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O Estado de S.Paulo

16 Abril 2013 | 02h10

ELEIÇÃO NA VENEZUELA

Desejo de mudança

Após 14 (!) longos e quase intermináveis anos de governo Hugo Chávez, Nicolás Maduro venceu a eleição com 50,66% dos votos, num claríssimo sinal das urnas: 49,07% votaram no candidato opositor, Henrique Capriles, manifestando o seu desejo de mudanças no país. O sucessor indicado pelo idolatrado comandante não terá vida fácil pela frente. Os tempos e os ventos mudam.

J. S. DECOL
decoljs@globo.com
São Paulo

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No fio da navalha

O governo do sr. Maduro caminhará sobre o fio da navalha. Após anos de supremacia do bolivarianismo, ter sido eleito com magérrima diferença torna-o destituído do poder original, para continuar se impondo como fazia o seu antecessor. O embate entre os iguais será arbitrado pelas Forças Armadas...

CAIO BASTOS LUCCHESI
cblucchesi@yahoo.com.br
São Paulo

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Cobrança cara

A eleição mostrou que os venezuelanos estão divididos entre bolivarianos e oposição. Maduro ganhou com pouco mais de 1% sobre Capriles e se não mudar os rumos do país, esquecendo essa loucura de bolivarianismo cubano ultrapassado, a cobrança poderá sair cara. Os venezuelanos estão longe de ser como os pacíficos brasileiros, que aceitam todo tipo de promessas para se esquecerem delas no dia seguinte ao das eleições. Lá vão cobrar, e com Maduro e o Exército contra metade da sociedade a coisa pode descambar para uma guerra civil sangrenta. Melhor ir voltando aos poucos para a velha e boa democracia, esquecendo esse sonho bolivariano. Que seja devidamente enterrado com seu criador!

BEATRIZ CAMPOS
beatriz.campos@uol.com.br
São Paulo

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Paternalismo e atraso

Mais uma vez o paternalismo venceu na Venezuela, com a eleição de Maduro. É evidente que o país, como consequência dessa política demagógica, não saiu do atraso. Durante os longos anos de Chávez no poder pouco se fez de concreto para o desenvolvimento adequado da Venezuela. Inflação nas alturas, carência de alimentos, infraestrutura sucateada, desenvolvimento industrial pífio, criminalidade assustadora, etc... Ao que parece, nada mudará no país vizinho com a eleição do herdeiro de Chávez. Política paternalista ganha eleição, mas tirar o país do atraso é outra história.

FRANCISCO ZARDETTO
fzardetto@uol.com.br
São Paulo

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GOVERNO DILMA

Inflação

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse que a "inflação não precisa de tiro de canhão" para ser debelada, basta um "tiro de metralhadora". Porém, galopante como a inflação está, talvez nem um míssil a detenha...

ANGELO TONELLI
angelotonelli@yahoo.com.br
São Paulo

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Arsenal de Mantega

Como o "arsenal" do ministro só tem estilingues, ele não saberia usar canhões, nem se precisasse.

MÁRIO A. DENTE 
dente28@gmail.com 
São Paulo

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General 'frouxo'

Não é necessário um tiro de canhão para "matar" a inflação, como disse o sr. ministro. Entretanto, é só colocar um general "frouxo" no comando para se perderem, como tem acontecido, batalhas e, por fim, também a guerra.

BATISTA MORETTI
batista.moretti@hotmail.com
Cerquilho

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A orgia cresce

Enquanto a inflação sobe como um foguete, 18 jatinhos da FAB (modernos e caros) ficam à disposição dos membros do governo petista, principalmente para uso particular. Alguns exemplos dessa orgia de uso indevido das aeronaves, adquiridas com recursos dos contribuintes, passam pelo vice-presidente Michel Temer, para passear em Fernando de Noronha, e pelos ministros Ideli Salvatti, para visitar a família em Santa Catarina, e - quem diria...? - José Eduardo Cardozo, para assistir em São Paulo ao carnaval de 2013. Toda essa excrescência ocorre em meio a um déficit fiscal crescente e enquanto pacientes são jogados até sem macas pelos corredores dos hospitais, a prometida água para os flagelados da seca no Nordeste não chega, etc. Mesmo assim, infelizmente, a maioria dos eleitores brasileiros ainda apoia esse desgoverno petista... Fazer o quê?!

PAULO PANOSSIAN
paulopanossian@hotmail.com
São Carlos

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Voar pela FAB

Nosso brilhante ministro da Justiça disse que usa a FAB em deslocamentos particulares porque os aviões têm de voar para fazer manutenção. E o povo tem de pagar impostos para ouvir tais asneiras.

MILTON BULACH
mbulach@gmail.com
Campinas

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Gastos militares

É inaceitável que esses gastos no Brasil tenham aumentado 56% na última década. Centenas de bilhões de reais são torrados com algo que não traz benefício algum para o nosso pacífico povo. O nosso suado dinheiro de impostos escorchantes devia ser aplicado em educação, saúde, estradas e na melhoria de vida dos brasileiros.

