Fórum dos Leitores

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O Estado de S.Paulo

06 Março 2013 | 02h10

SUCESSÃO PRESIDENCIAL

O diabo dá as caras

"Nós podemos disputar eleição, nós podemos brigar na eleição, nós podemos fazer o diabo quando é a hora da eleição"... Essa frase foi proferida por Dilma Rousseff durante entrega de um conjunto residencial em João Pessoa. Espera-se, somente, que esse "o diabo" não a faça esquecer que é presidente de todos os brasileiros, e não chefe de torcida, atentando para o fato de que atravessamos duro momento de frágil economia e desenvolvimento, com horizontes pouco promissores a enfrentar. A atenção às coisas do Brasil deve ser prioridade máxima, e não as eleições. Ao mesmo tempo, num momento em que o PT fervorosamente se empenha em "regular a mídia" - leia-se impor censura à imprensa -, que ela não se perca da ideia de outra frase sua, sem dúvida, brilhante do ponto de vista das liberdades que conquistamos: "Prefiro o barulho da imprensa livre ao silêncio das ditaduras". Sabem, o diabo anda rondando as mentes do Planalto, é preciso ter cuidado! Que o diabo não nos carregue para o retrocesso.

MYRIAN MACEDO
myrian.macedo@uol.com.br
São Paulo

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Trevas

A sra. "presidenta" não invoque mais ninguém das profundas para estas bandas. Já os temos por demais. E vêm de seus ventos...

KLAUS REIDER
vemakla@hotmail.com
Guarujá

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Assim são nossos políticos

O Brasil pegando fogo, ardendo por tanta incompetência, e a nossa representante-mor preocupada com a reeleição. Para tanto manterá o acordo que há muito tempo fez com o diabo!

ARNALDO DE ALMEIDA DOTOLI
arnaldodotoli@hotmail.com
São Paulo

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Como o diabo gosta

Em vez de gastar tempo fazendo o diabo para se reeleger, a sra. presidente devia fazer o diabo para conseguir passar as reformas tão necessárias para o bem do Brasil. Do jeito que as coisas vão, com inflação despontando, Lei de Responsabilidade Fiscal desrespeitada, o peso de tantos ministérios inúteis, o custo Brasil disparando e o PIB(inho) atolando na incompetência, logo, logo o brasileiro trabalhador e altamente endividado terá de pagar o "mico" comendo o pão que o diabo amassou!

SILVANO CORRÊA
scorrea@uol.com.br
São Paulo

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Prioridades

Que tal a sra. presidente fazer o diabo para aumentar a nossa competitividade e o pibinho, melhorar a educação, os serviços de saúde e segurança, diminuir os nossos impostos e a corrupção generalizada, e tantas outras coisas mais importantes (para nós) do que o PT ganhar as eleições?

OMAR EL SEOUD
elseoud@iq.usp.br
São Paulo

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Exorcismo

Se Dilma diz que na eleição pode fazer o diabo, acho bom a oposição chamar um exorcista com conhecimentos de TI. O diabo pode se esconder na urna eletrônica...

HERMÍNIO SILVA JÚNIOR
hsilvajr@terra.com.br
São Paulo

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Infernal

Completamos a declaração da nossa presidente: se durante a campanha eles (PT) fazem o diabo, depois das eleições eles infernizam todos os adversários...

GERALDO MACIAS MARTINS
maciasfilho@hotmail.com
Catanduva

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De interesses

O embate PT-PSDB visando à eleição presidencial tem sido criticado pelo risco de se porem interesses eleitorais acima dos da sociedade. Pergunto: nestes dez anos de poder o PT já teve algum interesse que não fosse eleitoral?

LUCIANO HARARY
lharary@hotmail.com
São Paulo

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Decreto

Estamos aguardando, a qualquer momento, um decreto da dona Dilma proibindo o uso da inteligência no Brasil.

PAULO MAIA COSTA JÚNIOR
paulomaiacjr@hotmail.com
São José dos Campo

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MAIS PARTIDOS

'O povo que pague'

Vergonha nacional o aumento do número de partidos políticos: hoje 30, amanhã 60 ou mais. Hoje Fundo Partidário de R$ 293 milhões; amanhã, de R$ 586 milhões, mais ou menos. E um dia, o estouro! Solução - vide Europa: arrocho salarial. E o povo que pague (parabéns pelo editorial de ontem, A3). O que fazer?

MAURICIO CARDOSO
cardosom@terra.com.br
São Paulo

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PODER JUDICIÁRIO

Pró-impunidade

Causa estranheza a reação dos magistrados à afirmação do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Joaquim Barbosa, atribuindo aos juízes brasileiros "mentalidade mais conservadora, pró-impunidade" (5/3, A6). Afinal, uma Justiça que leva quase uma década para julgar, e mesmo depois de julgado e condenado a três décadas de cadeia o réu sai tranquilamente pela porta do Fórum para aguardar outra década de tramitação de recursos (amplo direito de defesa!), está exemplificando o quê?

