Fórum dos Leitores

Atualizado às 6h19.

O Estado de S.Paulo

12 Abril 2013 | 02h14

INSEGURANÇA PÚBLICA

Que país é este?

O brasileiro consciente tem de fazer um esforço heroico para não entrar em depressão com as notícias do dia a dia. Mesmo para quem conhece o solo onde pisa o cenário está cada vez mais desanimador. Os casos do jovem assassinado por causa de um mísero celular, que as operadoras dão até de graça, e dos estupros no Rio são apenas a ponta de um imenso iceberg. Vivemos uma "democratização" perversa da falência da Justiça. Isso porque antigamente só os criminosos mais ricos conseguiam ficar fora da cadeia, graças a advogados caríssimos. Hoje todo brasileiro tem direito a um crime "grátis", basta que escape da prisão em flagrante e poderá esperar o julgamento em liberdade. Um advogado de "porta de cadeia" pode protelar indefinidamente o julgamento e, na hipótese de o crime ter sido muito grave e o cidadão ser condenado a uns 30 anos, ele deverá cumprir uns cinco em regime fechado. Se considerarmos esses fatos e ainda adicionarmos a legislação sobre os menores de idade e a qualidade da educação oferecida à população, veremos que a razão está toda com o turista francês que prometeu nunca mais retornar ao País. Nós, que por diversas razões não podemos sair daqui, temos de mudar este estado de coisas. 

NESTOR R. PEREIRA FILHO
rodrigues-nestor@ig.com.br
São Paulo

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Victor Hugo Deppman

Ou mudam as leis ou as leis mudam a gente. Precisamos fazer alguma coisa para mudar este estado de coisas! Começar de um ponto. Iniciar uma mobilização por mudanças no Código Penal. Obrigar aqueles caras que foram votados por nós a fazer o que realmente lhes cabe: representar-nos! Há muita gente boa lá, honesta, com bons propósitos, quero acreditar... Políticos bandidos e/ou bandidos políticos, não importa que eles sejam muitos. Permanecemos catatônicos, aceitando o que eles têm ou não a oferecer e agimos como se fôssemos pequenos e indefesos diante deles. Não quero ver meus entes queridos fazerem parte dessa estatística macabra. Desespero-me ao pensar que de uma hora para a outra um motivo torpe, gratuito, como tantos que vemos diariamente, tire a vida dos meus filhos! O que mais precisa acontecer? Não quero dar entrevistas, fazer passeatas, criar ONGs nem fundações em nome deles. Não quero passar o resto da vida achando que eu poderia ter evitado... Quero apenas poder acordar todos os dias com as mesmas incertezas, mas com a tranquilidade de que pelo menos a vida vale a pena viver. Somos milhões e juntos temos muita força. Precisamos acreditar, agir. Precisamo-nos unir, fazer alguma coisa para ontem! Antes que seja tarde demais também para nós.

EDNUBIA RACHEL G. TORNELLI
tornelli@uol.com.br
São Paulo

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Exigir e participar

Junto-me aos brados de justo repúdio dos leitores srs. Myrian Macedo, Leila Leitão, Edgard Gobbi, Aloisio De Lucca, Israel Blajberg e Washington Estoyanoff, no Fórum de ontem, contra os desmandos dos "governantes" deste país e exigir e participar para que este estado de coisas mude. Vamos lá, e-mails, abaixo-assinados, passeatas, sociedade civil! Alguém tem de começar.

SEVERINO SILVA
silva.pretti@gmail.com
Rio de Janeiro

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Impunidade

Reforço as manifestações indignadas de meus colegas leitores acerca da violência e impunidade desenfreadas que assolam o dia a dia da Nação, mas, infelizmente, não creio que a solução esteja próxima. Não enquanto continuar no poder um partido dirigido na maioria por gente sem escrúpulos, como ex-guerrilheiros que assaltaram e sequestraram, e por ex-sindicalistas malandros, avessos ao trabalho. Reparem que os idealistas sérios e realmente democratas do PT já abandonaram o partido, decepcionados com a cúpula, que só visa o poder e a riqueza. E o pior é que criaram uma sólida e descarada rede de assistencialismo, doações e distribuição de cargos que lhes vai garantir o poder por muito tempo ainda. Além do povo pobre, dependente e inculto, que não lê jornal, eles contam com milhares de ONGs e sindicatos irrigados com dinheiro público, que nem contas prestam. A solução democrática poderia vir por meio do voto consciente, facultativo e distrital, mas os partidos da panela governamental são maioria e a eles essa reforma não interessa. Resta-nos esperar o circo pegar fogo e o povo descobrir que a cobertura era de papel.

