de artigos  do Código Penal. Ficou  evidente que houve uma  tentativa de homicídio. Só não vê, ou não viu, quem não quis.

Maria E. Amaral 

marilisa.amaral2020@bol.com.br

São Paulo

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GREVE DA PM

O coroné Cid desconhece que esse tempo já passou. Sobral é independente.

Adalberto Amaral Allegrini adalberto.allegrini@gmail.com

Bragança Paulista

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CID GOMES

Como uma pessoa leva um tiro no peito sem furar a camisa, sem sangrar muito e ainda sair andando? Estranho, não?

Milton Bulach  

mbulach@gmail.com

Campinas

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GOVERNO BOLSONARO

Jair Messias Bolsonaro, capitão reformado do Exército que se tornou presidente da República, diariamente é alvo de críticas por “distribuir bananas”, ofender homens, mulheres, nordestinos, familiares de opositores, profissionais da imprensa e arrumar confusão com alguns governadores, mas, apesar disso tudo, ainda tem muito apoio popular, como mostra recente pesquisa da XP Investimentos e do Ipespe. O governo Bolsonaro é apontado como ruim ou péssimo para 36% dos entrevistados e, juntando os votos daqueles que o consideram ótimo ou bom e regular, atinge 63%. Bolsonaro sem dúvida é um boquirroto, mas até prova em contrário não é ladrão.

José A. Muller 

josealcidesmuller@hotmail.com

Avaré

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ENTREVISTA COM LOBÃO

Em primeiro lugar, deixo clara uma informação: não votei nas últimas eleições e justifiquei. Governo eleito, passei a acompanhar os fatos, torcendo para que tudo desse certo. Li, no fim de semana, neste jornal, a entrevista com o senhor Lobão, que, em resumo, disse que o presidente é um desequilibrado emocional, moral, intelectual e, mais, um demente e delirante, que significa a mesma coisa (‘Bolsonaro não tem condições morais de administrar o País’Estadão, 23/2, A6). Foi além, transformou o ministro Sérgio Moro, o brasileiro mais popular no Brasil e mundo afora, em eunuco da Justiça! Todos sabemos que o presidente não prima pelos bons modos e fala muitas vezes sem pensar, mas nunca o vimos se referir a alguém usando das “qualidades” que o citado entrevistado usou. Como não vi nada de construtivo em toda a entrevista, tomo a liberdade de sugerir que o “artista” dê nova entrevista, apontando uma dezena de soluções para tentarmos tapar o abissal buraco no qual o PT jogou o Brasil. É simples, faça um esforço, como bom patriota.

Eduardo Augusto de Campos Pires 

eacpires@gmail.com

São Paulo

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‘ESTELIONATO ELEITORAL’

Assino Estadão há muitos anos e no fim de semana mais uma vez fui recompensado com a magnífica entrevista do Lobão. Diz tudo o que vivencio atualmente sobre o governo(?). Votei para fugir do PT corrupto e caí numa direita burra e despreparada.

José Roberto Palma 

palmapai@yahoo.com.br

São Paulo

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CHUTE NO BALDE

Corretíssimo o entrevistado Lobão. Estava na hora de alguém, literalmente, “chutar o balde”.

Maria Lucia R. Jorge 

mlucia.rjorge@gmail.com

Piracicaba

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SEM PROCURAÇÃO

Li a entrevista do cantor Lobão no Estadão de 23/2 e não tenho procuração para defender o presidente Bolsonaro, mas, pelo que li e entendi, referida entrevista dispensa maiores comentários, pelo fanatismo, pela desinformação e pelos insultos gratuitos partidos de quem se trata: um cantor de origem burguesa, ex-adepto do lulismo, que teve uma vida conflituosa com os pais, mentalmente doentes, e que, inclusive, consta de seu currículo uma agressão física ao pai, causada pela expulsão de casa aos 19 anos.

Arnaldo Luiz de Oliveira Filho 

arluolf@hotmail.com

Itapeva

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A TOMADA DE MONTE CASTELO

Tombaram em combate 478 brasileiros da Força Expedicionária Brasileira lutando contra a ditadura do nazismo em terras italianas do já derrotado fascismo como registra matéria Tomada de Monte Castelo faz 75 anos (23/2, A7). Sem contar inúmeros outros que de lá retornaram com problemas de saúde e mentais graves decorrentes das tensões sofridas na guerra, e deixados por aqui à própria sorte. Enquanto terroristas lutando para instalar uma ditadura de esquerda recebem gordas indenizações, o que receberam esses heróis e seus familiares?

José Elias Laier 

joseeliaslaier@gmail.com

São Carlos

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