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O Estado de S.Paulo

09 Abril 2013 | 02h07

POLÍTICA ECONÔMICA

Dilma e seus pacotinhos

Para estimular a economia brasileira a presidente Dilma Rousseff decidiu lançar um pacotinho por semana, e em cada um deles desonera alguns setores. Dessa maneira espera que os setores beneficiados passem a investir mais e não demitam seus funcionários - desemprego é o que Dilma menos deseja neste momento, quando já se encontra em plena campanha eleitoral, buscando a reeleição. Pena que Dilma não esteja realmente comprometida com o Brasil, pois, em vez de ficar lançando pacotinhos semanais, bem que poderia trabalhar buscando a tão desejada reforma tributária, entre outras reformas tão necessárias para o desenvolvimento real do País. Se fizesse um trabalho sério, mesmo, os resultados viriam com certeza e, assim, não precisaria usar maquiagem ou truques contábeis para divulgar o produto interno bruto (PIB), a inflação, etc.

MARIA CARMEN DEL BEL TUNES
carmen_tunes@yahoo.com.br
Americana

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Armadilha tributária

Ainda que inconscientemente, o governo parece ter dado a senha para uma redução da carga tributária: quem aumentar preços terá redução de impostos. O governo criou uma armadilha para ele mesmo.

ROBINSON VIEIRA
vieirarobin42@yahoo.com.br
São Paulo

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Onde vai parar?

A febre de desonerações do governo Dilma vai provocar a queda da arrecadação federal, mas os gastos só aumentam, ainda mais com a criação de ministérios e estatais inúteis. Isso significa que o rombo nas contas só tende a aumentar. Será que a reeleição da presidente vale mais do que o risco de quebrar o País?

TOSHIO ICIZUCA
toshioicizuca@terra.com.br
Piracicaba

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Arrocho

Com as desonerações na folha de pagamentos, o famoso "rombo" do INSS só tende a aumentar e, por conta disso, no futuro veremos mais arrocho nos benefícios urbanos, justamente os daqueles que contribuíram para ter um benefício digno.

GUSTAVO GUIMARÃES DA VEIGA
gjgveiga@hotmail.com 
São Paulo

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AÇÃO PENAL 470

Rui e os mensaleiros

Tudo conspira para que prevaleça a visão profética de Delúbio Soares: no fim, todos os mensaleiros permanecerão soltos e ainda contarão piadas e vantagens a respeito de sua condenações. E a boa justiça quedará vencida, os três Poderes da República, falidos (não financeiramente, claro!) e os valores da classe média, que fazem o moral nacional, enxovalhados. De Rui Barbosa para cá, nem vergonha de ser desonestos temos mais.

RICARDO MELLO SANTOS
pramar681@hotmail.com
Salvador

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PORTO DE SÃO SEBASTIÃO

Investimento

Em resposta à da carta Portos (3/4), do leitor sr. Renato Campos Garrido, o governo do Estado informa que investiu, nos dois últimos anos, R$ 165 milhões em melhorias no Porto de São Sebastião para modernização e ampliação da área utilizada nas operações. O resultado desse investimento foi a geração de novos negócios e crescimento recorde na movimentação, que foi de 878.317 toneladas de produtos em 2012. Entre os novos negócios estão a retomada da importação e exportação de veículos da Fiat, Volkswagen, Peugeot/Citroën e GM e a montagem de módulos para plataformas flutuantes para armazenamento de óleo/gás. O Porto de São Sebastião também opera com chapas de aço, tubos, barrilhas, malte e animais vivos.

SOLANGE GUARINO, Assessoria de Imprensa da Secretaria de Logística e Transportes
transportes@transportes.sp.gov.br
São Paulo