JOÃO CARLOS A. MELO
jca.melo@yahoo.com.br
São Paulo

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Assassinatos

Menores continuam matando jovens, orientados por bandidos mais velhos que lhes garantem impunidade, pois este é o país do paternalismo eleitoral, dos direitos dos vagabundos e corruptos e dos estádios. Aos trouxas que pagam impostos sobra perder seus filhos. Por que os congressistas inúteis não votam logo a redução da maioridade penal?

RICARDO GUERRINI
irgguerrini@uol.com.br
São Paulo

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'Insanidade ideológica'

Parabéns ao professor Denis Lerrer Rosenfield pelo artigo Insanidade ideológica (8/4, A2), no qual põe todos os pingos nos is, sem se importar com o "politicamente correto" que os petralhas nos enfiam goela abaixo com seus "direitos humanos" que só favorecem os marginais, os quais deveriam ser afastados definitivamente do convívio da sociedade, com leis mais duras, pois são incorrigíveis. Nosso governo deveria realizar um honesto e verdadeiro trabalho de assistência e educação para as crianças pobres deste país, para não se tornarem futuros marginais. Para nós, cidadãos que trabalhamos e pagamos nossos impostos, só resta sermos roubados e nossas esposas e filhas serem estupradas. Porque para nós não existem direitos humanos nem a lei nos protege.

HENRIQUE SCHNAIDER
hschnaider@terra.com.br
São Paulo

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O trabalho educa

Mais uma vez o articulista Denis Lerrer Rosenfield traduziu em palavras sentimentos guardados por muitos de nós. No artigo Insanidade ideológica retrata um cenário nada animador. Melhor dizendo, transtornador, principalmente quando diz que "o ser humano é capaz dos mais nobres atos morais quanto dos mais vis e cruéis". Para que ele siga no caminho do bem é preciso garantir formação moral e, principalmente, afastá-lo de meios que possam influenciá-lo negativamente. Isso reforça o que aprendemos e defendemos após mais de 20 anos cuidando da profissionalização de jovens em situação de risco social: o trabalho não apenas ocupa, como educa. Está claro que a semente de toda essa violência e impunidade de parte dos menores é a ociosidade. Eles não podem trabalhar, mas podem trilhar a via do crime. É hora de enfrentar essa questão, rever a legislação - caso do Estatuto da Criança e do Adolescente - e mudar esse panorama.

MARIA HELENA MAUAD, presidente da ONG Ampliar
ampliar@ampliar.org.br
São Paulo

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CONTRA A VIOLÊNCIA E A IMPUNIDADE

Ontem, estudantes da Faculdade Cásper Líbero fizeram um protesto contra a violência na capital paulista, tendo como motivo o assassinato de um colega, o jovem Victor Hugo Deppman. Infelizmente, esse jovem juntou-se a outras dezenas de milhares de vítimas assassinadas em nosso país. Esse número vem crescendo continuamente, pois a percepção de impunidade e de penas brandas, além dos mecanismos de progressão de pena, retira as barreiras que inibiam potenciais criminosos ou os criminosos contumazes. As vítimas e seus familiares não têm direitos, mas os criminosos estão cobertos de direitos. Como muitos criminosos afirmam, “sai barato” cometer um crime. Quando as longas penas de 20 ou mais anos eram cumpridas integralmente ou a liberdade condicional era concedida com muito rigor, isso funcionava como um fato inibidor para muitos. Vários casos recentes de assassinato foram julgados e os condenados estarão em liberdade ou em regime aberto em menos de cinco anos. Enquanto isso, as famílias das vítimas estão condenadas à pena perpétua de viver sem seus entes queridos, alguns dos quais inclusive sustentavam essas famílias. A sociedade e alguns que se dizem representantes de direitos humanos se manifestam fortemente contra eventuais excessos de policiais contra algum criminoso, porém se calam em relação às famílias das vítimas. As pessoas que são vítimas de sequestro-relâmpago ou de assaltos com violência em grande parte adquirem sequelas psicológicas e têm sua vida dramaticamente alterada. Os criminosos, quando presos, são apenados levemente e estarão nas ruas em pouco tempo, reincidindo, pois nosso sistema prisional não recupera. Além disso, as cadeias estão cheias e a solução encontrada, qual foi? Mecanismos para redução das penas, em lugar de aumentar presídios. Privatização de presídios, como ocorre em boa parte dos países de Primeiro Mundo, no Brasil não pode. A redução da idade de maioridade penal, como ocorre na quase totalidade dos países, no Brasil não pode. Há necessidade de uma profunda reflexão da sociedade e revisão do Código Penal. Não vamos nos esquecer de que todos nós somos vítimas potenciais de homicídios, assim como esta semana o foi o jovem Victor Hugo e como outras dezenas de pessoas serão amanhã e depois de amanhã e assim por diante. Quando esse ciclo terrível começará a ser reduzido?

Edison Roberto Morais ermorais@uol.com.br 
São Paulo

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MENOR INFRATOR

Se um menor com 16 anos pode votar, decidindo o destino do nosso país, se um menor com 16 anos tem de decidir o seu futuro na inscrição para o vestibular, por que com 16 anos ele não pode responder pelos seus atos?

