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Fórum dos Leitores, O Estado de S.Paulo

25 de julho de 2020 | 03h00

Desgoverno Bolsonaro

Que país é esse?


Apesar das promessas de campanha de uma “nova política”, só assistimos a mais do mesmo. A educação foi objeto de tentativa de reduzir o montante do Fundeb, essencial à manutenção ensino, para que fosse destinado a um novo programa de renda para os mais pobres, com óbvio intuito eleitoreiro. O governo perdeu, mas diz que a aprovação do fundo é mérito dele. A saúde, conduzida por militar da ativa em meio à pandemia, tem aumento diário de óbitos; repassou porcentagem mínima do orçamento a Estados e municípios; deixa faltar medicação necessária para entubar pacientes graves; ignora recomendação de especialistas sobre necessidade de isolamento, que pode levar a pandemia a durar até dois anos no País, incentivando a reabertura dos serviços em geral. Agora denuncia o senador Major Olímpio que R$ 30 milhões destinados à pandemia são ofertados a parlamentares para usarem como desejarem em suas bases, em troca de apoio ao governo – extremamente grave, se comprovado. A Economia traz um “pacote” para a reforma tributária juntando PIS e Cofins e flertando com a volta da CPMF nas transações online. Quem hoje não faz isso? O presidente distribui postos com orçamentos imensos aos novos parceiros políticos, que demonizou na campanha – nomeações de parentes sem qualificações para cargos-chave. E a falta de transparência das agendas governamentais está virando lei. Enquanto isso, ainda infectado, o presidente faz propaganda com caixa de cloroquina na mão, passeia de motocicleta e fala com garis sem máscara. Afinal, que país é esse?


LUCIA HELENA FLAQUER

LUCIA.FLAQUER@GMAIL.COM

SÃO PAULO


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Arremedo


Jair Bolsonaro repete as atitudes de governos que antes condenava. Criticava os petistas por populismo e cabides de empregos e agora a imprensa informa que seus aliados estão indicando parentes para cargos no governo. Igualmente se esqueceu de reformas importantíssimas, como a administrativa, que era tabu nos governos do PT por atingir a privilegiada classe do funcionalismo público. A reforma da Previdência, adiantada no governo Temer, saiu por esforço do Legislativo e, assim mesmo, mantendo inúmeros privilégios de certas classes de servidores. Mexer com a Eletrobrás, na empresa do trem-bala, na rede de TV estatal (inchadas de pessoal), então... Assim como naqueles governos predominava o corporativismo, Bolsonaro segue agindo como sindicalista, principalmente ao defender e dar aumentos expressivos a algumas classes de militares e/ou policiais, mesmo com a péssima situação fiscal do País. Suas atitudes seguem no rumo de Chávez e Maduro, que tanto condenava. Na Venezuela deu no que deu.


ÉLLIS A. OLIVEIRA

ELLISCNH@HOTMAIL.COM

CUNHA


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Velhíssima política


Bolsonaro não resistiu a negociar com o Centrão. O Fundeb está sob o comando de Marcelo Ponte, ex-chefe de gabinete de Ciro Nogueira (PP-PI). A Secretaria Nacional de Mobilidade e Desenvolvimento Regional e Urbano está nas mãos de Tiago Pontes Queiroz, ligado ao Progressistas, antigo PP. Carlos Fernando Ferreira da Silva Filho lidera a Superintendência de Trens Urbanos do Recife. Coronel Giovanne Gomes da Silva é o presidente da Funasa. Carlos Marun (MDB) está no conselho de Itaipu. Na campanha de 2018 Bolsonaro disse várias vezes que não faria o “toma lá dá cá”. A verdade vai surgindo.


JOSÉ CARLOS SARAIVA DA COSTA

JCSDC@UOL.COM.BR

BELO HORIZONTE


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Lobistas no Alvorada


Depois de descumprir outra promessa de campanha, a de transparência total dos atos oficiais, Bolsonaro camufla ainda mais o seu governo. O que pensar de um governo que facilita o acesso às armas após reunião com os lobistas armamentistas? Ou que se reuniu com lobistas do ramo farmacêutico e em seguida saiu tratando a hidroxicloroquina como o remédio dos deuses? “Coincidência”? Mas o governo não libera sua agenda de visitas, o que deixa mais dúvidas. A República corre risco quando os interesses privados são postos acima das necessidades públicas.


LUCAS DIAS

LUCAS_SANDIAS@HOTMAIL.COM

RIO VERDE (GO)


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Encontros secretos


Ao omitir o nome de visitantes do Palácio da Alvorada, o presidente diz proteger sua segurança e a de sua família. A mim parece que quer proteger encontros não muito republicanos...


