Fórum dos Leitores

NOTÍCIAS ALENTADORAS

O Estado de S.Paulo - Atualizado às 5h31

17 Maio 2013 | 02h04

Valeu!

Contrapondo-se à regra, em dois dias (14 e 15/5), três notícias edificantes: o ministro Joaquim Barbosa barra recurso de condenados mensaleiros, o Brasil oficializa casamento gay e o Hospital de Câncer de Barretos vai a campo em vários Estados buscar casos de câncer hereditário, passíveis de prevenção - esta especialmente alentadora. Valeu!

EUNICE MARINO
marinoeu@hotmail.com
Guaxupé (MG)

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CORRUPÇÃO

Aplausos a Barbosa

Poucas vezes se vê um homem tolerar tamanhas pressões, especialmente no âmbito do Poder Judiciário. O ministro Joaquim Barbosa, presidente do STF e relator do recurso impetrado por Delúbio Soares, atua sem medo e com os olhos voltados para uma prestação jurisdicional justa e adequada. Com efeito, admitindo-se o recurso de embargos infringentes, que não mais existem na processualística, estaria o réu condenado e recorrente diante da possibilidade de ser absolvido, tendo em conta a entrada de um novo ministro na Corte Suprema. Assim, o desejo de todos os réus não foi satisfeito, dentro do espírito de se realizar o Direito e praticar a justiça. Eis que, então, os quatro votos favoráveis ao réu, somados ao do ministro novo, levariam a uma absurda absolvição, com o enterro dos crimes e o sepultamento da Suprema Corte. Mais uma vez, Joaquim Barbosa merece os aplausos do povo brasileiro.

JOSÉ CARLOS DE C. CARNEIRO
carneirojc@ig.com.br
Rio Claro

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A escolha de Zavascki

Acostumados à impunidade durante o governo Lula, hoje a tropa petista de condenados pelo mensalão não aceita o cumprimento da lei quando um ministro tenta fazer o seu trabalho, decretando a prisão imediata dos fraudadores que desviaram milhões de reais para se eternizarem no poder, ignorando o sofrimento de milhares de miseráveis. Já passou da hora de esses criminosos pagarem pelo que fizeram. Os esforços do ministro Joaquim Barbosa para fazer valer a lei devem ser respaldados pelos demais ministros do Supremo Tribunal, incluindo o recém-chegado Teori Zavascki, salvando a imagem da mais alta instância judiciária do País, que corre sério risco. No julgamento dos embargos apresentados por advogados dos mensaleiros, o ministro Teori Zavascki terá de escolher entre os defensores da democracia e os que tentam golpear o Estado de Direito.

PETER CAZALE
pcazale@uol.com.br
São Paulo

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POLÍTICA ECONÔMICA

'Cinco anos perdidos'

Cinco anos perdidos praticando uma política equivocada na exploração de combustíveis fósseis. E 11 anos perdidos na condução da política macroeconômica do País.

SERGIO S. DE OLIVEIRA
ssoliveira@netsite.com.br
Monte Santo de Minas (MG)

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Atrasado

Ótimo o editorial do Estadão (16/5, A3) Cinco anos perdidos. De fato, por incompetência administrativa ou intolerante nacionalismo e populismo, o governo (?) petista faz agora o que deveria ter sido feito há cinco anos. Depois que, com as mãos sujas de petróleo em 2006, o "deus" Lula comemorou a autossuficiência nacional na produção de petróleo, gesto repetido em 2010 juntamente com a discípula e futura presidente, após o grande alarde do "milagroso" pré-sal, o que se vê hoje é o retrato da incompetência administrativa, não obstante a milionária campanha publicitária. E tudo isso com dinheiro público! A Petrobrás está tendo de vender ativos para cobrir negócios mal feitos (como nos EUA), resultado de fantasias geopolíticas do ex-atual-de-fato presidente, como aqueles com os "cumpadres" Hugo Chávez, agora o santificado "deus" que apareceu em forma de passarinho, e Evo Morales, o eterno. E o pré-sal, que pela propaganda oficial iria salvar, enriquecer os milhões de brasileiros? Esse é sonho (ou pesadelo) para daqui a cinco, dez anos, quando talvez nem mais seja viável economicamente. Basta ler o final do editorial. Paga a conta, Brasil. Paga a conta, "odiosa classe média", conforme disse a "notável" Marilena Chaui.

