Fórum dos Leitores

GOVERNO DILMA

O Estado de S.Paulo

04 Maio 2013 | 02h07

No vermelho

Importações morro acima e exportações ladeira abaixo retratam o déficit da economia brasileira, que segue engatada em marcha à ré. A balança comercial voltou ao vermelho, cor do tomate e do partido no (des)governo. Até quando?!

J. S. DECOL

decoljs@globo.com

São Paulo

Política econômica errada

Os seguidos erros da política econômica do governo federal fazem o País exportar menos do que importa e, assim, correr sério risco de voltar aos velhos tempos de déficit na balança comercial. Após 20 anos de superávit, com o fiasco da Petrobrás e a redução das exportações o Brasil volta a gastar mais do que produz, o que é inaceitável. Somos um país continental, forte e pujante, com 200 milhões de brasileiros, precisamos voltar a investir no mercado interno, na produção e no desenvolvimento. Não podemos voltar aos velhos tempos da década de 1980, marcada por déficits, desemprego, recessão e inflação.

RENATO KHAIR

renatokhair@uol.com.br

São Paulo

Petrobrás afunda

O governo Dilma Rousseff continua a afundar a Petrobrás por falta de reajuste correto no preço dos combustíveis, o que indica mais atrasos em projetos da empresa petroleira e, principalmente, na exploração do pré-sal. Foi uma grande "barbeiragem" do governo, que acresce prejuízos com o uso político da estatal, verificado principalmente no governo Lula da Silva, incluindo imensos indícios de corrupção. Igualmente importante é o fato de que a presidente da República autorizou mascarar o balanço das finanças nacionais, como faz a presidente Cristina Kirchner na Argentina. Isso incluiu não contabilizar todas as compras de petróleo e derivados feitas pela Petrobrás em 2012, lançadas em 2013 e com um saldo a lançar de US$ 1 bilhão, para piorar as contas nacionais. Assim, com o ônus da importação de petróleo e sem contar valores ainda não lançados, o nosso principal problema na balança comercial levou as importações brasileiras a crescerem 10,1% em 2013, enquanto as nossas exportações caíram 3,1%. É muito preocupante o caminho trilhado pelo governo federal, incluindo o atraso de cinco anos nas novas concessões de blocos em campos de petróleo à iniciativa privada, pois poderá levar-nos a uma importante crise cambial no futuro.

FABIO FIGUEIREDO

fafig3@terra.com.br

São Paulo

Estava demorando...

... mas eis que o assessor especial da presidente Marco Aurélio Garcia reaparece, desta vez questionando a saída da Vale da Argentina. Só um cubanófilo, e como tal dissipado da realidade, ignora os objetivos de uma empresa - e por questões meramente ideológicas, mesmo diante da lamentável situação econômica daquele país, extremada a ponto de se distorcerem dados econômicos, como é o caso dos índices inflacionários.

MARIO COBUCCI JUNIOR

maritocobucci@uol.com.br

São Paulo

Vale quanto pesa

É surpreendente constatar que o assessor da presidente tenha manifestado tamanha indignação pela atitude do presidente da Vale de descontinuar investimento previsto na Argentina. Trata-se de investimento de peso, que gerara risco para a empresa e para os seus acionistas. Tal decisão é, portanto, sensata. Em contrapartida, não vimos a mesma indignação desse assessor, por exemplo, quando a Petrobrás foi desapropriada na Bolívia, com perdas para a empresa; ou quando o presidente Hugo Chávez, da Venezuela, deixou de contribuir o previsto para a refinaria no Nordeste; ou, ainda, quando a presidente da Argentina, seguidamente, altera as regras do jogo para barrar a entrada de produtos brasileiros no seu país. Dois pesos e duas medidas? Transparece desse fato que, à falta de formulador econômico "oficial", surjam pessoas que se arvorem em entendidas em assuntos alheios, com potencial para causar confusão no mercado. Como dizia antigo animador de TV, "eu só vim para confundir"...

SERGIO HOLL LARA

jrmholl.idt@terra.com.br

Indaiatuba

Inflação

Disse o secretário-geral da Presidência, Gilberto Carvalho, que Dilma luta como uma leoa contra a inflação. Eu não acho, porque o que sinto ao comprar no supermercado é só o peso da inflação no meu bolso, aliviando o peso do carrinho de compras... Infelizmente, como todos os brasileiros, estou comprando cada vez menos e pagando mais. Portanto, o pronunciamento de Dilma na TV afirmando que a luta contra a inflação é "constante, imutável e permanente" não passa de palavras ao vento, pois ela nunca pensou em diminuir custos enxugando a máquina federal, nem em trocar de ministro da Fazenda, que já em 1994 escrevia debochando do Plano Real e agora deve estar se realizando profissionalmente ao jogar uma pá de cal sobre ele.