LUIZ FRID

FRIDLUIZ@GMAIL.COM

SÃO PAULO


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Fé abalada


Tenho notado nas redes sociais que à medida que a morte vai chegando perto das pessoas – perda de amigos ou familiares – a fé que tinham nos efeitos milagrosos da cloroquina arrefece. Defensores ardorosos da droga (ou de Bolsonaro?), muitas vezes até com palavreado violento e desrespeitoso, agora emudecem. Diz o ditado que “quem não aprende pelo amor (sabedoria) aprende pela dor”.


SANDRA MARIA GONÇALVES

SANDGON46@GMAIL.COM

SÃO PAULO


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Desatino


Oferecer cloroquina a uma ema é efeito colateral do uso abusivo desse medicamento?


RODRIGO IBRAIM

RODRIGOIBRAIM@GMAIL.COM

TABOÃO DA SERRA


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Finanças públicas


Atuo amadoramente no mercado de ações e fiquei surpreso com a proposta feita por grandes grupos nacionais, donos da Eneva, para adquirirem mais de 28% da AES Tietê pertencentes ao BNDES, pagando apenas 10% em dinheiro e o restante em ações da própria Eneva, ficando o BNDES com pouco mais de 8% da Eneva. Neste momento de crise, o banco público de fomento precisa de dinheiro novo para ajudar pequenas e médias empresas que passam por dificuldades, e não ficar trocando “cebolas”.


JORGE DE JESUS LONGATO

FINANCEIRO@CESTADECOMPRAS.COM.BR

MOGI MIRIM


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MÁSCARA E CAPACETE


O presidente Jair Bolsonaro foi flagrado passeando de moto usando capacete, porém sem máscara e conversando com garis que faziam a limpeza de uma área externa do Palácio da Alvorada na tarde de quinta-feira (23). Por qual motivo ele usava capacete e não usava máscara, já que são ambos obrigatórios? Acho que sei. Ele não usava máscara para não ocultar seu rosto jovial e bonito e usava capacete para não mostrar o que tem na cabeça.


Cláudio Moschella arquiteto@claudiomoschella.net

São Paulo


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‘E DAÍ?’


Bolsonaro passeou sem máscara e conversou com garis. E continua com covid-19? Como isso pode ser classificado?


Sérgio Eckermann Passos sepassos@yahoo.com.br

Porto Feliz


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IRRESPONSÁVEL


Além da falta de compromisso com a saúde pública, da falta de informações oficiais sobre a evolução da pandemia, da insistência no descumprimento do uso de máscara e isolamento social, bem como do represamento dos recursos para combate à covid-19, entre outras coisas, o presidente Jair Bolsonaro, que testou positivo pela terceira vez para a doença, mesmo dizendo estar usando a cloroquina, irresponsavelmente passeou de moto e conversou com garis sem qualquer proteção facial. Ora, como ele é “o machão do Planalto”, deveria pelo menos zelar pela saúde dos demais, abdicando de suas peripécias irresponsáveis. Daí a falar que Bolsonaro veio do baixo clero é ofender seus pares daquela ocasião. É lamentável!


Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo


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POSITIVO, APESAR DA CLOROQUINA


Com efeito, há mais mistérios entre a insistente recomendação e o endosso pessoal do presidente Bolsonaro ao não recomendado uso da cloroquina no combate à covid-19 do que supõe a nossa vã filosofia...


J. S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo


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PROPAGANDA DA CLOROQUINA


Coitada da ema do Palácio da Alvorada. Passeando tranquila, teve de fugir do presidente ainda com covid-19.


Carlos Gaspar carlos-gaspar@uol.com.br

São Paulo


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A FUGA DA EMA


Até a ema do Palácio da Alvorada já entendeu que a cloroquina não funciona...


Luciano Harary lharary@hotmail.com

São Paulo


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NÃO TEVE INFÂNCIA


O comportamento do presidente Bolsonaro é típico de adulto que não teve infância adequada. Cresceu com a mentalidade de uma criança, mas pensa que sabe tudo; achou que seria um militar de patente alta, mas chegou somente à metade, um capitão inexpressivo. Tentou ser político, achando que era inteligente, pelo menos nessa atividade. Depois de sete mandatos apagados na Câmara dos Deputados, achou que seria um bom presidente da República, depois de ver um ex-sindicalista chegar ao poder por duas vezes. Como toda criança, sabia manejar o computador como se fosse um aparelho de videogame, o que facilitou para surpreender os concorrentes na mídia social, uma novidade na propaganda eleitoral naquela época. A suposto “criança prodígio” chegou à Presidência. Ficou encantada, começou a brincar de governar como um ótimo trapalhão. Muitas “crianças” da sua idade gostam de vê-lo assim, brincando de garoto-propaganda da cloroquina, andando de moto com o vírus da covid-19 na garupa, cavalgando no Planalto, voando baixo com helicóptero diante dos seus apoiadores, sempre sem máscara, sua marca de “homem atlético”. Como criança, pensou que era imune ao vírus, mas caiu do cavalo, literalmente. Agora vai se comportar como adulto responsável? Só vendo para acreditar...