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EDUCAÇÃO

Professores faltosos

Como assíduo leitor do Estado, devo dizer que gosto de seus editoriais. Mas como sempre há exceções: não gostei do editorial a respeito de professores faltosos. Achei a visão superficial e sem a profundidade que a questão merece. O grande problema educacional que assola o Brasil, piorado desde a década de 1980, é a falta de consciência da sociedade, que se reflete no modo de ação de nossos governantes, do alto grau de qualificação necessária para o exercício eficaz do magistério. Um bom professor precisa, necessariamente, apresentar algumas qualificações de alto nível. Vou citar quatro que considero mais importantes: 1) Dominar o conteúdo que leciona. Isso significa dominar profundamente um conteúdo extenso e de grande complexidade, comparável a poucos cursos superiores. Necessita-se grande esforço e dedicação para atingir o grau de excelência necessário. 2) Capacitação didática. Muito comum é encontrar pessoas que dominam um conteúdo, mas não conseguem explicá-lo a outros. Quem passou pela experiência sabe o quanto isso é difícil. Esta é uma competência que exige tempo, experiência, inteligência e generosidade. 3) Correlação com a realidade. Um conteúdo altamente complexo precisa ser correlacionado com a realidade, caso contrário esse estudo se torna entediante, desinteressante, inatingível e sem sentido. Esta é uma das capacitações mais difíceis e, ao mesmo tempo, indispensável. 4) Integridade ética e moral. O professor é um grande exemplo para o jovem em formação, crianças e até adultos formados. Isso pode ocorrer positiva ou negativamente. Muitos de nós lembramos o impacto que grandes professores causaram em nossa vida e é isso que esperamos para nossos filhos. Muito bem, é plausível imaginar que alguém com essas condições, com a intenção de realizar um trabalho de bom nível, aceite um salário de R$ 2 mil por uma jornada de 40 horas semanais, lembrando que no magistério efetivo o professor vai conhecer individualmente os alunos, propor atividades, provas criativas, laboratórios, atividades extraclasse que vão transformar 40 horas em 60 (no mínimo!)? Evidente que não! Quem aceita um trabalho desses? À exceção de idealistas abnegados, apenas quem tenha uma qualificação muito abaixo da necessária e que o torna incapacitado para o serviço. Desta forma, R$ 2 mil passam a ser um salário interessante, principalmente, se "com jeitinho", puder baixar o número de horas e o desgaste do serviço. Não se trata de um nivelamento por baixo, e sim total ausência de nível. Este baixo nível acaba atingindo todas as categorias do magistério - municipal, estadual, federal, público, privado, superior -, transformando uma profissão crucial em quinquilharia de quinta categoria. Um magistério de qualidade é caro e completamente indispensável para um país que queira melhorar. Pode-se pagar o ônus da qualidade ou economizar e nunca, nunca... sair do lugar. Muito se reclama dos governantes, mas creio que eles apenas são um reflexo da sociedade. Há um intenso discurso pró-educação em nossa sociedade. Mas quanto é real e quanto é discurso? Eu creio que o discurso ganha de goleada.

PAULO BRANDÃO
brandpaulo2@gmail.com
São Paulo 

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MARGARET THATCHER

Lá se foi a Dama de Ferro, Margaret Thatcher, a história e o legado de uma verdadeira comandante ministra. Espero que, existindo reencarnação, ela venha a renascer no Brasil, com o fito de ensinar e garantir o futuro da próxima geração, que a meu ver, está totalmente incerto e comprometido.
 
LUIZ FELIPE DIAS FARAH felipefarah@gmail.com
São Paulo

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GRANDE ESTADISTA

Perde o Reino Unido uma grande estadista. Seu legado de coragem, de obstinação e competência será lembrado por países de todo o mundo. Lutou bravamente contra a inflação, modernizou as empresas envelhecidas na Inglaterra, combateu a corrupção no país e enfrentou com firmeza e denodo os poderosos sindicatos ingleses. A Dama de Ferro, cujo mandato perdurou por 11 anos, notabilizou-se pelo arrojo, pela dedicação sem conta ao seu país, tornando-se assim uma estadista admirada até pelos seus adversários políticos e em todo o mundo. Foi exemplo digno que fez da política instrumento eficaz e pujante para o bem de seus compatriotas.
 
Francisco Zardetto fzardetto@uol.com.br
São Paulo

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A DAMA DE FERRO

Margaret Thatcher, a Dama de Ferro, ou a mãe da democracia argentina, quando subiu ao poder  o Reino Unido estava em ruínas. Privatizou estatais, liquidou os sindicatos, recuperou a economia britânica, colocou o IRA de joelhos, ajudou Ronald Reagan e o papa João Paulo II, sem disparar um só tiro, a consolidar a bancarrota da União Soviética. Sem dúvida, seu legado até hoje rende frutos para a Grã Bretanha. 
 
 
José Francisco Peres França josefranciscof@uol.com.br
Espírito Santo do Pinhal 

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INSPIRAÇÃO

Margaret Thatcher foi uma mulher como poucas. Corajosa, destemida e obstinada, lutou contra a pirataria argentina pela soberania britânica das Falklands, defendeu o capitalismo e salvou a democracia, numa Europa ainda sob o fantasma comunista dos soviéticos. Mulher de garra, serviu de inspiração para milhares ao quebrar o paradigma de que o poder apenas poderia estar nas mãos dos homens! Descanse em paz!
  
Sérgio Eckermann Passos sepassos@yahoo.com.br
Porto Feliz 

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ENVERGADURA MORAL

São tantas as mulheres que se tornaram importantes no mundo, a exemplo de Margaret Thatcher, a Dama de Ferro, primeira-ministra do Reino Unido de 1979 a 1990, que morreu aos 87 anos de idade. Na atualidade são poucas as mulheres com tamanha envergadura moral, dignidade, austeridade, decência política, etc., que serviu de exemplo para a humanidade nos últimos 35 anos. No momento a personagem feminina que mais se assemelha com à famosa lady Thatcher é a primeira-ministra da Alemanha, Angela Merkel. Outras conhecidas na América do Sul estão mais para damas “enferrujadas”, que se prevalecem da “mentira” para enganar e ludibriar o povo. Precisariam saber da célebre frase de Rui Barbosa que mostra o momento que vivemos: "Quando se convive muito com a mentira, ficamos propícios a desconfiar da realidade". Em breve estaremos nos livrando dessa lamentável situação que nos impuseram... Não é mesmo?
 