Milton Bulach mbulach@gmail.com 
Campinas

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O PAÍS DO PASSADO

Há cinco anos que o Congresso Nacional enrola a votação do projeto de redução da maioridade penal no País. Há cinco anos, portanto, a situação da segurança da população já era precária. Hoje, se tivéssemos legisladores atualizados com os anseios da população, e não com os seus próprios, já deveríamos ter instituída a pena de morte para os criminosos que barbarizam diariamente a nossa sociedade. É vergonhoso e também assustador constatar que cada vez mais vamos nos caracterizando como o eterno país do passado. 

Victor Germano Pereira victorgermano@uol.com.br
São Paulo

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A CERTEZA DA IMPUNIDADE

É revoltante a cena que vimos na TV de um estudante sendo assaltado quando chegava a casa, entregando seu celular sem reação ao bandido miserável e sendo morto por este a sangue frio com um tiro na cabeça. Estamos acostumados demais com cenas assim diariamente. Se a vítima não for nosso amigo, filho, parente, vizinho, conhecido, temos a errada noção de que não é com a gente e viramos a página do jornal, ou mudamos de canal. Enquanto isso, a mídia fala do tal massacre do Carandiru e se esquece de nós, cidadãos de bem, contribuintes, pagadores de impostos, pais de família, que somos massacrados todos os dias pela violência, pela insegurança, pela incerteza de que nossos filhos voltarão para casa depois da aula e não temos a quem recorrer. As leis deste infame país são feitas por bandidos para a proteção dos bandidos. Direitos humanos só servem para os “coitadinhos” dos bandidos, assassinos, estupradores. O que dizer de um crápula, verme, ser desprezível, lixo humano que mata um estudante de 19 anos, que nem reagiu, para roubar um celular? A certeza da impunidade. A certeza de que este é um país que privilegia a bandidagem, acoberta a criminalidade, beneficia os agentes do mal. É só olhar para os condenados do mensalão. Bandidos, criminosos que estão aí, soltos. Esse sentimento de que nada vai acontecer alimenta o deboche com que os bandidos atuam certos de que o Brasil é um imenso lupanar. Onde está a classe estudantil alienada? Passeatas com cartazes de não à violência, todo mundo vestido de branco, soltando balões brancos da paz, na Avenida Paulista, de nada adiantam. Tem de haver cobrança da classe política. Vamos imaginar ou esperar que haja pelo menos 10% de gente séria em Brasília, e não tantos picaretas quanto o picareta mor, Lula, pensava. 

Arnaldo Luiz Correa arnaldocorrea@gmail.com 
Santos

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EDUCAÇÃO

Geraldo Alckmin defende punição maior a adolescente infrator. Sr. governador, se já é reincidente, é porque a educação, a orientação ou seja lá o que for recebida por este jovem enquanto estava “retido” na Fundação Casa não deve ser adequada, assim como nos presídios, na educação, na saúde, na segurança e em todas as outras instituições em que vocês fingem que governam. Educai as crianças e não será preciso punir os homens. 

Angelo Antonio Maglio angelo@rancholarimoveis.com.br 
Cotia

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ATÉ QUANDO?!

Pelo visto nossas autoridades assistem de camarote a essa escalada de violência cometida por “menores de idade” e nada fazem a respeito. A impressão que se tem é de que esse tipo de problema não os atinge, posto que eles e suas famílias estão cercados de seguranças 24 horas por dia. Enquanto isso, esses bandidinhos, certos de sua total impunidade, seguem barbarizando os cidadãos de bem e pagadores de seus impostos. Até quando teremos de assistir na mídia ao choro e ao desespero de parentes de vítimas assassinadas friamente por esses pequenos e inimputáveis facínoras? “Alguma coisa está fora da ordem, fora da ordem mundial”, como diz a música 
de Caetano Veloso.
 
José Marques seuqram.esoj@bol.com.br 
São Paulo

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REAÇÃO

A informação contida na matéria de 11/4 (página C7), de que o “estudante foi morto sem nenhum sinal de resistência”, mostra, mais uma vez, que a recomendação para não reagir a assaltos é insana, absurda e sem sentido. A recomendação deve ser “mantenha-se frio e tome uma decisão de comportamento com base no entendimento rápido da situação corrente, no seu perfil e na sua inteligência”. Em determinadas situações, pode ser sua única chance e, além disso, leva em conta que, certamente, sua inteligência é bem superior à de um idiota que se propõe a este tipo de comportamento e de vida. Precisamos mudar essa mentalidade vigente de que, nestes casos, devemos ficar sempre na defensiva, nas mãos de um bandido absolutamente imbecil cujo comportamento é imprevisível.  

