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O Estado de S.Paulo

05 Abril 2013 | 02h09

GOVERNO DILMA

Despesas inúteis

Enquanto o governo se mostra incapaz de combater a inflação e de acabar com a situação caótica de estradas, portos, aeroportos, ferrovias, etc., o que ajudaria, e muito, nossa economia a crescer, a presidente Dilma Rousseff, a exemplo de Lula, segue com a vocação estatizante, criando a sua quinta empresa estatal, a Hidrobrás. Com o único objetivo de acomodar centenas de camaradas e aliados com vista ao apoio eleitoral em 2014, a nova estatal certamente será mais um foco de desvio de recursos públicos, dada a inépcia administrativa corrente neste governo ou, ainda, pelas facilidades que o poder oferece, com os tais superfaturamentos... Até aqui o PT criou dez estatais, anulando boa parte dos benefícios que a gestão Fernando Henrique Cardoso promoveu, enxugando o tamanho da máquina pública. Que pena! Nossa expectativa, independentemente de quem assumisse a Presidência da República, era de prosseguimento do que fez FHC, com as reformas constitucionais, redução do peso do Estado e modernização do País. Que frustração! O populismo e a demagogia que permeiam a era petista custarão muito caro a todos nós, brasileiros. Essa gente tenta construir o Brasil iniciando pelo telhado, ou seja, sem alicerce! Prova está no retrocesso em educação, saúde, infraestrutura e no abandono do combate à inflação, que vem atormentando o orçamento familiar. E melancolicamente se vai findando o governo Dilma, com o Brasil na contramão do desenvolvimento.

PAULO PANOSSIAN
paulopanossian@hotmail.com
São Carlos

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Mais e mais cabides

Se, para o empresário Jorge Gerdau, é muita burrice criar mais ministérios, que já estão no limite com o 39.º, e apenas seis são realmente "escutados" por Dilma, está na hora de ele orientar a presidente a parar de criar empresas estatais, uma vez que já prepara a quinta, a Hidrobrás, pois elas só servem para aumentar as despesas, os cabides de empregos, e não resolvem nada. A cada dia nossa presidente decepciona os que depositaram alguma esperança em sua capacidade administrativa de gerenciar para o bem do Estado brasileiro. Na verdade, Dilma só pensa naquilo: manter-se no poder a qualquer custo.

LEILA E. LEITÃO
São Paulo

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Inchando a máquina

A presidente Dilma prepara sua quinta estatal, esta para portos e hidrovias, fora o aumento do número de ministérios, agora 39. Ela ainda não conseguiu alocar os companheiros todos, por isso cria novas frentes? Ou todos já estão devidamente arranjados na vida e sobrará um pouco de espaço para contratar gente técnica e competente desta vez?

MYRIAN MACEDO
myrian.macedo@uol.com.br
São Paulo

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Quinta estatal

Na antiga União Soviética, os oposicionistas eram alojados em ermos campos de concentração e trabalhos forçados, os chamados gulags. No governo Dilma, viram aliados e são alojados em estatais. 

VICTOR GERMANO PEREIRA
victorgermano@uol.com.br
São Paulo

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Banco Central e carestia

O sr. Alexandre Tombini diz que o Banco Central (BC) vai agora fazer uma vigilância sobre a inflação. Daí a pergunta: o que fizeram até agora? Por que não fizeram isso antes? O sr. Tombini tem ido ao supermercado ultimamente? Será que a esposa dele tem comprado frutas, legumes e hortaliças ultimamente e não consegue transmitir ao marido o absurdo que está a carestia?

KÁROLY J. GOMBERT
gombert@terra.com.br
Vinhedo

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Tomate$

Não dá para engolir sem azia e indigestão a lengalenga do governo de que tem a inflação sob controle se o preço do tomate, entre outros itens, está descontrolado. O abusivo e inexplicável aumento, que faz o consumidor ficar rubro de raiva, deveria deixar o presidente do BC e o ministro da Fazenda vermelhos de vergonha. Cuidado, o dragão despertou! Aliás, diante dos fatos e declarações que indicam a perda de autonomia do BC em relação à política de juros no combate à crescente inflação, fica cada vez mais evidente que o BC virou BG, Banco do Governo petista. Isso, sim, é que se chama manipulação!

J. S. DECOL
decoljs@globo.com
São Paulo

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Inflação planejada?

Não sei, não... Foi só a presidente soltar aquele balão de ensaio em que admitia não ser o controle da inflação meta prioritária de seu governo que as coisas começam a degringolar. Já tem feijão a R$ 8 e tomate a R$ 12 o quilo, e por aí vai. Apesar de seu partido ser contra, Lula, ao ser eleito, num raro momento de lucidez, aceitou o Plano Real. Mas há gente que até hoje sonha em livrar o País dessa maior "herança maldita" de FHC. Então, não seria surpresa se a inflação voltasse com toda a força, para que depois surgissem salvadores da Pátria com novos planos econômicos, talvez até com uma nova moeda, o PeTeleco.