MARA MONTEZUMA ASSAF

montezuma.scriba@gmail.com

São Paulo

FIESP

Esclarecimento

A respeito do editorial econômico Nova industrialização do Paraguai cria oportunidade (1.º/5, B2), a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) esclarece que há um equívoco quando diz que a instituição "queixa-se de que o Paraguai (...) tem atraído para seu território diversas multinacionais brasileiras". A posição da Fiesp é diametralmente oposta a essa, visto que consideramos o Paraguai uma alternativa viável para que as indústrias brasileiras melhorem sua competitividade. Estudo do nosso Departamento de Competitividade e Tecnologia aponta que os produtos brasileiros custam 34,2% mais que os dos principais países que exportam para o Brasil e 34,7% mais que os dos produtores chineses. Numa análise mais setorial, nosso Departamento de Relações Internacionais e Comércio Exterior constatou que uma calça jeans fabricada no Paraguai teria um custo final de US$ 5,73, ante US$ 7,75 para a mesma calça produzida no Brasil. Sendo assim, a Fiesp apoia a presença de indústrias brasileiras no país vizinho. Não se trata, contudo, de transferir plantas industriais do Brasil para lá, mas de aproveitar as oportunidades no âmbito do Mercosul. A integração produtiva com o Paraguai fortalece nossa indústria, por meio da incorporação de matérias-primas mais baratas e da exportação de produtos com alto valor agregado. Ademais, a Fiesp defende a tese de que apenas com o fortalecimento da integração produtiva na América do Sul, incluindo o livre-comércio de bens e serviços, a região conseguirá fazer frente à competição de outros emergentes, em particular da Ásia.

ROSE MATUCK, Assessoria de Comunicação Corporativa da Fiesp

rmatuck@fiesp.org.br

São Paulo  

 

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SUPERSSALÁRIOS NA CÂMARA

 

Lamentável que a Câmara Municipal de São Paulo (CMSP) tenha aprovado a volta dos superssalários na própria CMSP. É uma decisão corporativista, que vai contra a Constituição federal, a ética e a moralidade públicas. Vereadores que aprovam superssalários agem contra o povo paulistano e são indignos de ocupar seus cargos.

 

Renato Khair renatokhair@uol.com.br

 

São Paulo

 

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FALTAM TRANSPARÊNCIA E AÇÃO

 

Acho lamentável a liberação dos superssalários na Câmara Municipal para esta "elite do funcionalismo". Entristece-me o argumento do vice-presidente da Casa, de que esses funcionários estão entrando na Justiça e ganhando a causa. Faltam transparência e ação. Acho que cabe a divulgação dos nomes que compõe essa "elite" e a mobilização popular (afinal, quem paga a conta somos nós, cidadãos contribuintes). Se fosse na iniciativa privada, seria outra história...

 

Otávio de Freitas otaviovf@gmail.com

 

São Paulo

 

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JUSTIÇA DIVINA

 

Será que não existe uma forma de impedir o "banquete do rei Baltazar" na Câmara Municipal de São Paulo? Estes inúteis "representantes" dos habitantes desta capital só legislam em causa própria, votando benefícios sobre benefícios, numa orgia sem fim, à custa do povo. Raça de víboras, como diz a "Bíblia", nossa esperança é que ainda acertem as contas com a Justiça Divina.

 

Odilon da Silva Rocha odilon.rocha@globo.com

 

São Paulo

 

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PEQUENO AUMENTO

 

Enquanto os aposentados e pensionistas ficam cada vez mais abandonados e na miséria absoluta, tendo de optar na maioria das vezes entre comprar alimentos ou medicamentos, nosso prefeito Fernando Haddad, nem mesmo tendo esquentado a cadeira que ocupa, usa festa do Dia do Trabalho (1.º de Maio) para, além de se promover, anunciar um aumento na ordem de 79,8% no salário base dos servidores públicos municipais. "Isso é o PT trabalhando por você". Continuem votando neles.

 

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br

 

São Paulo

 

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REAJUSTES NO MUNICÍPIO

 

A notícia publicada no "Estadão" de 2/5/2013, sobre o reajuste do funcionalismo municipal, afirma que o prefeito Fernando Haddad (PT) não disse qual o impacto desse reajuste na folha de pagamento da Prefeitura, que hoje já chega perto do limite legal de 49% do Orçamento. Ocorre que, desde a administração do prefeito Jânio da Silva Quadros, mais precisamente no exercício de 1986, o limite legal para a folha de pagamento da Prefeitura é de 40% das receitas correntes, muito diferente do total do Orçamento. Como de há muito, a Prefeitura deixou de publicar o cálculo anual para o estabelecimento do competente reajuste geral, desde a administração da prefeita Marta Suplicy, os reajustes publicados são 0,01 % ao ano, desde 2004. Um ridículo e ofensivo reajuste anual, somente para cumprir o disposto na nossa Carta Magna e que corrompeu os vencimentos dos funcionários da administração direta do município, ao mesmo tempo que os servidores da Câmara Municipal e do Tribunal de Contas do Município recebiam reajustes bem acima do porcentual apontado. Obviamente, não sei onde os jornalistas obtiveram os dados publicados, mas, sendo verdadeiros, o Ministério Público do Estado de São Paulo teria de investigar quem cometeu o ilícito de se chegar à enorme despesa aos funcionários municipais da Prefeitura da capital.