Fernando Giorno fgiorno@gmail.com 
São Paulo

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DIA NEFASTO

Já passou da hora de nossos congressistas reverem a questão da maioridade penal. O latrocínio se tornou banal na nossa sociedade e a vida humana nada vale. Imagino a família do jovem Victor, assassinado na porta de casa por um “de menor” que já cumprira as tais medidas “socioeducativas” por delitos anteriores, que de nada valeram, saber que o assassino de seu filho terá uma ficha limpinha para continuar sua carreira no crime. Às vésperas de fazer 18 anos, o jovem assassino tem a garantia da impunidade. A maioridade ao 18 anos, a impunidade favorecendo o crime, além de penas irrisórias, são verdadeiros absurdos. Outra aberração da nossa “Justiça”: liberar criminosos após cumprirem 1/6 da pena! Penas têm de ser cumpridas integralmente, bom comportamento não é mérito, é obrigação. O nosso Código Penal tem de ser revisto. Os erros começam de cima, não vê quem não quer: presidente, ministros, senadores, deputados, desembargadores, juízes, cada um olhando para si mesmo. Como “vossas excelências”, “doutores” querem que o povo brasileiro vá respeitá-los?  Faltam bons exemplos, faltam parâmetros, cultura, escola, etc.

Wagner Gatti wagner@rdaimoveis.com.br 
Indaiatuba

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MENORES ASSASSINOS

Será que nem com todos esses casos de enorme gravidade e bem emblemáticos os iluminados não vão reconhecer que o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) tem erros cruciais? Se mantiverem essa atitude, ou não têm coração ou são daqueles que querem mesmo destruir o que resta de nossa sociedade.
  
Osnir Geraldo Santa Rosa osnirsantarosa@bol.com.br 
São Paulo

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PENAS MAIS DURAS, JÁ

As sucessivas mortes estúpidas de jovens que vêm acontecendo despertam em mim mais do que horror: faz nascer a convicção de que se nós, povo, não fizermos algo urgentemente, nada vai mudar. Nada mudará porque desde que o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) foi implantado, esta era uma certeza que eu já tinha: a de que este instrumento só serviria para criar uma geração de celerados. Nada mudará, porque os nossos representantes do Poder Legislativo já deixaram bem claro que nada farão movidos “apenas” pelo clamor popular. Talvez, se a filha de um deles fosse a turista americana vandalizada, talvez, quem sabe. Portanto, minha convicção é a de que temos de nos mobilizar agora, e como não somos massas de manobra do único partido que consegue levar multidões de militantes às ruas, resta-nos a ferramenta das petições online. Que tal, organizadamente, lançarmos uma que recolha assinaturas por todo o País? Que tal nos juntarmos ao movimento que recolheu as assinaturas para conseguir a Lei da Ficha Limpa? É uma sugestão apenas, mas o fato é que temos de nos organizar. Outro ponto a ser tratado: sabe-se que nossas prisões, mesmo as de segurança máxima, já estão sobrecarregadas; sabe-se que em todas, mesmo as de segurança máxima, entram celulares, visitas íntimas, advogados com recados, isso não é segredo para mais ninguém. O pior: as nossas cadeias estão sendo paulatinamente esvaziadas por ordem do Conselho de Direitos Humanos da ONU, prontamente obedecida pela presidente Dilma quando sancionou a Lei 12.403/2011, já batizada nos meios jurídicos de Lei da Impunidade – que liberou de cara cerca de 100 mil presos; 54 mil só no Estado de São Paulo. Hoje já nem sei mais... A ONU entendeu que esses cidadãos estavam sendo mal alojados nas cadeias, e Dilma estava recebendo críticas deste órgão por não atender aos anseios dos prisioneiros. Portanto, para ficar bem perante a ONU, Dilma sancionou aquela lei indecente. Agora a situação é a seguinte: nós, cidadãos vitimados pelos celerados, queremos o endurecimento das leis, não apenas no que se refere à maioridade penal, mas à dosimetria mais severa e cumprimento total das penas estipuladas para estes criminosos sem alma nem coração. Mas sem cadeias suficientes não temos onde mantê-los presos, porque, com a mansidão com que as leis brasileiras os tratam, eles se reproduziram como ratos. Portanto, ou o governo constrói a toque de caixa cadeias e prisões de segurança máxima para todos eles (e desta vez essa ação renderá votos nas eleições, com certeza!) ou que eles sejam empilhados em prateleiras dentro dos presídios. Outra solução é que a pena de morte para crimes bárbaros seja aprovada neste país. Porque vítimas de penas de morte nós, cidadãos, já somos. Que tal fazer esta pena valer para os criminosos? P.S.: sou uma mãe que já pagou o imposto de sangue devido a este governo de políticos insensíveis, perdi meu filho para criminosos! E que me desculpem insistir neste fato, mas preciso justificar minha assoberbada indignação.

