Fórum dos Leitores

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O Estado de S.Paulo

08 Abril 2013 | 02h09

DIREITOS HUMANOS

Barrados na comissão

O Estadão (4/4) trouxe em destaque a nova "obra" do pastor Marcos Feliciano - aquele do Satanás -, que fechou ao público a Comissão de Direitos Humanos da Câmara. Minha sugestão é que ele feche de uma vez por todas a Câmara e os deputados se reúnam à beira da piscina da casa da dona Dilma, para discussões que só interessam a eles. Com essa mudança o erário economizará despesas com a manutenção da Casa do povo, fechada pelo novo deus brasileiro. Cada povo tem o governo que elege.

TANAY JIM BACELLAR
tanay.jim@gmail.com
São Caetano do Sul

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Exorcismo

Com a "presidenta" fazendo o diabo para ser reeleita e o pastor dos Direitos Humanos dizendo que Satanás andou por sua comissão, o País precisa mesmo é de um bom exorcista. Sai, capeta!

DAIRSON TULMANN
dtulmann@uol.com.br
São Paulo

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Mundo-cão

Mas, pelo jeito, dificilmente o pastor Feliciano vai largar o osso.

VIRGÍLIO MELHADO PASSONI
mmpassoni@gmail.com
Jandaia do Sul

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Povo sem teto

Governo do povo, para o povo e com o povo do lado de fora do Congresso Nacional. A Casa do povo foi invadida por políticos indesejáveis pelo povo, alguns já condenados pelo STF, porém protegidos por seus colegas partidários. O povo está desabrigado, foi expulso da sua própria Casa e passou a fazer parte do MSD, Movimento dos Sem-Democracia.

VAGNER RICCIARDI
vbricci@estadao.com.br
São Vicente 

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DEMOCRACIA NO BRASIL

Quando falhamos

O Brasil figura em 44.º lugar no Índice de Democracia-2012 da Economist Intelligence Unit, pesquisa da revista britânica The Economist, considerado uma "democracia falha". O povo ainda não percebeu que sua participação política é fundamental na preservação da vida e no funcionamento do governo. A avaliação levou em conta: 1) Processo eleitoral e pluralismo do pensamento político, 2) liberdades civis, 3) funcionamento do governo, 4) participação política e 5) cultura política. As piores notas foram dos itens 4 e 5. Não há participação do povo na vida política da Nação e a nossa cultura política é elementar.

SINÉSIO MÜZEL DE MOURA
sinesiomdemoura@hotmail.com
Campinas

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Direitos sem deveres

O proselitismo político desenvolvido no Brasil desde os anos 1970 falou em liberdades e direitos. Os mentores da redemocratização fizeram o povo acreditar que com democracia e liberdade todos os problemas nacionais estariam resolvidos. O imediatismo, a demagogia, o improviso e a sede política dos neodemocratas - muitos deles egressos do marxismo, do maoismo, do castrismo e de outras fracassadas pragas que poluíram o mundo - ocuparam-se em desorganizar a sociedade, sob o argumento de remover o entulho autoritário. Vindos, em vários casos, de doces e românticos exílios vividos na França, nos EUA e em outras esquinas caras e elegantes do mundo, para cá trouxeram fórmulas ilusórias, inaplicáveis à realidade nacional, e, ardilosamente, conseguiram implementá-las, para desastre da nossa sociedade. Espalhados pelos gabinetes oficiais, partiram para construir processos incompletos, ignorando a mais básica das leis, a da ação e reação, que, por ser natural, independe de políticos, juristas e legisladores. Hoje temos o discutível Estatuto da Criança e do Adolescente, que blinda, mas não controla o menor, leis e normas que tornaram irreal o cumprimento da pena, reduzida a priori a um sexto. A sociedade democrática está aí. O povo tem uma das piores imagens já registradas da classe política. A criminalidade é exacerbada. O criminoso é preso, mas logo depois está de volta às ruas para cometer o mesmo crime ou outros ainda piores. A família está desagregada mediante valores irreais que a cada dia se colocam na cabeça de pais e filhos. Pela crença geral criada, todos se têm como detentores de direitos, mas poucos se sujeitam aos deveres. Os teóricos e os senhores e senhoras que, correndo atrás de votos, ofereceram à população um país só de direitos devem ser considerados coautores dos males que hoje assolam a sociedade. Agora deveriam ter pelo menos a honestidade de admitir que só democracia não é o suficiente. É preciso muito trabalho e uma nítida noção de equilíbrio entre direitos e deveres. Sem uma verdadeira reforma de conceitos este país não vai a lugar algum.