RENATO KHAIR
renatokhair@uol.com.br
São Paulo

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'REPÚBLICA GUARANI'

O filme

Registro minha agradável surpresa, como roteirista e diretor, pela citação do filme República Guarani (1982) no oportuno e fundamentado artigo Francisco e a razão de Estado, escrito pelo sempre lúcido Roberto Romano (13/4, A2). Dois motivos, um jornalístico, outro editorial, me incentivam a isso. O primeiro remonta a 1982, quando o Estadão promoveu debate sobre as missões jesuíticas do Paraguai, com a minha presença, e publicou página inteira sobre o filme com antológico elogio da saudosa crítica Pola Vartuck, coincidindo com o Festival de Cinema de Brasília daquele ano, para o qual fora selecionado. Segundo, a meu convite, coube justamente ao escritor e filósofo Roberto Romano assinar a pertinente e corajosa introdução ao roteiro de República Guarani (Editora Paz e Terra, 1982), reconhecendo a inédita pegada desideologizada do filme, por sinal, premiado em Brasília e cujas pesquisas e autoria divido, honrosamente, com o escritor Deonísio da Silva.

SYLVIO BACK
sylvioback@gmail.com
Rio de Janeiro

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CORREÇÃO

No editorial Hospitais universitários (7/4, A3), onde se lê que "o caso mais grave foi o de um grupo que fraudava licitações no hospital da Federal do Maranhão", o correto é "no hospital da Federal de Mato Grosso do Sul".

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EXPLOSÃO EM BOSTON
 
Duas bombas explodiram na Maratona de Boston (EUA), matando duas pessoas e ferindo mais de cem. Pessoas que normalmente são totalmente avessas a política, amantes da boa saúde física e mental. Só falta agora o PCdoB, que enviou carta em apoio à Coreia do Norte, que ameaça explodir bomba atômica nos países vizinhos, soltar foguete de alegria porque os atentados mataram “usamericanu”!  Só falta isso para essa gentalha mostrar a que veio!

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br
São Paulo

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EUA NAS GARRAS DO TERROR

Desta vez em Boston. Infelizmente, com dois mortos e mais de uma centena de feridos, é a marca deixada pelos terroristas, que ousam a enfrentar a maior potência do planeta. É uma clara constatação de que, apesar de Bin Laden estar morto, seus fiéis seguidores ressuscitam o terror novamente em plena terra do Tio Sam.  Logicamente que,  por mais que o governo americano não vá ficar de joelhos por mais esse horroroso atentado, o que se espera é que Barack Obama, diferentemente de outros seus antecessores, como, por exemplo, o maluco George W. Bush, apure os fatos com a devida prudência para se chegar, e punir exemplarmente, às redes responsáveis por este ataque.  Porém a única certeza que temos é que esta é uma luta sem fim, e todos nós como perdedores...

Paulo Panossian
paulopanossian@hotmail.com
São Carlos 

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O MUNDO DEVE REAGIR

Qualquer que tenha sido a motivação ou autoria de mais um atentado covarde, tenho duas certezas: em muitos locais estarão “festejando” mais esta atrocidade cometida contra civis e a agressão não foi apenas contra Boston, EUA, mas sim contra todo mundo livre. 

Luiz Nusbaum lnusbaum@uol.com.br
São Paulo 

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BARBÁRIE

O mundo precisa fazer uma incansável maratona para combater o terrorismo mundial e a violência generalizada em todos os continentes. Nunca se viram tanta violência e atos criminosos praticados de forma impune.O cometimento desse delito na Maratona de Boston demonstra a insensibilidade e a falta de total noção dos responsáveis, os quais se aproveitaram de  
um evento esportivo para detonar vidas inocentes.A barbárie contra a paz não pode merecer tréguas.
 
Carlos Henrique Abrão abraoc@uol.com.br
São Paulo

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AMEBAS

As duas miseráveis explosões de Boston só podem ser obra de seres que merecem esse nome apenas porque existem, mas são amebas desconectadas do todo, de uma sociedade em que as pessoas devem viver  minimamente felizes;  são forasteiros maldosos num mundo que não compreendem, não sabem o que nele fazem, por que nasceram e por que um dia vão morrer, sob um peso insuportável, se não na consciência, que parecem não ter, mas amargando a ferrugem da maldade nas mais recônditas profundezas da vida, que sabem fazer suas cobranças. 
  
Amadeu Roberto Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br
São Paulo

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ATENTADO

O filme Ponto de Vista (2008) já mostrava como fazer atentados terroristas usando mochilas-bombas em lugares de grande aglomeração para potencializar o total de vítimas. Desde que assisti ao filme, temia que ele viesse a inspirar algo parecido, e com transmissão ao vivo.