JOSÉ ELIAS LAIER
joseeliaslaier@gmail.com
São Carlos

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Mal-entendido

As entidades que alojam milhares de magistrados (Ajufe, AMB, Associação Nacional dos Magistrados do Trabalho) e congêneres entenderam mal a entrevista a correspondentes estrangeiros dada pelo ministro Joaquim Barbosa. O ministro não disse que todas as entidades de classe nem que todos os seus membros compactuam com o desvio de conduta - embora muitas vezes possa parecer. O abespinhamento de número grande de magistrados pelo desabafo do ministro Joaquim Barbosa lembra o frisson causado pela denúncia dos "bandidos que se escondem atrás da toga" feita pela ministra Eliana Calmon. Naquela ocasião também alguns ministros do STF se abespinharam, mas nem todos. A ministra foi coerente e firme, a Justiça valorizou-se. No episódio de agora, se a magistratura quiser, mesmo, que o ministro dê detalhes, pelo que já se conhece do seu caráter, é de acreditar que os dará com minúcias. Faria bem a todos e à Justiça particularmente: reflexão e correção de rumos.

OSWALDO TOLEDO DE CARVALHO
otcarvalho@gmail.com
São Paulo

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Embate na Justiça

Quem já teve alguma ação contra o Estado ou alguém poderoso sabe que Joaquim Barbosa tem razão: o juiz não julga, só enrola.

ROGERIO VILELA SILVA
rogervs_sgs@hotmail.com
São Gonçalo do Sapucaí (MG)

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A SINCERIDADE OFICIAL

A presidente Dilma disse: “Nós podemos fazer o diabo quando é hora da eleição (sic). Agora, no exercício do mandato, temos de respeitar o povo”. Será que o povo, alguma vez, é respeitado pelo governo? Se o que disse Dona Dilma estiver gramatical, léxica e conceitualmente correto, isso quer dizer que na hora das eleições o povo não tem de ser respeitado. Aliás, a caterva que (des)governa este país não respeita nem o povo, nem a verdade, nem os mais comezinhos princípios da ética e da moralidade pública. O governo que aí esta é a vergonha dos cidadãos de bem que pagam a conta da esbórnia nacional.

Mário Rubens Costa costamar31@terra.com.br 
Campinas

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FRANQUEZA

Em que pese a gravidade da declaração atribuída à presidente da República, sobre “fazer o diabo” em tempos de eleição, não se pode deixar de reconhecer que ela usou de franqueza. Afinal, para quem parece ter feito treinamento para guerrilha no passado, até participando de assaltos, “fazer o diabo” em eleição deve ser café pequeno. Portanto, coisas bem piores no uso da máquina pública podemos esperar.  

Ana Lúcia Amaral anamaral@uol.com.br 
São Paulo

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PALANQUEIRA

Tal qual seu criador, nossa presidente agora está mostrando seu lado palanqueiro. Depois de conseguir fazer crescer de maneira medíocre o produto interno bruto (PIB) do País, ela disse que pode “fazer o diabo em ano eleitoral”. Socorro! Se na economia já fizeram o diabo, na Petrobrás, nas companhias elétricas, na Vale, imaginem o que seria fazer o diabo na eleição?! Parafraseando Regina Duarte, “eu tenho medo”. Aliás, muito medo.
 
Renato Amaral Camargo natuscamargo@yahoo.com.br 
São Paulo 

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INADEQUADO
 
Um estadista, no exercício de seu cargo, em especial na Presidência da República, deve ser comedido ao proferir palavras. “Fazer o diabo na hora da eleição”, como afirmou a presidente Dilma em viagem à Paraíba, é uma expressão rude que sugere algumas interpretações. Fazer o diabo pode significar que, de forma alguma ou a qualquer custo, evitar-se-á que o poder seja entregue a um opositor na disputa pelo pela presidência do País. Dilma utilizou-se de uma expressão prepotente, incompatível com o cargo que exerce e com flagrante desrespeito ao eleitor. É ponto pacífico que tomada do poder inebria mesmo as pessoas, a tal ponto que, às vezes, exasperarem-se com expressões rasteiras e inadequadas.
  
Francisco Zardetto fzardetto@uol.com.br 
São Paulo

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NA HORA DA ELEIÇÃO

Fernando Henrique Cardoso, considerado ateu, não se tocou de que poderia ter feito o diabo na hora da eleição para eleger o seu sucessor, evitando assim o advento da era Lula.