ÉLLIS A. OLIVEIRA
elliscnh@hotmail.com
Cunha

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AINDA A CLASSE MÉDIA

Truculência

"Odeio a classe média. É um atraso de vida, a estupidez, o que tem de mais reacionário, conservador, arrogante e terrorista", bradou Marilena Chaui. Só que a filósofa esquece que quem sempre pagou o salário dela de professora, por uma vida, foi a classe média, que é a que paga a maior quantidade de impostos por ser a que, no total, mais consome. Ou seja, é a classe média que movimenta este país e arca com o pagamento do salário dos funcionários públicos e dos políticos. Mas como boa petralha a nobre filósofa não esconde a sua truculência no trato com quem diverge das suas opiniões e, como toda a cúpula do PT, ela trabalha esforçadamente para que no Brasil existam somente duas classes: a dos que recebem bolsa-corrupção/miséria e a dos que vivem das benesses dos cargos deste (des)governo bolivariano.

ANTÔNIO CARELLI FILHO
palestrino1949@hotmail.com .
Taubaté

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Nazistas

As mais antigas e as recentes declarações da "notável" Marilena Chaui (ódio) nos fazem lembrar que os nazistas vermelhos (marxistas leninistas) pouco diferem dos nazistas marrons (hitleristas). Aproveitando a onda, está mais que na hora de ser formado um partido que represente o centro democrático, as melhores qualidades do povo brasileiro e a soberania nacional, pois os que aí estão não merecem confiança. 

JOÃO ALFREDO CASTELO BRANCO
contracorr@gmail.com
São Paulo

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COMISSÃO DA VERDADE

Tiro pela culatra

Durante a recente visita de cortesia do presidente da Alemanha, Joachim Gauck, ao Brasil, a presidente Dilma Rousseff, desejosa de ampliar as informações já obtidas por sua cria, a Comissão Nacional da Verdade, pediu à autoridade visitante, ferrenha anticomunista, que verifique nos arquivos de seu país se existe algo relevante que venha a somar-se aos dados já existentes. Acontece que nos arquivos alemães o que existe é um fato totalmente contrário: o assassinato no Rio de Janeiro, em 1.º de julho de 1968, na frente da mulher e do filho, do major alemão Edward Maximilian Von Westernhagen - que fazia, em regime de convênio com o nosso Exército, o curso de Estado-Maior - por dois terroristas comunistas posteriormente identificados. Além de assassinos, eram incompetentes, pois o que eles desejavam era matar um oficial boliviano que supostamente teria participado da morte de Guevara.

RICARDO PEREIRA DE MIRANDA
ricarmiran@terra.com.br
Salvador

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MARILENA CHAUÍ E A CLASSE MÉDIA

Embora exiba posicionamentos às vezes polêmicos, a sra. Marilena Chauí é uma das mais prestigiadas pensadoras do atual cenário acadêmico do Brasil. Paulistana de nascimento, pai jornalista e mãe professora, iniciou seus estudos em cidade do interior do Estado de São Paulo e, após o curso secundário, ingressou na Faculdade de Filosofia da USP, na qual se graduou e realizou o mestrado. Fez doutorado na França, defendendo tese de alto reconhecimento. Prestou concurso para professor titular na mesma universidade e lá leciona até hoje. Com expressiva produção científica, atua também na arena política. Exerceu a função de secretária municipal de Cultura da cidade de São Paulo e ajudou a fundar o PT, partido que integra, sendo uma ferrenha defensora de sua linha ideológica, embora complacente com os lamentáveis métodos petistas de governar. Verifica-se, assim, por esse rápido retrospecto biográfico, que a trajetória da nossa pensadora é típica de alguém que se originou na e pertence à mais legítima classe média brasileira, a mesma sobre a qual manifestou, em recente erupção verbal, seu ódio, rotulando-a de estúpida, reacionária, conservadora e terrorista. É razoável, então, especular: ou a ilustre intelectual não se julga pertencer à classe média, o que contraria os fatos que caracterizam sua brilhante ascensão; ou aceita considerar-se parte dela, mas a rejeita, o que aponta para ingratidão e insensibilidade em relação à importância daquela camada social no desenvolvimento de qualquer Estado moderno; ou é um ser contraditório e inconsistente, atitude incompatível com a dedicação a estudos científicos. Pode ser também que a nossa querida pensadora seja produto de um coquetel com esses e outros ingredientes ainda não identificados. Quem saberá?

Paulo Roberto Gotaç prgotac@hotmail.com
Rio de Janeiro

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POR QUE SOU ODIADO

Marilena Chauí me odeia. Odeia-me porque trabalho, porque gasto mais de 40% do meu salário em impostos, porque tenho de pagar juros altíssimos para ter a minha casinha, porque pago plano de saúde para poder ter saúde, porque, se precisar estudar, pago por isso, porque pago IPVA e seguro exorbitante para ter uma moto para ir trabalhar, pois não tenho transporte público. E, principalmente, me odeia porque não sou ignorante, não sou cego e não voto em imbecis do seu naipe e muito menos nos bandidos que ela chama de companheiros(as). Pode me odiar à vontade, sra. Marilena. A sua opinião não muda em nada minha vida. Vou continuar trabalhando, como faço há 35 anos, para, junto com meus companheiros de classe média, sustentar este país e a quadrilha que ocupa Brasília.

