Fórum dos Leitores

Atualizado às 11h17.

O Estado de S.Paulo

13 Março 2013 | 10h23

GOVERNO DILMA

Nova 'tunga' sindical

Atenção, trabalhadores, mais uma "tungada" no bolso dos trabalhadores com carteira assinada: Governo prepara a troca do imposto sindical por uma taxa a ser negociada com sindicatos (11/3, B1). O imposto sindical, que é compulsório, tira do bolso dos trabalhadores uma fortuna de mais de R$ 2 bilhões, valor dividido entre sindicatos, federações e confederações - só a CUT administra mais de 2.200 sindicatos - para o usarem como bem entenderem, e sem necessidade de prestação de contas. Isso graças ao ex-presidente e ex-sindicalista Lula da Silva, que liberou seus cumpanheiros dessa prestação de contas. Hoje o imposto sindical se apropria compulsoriamente de um dia de trabalho de cada trabalhador. Com a nova proposta, essa "tunga" será de 1% do salário por mês, o que significa 12% ao ano, ou seja, 300% maior que a atual! Este é o momento dos trabalhadores se organizarem por meio de abaixo-assinado e internautas para mudar a Constituição e acabar com esse imposto sindical e essa nova proposta indecente que só beneficia a corja que faz do sindicato trampolim para seus objetivos políticos. O trabalhador tem de ter livre arbítrio para se manifestar se deseja ou não ser filiado ou sindicalizado. É preciso acabar com essa cobrança vergonhosa instituída pelo peleguismo da era Vargas. É o momento de os trabalhadores se unirem para impedir mais essa excrescência que visa somente a beneficiar aqueles que estão empoleirados confortavelmente nos meandros sindicais.

WALDIR ROBERTO
wroberto04@yahoo.com.br
São Paulo

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Não sei se entendi bem...

O imposto sindical, do qual estamos querendo nos livrar há muito tempo, representa 3,3333% do salário e é cobrado uma vez por ano. A taxa negocial que pretendem impor representa 1% do salário cobrado mensalmente (!), o que significa 12%, e - olho! - se não for cobrada também do 13.º salário! Quantos dos 46 milhões de trabalhadores mencionados na notícia fazem realmente uso dos serviços a que se propõem os sindicatos? E quantos não são associados aos sindicatos? Não deixa de ser mais uma tremenda boca que deveremos sustentar. Abaixo-assinado neles!

RÉGIS D. C. FUSARO
rxfusaro@hotmail.com
São Paulo

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Mais um penduricalho

Durante sua vida de sindicalista, Lula sempre foi contra o descalabro do imposto sindical, mas gastou seus oito anos na Presidência e não fez a reforma trabalhista que todos esperavam. Ao contrário, acrescentou nas costas dos trabalhadores as tais centrais sindicais. Agora, com a presidente Dilma, mais um penduricalho está sendo orquestrado, a tal taxa negocial. Quem conhece bem a sede dos aristocratas sindicais sabe perfeitamente que é mais fácil no futuro essa taxa ser incorporada ao imposto sindical, tão do agrado deles, do que o imposto sindical virar taxa negocial.

JOSÉ ELIAS LAIER
joseeliaslaier@gmail.com
São Carlos

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Chega!

São de extrema demagogia, para dizer o mínimo, os argumentos sociais retóricos que as centrais sindicais estão usando para ampliar sua arrecadação via bolso do trabalhador. Descontar mais 1% do salário dos trabalhadores CLT é um absurdo. Para quê? Para ampliar os shows de 1.º de Maio e distribuir recursos aos milhares de federações e confederações trabalhistas penduradas nesse enorme cabide? Chega!

LUCCAS ÁLVARES LEITE BUCIONE
luccas.bucione@princeton-lemitar.com.br
São Paulo

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Sugestão

A respeito da intenção do governo de trocar a forma de os trabalhadores pagarem aos sindicatos, sugiro uma forma mais descomplicada: mudar o imposto de obrigatório para voluntário. Só paga quem se sindicalizar. E complementar tornando obrigatório o pagamento do Imposto de Renda e outros pelos sindicatos e dirigentes (mas acho que aí o ex vai interferir). Mais descomplicado e inteligente - contrariando as "qualidades" dos governos petistas.

MÁRIO A. DENTE 
dente28@gmail.com
São Paulo

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Imposto de Renda

Nossa legislação sobre o Imposto de Renda está atrasada e constitui um verdadeiro retrocesso, pois tributa o assalariado na fonte, enquanto grandes grupos econômicos fazem planejamento tributário e pagam o mínimo possível. Não é possível tributar salários e valores relacionados à sobrevivência das pessoas, mais ainda quando convivemos com pesada inflação e a corrosão do poder aquisitivo. As artimanhas do Fisco precisam ser desarmadas para que não sejamos meros recolhedores de impostos, sem direito a um serviço público minimamente decente.

YVETTE KFOURI ABRÃO, professora aposentada
abraoc@uol.com.br
São Paulo

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SECA NO NORDESTE

É bom saber

Será que a presidente é mal informada? Deve ser... Aos eleitores diz que vai acabar com a pobreza, mas só se for exterminando os pobres. A presidente está ciente de que no Piauí comem "rato rabudo" - é, rato mesmo! - por não terem coisa melhor para comer? Pare de enganar os pobres e humildes brasileiros em troca de esmolas para "compra" dos votos.

