Fórum dos Leitores

MINISTÉRIO

O Estado de S.Paulo - Atualizado às 5h52

06 Junho 2013 | 02h05

Parlapatões

Estamos mal de ministros. O da Saúde aprova campanha chamada "Eu sou feliz sendo prostituta" e, quando alguém grita contra, arrependido, ele manda tirá-la do ar e demite os responsáveis. Outro diz que a presidente da República mandou um ministro não cumprir uma ordem judicial, tomou um puxão de orelhas e voltou atrás. Pelo retrospecto de ocorrências, temos em Brasília um time de parlapatões. Presidente, fique esperta!

J. PERIN GARCIA

jperin@uol.com.br

São Paulo

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CONGRESSO

Emendas e apoio

Em tempos de discussão sobre a campanha proposta pelo Ministério da Saúde, é inevitável não fazer uma correlação com o nosso Congresso e a prometida liberação de uma primeira parcela de R$ 1,5 bilhão em emendas individuais para nossos parlamentares como pagamento pelo apoio ao Planalto. A peça de propaganda é muito mais adequada ao Congresso Nacional.

FLAVIO CARLOS GERALDO

madflavio@uol.com.br

São Paulo

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Valor pós-eleição

Se para Lulla antes de seu governo o pobre só tinha valor na eleição, que tal R$ 1,5 bilhão, liberado por Dilma para manter os amiguinhos parlamentares ao seu lado? Ficou barato?

FLÁVIO CESAR PIGARI

flavio.pigari@gmail.comj

Jales

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'Toma lá dá cá'

O governo federal não tem programa e, quando tem, é pífio e só anda mediante a liberação de emenda aos congressistas. A cada rebelião da suposta base aliada a presidente Dilma Rousseff acena que o método mais eficaz, o do "toma lá dá cá", vai entrar em ação.

TOSHIO ICIZUCA

toshioicizuca@terra.com.br

Piracicaba

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Bonança

Bastou o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), bater o pé e dar uma "emperradinha" na aprovação das medidas provisórias do governo que a presidenta Dilma já promete mudar a forma de enviar essas "medidas" ao Congresso, de maneira mais branda e sem maiores imposições. Com a proximidade das eleições, de repente todo mundo ficou mais solícito e bonzinho. Por que será?

JOSÉ PIACSEK NETO

bubapiacsek@yahoo.com.br

Avanhandava

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PMDB X PT

Quando o ministro Gilberto Carvalho, da Secretaria-Geral da Presidência da República, disse que em 2013 "o bicho vai pegar", parece que estava acometido de inspirações próprias de Nostradamus. De fato, o bicho está começando a pegar. Crises estaduais na aliança com o PMDB ameaçam a tranquilidade do PT em Estados que lhe garantiram 12 milhões de votos a mais que José Serra. Ao que parece, o PMDB não quer mais ocupar o posto de mordomo do governo, e está certo, pois tem potencial político para deixar de ser craca.

JAIR GOMES COELHO

jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)

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MENSALÃO

Bate e assopra

O empresário Marcos Valério de Souza recusou a oferta de delação premiada no inquérito que investiga a suspeita de envolvimento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do ex-ministro Antonio Palocci com o esquema do mensalão. Se não estiver rolando nos bastidores algum esquema para evitar que o ex-presidente seja envolvido no caso, corto meu pescoço.

MUSTAFA BARUKI

mustafa-baruki@bol.com.br

São Paulo

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Mistério

Que "forças ocultas" teriam influenciado Marcos Valério a voltar atrás na delação premiada? Seria a sua fraca memória? Ou um novo e favorável julgamento de suas ações criminosas? Nesta altura dos acontecimentos, quaisquer ilações são possíveis, embora jamais se possa crer que um presidente da República não saiba o que se passa na sala vizinha à sua, ainda que alertado por outros políticos.

ANTONIO C. GOMES DA SILVA

acarlosgs@uol.com.br

São Paulo

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Nada bobo

Como já era de esperar, o lulopetismo conseguiu manter Marcos Valério de boca fechada, para que não entregasse o chefão da máfia do Planalto. É claro que o publicitário não vai ficar mais do que alguns dias na cadeia e passará o resto dos 40 merecidos anos de prisão na casa dele, curtindo sua piscina. A exemplo do juiz do Trabalho Nicolau dos Santos Neto. Delação premiada não interessa a ele. De bobo ele nunca teve nada.