Toshio Icizuca toshioicizuca@terra.com.br

Piracicaba


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GROTESCA BIOGRAFIA


Confirmando o que no mundo afora já foi exaustivamente comprovado, sobre a ineficiência da hidroxicloroquina, associada ou não à azitromicina, com seus graves efeitos colaterais, o estudo liderado pelo grupo Coalizão Covid-19 Brasil, com a participação de 55 hospitais públicos e privados de grande credibilidade e publicado pelo periódico científico New England jornal of Medicine, expõe os prejuízos morais e financeiro da adoção de políticas públicas sem embasamento científico, fartamente disponível no próprio país, como mostra o episódio. O capitão Bolsonaro deu literalmente um tiro no escuro ao convocar os laboratórios militares para fabricarem o remédio, como se fosse munição em tempos de guerra. Se o resultado fosse positivo, o presidente necessitaria, da mesma forma, desses estudos científicos para a fundamental prescrição do medicamento pela medicina legal, logo, teria a seu favor o único benefício de o tal tiro não ter acertado o próprio pé. Os historiadores já podem guardar mais este episódio para a grotesca biografia do capitão presidente.


Abel Pires Rodrigues abel@knn.com.br

Rio de Janeiro


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‘A TRAGÉDIA DENTRO DA TRAGÉDIA’


Sobre o editorial A tragédia dentro da tragédia (Estado, 24/7, A3), não há mais dúvidas de que a gestão da pandemia no Brasil está sendo uma das piores no mundo. O presidente Jair Bolsonaro, sabendo que está infectado, continua desrespeitando as mais elementares regras, o distanciamento social e o uso obrigatório da máscara, além de insistir em prescrever o uso de remédios sem ter gabarito para isso. A pandemia está muito longe de acabar, à Nação resta levar adiante o processo para afastar do poder o pior presidente que o País já teve. Motivos não faltam para o impeachment de Jair Bolsonaro.


Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo


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POR QUE A ECONOMIA DE GASTOS COM A COVID-19?


Da verba orçamentária para a covid-19, somente a quarta parte foi gasta, faltando as três outras. É desejo irresistível de atacar Estados e municípios ou de encontrar complicação na decisão do STF?


José C. de Carvalho Carneiro carneirojcc@uol.com.br

Rio Claro


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DESVIO DE RECURSOS DA SAÚDE


A distribuição de verbas a senadores com recursos destinados à saúde para atrair apoio ao Executivo é assassinato. O Ministério Público irá se dedicar com afinco à condenação desses criminosos?


Aldo Bertolucci aldobertolucci@gmail.com

São Paulo


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RECONHECIMENTO TARDIO


O Estado de Minas Gerais tem o mesmo número de óbitos por milhão que a Dinamarca, por covid-19. Os números do Estado da Bahia são semelhantes aos da Bolívia. O Estado do Ceará apresenta 812 mortes por milhão de habitantes, enquanto a média brasileira é de 396. As vacinas desenvolvidas pela Pfizer e Sinovac serão testadas no Brasil. A população aguarda ansiosamente a disponibilização desses antivírus para voltar à vida normal. O ano letivo dos estudantes foi muito prejudicado, assim como o comércio e as indústrias. O vírus está deixando um rastro de 636 mil mortos em todo o mundo e um prejuízo incalculável. Foi necessário um evento dessa natureza para que os cientistas e médicos recebessem o merecido reconhecimento.


José Carlos Saraiva da Costa jcsdc@uol.com.br

Belo Horizonte


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LONGE DO FIM


Se algo me inquieta – e creio a muita gente – é o crescimento do número de infectados pelo coronavírus, idem de óbitos. E parece que a procura por flexibilização só se acentua, quando deveria ser o contrário. Está certo que a produção e o comércio, com raríssimas exceções, estagnaram e os prejuízos chegaram, com salvação para poucos. Todavia, o vírus não quer saber disso e, se dependermos da vacina, não será para agora, mesmo com o desenvolvimento de algumas. Como fazer? Lockdown geral é impossível, setorial por regiões pode até ser, sabemos que o melhor caminho foi informado oficialmente ao ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, que o ignorou, evitar muito trânsito pessoal, aglomerações, usar máscara e higiene pessoal, incluído o uso do álcool gel. Não é isso o que verificamos em várias cidades e em Estados, com indicações que mostram que ainda não chegamos ao chamado platô, onde em tese se estabilizará a doença. Portanto, as autoridades deveriam ser mais dificultosas nas liberações e fazer um chamamento maior, porque grande parte da população parece não acreditar na letalidade da pandemia, e, continuando como está, não sabemos onde vamos parar.