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br 
Monte Santo de Minas (MG)

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MEFISTÓFELES

Mefistófeles e o Dr. Fausto, personagens do escritor alemão Johann Wolfgang von Goethe na obra em que o Dr. Fausto, um velho cientista, cansado da vida e frustrado por não conseguir realizar seus sonhos, decide entregar sua alma ao demônio Mefistófeles em troca de alcançar o grau máximo da sabedoria, ser rejuvenescido e obter o amor de sua bela donzela. Será que quando a nossa “criatura” disse que “pode fazer o diabo na hora da eleição” tem as mesmas intenções que teve o Dr. Fausto?

Antonio Boer toboer@uol.com.br
Americana

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XÔ, SATANÁS!

“Podemos fazer o diabo na hora da eleição” (Dilma Rousseff). Que é isso, gente?  Dona Dilma tem pacto com o demo?

João Guilherme Ortolan guiortolan@gmail.com 
Bauru

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DESRESPEITO

Na capa do “Estadão” de ontem, Dilma fala em fazer o “diabo na eleição”, que na hora de eleição se pode fazer o diabo, mas que, quando presidenta eleita, deve respeitar o povo. Quer dizer, senhora presidenta, que até a senhora em época de eleição desrespeita o povo que a elegeu? Esse mesmo povo só merece respeito de quem detém mandato?
 
Luiz Felipe Dias Farah felipefarah@gmail.com
São Paulo
 
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RUMO AO INFERNO

Dona Dilma afirma que em época de eleição se pode “fazer o diabo”. Então é isso? Vai nos levar rumo ao inferno? E teve gente que acreditou na boa fé dessa criatura. Só Deus, talvez, nos livre disso aí.
 
Ademar Monteiro de Moraes ammoraes57@hotmail.com 
São Paulo

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POR DEUS

PIB de 0,9% em 2012. Pelo Amor de Deus! Dilma, “faça o diabo” para reverter esse quadro antes que a economia vá para o inferno!
 
J. S. Decol decoljs@globo.com 
São Paulo

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A CULPA É DO DIABO

Segundo a sra. presidente da República, “podemos fazer o diabo na época das eleições”. O que será que ela quer dizer com isso? Sabemos que fizeram o diabo, mesmo, antes das últimas eleições, durante e depois. Para mim eles continuam a fazer o diabo desde então. É só ver o que está acontecendo com a Petrobrás. Após tanta lambança perdeu seu valor terrivelmente sendo que só em 2013 já perdeu mais que todo o ano anterior. Ela afirmou na semana passada que são “os mercadores do pessimismo” os arautos das notícias ruins sobre nossa economia. Será que o crescimento da economia de 0,9% no ano passado, apesar de se ver países semelhantes da América do Sul que cresceram muito mais – Chile, 5,5%; México, 3,9%; e outros –, é bom e os economistas têm de comemorar? Como a culpa da herança maldita já está muito surrada, sugiro agora culpar o diabo.
 
Maria Tereza Murray terezamurray@hotmail.com
São Paulo

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O DIABO VESTE SAIA

A criatura está nos saindo muito “melhor” do que o seu criador, a contar pelas frases de efeito eleitoreiras que Dilma tem proferido. Um ano e sete meses da próxima eleição para a presidência, e ainda iremos escutar uma “Bíblia” inteira de desarrazoados. A última foi de lascar: “Podemos fazer o diabo quando é hora de eleições, mas quando se está no exercício do mandato, temos de nos respeitar, pois fomos eleitos pelo voto direto”. Seja lá o que isso queira dizer, para os mais atentos fica claro que o diabo veste saia desde já.

Leila E. Leitão
São Paulo

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VALE TUDO

Dilma Rousseff, no seu discurso absurdo em viagem à Paraíba, afirmou: “Nós podemos fazer o diabo quando na hora da eleição. Agora no exercício do mandato temos que respeitar o povo”. Além de ser uma frase com características totais do português do “cara”, mostra bem o espírito dos petistas e do PT. Para serem eleitos, vale tudo e qualquer coisa, inclusive desrespeitar o povo, enganando-o e iludindo-o – e até pactuar com o “diabo”.

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br 
São Paulo

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DILMA DEIXOU DE GOVERNAR

A presidente Dilma Rousseff está inaugurando um novo sistema político de governo, orientada por seu guru e presidente adjunto, Luiz Inácio da Silva. Nos dois primeiros anos (2011 e 2012) apresentou-se como gerentona, demitiu vários ministros e criou a fama de durona. Fez a plataforma. Os dois anos seguintes (2013 e 2014) passam a ser dedicados à campanha para a re-eleição. Em assim sendo, todas as oportunidades de reuniões, convenções, comemorações, aniversários, lançamentos de pedras fundamentais e que tais, serão aproveitados para comparecer, se mostrar, fazer discursos, “fazer o diabo” (5/3, A4), conforme os conselhos de seu padrinho. A carinha de Dilma, mostrada na foto com Lula (4/3, A4) é um primor de subserviência. Seria bom governar e não viajar pelo Brasil afora, dando prioridade à re-eleição com antecedência de dois anos. Governar é o que os brasileiros gostariam que fosse feito.