CONRADO DE PAULO

conradopaulo@yahoo.com.br

Bragança Paulista

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JUSTIÇA

Maluf sabe

Comparando o sistema judiciário da Ilha de Jersey ao nosso, o ex-prefeito Paulo Maluf disse que o brasileiro é mais "isento", pois garante a ampla defesa ao acusado. Em Jersey ele foi condenado por "fraude em ampla escala" em primeira instância e menos de quatro anos. Seria cômico, se não fosse trágico em demasia. Aqui, a ampla defesa é tão absurdamente garantida - e disso o bem-humorado Maluf é sabedor - que o acusado, principalmente da esfera política, passa a vida inteira negando seu crime, recorrendo infinitamente por meio de advogados caros, sem que se chegue à condenação de fato. É tanta a "ampla defesa" que os réus do mensalão já foram condenados pela mais alta Corte do País e já se fala em novo julgamento. Isso depois de anos de trabalho exaustivo do Supremo e da defesa. Eterna condescendência com bandidos, essa é a dura realidade.

MYRIAN MACEDO

myrian.macedo@uol.com.br

São Paulo

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R$ 57,9 milhões

Condenado em Jersey a ressarcir R$ 57,9 milhões aos cofres da Prefeitura de São Paulo, Maluf criticou a Justiça do paraíso fiscal britânico dizendo que no Brasil se cumprem as premissas republicanas de isenção e direito à ampla defesa. Diferentemente de lá, a Justiça brasileira abriga há dez anos ação de improbidade contra o ex-prefeito, mas ela ainda não saiu da fase inicial.

JOSE ROBERTO PALMA

palmapai@ig.com.br

São Paulo

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Fiéis

Duro não é aguentar os comentários vazios e as negativas de Maluf, posando de justiceiro, mas, sim, constatar que muitos ainda acreditam nele.

LUIZ NUSBAUM

lnusbaum@uol.com.br

São Paulo

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QUESTÃO INDÍGENA

Todos nós sabemos que qualquer ministro pego de surpresa pode sair falando muito, mas como o ministro-chefe da Secretaria Geral, Gilberto Carvalho, tem sido pego já é demais. Aposto que, se ele não fosse “cupincha” da petralhada de ABC por causa do episódio da morte de Celso Daniel, a presidente Dilma já o teria despachado a foguete para o Instituto Lula! Afirmar que, ao saber da primeira instância em que foi julgada reintegração de posse da área invadida por índios, a presidente Dilma teria mandado deixar a situação quieta seria caso de desobediência jurídica. A cabeça da presidente estaria a prêmio, se tivéssemos uma Justiça séria e totalmente independente. Caberia um impeachment à presidente!

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br 
São Paulo

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QUEM MANDA AQUI?
 
Em um estado supostamente “democrático de direito” é simplesmente inconcebível que a presidente Dilma, chefe do Poder Executivo, aquela que jurou acatar e defender nossa constituição, chame às falas seu ministro da Justiça justamente por ele ter acatado a lei e autorizado a Polícia Federal dar cobertura ao mandado judicial de reintegração de posse da Fazenda invadida por milicianos indígenas – alguns dos quais portando armas de fogo – no Estado do Mato Grosso do Sul (MS). A raspança presidencial foi admitida pelo próprio ministro-chefe da Secretaria Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, ao dizer num encontro com indígenas o seguinte: “Nós sabemos o erro que foi essa... desgraça da morte desse companheiro terena. Agora, quando um juiz de primeira instância mandou a ordem de reintegração de posse, a presidente falou para o ministro que ‘não devia ter obedecido’...”. Ora, a presidente tem mandato; o juiz competente – no caso de 1ª instância – expede mandado porque neste mister é ele quem manda à vista dos autos que tem em mãos. A justificativa – podemos chamar assim – para a subversão dos poderes da República protagonizada pela própria presidente – , foi a de que era possível a reintegração ordenada “dar em uma morte”. Ora, senhores, um simples despejo em imóvel urbano também pode “dar em morte”, dependendo do humor dos envolvidos. Aliás, o cotidiano do Brasil dá em muitas mortes, à vista da violência que grassa impunemente em nossa sociedade.  Não vou entrar no mérito do contencioso fundiário, mas o fato é que, se a Justiça tiver de se subordinar aos humores do Poder Executivo toda vez que tiver de decidir uma desocupação de área invadida, com receio de que a ordem de reintegração possa “dar em morte”, então estamos na ante-sala do fim do direito de propriedade no Brasil. É bom a sociedade acordar enquanto é tempo.
 
Silvio Natal silvionatal49@yahoo.com.br 
São Paulo

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BANDIDOS E MOCINHOS

Diante de uma situação de iminente explosão de violência, gerada por uma clara ação de agressão dos órgãos da Funai e Cimi contra os produtores, a presidenta fala para seu ministro que não devia ter obedecido à ordem de reintegração de posse. O que devemos esperar de um país com uma presidenta que fala isso? Este assunto não pode ser tratado como se os índios fossem uns coitadinhos e os produtores, bandidos. Somos todos brasileiros e temos de fazer valer as instituições, goste a Sra. presidente ou não. 