NESTOR R. PEREIRA FILHO
rodrigues-nestor@ig.com.br
São Paulo

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O modelo do atraso

O governo inútil, incompetente e corrupto instalado no poder em 2003 está acabando com a maior conquista alcançada pelo povo brasileiro: a estabilidade da moeda. Foi ela a responsável pelo início da recuperação do País, mas nas mãos desses incapazes está sendo destruída de forma assustadora. Todos os sinais indicam um acelerado retrocesso, em todos os sentidos. Para piorar, este governo sem identidade está copiando medidas populistas desastradas adotadas pela Argentina, como manipulação de índices, subsídios maquiados de "descontos", tentativa de controle da imprensa e outros que tais. Enquanto isso, a inflação vai aumentando, o PIB vai diminuindo, as empresas vão indo para o brejo e o País vai ficando para trás. Continuar a manter o povo pobre, sem trabalho e inculto, mas com subsídios e bolsas de todo tipo, isso dá votos, que é o que interessa a essa gente para seguir no poder. Está aí o alto índice de aprovação...

HUMBERTO BOH
hubose@gmail.com
São Paulo

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Lojinha de 1,99

Tivesse a presidente a humildade de se lembrar de sua atuação em empreendimento comercial no Rio Grande do Sul e o sr. Guido Mantega, a de pensar no bem do País, convocariam pessoas competentes para cuidar do fundamental na área econômica.

ANDRÉ C. FROHNKNECHT
anchar.fro@hotmail.com
São Paulo

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Enquanto isso...

... o clima de incerteza causado pelo governo inibe as iniciativas de investimento pelo empresariado.

FRANCISCO ZARDETTO
fzardetto@uol.com.br
São Paulo

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O TOMATE E O PT

Se já é decepcionante ver uma Petrobrás em decadência, Banco Central desprestigiado, PIB medíocre, infraestrutura caótica, o nosso campo sem condições de escoar sua safra recorde e a inflação como um item que na agenda do governo não é prioridade, ou de terceira classe, duro mesmo é saber que 1 kg de tomate hoje, no Brasil dos campos verdejantes e varonil, é mais caro que 1 kg de carne. E a presidente Dilma, míope ao olhar esta realidade que suga o bolso do trabalhador brasileiro e desespera a dona de casa, está mais preocupada em aumentar os gastos públicos desprezíveis, criando estatais e ministérios que lhe garantam apoio na próxima campanha eleitoral de 2014. Ou seja, a presidente Dilma, com os pacotes equivocados em profusão que vem lançando, literalmente está pisando no tomate do bom senso e da eficiência.  

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com
São Carlos

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INFLAÇÃO MAIS QUE MANIPULADA
Agora ninguém tem mais dúvida! Os índices de inflação apresentados pelo governo federal e seus ministros estão totalmente manipulados Quem vai aos supermercados, feiras livres e varejões sabe que estamos sendo roubados na mão grande pelos preços que estão cobrando pelos produtos alimentícios que vendem. Gostaria de saber onde são feitas as pesquisas pelos órgãos que fazem a medição de preços para o governo. Na terça-feira, 2 de abril, fui surpreendido ao me defrontar com o preço de dois produtos, em especial, o tomate, a R$ 12,40, e o do pimentão, a R$ 18,00 o quilo. E olha que o produto não era de boa qualidade. Só para ter uma ideia, de 2012 para 2013, muitos produtos tiveram aumento substancial acima de 100%, isso sem dar maiores justificativas para tal absurdo. Outros chegaram a 200% e 300%, como no caso das frutas. A banana, pude verificar em alguns estabelecimentos, sendo vendida a R$ 4,00 o quilo, isso significa que a dúzia nos supermercados sairia em torno de R$ 8,00. Sem contar o preço da refeição no boteco da esquina, nos restaurantes que vendem por quilo, o que não sai por menos de R$ 30 a R$ 35. O certo é que, para quem mora na região do ABC, o preço médio da refeição nos restaurantes está pela hora da morte, entre os mais salgados do País. Enquanto isso, os engravatados que ficam em belas salas em Brasília com ar-condicionado acham que vivemos às mil maravilhas pelas propagandas enganosas que faz o governo. O que dá para perceber é que este atual governo, como o anterior, se especializou em não dizer a verdade ao povão. Como diz uma conhecida frase muito usada na guerra, “uma mentira, repetida mil vezes, acaba se tornando verdade”. E, para completar o achaque no bolso do povo, vem aí mais um aumento, desta vez dos remédios, para acabar de matar quem ainda está vivo.

Turíbio Liberatto Gasparetto turibioliberatto@hotmail.com 
São Caetano do Sul

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ACORDE, DONA DILMA!