 

Gilberto Pacini benetazzos@bol.com.br

 

São Paulo

 

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A PRODUTIVIDADE DOS INATIVOS

 

O olho sempre atento do "Estadão" descobre e nos aponta outra pérola de nossos "legisladores". Vede e acreditai: "gratificação à produtividade" (estendida) "aos inativos e pensionistas" (3/5, A19). A cada momento nossos legisladores nos dão na vista, com descompassos e contradições que fariam enrubescer os bandeirantes da "estátua do empurra-empurra do Ibirapuera". Como diz o caboclo: "Que má pergunte", mas não foram eleitos para trabalhar, para produzir? Caso trabalhem (o que de si já é notório) ganham salários, além deles, gratificação?! E, pasmem, estendem "tal gratificação de produtividade" para inativos? Além do salário também "gratificação" para os que (e são muitíssimos) já não fazem nada, pois que o próprio termo define a essência: inativos. Diga-se, "en passant", não sejamos injustos, o que fazem esses "legisladores" é causar vergonha e prejuízo imenso a nós, cidadãos, que trabalhamos duro para pagar salário e gratificação para os ilustres do "dolce far niente".

 

Antonio Bonival Camargo

 

bonival@camargoecamargo.adv.br

 

São Paulo

 

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AINDA SÓ UMA PROMESSA

 

Pelo menos até agora, o prefeito Fernando Haddad não começou a cumprir a promessa eleitoral de melhorar as filas de atendimento nos postos de saúde. Estive na quinta-feira e na sexta-feira na UBS do Jardim Cliper, periferia sul da cidade. Na quinta havia cerca de 500 pessoas para marcar consulta. É que o agendamento ocorre apenas uma vez por mês, e da maneira mais indigna possível para com os seres humanos. Filas nas ruas, a partir da madrugada. Muitos ficam nas filas e não são atendidos. Ontem a fila era para colher material para exames de laboratório, o que ocorre diariamente. É uma multidão que é atendida no máximo até às 7 horas da manhã. Muita gente tem de voltar no dia seguinte. Na verdade aquela UBS está há anos congestionada por atender a muitos bairros por falta de outros postos na região de Interlagos e Cidade Dutra. O que mais atrapalha é o trabalho sem produtividade conduzido infelizmente pela OS Santa Catarina, de incompetência comprovada, mas que certamente irá permanecer durante a gestão do prefeito. Tudo é feito manualmente. Lembra os anos 1950. Os sistemas de computador ou não existem (no caso dos exames de laboratório) ou são lentos (na regulação e agendamento) e não atendem à demanda. Há impressoras que não funcionam, conexão deficiente com as centrais, enfim tudo é muito precário e à vista de todos. Haddad deveria em primeiro lugar olhar essa defasagem no tempo dos métodos de trabalho. Melhoraria o atendimento em 50 por cento, de imediato. Caro prefeito, nem tudo é difícil de resolver. Basta colocar as pessoas certas nos lugares certos, exigir mais das OSs e investir em simples sistemas de TI.

 

Ademir Valezi valezi@uol.com.br

 

São Paulo

 

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TRANSPORTES

 

O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), sacou mais uma brilhante ideia para solucionar o problema do trânsito da cidade de São Paulo. Alegando que o pedágio urbano seria impopular sugere o aumento da Cide sobre a gasolina e repasse dessa arrecadação para a prefeituras, que com esses recursos subsidiariam o preço das passagens. Todos sabemos que não existem "recursos carimbados" porque, quando o nosso rico e suado dinheirinho cai no caixa do governo, só Deus sabe onde ele acaba. Ademais, a convivência das prefeituras com os concessionários de transportes públicos sempre foi nefasta, que o diga o cumpanheiro Celso Daniel. Sugestão ao prefeito Haddad: se quiser melhorar o trânsito de São Paulo, sem cometer nenhum ilícito ou algo que venha a desagradar à população, basta retirar das nossas ruas os veículos que trafegam irregularmente, sem o pagamento do IPVA, sem licenciamento, sem inspeção veicular e em situações precárias de conservação, que normalmente "quebram" nas vias.

 

Claudio Juchem cjuchem@gmail.com

 

São Paulo

 

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RELÓGIOS DE RUA

 

Que alívio me deu a notícia! Há mais de um ano me entristeço ao passar nas vizinhanças da Rua Bolívia e ver um triste e abandonado relógio de rua. Quantas pessoas devem sentir o mesmo que eu! O melhor de tudo (além de ver mais trambolhos nas nossas ruas e praças) é saber que agora posso jogar no lixo meu relógio de pulso (digital), o rádio-relógio do meu carro, meu celular, etc., etc.