Luiz Dias lfd.silva@2me.com.br
São Paulo   

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LEGADO NEGATIVO

O legado deixado pela ex-primeira-ministra britânica Margaret Thatcher é altamente negativo. Conhecida como a Dama de Ferro, Thatcher praticamente destruiu os sindicatos de trabalhadores no Reino Unido, desregulamentou a economia, adotou a política econômica neoliberal, sempre a favor dos ricos, e nunca esteve do lado dos mais pobres. Ela e Ronald Reagan (EUA) são responsáveis diretos pela crise econômica e por boa parte das mazelas que temos hoje no mundo dominado pela ideologia neoliberal, onde o mercado e o lucro são os deuses supremos. 

Renato Khair renatokhair@uol.com.br
São Paulo

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ENSINAR A PESCAR

Fui a Londres recentemente e o hotel onde fiquei simplesmente pertence hoje a um ex-mineiro de carvão que quando jovem fez oposição à então primeira-ministra Margareth Thatcher por medo de seu programa de privatização nos anos 80. Hoje ele agradece àquela mulher por ter retirado seres humanos daquele trabalho cruel e lhes dado condições para se reinserirem no mercado privado por meio de programas educacionais e técnicos. Segundo ele, todos os que não tiveram preguiça, enriqueceram! Diferentemente dos demagógicos e populistas Lula da Silva e Dilma Rousseff, a lição de lady Thatcher é clara: “Não dê o peixe, ensine a pescar”. Por aqui, depois das cotas, do financiamento público disto e daquilo, bolsa-esmola e vale-miséria, ainda criarão a “bolsa-tainha”...

Paulo Boccato pofboccato@yahoo.com.br
São Carlos  

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EXEMPLO PARA DILMA

Margaret Thatcher, a mais destacada primeira-ministra britânica desde Winston Churchill, em 1940, deixou um legado importante às mulheres ativas na política brasileira. Sua biografia mostra a eficácia da iniciativa privada. Seria um belo exemplo de governo para a presidente Dilma Rousseff, que nem sempre demonstra saber da importância e da diferença que deve haver entre o público e o privado. Dilma sempre pende mais pelo lado do Estado, talvez pelo radicalismo do ex-presidente Lula e pelo “sapo” da ditadura militar, que ainda está engasgado em sua garganta.

Mário Negrão Borgonovi marionegrao.borgonovi@gmail.com
Rio de Janeiro

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BARREIRAS INTRANSPONÍVEIS 

Winston Churchill, que barrou o nazi-fascismo, e Margaret Thatcher que barrou o euro.

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br
Monte Santo de Minas (MG)

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DILMA E O ANIVERSÁRIO DE MARISA
 
O Estadão nos dá conta de que a presidente Dilma veio de Brasília a São Paulo, para comemorar o aniversario da sra. Marisa, ex-primeira-dama, com o avião presidencial. Com certeza vieram com ela alguns ministros ou, mesmo que tivesse vindo sozinha, entendo que houve abuso de sua parte, mesmo porque não se trata de atos do governo ou fatos ligados ao exercício do cargo. Quando qualquer funcionário público utiliza veículo oficial para atos particulares, o fato merece apuração rigorosa e punição, que dirá no caso de um presidente da República. Ora, se foi o ex-presidente Lula que a convidou, que bancasse, ou seu partido, a viagem dos convidados, já que os convidados são pobres coitados que não têm condição de viajar do próprio bolso... Pior ainda é o significado do enfeite do bolo, que eram bonequinhos de Lula e Marisa pescando, estando a cesta do ex-presidente vazia e a de Marisa cheia de peixes. Qual será o significado de tal enfeite?   A multiplicação dos peixes pelo profeta Lula?
  
CLAUDIO MAZETTO cmazetto@ig.com.br
Salto

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NIVER

Picanha e scotch whisky para 90 onvidados em área reservada no Rodeio: “Do povo, pelo povo e para o povo”...
 
J. S. Decol (SP)  decoljs@globo.com
São Paulo

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QUEM PODE PODE!

Nada como ter  dinheiro, hein? O ex-presidente Lula promoveu  uma festa em São Paulo  a título de comemoração do aniversário da ex-primeira-dama.  Entre os convidados estavam nada mais, nada menos do que  a presidenta Dilma, acompanhada de cinco ministros da República  e outros menos  cotados. O ágape teve lugar  numa  elegante,  cara  e tradicional churrascaria da zona sul.  É isso aí, com quem pode não se brinca, como se diz!
 