Mara Montezuma Assaf montezuma.scriba@gmail.com
São Paulo

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DIREITOS HUMANOS

Parabéns, professor Denis Lerrer Rosenfield, pelo excelente artigo “Insanidade ideológica” (“Estadão”, 8/4, A2). Sobre o assunto abordado, lembro ao senhor que a partir desta semana começou o julgamento dos PMs acusados pelo chamado “massacre” do Carandiru. Os defensores dos direitos humanos tratam o caso como “massacre”. Na verdade, houve um confronto, pois a PM foi chamada para conter uma rebelião entre mais de 2 mil presos no pavilhão 9 e que fatalmente se estenderia aos demais pavilhões com população de mais de 5 mil presos.
 
Waldir Roberto wroberto04@yahoo.com.br 
São Paulo

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PRIMEIRA PÁGINA

A criminalidade no Brasil, especialmente o latrocínio, o estupro e o sequestro, há muito ultrapassou a fronteira do suportável. Penso que o “Estadão” daria uma grande contribuição à Nação se desse mais destaque ao noticiário sobre o fenômeno, deslocando-o para o primeiro caderno e mesmo para a primeira página. Até, pelo menos, que voltássemos ao aceitável.

Euclides Rossignoli euros@ig.com.br 
Itatinga

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OS ESTUPRADORES

Os estupradores brasileiros não se encontram somente no Rio de Janeiro. Estão no convés do altiplano, na Câmara, no Senado, no Poder Executivo, no Judiciário, nos sindicatos, nas “evangélicas”, nas prisões, ruas e nos porões da carnificina da pedra, da cocaína, e de todos os torpores, e todos com comportamentos minúsculos e esdrúxulos de sanguessugas que são, e que de nós riem porque sabem que só podemos, o povão, modificar a atual situação pelo voto, que, entretanto, nos negam com bolsas famílias que apagam a voracidade do estômago dos incautos, porém não dos que têm alguma lucidez. Onde estão os políticos sadios, pois são eles, e só eles, que têm o poder outorgado e podem tomar atitudes para mudar a atual situação? Por que não se manifestam, deixando de lado suas ideologias idiotas? Por que não se revoltam contra seus colegas de malefícios que nada fazem a não ser chafurdarem-se na lama da riqueza que leva à falência a vida dos que vivem em paz e no amor? A alternativa é a revolta, a guerra civil, o desrespeito e o ódio, para mudar. Como escreve José Serra, haverá revolução, reforma ou golpe? Nada haverá. Apenas ficará a indecência que um ex-presidente “humilde” soube transformar em vitupério.
 
Carlos Leonel Imenes climenes@ig.com.br 
São Paulo

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‘REFORMA OU GOLPE?’

José Serra foi sofismático em seu artigo “Reforma ou golpe?” (11/4, A2). Se o PT arquitetava um golpe dentro da proposta de reforma político-partidária e tem a maioria dos deputados, como explicar que foi esse conjunto de parlamentares que derrubou a proposta “golpista”? Espera mais argumentos e melhor análise daquele que foi candidato a presidente duas vezes, uma pela situação, outra pela oposição.

Adilson Roberto Gonçalves prodomoarg@gmail.com 
Lorena

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HORA ERRADA

Serra, em seu artigo (11/4, A2), faz críticas severas ao PT, mas, quando realmente deveria exercer seu papel de principal opositor na última eleição presidencial, escondeu descaradamente FHC e teve a petulância de fazer propaganda política ao lado da foto do Lula. Atualmente, não satisfeito com suas duas derrotas como candidato à Presidência e a recente, como candidato à Prefeitura, chantageia claramente o PSDB, sem que os caciques do partido tomem qualquer providência.
  
Paulo Sergio Fidelis Gomes psf.gomes@ig.com.br 
São Paulo

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UMA HISTÓRIA DIFERENTE

Excelente artigo o de José Serra (11/4, A2). Como na Emenda da PEC, cuja motivação foi claramente oportunista, trazendo apenas prejuízos à sociedade, o PT tem como principal objetivo manter-se no poder, distribuindo migalhas à população! Tenho uma “inveja branca” da história americana: colonização, revoluções, construções democráticas...