 

Maria Cecilia Barbosa mcbchi@gmail.com

 

São Paulo

 

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POLUIÇÃO VISUAL

 

As novas paradas de ônibus com anúncios voltaram! Os novos relógios de rua voltaram e, com certeza, os "reclames" também! Daqui a pouco São Paulo voltará a ficar emporcalhada!

 

José Candido Lienert Jr. jclienert@gmail.com

 

São Paulo

 

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DILMA NO 1.º DE MAIO

 

O pronunciamento da presidente Dilma Rousseff em razão do Dia do Trabalho foi um verdadeiro festival de mentiras. Mas será que os brasileiros acreditam? Então, desde o dia 1º de maio, o Brasil passou a ser a "pátria educadora"? Será? Dizem que somos a sexta maior economia mundial, no entanto ocupamos a posição 122.ª, numa lista de 144 países, no quesito educação. É preciso melhorar muito, não é, dona Dilma? Nos itens emprego, salário e poder de compra, há controvérsias. Quando deixarmos de ser enganados com números maquiados, nas mãos do PT será preciso mais meio século para atingirmos metas reais e credibilidade. Num (des)governo com mais de dez anos, a distribuição de renda, a redução da desigualdade e a pobreza não podem ficar apenas na retórica. Nem vamos nos lembrar da inflação, do endividamento, da propaganda enganosa, etc. O que é preciso é acabar com a maquiagem da mentira.

 

Luiz Dias lfd.silva@2me.com.br

 

São Paulo

 

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DISCURSO PARA QUEM?

 

Tentei, sinceramente, escutar até o fim o discurso da presidente Dilma no Dia do Trabalho, que deveria ser dirigido aos trabalhadores, falar sobre o trabalho, sobre o que o governo devolve aos trabalhadores em troca dos impostos que pagam, que sustentam a máquina pública, suas idas e vindas no Aerolula, em campanha eleitoral antecipada, distribuindo ônibus ou qualquer coisa que enseje um discurso qualquer em palanque. Não consegui, desliguei a TV e fiquei pensando no seu antecessor, no blá, blá, blá, nos olhos avermelhados e brilhantes, no grande ator, talvez um dos melhores que já vi. Poderia contracenar com Rogério Cardoso, que interpretava magistralmente o personagem Rolando Lero. Cheguei a sentir saudades de Lula, pois dele esperávamos alguma pérola, algum coelho na cartola. De Dilma Rousseff, infelizmente, não esperamos nada.

 

Luiz Ress Erdei gzero@zipmail.com.br

 

Osasco

 

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EM CAMPANHA

 

Na fala presidencial, só faltou o "vote em mim"...

 

A.Fernandes standyball@hotmail.com

 

São Paulo

 

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FANTASIAS DA PRESIDENTE

 

Em seu pronunciamento, Dilma só disse mentiras. Começando pelo chavão que sempre usa, de que retirou 38 milhões de brasileiros da miséria. Mentira! O que ela faz é roubar recursos da Previdência, prejudicando milhões de aposentados para fazer suas gracinhas sociais. A grande expansão que ela diz estar fazendo no Brasil, só se for o aumento da criminalidade, da corrupção e o total desrespeito na saúde e na educação. Ela nem mesmo cumpre as leis do País. Onde anda o respeito aos professores, que são espezinhados e massacrados pelos seus aviltantes salários, enquanto seus secretários e assessores esbanjam o dinheiro público? E a inflação, a que ela diz estar atenta? Será que ela frequenta supermercado e sacolões? Lógico que não, pois tem à sua disposição e a custo zero tudo de que necessita para suas mordomias. O brasileiro, em sua maioria, está endividado e sem saber como fazer para enfrentar a crise financeira dentro de sua casa. Então vem esta assassina de aposentados vomitar gominhas em seu pronunciamento. Será que ela já foi a algum posto de saúde público? Será que ela já foi matricular algum parente seu nas escolas públicas? Será que ela lê ou escuta noticiário a respeito da violência que assola o País? Será que ela consegue confortar os pais que perdem seus filhos assassinados por falta de segurança? Será que ela não enxerga e não vê que leis que ela promulga ajudando criminosos são prejudiciais ao povo? Como se pode ver, o discurso da presidente não traduz a verdade que o povo brasileiro vive.

 

Antonio Ranauro Soares antonioranauro@bol.com.br

 

Sete Lagoas (MG)

 

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FALTOU DIZER...

 

No Dia do Trabalho, trabalhadores foram agraciados por um lindo e belo discurso proferido pela nossa presidente. Sobre a igualdade social, só faltou dizer que pobres e ricos estão lado a lado nas escolas e nos restaurantes. Quanto à inflação, também faltou compará-la a uma marolinha, coisa pequena, nada para se preocupar, afinal de contas um prato a menos de comida na mesa do trabalhador não vai mudar nada para ela, é como uma pinta a mais na onça.