Luiz Roberto Da Costa Jr. lrcostajr@uol.com.br
Campinas

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DESTRUIÇÃO

Maratona de Boston, Kim Jong-un e outras loucuras. Nostradamus e o povo maia podem não ter acertado a data exata, mas que a humanidade está próxima de se autodestruir, isso está.

Victor Germano Pereira      victorgermano@uol.com.br
São Paulo

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ELEIÇÃO DE MADURO

Hugo Chávez escolheu Nicolás Maduro como seu sucessor e o povo venezuelano o elegeu democraticamente nas urnas. Agora, cabe à elite golpista e pró-EUA da Venezuela aceitar a derrota nas urnas. Não tem choro nem vela.

Renato Khair renatokhair@uol.com.br
São Paulo

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O BRASIL E A VENEZUELA.
 
Os caminhos para uma democracia ampla e de verdade estão abertos na Venezuela, após a apertada vitória de Nicolás Maduro, por 235 mil votos. E o fato vem demonstrar que as forças de oposição naquele país estão aglutinadas e prontas para combater o chavismo. No Brasil, os candidatos de oposição, por certo, terão uma votação expressiva e com condições de levar o pleito para o segundo turno, quando será bastante difícil a vitória de dona Dilma.    Entretanto, não parece válido que a presidenta atue, em plenitude, em sua campanha eleitoral, esquecendo-se de tarefas e missões importantes para a nação, como o combate à nossa inflação acentuada, a luta por uma melhor segurança pública, além das melhorias necessárias na saúde pública, Previdência e educação. Na verdade, as eleições não podem suplantar tais metas,  que estão inseridas no mandato em curso da presidenta. Eis que os brasileiros não mais aceitam o poder pelo poder simplesmente. Eles querem mais e aprenderam a querer assim

José Carlos de Carvalho Carneiro carneirojc@ig.com.br
Rio Claro.

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MAU COMEÇO

Maduro, da maneira como foi eleito, está mais do que na cara que foi do nosso "jeitinho"... Apoiado pelo nosso "ex" e com o seu marqueteiro, não poderia dar outra. Fazendo funcionar as nossas já conhecidas urnas eletrônicas, fica fácil eleger qualquer um, é só confirmar a maracutaia das "senhas" em poder de alguns experts de programação e sistemas, e comprovarão o ilícito. A diferença foi muito estreita, apenas 1,59% - em números redondos, 235 mil votos em 14,775 milhões de eleitores. Não dá para acreditar, não é mesmo? Mais uma vitória ao estilo Brasil do PT. Será que vai ficar por isso mesmo? O poder sem legitimidade é um mau começo, lá como cá, o que pesa mesmo são os intere$$e$.

Luiz Dias lfd.silva@2me.com.br
São Paulo

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PÉSSIMO EXEMPLO

A vitória de Maduro na Venezuela é o resultado do assistencialismo a qualquer preço, mesmo com a falência do Estado, a exemplo da antiga União Soviética, que sempre lembrava ao povo que o país era uma potência rica, e você que vive nela deve se considerar um privilegiado, mesmo passando fome. Esse resultado, embora por margem mínima, sem credibilidade por tantas irregularidades, deixa o governo Dilma aliviado, pois a visível piora no Brasil, com o aumento da inflação bem acima do anunciado pelo governo (igual à Venezuela e à Argentina), prejudicando o mais pobre, o aumento da inadimplência e o crédito difícil e caro não é nada comparável à situação dos miseráveis venezuelanos que votaram em massa no candidato de Chávez. Portanto, a eleição de 2014 está praticamente ganha ou por Dilma ou por Lula, que entra na disputa se o Brasil não vencer a Copa, pois sem pão e sem circo o povo pode acordar e perceber que o pesadelo é real, ou o real já era... E a chance de o Brasil vencer a Copa é mínima, porque não temos time, temos três ou quatro jogadores de alto nível, o restante dos escalados é de nível médio. Aposto na Argentina como favorita e na Alemanha em segundo. Obs: presidente Dilma, aquele seu pontapé na bola no estádio da Fonte Nova foi uma horror. Tente praticar um pouco. Pode ser com a equipe econômica...

LUIZ RESS ERDEI gzero@zipmail.com.br
Osasco

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PASSOU DO PONTO

Elegendo Maduro,  a tal "democracia" bolivariana tem tudo para apodrecer...

A. FERNANDES standyball@hotmail.com
São Paulo

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THATCHER E O PT

Em Visão Global, Niall Ferguson, professor de história em Harvard, destaca uma frase proferida por Margaret Thatcher em 1975, quatro anos antes de assumir como primeira-ministra, sobre o Partido Trabalhista da Inglaterra: “Eles contraíram a doença socialista usual - consumiram o dinheiro dos outros”. Interessante notar, 38 anos depois, situação idêntica no Brasil.
 