João Bráulio Junqueira Netto jonjunq@gmail.com 
São Paulo
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NAÇÕES INDEPENDENTES

Sem entrar no mérito das recentes questões envolvendo índios, acredito que está mais do que na hora de o Brasil revisar o status dos índios. Hoje, a esmagadora maioria deles leva uma vida absolutamente integrada ao resto da sociedade brasileira e continua gozando de benefícios que não se justificam, como a inimputabilidade criminal. Serão necessários outros 500 anos para os povos indígenas serem considerados cidadãos brasileiros? A quem interessa manter verdadeiras nações independentes dentro do território nacional? 

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br 
São Paulo

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HERANÇAS MALDITAS

Como se não bastasse uma gigantesca área de terra, equivalente a 11% de todo o território do Brasil, classificada como reserva indígena, a Funai, com apoio do MST, ONGs, esquerdopatas, cubanófilos e outros inimigos do Brasil, quer muito mais. Por quê?  Porque eles têm a certeza da fraqueza do governo do PT. Tudo o que está ocorrendo é resultado de uma política colocada em prática por Lula. Ou seja, assim como nunca gostou de trabalhar, nunca governou.  Sempre que o cargo de presidente exigia uma posição mais séria, com atitudes que desagradassem a alguém que poderia se rebelar, Lula tinha uma fórmula infalível. Que fórmula era essa? Ceder, ceder, ceder sempre. Assim foi com o MST, com a Funai, com milhares de ONGS, sindicalistas e políticos que o pressionassem por cargos, quisessem mais verbas ou mais salários, corruptos que inventaram meios para assaltar os cofres públicos, empresários que usaram artifícios ilegais para se beneficiar de contratos com o governo, etc. Além de anular qualquer vestígio de oposição contentando a todos, Lula se blindava contra os problemas que iam surgindo durante seus dois mandatos. Outra mostra de sua fórmula foi a nossa idiota política externa. Lula, sempre muito convicto e vaidoso, estendeu suas benesses a muitas nações vizinhas, como Cuba, além de muitos países africanos. Tudo isso foi feito para elevar o nome do grande molusco que governava o Brasil.
Resultado: assim como os índios, exigem cada vez mais de nosso governo, ora não pagando o que devem, ora surrupiando empresas brasileiras instaladas em seus territórios, mantendo brasileiros inocentes presos como instrumento de pressão, rasgando acordos, etc.

Wilson Sanches Gomes sancheswil@hotmail.com 
Curitiba

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MINHA TENDA, MINHA VIDA

Só falta Dilma lançar o programa “Minha Tenda, Minha Vida”, tal é sua preocupação com este bando de índios inúteis. Três semanas atrás, eles mataram um agricultor e o governo e o Ministério de Direitos Humanos não se preocuparam em tomar nenhuma providência. Após a morte de um índio e todo este alarde, foi adiada à reintegração de posse. Estão dando muita importância aos índios e deixando outros setores no mais completo abandono, como no caso dos aposentados, que vêm sofrendo discriminações e são roubados pelo próprio governo.

José Mendes josemendesca@ig.com.br 
Votorantim

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DE VOLTA À BASE
 
Segundo o noticiário, um grupo de aproximadamente 30 índios da tribo caingangue ocupa o diretório estadual do Partido dos Trabalhadores (PT) em Curitiba. Cá entre nós, acho que não houve invasão alguma. Eles apenas retornaram a sua base. Pano rápido. 
 
José Marques seuqram.esoj@bol.com.br 
São Paulo

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A CESAR O QUE É DE CESAR

Todo mundo que sabe um pouco de História do Brasil sabe que os índios habitavam o litoral e foram se “internando” no País, conforme os brancos avançavam. Assim, por uma questão de lógica, em vez de “devolver” a eles as áreas mais remotas, como o Mato Grosso do Sul, a Funai e o governo deveriam demarcar como reservas indígenas o litoral do Rio de Janeiro, o litoral de São Paulo, da Bahia e do Pernambuco, em primeiro lugar. As cidades de Salvador, Santos, Recife e o Rio de Janeiro, por exemplo, voltariam para as mãos dos legítimos “donos da terra”.  Não importa se essas terras pertenciam aos indígenas há mais de 500 anos. Ora, se as terras que pertencem a fazendeiros há muito menos tempo – até 100 anos! – cuja ocupação indígena anterior é questionável, pode-se resolver o problema com estas terras que sabidamente eram habitadas por eles. Não é?