MARIA TERESA AMARAL
mteresa0409@2me.com.br
São Paulo

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Cadê o PT?

Famílias nordestinas que sofrem com a calamidade da seca estão comendo ratos porque o valor recebido da Bolsa-Família não está dando nem para a mistura e elas têm de completar a alimentação com o que resta no sertão... Pergunto: cadê o PT salvador dos pobres? Onde está a "mãe dos pobres", que não dá assistência nem vai ao local para mostrar solidariedade? O que faz o BNDES, que só dá dinheiro a quem não precisa ou está em outro país? Onde está o povo brasileiro, que se diz macho e corajoso, mas aceita passivamente, como um cordeiro que vai para o abate, esta tragédia que se repete ano a ano? Até quando vamos permitir?

JOSÉ CARLOS COSTA
policaio@gmail.com
São Paulo 

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Programas sociais

Eu gostaria que nossos governos divulgassem quantas pessoas deixaram os programas de inclusão social, como o Bolsa-Família, por terem conseguido um emprego ou outra forma de renda. Eles divulgam a inclusão de famílias nesses programas como se isso fosse sinal de desenvolvimento do País. Sinal de desenvolvimento é a diminuição desse contingente de pessoas que dependem de "caridade" dos governos para poderem sobreviver. Viver dignamente, na minha opinião, é viver sem depender dos outros, e sim de sua própria capacidade.

ROGERIO KEZERLE
São Paulo

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LENIÊNCIA

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, afirmou que os bancos são “lenientes” com a lavagem de dinheiro. Acredito que ele esteja certo. Explico. Experimente algum cidadão comum receber em sua conta bancária valores maiores, como os da venda de um imóvel.  Logo o gerente de sua agência, principalmente se seu banco for o Banco do Brasil, vai telefonar e submetê-lo a um interrogatório sobre a origem daquele dinheiro. Não falamos aqui em “milhões”, mas de alguns singelos milhares de reais. Depois de explicar como, onde, por que e quando conseguiu aquele dinheiro, o cidadão comum, enfim, se sentirá inocentado das suspeitas que pesam sobre ele. Alívio! Porém, quantos milhões de reais circulam por contas de cidadãos não tão comuns, valores muito acima dos seus rendimentos declarados e conhecidos, sem que nenhuma pergunta seja feita? Os jornais dão conta de casos assim quase todos os dias. Como um banco ou o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) desconfiam daquele cidadão comum que uma vez na vida recebem um valor maior, e não desconfia do funcionário público que, sem explicação, recebe milhões em sua conta? Não tem explicação. A resposta pode estar na afirmação de Barbosa: leniência.

Maria Cristina Rocha Azevedo crisrochazevedo@hotmail.com
Florianópolis

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CHEIO DE ENERGIA

O ministro presidente do Supremo Tribunal Federal está cheio de energia. Da acusação a  colegas do Judiciário, passando pela agressão verbal a um jornalista e agora de forma geral colocando o sistema bancário como “leniente” na lavagem de dinheiro. E tudo vai ficar como se nada tivesse acontecido? Por ser  ministro do STF ele goza de algum direito de fazer o que está fazendo?

Uriel Villas Boas urielvillasboas@yahoo.com.br 
Santos

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PRESIDENTE DO STF

Às densas e ponderadas palavras do editorial “Magistratura dividida” (10/3), some-se o rompante recente do ministro Joaquim Barbosa, ao destratar repórter do “Estadão”. Que o Judiciário precisa urgentemente rever seus procedimentos, isso é fato inconteste. Mas também o ministro de salário regiamente pago pelo imposto suado do povo não pode avocar posturas despóticas, nem levar a discussão jurídica para o rés do chão. Por mais etílicos que sejam os venenos destilados, o STF não é balcão de boteco.

Adilson Roberto Gonçalves prodomoarg@gmail.com 
Lorena

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LENIENTES

Cumprimento o Dr. Barbosa, do STF, por dizer que os bancos são “lenientes” por demorarem mais de seis meses para abrirem as contas de clientes investigados pela Justiça. Muito bem. A propósito, sr. ministro, com todo respeito, gostaria de saber também por que o processo de julgamento do mensalão tucano vem sendo preterido pelo mesmo STF faz anos, com risco até de ser prescrito. Um crime hediondo dez vezes pior do que o mensalão do PT ainda em fase de recursos e com um julgamento muito mais cênico do que ético-legal mesmo. O sr. poderia me responder, ou, se eu ou algum jornalista mais instruído e mais isento perguntar isso ao sr., servidor público, o sr. poderia se sentir ofendido, dependendo de seu estado de ânimo? Aguardo uma resposta ética e transparente do sr. Obrigado.