Mariane Di Pierro nanedipi@terra.com.br
Jandira

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O VEREADOR ANALFABETO

A Justiça Eleitoral solicita por meio da mídia para mantermos nossas obrigações eleitorais em dia, a fim de que possamos usufruir dos direitos como empregos públicos, matricular-se em faculdades e ter plena cidadania, mas por outro lado, a própria Justiça Eleitoral não mantém suas obrigações, porque permite que sejam eleitos pessoas que nada tem a ver com a vida pública. Sejam eles jogadores de futebol, palhaços, analfabetos e outras pessoas avessas aos mandatos eleitorais. Na cidade de Carapicuíba (SP), elegeram um analfabeto que, apesar de apresentar desenvoltura para cobrar de seus pares as responsabilidades inerentes ao que a maioria do povo espera, o analfabeto saiu-se pela tangente. Conforme o jornal “Diário da Região”, de 5/4/2013, o referido vereador solicitou ao presidente da Câmara de Vereadores, sr. Abraão Júnior (PT), “que apresentasse as cópias de todos os processos de licitações e contratos firmados por Abraão Junior desde que assumiu o cargo”. Numa jogada maquiavélica, o presidente da Câmara, conhecedor da incapacidade de leitura do vereador, usou um perfeito artifício, cuja saída não poderia ser outra: simplesmente pediu ao vereador que lesse em público a solicitação dessas cópias. Não sabendo ler, o vereador sentiu-se constrangido, envergonhado e acabou por pedir a retirada da tal solicitação. Quem perdeu? O povo! Uma vez que continuará ignorando o conteúdo dessas cópias que, certamente, não devem estar corretas, porque houve a pretensão subjetiva do presidente da Câmara dessa cidade em não torná-las públicas, uma vez que o vereador não teve condições de ler, pois a Justiça Eleitoral vem permitindo que analfabetos assumam cargos públicos. Veja se alguém consegue emprego na iniciativa privada sem apresentar no mínimo um curso de segundo grau? Ou um curso de terceiro grau? No entanto, para cargos eletivos nada exigem, como se exercer mandato não fosse importante à cidade, ao Estado e ao País. Por qual razão a Justiça Eleitoral não faz exigências rigorosas para atuar na vida pública brasileira? Servir ao público não é importante? Estar à frente dos destinos de uma cidade não precisa ter nenhum curso? Basta mal saber ler e escrever? Não é necessário saber equações matemáticas, interpretar textos ou redigir corretamente usando a gramática que ensinam nas escolas? Portanto, parece que a Justiça Eleitoral não dá o devido valor a cargos públicos, porque somente exige do cidadão a regularização do título de eleitor, mas não trata de aperfeiçoar-se em sua atuação como instituição altamente responsável para o desenvolvimento democrático brasileiro, permitindo que pessoas sem capacidade assuma cargos públicos. O episódio da Câmara Municipal de Carapicuíba, cidade da região metropolitana de São Paulo, prova que um analfabeto não tem condições para atuar como homem público, entretanto, continua tendo o aval nocivo da Justiça Eleitoral conivente com os estratagemas usados para a politicalha continuar escamoteando o povo brasileiro.

Alberto Nunes albertonunes77@hotmail.com 
Itapevi

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ELEIÇÃO LIMPA

Como o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) gasta dinheiro para dizer que a eleição é limpa. Se ela fosse limpa, não precisaria de propaganda... Nessa campanha contra a PEC 37 o Ministério Público deveria investigar a apuração das eleições no Brasil. Saber qual é a empresa que faz as eleições, quem é o seu proprietário, como é feita a escolha e desde quando essa empresa tem contrato com o TSE. Verificar se o dono da empresa foi funcionário do TSE e como anda centenas de processos sobre fraudes nas urnas eletrônicas. Indagar dos ministros por que o Brasil é o único país  que adota esse sistema. Será que nós somos o país mais desenvolvido do universo e não sabemos?
 
Fernando Bandeira bandeirapdt@gmail.com
Rio de Janeiro

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TUDO PARA GARANTIR A REELEIÇÃO 

Fica difícil entender o brasileiro. Em praticamente todos os setores de maior importância no País existe um descontrole, uma degradação de qualidade, como acontece na saúde pública, na segurança, na educação, na proteção a moradores de áreas de risco, nos transportes, no escoamento da produção agrícola, mesmo contando com a parada da indústria, o risco da inflação, a volta dos juros mais altos, a corrupção deslavada e tantas outras ocorrências, em antecipação de campanha política mais de um ano, contrariando as leis, tudo o que o governo faz é para garantir mais e mais apoio político. Se 39 ministérios forem insuficientes, serão criados muitos mais. E o que dizer daquelas personagens demitidas na esperançosa ação conhecida como faxina ministerial? Estão voltando... Mas uma coisa intriga: as pesquisas eleitorais – confiáveis, sim – mostram uma garantia total de vitória do governo atual sem nenhum risco de segundo turno. Por que, então, tanta propaganda e tanto esforço para a eleição?  Quem explica?