Rogério Tófoli Kezerle rogeriokezerle@hotmail.com
São Paulo

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CLASSE

Marilena Chauí, média ou não, classe é classe; ou se tem ou não.
 
J. S. Decol decoljs@globo.com 
São Paulo

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DONA CLASSE MÉDIA

Se a Dona Marilena não é classe média, é o quê? A Dona Marilena tem ódio de si mesma? A Dona Marilena se acha atrasada e estúpida? A Dona Marilena por acaso é arrogante, reacionária e terrorista? Sim! A Dona Marilena é tudo isso e mais um pouco. É desonesta em seus argumentos, servil aos seus donos de sigla e hipócrita nas atitudes. A Dona Marilena ofende a todos e prova que não reconhece os que estão à sua volta. Deve se achar a eleita do Olimpo, deusa de sabedoria, porta voz da verdade. Menos, Dona Marilena! Muito menos! Além de seus costumeiros clichês, a sra. é maçante! Nunca mudou o discurso. Portanto, ao destilar suas ideias preconcebidas, cristalizadas e irrelevantes, por favor, tente guardá-las apenas para si e nos deixe em paz! Muito obrigada.
 
Gloria de Moraes Fernandes glorinhafernandes@uol.com.br 
São Paulo
 
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FRUSTRADA FILÓSOFA

Os pais de Marilena Chauí, certamente, devem ter investido muito na sua formação escolar, para que, formada em Filosofia, conquistasse este orgulhoso cargo de docente da USP. Mas, entre tantas outras polêmicas estranhas em que se meteu, agora num evento do PT se superou afirmando que “odeia a classe média”. Logicamente, a brasileira... Marilena Chauí, como fiel exemplar desta classe média, e frustrada cidadã que demonstra ser, talvez se odeie ao se olhar no espelho. E não por outra razão que há muito é simpatizante e colaboradora do PT. Partido este que vem emporcalhando as nossas instituições, aconchega seus corruptos e ainda se felicita em ter em seus quadros uma figura excitada por visibilidade como Marilena Chauí. O que na realidade essa filósofa precisa mesmo é de um psiquiatra! E não colocar a digna classe média brasileira no nível de uma mal resolvida Marilena.

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com
São Carlos

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QUEM EXPLICA?

A nossa “filósofa” Chauí, holeriteira da USP, pendurada eternamente no erário, defensora sofista da bandidagem petista, agora diz que odeia a classe média. Acho que nem Freud conseguiria explicar.

Renato Pires repires@terra.com.br 
Ribeirão Preto

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TIRO NO PÉ

Nunca na história deste país houve uma filósofa da envergadura de Marilena Chauí, um poço de ranço ideológico, incontido preconceito social, a contaminar mentes de jovens da principal universidade da América Latina. Sua visão é tão limitada que parece ainda não se dar conta de que o Muro de Berlim há muito caiu. Ela disse que odeia a classe média, acabou dando tiro no pé, pois ela e todos os seus colegas de ensino são integrantes dessa classe, ou então simplesmente se consideram parte integrante da nata das “zelites”. Ela é nossa velha conhecida, aquela que um dia disse que “quando Lula fala, o mundo se ilumina”. Ela também é aquela que após mais de dez anos do PT no poder disse que “no Brasil, a democracia ainda está por ser inventada”. É..., como diria Chico Anísio, que cultura tem essa mulher.

João Henrique Rieder rieder@uol.com.br 
São Paulo

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FILOSOFANDO

Quem precisa de Marilena Chauí?
 
Harry Rentel harry@citratus.com.br 
Vinhedo 

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AMPLITUDE

Sob o lullopetismo, o ódio à “classe média” está disseminado do Oiapoque ao “Chauí”...
 
A.Fernandes standyball@hotmail.com 
São Paulo

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REVOLUÇÃO BOLIVARIANA

Segundo os meios de comunicação, o governo da Venezuela irá importar 50 milhões de rolos de papel higiênico para abastecer o mercado local. Pelo visto, está faltando também alimento para suprir a necessidade da população, senão a importação de papel higiênico iria mais às alturas. Em suma, “Chávez, vivirás para siempre con la revolución bolivariana”.

Edgard Gobbi edgardgobbi@gmail.com
Campinas 

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PAPEL HIGIÊNICO

A Venezuela, finalmente, conseguiu se igualar ao país dos sonhos de Hugo Chávez, e por que não dizer, de José Dirceu, Lula e Dilma: tal como em Cuba, hoje o país vizinho não consegue produzir nem o papel higiênico necessário para o asseio de seus cidadãos. Talvez tenha diminuído a fabricação do artigo em questão, contando que, com a diminuição da produção dos alimentos, seu uso seria menos solicitado. Isso é o que se pode chamar de programação de produção à moda socialista?