75% dos preços medidos pelo governo estão em alta. Portanto, é uma inflação generalizada no País, o maior número dos últimos dez anos. Portanto, é bom nossa presidente prestar muita atenção, caso contrário, sua posição ficará difícil. A última vez que o governo cumpriu a meta de inflação foi em agosto de 2010; depois disso, estourou sempre. Não adianta ficar brava com a imprensa, ela não gera inflação e não tem condições de melhorar, apenas, avisa. A inflação dos últimos 12 meses está atualmente em 5,5%, mas especialistas já a calculam em 6% para muito breve. Acorde, Dona Dilma, é melhor tomar as providências necessárias do que perder eleição. Quais providências? Subir juros e desaquecer a economia para que os preços caiam. Fala com Tombini, ele sabe muito bem o que fazer.
 
Fabio Figueiredo rsfig@dialdata.com.br 
São Paulo

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DE TOMBINI PARA MEIRELLES

- Alô, Meirelles, socorro!
- Calma, Tombini, o que foi que aconteceu?
- Não sei mais o que fazer, Meirelles. Dilma está me pressionando demais.
- Deixa eu lhe perguntar: Você fez um seguro contra fritura pelo PT com o aval do Lula?
- Claro que não... A Dilma me prometeu...
- Olha, Tombini, se não fez seguro garantindo sua blindagem, o melhor é pedir as contas e se mandar.
- Pô Meirelles, você acha?
- Acho não, tenho certeza, Tombini. Caia fora enquanto é tempo. Você tem um nome a zelar.

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br 
Monte Santo de Minas (MG)

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FUTURO NEBULOSO

Será que teremos, amanhã, esse governo do PT distribuindo verdadeiras esmolas para infelizes brasileiros (que nada produzem) e destruindo a indústria brasileira elevando seu custo a valores impraticáveis? Aliado a essa situação, os alimentos (num país que bate recordes de produção) têm seus preços insuportáveis nos supermercados. Essa situação demonstra um país sem a mínima estrutura, um verdadeiro desgoverno.

Laert Pinto Barbosa laert_barbosa@ig.com.br
São Paulo

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MARCHA À RÉ

Diariamente lemos, ouvimos e assistimos ao caminhar catastrófico da política econômica, que a presidente Dilma tomou as rédeas desde que assumiu a Presidência, em 2010, e desde então caminha como caranguejo, de lado e para trás. O ministro Mantega, da Fazenda, e Alexandre Tombini, do Banco Central (BC), são meros espectadores. Esta política teimosa da presidente “economista” poderá nos levar para o fundo do abismo. Investidores estrangeiros perceberam do perigo iminente e já apostam em países desenvolvidos, que ainda lutam, mas inteligentemente, contra a crise internacional.  Um termômetro disso é a bolsa de Nova York (NYSE), que já recuperou todas as perdas desde a última crise e recordes são batidos diariamente, ao contrário da bolsa paulista (IBovespa), onde o pessimismo predomina, as perdas são quase diárias e assustadoras. O “upgrade”, grau de confiança para aplicadores e investidores, poderá ser revisto pelas agências de risco e a nota, rebaixada. Aí, adeus viola, tudo estará perdido. Portanto, a continuar nessa marcha, teremos de recomeçar da estaca zero em razão da teimosia, da arrogância e da centralização do poder em mãos inábeis na condução de uma nação.

Sérgio Dafré Sergio_dafre@hotmail.com 
Jundiaí

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O EFEITO REBOTE DA FAXINA

A presidente Dilma Rousseff, em campanha, tratou de trazer de volta à sala o lixo que dizia haver removido da política brasileira (editorial “A volta dos faxinados”, 3/4, A3). Rende-se ao defenestrado Alfredo Nascimento, do PR, e volta a entregar o poderoso Ministério dos Transportes a seus comparsas políticos, alguns dos diabos do inferno das eleições. Mudam-se os nomes e permanecem as moscas. Agora é César Borges, cria sombria do falecido ACM, que retoma os bilhões do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), sob o aplauso de velhos inimigos do antes detestado caudilho, a exemplo do combativo Jacques Vagner. Esse o governo que o povo brasileiro está a merecer – e a suportar. 
 
Amadeu R. Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br 
São Paulo

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A VOLTA DO LIXO FAXINADO

A volta do lixo faxinado no começo do governo Dilma só ocorre por causa da total inoperância do sistema judiciário em esboçar qualquer resquício de vontade para levar adiante os processos contra os tais faxinados. Os réus julgados e condenados criminalmente no caso do mensalão, por exemplo, estão todos atuando alegremente no governo. Não haveria de ser diferente com a saudosa Erenice Guerra, Palocci, Lupi e tantos outros ministros do governo Dilma. Todos foram afastados por avassaladores indícios de corrupção em suas pastas, nem sequer foram julgados e muito menos condenados por coisa alguma. Por que haveriam de ficar de fora da festa do governo Dilma? Com a palavra, o sistema judiciário brasileiro. 

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br 
São Paulo

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MEXENDO OS PAUZINHOS

É claro que já estamos em plena campanha eleitoral, e é claro também que o Planalto é escritório federal do partido PT. As “rataiadas” dos partidos de aluguel começam a mexer seus “pauzinhos” para valorizar a “venda de apoio” a quem pode pagar mais. É isso aí, estamos em plena campanha fajuta de eleições.
 