Marcelo Melgaço marcelomelgaco@uol.com.br
Goiânia 

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AS DUAS DAMAS

Muito bom o artigo da jornalista Suely Caldas sobre as damas Dilma e Thatcher (14/4, b2). Infelizmente, o Brasil caminha a passos lentos quando se trata de sair da lama. A cada governo que se instala no País, parte da riqueza é sucateada para sustentar o grupo de aliados.  Pena que a presidente Dilma não tenha aprendido tantas lições de sucesso deixadas por Thatcher. No Brasil, com a chegada do PT ao poder, vai prevalecendo a ideia do quanto pior, melhor. Piora a vida do cidadão, diminui o poder de compra, a inflação aumenta, assim como os juros tendem a aumentar. Onde vai dar tudo isso ainda não sabemos, mas podemos prever. De fato Dilma está perdida. Só apagar incêndios não resolve o problema do Brasil, ao contrário aumentam as incertezas e afugentam bons investidores. Brasil, um país de tolos.

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com
São Paulo

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SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL

A exemplo de seu antecessor, nossa “Dama de Ferro” escolherá, para a vaga de Ayres Brito, que se aposentou,  mais um daqueles que fazem parte do coro: “Faremos tudo o que nosso mestre mandar”. Com a única diferença de que agora é “mestra”, em vez de mestre.
 
Conrado de Paulo conrado.paulo@uol.com.br
Bragança Paulista

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HAITIANOS

Penso que para colocar um ponto final na “antiga expansão colonial  disfarçada de solidariedade”, no dizer de Marina da Silva, em seu brilhante artigo no caderno Aliás (14/4, J8), é necessário, no caso do Haiti,  que vivencia a ocupação militar da ONU iniciada em 2004, dar voz à população sobre o seu destino e o de seu país. Para tanto a comunidade internacional deve pôr em marcha um programa de harmonização da ajuda externa capaz de fortalecer o Estado haitiano e, ao mesmo tempo, torná-lo co-responsável. Melhor explicando:  a comunidade internacional deve auxiliar o Haiti a reconstruir e a fortalecer o Estado, além de ajudá-lo a resgatar os pactos que  no passado deram origem a esse mesmo Estado, à luz, é claro,  das especificidades históricas e culturais do país. Será um ponto de partida primordial para que o Estado possa atuar em favor da nação. Só assim cidades como Brasileia deixarão, aos poucos, de simbolizar a “terra prometida” para milhares de deserdados haitianos.

Paulo Fernando Campbell Franco pfcfranco@uol.com.br
Santos 

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DIREITOS HUMANOS

Diante da precária situação de aproximadamente 1.500 refugiados haitianos em Brasileia, no Acre, fica a pergunta no ar: não há ninguém na Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados que se disponha a visitar o local e/ou propor medidas de auxílio a esses refugiados? Será que a visão de “gente” fará mal aos nossos deputados? Ou será que por terem sido vítimas de terremoto de grande proporções são “amaldiçoados”?
 
Milton L. Gorzoni gorzoni@uol.com.br
São Paulo

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HAITI

Acre: “O Haiti é aqui”.
 
J. S. Decol decoljs@globo.com 
São Paulo

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NAS ALTURAS

Em pouco mais de dois anos de governo Dilma a FAB voou 8 milhões de quilômetros com pessoal “oficial” do primeiro escalão, inclusive para atividades privadas, tais como fins de semana em casa e outras irregularidades, maquiadas nas respectivas agendas. É um  desrespeito ao contribuinte e uma vergonha. Quando será que esse governo vai aterrissar para cuidar dos verdadeiros problemas da Nação, um dos mais graves e torpes o desperdício dos recursos públicos em benefício e para o gozo do pessoal que se aboletou no governo?

Mário Rubens Costa costamar31@terra.com.br
Campinas 

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FARRA DO BOI

Usar jatinhos oficiais para voltar  para casa nos finais de semana só é possível para alguns ministros do governo Dilma Roussef. Um deles até comentou que “o uso de aeronaves da FAB, nestes casos, não ofende a moralidade, até porque os aviões necessitam voar determinadas horas para sua correta manutenção”. Meu Deus, onde estamos?

Marcos Antônio Scuccuglia sasocram@ig.com.br
Santo André

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CONTRASSENSO

Primeiro escalão de Dilma Rousseff utiliza jatinhos da FAB em viagens de agenda maquiada, fictícia e programada como se a mesma fosse uma empresa de táxi-aéreo, não esquecendo que somos nós que sempre pagamos as contas desses ministros “chupins”, que, na verdade, só sabem sugar nosso sangue. Basta ver que encabeçando a lista está o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e enquanto ele está voando, e com a cabeça nas nuvens, nossa saúde rasteja e agoniza. Em segundo lugar está o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, e da mesma maneira, enquanto está no ar, nossa segurança está caótica e totalmente falida. 