 

Arnaldo de Almeida Dotoli

 

arnaldodotoli@hotmail.com

 

São Paulo

 

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SÓ AGORA?

 

Estranho a presidente Dilma só agora se dizer preocupada com a educação. Precisou faltar mão de obra especializada, atraindo milhares de estrangeiros para ocupar este espaço, para ela acordar? Ela não foi ministra da Casa Civil durante seis anos e presidente há dois anos e meio para, somente agora, descobrir a pólvora? Esse discurso nos soou vazio e, se reeleita, a preocupação com "educação" voltará a ser esquecida nos porões da República. Afinal, povo deseducado é povo que vota embalado pelo sonho de um Brasil próspero veiculado na propaganda de governo. Porque, mesmo comendo "rato rabudo", o povo ignorante é feliz porque recebe R$ 2,00 por dia do governo para comer. Enquanto amortecem seus estômagos, tristes ficam os 20% que leem jornais, a opinião dos especialistas em economia, educação, etc.

 

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

 

São Paulo

 

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REBOLADO

 

O governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), não está para brincadeiras. Um dia depois de a presidente Dilma Rousseff afirmar que quer destinar todos os recursos dos royalties do petróleo para a educação, o governador sancionou lei estadual com a mesma finalidade. Ou seja, os petistas que vêm nadando de braçada há dez anos vão ter, finalmente, uma oposição inteligente e com coragem de mostrar serviço. Com certeza Dona Dilma, na eleição de 2014, além de fazer o diabo, vai ter de rebolar, coisa que, digo de antemão, não é absolutamente o seu forte...

 

Victor Germano Pereira victorgermano@uol.com.br

 

São Paulo

 

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RECADO INCOMPLETO

 

Estranho que no Dia do Trabalho a presidente do Brasil, Dilma Rousseff, não tenha dito uma palavra sobre a violência que assola o País. Por acaso, quem sai todos os dias para trabalhar não é o cidadão que está sujeito a morrer nas mãos de delinquentes que continuam a barbarizar sem que nada lhes aconteça? Dona Dilma, trabalho e segurança caminham juntos, portanto, não é possível falar de um ignorando o outro. Até quando o governo que aí está fingirá que nada está acontecendo? As centrais sindicais também perderam uma ótima oportunidade para recolher assinaturas sobre o debate da redução da maioridade penal no evento que reuniu milhares de pessoas, não é mesmo? Ou esse tema não interessa aos sindicatos? Há muitos cidadãos atentos aguardando providências sobre a insegurança que tomou conta do País.

 

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

 

São Paulo

 

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SIMPLES ASSIM

 

Quem quiser vencer a corrida presidencial de 2014 basta assumir publicamente determinadas posições que são defendidas pela imensa maioria da população brasileira em temas considerados pela mesma como fundamentais, e que estão em desacordo com o que o Congresso e membros do atual governo defendem. Basta declarar que é a favor da diminuição da maioridade penal, que a última palavra em assuntos que envolvem interpretação da Constituição é do Supremo Tribunal Federal (STF), que as liberdades da imprensa e de expressão são intocáveis, que casuísmos para favorecer os atuais detentores do poder, como o atual projeto que prejudica a criação de partidos, não serão patrocinados pelo seu governo, que colocará gente competente para gerir a economia, a educação, a saúde e a infraestrutura de nosso país, que não loteará o seu governo, que promoverá uma faxina de verdade na rede de corrupção que há anos encontra-se infiltrada em órgãos do governo, e por aí afora. Muito mais importante que coligações, ou busca de palanques, é dizer diretamente ao cidadão brasileiro, desde já, o que ele gostaria de ouvir do nosso futuro presidente, como seus verdadeiros compromissos.

 

Ronaldo Gomes Ferraz ronferraz@globo.com

 

Rio de Janeiro

 

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RACIONAL E NÃO EMOCIONAL

 

Quando da promulgação da Constituição de 1988, não havia a internet, TV a cabo e tantos outros instrumentos que ajudaram no desenvolvimento e amadurecimento de crianças, adolescentes e adultos. Naquela época as informações e notícias tornavam-se conhecidas, em geral, horas após os acontecimentos e eram de acesso limitado à população. Em função deste fato, acredito que os constituintes houveram por bem definir o artigo Art. 228 da Carta Magna: são penalmente inimputáveis os menores de 18 anos. Hoje, com a informação instantânea e acessível, e o mundo interligado e funcionando plenamente 24 horas, não consigo imaginar que nossas crianças e adolescentes não consigam discernir o certo do errado, o que é lícito do que não é e deveriam, então, após a confirmação por técnicos especializados, da consciência de seus atos, responder por eles, independentemente da idade cronológica, e, sim, pela idade mental e emocional.