Alvaro Salvi alvarosalvi@hotmail.com
Santo André 

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DILMA E O DIABO

“Podemos fazer o diabo quando é hora de eleição”, diz Dilma com aliado de Eduardo Campos dia 4/3 em João Pessoa, na Paraíba. Pelo visto, à presidente o descontrole saiu da moda e perdeu o medo, tornando fácil distinguir, nessa medíocre e chula expressão, de seu verdadeiro sentimento com relação a República. 
 
Mario Cobucci Junior maritocobucci@uol.com.br
São Paulo

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O PEIXE MORRE PELA BOCA

A presidente declara, de forma subentendida, que nas eleições, em sua concepção, que é a mesma de seu tutor, vale tudo: mentiras, promessas sem intenções de serem cumpridas, venda de ilusões, manipulação de índices, esconder realidades das empresas estatais, comprar votos direta e indiretamente através das bolsas-tudo, que são esmolas e não incentivam o trabalho, criar faculdades sem qualidade, iniciar megainvestimentos sem o devido planejamento ou competência, como a transposição do Rio São Francisco, geração de energias eólicas sem que haja meio de transmissão, e tudo o mais que o “diabo” permitir para iludir o povo.

Marco Aurélio Rehder marcoarehder@yahoo.com.br 
São Paulo

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IRA DIVINA

É, meu povo, é verdadeiro o velho ditado “o peixe morre pela boca”. Vejam as palavras de nossa representante mor anteontem, na Paraíba: “Na hora da eleição se pode fazer o diabo”. Para mim, essas palavras soaram assim: Nós, do PT, fizemos acordo com o diabo, tudo começou lá pelas bandas do ABC paulista nos confins dos anos 70. Desta vez, Sra. presidenta, ao desafiar Deus, fostes longe demais. A ira de Deus te mostrará isso nas próximas eleições.

Arnaldo de Almeida Dotoli arnaldodotoli@hotmail.com
São Paulo

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UM PARTIDO ACUADO

O PT está cada vez mais acuado. O governo não consegue responder às críticas sobre o desempenho ridículo da economia em 2012 – a presidente Dilma, que deveria ser a primeira a reconhecer o fraco resultado do PIB e a propor medidas para que o setor produtivo deslanche, foge do assunto de maneira patética e covarde. Líderes proeminentes do partido aguardam ansiosamente o momento em que terão de cumprir as penas estabelecidas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no julgamento do mensalão – ao que tudo indica, a cadeia se aproxima. O aliado Eduardo Campos vai cada vez mais se colocando como presidenciável, e a oposição parece dar sinais de finalmente sair do estupor em que se encontrava – Aécio Neves vem subindo, acertadamente, o tom das críticas à gestão medíocre de Dilma. A resposta que os petistas dão é a ameaça de amordaçar a imprensa independente, além da tentativa de agredir jornalistas fisicamente, como ocorreu nos últimos dias. O Brasil decente parece estar acordando, e o PT morre de medo disso. 

Henrique Brigatte hbrigatte@yahoo.com.br 
Pindamonhangaba

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REGULAÇÃO OU CENSURA?

O PT está em plena campanha para tentar a aprovação do marco regulatório da mídia, e é impressionante como os petistas gastam palavras  no intuito de nos convencer que tirar-nos o direito de expressá-la é o melhor que podem fazer para garantir a liberdade de expressão, tal como a imaginam . Esquecem que usaram amplamente desse direito  para construir o mito Lula,  antes e depois dele ser eleito presidente, e agora que estão no poder, querem colocar limites no trabalho da mídia. Alegam que hoje a liberdade de expressão é obstaculizada por diferentes formas de censura judicial “em que juízes são pressionados por pessoas poderosas interessadas em calar cidadãos”, quando na verdade foram eles mesmo que usaram da Justiça para amordaçar o jornal “O Estado de S. Paulo” para que não divulgasse mais nada a respeito da Operação Boi Barrica, da Polícia Federal, na qual Fernando Sarney, filho do senador José Sarney, está implicado até o nariz. Alegam que os donos dos jornais exercem censura sobre os jornalistas da casa para que não abordem temas que não lhes interessam, mas o que vemos são as redações lotadas de profissionais de todas as tendências, inclusive militantes e simpatizantes com liberdade de fazer publicar o que bem lhes interessa. E é assim que deve ser, para mal de nossos pecados mas isso não lhes basta, querem exclusividade total. Enfim, quem tiver interesse de saber o tamanho da pretensão dos petistas acesse http://www.paraexpressaraliberdade.org.br/ e percebam que o PT está jogando duro e apostando todas suas fichas para conseguir aprovar o marco regulatório da mídia ainda  antes do fim deste mandato da Dilma. Fiquemos de olho!