José Marques seuqram.esoj@bol.com.br
São Paulo

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LIMPANDO A BARRA

O aniversário da ex-primeira-dama Marisa Letícia foi comemorado no último sábado com uma festa-surpresa no restaurante Rodeio, localizado nos Jardins, bairro nobre da capital paulista.  Um dos mais caros restaurantes paulistanos, a presença de ministros de Estado e da presidenta de direito da República, Dilma Rousseff, fazem parte do processo de reabilitação a que Lula se tem submetido perante sua “galega”, depois das escandalosas revelações da vida quase particular do ex-presidente, divulgadas pela imprensa de todo o País no ano passado.  

Victor Germano Pereira      victorgermano@uol.com.br
São Paulo

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ETA, FESTINHA PORRETA!

 
O “ex” fez uma festinha para a patroa, mas com certeza faltou alguém da “reserva”.A atual mandatária foge de Brasília, vindo até com o avião presidencial, pode? País rico é país sem pobreza e vergonha!
 
Maria Teresa Amaral mteresa0409@2me.com.br
São Paulo

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CONFRARIA

Enquanto a confraria petista comemorava o aniversário de luxo da ex-primeira-dama, com a vinda da presidenta no avião oficial para prestigiar o evento, a maioria da população passa necessidade e seu contentamento são as migalhas das bolsas sociais. O dinheiro público é desperdiçado e os companheiros não se endireitam para saber distinguir aquilo que pode daquilo que viola a ética da governabilidade.

Yvette Kfouri Abrão abraoc@uol.com.br
São Paulo

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PARABÉNS!

Quero  parabenizar a ex-primeira-dama Marisa pelo seu aniversário de 63 anos, comemorado no sábado. Parabéns também a todos os políticos que lá estiveram, principalmente a presidenta Dilma, que mais uma vez usou dinheiro público para comparecer a eventos particulares, sem ficar constrangida com tanta falta de caráter e ética. Com certeza, as despesas devem ter sido rateadas entre os  convidados e custeadas pelos seus cartões corporativos. Dessa forma fica fácil dar uma festa-surpresa para 90 convidados num dos restaurantes mais caros de São Paulo. Acho que faltou apenas convidar a ex-secretária Rose para a festa ficar completa. Enquanto isso, no Brasil real a seca mata o nordestino, a chuva mata o carioca, o PCC mata o paulistano, o fogo mata o gaúcho e os nossos políticos continuam se locupletando do dinheiro público. Brasil, efetivamente um país de tolos.

Claudio Grozinski claudio@linterconstrutora.com.br
São Paulo

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E NÓS PAGAMOS

Dilma pode fazer o que quiser nas suas horas de descanso, mas não pode impor que os contribuintes paguem pelas suas viagens particulares. Como se já não bastasse termos de pagar o luxuosíssimo hotel de Roma para ela e sua comitiva (em viagem oficial), agora também pagamos suas reuniões partidárias em dia útil e a viagem para cumprimentar sua amiga pelo aniversário.
 
Maria Tereza Murray terezamurray@hotmail.com
São Paulo
  
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O EXEMPLO VEM DE CIMA

Pelo andar da carruagem, logo a presidente Dilma vai ganhar algum apelido pouco conveniente por suas viagens fora da pauta para encontros com a companheirada e para  cantar parabéns a você em voos de Brasília a São Paulo, custeadas pelo erário. Ninguém tem nada com isso desde que as faça por conta própria, em aeronaves de carreira e fora do horário de expediente. O exemplo deve vir de cima, sempre!

Leila E. Leitão
São Paulo

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UMA VERGONHA

Como diria um dos maiores jornalistas brasileiros, isto é uma vergonha! A presidente desloca-se de Brasília  a bordo do avião presidencial, à custa do erário, para o aniversário da sra. Maria Letícia, esposa do maior chefe dos picaretas do Brasil, que conseguiu piorar ainda mais a política brasileira e, com grande atraso, está sendo investigado.

Ferdinando Perrella fperrella@hotmail.com] 
São Paulo

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POR QUE NÃO EM SÃO BERNARDO?

Não seria melhor o sr. Lula mudar-se para Brasília, onde poderia marcar os encontros e festas particulares, em vez de fazer deslocar-se de Brasilia para São Paulo a sra. Dilma e sua comitiva formada por convidados e usando avião presidencial à custa do contribuinte, para parabenizar a ex-primeira-dama em seu aniversário? Não poderia o senhor todo-poderoso, pra não dizer asqueroso, ter homenageado a sra. Marisa num restaurante da cidade de São Bernardo do Campo, que tem muitos restaurantes de ótima qualidade, no lugar de prestigiar a Churrascaria Rodeio, na capital paulista? Imagino a conta que temos que pagar para o deleite da corte. O bolo com o casal pescando é uma ótima ideia, está mais que na hora de o sr. Lula começar a pescar e deixar que sua afilhada tenta pelo menos enganar o povo achando que está governando. Menos passeio a pedido do padrinho, sra Dilma, faz bem ao Brasil e ao bolso do contribuinte.