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br
São Paulo

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VIVER NAS NUVENS

Descobri porque o ministro Padilha (da Saúde) não enxerga absolutamente nada do que se passa nos hospitais públicos espalhados pelo Brasil: o homem vive nas nuvens. Passou, de 2011 para cá, 746 horas no ar em 469 viagens que fez, acho que estava tentando encontrar-se com Deus, falar com Ele no tête-à-tête e pedir ajuda... Vai que cola, não é mesmo?

Arnaldo de Almeida Dotoli rnaldodotoli@hotmail.com
São Paulo 

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MEDO DE AVIÃO?

Que interessante! Na lista dos “top ten” usuários dos jatos da FAB, não consta o nome do ministro da Aeronáutica. Será que ele tem medo de voar nos aviões da FAB?  Ou não sobra uma vaguinha em face da grande demanda de “tão mais importantes usuários”?
 
João Batista Piovan jbpiovan@gmail.com
Osasco

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BANCO CENTRAL/INFLAÇÃO

O Banco Central não tem autonomia e vem perdendo credibilidade no mercado. Dentre os fatos que corroboram a primeira visão, a gafe cometida pela presidente Dilma Rousseff na cúpula dos Brics dias atrás, ao dizer que inflação é com a Fazenda, externa a falta de independência do BC. A missão da autoridade monetária é explícita: “Assegurar a estabilidade do poder de compra da moeda e um sistema financeiro sólido e eficiente”. Portanto, inflação não é assunto da Fazenda. No que tange à perda de credibilidade da autarquia, o agravante é a desancoragem das expectativas com relação à inflação por parte do mercado. A alta exorbitante dos preços está na boca do povo. Prova viva do fato é a proporção cômica que tomou a alta dos preços do tomate. Além disso, as projeções do mercado financeiro projetam o IPCA acima do centro da meta em 2013 e 2014, outro dado que reforça o descompromisso com o controle inflacionário por parte da instituição. Diante dos fatos, não resta dúvida de que a forma mais eficaz para o BC iniciar a reversão desse quadro negativo provém do aumento da taxa básica de juros já na quarta-feira, quando o Copom decide sobre a Selic. Se o aperto monetário for postergado para maio, a credibilidade e a autonomia do Banco Central ainda estarão em xeque.

Roger Costa Gouveia roger.gouveia@gmail.com
São Paulo

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TIRO DE CANHÃO

“Inflação não precisa de tiro de canhão”, nas palavras do grande, esperto ministro da Fazenda. Ora, sr. ministro, seria conveniente o senhor trocar, por pelo menos um dia, de lugar com um verdadeiro trabalhador, que levanta às 5 da manhã (às vezes até antes), leva duas horas (quando não mais) para chegar ao trabalho e depois o mesmo tempo para voltar para casa e constatar que seu salário está sendo corroído pela inflação descontrolada que estamos vivendo.  O sr. Mantega usou um dito popular que diz não devermos dar tiro de canhão para matar passarinho, mas a inflação só pode ser passarinho para quem não freqüenta uma feira, um mercado e usa cartões corporativos para pagar suas despesas!  

Aparecida Dileide Gaziolla rubishara@uol.com.br
São Caetano do Sul 

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IRRESPONSABILIDADE

O Mr. M da nossa economia (Mantega) diz: “Inflação não precisa de tiro de canhão”. Tudo bem! Mas não venha com seu revolverzinho de uma bala só, tal qual Collor, porque vai errar pela enésima vez. Esse seu recado explícito para o Banco Central mostra muito bem o tamanho da irresponsabilidade desse governo.

Alberto Bastos Cardoso de Carvalho albcc@ig.com.br
São Paulo

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NÃO MATA, MAS DERROTA

O grande erro do governo Dilma e de Mantega, principalmente, foi a eliminação do tripé que sustentava a moeda. A inflação foi certamente o maior deles, à qual, por motivos ideológicos e eleitorais, o governo não deu importância. Ao contrário, acelerou a sua volta com o incentivo exagerado ao consumo. Tenta agora mantê-la ou controlá-la através de discursos, o que não trará resultados, porque todo o mundo acredita que voltaram os aumentos dos preços em geral. Não conseguiram segurar a inflação com a contenção dos preços dos combustíveis, a redução da energia elétrica e a desoneração das folhas de pagamento e conseguiram com isso desacelerar o crescimento. O pior para o governo é que também corre o risco de não se reeleger.