Mara Montezuma Assaf montezuma.scriba@gmail.com
São Paulo

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DILMA FICOU CALADA

A ameaça de censura, disfarçada pela expressão “controle social da mídia”, praticamente exigida pelo PT, conta sim com o apoio de Dilma Rousseff. Ninguém a ouviu falar, até agora, contra o projeto. Ninguém a ouviu garantir que, sob seu governo, esta iniciativa do PT não encontrará apoio. É um erro fatal imaginar que Dilma esteja apartada do pensamento da direção do PT neste assunto. 

Maria Cristina Rocha Azevedo crisrochazevedo@hotmail.com 
Florianópolis

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O PT E O CONTROLE DA MÍDIA

Se conseguirem, o resultado vai ser o mesmo dado  aos  mensaleiros e Renan Calheiros?
 
Eduardo Henry Moreira henrymoreira@terra.com.br 
Guarujá

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MORDAÇA

Comparada a uma noiva no dia das núpcias, essa gentalha, no dizer do Kiko, não cabe em si tamanha a sofreguidão e ansiedade com que buscam enfiar goela adentro da sociedade o nazifascista projeto do marco regulatório da mídia. Sabem os doutos cientistas políticos do PT que a roubalheira seria completa, não fossem as atuações dos jornais e revistas das principais capitais brasileiras denunciando a vasta rede de corrupção que infesta cada canto do País. Por essa atuação, desde o dia 31 de julho do ano de 2009, o desembargador Dácio Vieira, do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT), atendendo um pedido dos donatários da capitania do Maranhão, proibiu o “Estadão” e o “estadao.com.br” de publicar reportagens sobre a Operação Boi Barrica, da Polícia Federal, que envolve Fernando Sarney, um dos filhos do ex-presidente do Senado, José Sarney. Há poucos dias também o governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB-GO), usou do mesmo artifício para se livrar de denúncias. Nada de marco regulatório da mídia. O nome correto para essa arremetida às liberdades individuais deveria ser: “mordaça nazifascista na voz da democracia”. Imagino como o mundo civilizado vê o maior jornal da América Latina sendo acuado pelo governo. Democracia cara essa do Brasil.
 
Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com 
Vassouras (RJ)

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A LIBERDADE NÃO TEM PREÇO

Lula, como sempre, ingrato e traidor, vomita no prato em que comeu a vida inteira, ou seja, sempre teve muito espaço na imprensa escrita, falada e televisiva. Será que não chegou a hora de não mais publicar nenhuma das tantas bobagens e grandes mentiras que saem da sua boca cheia de ódio? A imprensa não chapa-branca deveria unir-se,  porque mais dia menos dia “ele” e seu partido comunista conseguirão “democratizar a imprensa”. A organização Repórteres Sem Fronteiras informa que o Brasil ocupa a 99.ª posição do ranking de liberdade de imprensa em 2012, dentro de uma lista composta por 179 países. Então lutem para que as propaganda$ governamentai$ não conduzam as pautas das redações. A liberdade de imprensa não tem preço!

Agnes Eckermann agneseck@yahoo.com.br 
Porto Feliz

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‘UMA PREVISÃO AUSPICIOSA’

Em “Notas & Informações” do “Estadão” (2/3, A3), sob o título “Uma previsão auspiciosa”, o jornal relata e esclarece a previsão do Supremo Tribunal Federal (STF) quanto às sentenças a que os réus do mensalulão foram condenados, que começarão a ser cumpridas até julho. Ufa! O ministro Joaquim Barbosa faz críticas à “frouxidão” do sistema prisional brasileiro e o seu estado “caótico”, mas é bom saber que o presidente do STF não pretende frustrar as expectativas de quem acreditou no poder da justiça. Que bom!
 