Orélio Andreazzi orelio@andreazzi.com.br
Suzano

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DE NOVO...

É a segunda vez que dona Dilma vem a São Paulo em uma semana para participar de evento de “caráter privado", como divulgado pelo Planalto. A primeira, há alguns dias, foi para participar de uma reunião secreta com Lulla e outros “companheiros”, em hotel na capital paulista. Desta feita foi para participar da festa de aniversário de dona Marisa, “a galega”, como a chama o próprio marido. Só que, quem paga todas essas contas somos nós, todos os contribuintes. Ela não vem de carro, ônibus, moto ou bicicleta. Ela usa o Aerodillma para participar de tudo quanto é evento, pelo País inteiro, com objetivo eleitoreiro, e ainda convida os seus cupinchas. Pobre povo brasileiro, num país de tolos.

Alvaro Salvi alvarosalvi@hotmail.com
Santo André 

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ENGANAÇÃO

O grande comunicador sr. Lula vende qualquer peixe ao povão ignaro. Está aí a presidente para comprová-lo. Da reunião “privada” (que pagamos!), sexta-feira, no modesto Unique certamente sairá novo  engodo.

 
André C. Frohnknecht anchar.fro@hotmail.com
São Paulo

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QUE PAÍS É ESTE?

Foi divulgado pela mídia, e ninguém desmentiu, que a presidente Dilma veio a São Paulo no dia 3 para se reunir com os petistas Lula, Palocci, Mercadante, Rui Falcão e Luiz Marinho, à custa do erário, em pleno horário de expediente, para tratar de assunto trivial, como reeleição e próximos passos para a campanha política. Sugiro ao ministro Joaquim Barbosa, presidente do STF, que está estudando a possibilidade de acabar com a Justiça Militar, que acabe também com a Justiça Eleitoral, pois esta tem menos serventia do que a Justiça Militar. Tenho certeza que o Executivo aprovará a medida, pois com o fim das Justiças Militar e Eleitoral sobrarão mais recursos para o PT investir na próxima campanha. 
 
Maria Carmen Del Bel Tunes carmen_tunes@yahoo.com.br
Americana

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CONSPIRAÇÕES COMPULSIVAS

O artigo, que parabenizo, de Suely Caldas Ativismo compulsivo (7/4, b2) deve ser lido e utilizado pelos candidatos da oposição, tanto para a Presidência como para governador, nas próximas eleições. É um ótimo resumo do que é este governo, que vive de marketing. Também me fez lembrar da tal reunião da tropa de choque do PT: Dilma, Lula, Mercadante, Rui Falcão, Luiz Marinho e ele, o Palocci, no Hotel Unique (cinco estrelas), pagos R$ 5.733,00 pelos contribuintes. E para quê? Com certeza para compulsivamente conspirarem contra o PSDB, na tentativa de  ganhar em 2014 o Palácio dos Bandeirantes, fazendo em São Paulo o que estão fazendo com o Brasil: estragos. Leiam o artigo.
 
Tania Tavares taniatma@hotmail.com
São Paulo

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CARTA DA SRA. RUTH MOREIRA

Magnífica sob todos os aspectos a carta da leitora sra. Ruth Moreira publicada na edição ontem do Estadão. Dela guardarei uma cópia, na esperança de que sirva, no futuro, como fonte de reflexão para meus netos. Compreendo perfeitamente o sentimento de vergonha de dona Ruth diante do que acontece no Brasil atual, pois também tenho 80 anos. A nossa revolta ainda pode ser manifestada graças à liberdade de imprensa, que o PT, mais cedo ou mais tarde, conseguirá extinguir. Então, o lulopetismo conseguirá implantar o modelo “cuboperonevochavista”, tão ao gosto das populações latino-americanas, e conduzirá o Brasil ao seu glorioso destino de ser ditoso entre os pobres.

Affonso Maria Lima Morel affonso.m.morel@hotmail.com
São Paulo

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POLÍTICOS VENDIDOS

Li e reli a excelente carta dessa senhora de 84 anos,  que merece todo o nosso respeito e admiração. Deve ser muito triste chegar a essa idade, ter vivido num país que moralmente já foi muito melhor, mais correto, e ver que não há previsão de um futuro próximo  mais decente. “Onde estão os homens de bem deste país? Onde estão os que querem lutar por um Brasil melhor?” Essas duas perguntas demonstram a profunda preocupação dessa senhora idosa com o futuro deste país, que ela deve amar muito. Infelizmente, essa não é a preocupação dos políticos vendidos, que ela também menciona no seu texto, e que somente se preocupam com o seu bolso e com a manutenção do poder. Como já dizia Martin Luther King, o que me preocupa é o silêncio dos bons...