Ariovaldo Batista arioba06@hotmail.com 
São Bernardo do Campo

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RECICLAGEM

O novo ministro dos Transportes, Cesar Borges (PR) – cria do ferrenho adversário histórico do PT, o falecido Antônio Carlos Magalhães (ACM) –, toma posse no governo da presidente petista Dilma Rousseff.  Borges foi indicado pelo ex-ministro Alfredo Nascimento, que foi demitido por Dilma, na chamada faxina do inicio de seu governo. Sorridente, a presidente ouviu de Borges, sem aparente constrangimento, que o ato era a reparação de uma injustiça contra Nascimento. Presentes a solenidade estavam ainda o também faxinado Mário Negromonte, Anthony Garotinho e o incrível Paulo Maluf.  Depois Dilma, fora da agenda oficial, foi a São Paulo ouvir do ex-presidente Lula e do presidente do PT, Rui Falcão, os seguintes passos para o único projeto do partido: “o poder perpétuo”.

Abel Pires Rodrigues abel@knn.com.br 
Rio de Janeiro

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MANTENHAM DISTÂNCIA

Muito bom o editorial “A volta dos faxinados”. Muito esclarecedor e oportuno. Aproveito a chance para pedir aos dirigentes do meu partido, PTB, que se afastem dos mensaleiros, que hoje administram o Brasil. Fomos nós que denunciamos a corrupção no governo federal e não podemos em hipótese alguma nos unir aos corruptos. Peço ao deputado estadual Campos Machado, presidente do diretório de São Paulo, que diga aos dirigentes federais que afastem dos corruptos.

Luiz de Gonzaga Santos lg.santos@terra.com.br 
Paraibuna

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RETROCESSO MORAL E ANTIDEMOCRÁTICO

De um lado, presenciamos os esforços ordenados pela Comissão da Verdade, com a abertura de documentos, que há muito tempo eram preservados e, que somente, agora são revelados, como denuncia histórica às arbitrariedades cometidas pela ditadura. Por outro lado, em relação à matéria “Abin monitora movimento sindical no Porto de Suape”, publicada no dia 4 de abril por este conceituado periódico, temos de nos indignar com atos antidemocráticos e desrespeitosos, onde toda uma “estrutura pública” é utilizada para “espionar” e tentar “prejudicar” a luta pelos direitos dos trabalhadores. Onde fica o lado moral e ético?  Será que pouca coisa mudou na vida democrática de nossa nação? 

Sergio Luiz Leite sergio@fequimfar.org.br
São Paulo

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PUBLICIDADE OFICIAL

Na segunda-feira, o “Estado” publicou excelente matéria sobre os gastos com publicidade oficial pelo estado de São Paulo, nos governos Serra e Alckmin. Ontem, publicou o artigo “Propaganda de governo, gastos sem limite”, do jornalista Eugênio Bucci, que aborda a questão com bastante propriedade, mostrando que o abuso é mais grave nos Estados menores, no Distrito Federal e no governo federal, onde o gasto é proporcionalmente muito maior. Então, o “Estado” fica devendo a seus leitores uma reportagem sobre os gastos do governo federal, já que todos nós somos os financiadores.

Cid Lopes cidflf@hotmail.com 
Brasília

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INEFICIENTE

Eugênio Bucci faz considerações interessantes sobre o uso do erário para financiar campanha política na forma de propaganda oficial (“Propaganda de governo, gastos sem limite?”, 4/4, A2). Os governos e governantes têm de informar à população ações e procedimentos, tudo incluído como propaganda. Mas, considerando os gastos dos governos Serra e Alckmin, foi muito pequena sua eficiência como cabo eleitoral. 

Adilson Roberto Gonçalves prodomoarg@gmail.com 
Lorena

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EM MINAS

Sobre o artigo “Propaganda de governo, gastos sem limite?”, afirmo que São Paulo está até melhor que Minas Gerais. Por aqui, nem resposta o cidadão tem. Tentei em duas ocasiões conseguir junto aos serviços Minas OnLine e no Portal da Transparência do Governo de Minas Gerais informação sobre os custos de uma campanha publicitária, feita pouco antes das eleições de 2010. Não obtive retorno. Depois disso, abri uma reclamação sobre a falta de resposta na Ouvidoria Geral do Estado. Estou esperando até hoje...