Maria Cristina Rocha Azevedo crisrochazevedo@hotmail.com 
Florianópolis

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A NAÇÃO E OS INDÍGENAS
 
Ninguém é contra que se dê prestígio e apoio aos indígenas nacionais, desde que estejam a reivindicar com legalidade e justiça. Entretanto, não se pode esquecer que os indígenas ocupam 13 % do território nacional e são alguns milhares, enquanto o restante da população representa a grande maioria de habitantes do País. No Mato Grosso do Sul, morreu um índio terena. Outros irão morrer em decorrência dos confrontos atiçados por elementos interessados nos conflitos e nas conflagrações indígenas. Da mesma forma que o caso dos quilombolas, os problemas surgidos com as reivindicações dos indígenas precisam de soluções legais rápidas por parte do governo federal e do Poder Judiciário. Outrossim, decisões errôneas ou incompletas do Judiciário trarão mais mortes e mais conflitos, para satisfação dos interessados.

José Carlos de Carvalho Carneiro carneirojc@ig.com.br 
Rio Claro

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PARTIDOS E INTEIROS

A diferença deste governo com o governo dos militares é que este governo não tortura, ele mata sem sofrimento, como fez na morte do índio em Mato Grosso do Sul na reintegração de terra que era de posse dos indígenas. Tomaram as terras, todas as riquezas que um dia foram deles, e agora querem tirar a dignidade e a vida destes autênticos brasileiros. A Funai lamenta a morte do índio, mas o que ela faz com os milhares de índios espalhados e jogados nas grandes cidades como animais de estimação? Outro dia, vi um índio todo machucado, com uma índia e uma criança no colo, pedindo esmolas no centro de uma grande cidade. Autoridades, peçam a conta, parem com esta tortura. Brasil sem miséria é Brasil sem políticos incompetentes de todos os partidos. Se partido político fosse bom, não seria partido, seria inteiro.
 
Manoel José Rodrigues manoel.poeta@hotmail.com 
Alvorada do Sul (PR)

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O MINISTÉRIO DA SAÚDE E AS PROSTITUTAS

O ministro da Saúde recua em campanha para prostitutas. Recuou por quê? A campanha foi intitulada de “Eu sou feliz sendo prostituta”. Tanta coisa muitíssimo mais séria para se preocupar na área da saúde do povo brasileiro, que está um verdadeiro caos. A inversão de valores do (des)governo do PT extrapola todos os limites do bom senso. Há pouco mais de quinze dias divulgaram outra notícia que só pode ter sido outro “boato” orquestrado pelo PT, em que usaram o nome da senadora Ana Rita (PT-ES), que informava a suposta aprovação pelo Senado de uma proposta polêmica de sua autoria para pagamento de uma bolsa mensal de R$ 2.000 para garotas de programa no Brasil, cujo desmentido ocorreu alguns dias após. Será que foi um “balão de ensaio”? Vão acusar a oposição, como ocorreu com o “boato” do Bolsa Família ou estão desviando a atenção dos brasileiros em razão de fatos mais graves que estão sendo encobertos? Enquanto isso, o PIB caindo, a inflação crescendo, os juros e o dólar subindo, além do maior déficit da balança de pagamentos, desde 1990. Como explicar? Quando a presidente Dilma vai começar a governar o País? Quando?
 
Luiz Dias lfd.silva@2me.com.br 
São Paulo

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SEIS POR MEIA DÚZIA

Em lugar de prostituta, que tal “Sou feliz sendo político”?!
 
J.S. Decol decoljs@globo.com 
São Paulo

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INTERESSES ESCUSOS

Minorias ou não, homofobia ou não, ser feliz sendo prostituta ou não, eis a questão. Mas da descaracterização da sociedade com esses temas ninguém fala. A quem interessa isso tudo? Interessa a um projeto maior de tomada do poder em definitivo em uma sociedade totalmente sem opinião e dependente de absurdos programas sociais. Oxalá os idealizadores desses absurdos todos – me refiro a essas sórdidas campanhas – não sejam descendentes de componentes dessas minorias, hoje tão em voga. Não posso e nem consigo acreditar que em países com governo sério haja campanhas desse tipo. Pobre Brasil, pobre povo brasileiro.
 
José Piacsek Neto bubapiacsek@yahoo.com.br 
Avanhandava

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PARADAS

Já temos a Parada Gay, por que não a “Parada Prostituta”? O governo está aí para apoiar qualquer besteira que renda votos.
 