Antonio T. Gonçalves Antoniotito2012@bol.com.bvr
São Paulo

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PLANTÕES MÉDICOS – ASSUNTO GRAVE

Se médicos do Samu estavam fraudando o ponto em Ferraz de Vasconcelos e por isso foram afastados de seus postos, seria bom fiscalizar nessa linha de plantões o que anda acontecendo. Corre à boca pequena que estudantes de medicina estão dando plantões usando CRM de médicos, e depois o valor é dividido. Até  ninguém descobrir a fraude está tudo muito bem, os doentes é que precisam rezar, já que hoje quando vamos ao médico o diagnóstico ouvido é quase sempre esse: ou é vírus ou é bactéria. Pobre país, aonde quer que se vá a corrupção está solta. A miséria é tão grande neste país que estudantes com a desculpa de arrumar uma grana aceitam burlar as leis. Esses são os médicos  que o futuro reserva aos brasileiros. Esses estudantes deveriam estar estudando para se aprimorar, e não se especializando em dar golpes. Onde há fumaça há fogo.

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com 
São Paulo

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A PONTA DO ICEBERG

Notícias na mídia dão conta de que no município de Ferraz Vasconcelos (SP) uma médica marcava o ponto eletrônico com dedos de silicone que tinham a impressão digital de médicos e enfermeiros, que participavam de um esquema de fraude no hospital público da cidade. Esse fato não será a ponta de um “iceberg” por este Brasil afora?

Edgard Gobbi edgardgobbi@gmail.com
Campinas

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PELO BRASIL

As denúncias e as evidências publicadas inicialmente pela na mídia de que os planos de saúde pagavam “um extra para um grupo de médicos” visando à desocupação de leitos, ocupados por pacientes do SUS, no Hospital Evangélico em Curitiba, ficaram como? Era só em Curitiba que acontecia isso? O grupo organizado de profissionais da saúde envolvido nessa trama diabólica para executar os pacientes do SUS já está sendo denunciado pelo Ministério Público. O que a população quer saber é se as suspeitas de práticas criminosas são um crime estadual ou federal. No resto do Brasil isso também vem ocorrendo?
 
Sinésio Müzel de Moura sinesiomdemoura@hotmail.com
Campinas

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A DESONERAÇÃO DA CESTA BÁSICA

A desoneração fiscal de vários setores e da cesta básica preocupa analistas, pois o governo, ao final do exercício, faz alguns “acertos” para maquiar as contas e fingir que ficou próximo à meta fiscal, o que não é verdade. A manipulação de dados oficiais não exime Dona Dilma da responsabilidade de zelar pelas contas públicas e gerenciá-las corretamente. No caso em questão, ela está apenas transferindo problemas para o futuro com o agravamento de quem está ampliando os gastos do governo nas privatizações, em fornecimento de recursos a estatais e bancos e no próprio orçamento de custeio, para o qual, aparentemente, não há limites. Quando o problema começar a aparecer, ela já estará eleita ou não será mais responsável em solvê-los. E a meta de 3,1% do PIB será para ela uma figura decorativa, dos tempos em que se zelava melhor pela coisa pública, com o que conseguiu-se reduzir a inflação.

Fabio Figueiredo fafig3@terra.com.br 
São Paulo

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O BRASIL DE VERDADE

Enquanto a presidente Dilma, já em ritmo de campanha para reeleição, mostra o País do faz de contas que vemos apenas nas campanhas eleitorais, no Piauí, por causa da seca causticante, a população carente come ratos para aplacar a fome. A propaganda governamental usa principalmente a bandeira por exterminar a miséria extrema no País. Quem consegue comer com R$ 2,00 por dia doados pelo Bolsa-Família, quando na realidade continuam sem educação que os capacite para o trabalho? Continuam pobres de marré de si comendo até ratos, mas totalmente crédulos que um dia sairão da pobreza.  Não é uma contradição? Que tal mandar um desses ratos para serem preparados como prato principal num banquete organizado para a petralhada, incluindo o “pai dos pobres” e seu primeiro poste? Enquanto o povo crédulo idolatra esse governo incompetente e mentiroso, milhares de dólares através do BNDES são enviados para Venezuela, Bolívia, Equador, Cuba, para alimentar o sonho da ditadura esquerda da petralhada. Enquanto o Brasil não se livrar de todos que subiram no palanque das “Diretas Já” que alimentam aquele ranço cubano de ser, lá nave se vá...

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br 
São Paulo

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NA MESA DO NORDESTINO: RATOS

Triste confrontar a fala ufanista e maternal da presidente Dilma no Dia Internacional das Mulheres com a realidade crua da vida do nordestino quase doze depois de Lula/PT ter assumido o poder e ter feito promessas preferenciais aos mais carentes deste país. Disse que iria acabar com a miséria e com a desigualdade social que tanto humilha o nordestino. Hoje, enquanto a seca continua a matar o gado e as plantações do homem do campo no Ceará, Cid Gomes paga fortunas para artistas participarem de shows comemorando as obras de seu governo. Inaugurou até hospital inacabado pagando R$ 650 mil a Ivete Sangalo, e duas semanas depois, o hospital que não tem mobiliário, aparelhos médicos nem funcionários, teve sua fachada ruída ao chão, uma vergonha. Num momento em que Dilma apoia empréstimos vultosos do BNDES para obras em países vizinhos, o nordestino não tem poços nem cacimbas que amenizem os efeitos da maior seca que assola o sertão. No Piauí, os moradores de Brejinho, apesar de ter acesso ao programa Bolsa Família, afirmam aos repórteres que o dinheiro não dá para a mistura, e por isso eles saem à caça de ratos para complementar a alimentação. O raro rabão, típico do Norte/Nordeste é a única fonte de proteína desta população. Este é o governo do PT que se preocupa com os necessitados, maior mentira não há! (fonte: reportagem do UOL). 