Luciano Nogueira Marmontel automat_br@ig.com.br 
Pouso Alegre (MG)

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DESPROPORCIONAL

Lenin ensinava: “acuse os outros de fazer o que você faz”. O Sr. Eugênio Bucci critica a publicidade oficial, dedicando 90% do texto ao governo estadual paulista, citando o governo federal apenas numa tangente (rápido parágrafo). Ora, o que vemos é uma enorme soma de recursos sendo usado pelo governo federal em publicidade, especialmente patrocinando telejornais (o que anestesia a capacidade crítica dos mesmos, como o de uma rede patrocinada pela CEF e Petrobrás) ou em revistas de linha editorial claramente a favor do governo central. É absurdo falar da publicidade do governo paulista ou da prefeitura de São Paulo, diante do gigantismo da publicidade do governo federal (CEF, Petrobrás, Banco do Brasil, ministérios, Infraero e até o BNDES) – algumas delas clara e acintosamente com publicidade dos feitos do governo federal. Além de alto volume de recursos, os critérios dessa publicidade são altamente questionáveis (como anúncio para recadastramento do Bolsa-Família numa rádio FM de São Paulo, BNDES em TV,  propaganda do SUS em horário nobre e mesmo da Petrobrás, exaurida em sua capacidade de investimentos,  que deveria estar num momento de contenção de despesas não operacionais). O histórico petista do Sr. Bucci (inclusive diretor da Radiobrás no governo Lula) dá indícios da tamanha desproporcionalidade do seu artigo.
 
Marco L. Cruz mm.cruz23@gmail.com 
Vinhedo

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CARA DE PAU

Ver um petista como Eugênio Bucci falando sobre gastos de propaganda do governo de São Paulo é demais para qualquer um! Essa gente é muito cara de pau, mesmo.

Maria Cristina Rocha Azevedo crisrochazevedo@hotmail.com 
Florianópolis

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CHÁVEZ VIROU PIU-PIU

No vale-tudo em que se transformou a campanha à presidência de Nicolás Maduro na Venezuela, ele apelar para o sobrenatural foi o ápice! Maduro alega que recebeu a visita e a bênção de Hugo Chávez, que lhe apareceu na forma de um passarinho pequenino que pousou perto dele e cantou, abençoando-o. Já vi toda espécie de artifícios e baixarias em campanhas políticas, mas saber que depois de morto o ex-presidente Hugo Chávez virou piu-piu é o máximo! 

Mara Montezuma Assaf montezuma.scriba@gmail.com
São Paulo

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‘CHÁVEZ, O PASSARINHO’

Por definição, a diplomacia é a arte e a prática de conduzir as relações exteriores ou os negócios estrangeiros de um determinado Estado ou organização internacional. Pressupõe-se, graças à sua importância nas relações sociais, culturais e econômicas entre os países, que pessoas com bases sólidas de conhecimento e de fino trato devam ocupar cargos no âmbito das Relações Exteriores; no Brasil, todavia, esse é mais um campo ao qual se foge às regras: na Rodada Doha, em 2008, Celso Amorim deu vexame ao acusar os países ricos de agirem sob o critério de Goebbels (“uma mentira dita muitas vezes torna-se verdade”). Amorim, certamente, agia de acordo com o aforismo de Lênin: “instalado o quadro de conflito, o comunista deve acusar o outro do crime que ele mesmo comete”, que virou código de conduta do PT. E sem esquecer das memoráveis gafes com que Lula deliciava as plateias mundo afora – e nos envergonhava – com seus rompantes de improviso. De qualquer forma, a nossa diplomacia continua sofrível até hoje, com os soluços de “patriopetismo” fora de tom de Antonio Patriota, que se fosse bom mesmo já tinha resolvido o conflito dos corintianos “sequestrados” na Bolívia. O fim do triunvirato latino-americano – Lula, Evo e Chávez –, com a morte de Chávez, parece ter “ressuscitado” Lula, que desde o Rosegate não nos brindava com sua desenvoltura palanqueira; depois de alguns “comícios” na África, está determinado a decidir as eleições na Venezuela, como faz aqui, no Brasil. A ignorância e a pobreza generalizadas do povo latino-americano, aliadas às crendices, transformam esses líderes bons de gogó e de trapaças em entidades poderosas, que usam de misticismo e se valem de táticas convincentes, usando de doenças (o câncer, por exemplo) ou mortes, como bandeiras de campanha. O ótimo editorial (4/4, A3) mostra com clareza todo esse enredo: Chávez virou um passarinho e, provavelmente, vai eleger Maduro nas asas da ditadura. Em 2003, após ser eleito depois de 20 anos de espera, Lula estava tão deslumbrado com seu próprio feito, que chegou a afirmar que nunca tinha lido um livro e nem lia jornais, pois lhe davam azia; chegou inclusive a dizer, em um de seus arroubos, que trocaria de bom grado os intelectuais pelo boi-bumbá. Os bichos fazem a festa no imaginário desses condutores de “ovelhas”. Só lamentamos que isso tudo não seja um filme de ficção-científica e que o matadouro exista de fato.