Maria Teresa Amaral mteresa0409@2me.com.br 
São Paulo

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MENSALÃO

Muito oportuna a entrevista do ministro Joaquim Barbosa, no dia 28, a correspondentes estrangeiros e à mídia nacional, afirmando que espera concluir o processo do mensalão até o final de junho (em 1.º de julho entram de férias), com a execução da pena dos condenados, pois há entre muitos brasileiros a descrença de que os condenados fossem punidos, com prisão e os mensaleiros vinham se comportando como se nada tivesse acontecido, participando de reuniões partidárias, festividades e certamente muitos churrascos. Barbosa afirmou que, em 1.º de abril, sairá o acórdão e, após sua publicação, será aberto o prazo de 5 dias para os “famosos” recursos de embargos de declaração e infringentes. A respeito disso, conforme análise feita por dois pesquisadores da FGV Direito Rio, doutores Ivar A. Hartmann e Lucas Albuquerque Aguiar, em reportagem na Folha de S.Paulo de 16/11, a possibilidade de êxito desses recurso é praticamente zero, pois desde a Constituição de 1988, num total de 54 embargos infringentes, apenas um teve aprovação do Supremo, sendo de se considerar que esse embargo vinha de outro órgão judicial e se tratava de matéria constitucional, e não criminal, como é o caso, no Supremo. Diante disso, é de esperar que o ministro Barbosa possa cumprir o que declarou, para alívio e satisfação da sociedade brasileira, que, finalmente, poderá dizer: neste país, poderosos também vão para a cadeia.

Luiz Nunes de Brito rosahollmann@rocketmail.com 
Rio de Janeiro

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SISTEMA PENAL DE MENTIRINHA

O presidente do STF, Joaquim Barbosa, afirmou ao “Estadão” que o sistema jurídico nacional é frouxo, tem mecanismos totalmente pró-réu, pró-criminalidade. Ainda desabafou, é uma vergonha, um verdadeiro faz de conta. Ele justificou que o sistema é frouxo porque nosso sistema prisional é caótico. Inacreditável que estas afirmações venham do presidente do órgão máximo de nossa justiça. Vejamos os casos de  Delúbio Soares, José Genoino e José Dirceu, um  arrecadava recursos ilícitos, os outros decidiam quem seriam os parlamentares contemplados a votar nos projetos do governo. Tudo cristalino, total transparência, até parecia atividade legal, mas era criminosa, eles foram  condenados a dez anos e dez meses,  mas o ministro disse que ficarão presos  pouco mais de dois anos. Na aritmética de nossa justiça só existem duas operações, diminuição e divisão, nossas autoridades parecem recomendar, se roubar, roube muito, para poder pagar bons advogados, com direito a  propaganda gratuita na mídia, o que até pode valer um futuro cargo público. Os condenados certamente não dormirão na cadeia nem um dia sequer, serão beneficiados com prisão domiciliar, por serem primários, numa  didática demonstração para nossa juventude, que aqui o crime compensa, tudo é um faz de conta. Faz de conta  que a justiça condena, que os réus vão para a prisão, só são  verdadeiras a nossa revolta e indignação, pois nesta república sindicalista não é só o sistema prisional que  é caótico, os sistemas da saúde, educação, cultura são catastróficos.

João Henrique Rieder rieder@uol.com.br 
São Paulo

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A FROUXIDÃO DO SISTEMA

As frases  do competente e honesto presidente do STF, Joaquim Barbosa, precisam ser difundidas com destaque  e diariamente  por todo o País. Finalmente alguém com a maior autoridade no assunto se manifesta mostrando as causas da crescente e constante criminalidade no Brasil que desafiam qualquer governo, qualquer medida que se tome: “Nosso sistema penal é muito frouxo. É um sistema totalmente pró-réu, pró-criminalidade”. “Essas sentenças que o Supremo proferiu ai, de dez anos, doze anos, no final se converterão em dois anos, dois anos e pouco de prisão, porque há vários mecanismos para ir reduzindo a  pena”. Agora dá para entender bem a força dos criminosos e a nossa  impotente Justiça.  

Plínio Zabeu pzabeu@uol.com.br
Americana

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MORAL

Dora Kramer, no seu “O êxito que satisfaz” (3/3, A6), tem razão quando afirma que o ministro Joaquim Barbosa não tem jogo de cintura, para voos no campo político. Mas, sem dúvida, tem a estatura moral de um grande estadista. E é exatamente disso que o Brasil precisa!

Nilson Otávio de Oliveira noo@uol.com.br 
Valinhos 

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‘O ÊXITO QUE SATISFAZ’