DIRCEU CARDOSO GONÇALVES
aspomilpm@terra.com.br 
São Paulo

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Paradoxo

Intrigante! O lulopetismo afirma: "Nunca antes neste país tiramos tantos da linha da miséria". Entretanto, nunca antes neste país os arrastões à mão armada estiveram tão próximos de nós.

FRANCISCO JOSÉ SIDOTI
fransidoti@gmail.com
São Paulo

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Desalento

Estou com vergonha do Brasil. Vergonha do governo, com esse impatriótico, antidemocrático e antirrepublicano projeto de poder. Vergonha do Congresso rampeiro que temos, das Câmaras que dão com uma mão para nos surrupiar com a outra, políticos vendidos a quem dá mais. Pensar no bem do País é ser trouxa. Vergonha do dilapidar de nossas grandes empresas estatais, Petrobrás, Eletrobrás e outras, patrimônio de todos os brasileiros, que agora estão a serviço de uma causa só, o poder. Vergonha de juízes vendidos. Vergonha de mensalões, mensalinhos, mensaleiros. Vergonha de termos quase 40 ministros e outro tanto de partidos a mamar nas tetas da viúva, enquanto brasileiros morrem em enchentes, perdendo casa e familiares por desídia de políticos, se não desonestos, então, incompetentes para o cargo. Vergonha de ver a presidente de um país pobre ir mostrar na Europa uma riqueza que não temos (onde está a nossa guerrilheira, era tudo fantasia?). Vergonha da violência que impera e de ver uma turista estuprada durante seis horas por delinquentes fichados e à solta fazendo barbaridades, envergonhando-nos perante o mundo. Vergonha por pagarmos tantos impostos e nada recebermos em troca - nem estradas, nem portos, nem saúde, nem segurança, nem escolas que ensinem para valer, nem creches para atender a população que forçosamente tem de ir à luta. Vergonha de todos esses desmandos que nos trouxeram de volta a famigerada inflação. Agora pergunto: onde estão os homens de bem deste país? Onde estão os que querem lutar por um Brasil melhor? Por que tantos estão calados? Tenho 84 anos e escrevo à espera de um despertar que não se concretiza. Até quando isso vai continuar? Até quando veremos essas nulidades que aí estão sendo eleitas e reeleitas? Estou com muita vergonha do Brasil.

RUTH MOREIRA
ruthmoreira@uol.com.br
São Paulo

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ALERTA MÁXIMO, PAULISTAS

Num regime democrático de direito, como o nosso, as grandes decisões tomadas entre governante e seus ministros deveriam ser tecidas durante reuniões no Palácio do Planalto, suposto lugar de trabalho do governo e sua equipe.  Mas parece que não vivemos numa democracia, pois Dilma se deslocou para São Paulo para ter mais uma reunião secreta num hotel cinco estrelas da Avenida Paulista, desta vez com a presença de Lula, Mercadante, Antonio Palocci, Luiz Marinho e Rui Falcão. Apenas para constar, esta reunião custou a bagatela de R$ 5.733,00, valor da diária cobrada pelo hotel. No meu entender, quem trabalha para governar uma nação reúne seu staff em palácio. Mas quem precisa confabular em reunião privada ou secreta está mais para conspirar do que outra coisa. Resta saber: conspirar contra quem? Eu pressinto que é contra os paulistas, visto que a gula do PT é papar o Estado de São Paulo em 2014, custe o que custar. Paulistas: em alerta máximo, por favor!