 

Luiz Nusbaum lnusbaum@uol.com.br

 

São Paulo

 

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CRIME TEM IDADE?

 

O efeito de delitos cometido por um adolescente de l6 anos ou por um adulto de 30 anos é o mesmo. Exemplo: a morte de um cidadão. Não existe morte menor ou maior, é sempre morte. Logo, para delitos iguais, julgamento e penas iguais. Agora, devem ser criados presídios para delinquentes de até 18 anos, não devemos misturá-los com criminosos com vasto "currículo", em celas separadas, programa educacional intenso, programa laboral diário, evitando períodos de ociosidade. E, em hipótese alguma, para qualquer idade, ter abrandamento de penas por bom comportamento, fato este que deveria ser praticado antes de delinquir. Talvez assim possamos devolver à sociedade cidadãos que possam merecer o convívio com os normais. Chega de demagogia irresponsável dos direitos humanos para bandidos.

 

Hilo de Moraes Ferrari hilo ferrari@hotmail.com

 

São Paulo

 

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A ORIGEM DO PROBLEMA

 

"Dez adolescentes infratores são detidos por dia pela polícia em SP" ("Estadão", 30/4, página A11). Tem de haver uma política social mais agressiva para impedir que crianças sejam geradas e nasçam sem família, meninas largadas engravidando novinhas. Mães sem condições sequer de educar um filho colocam cinco, seis no mundo. Enfim, aonde quero chegar: muita vasectomia, muita laqueadura nos postos de saúde municipais e estaduais, e que juristas, médicos e governos possam, juntos, determinar essas providências quando necessário.

 

Arcangelo Sforcin Filho arcangelosforcin@gmail.com

 

São Paulo

 

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IMPUNIDADE

 

O governo Dilma sofisma ao se posicionar contra o clamor geral do povo em favor da redução da maioridade penal. A ditadura petista, anárquica e demagógica, é a grande responsável pela violência imperante. No Brasil, não se pune o crime com justiça.

 

Marcelo de Lima Araújo

 

marcelodelimaaraujo@yahoo.com.br

 

Mogi das Cruzes

 

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O QUE É ISSO, MINISTRO?

 

O ministro da Justiça do Brasil é contrário à redução da idade para responsabilização penal porque as criancinhas assassinas que povoam hoje o noticiário policial seriam absorvidas, nas prisões brasileiras, pelo crime organizado. Ora, essa consequência afeta a quem tem 16 anos, 18 anos, 40 anos, qualquer idade. Então, se seguirmos a opinião do ministro, teremos de banir a pena de prisão. O governo federal acha-se acomodado na crença de que a qualidade das prisões é a causa da criminalidade. Não é. É a impunidade. Portanto, responsabilidade do governo federal, ao qual cabe reformar o Código Penal para ajustá-lo ao mundo real. O mundo real pede o cumprimento integral da pena. A prisão visa a segregar o criminoso, não recuperá-lo. O Estado brasileiro é capaz de recuperar alguém? A criminalidade cairá quando a pena que os juízes aplicam deixar de ser uma ficção.

 

Wagner Tavares wag2@terra.com.br

 

São Paulo

 

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OS TEMPOS SÃO OUTROS

 

Os "menores" não precisam mais ir para a cadeia para aprenderem a ser criminosos, senhor ministro da Justiça. Hoje, as escolas de bandidagem estão por aí, espalhadas, em cada esquina, defronte às nossas casas, ensinando a roubar, matar impunemente. Só não aprende quem não quer. Os jovens de hoje têm de ter liberdade, sim, para estudar, trabalhar, não para matar impunemente, pois eles têm perfeita noção do que é certo ou errado. Em 1940, época do nosso Código Penal, não havia rádio, jornal e TV como temos hoje e muito menos computador, por isso os adolescentes eram ingênuos. Mas hoje... Só não vê isso quem não quer. Até quando nossos legisladores vão se fingir de cegos diante do sofrimento do povo de bem, contra essa violência sem limites? Chega de proteger bandido "de menor". Bandido é bandido, não importa a idade. E fim de papo!

 

Marina R. Blanco Malufi mmalufi@terra.com.br

 

Olímpia

 

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INJUSTIÇA

 

Surpresa seria se o petista ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, defendesse as vítimas cruelmente assassinadas pelos menores infratores, pois esses infratores provavelmente serão nossos futuros congressistas mensaleiros.

 

Wilson Lino wiolino@yahoo.com.br

 

São Paulo

 

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OS DIREITOS HUMANOS DA VÍTIMA

Peço que algum advogado se disponha a amparar legalmente a família da dentista vítima daqueles algozes, cruéis e insensíveis seres "humanos", queimada viva durante um assalto em São Bernardo do Campo. Com certeza, os pais dela e a irmã, portadora de deficiência física, ficaram órfãos, pois pelas características fizeram um grande sacrifício para formar a filha e montar um consultório simples em sua própria residência. Como eu sei que nenhum órgão do governo ou entidade defensora dos direitos humanos se lembrará dessa família, eu entendo que alguém precisa cobrar do Estado uma indenização, no mínimo correspondente ao que a filha oferecia para a sobrevivência dessas três pessoas honestas e trabalhadoras. É o mínimo que precisa ser feito, já que o menor de idade terá todas as garantias legais da "ECA".