Mara Montezuma Assaf montezuma.scriba@gmail.com
São Paulo

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BRASILEIROS COMENDO RATOS

Se realmente os “miseráveis” brasileiros estão comendo “ratos”, pois as bolsas quando chegam não dão pra suprir as necessidades básicas dos cidadãos, e se estamos mesmo suprindo as necessidades dos cubanos e venezuelanos com empréstimos do BNDES que nunca voltarão, está na hora de a oposição(zinha) acordar, ir aos meios de comunicação e informar essa barbaridade ao povo, principalmente àqueles que estão distantes das informações. Desde que o PT assumiu o poder, essas ajudas não são novidade, eles adoram dar barretadas com o chapéu do povo pagante.

Leila E. Leitão
São Paulo

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O RETRATO DA FOME

Segundo noticiário, o governo estabeleceu em cr$ 70,00 (setenta reais) mensais o valor que será pago a cada cidadão que vive abaixo da linha da pobreza no sentido de erradicar a miséria no País. Há uma foto nos jornais que mostra um prato de comida com as quantidades de alimentos que daria para pagar com esse valor, conforme segue: 2/3 de uma banana; 1 tomate; 21,4g de carne moída; 54,38 g. de farinha de mandioca e 17g de feijão, com exatos 14 grãos. É simplesmente chocante!

José Marques seuqram.esoj@bol.com.br 
São Paulo

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‘HÁ UM SÉCULO’?

Será houve uma confusão do editor responsável pelo espaço “Há um século” (página C2), ou seja, 11 de março de 1913, confundiu a data, com 11 de março de 2013, pois a notícia é mais do que atual: um cidadão, interpelado a respeito da carestia (hoje inflação), afirma que o encarecimento dos gêneros é devido aos impostos onerosos. União taxa, Estados taxam e municípios taxam, sendo que a mercadoria acaba chegando caríssima ao seu destino. Portanto, Dona Dilma, não adianta esta perfumaria de abaixar os itens da cesta básica, é necessário reduzir a carga tributária. Chega de enganação.
 
Olavo Fortes Campos Rodrigues olavo_terceiro@hotmail.com 
São Paulo

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LUXO

A divulgação da desoneração da cesta básica anunciada pelo governo revela um dado curioso: até “ontem”, pasta de dente e papel higiênico eram considerados itens de luxo, não fazendo parte da cesta básica dos brasileiros. Pode?!
 
J. S. Decol decoljs@globo.com 
São Paulo
 
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SÓ AGORA?

Segundo consta, o projeto de desoneração dos tributos federais sobre a cesta básica já havia sido apresentado em plenário cerca de 1 ano atrás. Louvadíssimo isso, mas por que só agora, colocá-lo em prática?
 
Maria do Carmo Zaffalon Leme Cardoso mdokrmo@hotmail.com
Bauru 

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SÓ O PODER INTERESSA

O editorial do “Estadão” de 12/3/2013, com o título “A jogada da cesta básica”, demonstra bem como esses governos do PT cometem trambiques. Ora, é o trambique do assalto do Bolsa-Escala de FHC, transformado pelo Lula em Bolsa-Família. Depois o trambique contábil para ajustar o superávit primário de 2012. Também os trambiques dos dossiês falsos. Isso sem falar do maior deles, o trambique do mensalão. E agora, divulgado triunfalmente em cadeia de rádio e TV pela Dilma, e sem se ruborizar, o trambique da cesta básica, que a própria presidente vetou em setembro de 2012, porque fora idealizado pelo DEM, PPS, e PSDB... Ou seja, se o governo federal estivesse mesmo preocupado com a população que sofre com a inflação alta, por que não aceitou colocar em prática há seis meses esta redução de impostos nos produtos da cesta básica?! Na realidade, o petismo governa única e exclusivamente ao sabor das pesquisas. E os palacianos de Brasília devem ter nas mãos números que nós não sabemos, mas que devem estar indicando queda na popularidade da Dilma. E não é para menos. Como a vaca da dita prosperidade está indo para o brejo da incompetência, porque o PIB é medíocre, a inflação altíssima e os investimentos em infraestrutura para modernizar o País não acontecem porque a gestão é genuinamente amadora, somente os aloprados e idólatras do petismo para acreditar que tudo está uma maravilha. E que os eleitores, eternamente, e como se idiotas fossem, apoiariam os delírios do PT, que sonha em se perpetuar no poder.