Mara Montezuma Assaf montezuma.scriba@gmail.com
São Paulo

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REUNIÕES OCULTAS

Para a presidente Dilma precisar de reuniões ocultas em hotel de luxo durante sete horas com o ex-presidente Lula e o ex-ministro da Fazenda Antônio Palocci, isso só vem corroborar que, para a presidente, Guido Mantega não passa de menino de recado. Certo está Macaco Simão, que ironicamente mostra o tratamento dispensado pela presidente ao nosso digníssimo ministro da Fazenda: “Manttteeggaaaaaaaa, abaixa os juros já. Mantteegaaaaa, abaixa a inflação já!”. Acho que até o mercado financeiro já conhece o perfil subserviente e inoperante do ministro, porque “nunca antes na historia deste país” ações das empresas brasileiras caíram e perderam tanto a credibilidade. Qualquer respiro errado nesse ministério afugenta investidor.

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br 
São Paulo

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O TEMPO

Considerando a avalanche da inflação descontrolada em alimentos, o custo de vida aumentando sem parar, o “pibinho” ridículo, a palhaçada das obras do PAC que não acabam ou se acabam não podem ser utilizadas pela precariedade, como no Rio, considerando a galhofa da petralhada em festa comitiva pelo luxo em Roma e a absurda popularidade e aceitação desta esbórnia que as pesquisas encomendadas oportunamente jogam na mídia sem explicação pelo contraditório, cabe agir agora pela comprovação do voto na urna eletrônica nas próximas eleições. Para tanta incoerência, um documento de registro e veracidade da vontade da sociedade é o mínimo que se pode exigir de um bando de malandros, golpistas, criminosos e safados que infestam a política brasileira. Temos tempo para isso. 

Ronaldo Parisi rparisi@uol.com.br 
São Paulo

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HORA DE FAZER POLÍTICA?

O emprego está caindo, a inflação subindo, a violência corre solta, entre tantos itens. Seria, realmente   a hora de se preocupar com a reeleição? Ou a hora de arregaçar as mangas e tentar enfrentar os monstros de frente?
 
Maria do Carmo Zaffalon Leme Cardoso mdokrmo@hotmail.com
Bauru

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NA ÓTICA DE UM PETISTA

“O PIB para o povo é renda e emprego”, afirma o Aloizio Mercadante, em sua entrevista ao Estadão.  Esta frase do ministro da educação, tem o sentido também de que o PT acha que o povo não entende nada sobre as ações necessárias para que um PIB cresça. Ou, por falta de argumento Mercadante, tenta esconder o confuso e ineficiente governo da Dilma. A sociedade não é burra, e sabe muito bem que a ausência de investimentos em infraestrutura, como em estradas, portos, aeroportos, ferrovias, armazéns e silos, etc., prejudica o custo do laser, de se produzir no País, o do desenvolvimento profissional, e também o mercado de trabalho porque escasseiam as boas oportunidades. É só ir às portas das fábricas, e perceber a preocupação dos trabalhadores, que sabem que o patrão está preocupado com número reduzido de pedidos, resultado de um PIB pífio de 2012, de 0,9%... E sobre a renda do trabalhador, a alta da inflação que o governo teima em não combater, hoje está anulando os ganhos dos dissídios! E no item emprego, os números já não são tão favoráveis, como o ministro quer fazer parecer, porque o índice de desemprego já aumentou um pouco!  E pela retrograda filosofia do PT, de querer criar um estado forte, está mandando às favas regras legítimas de mercado, como a lucratividade! Até a Petrobrás está prejudicada nesta esteira esquizofrênica do governo! E os investidores ressabiados, pouco se atrevem a fazer parcerias em concessões com os alojados no Planalto!  Aliás, se o petismo considerasse o povo inteligente, que na realidade é, não estaria perdido, ou, acomodado em berço esplêndido atolado em populismo e demagogia perversa.