Plínio Zabeu pzabeu@uol.com.br
Americana

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BOIA SALVA-VIDAS

E, finalmente, chegamos à beira do pior dos mundos. Inflação alta com crescimento minúsculo; justiça lenta e corporativa, com nível de impunidade persistente; classe política criminosamente pragmática, com interesse público esquecido; educação de péssima qualidade, com maquiagem de estatísticas no setor, para fins políticos; saúde pública agonizando, com médicos formados de maneira apavorante; engenharia ineficiente, com insegurança de estruturas; secas e enchentes recorrentes, com as mesmas promessas que certamente não serão cumpridas; cidades no limite da operacionalidade, com investimentos insuficientes em obras publicas e dilúvio de carros particulares, solução irresponsável de consumo; infraestrutura estrangulada, com arremedos de correção imediatistas; Banco Central, criado para cuidar de política de juros, com ligação direta a quem os manipula de fora; perda de prestígio internacional, com uma indisfarçável peneira para tapar o sol; ala esquerda de concepção ultrapassada, com protestos contra quem denuncia ditaduras eternas e apoio a bonecos belicistas. Nada disso, porém, detém a marcha da campanha, já em curso, visando à reeleição, movimentada com combustível oficial e que, se bem-sucedida, levará o País a um impasse polivalente “nunca visto na História deste país”. A sociedade, apesar de anestesiada pelos próximos eventos esportivos e festivos, precisa mobilizar-se com urgência e agarrar-se a alguma boia salva-vidas a fim de evitar o afogamento iminente.

Paulo Roberto Gotaç prgotac@hotmail.com
São Paulo

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O ESTOURO DA INFLAÇÃO

A inflação estourou a meta do governo porque a equipe econômica, intencionalmente ou não, calculou mal a meta. Esperemos agora que o Banco Central ignore possíveis e absurdas pressões políticas e eleitoreiras e eleve logo a taxa de juros, que é a única opção do momento. Todos sabem, o governo inclusive, que a inflação estoura primeiro no lado mais fraco, ou seja, a classe pobre e média.
 
Luciano Harary lharary@hotmail.com 
São Paulo

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GOVERNO ATENTO

Comentando a informação sobre o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que atingiu 6,59% nos últimos 12 meses, o ministro Mantega informou que “o governo está atento”, repetindo o que tem dito desde o ano passado. A inflação continua subindo, mas o governo continua atento, o que é um bom comentário, mas não satisfez o mercado, que entende que, atualmente, quem está dirigindo a política monetária é o Palácio do Planalto, e não mais o Banco Central. Nessas circunstancias, é natural uma preocupação com alguma ação, em vez de atenção. É o que o mercado gostaria, para a próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom).

Fabio Figueiredo fafig3@terra.com.br 
São Paulo

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‘SE’

O belo poema “Se”, de Rudyard Kipling, que em sua tradução diz que: Se és capaz de manter a tua calma, quando todo mundo ao teu redor já a perdeu, e te culpa de crer em ti, quando estão todos duvidando, e termina com um: então, és um homem, deveria ser modificado para ter a sua aplicação adequada ao nosso ministro Guido Mantega, que é a única pessoa que acredita que a inflação, com o IPCA que acabou de ultrapassar a meta estabelecida, está sob controle, e que a nossa economia está no caminho certo. Para ele, o poema deveria terminar com um: então, és um insensato, um brincalhão, um desqualificado, um arrogante, e por aí afora...

Ronaldo Gomes Ferraz ronferraz@globo.com 
Rio de Janeiro 

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INFLAÇÃO ULTRAPASSA META

Presidenta Dilma, convoque com urgência FHC para resolver este terrível problema.
 
Luigi Vercesi luigiapvercesi@gmail.com 
Botucatu

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APROVAÇÃO RECORDE

Inflação acima da meta, tomates vendidos a peso de ouro... Efeito político: na próxima pesquisa, a taxa de aprovação de Dilma vai subir a 273%!

Henrique Brigatte hbrigatte@yahoo.com.br 
Pindamonhangaba

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AL SUGO

Além das quinquilharias e “ching-lings” made in China, cigarros, eletrônicos e whiskies, agora a Polícia Federal descobriu e apreendeu grande contrabando de tomates argentinos na fronteira com o Paraguai. A inflação “al sugo” está na mesa. Sirva-se, Brasil!
 
J. S. Decol decoljs@globo.com 
São Paulo

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DIRCEU VERSUS STF

São gravíssimas as acusações feitas por Zé Dirceu (PT) contra o ministro Luiz Fux (Supremo Tribunal Federal – STF). Segundo Dirceu, Fux, antes de ser nomeado para o STF, teria se reunido com ele e prometido que iria votar pela sua absolvição no julgamento do “mensalão”. Não se admite que Fux diga que “não polemiza com réu”, de forma evasiva, vaga e nada esclarecedora. Se o que Zé Dirceu afirmou for mentira, então que Fux negue veementemente e processe o acusador por crime contra a honra, além de danos morais. Quem não deve não teme e deve sempre se defender com base na verdade e na justiça. Não se admite que as nomeações para o STF sejam feitas de forma duvidosa, em reuniões secretas com réus e sob a suspeita de patrocínio de interesses escusos perante a mais alta Corte de Justiça do País. Zé Dirceu colocou Fux sob suspeita e é inaceitável que paire sobre um ministro do STF acusações desta gravidade, que não foram respondidas nem esclarecidas.
 