Mara Montezuma Assaf montezuma.scriba@gmail.com
São Paulo

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QUERIDINHOS

Dada a clara demonstração do PT quanto à intenção de adotar o bolivarianismo nestas paragens, aconselho aos brasileiros estocarem papel higiênico. Em Cuba, o jornal do partido, edições domingueiras, são disputadas por terem mais folhas, e não é para leitura, pois pelo salário que recebem não conseguem comprar esse artigo. A Venezuela vai pelo mesmo caminho, conforme a imprensa. Quanto à outra queridinha dos cumpanheiros, Coreia do Norte, creio que por causa da falta de comida, com milhões de mortos por desnutrição, o consumo de papel higiênico, por motivos óbvios, deve ser bem pequeno. O comunismo deu e tem dado ótimos resultados!
 
Airton Moreira Sanches moreira.sanches@uol.com.br 
São Paulo

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VERÍSSIMO E OS CÃES DE GUERRA

Veríssimo, lídimo representante da esquerda caviar festiva, usou o espaço que possui nos principais jornais do País para fazer mais uma peroração a favor dos seus (“Os cães da guerra”, 16/5, C10). Com esse intuito tenta denegrir as pessoas e as instituições que lutaram na guerra interna que o País viveu de 1968 a 1974, chamando-os de cães de guerra. Pergunto ao douto Veríssimo: quem esfacelou o crânio de um cidadão e o enterrou ainda vivo, também é cão de guerra? Quem colocou uma bomba no saguão de um aeroporto, ceifando vidas e mutilando outras, também o é? E quem assassinou um marinheiro inglês que se divertia na noite da Praça Mauá? Enfim, poderia registrar aqui pelo menos uma centena de questões para o sr. Veríssimo responder se ele também os considera cães de guerra. Volte para a sua literatura, seu saxofone, sua neta e seus passeios em Paris, Rio ou Porto Alegre, sr. Veríssimo.

Marco Antônio Esteves mbalbi69@globo.com 
Rio de Janeiro

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AO NORTE DO RIO GRANDE

Veríssimo, que tem a excelência do pai, sempre revela sua grande paixão pelos Estados Unidos, onde viveu alguns anos, quando o soberbo Érico trabalhava na nossa embaixada naquele país. Tratando da palavra, ele é um craque, mas quando descamba para outros assuntos surge, debaixo daquela figura de gordinho simpático e ameno, um sujeito parcial e radical. Isso é aceitável quando se trata da sua paixão pelo melhor clube do mundo (sic), o Internacional. Mas em política, ama a esquerda, mas delicia-se mesmo é nos Estados Unidos. Condena com todas as forças a tortura no Brasil ao tempo que absolve os terroristas. Gostaria de saber, para avaliar a sua coerência, sua opinião sobre os presos sem processo em Guantánamo, sobre a negação de direitos ao talibã de Boston, sobre o terrorismo de Bin Laden. Ao norte do Rio Grande é diferente, né?

Paulo Mello Santos policarpo681@yahoo.com.br 
Salvador

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EUGÊNIO BUCCI E OS DOIS JOAQUINS

De certa forma, concordo com Eugênio Bucci (“Dois Joaquins”, 16/5, A2). O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) está irritando demais com seus rompantes e incongruências e parece estar usando a prerrogativa de ser negro para abusar da benevolência de algumas parcelas da sociedade em relação a seu comportamento inadequado diante da mais alta Corte do País. Se o ministro Joaquim Barbosa quer trazer uma verdadeira discussão sobre o preconceito racial e a atuação dos operadores do Direito em nosso país, que o faça nos fóruns adequados, e não levianamente à frente dos holofotes para massagear seu ego midiático.

Adilson Roberto Gonçalves prodomoarg@gmail.com 
Lorena

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PURA FILOSOFIA

O artigo de Eugênio Bucci no “Espaço Aberto” – jornal “O Estado de S. Paulo”, 16 de maio de 2013, “Dois Joaquins”. O sr. Bucci é sempre leitura agradável e com sentido, mas desta vez! Que historia é essa de direita e de esquerda? Pura filosofia... Os dois Joaquins falam é de corrupção e justiça e os dois Joaquins têm e muita razão no que falam, ou as redações estão cheias de negros trabalhando? A única correção a esses Joaquins é ter mais calma com as provocações, e que eles nos protejam, amém.

Maria Cecilia Centurion rh@imo.com.br 
São Paulo

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MEIO TERMO

Não acredito nem na festa celebrada por esse jornal à “bravura” do ministro Joaquim Barbosa na Ação Penal 470 muito menos nas críticas de Eugênio Bucci ao ministro por ocasião das suas opiniões contrárias à imprensa brasileira. E é nessa volatilidade de opiniões (por conveniência) do jornal, dos articulistas e do ministro que o leitor perde.