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com
São Carlos

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A AULA DE MERCADANTE

Engraçado sempre ouvi dizer que o PIB (Produto Interno Bruto)  é composto por toda riqueza gerada no país.  Encontrei na internet a Fórmula para o cálculo do PIB de uma região: PIB = C+I+G+X-M. Onde, C (consumo privado), I (investimentos totais feitos na região), G (gastos dos governos), X (exportações) e M (importações).  Agora o professor  Aloízio  Mercadante, ministro da Educação disse que o povo entende que o PIB é renda e emprego., simplista não?  Eis o que interessa ao governo ludibriar o seu povo.  Nesse particular o Brasil vai muito bem, pois não faltam professores para incutir na cabeça dos pobres um discurso eleitoreiro e cheio de inverdades. Se o objetivo do PT era alienar seu povo, vemos que está com seguindo. Com um PIB que cresceu 0,9% saber que a população está contente só nos resta acreditar no que disse Simon Bolívar: “Um povo ignorante é um instrumento cego de sua própria destruição”. Recentemente vimos o povo venezuelano nas ruas chorando a morte de seu líder, hoje um pássaro, que jamais desencarnará. Não importa se o povo é pobre, ignorante e maltratado, o que importa é que esse povo vota com o estomago.  Pobre Brasil!

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com 
São Paulo

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EMPREGO E RENDA

Segundo Mercadante mencionou em sua entrevista ao Estadão na data de hoje (5/4/2013) PIB para o povo é emprego e a renda e estes estão em crescimento?! Mais uma mentira do lullopetismo, aliás, como sempre! Mercadante, um dos articuladores para a tentativa de reeleição de dona Dilma mente de maneira deslavada com estas palavras pois o nível de desemprego está subindo segundo o próprio IBGE e a renda per capta caindo em virtude da crise que estamos passando em virtude do pibinho que temos tido continuamente no desgoverno de dona Dilma e sua trupe de incomPtenTentes de plantão. Querer mascarar, mais uma vez, uma situação como a que estamos enfrentando com os gêneros alimentícios aumentando todos os dias em até 200% como é o caso do tomate é uma afronta à nossa inteligência. O lullopetismo insiste em mentir deslavadamente o tempo inteiro no intuito de criar situações fictícias para enganar o povão alienado que apenas quer saber de samba, cerveja e futebol. Temos que acabar com isto imediatamente antes que seja tarde demais pois a inflação antes debelada por FHC está de volta, o descontrole dos gastos públicos está enorme, dona Dilma somente cria estatais para gerar cabides de emprego para seus apaniguados e nada de útil faz para melhorar a infra-estrutura do Brasil em todos os aspectos a qual está nos está envergonhando perante todo o planeta. O povo quer sim saber do PIB do Brasil, não quer enganação e floreio de dados do tipo pesquisa. CNI/Ibope.
 
Boris Becker borisbecker@uol.com.br 
São Paulo 

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I$$O É ESPERTEZA?

O articulador político do PT, nomenclatura pomposa para um simples “sabujo” (bajulador ou puxa-saco – imagine o som dos sinos) do partido e da presidente, que afirmou: “O PIB, para o povo, é o emprego e a renda”, foi o que disse o ministro da “Educação”, Aloízio Mercadante, percebem? Há muitas controvérsias. Os agraciados com o assistencialismo que o próprio PT tanto chamou de “esmola” agora ele chama de “renda”. Deve estar gozando. E ainda para aqueles que vivem na ociosidade, claro, sem emprego e na miséria, mas recebem “bolsa família” – observado o número de filhos no valor de R$ 70,00 (setenta reais) cada, em troca do imprescindível “voto que intere$$a – o resta não tem pre$$a”, que configura estelionato eleitoral e nada acontece, até quando o Ministério Público e o Judiciário fizerem “vista grossa”. Por isso que o ministro petista da “Educação” não vê nenhum obstáculo à reeleição da presidente enquanto os nossos pobres e humildes irmãos brasileiros forem alienados pela falta de no mínimo o ensino fundamental e não perceberem como são explorados pelos mesmos que lhes pedem o “voto”, para continuarem enriquecendo à custa da miséria do povo. Tirá-los da pobreza é mera falácia, acreditem se quiser. Será que i$$o é esperteza ou safadeza?