A bem do excelentíssimo juiz Joaquim Barbosa, a ideia de levá-lo a pensar em ser um presidente da República é uma artimanha bem traçada, trazida desde que o mesmo, justamente pela “intolerância com a ilegalidade” apresentada em seu perfil profissional, passou a representar “uma autoridade não muito adequada a interesses outros, de grupos”. Seria mais proveitoso que o ministro fosse deslocado para o Planalto, imagino o Ibope e comparações que já estão acontecendo, em torno de sua eficácia e popularidade. O que não quero é que o ministro se torne alvo de armações e destruído como outros promissores candidatos à Presidência da República, e ainda fique sem o cargo que dignamente, por capacidade e competência, está ocupando, como símbolo de eficiência e justiça do STF. E é assim que tudo começa, e recomeça, dentro do processo político no Brasil. Incrível é não nos convencermos desta verdade, o povo apoia, é fiel para cumprir “sua vontade”, entre aspas devido a manipulação e indução em massa, uma armadilha é a pretensa fidelidade do povo e o povo, ainda assim, se julgar “dono de sua própria vontade”. À primeira denúncia suspeitando qualquer ação do ministro, o povo evade de “tanta fidelidade” que o levou até aonde chegou, e nem para pegar os sustentadores das marionetes e infiltradores ele volta para julgar. A ânsia por notoriedade é uma covardia, está sendo proclamada pelo próprio povo, as ações do povo estão levando a este paralogismo em relação as intenções do juiz que tem bom senso suficiente para ver estas estratégias. Esta é uma das armadilhas do ser figura pública e notória no Brasil, os contestadores são inúmeros, e por razões diversas. Não incentivem a destruição desta figura maravilhosa que é o nosso ministro Joaquim Barbosa, do STF. O Brasil precisa dele no lugar no qual ele está, e ele já está por escolha própria, vocação, e dele dependemos no julgamento de tantas ocorrências de inconstitucionalidades, inclusive projetos aprovados, sendo ele indispensável e vital para que vigore de fato a nossa Constituição da República. Dele e de todos os ministros do STF.

Naly de Araujo Leite familiazulmira@hotmail.com
Ipameri

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AURÉLIO MIGUEL E A CAIXA PRETA MUNICIPAL

“Muy amigos” da Câmara Municipal de São Paulo, livraram de investigação a cara do vereador Aurélio Miguel (ex-judoca) que teve seu patrimônio “real”, que pulou de R$ 1,4 milhão para R$ 25 milhões desde que se tornou vereador.  Nem precisava ser investigado, porque ninguém fica rico com salário de vereador. Precisamos voltar agora nossa lupa para Milton Leite (DEM), Ricardo Tripoli (PV), Alfredinho (PT), Paulo Frange (PTB) e Mario Covas Neto (PSDB), responsáveis pelo arquivamento do processo. Acho que nos julgam idiotas, porque somente em janeiro deste ano que o salário dos vereadores de São Paulo subiu para R$ 15.031,76, que descontados 27% do Imposto de Renda cai para R$ 10.973,18. Gostaríamos que nos dessem a receita de como se multiplicam milhões, porque quem tem este salário, levando em consideração que não recebemos nenhum benefício do governo, mal dá para as despesas familiares mensais, se levar uma vida de classe média! Nós, paulistanos, precisaremos exigir que se abra a “caixa preta” dos vereadores municipais! O assalto aos cofres municipais tem cara e endereço, basta o Ministério Público investigar, já que entre eles deve existir um “acordo” de cavalheiros.

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br 
São Paulo

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VERGONHA!
 
A Câmara dos Deputados de São Paulo engavetou investigação contra o vereador Aurélio Miguel,  suspeito de improbidades. A pergunta que se faz é a seguinte: Alguém esperava uma atitude diferente dessa? Na verdade, a Câmara de São Paulo deve estar seguindo diretrizes de sua matriz em Brasília. É vergonhoso, só para dizer o mínimo!
 
José Marques seuqram.esoj@bol.com.br 
São Paulo

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O ONEROSO CUSTEIO DOS PARTIDOS

Os cofres da União desembolsaram R$ 6,8 bilhões – soma suficiente para reconstruir sete vezes o Estádio do Maracanã – para manter em funcionamento os partidos políticos ao longo dos últimos dez anos. Existem hoje 30 partidos em funcionamento e 22 que buscam registro, muitos deles sem qualquer viabilidade eleitoral, mas todos em condições de se habilitarem às verbas do fundo partidário. Na eleição passada, por exemplo, um desses partidos nanicos não disputou mas foi agraciado com R$ 281 mil (“Estado”, 3/3). Outros disputaram sem sucesso e também ganharam as verbas. O partido político é um grupo organizado de pessoas que se reúnem com um objetivo. Assemelha-se a um clube ou entidade com finalidade específica. No caso, a finalidade é político-eleitoral. Por essa semelhança, deveria, igual aos clubes associativos, ser mantido pela contribuição dos próprios associados. Em vez de custear os partidos, o dinheiro do fundo partidário e das outras despesas e isenções concedidas pelo governo deveria financiar as campanhas. A campanha e a eleição são de interesse e responsabilidade da instituição pública. A manutenção dos partidos não. Cada um deve viver por conta própria ou, se não conseguir, fechar as portas...