Diego Ferrante da Silva diego.ferrante.silva@usp.br 
São Paulo

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A ESPADA DA BOCA DO MINISTRO JOAQUIM

Os advogados paulistas só acordam depois das 11 horas, segundo o ínclito ministro Joaquim Barbosa, do STF. Tal assertiva lhes dá o direito de indagar a que horas acordam os ministros do Supremo. Ombreadas rasteiras indignas da liturgia da Justiça. Borges, referindo-se a um catálogo divino de metáforas que assessorava o homem, disse que a língua pode ser a espada da boca ou o remo da boca. Os deuses das metáforas certamente diriam que ministros da Suprema Corte devem adotar a segunda opção, como, em geral, o fazem. À exceção de Sua Excelência, o ministro Joaquim. 
 
Amadeu R. Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br 
São Paulo

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TELEVISÃO

Li, com satisfação, a matéria e a entrevista com o sr. Marcos Mendonça, ex-secretário de Cultura do Estado, a quem tenho na mais alta conta (“Cultura elege novo presidente hoje”, 13/5, C10). Mas a parte final da entrevista chamou minha atenção e me permito discordar de sua opinião. Como tradutora tanto de legendas quanto de dublagem, há mais de duas décadas, vejo lados positivos e negativos em ambas as opções. Mas saio em defesa da legenda porque vivemos em um mundo globalizado; nosso próprio idioma assimila com muita facilidade palavras e expressões estrangeiras. O fato de termos filmes legendados na televisão aberta, em particular na TV Cultura, deveria ser visto como um bem público, uma prestação de serviço do estado ao cidadão, porque esta forma de tradução possibilita o contato direto não só com a língua original da obra, mas também com a interpretação dos atores. Por mais que a dublagem em nosso país seja considerada uma das melhores do mundo – e o é – e que tenhamos grandes talentos nas vozes de muitos dubladores e dubladoras, estaremos indo na contramão da história se nossa televisão passar a optar apenas pela dublagem. Na Europa, até pouco tempo atrás, todo filme era dublado, inclusive no cinema. Hoje este panorama mudou, justamente em função da proximidade cultural resultante da globalização. Embora a legendagem seja incipiente na Europa, há uma vasta literatura e discussões sobre o tema, para que se atinja um nível de excelência na matéria. A meu ver, nós aqui precisamos de uma normatização em relação à qualidade da dublagem e da legendagem (e incluo aqui a tradução), sem que se nivele por baixo. As classes C e D têm direito ao acesso direto a outras culturas. Um aparelho de TV pequeno, conforme alega o sr. Mendonça, não deve ser impedimento para a leitura de legendas. Se houver padronização e exigência de qualidade, não haverá perdas para o espectador, mas grandes benefícios. Sou favorável a que se chegue a um consenso para a existência simultânea das duas formas de tradução. Todos sairão ganhando.

Marina Mariz marinamariz@uol.com.br 
São Paulo 

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BANDA LARGA

Pesquisa entre 15 países revela que a banda larga da internet cobrada no Brasil é a 2.ª mais cara. Enquanto aqui se paga mais de US$ 25, em países como Japão, Suécia e Coreia do Sul se paga menos de um dólar. É mais um exemplo da ineficiência e incompetência do governo brasileiro, que pune a população com tarifas, impostos e preços dos mais altos do planeta, como se fôssemos cidadãos de segunda classe. Banda larga, carros, portos, tributos, restaurantes, etc., tudo por aqui custa muito acima da média mundial e nós, brasileiros, somos reféns do conluio do Estado com grandes empresas que atuam em cartéis, fazendo com que paguemos valores abusivos, sem recebermos de volta nenhuma contrapartida.

Renato Khair renatokhair@uol.com.br 
São Paulo

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PARA QUE INTERNET?

A banda larga brasileira é segunda mais cara do mundo, perdendo apenas para a Argentina. O brasileiro precisa trabalhar 5,01 horas por mês para pagar uma conexão de 1 Mbps, é o que revela um estudo realizado em 15 países. Mais da metade da população não tem acesso à internet. O brasileiro acostumou-se a pagar muito caro pelos piores serviços. A população está feliz e gosta de ser maltratada. Cabe perguntar para que internet, se o partido dos trabalhadores trabalha para ter de volta a censura?

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com 
São Paulo

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TELEFONIA

Estas operadoras de telefonia estão enchendo o saco com essas ligações de ofertas de seguros e outros serviços inúteis. O telefone toca, você sai para atender – às vezes abandonando uma atividade importante –, acreditando ser alguém, e quem está na linha é essa maçante publicidade. E é preciso tomar cuidado, pois qualquer “sim” ou “tá legal” que você falar é interpretado como aceite e, na próxima conta de telefone, já aparecem absurdos valores para você pagar, mesmo sem você ter aceitado.