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com
São Carlos

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NO DIA DA MULHER

Em rede nacional, no Dia Internacional da Mulher, a mulher presidente só agora se lembrou de desonerar os produtos da cesta básica, que terá um desconto de R$ 16,00 (dezesseis reais). Só isso? Antecipando as eleições, que só ocorrerão em 2014, “o voto que intere$$a o resto não tem pre$$a”, a campanha política já começou. Pode? O (des)governo está perdido e desorientado, a inflação maquiada cresce sem controle, só o feijão em um ano subiu 70%, ninguém segura mais... Vão continuar enganando?
 
Luiz Dias lfd.silva@2me.com.br 
São Paulo

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DESCONTENTES

Dilma desonerou boa parte dos produtos da cesta básica. Natural que houvesse furor nacional, alegria e êxtase, certo? Não! Não foi isso o que aconteceu! Pelo menos não em pequena parcela da população. Imaginem só, há muitos reclamando e dizendo tratar-se de medida eleitoreira (a 1 anos e 7 meses da eleição! Pode?!). Bem, peço aos descontentes que abram mão da desoneração, dos juros baixos, dos prazos longos de financiamento, do crédito amplo, do pleno emprego, da energia elétrica mais baixa, das reservas internacionais em US$ 380 bilhões etc. Protestem mesmo! Exijam: impostos na cesta básica, energia elétrica mais alta, juros de 45% ao ano + correção monetária (obs.: hoje um financiamento imobiliário na CEF está em 8,5% ao ano fixos, sem correção monetária, prazo de 20 anos!), crédito restrito, prazo pequeno para financiamentos, desemprego alto, reservas internacionais a meros US$ 38 bilhões etc. Exijam seus direitos!

Mauricio Nardi Jr. mauricionardi@hotmail.com
São Paulo

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É MEDO DA INFLAÇÃO

Assim como a redução na tarifa de energia elétrica, essa desoneração da cesta básica não foi feita pelo governo com o intuito de beneficiar o povo brasileiro, de quem ele tira sem dó nem piedade uma das mais elevadas cargas tributárias do planeta, pouco, ou quase nada, proporcionando como contrapartida a esse imenso sacrifício. Esse falso gesto de bondade de Dilma tem o único objetivo de segurar a inflação, que ameaça explodir e, com isso, prejudicar a sua reeleição. É claramente eleitoreiro, pois ataca pontualmente componentes importantes usados no cálculo da inflação e nada além disso. Se o governo tivesse realmente interessado em desonerar a cesta básica, apena se preocupando com povo, deveria ter feito esse gesto há seis meses, quando um projeto que previa exatamente isso foi vetado pela presidente. É muita cara de pau, muita falsidade, aparecer em rede nacional passando uma imagem de um governo que abre mão de suas receitas em prol dos contribuintes.

Ronaldo Gomes Ferraz ronferraz@globo.com 
Rio de Janeiro 

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FELICIANO E OS DIREITOS HUMANOS

O deputado Marco Feliciano (PSC-SP) foi eleito presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara. Ele declarou que, os que o acusam de fundamentalista estão nas trevas, sob o influxo do diabo, que os homoafetivos levam ao ódio e ao crime. Feliciano anunciou um grande ato de oração no culto evangélico incitando os fieis a doarem R$ 1.000,00. Creio que perguntarei a ele quanto custa um culto cheio de adornos, flores, tapetes vermelhos, corais com músicas sacras, órgão tocando peças do século 18, etc., etc., etc. Se este culto garantir minha ida ao céu, talvez eu pague. 
 
Mário Negrão Borgonovi marionegrao.borgonovi@gmail.com
Rio de Janeiro

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DÍVIDA DE ELEIÇÃO

Embora não se consiga juntar uma dúzia de pessoas para protestar contra a corrupção que se alastra no País, as manifestações contra a eleição do pastor Feliciano como presidente da Comissão dos Direitos Humanos e Minorias da Câmara são grandes. Esquecem-se estes manifestantes que o referido pastor, eleito deputado federal com grande número de votos, foi grande cabo eleitoral na eleição da presidente Dilma. Discursou em igrejas vestido com camiseta que dizia “sou cristão e voto em Dilma” e foi muito útil para o PT na eleição de 2010. Fez parte de um grupo que se dedicou a “limpar a barra” da então candidata no âmbito religioso. Assim como Gabriel Chalita, que operou junto aos católicos, o pastor ajudou a mostrar ser Dilma contra da legalização do aborto, por exemplo, para que a comunidade religiosa a apoiasse e lhe desse seus votos. Foi muito útil ao PT, que, agora, obedecendo à política do toma lá, dá cá,  paga a conta dando-lhe a presidência desta comissão. É a prática petista: faz as alianças mais espúrias e depois mobiliza um grupo para protestar contra. Então pergunto aos petistas por que então não há protestos contra a escolha de José Genoíno e João Paulo Cunha para a Comissão de Constituição e Justiça? Não é acinte igual à presença do pastor na de Direitos Humanos?
 
Maria Tereza Murray terezamurray@hotmail.com
São Paulo

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PARTILHA

O nobre deputado Marco Feliciano em entrevista ao “O Estado de S. Paulo”, edição de 9 de março de 2013, página A6: “Nós tínhamos outro acordo com o governo, que era a Comissão de Fiscalização e, na última hora, não nos deram esta comissão. Na partilha da proporcionalidade, sobrou a Comissão de Direitos Humanos”. Nobre deputado, explique os termos citados na sua entrevista: doações de fiéis partidários e partilha  da proporcionalidade.