 

João Magro Ventura joaomv@terra.com.br

 

São Paulo

 

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SÓ REDUZIR A MAIORIDADE NÃO BASTA

 

Vai ser preciso que as autoridades, municipais, estaduais e federais façam mais para que a violência decline no País. A redução da maioridade penal de 18 anos para 16 anos, como quer mais de 90% da população, como também a proposta do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, mostram que do jeito que está não dá para ficar. Há uma média alta de menores infratores detidos por dia só na cidade de São Paulo, sem contar a média em todo o Estado e no País. As apreensões, conforme divulgação da própria Secretaria de Segurança Pública, foram de 279, em janeiro, para 345, em março. É certo que o número de delitos praticados por menores só cresce e a sociedade, refém que está, entrou em pânico pelas atrocidades dos últimos dias noticiadas pela mídia escrita e falada. Tudo isso, lógico, também causado pelos últimos crimes de comoção nacional envolvendo menores. Já ouvi todos os lados dessa história, porém nenhuma pessoa se ateve a um pequeno detalhe, o resto do Código Penal. Imaginamos um cenário em que o Brasil reduz a maioridade penal para 16 anos, como querem. O garoto que matou a dentista em São Bernardo do Campo seria julgado e, na teoria, condenado a um certo tempo de cárcere, por exemplo, 20 anos. Com 2/5 do tempo, ou seja, oito anos, o garoto já teria direito ao regime semiaberto. Se esse mesmo condenado trabalhar durante o seu tempo preso, a pena vai diminuir em alguns dias, fora o fato de ser menor e se comportar bem, a pena também cai. Então, caro governador Alckmin, não adianta apenas diminuir a maioridade penal para saciar a comoção da sociedade. Os nossos parlamentares, ao invés de ficarem querendo aparecer na mídia defendendo coisas banais, precisam é cair na real e fazer uma grande reforma no Código já hiperultrapassado, deixando-o mais firme e exemplar, além de mudar a infraestrutura carcerária no País, que mais parece uma masmorra, a verdadeira universidade de formar criminosos ainda mais perigosos. Provavelmente, a reforma no Código Penal será mais um sonho para nós, brasileiros, como são também as reformas política, trabalhista, previdenciária e tributária. Infelizmente, o nosso país é assim, ninguém quer mudar esta zorra que aí está. É uma realidade nua e crua. Cruel é apelido, principalmente para as famílias das vítimas que perderam seus entes queridos barbaramente. Resta aos familiares implorar para que os cruéis e facínoras assassinos sejam condenados. Existe mais além de simples redução da maioridade penal, só os míopes e oportunistas não enxergam.

 

Turíbio Liberatto turibioliberatto@hotmail.com

 

São Caetano do Sul

 

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'MENORIDADE E DEMAGOGIA'

 