Károly J. Gombert gombert@terra.com.br
Vinhedo

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HOMENS DE BEM

Do alto de seus 84 anos, a leitora sra. Ruth Moreira pergunta: “Onde estão os homens de bem deste país? Onde estão os que querem lutar por um Brasil melhor? Por que tantos estão calados?”. Dona Ruth, venho me perguntando a mesma coisa há anos! Cheguei à conclusão de que estes nunca existiram no Brasil ou morreram todos. Sobrou apenas um punhado de brasileiros anônimos que ainda preservam os valores morais universais. A maioria dos brasileiros, infelizmente, tornou-se amoral, imoral e aética.

Maria Cristina Rocha Azevedo crisrochazevedo@hotmail.com
Florianópolis

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MUNIÇÃO CÍVICA

A leitora sra. Ruth Moreira, em sua carta, aliás bem elaborada e fundamentada, diz que está “com vergonha do Brasil” pelos motivos exarados em sua mensagem em tela. Realmente, são motivos para se ter vergonha, mas não do castigado e massacrado Brasil. Ele também é vítima de todas as mazelas ali arroladas e que emporcalham a vida política do nosso país. Ela, como nós, deve envergonhar-se, e com sobra de razão, pelos motivos por si invocados, dos corruptos e desonestos políticos que os praticaram. Contudo sua carta tem uma oportunidade de suma importância e que não deve ser esquecida pelos brasileiros: servirá de munição cívica para uma arma que é controlada pelo nosso raciocínio, cujo disparo terá como gatilho, a nossa consciência e que se chama voto eleitoral. Esta arma não é assassina, mas alija os inimigos da Pátria da sua vida política. usá-la é dever de cidadania! Ita speratur.

Antonio Brandileone abrandileone@uol.com.br
Assis

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PRIMOR

Dona Ruth, a senhora está coberta de razão, sua carta Desalento, que eu batizaria de Vergonha, é primorosa e expressa com todas as letras o que sentimos nesse momento. O que está ocorrendo aqui, no Brasil, lembra em vários pontos o que antecedeu a Revolução Francesa. O abuso e
o desrespeito das autoridades, do Congresso e das Câmaras Municipais, por enquanto, estão sendo tolerados, mas não o podem ser por muito tempo. E que prazer ler uma carta escrita num português impecável!

Sonia Knopf soniak@weba.com
São Paulo

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VIADUTO DO CHÁ

Será que os nossos vereadores não têm nada de mais importante para fazer? Além do Wadih Mutran (autor da pérola), quais os outros 45 infelizes que apoiam a malfadada ideia de trocar o nome do Viaduto do Chá por Mário Covas? Seria bom divulgar. A propósito, a família do ex-governador deveria repudiar essa agressão aos paulistas.   
 
Gustavo Guimarães da Veiga gjgveiga@hotmail.com 
São Paulo

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ATÉ VOCÊ, ANDREA MATARAZZO?
 
Indignada com a mudança de nome do Viaduto do Chá, fui investigar quais vereadores foram a favor desse absurdo! Qual não foi minha surpresa ao ver o nome do vereador escolhido por mim, por ser uma pessoa totalmente envolvida com nossa cidade, vindo de uma família que ajudou a construir esta grande metrópole, ligado às nossas tradições, profundo conhecedor dos endêmicos problemas e consciente de soluções para São Paulo - portanto longe de ser um dos vereadores envolvidos apenas com os interesses de sua comunidade e muitas vezes oriundos de outros Estados sem compromissos com nossas tradições. Ver a assinatura de Andrea Matarazzo em apoio à mudança do nome do viaduto para Viaduto Mario Covas, nem bem iniciado seu mandato, me decepciona muito. Pensei estar votando naquele que lutaria pela nossa cidade e, no entanto ele foi “Maria vai com as outras”? Sou contra a mudança do nome do Viaduto do Chá e de logradouros tradicionalmente públicos marca registrada da nossa cidade, porque políticos passam, mas a cidade fica!   

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br
São Paulo 

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CHÁ... DE CADEIRA

Se eu for escrever para os vereadores de São Paulo me opondo a essa estultice, nascida de uma proposta de Wadih Mutran, de mudar o nome do Viaduto do Chá para Viaduto do Chá Mário Covas, sei que minha mensagem levará o maior chá de cadeira na caixa de mensagens deles.Por isso escrevo aos jornais, porque, se for publicado, não há como eles a ignorarem, visto que a coluna das cartas de leitores é a primeira a ser lida pelos políticos, pois é o termômetro de suas ações. Confesso que fiquei decepcionada com alguns tucanos que assinaram essa proposta, talvez pressionados pelo peso do nome de Mário Covas. Mas confesso que me doeu mais ainda ver o nome de Andrea Matarazzo entre eles, pois é meu candidato e esperava um pouco mais de discernimento dele. Tenho esperança de que os tucanos em geral retirem seu nome dessa lista. Não é assim que Mário Covas desejaria ser homenageado. Tenham dó! 