José Manoel Oliveira Silva josemos@terra.com.br
São Paulo

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BOI DE PIRANHA

Enquanto todas as atenções da mídia estão voltadas para a divulgação dos malfeitos do pastor Marco Feliciano, os deputados José Genoino e João Paulo Cunha, já condenados pela Justiça, e também o deputado Gabriel Chalita, suspeito de receber dinheiro de maneira indevida, na surdina e sem serem incomodados pelas massas de manobras, assumem cargos importantes em comissões na Câmara dos Deputados.

José da Silva jsilvame@hotmail.com 
Osasco

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FELICIANO E RENAN

Os protestos e a indignação estão nas ruas, a população não os quer. Se até o veto da presidenta pode ser contestado e cancelado, nós, que entronamos esses vigaristas, não temos a opção de nos arrepender? Fora Renan e fora Feliciano! 

Victor Germano Pereira victorgermano@uol.com.br
São Paulo

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ELEITOS

O Congresso Nacional desafia da consciência e a paciência nacional ao escolher os piores deputados e senadores para as diversas comissões e para as próprias presidências das casas. Depois de Renan Calheiros e Henrique Eduardo Alves, dois fichas sujas, serem eleitos para a presidências do Senado e da Câmara Federal, depois de José Genoino e João Paulo Cunha, dois condenados pelo STF e assentados na Comissão de Constituição e Justiça, depois de Blairo Maggi, o motossera de ouro ser eleito para a Comissão de Meio Ambiente, agora temos de engolir o pastor homofóbico e racista na presidência da Comissão de Direito Humanos. O Congresso não se cansa de piorar. O triste dessa situação é que todo esse pessoal foi eleito. Cabe, portanto ao eleitor, melhorar seu voto e tentar salvar o legislativo federal desse lodaçal em que se encontra.
 
Celso Battesini Ramalho leticialivros@hotmail.com 
São Paulo
       
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CORPORAÇÃO INDIGESTA
 
Nomear para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) os sr. João Paulo (PT) e o sr. José Genoino (PT), acusados no mensalão pelo Supremo Tribunal Federal (STF), é cutucar a Justiça com vara curta, ou desacato explícito?
 
Tania Tavares taniatma@hotmail.com 
São Paulo

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BRAVA GENTE

A nossos senadores e deputados, caberia ao menos e antes de indicar alguém a um cargo, seja de relevância ou não, verificar a idoneidade e probidade do indicado, se bem que para as pessoas do bem; idoneidade e probidade são inseparáveis. Notícia do IG diz que o pastor Feliciano responde a ação por estelionato; um cidadão de bem se sentiria envergonhado, e vocês, tudo  bem? Faz lembrar aquela velha máxima (diz-me com andas te direi quem és).

Manuel José Falcão Pires manuel-falcao@ig.com.br
São Paulo

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PASTORES DEM CAJADO

Renan, Sarney, Collor, Jucá e Lindenberg que se cuidem, pois está a caminho do senado um adversário de peso que pretende abalar as lideranças esquerdopatas do Senado. O pastor do Templo de Avivamento, Marco Feliciano (PSC-SP) , até agora reúne credenciais para atingir a sua finalidade. Mesmo sendo processado por atitude homofóbica e racista, foi conduzido à presidência da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara. O pastor possui uma mansão em Orlândia (SP) e uma frota de três carros importados na garagem da catedral do Avivamento. Já passou da hora de as autoridades cobrar transparência nessa farra dos dízimos. A quem cabe  fiscalizar o surgimento de tanta igreja evangélica no Brasil?

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com 
Vassouras (RJ)

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MANIFESTO CONTRA A INTOLERÂNCIA

Infelizmente o Movimento Gay transformou-se no movimento mais intolerante de toda a face da Terra. Querem direitos acima da população, querem doutrinar as crianças a serem homossexuais com kits bizarros, fazem baderna na Câmara, não respeitam nada nem ninguém. Os líderes desse movimento são extremistas, reacionários, estão agora debatendo “a sexualidade em crianças de 0 a 6 anos”, uma aberração que beira à insanidade. Agressivos, violentos, prontos para “pegar em armas”. São bibliofóbicos, evangelicofóbicos. Assim como eles, também sou contra a homofobia e contra a violência em qualquer âmbito, mas tenho o direito de ter opinião sobre tudo, assim como eles, conforme me garante o Art. 4.º da Constituição. Eu tenho direito de criticar comportamento, eu tenho direito de criar meus filhos à luz da “Bíblia”, eu tenho direito de propagar a palavra de Deus, eu tenho o direito de defender meus filhos desse tipo de violência e de tudo aquilo que considero prejudicial a eles, assim como vocês de defenderem o que quiserem. Essa ditadura gay já extrapolou todos os limites do razoável. Vivam do jeito que quiserem, propaguem o que quiserem, mas respeitem os nossos direitos e, por favor, não tentem nos enfiar goela abaixo o que quer que seja. Já deu!