Carmela Tassi Chaves tassichaves@yahoo.com.br 
São Paulo

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ORNITOCRACIA

Democracia – a melhor forma de governo, mas a única capaz de se autodestruir; autocracia – somente um grupo detém o poder, como nas monarquias absolutistas, já quase inexistentes; ditadura – usurpação do poder por um grupo; plutocracia – dominação pelos mais abastados, detentores dos meios de produção e riqueza; teocracia – forte influência religiosa, direta ou indireta, nos rumos do governo; talassocracia – baseada no contexto das rotas comerciais marítimas, caso dos fenícios e gregos. Estas são algumas das modalidades de exercício de poder que, em estado puro ou como uma superposição de várias delas – situação mais frequente – encontram-se em vigor, na atualidade, na maioria dos países do mundo. Nada impede, porém, que, eventualmente novos modelos surjam como parcelas dessas composições. É o caso da estranha “ornitocracia”, na qual os projetos políticos e estratégicos são determinados através do emprego de passarinhos cabalísticos. Exemplo emblemático é a Venezuela, onde o favorito nas próximas eleições presidenciais deverá, caso as vença, recolher-se periodicamente no interior de uma igreja, à espera de uma materialização sob a forma de bichinho alado, do guru Hugo Chávez, que o orientará quanto à maneira correta de conduzir os rumos do país. Nada mais adequado, pois, segundo Lula, participante da campanha eleitoral de lá, “Maduro presidente é a Venezuela que Chávez sonhou!”. Pobre América Latina Bolivariana! O que te espera?

Paulo Roberto Gotaç prgotac@hotmail.com
Rio de Janeiro

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INTERFERÊNCIA

Lamentável a interferência do nosso “astro” e ex-presidente Lula nos assuntos internos da Venezuela, apoiando candidato que, de acordo com a Constituição Venezuela, é na verdade um usurpador do poder, pois que desde a doença do ex-presidente Chávez vem pisoteando e truncando os trâmites constitucionais daquele país. Agora o candidato Nicolás Maduro vem a dizer que o falecido Chávez lhe apareceu em forma de passarinho, confirmando o que um conhecido me disse sobre a morte do ex-presidente: “Chávez morreu como um passarinho”. E completou: “com uma pedrada na cabeça”

Ubiratan de Oliveira Ubosso20@yahoo.com.br
São Paulo

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TEMPO DE HORRORES

Ridículo o sr. Lula apoiando candidatura de Nicolás Maduro, candidato chavista à presidência da Venezuela. Pretensioso ao afirmar que conviveu com o próprio.  Afinal, ele, “Lulla”, vivia na Venezuela ou era presidente do Brasil?
 
Esther Angrisani estherangrisani@terra.com.br 
São Paulo

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O PÁSSARO

É provável que no dia da posse de Maduro, o famoso pássaro esteja novamente presente na cerimônia e, então, a dona Dilma, a dona Cristina, seu Evo Morales, seu Correa e seu Pepe Mujica possam vê-lo.
 
Humberto de Luna Freire Filho hlffilho@gmail.com 
São Paulo

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REFLEXOS DO EMPOBRECIMENTO
 
Aquilo a que o mundo assiste e entende os esquerdopatas fingem não ver e não admitem reconhecer: o socialismo é a forma mais rápida e eficaz de empobrecer um país. Se não bastassem os exemplos soviético, chinês e cubano, a Coreia do Norte empobreceu consideravelmente, enquanto a Coreia do Sul enriqueceu e se desenvolveu incomensuravelmente. Essa é a razão de desespero de Kim Jong-un, presidente da Coreia do Norte, que está esperneando e supostamente blefando, tentando se agarrar a alguma coisa, à espera de um milagre, quem sabe de Santo Marx, pois o orgulho não o permite gritar por socorro. Isso é o que nos espera com o fabuloso projeto de poder do senhor Luiz Inácio da Silva, o homem do “mundo quadrado”.
  
Nei Silveira de Almeida neizao1@yahoo.com.br 
Belo Horizonte

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DITADORES

Caim, ao matar Abel, regou com sangue os jardins da humanidade. Dividir para dominar! Império contra império! Ditadura contra ditadura! Faraós, césares, imperadores, reis, todos ditadores,  contam a história da obsessão pelo sangue. Alexandre, Julio Cesar, Napoleão, Hitler, Stalin, Mussolini, Mao Tse Tung, Castro, Truman, Jonhson, Nixon, foram  alguns terríveis personagens da história mundial e de suas guerras! Até quando, meus deus?!
Luiz Fernando D’Ávila lfd_avila@hotmail.com
Rio de Janeiro

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DÉFICIT BRASIL-ARGENTINA

Com a balança comercial brasileira tendo seu pior resultado em 12 anos, esperamos que o governo não esteja pensando nos velhos remédios utilizados no passado, restringindo viagem dos brasileiros ao exterior. Não seria melhor impor à Argentina as mesmas dificuldades que Cristina Kirchner vem impondo às exportações brasileiras? Ela abriu para importação de outros países e para nós as filas de caminhões nas fronteiras esperando autorização para entrar continuam. Se tomássemos as mesmas medidas, seria o remédio certo para a retomada de nossa balança comercial positiva, já que temos amargado prejuízo no comércio entre os dois países.

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br 
São Paulo

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COMO CORDEIROS

Não entendemos quais seriam os motivos para a condescendência de Dilma para com Dona Kirchner em relação às barreiras que essa impõe aos produtos brasileiros, e, em compensação, aceita produtos de outros países concorrentes. Se nossa balança comercial está em déficit, gostaríamos de saber até onde vai essa moleza dada à Argentina e, em troca, de quais compensações ela é “cordeiramente” aceita pelo nosso governo. Aí tem!