Luiz Dias lfd.silva@2me.com.br 
São Paulo

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CAPITALISMO PETISTA

O petismo está criando um “novo” sistema econômico. Será aquele sem capital, alavancado em promessas, sonhos, delírios, típicos de mentes que ainda acreditam em um novo socialismo econômico implantado pelos companheiros de Cuba, Venezuela, Bolívia, Equador e Argentina. Com a inflação, nem se diga, andamos para trás, tal qual as lagostas, as empresas geradoras de empregos e bens fazem o possível, mesmo diante da queda da eficiência marginal do capital, digamos lucro. A propagada redução de custos que só serviu para recompor margens leva o excedente a ser aplicado em títulos públicos inclusive pela liquidez. Antes a segurança que a percepção ao risco. Para investir, o mínimo é que haja confiança na condução da política econômica, e não se trata do nosso caso. Pior fica quando das falas do Planalto em especial do ministro da Fazenda. Todavia, para o petralhismo isso não importa; segundo eles trata-se sempre de erro na interpretação. O que importa é a demagogia, privilegiando o retorno político ao econômico, com os habituais gastos visando a interesses partidários regionais, às futuras composições eleitorais. Nestas horas confusas que vivenciamos, lembra o trovador português António Aleixo (1889-1949): “Há tantos homens burros mandando em pessoas inteligentes, que, às vezes, fico pensando que a burrice é uma ciência”. 
 
Mario Cobucci Junior maritocobucci@uol.com.br 
São Paulo
 
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PALHAS DE AÇO

Para que o Brasil seja um país prospero, com brasileiros felizes, são necessárias algumas mudanças nas leis: 1) fiscal e tributária, que mais parecem pacotes de palha de aço: uma mistura de alhos com bugalhos de péssimo gosto e fedor repugnante. Isso criaria a possibilidade de investimentos, empregos e cotação do país que regem os sistemas Judiciário lento, com muitas divergências entre juízes e um vaivém de prende e solta; 2) penal e processual, que só dão direitos a bandidos e mudar as leis de só cumprir 1/6, saídas nos dias dos pais, etc. e acabar com penalização só a partir dos 18 anos. Fazer todos iguais perante a lei, de fato, acabando com foro privilegiado, proteção a políticos, etc. CPIs não seriam analisadas por políticos, mas pelo Judiciário ou Associações Comercial, Industrial, Agricultura ou cidadãos com diploma universitário, sem amizade ou parentesco com políticos.

Mário A. Dente dente28@gmail.com 
São Paulo

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REFORMA TRIBUTÁRIA

Alguém precisa avisar a presidente Dilma de que esses recursos pontuais e esporádicos só servem para deixar os empresários e industriais inseguros, devendo a presidente exigir do Congresso a reforma tributária já! A presidente está passando uma imagem negativa e se mostrando insegura no seu modo de gerenciar o País. No seu afã de ganhar popularidade e de não se indispor com o Congresso cria esta insegurança. Vamos parar com isso e começar a governar de fato, vamos fazer a reforma tributária já! Isso é que deve ser dito para a presidente!

José Carlos Costa policaio@gmail.com 
São Paulo

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PÁSCOA ADAPTADA

Os brasileiros da nova e antiga classe média tiveram de fazer manobras pra montar a tradicional bacalhoada da Páscoa com direito a uma barra de 180gr de chocolate. Com o combate à inflação implementado pela dupla sapientíssima em economia Mantega/ Dilma, o bacalhau foi trocado pelo peixe congelado vindo do Alasca; o tomate, pimentão e cebola a preços elevadíssimos e os tradicionais ovos de chocolate superaram em muito a marca do IPC. No Brasil dos petralhas temos que nos acostumar com muito pouco, pois a fartura só existe para quem habita ou frequenta as cercanias do Planalto goiano.

Leila E. Leitão
São Paulo

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CAÇA-POPULARIDADE

Alguém precisa avisar a sra. Dilma de que desoneração fiscal, ainda mais no formato pacote caça-popularidade, não contém tendência inflacionária!

Francisco José Sidoti fransidoti@gmail.com 
São Paulo

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IPI

Que significa: imposto para “índios”. Ainda bem que o governo deixou (ou deixa) de arrecadar R$ 2,4 bilhões de IPI sobre os automóveis. Pelo menos fica a satisfação em saber que esse dinheiro não será desviado pelos abutres, que trabalham nas calotas de Brasília, projetadas pelo arquiteto que foi enganado, com a afirmação de que a cidade seria o marco do progresso do estado de Goiás. Cada povo tem o governo que elege.