Dirceu Cardoso Gonçalves aspomilpm@terra.com.br
São Paulo

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DINHEIRO JOGADO FORA

Incrível e verdade, os partidos vão embolsar R $294 milhões em recursos públicos, no ano de 2014 (3/3/2013, A6) e dizem para pagar campanhas políticas. Será que ninguém tem o poder de controlar o que estes políticos dizem gastar? Com o que as Centrais Sindicais levam – e Lula proibiu o Tribunal de Contas da União (TCU) de controlar em que gastam –, totalizam R$ 500 milhões de dinheiro, gerado pelo trabalhador (de verdade) e jogado fora! Como é fácil o dinheiro para estes que se colocam como paladinos da verdade e da honestidade. Enquanto isso, falta dinheiro para saúde, habitação popular, educação e muitas outras coisas. Êta Brasil da ilicitude!

Edivelton Tadeu Mendes  etm_mblm@ig.com.br 
São Paulo

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PROPAGANDA PARTIDÁRIA

Partidos que não nos representam, comandados e ocupados por políticos corruptos e fisiológicos, custaram aos cofres públicos em uma década a absurda quantia de R$ 6,8 bilhões, como subsídio para propaganda partidária e eleitoral. Aquela maçante propaganda feita com o nome de horário político obrigatório, que ninguém tem vontade de assistir, pois nada acrescenta ao que já sabemos dos partidos. Algumas medidas precisam ser tomadas para acabar com esse rasgamento do nosso dinheiro, que deveria ter outro uso em benefício do povo, especialmente na educação, o que vai permitir que brasileiros aprendam a votar corretamente e não sejam enganados por essas propagandas políticas.

Ronaldo Gomes Ferraz ronferraz@globo.com 
Rio de Janeiro  

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VIVA TIRIRICA!

Viva Francisco Silva, o Tiririca, eleito por São Paulo em 2010 com o recorde de 1,3 milhão de votos, foi um dos 9 deputados federais, dentre 513, que compareceram a todas a sessões da Câmara dos Deputados. Nos dois anos de mandato apresentou 27 projetos. Apesar de ter sido considerado por alguns como “voto de protesto”, o que certamente foi, teve uma performance perfeita, representando muito corretamente aqueles que o elegeram e dando um exemplo de dedicação ao mandato que recebeu. Convivendo num Congresso que exibe enormes irregularidades cometidas por elementos como Sarney, Calheiros, Jucá, Barbalho, Henrique Alves e  pertencendo a um partido considerado dos mais corruptos da República e, ainda, convivendo com mais de 200 parlamentares já condenados e que ainda transitam no Congresso Nacional, aparentemente manteve-se distante de negociações pouco recomendáveis e escusas. Pena não termos mais cidadãos como Tiririca em nosso Congresso. Temos, infelizmente, políticos profissionais, em sua maioria corruptos e interessados em enriquecimento rápido.

Fabio Figueiredo fafig3@terra.com.br 
São Paulo

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TIRIRICA NO ‘FINANCIAL TIMES’
 
Bastou  ver uma foto colorida  do Tiririca fantasiado de dândi inglês moderninho numa revista semanal brasileira para o jornal “Financial Times” gastar espaço com este tipo que hoje dá um “migué”, como diz o povão, porque como deputado só teve vantagens graças  ao bando de idiotas que o elegeu. 
 
Laércio Zanini arsene@uol.com.br 
Garça

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O FUTURO PAPA

Analisando a foto do cardeal-arcebispo de São Paulo, Dom Odilo Scherer, na página A 11 de 5 de março, no “Estadão”, tem ele toda a minha simpatia. Enquanto os outros cardeais estão ornados com uma corrente e cruz de ouro no peito, Dom Odilo tinha simplesmente uma  de corrente de latão oxidado. Precisamos de pessoas mais simples como representante de Jesus no trono de São Pedro em Roma. O verdadeiro ouro é representado pela humildade e pelas palavras de Jesus nos ensinamentos bíblicos.

Michael Peuser mpeuser@hotmail.com 
São Paulo

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JOÃO CARLOS MARTINS

Sensacional a entrevista feita por Daniel Japiassu com o maestro João Carlos Martins para a coluna da Sônia Racy (“Quero mil orquestras em dez anoa”, 4/3, D2). Mais sensacional ainda é ver uma das mulheres poderosas do mundo, Condoleezza Rice, dar exemplo aos nossos políticos sobre a importância das artes para o crescimento de uma Nação. Esta entrevista fez muito bem para minha alma.

Velcio Silva arivelcio@yahoo.com.br 
São Paulo 

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GENIALIDADE

Fantástica a entrevista, na coluna de Sonia Racy, com João Carlos Martins. Somente um gênio como Villa Lobos poderia escrever esta frase maravilhosa: “Não será um público inculto que irá julgar as artes, as artes é que mostram a cultura de um povo”.

Vilma Araújo Silva araujo.vilma@yahoo.com.br 
São Paulo

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