Leila E. Leitão
São Paulo 

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RESULTADO DA SOMA

Dilma Kirchner + Lula Chávez de Castro = destruição e desintegração da ainda República Democrática, Brasil.

Cristina Hesketh Braun ch.braun@globo.com
São Paulo

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A TRAGÉDIA DE SANTA MARIA

A matéria “Justiça aceita denúncia contra 8 por tragédia de Santa Maria” (4/4, página C3), ao que tudo indica, “pode acabar também em pizza”, pois, se a boate Kiss tinha alvará do Corpo de Bombeiros, a segurança contra incêndio estava garantida e justamente os dois bombeiros responsáveis pelo alvará fajuto estão com suas acusações aliviadas, continua por aqui a triste tradição de o servidor público nunca ser responsabilizado como se deve. 

José Elias Laier joseeliaslaier@gmail.com 
São Carlos 

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INVASÃO

Um grupo de sem-teto invadiu edifício da Caixa Econômica Federal na Avenida Paulista. Será que o brilhante prefeito Fernando Haddad também vai desapropriar o local? 

Domingos Cesar Tucci d.ctucci@globo.com 
São Paulo

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VIADUTO DO CHÁ

Quando vemos alguma ideia estapafúrdia vindo dos vereadores de São Paulo não nos causa estranheza. Mudar o nome do Viaduto do Chá? Palhaçada. Nessa Casa, os sujeitos são eleitos para legislar em causa própria visando os seus bolsos. A cidade de São Paulo está ótima, os paulistanos nada têm a reclamar. Temos o melhor trânsito do mundo, as melhores calçadas,  o melhor ar, o melhor transporte público, o menor IPTU,  a maior limpeza nas ruas e bueiros, nada de enchentes e pontos de alagamentos, nada de buracos nas ruas, os melhores semáforos sempre funcionando, sem indústria da multa.  Preocupar-se com o quê? A maior preocupação deveria ser com a educação. Vamos falar sério, um povo consciente dá muito trabalho e político detesta quem contesta. O cidadão que vota deveria estar por dentro dos seus direitos e não se vender por esmolas. No  dia em que os eleitores aprenderem a votar vamos ter a cidade dos sonhos. Por enquanto temos de nos contentar com a cidade dos horrores graças aos vereadores que colocamos lá.

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com 
São Paulo

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DESVARIO

O desvario de nossos vereadores é total em tentar incluir o nome de Mario Covas ao Viaduto do Chá, faltando-lhes cultura e bom senso em interferir na identidade histórica de nossa cidade. São Paulo já sofreu com o rebatismo do Túnel 9 de Julho quando a ex-prefeita Marta Suplicy, ignorando a história do povo que governava, substituiu sua tradicional denominação por outro homenageado. Este Viaduto foi o primeiro a ser construído em nossa cidade, no ano de 1888, num local onde havia grande plantação de chá, comum naquela região que ligava o Vale do Anhangabaú à Praça da República e zonas vizinhas. Ademais, não há razão plausível para a inclusão do nome deste notável político ao tradicional Viaduto, vez que o mesmo já é alvo de homenagens num parque em plena Avenida Paulista e no sistema viário Rodoanel que leva o seu nome.

Pedro Paulo Penna Trindade pennatrindade@gmail.com 
São Paulo

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HOMENAGEM

Como paulistana, concordo que o nome deve continuar Viaduto do Chá. Com o nome do nobre ex-governador Mario Covas poderiam batizar o próximo metrô – tão importante quanto o Viaduto do Chá e lugar onde transitam milhares de cidadãos, muito, mas muito mais que no Viaduto do Chá.

Marlene Orlando Duarte Pereira casemiro_kz@hotmail.com 
São Paulo

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RENOMEAÇÃO, PARA QUÊ?

É um absurdo a mudança de nome do Viaduto do Chá para Mário Covas. Os familiares do ex-governador deveriam ser os primeiros a recusar tal mudança que ofende a memória da cidade de São Paulo. Os vereadores deveriam votar uma lei que proíba a renomeação de ruas, praças, viadutos, etc. Qualquer nomeação desses logradouros deveria ocorrer apenas para novas obras.

Walfrido Marinho walfridomarinho@gmail.com 
São Paulo

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BOBAGEM

Os vereadores puxa-sacos que não têm o que fazer, querem acrescentar o nome do tucano Mario Covas no Viaduto do Chá. Já temos o Rodoanel Mario Covas e a Praça Mario Covas, na Avenida Paulista. Já não chega? Moradores do Brooklin, da Rua Brejo Alegre, tentaram muitas vezes mudar  o  nome da rua e não conseguiram. Por que os vereadores, então, não acrescentam e fica Rua Brejo Alegre Mario Covas? Pessoal, vocês foram eleitos para trabalhar, não para ficar pensando em tanta bobagem.