Fabio Figueiredo fafig3@terra.com.br
São Paulo

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RUÍDOS E BOAS INTENÇÕES

Seguramente a presidenta Dilma deseja que a renda per capita dobre até 2022.  Que assim seja. Torçamos.  Acontece que, mesmo que as capitas não aumentem até lá - fato altamente improvável -, para que a renda que essas capitas dividirão dobre até o bicentenário será necessário um crescimento do PIB da ordem de 6%-7% ao ano (dependendo do mês em que festejaremos esse fato alvissareiro). Salvo um ano em que o PIB cresceu 7,5%, por suceder a uma queda no ano anterior, a história recente está mais para pibinhos, ou na melhor das hipóteses crescimentos da ordem de 4%. Não parece provável que em 2013, ponto de partida para essa portentosa arrancada, seja ultrapassada a marca de 4%.  Nem o ministro da Fazendo, com doutorado em prognósticos tão otimistas quanto furados, arrisca tal número. Qual o valor de uma promessa desse crescimento chinês num ambiente econômico marcado por uma gestão apenas muito bem-intencionada?

Alexandru Solomon alex101243@gmail.com
São Paulo

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EMPREGOS

Mais uma declaração falaciosa da dona Dilma. Ninguém quer a redução de empregos, mas sim a redução dos “penduricalhos” políticos para os cumpanheiros. 

José Gilberto Silvestrini jsilvestrini@hotmail.com
Pirassununga

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TOLERÂNCIA ZERO

O presidente do Banco Central (BC), Alexandre Tombini, diz que não haverá tolerância com a inflação e Guido Mantega, da Fazenda, que não sabe e não quer saber o que vai acontecer com os juros. Eles falam e nós fazemos de conta que acreditamos. Essa subserviência ao governo da presidente Dilma Rousseff, cada vez mais intervencionista, já deu, acabou  a paciência e a tolerância é zero. Tombini vem empurrando a inflação com a barriga à espera de um OK da presidente para alguma providência, enquanto a inflação, imposto maldito, avança célere rumo às nuvens. Como não haverá tolerância, se a leniência com a crescente taxa inflacionária já vem se arrastando há meses? O otimista, o iluminado, o vidente, o esperançoso e que já foi alvo de risos por suas furadas previsões, aqui e no exterior, agora pode também ser chamado de Guido (fingido) Mantega, pois dizer que o problema dos juros não lhe passa pela cabeça é uma deslavada mentira e tenta nos passar atestado de ignorantes. 

Sérgio Dafré sergio_dafre@hotmail.com
Jundiaí

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CARA FEIA NÃO RESOLVE

Como “quer” a presidenta Dilma e como sinaliza o ministro Mantega, não há nem haverá tolerância com a inflação”, afirma presidente do BC.

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br
Monte Santo de Minas (MG)

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POBRE TOMATE...

Virou o culpado maior por todos os desmandos deste nosso Brasil varonil. Ora, temos inflação geral, é só ver os custos dos serviços, como salões de cabeleireiros, dentistas, combustível, eletricista, encanador, etc. Tudo está subindo de preço, e o mês está ficando cada vez mais longo com o salário encurtado pela inflação. Se o tomate fosse o único culpado, isso se resolveria facilmente: bastaria deixá-lo apodrecer nas gôndolas das feiras e mercados. Ou não?

Ademar Monteiro de Moraes ammoraes57@hotmail.com 
São Paulo

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TOMATE?

Se fosse só o tomate...

Lucia Antonia Toffolo Sanches luciana.sanches@gmail.com
São Paulo

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CRESCIMENTO DO PIB

Guido Mantega põe sempre a culpa na crise da Europa, mas o México, o Peru e o Chile crescem quatro vezes mais que o Brasil.
 
Odomires Mendes de Paula odomires@abrampe.com.br
Uberlândia (MG)

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GUIDO, O MINISTRO

Sobre o ministro da Fazenda, digamos: quem o nomeou que o embale.

Fausto Ferraz Filho faustofefi@ig.com.br
São Paulo  

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PREÇO DA ENERGIA ELÉTRICA

Perguntar não ofende: como fica o garoto-propaganda da demagoga presidente Dilma, sr. Paulo Skaf, sobre o aumento do preço da energia elétrica?

Ary Marino Filho arymarino@gmail.com
Garça

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TORCIDA CONTRA

Lendo as carta dos leitores ao jornal, fico surpreso com o grande número dos que, por motivo de preferências partidárias, torcem contra o sucesso do País, vaticinando aumento da inflação, queda do desenvolvimento, etc., “produzindo” o desastre. Como se eles próprios não fossem afetados.
 
Tibor Rabóczkay trabocka@hotmail.com
São Paulo

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MAIORIDADE PENAL

Diante de novo crime praticado por menor, volta a discussão sobre a validade ou a eficiência da lei da maioridade penaL. Parece-me estranho que se analise um crime pela idade do infrator. Quando um crime bárbaro é praticado, quando há reincidência, acho que o aspecto principal a prevalecer no julgamento é o crime em si. O limite legal atual de 18 anos funciona até como um incentivo ao crime. Um menor que sequestra, mata ou estupra, que é reincidente, não tem condições de viver em sociedade, não interessa sua idade.  O fundamental é mantê-lo fora do convívio social para que novas vítimas não sofram violência.
 