Habib Saguiah Neto saguiah@mtznet.com.br 
Marataízes (ES)

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AGÊNCIAS DESMORALIZADAS

Uma das desgraças do governo petista foi e continua sendo a desmoralização das agências reguladoras. De fato o funcionamento independente delas prejudica a prática do “toma lá, da cá”, tão familiar aos petralhas. Sou diabético há muitos anos e medicado satisfatoriamente com o Glifage XR de 500 mg. Ontem, 16/5/2013, fui surpreendido com notícia no “Estadão” segundo a qual fiscais da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), uma das desmoralizadas agências reguladoras, tiveram o desplante de desqualificar na França os procedimentos de produção do Gligage XR, fabricado pelo renomado laboratório Merck, impedindo sua importação. Onde estaria a eventual propina?
 
José Sebastião de Paiva jpaiva1@terra.com.br
São Paulo

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MEDIDA PROVISÓRIA DOS PORTOS (MP 595/12) 
 
“Novo marco regulatório pretende estimular o investimento privado e o aumento da movimentação de cargas nos portos. Estabelece um novo marco regulatório para o setor portuário.” Nós exportamos, no ano passado, 150 milhões de toneladas. A projeção que se tem no comércio mundial é de que o Brasil chegue, nos próximos 20 anos, exportando mais do que 300 milhões. Vamos mais do que dobrar o volume de exportações, seja de manufaturados, seja de commodities: minério de ferro, soja, milho, algodão, açúcar, etc. o Brasil, para se desenvolver, precisa criar um planejamento de infraestrutura, investir em ferrovias, aeroportos, rodovias e portos. O Brasil ainda tem poucos portos e aqueles que nós temos ainda tem uma legislação que impede a atração de novos investimentos. Os portos respondem por 95% do fluxo de comércio exterior do País, o que demonstra a importância estratégica do setor. O novo marco regulatório impõe um modelo para ampliar a infraestrutura e modernizar a gestão dos portos por meio do estímulo ao investimento privado e ao aumento da movimentação de cargas, com redução dos custos e eliminação de barreiras. Pretende-se, com isso, garantir o aumento da oferta com os menores custos possíveis, permitindo e atraindo investimentos para que novos portos sejam constituídos no Brasil. O governo trouxe, no corpo da lei, um conjunto de garantias para os trabalhadores, dentre elas a aposentadoria, a possibilidade de ter uma renda mínima para os períodos em que não houver trabalho e o reconhecimento da representação sindical por parte da legislação.

Antônio Dias Neme antonio.neme@superig.com.br 
São Paulo

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CONSEQUÊNCIAS DAS MEDIDAS PROVISÓRIAS

As Medidas Provisórias (MPs), com certeza, foram introduzidas em nossa Carta Magna para atender ao princípio jurídico da imediatidade ou da urgência providencial, desde que ao Poder Legislativo incumbe legislar e aprovar os projetos de lei remetidos pelo Poder Executivo. Entretanto, as medidas provisórias têm força de lei e, em muitos casos, dada a urgência da matéria, o seu conteúdo não é apreciado devidamente ou é aprovado com inclusões até espúrias e absurdas. Como exemplo típico, temos a MP dos Portos, cuja apreciação por parte do Poder Legislativo demandou tempo e muitas digressões em consonância com interesses políticos mais que pessoais que da nação, ficando ressaltado que o instituto das MPs precisa ser remodelado e sofrer alterações, de tal sorte que contemple efetivamente a atividade legislativa e satisfaça a urgência de medidas e providências que o Poder Executivo propõe. Só assim teremos a paz administrativa e legislativa andando de mãos dadas em favor do País.

José Carlos Carvalho Carneiro carneirojc@ig.com.br 
Rio Claro

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XISTO E MEIO AMBIENTE

Quem conhece desastres ambientais, rejeita a exploração desenfreada do “xisto”, e, como o Brasil agora resolveu correr atrás dos EUA, está jogando todas as cartadas na exploração desse gás, qualquer cuidado é pouco. O maior problema na exploração de xisto está no perigo de contaminação do lençol freático, porque fica armazenado abaixo. Pelo visto, até outubro o Brasil levará a exploração a sério, e como aqui tudo é feito às pressas e sem planejamento, quem garante que serão tomadas todas a providências cabíveis para não haver danos ambientais? Não podemos nos esquecer de que uma dessas reservas a ser explorada está no Paraná, divisa com Mato Grosso do Sul, onde existe o maior lençol freático do mundo. EUA é EUA e com certeza têm a melhor tecnologia para exploração de xisto, mas no Brasil, onde toda exploração é caríssima e ineficiente, vamos esperar o quê? Basta ver o que aconteceu na transposição do Rio São Francisco, por onde jorraram bilhões e o concreto usado foi de quinta. Precisamos dizer mais? Ambientalistas, olho vivo!