Ariovaldo Batista arioba06@hotmail.com 
São Bernardo do Campo

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BOA OU RUIM, CERTA OU ERRADA

Sem entrar no mérito da campanha em si, é fácil criticar e incriminar as minorias. Acham que cumprem seu papel, como paladinos que julgam ser, como o messias tão esperado, com a verdade que somente a eles pertence, não se incomodando em ludibriar muitos desesperados, esconder suas próprias culpas, atribuí-las a outros e a clamar pela moral e bom costume da família brasileira, como se a eles fosse atribuída essa missão. Quem os conhece a fundo sabem que da boca para fora é uma história, mas a realidade acaba sendo outra. De quem estou falando? Ora, de todos que não querem enxergar e aceitar que a realidade em que vivemos, boa ou ruim, certa ou errada, é passível de mudanças, mas com sinceridade, honestidade e ética, e não com discursos vazios e sem sentido. 

Luiz Nusbaum lnusbaum@uol.com.br 
São Paulo

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FUNDO DO POÇO

Nós, os cidadãos comuns, agradecemos ao ministro da Saúde, Alexandre Padilha, pela campanha deseducativa que está lançando em prol da prostituição das jovens brasileiras. Quando achamos que já chegamos ao fundo do poço com esses petralhas no governo, deparamos com mais uma barbaridade, a campanha das profissionais do sexo: “Eu sou feliz sendo prostituta”. Essa é a forma mais hedionda de se tentar prevenir a Aids. E pensar que é esse senhor que está se preparando para ser governador do nosso Estado.

Leila E. Leitão
São Paulo 

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SOU FELIZ SENDO PROSTITUTA

Esse título acima, acreditem, faz parte de uma campanha já lançada pelo Ministério da Saúde, que por letras tortas e vexatórias quer combater a Aids e promover o Dia Internacional das Prostitutas, comemorado no dia 2 de junho!  Em primeiro lugar, duvido que a maioria das prostitutas tenha a coragem de afirmar que são felizes com essa atividade! Segundo: uma campanha esdrúxula e estúpida como essa do Ministério da Saúde pode já estar incentivando que jovens meninas de 12, 13, 14 anos de idade, como infelizmente já ocorre em grande escala no País, convençam-se ainda mais a se prostituir, certas de que serão felizes.  O que mais falta ao PT para indignar a nossa sociedade?! Talvez uma campanha que tenha como garoto propaganda, por exemplo, o José Dirceu, afirmando que, “é feliz por ser corrupto”?!  O Lula confirmando sua felicidade pelo mensalão?! Ou a presidente Dilma exaltando felicidade porque em seu governo o PIB é medíocre e a inflação, altíssima?!  Vamos parar de brincar com o País...

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com 
São Carlos

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ENORME ESTUPIDEZ

Primeiro tivemos o presidente Lula, que se vangloriava de nunca ter estudado e mesmo assim ter chegado a ocupar o maior cargo da Nação, desincentivando crianças a levar a sério o estudo e a escola. Agora, o Ministério da Saúde, na pessoa do ministro Alexandre Padilha, alegando pretender reduzir o estigma em torno da prostituição, lança uma campanha nas redes sociais cujas peças trazem a foto de uma “profissional do sexo” com os dizeres “Eu sou feliz sendo prostituta”! Não bastasse sabermos dos milhares de meninas nem bem saídas da infância que são exploradas sexualmente na beira das estradas brasileiras, incentivadas até pelos próprios pais, agora vem o governo dar força a esta barbárie. E note-se: a desculpa é que isso vai ajudar a retomar uma política de prevenção da Aids, cujo número de infectados aumentou significativamente nos últimos 10 anos. Por que será que aumentou, hein? Será possível que ao desmazelo com uma campanha da AIDS que vinha sendo exitosa e parâmetro mundial se tenha agora que somar esta enorme estupidez? Esta é a contribuição de Alexandre Padilha no controle da Aids?

Mara Montezuma Assaf montezuma.scriba@gmail.com 
São Paulo

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CONVERSA DE MARQUETEIRO

Agora o PT já está animado com a eleição para governador do Estado e parece que o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, é o escolhido. A situação da Saúde no Brasil é desesperadora, como mostram inúmeras reportagens nos jornais e nas televisões. Hospitais sucateados e médicos sem condições de trabalhar por não terem muitas vezes nem material de sutura de ferimentos. Falta de macas, aparelhos e remédios. Hospitais sujos e embolorados. Um caos total, um desprezo pelos cidadãos que tem que utilizar o sistema público de saúde. O ministro da Saúde quer importar médicos cubanos para tratar dos pobres no país, claramente dizendo que para os menos favorecidos servem profissionais sem qualificação. Agora tenta mais uma abordagem estúpida para a campanha sobre as doenças sexuais transmissíveis e a AIDS, doença que ultimamente voltou a crescer no país. A campanha "Sou feliz sendo prostituta" é de uma imbecilidade a toda prova. Mas o Sr. ministro usa da constante desculpa petista: eu não sabia. Paulistas, tomem cuidado para não cair na conversa dos marqueteiros!
 