Ao ler o editorial acima, no "Estadão" de 1/5/2013, não pude deixar de ficar ainda mais preocupado com o desatino da nossa nação. Somos um país pobre de talentos ao ponto de, até hoje, não termos um único ganhador de um Prêmio Nobel. Dependemos quase que inteiramente da tecnologia e de outros avanços que nos vêm de fora. Copiamos tudo, seja para o bem ou para o mal. Quando sobra algum tempo dos nossos parlamentares, depois de feitos todos os conchavos e satisfeitos todos os interesses políticos, às vezes se lembram de legislar. Infelizmente, levados pela vaidade, pela incompetência, pela indolência com sistemáticas ausências e pelo descaso com a verdadeira democracia, são levados a pensar que são tão bons que acreditam ser capazes de fazer o que é de mais avançado no mundo. Os códigos penais das verdadeiras, maiores e mais avançadas democracias do mundo terão sido gerados sob forte emoção ou comoção social? É evidente que não, e são muito mais duros e menos tolerantes com o crime, além de embasados em solidas experiências e senso de realidade. Nosso Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), ao contrário de fazer um bem aos adolescentes, lhes abre as portas para a criminalidade, de onde jamais sairão. Estamos criando uma avalanche de criminosos, tão grande que sufoca nossa capacidade de policiamento e de investigação, assim como a capacidade do Judiciário e do sistema penitenciário, que se transformou em hotéis de alta rotatividade diante tantas benesses da lei e absurdas saídas em datas especiais. As autoridades, de tão sufocadas, buscam qualquer alívio, como a saída, no Dia dos Pais, de detentos que não são pais nem têm filhos e que jamais retornarão, para alívio da superlotação carcerária. Enquanto o crime compensar, produziremos mais e mais criminosos a ponto de a sociedade não mais suportar. As namoradas desses infratores serão as mães, que com sua formação ética e seu exemplo criarão as novas gerações. Anos atrás fomos convocados a decidir, num referendo, se queríamos ou não continuar possuindo armas. Para minha surpresa e do governo, que promoveu o referendo, a população votou decididamente a favor da posse. Compreendemos, então, que a população não quer abrir mão do mais sagrado de todos os direitos, que é o de defesa da própria vida. As leis posteriores e a burocracia torturante tornaram o resultado do referendo praticamente nulo. Os próprios números mencionados no editorial em referência, aumento de 67% nas internações em dez anos, mostram que o atrativo da impunidade para o crime é predominante. Essa teimosia em não copiar as nações mais avançadas nos jogou neste atoleiro do qual teremos de lutar muito para sair. Evidentemente, nenhuma medida isolada resolverá o problema. O que mais se ouve quando alguém propõe uma mudança é que "isso não resolve". Deveremos, no entanto, lutar para resolver, mesmo que tenhamos de fazer um milhão de mudanças somadas. Tenho visto gravações de latrocínios no Brasil, onde, por absolutamente nada, o bandido dispara contra a vítima. Do mesmo modo, vejo gravações de roubos nos Estados Unidos, onde o bandido, apesar de armado e diante de reações tresloucadas das vítimas, foge sem disparar. Qual será o motivo dessa diferença? É evidente que lá o latrocínio é punido com pena de morte ou prisão perpétua, de onde o bandido somente sai dentro de um caixão. A criminalidade relativa americana é muito menor que a nossa, mas a população carcerária é muitíssimo maior. Nossos legisladores marcaram nosso encontro com o diabo e ele compareceu. Diante do tanto que tem o País a fazer, para sair deste encontro, não seria o caso de começarmos exatamente pelas leis sem emoções e demagogia? A famigerada Proposta de Emenda Constitucional (PEC) por meio da qual o PT tencionava cercear o STF falava em referendo. Por que não falarmos o mesmo para o que realmente deseja o povo?

 

Délcio Nogueira dos Santos delciosantos@gmail.com

 

São Paulo

 

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SER POLICIAL OU SER CRIMINOSO?

 

Ambos correm muitos riscos. Ambos lidam diariamente com a violência. O perfil dos policiais é muito parecido com o dos criminosos: é preciso já possuir um mínimo de coragem; é preciso já possuir um mínimo de vocação para a violência. Policiais lutam para defender a lei. Criminosos lutam contrariando a lei. Mas ambos querem a mesma coisa: estabilidade econômica, principalmente. Todos os dias bandidos são assassinados. Todos os dias policiais são assassinados. A única grande diferença é que policiais podem ser heróis virtuosos. E criminosos podem ser muito ricos. O oposto é impossível: no Brasil, os policiais comuns jamais serão ricos (pois ganham salários baixíssimos) e bandidos jamais serão virtuosos (por motivos óbvios). Diante dessa realidade posta, surge o verdadeiro problema sociológico: no nosso mundo capitalista, as pessoas almejam mais valores éticos ou valores monetários? De modo geral, as pessoas preferem virtudes ou dinheiro? Após essa reflexão, já podemos responder à questão contundente: será que no Brasil atual, infelizmente, então, compensa mais ser criminoso do que policial?!

 

Wellington Anselmo Martins

am.wellington@hotmail.com

 

São Paulo

 

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O ATENTADO EM BOSTON

 

Os fogos de artifício encontrados na mochila de Dzhorkar Tsnarnaev e somente agora divulgados pelo FBI só comprometem a tese da polícia americana. Vê-se que são artefatos rústicos e inservíveis a um ato organizado de terrorismo. Os irmãos foram cassados como lobisomens e poderiam ser tranquilamente capturados vivos e sem o estardalhaço holiwoodiano, tão a gosto dos americanos. Agora aparecem outros suspeitos e impressões digitais femininas nas bombas. Tudo demonstra que o FBI - depois do episódio das torres gêmeas, age de modo neurótico - e emocional - em face do terrorismo, em relação ao qual são necessários frieza, inteligência e racionalidade dos agentes policiais.

 

Amadeu R. Garrido de Paula

amadeugarridoadv@uol.com.br

 

São Paulo

 

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O PATROCÍNIO DA CEF

 

Sr. presidente da Caixa Econômica Federal (CEF), pelo que sei, a Caixa Econômica Federal pertence ao povo brasileiro, correto? E, se a Caixa tem de fazer propaganda num time de futebol, por que tem de ser na camisa do Corinthians? Se a ideia é atingir grande número de pessoas, por que não estende o patrocínio para todos os clubes do Brasil? Gostaria que o senhor viesse a público, através deste jornal, prestar esclarecimento ao povo sobre essa decisão da instituição financeira que nos pertence.

Edson Benedetti Edson ejbenedetti@ig.com.br

São Paulo

 

 

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