Mara Montezuma Assaf montezuma.scriba@gmail.com
São Paulo

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O VIADUTO E A CÂMARA

É muita pretensão da parte dos srs. edis e dos familiares o fato de tentarem acrescentar o nome de Mário Covas ao Viaduto do Chá, uma tradição em São Paulo que remonta a mais de 130 anos. Nenhum particular, muito menos político deve ter seu nome vinculado a esse logradouro situado no coração da cidade, mormente em se tratando de um governo que deixou muito a desejar em matéria de educação e de segurança. A Câmara paulistana precisa se lembrar de que não é uma “pia batismal”. Haja vista o Túnel 9 de Julho: espera-se há dez anos por uma definição a respeito de seu nome histórico usurpado.

MARIA CECÍLIA NACLÉRIO HOMEM mcecilia@usp.br
São Paulo

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HOMENAGEM INADEQUADA

Prezada família Covas, o governador Mário Covas  fez muito pelo Brasil e por São Paulo  e merece ser homenageado, como de fato já foi, dando seu nome a diversas praças, ruas e complexos viários. Muito justo. Mas, agora, imagino que nem ele aceitaria que mudassem o nome de um dos mais antigos e históricos marcos urbanos de São Paulo. Nossos vereadores não mais nos representam. Será que a família, em nome do Viaduto do Chá, não poderia prescindir dessa homenagem tão inadequada?

Renata Pimentel de Oliva renataoliva54@uol.com.br
São Paulo

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PRAÇA DO LULA, POR QUE NÃO?

Uma das importantes tarefas dos nossos nobres vereadores é de dar nome aos logradouros. Sem  dúvida, a homenagem a Mario Covas é justa, apesar de já ter seu nome ligado ao Rodoanel. Mudar o nome do Viaduto do Chá, que muito deixou de ser uma plantação, sem dúvida, é excelente ideia. Temos outro logradouro bastante obsoleto, que é a Praça da Sé. Como sugestão, por que não homenagear outro ilustre político, Luiz Inácio Lula da Silva, ou seja, Praça do Lula? Convém antes verificar qualquer desabono. Com relação a nomes, gostaria de saber o nome do Aeroporto Internacional de São Paulo. É André Franco Montoro, Cumbica ou Guarulhos?
  
Gregorio Zolko gzolko@terra.com.br
São Paulo

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PROVÍNCIA DE SÃO PAULO

Vereadores, com seu sentimento de coleguismo e puxa-saquismo, e com aparentemente nada para fazer, eis que o Município de São Paulo está perfeito, em ordem, com excelente conservação, serviços e mobiliário adequados – sem corrupção –, decidem mudar o nome do Viaduto do Chá para o de um ilustre político.  Como paulistano, sinto-me como se sentiria o francês ao ver mudado o nome da Torre Eiffel para Torre De Gaule, ou o americano vendo o Central Park mudar para John Kennedy Park.  Poderiam os vereadores acrescentar a esse inesperado surto de cultura que invadiu a Câmara Municipal a alteração para Aeroporto Adhemar o atual Congonhas e não esquecer da construção do chafariz dona Lila, no Anhangabaú. Igualaremos o Maranhão.

Fabio Figueiredo fafig3@terra.com.br
São Paulo

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ADONIRAN
 
Sugira à Câmara Municipal de Paris alterar o nome da Place de La Bastille para Place de La Bastille Charles de Gaulle... Mário Covas jamais concordaria com a mudança no Viaduto do Chá. A próxima iniciativa genial de nossos vereadores talvez recaia um pouco além, no Viaduto Santa Ifigênia. Sugestão: Adoniran Barbosa. Afinal, quem se esquece? “Venha ver,  Eugênia, como ficou bonito o Viaduto Santa Ifigênia.” 
 
Amadeu Roberto Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br
São Paulo

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REALIDADE OU PIADA DE MAU GOSTO?