Tanay Jim Bacellar tanay.jim@gmail.com 
São Caetano do Sul

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E O PREÇO DO TOMATE?

Segundo noticiário, esgotaram-se em 4 horas os 455 mil  ingressos para o rock in rio 2013, que ,diga-se de passagem,  não são nada baratos. Isso mostra bem a preocupação  dos brasileiros com relação ao aumento absurdo do tomate e outros comestíveis nas feiras livres e supermercados. Assim fica difícil!
 
José Marques seuqram.esoj@bol.com.br 
São Paulo

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SUGESTÃO

Vejo um “empenho enorme” do governo em reduzir os impostos para o consumidor. A nossa presidente afirma que haverá persuasão aos empresários para que estes repassem a desoneração integral aos consumidores. Gostaria de dar uma sugestão: reduz o Imposto de Renda na fonte, que vai direto no bolso do consumidor.  Trabalhar três meses por ano de graça para o governo é muito, não?

E.A. elcio_angelis@yahoo.com.br
São Paulo

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TÍTULO EM ABERTO

Aproveitando à benevolência da presidente Dilma Rousseff e à época de apresentação da declaração de ajuste anual do Imposto de Renda, que tal se a ilustre senhora olhasse com carinho a tabela progressiva e extorsiva, para cálculo do imposto.  Defasada há tempos, tem prejudicado e muito os aposentados e trabalhadores e engordado os cofres da Receita Federal. O Estatuto do idoso, sancionado em setembro de 2003, ampliou os direitos do cidadão com mais de sessenta anos, no entanto, aos olhos do faminto “leão” para se ter algum benefício, o contribuinte tem que alcançar sessenta e cinco anos.  E desde quando aposentadoria é renda? Portanto, a senhora que é detentora do poder supremo, que já desonerou a conta da luz, alimentos da cesta básica, a folha de pagamento de diversos segmentos, reduziu o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para a compra de carros zeros e de aparelhos domésticos, não custa nada mandar corrigir essa injustiça, que será considerada essencial e não populista, como as anteriormente adotadas. Como gosta de ser chamada de: mãe dos pobres, mãe do PAC, que tal, adotar mais essa fatia de necessitados e com certeza mais um título lhe será outorgado.

Sérgio Dafré Sergio_dafre@hotmail.com 
Jundiaí 

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O SIMPLES DAS DOMÉSTICAS

Agora nossos ilustres políticos estão comprometidos em definir um sistema de arrecadação de mais impostos para o governo gastar com suas próprias mordomias e fazem pose de benfeitores da sociedade. Nenhum deles esclarece a verdade para os trabalhadores domésticos que os maiores beneficiados são o próprio governo que continua a fornecer os serviços obrigatórios pela Constituição com a mesma péssima qualidade de sempre, e os sindicatos que faturarão alto com o imposto sindical obrigatório. Ou seja, serviço de saúde é direito de todo cidadão ou cidadã através do SUS, nada muda para os trabalhadores domésticos regulamentados. FGTS é depositado em nome do trabalhador, porém quem usa é o governo e atualiza o valor bem abaixo da inflação e o trabalhador só pode utilizar quando os sindicatos permitem, pois para financiamento da casa própria tem que apresentar carta do sindicato. Previdência pública, aí é a morte, para os trabalhadores domésticos com idade acima de 40 anos que forem registrados agora, terão cerca de 10 anos a 15 anos de contribuição para os 15% que estiverem vivos até a idade de se aposentarem, então o fator previdenciário reduzirá o benefício a praticamente nada, e após cinco anos terão de pedir esmolas na porta das igrejas, pois o valor do “benefício” reduz drasticamente a cada ano. Os trabalhadores que tiverem mais de 50 anos e forem regularizados agora comecem a rezar para não morrer antes de ser elegível para a aposentadoria por tempo de contribuição. Aos empregadores domésticos que só tem obrigações e nenhum direito não receberão nem uma cartilha de agradecimento do governo e sim boletos dos sindicatos. Portanto só falta o governo participar na distribuição do bolo dos custos deste necessário programa de inclusão social dos empregados domésticos, das seguintes formas: primeiro – acabar com o fator previdenciário para todos os aposentados e estabelecer critérios justos para os trabalhadores domésticos que forem registrados agora, segundo: possibilitar a dedução de 100% no IRPF dos empregadores domésticos de todos os gastos com os empregados domésticos. Desta forma teríamos justiça para todos.