Celio Leme celioleme@hotmail.com
São Paulo

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ACIDENTE NA PAULISTA

Arriscar-me-ei- entre a linha tênue do completo clichê e do pseudoentendimento da ignorância humana. Hoje me deparei com o mais completo “efeito manada”. O notícia recente do atropelamento de um ciclista na Avenida Paulista que teve seu braço decepado é lamentável, assim como o incêndio na Boate Kiss, em Santa Maria (RS), e assim como diversos outros acidentes que ocorrem todos os dias. O que questiono é se Alex Siwek tinha intenção de causar um acidente de trânsito e decepar o braço de um ciclista que nem conhecia. Ou será que o vocalista da banda Gurizada Fandangueira tinha intenção de matar 231 pessoas asfixiadas após ascender um simples sinalizador durante um show na Boate Kiss? É muito fácil julgar quando se está do lado de fora. É óbvio que a família das vítimas sentem-se desesperadas com o fim de uma vida ou com acidente de consequências drásticas. Mas alguém já se questionou como os acusados se sentem? Ou mesmo suas famílias? Como a culpa pode corroer o pensamento dessas pessoas? Como esses fatos podem modificar a vida dos envolvidos? Qual a consequência disso tudo para o “outro lado”? Qual o conhecimento de causa que nos autoriza a julgá-los como “assassinos”? Será que, se você estivesse no lugar de Alex Siwek, se denominaria um “monstro”? Ou “irresponsável”? Tudo o que você fez de bom na vida pode desaparecer numa fração de segundo? A partir de então você se torna um ser humano completamente desprezível e merecedor de coisas ruins? E todos os seus bons atos como filho, amigo, cidadão? Sempre respeitou seus pais (apesar das brigas), foi um bom amigo, sempre oferecendo seu ombro quando estavam em dificuldades, pagou seus impostos, doou sangue, fez trabalho voluntário, se compadeceu com a dor alheia... Tudo isso torna-se ínfimo diante de um fato que você nunca desejou, nem aos seus piores inimigos? Você vê pessoas julgando você como “animal”, “ignorante”, “playboy”, “um verme asqueroso, vil, desumano”, “monstro insensível e inconsequente”, “irresponsável arrogante e descontrolado”, entre diversos outros adjetivos pouco amigáveis. Pois eu lhe pergunto: qual sua autoridade para julgar? Você é uma pessoa responsável, perfeita, infalível, impassível de cometer qualquer erro, superior à raça humana? Não? Então, limite-se à sua insignificância, e não assuma papéis que não possa cumprir. Dizem por aí que “quem nunca errou que atire a primeira pedra”.
Se crucifica um e se endeusa outro. Por isso, esse texto é mais do que um clichê total ou pseudo entendimento da ignorância humana, como eu mesmo o denominei. Isso é um protesto destinado à médica Rachel Baptista, médica do Hospital das Clínicas de São Paulo, e a todos que compartilham dessa visão limitada, ignorante e desprezível! É lamentável ver uma médica adotar tal postura, passível de forte conflito ético. Compadeço-me de vocês, “o outro lado”, sem direito a voz e crucificados nos meios de comunicação. Apenas para vossa informação: não tenho qualquer relação com Alex Siwek ou integrantes da banda Gurizada Fandangueira, como tampouco os conheço. Pensem! Reflitam!

Fábio Bernal fmbernal@uol.com.br
São Paulo

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PARLAMENTARES E A USP

Sobre o pedido de anistia aos 72 bandidos que os parlamentares Ivan Valente, Paulo Teixeira e Eduardo Suplicy solicitaram ao reitor da Universidade de São Paulo (USP), espero que o mesmo ignore tal proposta que, além de absurda, é imoral e vergonhosa. Incrível que tenhamos parlamentares que se dedicam à defesa dos mesmos arruaceiros de sempre, sejam bandidos travestidos de estudantes, de sem-terra ou de revolucionários. Parece que esses desocupados (os parlamentares) apostaram para ver qual deles consegue ser o mais inútil do congresso, ou o que causa mais mal à sociedade. Aos citados e aos demais, meu mais profundo repúdio pela completa desmoralização de um Poder da República.
 
José Alfredo T. Andrade tolosajaa@uol.com.br
Santos

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ELETRICIDADE SEM RISCO
 
São perfeitas as conclusões contidas no artigo “Improviso e politicagem eleitoreira” (10/3, B2) do Sr. Cláudio J. D. Sales, presidente do Instituto Acende Brasil. Num país onde as agências reguladoras carecem de autonomia para tomar decisões técnicas, é realmente uma temeridade investir em setores cujos retornos financeiros são dependentes da vontade política dos governantes e não dos contratos e dos interesses permanentes do Estado. Está mais do que na hora do País, com o apoio de entidades sérias, como suponho ser a presidida pelo Sr. Sales, se estruturar para atrair o capital privado aperfeiçoando e fortalecendo as suas instituições estatais. Um bom começo seria se espelhar no bem sucedido modelo federativos norte americano, onde a fiscalização dos serviços e as decisões predominantes sobre concessões e tarifas estão no plano regional e distantes dos interesses político-partidários.