Maria Tereza Murray terezamurray@hotmail.com 
São Paulo

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AUXÍLIO ALIMENTAÇÃO DE JUÍZES

Parabenizo o Conselho Nacional de Justiça pela decisão de suspender o pagamento de mais de R$ 100 milhões a juízes de oito Estados – entre eles São Paulo – pelo pagamento retroativo do auxílio-alimentação. Não tem o menor cabimento o pagamento de auxílio-alimentação aos magistrados, muito menos de forma retroativa. Os juízes de direito, no Brasil, já tem uma série de privilégios, como 60 dias de férias, licença-prêmio e mais penduricalhos, além de receber altos salários. Por que, então, eles teriam direito a receber auxílio-alimentação? Pior ainda é o pagamento retroativo, que viola sua natureza alimentar para se tornar em natureza indenizatória. Não existe almoço grátis, e é a sociedade quem paga a conta de tantos privilégios e pagamentos extras do Judiciário, algo inaceitável e que não se justifica sob qualquer ponto de vista, seja ele legal, jurídico, ético, moral ou administrativo, além de ferir o mais elementar bom senso.
 
Renato Khair renatokhair@uol.com.br 
São Paulo

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ANOS DE EVIDÊNCIA

Se os juízes não recebem auxilio alimentação desde 2004 e continuam vivos, é prova de que essa regalia é supérflua e não tem razão de ser. 

Victor Germano Pereira victorgermano@uol.com.br 
São Paulo

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DISPARATES

Disparates sem precedentes e lesivos aos cofres públicos, ocasionados pela força de quem usa uma toga: enquanto no País a população passa fome e sede, mergulhada em miséria e em abandono total quanto à saúde, à educação, à segurança e aos transportes, o presidente do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, Ivan Sartori, pratica mais uma artimanha, abrindo os cofres do Tribunal de Justiça para se garantir nas próximas eleições, distribuindo simplesmente R$ 87 milhões em auxílio alimentação em apenas cinco meses, sendo que este valor atingirá nada menos que R$ 310 milhões até o fim de 2013.

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br 
São Paulo

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CRIAÇÃO DE NOVOS MUNICÍPIOS

O projeto que facilita a criação de municípios foi aprovado na Câmara dos Deputados. Existem protocolados, nas Assembléias Legislativas, 397 pedidos de criação de novas cidades, mas, segundo a Confederação Nacional dos Municípios, há dois anos já havia 807 iniciativas de emancipação, o que representa quase 15% do total de municípios existentes no território nacional. Só isso geraria pelo menos 8877 novos cargos de prefeito, vice-prefeito e vereadores, sem contar os diretores e assessores. A prática emancipatória do passado é desastrosa. Distritos sem condições foram transformados em municípios e hoje têm como principais rendas o federal Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e as cotas do estadual Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). Dali tiram o dinheiro para pagar os salários de seus prefeitos, vices, vereadores, diretores, assessores e outros inexistentes, quando distritos. Melhor seria que esse recurso fosse aplicado em serviços públicos. Salvo exceções, a emancipação em nada melhorou a vida da população. O quadro ficou tão ruim que, em 1996, foram criadas as regras mais rígidas, que o projeto em tramitação pelo Congresso pode vir a afrouxar. A matéria segue agora para o Senado. Espera-se que os senadores atentem bem para a problemática municipal. Em vez de criar novos municípios, o ideal seria resolver os problemas dos já existentes. Criar novas administrações sem resolver os problemas das atuais é o mesmo que repartir a miséria. O mesmo bolo terá de ser picado num maior número de fatias que, por uma razão física, serão menores que as atuais.  
 
Dirceu Cardoso Gonçalves aspomilpm@terra.com.br                                                                                                       
São Paulo

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BALCÕES DE NEGÓCIOS

Mais uma despesa para o bolso do cidadão. A Câmara aprovou, e agora segue para o Senado, o projeto que devolve às assembleias a autonomia para a criação de novos municípios. O texto, segundo o projeto, estabelece regras mais rígidas que as existentes em 1996. Agora, entre outras exigências, será exigido um Estudo de Viabilidade Municipal (nome pomposo não?), como se isso não fosse passível de ser elaborado fraudulentamente, além dos plebiscitos envolvendo a cidade a ser emancipada e a cidade-mãe. Deveriam consultar também se os demais brasileiros, dos outros estados, querem isso, pois isso vai estourar o bolso deles. Vai voltar a farra. Ainda mais porque são as assembleias que decidirão, balcões de negócios como elas são... Quem precisa de um Legislativo desse, hein?

Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com 
Vila Isabel

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CORTE DO IOF

Como sempre, o governo demora demais para tomar atitudes. Sem atrativos favoráveis, ninguém ou nenhum país investirá no brasil. Por que só agora o corte do IOF para investimento estrangeiro, e não há seis meses? Este é o grande problema dos governistas atuais: são muito lentos no gatilho, parecem aqueles técnicos de futebol que só fazem mudanças aos 35 minutos do segundo tempo, quando já não ha mais tempo para reverter o resultado.

Arnaldo de Almeida Dotoli arnaldodotoli@hotmail.com 
São Paulo

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HISTÓRIA PELA METADE

O artigo de um desembargador aposentado na edição de 4/6 do “Estado”, na página A2, tem um título sugestivo: “O Supremo e seus fantasmas”. Este título leva a algumas avaliações, mas a uma conclusão: ele tem a visão idêntica à de muitos que usam o processo do mensalão para tentar desgastar o segmento social que comanda o Brasil há 10 anos. Mas não cita em nenhum momento a coincidência de o processo ter sido pautado próximo a um período eleitoral – mesmo assim, o eleitorado não levou o fato em consideração. O desembargador também não citou que um processo idêntico, iniciado em 1998, o “mensalão mineiro”, não tem seu julgamento cogitado. Em se tratando de um ex-integrante do Judiciário, esperava mais de sua avaliação, que nem sequer levou em consideração a importância do “trânsito em julgado” do atual processo. 

Uriel Villas Boas urielvillasboas@yahoo.com.br 
Santos

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VOTO DE CONFIANÇA

Não acredito em nada que a dona Dilma diz a menos que o núcleo duro do Partido dos Trabalhadores denuncie publicamente os conchavos tramados no Foro de São Paulo.

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br 
Monte Santo de Minas (MG)

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ENQUANTO ISSO, EM CUBA

Quem disse que é ruim viver num país comunista? Vejam as vantagens: alimentos racionados por família, compras na cadernetinha, salário mínimo de 420 pesos. Tanto um médico quanto um gari recebem pouco mais do que o equivalente a R$ 30,00 por mês. O salário é o mesmo para todos. Encontra-se médico trabalhando como guia turístico, talvez a explicação da vinda de médicos cubanos para o Brasil, praia para turistas separada dos moradores de Cuba, assim como hotéis, restaurantes, etc. A internet é limitada, o sinal veio de um cabo da Venezuela. Valor da hora? Pasme: R$ 18. Uma fortuna, considerado o salário daquele povo. Todo o atraso deve-se aos dois tiranos e retrógrados irmãos Castro, que pararam no tempo, quando o assunto é melhorar a vida das pessoas, mas são extremamente espertos com a melhora de suas vidas e suas contas bancárias. O modelo de Cuba é o sonho dos governantes populistas da esquerda, tais como Venezuela, Bolívia, Argentina e logo mais o Brasil, que flerta com esses esquerdistas, dando-lhes dinheiro, entregando-lhe estatais e perdoando-lhes as dívidas. 

Luciana Lins lucianavlins@gmail.com 
Campinas

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PARADA GAY ESVAZIADA

Ficam especulando mil causas para um esvaziamento gigante da Parada Gay e eu penso que existe apenas um motivo: a fanatização da causa. Perdeu a graça, a espontaneidade, o prazer, virou um fanatismo, como os dos religiosos chatos, que ficam botando a culpa em Deus de suas limitações e caretices. A Parada Gay virou um pouco isto, a brincadeira que levava o grande público acabou, enfim, acabou o carnaval. Mas é valida pela luta ao fim do preconceito da idade média. Espero que a farra volte ao natural.
 
Roberto Moreira Da Silva rrobertoms@uol.com.br 
São Paulo

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VIOLÊNCIA

Provavelmente seria ótimo continuar com toda a corporação da Policia Militar fazendo segurança todos os dias em frente ao Comércio do Estado de São Paulo, desde que à noite e nas madrugadas a segurança seja reforçada e de qualidade, pois é nesse período que acontecem roubos.
  
Antonio de Souza D Agrella antoniodagrella@yahoo.com.br 
Ermelindo Matarazzo

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AUTOMÓVEIS E ASSASSINATOS

Tanto tem se falado na diminuição da idade penal... Por que não se vota um projeto de lei que determina que os pais e/ou responsáveis sejam indiciados quando o menor cometer um crime? Aos mesmos moldes de quando um menor provoca um acidente dirigindo um automóvel.
 
Erasmo da Silva Azevedo erasmo2000@bol.com.br 
São Paulo

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CRIMINALIDADE ESTRATOSFÉRICA

A criminalidade cresce a níveis “estratosféricos”, mas nada se muda em nossa legislação penal/reeducativa, nem em nosso sistema prisional. E nenhum criminoso do “colarinho branco” está na cadeia.