Renato Khair renatokhair@uol.com.br 
São Paulo

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O DA SEMANA

O ministro Luiz Fux é o pastor Marco Feliciano da semana.

Maria Cristina Rocha Azevedo crisrochazevedo@hotmail.com 
Florianópolis

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ESCÂNDALOS

É curioso como um bom escândalo faz bem à popularidade das pessoas no Brasil. Praticamente todos aqueles cujas condutas são, de alguma forma, condenáveis, alcançam notoriedade e se tornam badalados, fazem sucesso! Geise Arruda, José Genoino, Bruna Surfistinha, Marco Feliciano, José Dirceu, Carlinhos Cachoeira... Exemplos não faltam. Por outro lado, gente como o caseiro Francenildo amarga o fel do descaso alinhavado a outras tragédias que lhe ocorreram e ocorrem por conta de sua atitude cidadã. É de se temer pelo andar da carruagem nacional.
 
Doca Ramos Mello ddramosmello@uol.com.br
São Sebastião

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PÓS-JOGO

Esse negócio de que o juiz iria dar voto favorável ao eventual réu e nem sei mais quantos “disse me disse” está ficando cada vez mais esquisito e, pelo andar da carruagem, vai muito longe ainda. Refiro-me à Ação Penal 470 e ao pós-julgamento. Está mais parecendo comentário pós-jogo de futebol com arbitragem polêmica. Foi pênalti ou não? Valeu o gol ou não valeu?
 
José Piacsek Neto bubapiacsek@yahoo.com.br 
Avanhandava

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BIBLICAMENTE PERDOADO

A decepção de Dirceu que se diz traído pelo ministro Fux lembra-me a do Lula quando abordou o Gilmar Mendes. O ex-presidente, ao menos, foi discreto e deixou o assunto morrer. Dirceu, ousado, vai “pra cima”! Se fosse verdade, o que duvido muito, Fux estaria biblicamente perdoado, afinal “ladrão que rouba ladrão tem cem anos de perdão!”.

Paulo Mello Santos policarpo681@yahoo.com.br 
Salvador

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APOIO À COREIA DO NORTE

Confirmando sua “atualidade e objetividade”, os partidos PT, PCdoB, PSB, a CUT e a UNE redigiram e publicaram nota de apoio à Coreia do Norte dando total razão ao povo norte-coreano que dizem estar defendendo a sua dignidade e a sua soberania contra os EUA e a Coreia do Sul. Ignorando que estamos em 2013, a nota parecia ter saído dos anos 50. O que mais espanta é que nem a única aliada desta Coreia, a China, está apoiando as loucuras do tiranete norte-coreano, já mandou recado e votou na ONU sanções comerciais. Mas os nossos comunistas, que adoram um emprego público ou ONGs de onde se pode desviar dinheiro, estão certos de que o líder desta Coreia sacrificada é que está certo. Esses são os tão revolucionários comunistas brasileiros. Que vergonha!
 
Maria Tereza Murray terezamurray@hotmail.com
São Paulo

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NANICOS

Brasileiros, olhos abertos nesta hora! O PCdoB, partido comunista, divulgou carta de apoio ao louco Kim Jong-um, ditador da Coreia do Norte, que ameaça países vizinhos e o Ocidente com bombas nucleares. Qualquer bomba nuclear detonada poderá levar o mundo à destruição, por isso mesmo hoje existe um controle rígido. Evitam-se hoje erros do passado. Mesmo assim, assistir esse ditador fazer ameaças distantes é uma coisa, mas ver um partido brasileiro achar coerência nessa loucura é outra. Faz tempo que o PCdoB sai em defesa de ditaduras mundiais apenas por serem comunistas, sem medir coerência e consequência. Agora vê-lo quase todos os dias na TV pedindo à população brasileira filiação ao partido é para acender o sinal amarelo. Jamais ajudaria a crescer um partido desses, porque mesmo nanicos apoiam todo tipo de loucos mundiais, imagine-os grandes e poderosos o que não aconteceria com nosso país? Que continuem nanicos e sem expressão! Um penduricalho no governo petralha apenas!

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br 
São Paulo

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O RATO QUE RUGE

E pensávamos que a América Latina era o ninho dos bufões presidenciais! Agora, provavelmente cansado dos seus vídeo games, aparece um “bolivariano norte-coreano” querendo seus 15 minutos de fama. É certo que nenhum país deve deter um arsenal perigosíssimo com exclusividade, mesmo para defesa. O problema é que a “mensagem” nessa pantomima é o ataque inconsequente e irresponsável e não a defesa. Um blefe de um governante infantil, que pode se tornar numa tragédia local e numa contaminação mundial.

Flavio Marcus Juliano opegapulhas@terra.com.br 
Santos

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