Celso Battesini Ramalho leticialivros@hotmail.com
São Paulo

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REDUZIR NÃO RESOLVE

Discussão antiga, com opiniões diversas que não encontram eco. O ideal seria apenas e tão somente a aplicação pura e simples do Código Penal.  A idade seria considerada apenas como circunstância atenuante do delito praticado e determinante quanto ao local de cumprimento da pena, sempre a critério do órgão julgador, mediante laudo pericial específico sobre periculosidade. Diminuir a idade penal para 16 anos não vai resolver absolutamente nada, pois os crimes continuarão a ser cometidos por aqueles que ainda não tiverem atingido esse limite. Ou alguém acha realmente que esses menores infratores  que roubam e matam não sabem mensurar a gravidade dos crimes que praticam.   

Blumer Jardim Morelli blumer@aasp.org.br
São Bernardo do Campo 

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EQUÍVOCO

Creio  que os opositores da redução da maioridade penal, por “falhas nas oportunidades, seja de educação, ambiente, etc.”, se equivocam no tempo. As soluções são de longo prazo, e neste meio tempo quantos  inocentes morrerão? É ridículo. Na Europa, onde a estrutura tanto oferece, não se afagam delinquentes, e, lógico, os problemas são bem menores.
 
André C. Frohnknecht anchar.fro@hotmail.com
São Paulo

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MENORES ASSASSINOS

Permita-me o excelentíssimo sr. deputado Nilmário Miranda (PT-MG) que eu discorde da sua alegação em defesa dos menores assassinos, dizendo que "só vai aumentar o número de jovens, de negros, de pessoas pobres nas prisões". Em que s. Exa. se baseia  para achar que só irão para a cadeia pobres e pretos, nas leis que S. Exa. ajudou a implantar no País? Então, o sr. Nilmário assume que neste país a lei não é igual para todos? Não tem cabimento comparar um adolescente de hoje com os de 1940, quando passou a vigorar o atual Código Penal. Naquela época, sem TV, rádio, jornal, muito menos computador, um jovem de 16 anos poderia ser considerado imaturo, mas hoje um adolescente de 12 anos já sabe muito bem o que é certo ou errado. Os políticos não querem mexer nesse assunto porque sabem que perderão votos da bandidagem, que se tornou maioria neste país. Tem, sim, que diminuir a maioridade penal, tem que deixar o adolescente trabalhar, pois trabalho nunca fez mal a ninguém, acabar com essa farra de soltar preso em feriados, lugar de preso é na cadeia. Engana-se quem diz que a cadeia é escola para criminosos. Hoje as escolas do crime estão aí nas ruas, espalhadas, perto de nossos filhos, vizinhos, só não entra quem não quer. O País não tem dinheiro para fazer presídios? Como não, de onde vêm todos esses milhões e bilhões que são desviados pelos nossos governantes e políticos, acaso são de mentirinha? Se não funcionar cadeia, pena de morte para criminosos. Assim eles pensarão duas vezes antes de tirar a vida de uma pessoa inocente. Mas num paisinho em que os governantes só querem se perpetuar no poder para usar nosso dinheiro em proveito próprio, vai ser difícil mudar tudo isso que está aí. Infelizmente...
 
Marina R. Blanco mmalufi@terra.com.br
Olímpia 

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SABE, SIM

Aos 16 anos de idade, viajei de uma cidade do interior do Parará até Brasília. Fiquei 26 dias fora de casa, retornando por São Paulo Capital. Fiz o trajeto São Paulo, centro, até Santo André. Retornei ao interior. Eu sabia perfeitamente o que estava fazendo. Hoje, as informações e os recursos não deixam dúvidas de que uma pessoa de 16 anos não saiba o que está fazendo. Enquanto nossas leis passam a mão na cabeça de criminosos e infratores, tornamo-nos  cidadãos reféns de uma (in)Justiça cega.   

Emilio Araujo Costa emilioaraujocosta@hotmail.com
Curitiba 

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MENORES COM ARMA

“Temer diz ser contra redução da maioridade penal”. Perguntamos: Para que um pessoa, de qualquer idade, porta arma de fogo, se não é para ferir ou matar outra? Se não é premeditação de crime, é preparação material para cometimento de crime, que pode ocorrer se a ocasião surgir. O vice-presidente considera que menores criminosos necessitam de “amparo”. A sociedade considera que esses menores necessitam de “desestímulos” para o cometimento de crimes com arma, sendo o medo de punição o único desestímulo que funciona. Um dos nós do sistema é que a legislação não permite que menores trabalhem, eliminando a possibilidade de que aqueles que não tenham apoio financeiro ganhem honestamente dinheiro para seus gastos. O reestudo das leis deveria começar pela autorização para trabalhar de menores que queiram trabalhar, e aí, sim, fazer acompanhamento do que ocorre. Esse é o melhor “amparo” que se pode dar. 