Vagner Ricciardi vbricci@estadao.com.br 
São Vicente 
    
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SINDICATOS DE EMPREGADORES DOMÉSTICOS

Com a promulgação da emenda constitucional das empregadas domésticas, o governo acaba de criar, implicitamente, uma microempresa familiar. Tanto que já considera a possibilidade de instituir o simples para os empregadores. Dada a complexidade na aplicação dos novos direitos, alguns dependentes de acordo coletivo de trabalho, os empregadores familiares devem organizar-se em sindicatos, para cuja constituição basta a observância dos requisitos de formação de qualquer pessoa jurídica, no Registro Civil das Pessoas Jurídicas, e a autorização do Ministério do Trabalho, que não pode passar do zelo pela unicidade sindical (não mais de um sindicato em casa base territorial, caso o Ministério deixe de abusos e siga o STF). Pelo contrário, além dos ônus acrescidos, cada família brasileira  viverá em estado de perplexidade para tocar suas obrigações, ou simplesmente não contar mais com esse serviço. 
  
Amadeu R. Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br 
São Paulo

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SUBSTITUIÇÃO

Finalmente, o Brasil chegou ao Primeiro Mundo: para substituir as domésticas, agora mais caras e raras, os eletrodomésticos que fazem quase tudo. Em lugar da mão de obra informal, a tecnologia à disposição das donas de casa. O bolso dos patrões agradece.
 
J. S. Decol decoljs@globo.com 
São Paulo

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CADA VEZ MAIS DIFÍCIL

Coincidência ou não, a PEC das Domésticas foi aprovada em época antecipada das eleições de 2014, estão com medo de quê! Para angariar votos vale qualquer coisa, não importa o que vem pela frente, desemprego e volta às diaristas. Parabéns que m... Veja é uma atrás de outras, o ex-presidente Lula, convocando o povo Venezuelano a votar a favor de Maduro, já não chega a interferência no governo Dilma, que partidinho eh! E estes partidos de coalizão, que vergonha! O País está sem rumo, será que ainda vai aparecer um salvador da pátria, para nos tirar do ostracismo! Agora, para aliviar o que foi feito, vem com o Simples nacional das empregadas, aproveitem e faça também o Simples para condomínios, pois está difícil esta carga em cima das nossas costas.
 
Maria José da Fonseca fonsecamj@ig.com.br 
São Paulo

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PARANOIA

Não bastasse a aporrinhação de nos adaptarmos a uma lei de difícil aplicação no ambiente doméstico, agora somos chamados de paranoicos por uma senhora desembargadora, tão mal informada que confunde funcionários de condomínio com empregados domésticos!  Na mão de quem nós estamos...

Waldemar Kogos waldemarkogos@globo.com 
São Paulo

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DESCONTO

Ate agora a tão propalada PEC das Domésticas virou assunto do momento em todos os jornais falados e escritos. Só falam dos direitos que elas adquiriram e têm que ser observados e cumpridos pela nova lei. Só me resta uma pergunta: o que ela, doméstica, come e bebe na minha casa, como é que fica? Posso descontar até quanto?

Arnaldo Luiz De Oliveira Filho despachantesantana@ig.com.br 
Itapeva

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HISTÓRIA PAULISTANA

Vereadores que recebem fortunas para propor a troca do nome de um símbolo histórico da cidade de São Paulo como o Viaduto do Chá deveriam ter seu mandato cassado imediatamente após a sua proposição ser tornada pública. Wadih Mutran que propôs essa idiotice é um dos políticos que estão sobrando na nossa caótica, inútil e onerosíssima administração pública municipal. É por esses e por outros que se faz urgente uma reforma política que reduza o numero de vereadores, deputados e senadores. Assim pelo menos os que sobrarem terão menos tempo para querer mostrar serviço e mais tempo para mostrar sua utilidade.