Nilton de Freitas Guimarães nfguimaraeseo@gmail.com 
Jacarepaguá (RJ)

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ENDEMIA

A criminalidade no Brasil é endêmica, decorrente de fatores legais e estruturais dos órgãos afins, associados à descompostura ética e à cultura da impunidade. Basta ver o absurdo do limite da maioridade penal. Urge uma mudança no Brasil! 

José Carlos Xavier cpa.xavier@hotmail.com 
São Paulo

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DIA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE (5/6)

Em pleno Século 21, nada foi colocado em prática pelos governantes que assinaram os compromissos assumidos na Cúpula da Rio92 e na Rio+20, organizadas pela ONU, a não ser a grande inação e o descaso com as questões ambientais, que já saíram das agendas dos governantes, que agora se preocupam mais em buscar soluções para suas crises fiscais e econômicas, preservando seus cargos a qualquer custo e a qualquer preço. O que vemos hoje é um descaso com relação ao lixo urbano, que soma, diariamente, 4 milhões de toneladas. Somente 8% são reciclados nos países ricos e nos emergentes não mais que 2,5%. O Brasil produz 270 mil toneladas diariamente; São Paulo produz 17.000 toneladas e recicla 2500 toneladas.  Rio de Janeiro e outros Estados nem aparecem nos índices, a não ser quanto à deposição nos lixões a céu aberto em todo Brasil. Nossos rios estão todos poluídos pela enorme carga de esgotos doméstico e industrial que recebem das cidades. Somos vítimas da poluição do ar, causada pelos milhões de veículos nas cidades, que já ocupam 75% do espaço nas ruas e avenidas, somando-se à impermeabilização do solo produzido pelo cimento e asfalto na selva de pedra. Nossas árvores urbanas, parques e praças estão também em extinção: elas dão lugar à corrida e à ganância da nova exploração imobiliária. Com o consentimento do governo federal, já somos o segundo maior importador de agrotóxicos no mundo, todos utilizados nos produtos que consumimos, cada vez nocivos à nossa saúde. Milhões são afetados. Poucos sabem dessa tragédia contra a natureza a biodiversidade e a vida. Esse é o retrato do Meio Ambiente hoje no Brasil e no Mundo.

Jose Pedro Naisser jpnaisser@brturbo.com.br 
Curitiba
   

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O HOMEM É O LOBO DO HOMEM

No Dia Mundial do Meio Ambiente, o Brasil só tem a lamentar a situação em que se encontram os nossos Micos Leões Dourados, Lobos-Guarás, Tamanduás Bandeira, Tatu-Bola, sem falar na enorme variedade de pássaros que a cada ano perdem seu habitat pela ação predatória do bicho homem. O Instituto Brasileiro de Meio Ambiente (Ibama), que tem uma quantidade incontável de órgãos de apoio espalhados por todo o território nacional, até agora só tem servido (praxe do governo) de cabide de emprego, tendo em vista as mais recentes estatísticas sobre a mata atlântica. A nova edição do Atlas da Mata Atlântica mostra que foram desmatadas 21.977 hectares de floresta entre 2011 e 2012 nos 17 estados onde foi feito o levantamento. A área perdida corresponde a 50% superior a perdida entre 2010 e 2011, acrescidos de 1.554 hectares de restinga e 17 hectares de mangue. O desmatamento não obedece a lei. A madeira derrubada dessas áreas vai para as serrarias ou é transformada em carvão para as siderúrgicas. Esporadicamente, a TV mostra a ação dos predadores sendo surpreendidos pela polícia e a madeira confiscada. Só não se tem conhecimento é se alguém foi processado, condenado e preso. As serrarias e carvoarias espalhadas pela floresta estão sempre sob o beneplácito de políticos de Brasília. Para se ter uma medida dessa tragédia, só na mata atlântica foram destruídas em dois anos o equivalente a 22.000 estádios como o Maracanã. Perdem o meio ambiente, a fauna, a flora, os mananciais e ganha a extinção. “Homo homini lúpus” (Plauto 254-184- “Asinaria”). O homem é o lobo do homem.
 
Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com 
Vassouras (RJ)

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SECA NO NORDESTE
 
Estamos no início de junho e tivemos um inverno muito irregular. Choveu em maio em algumas localidades, mas não se garantiu a safra de milho e muitas vezes a de feijão. A inflação come o pouco dinheiro dos programas de distribuição de renda. A economia do nordeste brasileiro é frágil e o dinheiro não circula quando não há produção e geração de empregos. A solução é trabalhar para o bem comum. A cooperação deve ser a força. Associações com geração de renda são caminhos para a superação dos vícios de uma economia de atravessadores e pobre de iniciativas populares.
 
Paulo Roberto Girão Lessa paulinhogirao@uol.com.br 
Fortaleza

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