Wilson Scarpelli wiscar@estadao.com.br
Cotia

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PLEBISCITO

Dilma, Temer e o chefe da Secretaria-Geral são contra a redução da maioridade penal. Não reconheço neste ou em qualquer governo a autoridade ou o poder para decidir essa matéria, que atinge profundamente o direito das pessoas e o bem-estar das famílias. Somente um plebiscito terá legitimidade para expressar o sentimento de amargura que invade os lares do País pela impunidade vigente. Ao protegerem assassinos, os três e seus seguidores tornam-se cúmplices de cada crime que os “di menor” venham a praticar. A obrigação dos eleitos é trabalhar para o bem do povo, e não em defesa da sua fracassada ideologia!

Gilberto Dib www.dib.com.br
São Paulo

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GOVERNO CONTRA

O governo, através do excelentíssimo sr. ministro Gilberto Carvalho, manifesta-se contra a redução da maior idade penal. A Nação inteira sabe que dificilmente algum dos membros do governo será refém de um adolescente ou de um grupo de adolescentes. Caso isso fosse possível acontecer, tenho certeza que os srs. governistas que mudariam de ideia. Caso duvidem, perguntem à sofrida mão do jovem estudante da Cásper Líbero assassinado. Tenho certeza também que muitos cidadãos que foram vítimas da criminalidade constante torcem para que um dos membros do governo sofra metade do que sofrem os pais do Victor Hugo.

Manuel José Falcão Pires manuel-falcao@ig.com.br
São Paulo

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GILBERTO CARVALHO

Se um filho do ministro Gilberto Carvalho tivesse sido brutal e covardemente assassinado, como  foi o estudante Victor Hugo Deppman, será que ele pensaria da mesma forma como se expressou estes dias, ao ser contrário à redução da maioridade penal? Ou será que ele pararia para pensar antes de falar tanta baboseira, como, por exemplo: “Levar mais jovens para o tipo de prisão que nós temos hoje é, sabemos, ajudá-lo a aprofundar no crime, não a sair do crime”. E o que ele, que é ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, fez ou está a fazer para melhorar o nível de nossas penitenciárias?

Károly J. Gombert gombert@terra.com.br
Vinhedo 

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FORA DA REALIDADE

É lógico que o governo Dilma é contra a redução da maioridade penal, pois os inquilinos do Planalto vivem confortavelmente num mundo diferenciado e teórico, tendo ao seu dispor seguranças 24 horas, tudo pago pelo indefeso cidadão que se encontra à mercê dos “di menor”. Por que os jovens aos 16 anos são considerados capazes de fazer sua escolha política e incapazes de responderem pelos seus atos?
 
José Millei j.millei@hotmail.com
São Paulo

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INICIAÇÃO NO CRIME

Muito se discute sobre a maioridade penal, mas acho que vai ser difícil chegar a uma conclusão. Sabemos que os menores são iniciados no crime pelos maiores, que se beneficiam  com a presença destes, que normalmente assumem a culpa do crime praticado. Os crimes praticados por menores em companhia de maiores  deveriam ser julgados (pelo fato de um menor estar junto) como crimes hediondos, punindo com a prisão e sem nenhum beneficio  os maiores envolvidos

Margarida Hlebanja margarida@drava.com.br
São Paulo 

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QUEM ESTÁ CERTO?

Dos 193 países, apenas cinco, repita-se, cinco, têm sua maioridade penal plena aos 18 anos de idade. Pergunto: nós é que estamos evoluídos no assunto, com raros infratores mirins, ou o “resto do mundo” é que não sabe lidar com evasões escolares (motivadas pela má qualidade do ensino) e com dependências químicas (lê-se: desestrutura familiar) dos seus adolescentes? Viva ao Bolsa-Família !! Viva à redução da conta de luz! Parabéns, PT, pela Copa no Brasil!

Rodolfo Jesus Fuciji fucijirepresentacao@ig.com.br
São Paulo

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IMPUNIDADE

Pelo mundo afora, a quase totalidade dos países que pude pesquisar trata do tema de maioridade penal com mais rigor que nós, do Brasil. Inglaterra, Escócia, Indonésia, Tailândia, África do Sul, alguns Estados americanos, etc., estabeleceram maioridade penal em 10 anos ou menos.  Alemanha, França, Itália, Suécia, Ucrânia, Rússia Finlândia, Dinamarca, China, Coreia do Sul, Vietnam, México e muitos outros praticam maioridades penais entre 11 e 15 anos.  E existem também os que utilizam entre 16 e 18 anos (não localizei nenhum país do mundo que utilize mais do que esse limite) - e todos eles estão na América do Sul (sendo que Chile e Argentina usam 16 anos). Como de hábito, estamos no grupo da impunidade.
 
Murilo Adelson Alves Terra murilot@hotmail.com
São Paulo

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