Victor Germano Pereira victorgermano@uol.com.br
São Paulo

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MUDANÇAS DE NOMES

Srs. vereadores, vão trabalhar, fazer algo útil à população e deixem parte da memória de São Paulo em paz. Se vocês estão preocupados em trocar nomes de avenidas, ruas pontes e viadutos, que tal começar retirando nomes de políticos parentes de políticos e colocar cientistas, humanistas músicos etc., etc., etc.?
 
José Candido da S. Lienert jr jclienert@gmail.com
São Paulo

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JARDIM BOTÂNICO – RIO DE JANEIRO

A eterna pendenga que há entre invasores do território original do Jardim Botânico está se transformando em uma espécie de praça de guerra. Os antigos empregados do parque, antecessores dos atuais moradores, por um erro administrativo, obtiveram uma permissão para ali morarem. A falta de instrução sobre o conhecimento do próprio valor ambiental, científico, histórico e educacional destes moradores deixam-nos cegos sobre as consequências advindas de sua presença naquele local. A justiça já determinou sua retirada em um ponto processual que não permite mais recurso. Todos já foram interpostos. Agora cabe ao poder executivo, responsável pela confusão, encontrar rapidamente um local digno para a nova moradia das pessoas, corrigindo um erro antigo. O erro precisa ser corrigido pelo governo, responsável pelo litígio. As gerações futuras não perdoarão a negligência e leniência das ações compulsórias necessárias e urgentes, para salvar o patrimônio público nacional.  A coleção de mais de 6.500 espécies vegetais e abrigo de outras tantas espécies animais, de relevância para a humanidade estarão ameaçadas. Está se perdendo a beleza inebriante do espaço que enriquece ainda mais a cidade maravilhosa. Mas quem se importa com isso?

Mário Negrão Borgonovi marionegrao.borgonovi@gmail.com
Rio de Janeiro

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RIO INSEGURO

O Rio de Janeiro vive dias de ansiedade pela proximidade dos eventos esportivos que por certo colocarão a cidade no holofote maior, justificando ainda mais o epíteto de “Cidade Maravilhosa”. Mas não é o que se lhe parece. O sucesso dos eventos no plano logístico tem mostrado que o Rio não está preparado para receber uma invasão de turistas dada a precariedade que a segurança pública tem oferecido aliada a uma fiscalização dos serviços urbanos que se mostra precaríssima. Pegar uma condução é um convite ao assalto e ao estupro. Passear nas Paineiras corre o mesmo risco, pegar um ônibus pode se transformar em uma última viagem. A bandidagem aumenta, os meios de repressão são escassos e lenientes. O turista, seja nacional ou estrangeiro, terá no Rio de Janeiro um risco calculado por tragédias que se sucedem. Mas não pensem os incautos que essa Babel é regra do Rio. A desgovernança infectou cada canto deste país que o cidadão não é mais um objetivo do governo, mas um meio para que esse governo dê continuidade ao projeto de poder “ad aeternum”. Se uma grande transformação política não ocorrer em 2014, o Brasil se transformará em terra arrasada por uma malta que a democracia repudia.

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com 
Vassouras (RJ)

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CIDADE MARAVILHOSA

Rio de Janeiro, conhecida como a “Cidade Maravilhosa”, caminha de vento em popa para ser a “Cidade dos Horrores”, especialmente para os turistas estrangeiros. Pois especialmente nesse momento às vésperas da realização de um evento mundial como a Olimpíada 2016, em menos de uma semana dois crimes bárbaros o primeiro um casal dos Estados Unidos foi sequestrado, roubado e espancado brutalmente sendo que a mulher além de tudo foi inclusive estuprada pelos marginais. Agora nove turistas alemães são roubados quando passeavam numa van pela Floresta da Tijuca. Ou seja, maravilhosa repercussão internacional, não é?

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br 
São Paulo

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