Mario Cobucci Junior maritocobucci@gmail.com

São Paulo


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ESTAMOS QUASE LÁ?


Realmente, ficamos todos aliviados com as notícias sobre a iminente descoberta de várias vacinas eficazes para debelar o vírus da covid-19. Dá-se todas elas como maravilhosas para eliminar o Sars-Cov-2. Mas ainda bem que podemos contar com um cientista mais responsável e menos planfleteiro, como o colunista Fernando Reinach, para calmamente nos explicar que não é bem assim. Uma frase lapidar a respeito da fase de desenvolvimento atual das vacinas mais adiantadas resume tudo: a fase atual é o cemitério de novas vacinas. Torçamos para que pelo menos uma deixe de ser sepultada.


Ademir Valezi valezi@uol.com.br

São Paulo

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VACHINA


Uma coisa eu não consigo entender: por que a vacina contra a covid-19, produzida na China, que tem uma imensa população, precisa ser testada aqui, nos brasileiros?


Carlos E. Barros Rodrigues ceb.rodrigues@hotmail.com

São Paulo


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BRINDES PARLAMENTARES


Por ser um dos candidatos à presidência da Câmara dos Deputados, o generoso capitão Augusto (PL-SP), coordenador da “bancada da bala”, vem distribuindo aos colegas brindes sugestivos, banhados a ouro e prata: anéis com o símbolo da Câmara dos Deputados que faz lembrar o anel da NRA (associação americana de rifles), canetas e prendedores de gravata em formato de arma. É pura generosidade, nada que ver com a próxima eleição parlamentar.


Omar El Seoud elseoud.usp@gmail.com

São Paulo


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QUE BRASIL É ESTE?


Hoje o Brasil tem aproximadamente 13 milhões de desempregados e enfrenta uma pandemia que já ceifou a vida de quase 100 mil brasileiros, mas eis que o capitão Augusto decidiu agraciar seus colegas de trabalho com um anel de prata. Hoje, em nosso país, quem pode pode, quem não pode se sacode.


Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)


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MIMO & MÃO GRANDE


Pretenso candidato à presidência da Câmara, um deputado vai presentear com anéis seus nobres colegas “representantes do povo”. Já o “povo” torce para que muitos exibam algemas. Para alguns, um “reforço” com tornozeleira eletrônica seria de bom alvitre...


A.Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo


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BODE EXPIATÓRIO


Servidores públicos aposentados e pensionistas do Estado de São Paulo tiveram o último aumento em abril de 2018. Mais de dois anos sem reajuste, e o nobre presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Antonio Dias Toffoli, autorizou descontos nos proventos a partir do mês de outubro, de porcentuais que variam entre 11% a 16%, para cobrir déficit previdenciário. Palmas para a Assembleia Legislativa de São Paulo e para o governador João Doria. Os idosos agradecem.


José A. Muller josealcidesmuller@hotmail.com

Avaré


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DESPREZO PELOS SERVIDORES


O governo do Estado de São Paulo – Fazenda Estadual não corrigiu o pagamento dos seus aposentados pela Cesp, beneficiários da antiga Lei 4.819/58, que recebem aposentadoria pela Fazenda Estadual. O dissídio coletivo da categoria ocorreu em 1/junho/2019. Portanto, nem a desculpa da pandemia podem usar para tentar justificar o injustificável. É sabido que o PSDB sempre tratou os empregados do Estado como categoria inferior, porém deixar de pagar o que é devido por lei fere a Justiça e a ética. Os sindicatos da categoria são coniventes com este abuso arbitrário e criminoso. Detalhe: os atrasos vinham ocorrendo todos os anos, porém nunca ficou 13 meses sem a devida correção. Improbidade é o nome, impunidade é o sobrenome dessa leviandade.


Rafael Moia Filho rmoiaf@uol.com.br

Bauru


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NOVO RIO PINHEIROS


Alvíssaras. Animador o artigo do sr. Marcos Penido (Novo Rio Pinheiros, a coragem se transforma em resultados, Estado, 24/7). Passei dos 80 anos e ainda sou um remador apaixonado pela canoagem a remo. Remei por mais de 200 rios em todo o Brasil em expedições de curta e longa duração. Espero que o secretário e o governador cumpram sua palavra, pois espero remar no Rio Pinheiros antes de desembarcar desta encarnação.


Eurico Cabral euricodo@usp.br

São Paulo

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