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br 
São Paulo

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LEILÃO DA ANP

Com cinco anos de atraso para a indústria de petróleo no Brasil, o governo finalmente aceitou fazer novas concessões de blocos para exploração de petróleo, usando o modelo utilizado pelo governo FHC. Criticado por muitos petistas, o modelo usado difere bastante do pretendido pelo governo Lula. O leilão da Agência Nacional do Petróleo (ANP) de 14/5 foi um sucesso e mostrou que, infelizmente, foi um prejuízo para o País não ter sido feito antes, tão alta a demanda pelos blocos. A grande surpresa foi a elevada participação do grupo de Eike Batista, que se supunha com grandes dificuldades financeiras, o que demonstra suas fortes ligações com o governo atual.

Fabio Figueiredo fafig3@terra.com.br 
São Paulo

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HERANÇA MALDITA
 
O leilão da Agência Nacional de Petróleo (ANP) só obteve esse sucesso, depois de cinco anos sem leilões, quando voltou a usar as regras que até 2008 eram seguidas pelo sr. Lula. Estas regras são todas elas oriundas da dita, pelo PT, “herança maldita”, ou seja, regras criadas no governo competente de FHC. Isso só mostra a incompetência de Dilma (Lula) e do PT em governar. Eles sabem é gastar, enriquecer, dar jeitinhos nas contas, pois governar é para burguês.
 
Tania Tavares taniatma@hotmail.com 
São Paulo
    
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VER PARA CRER

 É uma temeridade cravar a data de entrega de obras no Brasil, como afirmou a senhora Greicy Pessoa, da assessoria de imprensa da Norte Energia S/A., consórcio vencedor do leilão de Belo Monte, que em 2019 a usina estará em pleno funcionamento (“Fórum dos Leitores”, 16/5, A2). Na maioria das vezes, os consócios vencedores não cumprem a data estipulada em contratos para entrega de obras. A transposição do Rio São Francisco e a construção da Ferrovia Transnordestina são exemplos marcantes do descaso contratual. As águas do rio deveriam estar à disposição do sofrido povo do sertão nordestino em 2012, passou para 2014 e, agora, para 2015, segundo informou o Ministério da Integração Nacional. E, graças a essa lentidão, o orçamento inicial de R$ 4,5 bilhões quase dobrou, com um agravante, mesmo antes da inauguração, vai ter de passar por reforma, pois vários trechos da calha estão deteriorados. A ferrovia, iniciada em 2006 para ser entregue em 2013, ao preço de R$ 5,4 bilhões, foi corrigido para R$ 6,7 bilhões e a concessionária já sinalizou que por menos de R$ 8,2 bilhões não a entrega nem em 2014. Portanto, motivos não faltam para desconfiar. Espero que os quase 200 milhões de acionistas, estes sim, não sejam prejudicados mais uma vez.

Sérgio Dafré Sergio_dafre@hotmail.com 
Jundiaí
       
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CORINTHIANS

Os tão mal falados torcedores corintianos proporcionaram, na última quarta-feira, logo após o fim do jogo contra o Boca Juniors no estádio do Pacaembú, onde o seu time foi eliminado da Copa Libertadores, uma demonstração emocionante do espírito esportivo que deveria reger todas as competições esportivas de um povo civilizado. 

Victor Germano Pereira victorgermano@uol.com.br
São Paulo

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ERRO DO JUIZ

Parece que houve um acordo entre a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e a Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol). É uma vergonha o juiz anular dois gols legítimos do Corinthians, e a torcida ainda se dá o luxo de pagar caro para ver essa vergonha. É fim de feira mesmo! Parece com as coisas que têm acontecido no Brasil e na Bolívia, onde os brasileiros estão presos até hoje.
 
Maria José da Fonseca fonsecamj@ig.com.br 
São Paulo

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11 X 1

Investem-se milhões de reais para depois ficar na mão de um cidadão que, sozinho, derrotou o Corinthians. E a sul-americana, nada?

Gileno Pereira gileno49@hotmail.com
São Paulo

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JOGO ROUBADO

Sorte que foi um juiz paraguaio. Se fosse um boliviano, poderia ter decretado a prisão dos 11 escalados, mais o treinador.

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br 
Monte Santo de Minas (MG)

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ARBITRAGEM

Mais um clube a reclamar da arbitragem na Libertadores. Agora foi o Corinthians. Antes foram o Fluminense, o São Paulo, etc. O nível da arbitragem sul-americana é ridículo, péssimo e vergonhoso. Não precisa ir longe, não, basta ver o nível das arbitragens estaduais. Aqui, no Rio, inventaram um tal de árbitro auxiliar, que fica na linha de fundo, junto da baliza, para auxiliar. Os caras são cegos. As coisas se passam a um metro deles e eles não veem, põem a perder todo o trabalho de preparação de uma semana de um time. Mas, voltando à Libertadores, a questão tem solução? Tem, mas é preciso que os clubes tenham peito. Chutem o balde. Comuniquem a CBF e esta, a Conmebol, de que não disputarão mais a Libertadores. 

Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com 
Rio de Janeiro

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CHORO DE PERDEDOR

Curioso o modo de pensar dos corintianos. Quando o time é ajudado pela arbitragem, eles comemoram, porém se são prejudicados, como na quarta-feira, então se esquecem das inúmeras vezes que foram beneficiados e reclamam. Quem acompanha futebol se lembra de Javier Castrilli, que inventou um penalty contra a pobre Portuguesa, tirando o time da final de um Campeonato Paulista. O Sr. Márcio Resende de Freitas, que coincidentemente apitou o último jogo da sua vida do Corinthians, alem de não dar penalty claríssimo contra o Inter, ainda expulsou o jogador Tinga por reclamação. Em 2005, o título caminhava para o Inter, quando uma suposta máfia do apito reverteu jogos e resultados a favor do time de Parque São Jorge. Mais recentemente, já que a lista é relativamente grande, no Brasileirão contra o Cruzeiro, o árbitro viu um penalty em Ronaldo, que tirou as possibilidades de conquista do título do time mineiro, a ponto de seu técnico em exaltada e justificada revolta, utilizar palavras de baixo calão, para expressar seus sentimentos em entrevista coletiva. Como diz o ditado, aqui se faz, aqui se paga. Aliás, é melhor os corintianos não comerem romã nos próximos dias, pois pode amarrar a Boca.

Renato Amaral Camargo natuscamargo@yahoo.com.br 
São Paulo 

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MEIA-BOCA

No jogo contra o Boca Juniors, o Corinthians foi um time só meia-boca.

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com 
Jandaia do Sul (PR)

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ROMARINHO

Romarinho foi o culpado de o Corinthians ter sido eliminado da Libertadores. Pelo menos assim pensa o Tite. 

Laércio Zannini arsene@uol.com.br 
São Paulo

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SEGURANÇA NAS COPAS

Temos batendo às portas do Brasil a Copa das Confederações e, logo atrás, a Copa do Mundo. Temos uma instituição chamada Exército que tem a aprovação de pelo menos 75% da população. Com o ataque sofrido na Maratona de Boston, não podemos descuidar um minuto da segurança de chefes de Estado que aqui estarão presentes. A presidente Dilma está agindo com inteligência ao não arrumar confrontos com as Forcas Armadas. Seriam o momento errado e a hora errada. E digo mais, acabamos de eleger um brasileiro para dirigir a Organização Mundial do Comércio (OMC), não nos podemos dar ao luxo de errar dentro de casa.
 
Joao Camargo democracia.com@estadao.com.br
São Paulo

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CASAMENTO GAY

Parece ser dos psicólogos a tese de que nós carregamos duas personalidades distintas em que, sem que se possa prever, ela se transmuda sempre com certa virulência. A exemplo do Dr. Jekyll e de Mr. Hyde, do escritor Robert L. Stevenson (“O médico e o monstro”). Joaquim Barbosa, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), teve projeção internacional no julgamento e condenação dos mensaleiros. Atualmente, barrou as pretensões dos condenados que pretendiam aplicar uma carteirada jurídica para tentar novo julgamento. Joaquim Barbosa foi cantado e rimado com glórias, loas e hosanas, sendo até sugerido como o detergente político ideal para limpar toda essa imundície acumulada ao longo de dez anos sofridos (para nós) por um desgoverno de um partido que não tem compromisso algum com a democracia. Instalou-se no Brasil o império das Walkiria, ou seria o Clube da Luluzinha? Voltando a Joaquim Barbosa, o nosso herói tomou para si a tarefa de legislar e determinou que todos os cartórios do País estão obrigados a “casar” homossexuais. “O casamento deve ser honrado por todos; o leito conjugal, conservado puro, pois Deus julgará os imorais e adúlteros” (Hebreus 13:4). O casamento homoafetivo é um vestibular para as práticas babilônicas, com passaporte para Sodoma e Gomorra. Casamento não pressupõe a união de pessoas de gêneros diferentes?

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com 
Vassouras (RJ)

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SINAL DOS TEMPOS

Segundo noticiário, São Paulo já faz dois casamentos gays a cada três dias. Nada contra, mas, a continuar essa escalada, brevemente os heteros estarão em grande desvantagem. Sinal dos tempos!
 
José Marques seuqram.esoj@bol.com.br 
São Paulo

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CONQUISTA

Só uma pergunta: agora que está oficializado o casamento entre pessoas do mesmo sexo no Brasil, as passeatas e as paradas gays na Avenida Paulista vão continuar?

Orélio Andreazzi orelio@andreazzi.com.br 
Suzano

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