Nilson Otávio de Oliveira noo@uol.com.br
Valinhos

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PAÍS RICO

Após ver este governo incompetente desvalorizar as ações da Petrobrás em 40%, ainda temos de ver estampado nos balanços da petroleira que saem hoje, “Ministério das Minas e Energia, governo federal. Brasil – país rico é país sem pobreza”. O correto seria “país rico é país sem políticos corruptos, sem governantes oportunistas e sem aves de rapina rondando ministérios”.
 
Achille Aprea newplay1@terra.com.br 
Vitória

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NO MUNDO DA LUA

Pelo que a presidente da Petrobrás anunciou há alguns dias sobre o prejuízo da Petrobrás, que desvalorizou 37% e, além disso, que estamos importando gasolina por valores altos e exportando por valores baixos, o anúncio de que a Vale do Rio Doce perdeu mais de R$ 5 bilhões, contando ainda que não temos dinheiro para explorar o pré-sal, depois de toda essa calamidade temos ainda de ouvir da presidenta Dilma dizer que o Brasil está se transformando num país de classe média? Os barracos se multiplicam pelo País! Quem está no mundo da lua, a presidenta ou a população?
 
Alberto Nunes albertonunes77@hotmail.com 
Itapevi

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O CASO PASADENA

Uma trading belga comprou  uma refinaria em Pasadena, EUA, por  US$ 42,5 milhões em 2005. No ano seguinte, 2006, vendeu metade da empresa à Petrobrás por US$ 360 milhões. Em seguida a outra metade foi comprada por US$ 820 milhões, após litígio. Se a Petrobras perdeu a causa litigiosa é porque havia base legal para tanto, obviamente. Não há o que justifique tamanha discrepância de valores numa transação como esta por uma empresa tão relevante em nosso país. A perda de US$ 1 bilhão não se deveu, certamente, à ingenuidade dos gestores. Espera-se que a justiça, já tardia, se manifeste e seja aplicada aos que avalizaram as transações. Uma conduta administrativa no mínimo temerária, no mais,  indecente.
 
Sergio Holl Lara jrmholl.idt@terra.com.br 
Indaiatuba

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NEGÓCIO OU NEGOCIATA?
 
O que é isso companheiros?! Se eu fosse empresário, faria qualquer negócio, pagaria os salários mais altos do mundo para dispor na área comercial os  vendedores da Astra/Transcor. São de qualidades realmente excepcionais. Como é que conseguiram comprar uma indústria por  apenas US$ 42,5 milhões e vender para a Petrobrás por US$ 1,18 bilhão? É de pasmar! Sobressai ainda mais, a fantástica competência dos executivos vendedores da Astra/Transcor, se levarmos em conta o nível das pessoas que  estavam do outro lado da mesa. Eram  negociadores do quilate do experienti$$imo  presidente da Petrobrás na época, como também a sapiente presidente do Conselho de Administração da Petrobrás, que continua presidente, só que agora do Brasil...
 
Sansão José da Silva sansao@sansaojsilva.com.br
Uberlândia (MG)

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ROUBALHEIRA EM PASADENA

A presidenta Dilma Rousseff tem, sim, na qualidade presidente do Conselho de Administração da Petrobrás, responsabilidade sobre a nefanda negociata ocorrida por ocasião da compra da refinaria de Pasadena que resultou num prejuízo de US$ 1.000.000 (um bilhão de dólares), roubados do povo brasileiro. Chega de palavrório vazio, quando não mentiroso, com que o governo tenta nos engabelar. Vamos pôr os pontos nos is. Chega!

Affonso Maria Lima Morel affonso.m.morel@hotmail.com 
São Paulo

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POÇO DE LAMA
 
É digna de Kafka essa história sobre a aquisição, da refinaria de Pasadena, no Texas, pela Petrobrás. A pergunta que não quer calar é: como pode ser possível o preço pago pela estatal brasileira à trading belga Astra multiplicar-se 28 vezes em apenas um ano (2005-2006)? Até cego é capaz de ver que houve lesão aos cofres da Nação em mais este escândalo envolvendo petralhas, lembrando que, à época do “negócio” (aspas necessárias),  a sra. Dilma Rousseff, hoje presidente da República, era presidente do Conselho de Administração da petroleira.  Esse novo “poço” tem tudo para jorrar muita lama, e nem será preciso furar a grande profundidade. 
 
Silvio Natal silvionatal49@yahoo.com.br 
São Paulo

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MESMICE

Seguidamente tenho visto o governo da presidente Dilma alardear progressos no campo econômico e social. Nada disso se confirma. No campo econômico sabemos, que nosso ministro da Fazenda não consegue controlar a inflação que está de volta e nosso PIB em queda. Aliás, referido ministro também é presidente do Conselho de Administração da Petrobrás, empresa que apresenta prejuízos relevantes afastando os investidores estrangeiros e muitos comentários negativos no mercado internacional. Sr. ministro, é importante que saiba: “empresa que não gera caixa” não tem nenhum valor e, com certeza, terá muita dificuldade de captar recursos. Como presidente do conselho, o senhor não viu isso antes? Onde está a governança corporativa da Petrobrás?

Marcos Antônio Scuccuglia sasocram@ig.com.br 
Santo André

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