São Paulo é uma cidade múltipla, com milhares de diferentes facetas, problemas, visões. Contudo não se pode negar que é homogênea quanto à denominação de suas ruas: a maior parte delas é composta por antropônimos. Escapa dessa tendência uma parte, evidentemente. Quanto mais longe do centro velho, maior a probabilidade de encontrar nomes de pessoas desvinculados do contexto histórico dos bairros – não que não haja casos isolados, mas cada vez que a Câmara resolve alterar o nome de uma rua, muda-se não apenas o referencial, mas a própria memória da cidade. O povo pode rebelar-se, esbravejar, mas por fim acaba assimilando a mudança. Tomei conhecimento do assunto ao ler o fato na imprensa e, logo após, um aluno meu enviou-me um link com a mesma notícia. Piada de 1.º de abril? Infelizmente, não: é um projeto de lei, de n.º 116/2013, proposto pelo vereador Wadih Mutran, que volta à carga sobre a dita alteração, aliás, vetada em outras circunstâncias pelos especialistas do Departamento de Patrimônio Histórico de São Paulo. Casualmente ou não, no mesmo momento eu estava a preparar um texto para uma conferência sobre São Paulo no exterior e meu Dicionário da História de São Paulo, de autoria de Antonio Barreto do Amaral, estava justamente aberto no verbete “Chá”. Assim, mesmo confiando no discernimento e bom senso do DPH, sinto-me compelida a dizer algumas palavras sobre a denominação Chá, como especialista em Toponímia da Universidade de São Paulo. A cidade tem mais com o que se ocupar do que discutir a mudança de um topônimo, dizem uns. Absurdo, dizem outros. Mas o fato é que, segundo pesquisa já apurada por alunos meus, aproximadamente 60% dos projetos de lei apresentados pela Câmara dizem respeito à alteração toponímica. Se os caros vereadores não sabem, eu explico: o nome de rua é, antes de tudo, objeto de identificação, particularização e referencialização de um lugar. Mas, muito mais que isso, um nome de lugar é uma herança cultural, um lembrete à posteridade do que faziam, como viviam e como pensavam os homens que ali viveram. Eu estudo o nome de lugar do ponto de vista etnolinguístico e defendo não uma posição conservadora, mas a preservação da memória. O assunto não é diletantismo, tanto que inúmeras universidades no mundo se ocupam dele, além da própria Organização das Nações Unidas. É um problema prático, de ordem de terminologia geográfica, é um rico manancial linguístico e histórico, de ordem cultural. Que o Chá, que anteriormente deu nome ao morro pertencente às terras do tenente-general José Arouche de Toledo Rendon, responsável pela introdução do plantio de chá em São Paulo (aproximadamente em 1824, antes do surto cafeeiro), continue ali, denominando o viaduto como um monumento ao passado. Que junto com a Rua Direita e com a Tabatinguera possa ser um ícone da São Paulo colonial e imperial, registrando uma fase importante da história da cidade. Se o homenageado merece ou não a homenagem, isso é outro assunto. Levantar-me-ia quanto a qualquer alteração, pois o nome de lugar, como patrimônio imaterial, deve ser preservado. Um pequeno detalhe: segundo o Decreto n.º 49.346, de 27 de março de 2008, que regulamenta a Lei n.º 14.454, de 27 de junho de 2007, em consolidação da legislação municipal sobre a “denominação e alteração da denominação de vias”, temos o seguinte: “Art. 8.º. Consideram-se oficialmente denominados: I- pelo Ato n.° 972, de 24 de agosto de 1916, os logradouros constantes da Planta da Cidade de São Paulo, levantada peia Diretoria de Obras e Viação, edição 1916; II - pelo Decreto n° 15.635, de 17 de janeiro de 1979, os logradouros listados no respectivo anexo, com os nomes dele constantes; (…) Art. 10. Não poderá ser atribuído nome diverso daquele que, embora não tenha sido objeto de ato específico da autoridade competente, já se consagrou tradicionalmente e se incorporou na cultura da Cidade. § 1.º. Entende-se como denominações consagradas tradicionalmente aquelas relacionadas a datas e fatos históricos, bem como à localização ou referência geográfica, observado o disposto no artigo 9.º deste decreto” (grifo meu). Ou seja, o Viaduto do Chá já é patrimônio da cidade, devidamente incorporado à sua paisagem central e tradicionalmente consagrado, conforme prevê o artigo 10.º da aludida lei; além disso, é inegável sua referência a um momento histórico importante da cidade, além de recuperar a referência (concreta, mas oculta) do Morro do Chá, finalmente unido à Rua Direita, em 1892, após 15 anos da apresentação do primeiro projeto por Jules Martin, em 1877. A proposta é, como já apontou o DPH em outras circunstâncias, ilegal. Assim, alterar a denominação é, além de um crime contra a memória da cidade, um ato que contradiz a própria legislação paulistana a respeito do assunto.

Patricia Carvalhinhos, professora doutora de Toponímia Geral e do Brasil, docente do Departamento de Letras Clássicas e Vernáculas da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP patricia.carv@usp.br
São Paulo

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DESCANSE

Vamos deixar o Viaduto do Chá no Viaduto do Chá e vamos deixar o Mário Covas na “cova”.
 
Nelson Tanganelli nelsontanganelli@gmail.com
São Paulo 

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EM PAZ

Deixem o saudoso Mário Covas descansar em paz. O viaduto é do chá "como o céu é do condor".
 
Fausto Ferraz Filho faustoferrazfilho@hotmail.com
São Paulo

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