Kendi Sakamoto kendi.sakamoto2013@gmail.com
São Paulo

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OS NOMES DAS VIAS PÚBLICAS

A mudança do nome do Viaduto do Chá, de 1892, para “Mario Covas” e a retirada do nome “Elevado Costa e Silva” do “Minhocão”, inaugurado em 1970, em tramitação pela Câmara, são duas inutilidades. A bajulação ao respeitado ex-governador pegou tão mal, chegando a constranger a família do homenageado. Mario Covas Neto disse que o pai não aprovaria a mudança do nome do tradicional viaduto. No “Minhocão”, busca-se  apagar o nome do presidente militar que editou o AI-5, cassou mandatos de políticos e promoveu a repressão. A idéia nem chega a ser original. Anos atrás, um suplente de deputado estadual já pretendeu mudar o nome da rodovia Castello Branco, dizendo-se constrangido ao ter de trafegar pela estrada cujo portfólio homenageia o primeiro presidente da ditadura. A atribuição do nome de personalidades a vias, logradouros e obras públicas é discutível. Melhor seria que cada lugar tivesse um nome próprio e natural. Mas já que o personalismo é tradição, não há porque mudar. Não é apagando os nomes de governantes, personalidades ou até de figuras indevidamente homenageadas, que se vai mudar o curso da história. Os verdadeiros democratas, que queiram evitar os males das ditaduras e da falta de liberdade, não o conseguirão pela simples ignorância do passado. Pelo contrário, deveriam ter bem claros os motivos das rupturas de ontem, para evitar a sua repetição no presente e no futuro. Se a mudança de nomes for uma constante e ocorrer ao sabor das alternâncias de regime ou orientação político-ideológica, figuras hoje incensadas, como Tancredo Neves, Juscelino Kubitschek, o próprio Mário Covas entre outras, poderão estar com os dias contados. Nem Getúlio Vargas, D. Pedro II, Princesa Isabel e Pedro Álvares Cabral estariam livres da degola. Os srs. vereadores ainda precisam lembrar que a mudança de nome numa via pública causa alterações cartoriais aos imóveis e despesas aos seus proprietários. O melhor é deixarem de legislar no escorregadio terreno das homenagens e dedicar seus mandatos aos verdadeiros interesses da comunidade.  
 
Dirceu Cardoso Gonçalves aspomilpm@terra.com.br
São Paulo

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CAROS DEMAIS

Caríssimos (e bota caro nisso) vereadores da Cidade de São Paulo, todos os dias me pergunto o porquê de gastarmos tanto dinheiro para sustentá-los. Não só os senhores. Os demais políticos da ativa e inativa também. Não há ideia que preste. Tudo é de uma inutilidade completa. Ou estão nomeando/trocando nome de rua ou buscando algum tipo de benesse para si. Já que os senhores prezam tanto a cidade que representam, abdiquem de vossos salários. Seria uma economia muito grande de divisas que melhor proveito teria em transporte, saúde e educação. 

A.Fernando Ferreira rdseg@terra.com.br 
São Paulo

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IDEIA INFELIZ

Infeliz ideia dos vereadores de nossa cidade de propor a mudança do nome da mais importante referência da cidade, que é o quase centenário Viaduto do Chá. Alguns dos parlamentares, que parece que não têm compromisso com a cidade, ignoram os significados dos marcos culturais e querem modificar a história da cidade. 
  
Walter Barboza Arruda walter.mplafer@uol.com.br
São Paulo

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NOVA PISTA DA AYRTON SENNA

Serão gastos R$ 40,9 milhões para construção de marginal na Ayrton Senna?! Não seria mais inteligente criar um bolsão de estacionamento nas imediações do aeroporto e colocar um trem interligado a qualquer estação do Metrô? Acorda, São Paulo!

Angelo Antonio Maglio angelo@rancholarimoveis.com.br 
Cotia 

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A SAÚDE DE TODOS

Oportuno e excelente o artigo de Francisco Balestrin, presidente da Associação Nacional de Hospitais Privados (Anahp), publicado por este jornal no dia 3/4. É sempre bom lembrar que o sistema de saúde no Brasil tem na iniciativa privada uma forte aliada, que responde por 55% das internações realizadas pelo SUS e pelo atendimento de 48,6 milhões de pessoas através dos planos de saúde. Preocupa-nos defesa de ideologias fracassadas, feitas por alguns e que ganham destaque na imprensa, de que o público deve ser necessariamente estatal, e que sistemas mistos nunca devem ser aceitos como política pública. É preciso que esta visão retrógrada saia da pauta. O SUS é imprescindível para o país e todos o defendemos, assim como defendemos a saúde suplementar. Os governos devem cada vez mais regular os diversos setores e serviços, fiscalizando e cuidando com zelo para que a população receba o melhor atendimento possível e, com isso, ajudar em muito na conquista diária da cidadania.

Yussif Ali Mere Jr., médico nefrologista e presidente do Sindicato dos Hospitais, Clínicas e Laboratórios do Estado de São Paulo (Sindhosp) jornaldosindhosp@sindhosp.com.br 
São Paulo

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