Fórum dos Leitores

MENSALÃO

O Estado de S.Paulo - Atualizado às 5h34

07 Junho 2013 | 02h05

'Ponto fora da curva'

Extremamente infelizes as declarações do novo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, que em sabatina no Congresso disse que o STF "endureceu" no caso do mensalão e que o julgamento foi "um ponto fora da curva". Lembro ao ministro que é de tanto dar moleza a meliantes que os brasileiros não acreditam mais na Justiça do Brasil. Num país civilizado, com uma Justiça forte, condenar criminosos tem de ser a regra, e nunca um ponto fora da curva.

FERNANDO FENERICH

ffenerich@gmail.com

São Paulo

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Pela tangente

Ao dizer que o julgamento do mensalão foi "um ponto fora da curva", o ministro Luís Roberto Barroso saiu pela tangente ao não dar o devido peso ao que foi o mensalão: o Executivo comprando o apoio de parlamentares num esquema de corrupção jamais visto antes. Dizer também que a Corte "endureceu" no caso foi uma piada de mau gosto, pois, se o mensalão prosperasse, hoje já estaríamos em situação semelhante à da Venezuela ou da Argentina, onde os juízes já estão sob controle do Executivo. A punição no caso, portanto, tem de ser exemplar. 

TANIA TAVARES

taniatma@hotmail.com

São Paulo

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O STF foi 'duro'

Esperamos que não haja nenhuma intenção de "amolecer" no caso do mensalão. A decisão do STF foi o que sempre desejamos. Portanto, nada a mudar.

JOSÉ WILSON LOPES

jwlopes@uol.com.br

Garça

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Tradução

"O Supremo endureceu no caso do mensalão." Traduzindo para o português do PT: todos serão absolvidos. Se bobear, ainda pedirão indenização por danos morais. Viva a República petista, que veio para mudar a História, como nunca antes neste país!

JOSÉ MILTON GALINDO

galindo52@hotmail.com

Eldorado

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Prejulgamento

As declarações do novo ministro do Supremo não podem ser interpretadas como prévio julgamento da apreciação dos recursos e das condenações dos mensaleiros? Outra dúvida: será que a recusa do publicitário Marcos Valério em aceitar a delação premiada não foi premonição?

ANTONIO BRANDILEONE

abrandileone@uol.com.br

Assis

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Benevolentes

Discordo integralmente do novo ministro quando diz que o Supremo endureceu com os réus do mensalão. Minha opinião é de que eles foram extremamente benevolentes. Ao estabelecerem que um determinado delito cuja pena variava de 2 a 12 anos, na quase totalidade das vezes arbitravam a dose mínima. Infelizmente, não levaram em consideração a gravidade dos fatos. Assim, a pena do réu mais visado não passou de 10 anos, quando deveria ser de 30 anos. Começou mal o ministro.

PAULO H. COIMBRA DE OLIVEIRA

ph.coimbraoliveira@gmail.com

Rio de Janeiro

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Missão a cumprir

Luís Roberto Barroso já chegou abrindo a caixa de ferramentas, como se diz no meio esportivo. Referindo-se ao mensalão, afirmou que não é pautado por ninguém, "nem governo nem imprensa nem acusados". E disse isso sorrindo para as câmeras, com a empáfia de quem sabe que tem uma missão a cumprir. O ministro equivoca-se, pois todo o povo brasileiro sabe que a primeira missão dele é satisfazer os desejos de quem o indicou para a Corte, isto é, livrar a cara dos os mensaleiros ligados ao PT. Quem viver verá.

CÁSSIA MOREIRA

silvanamartinezcury@yahoo.com.br

São José do Rio Preto

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Mais político que juiz

Pena que as nossas esperanças com o novo ministro do STF tenham chegado ao fim. Depois da sabatina de terça-feira, deu-nos a nítida impressão de que, como juiz do Supremo, ele estaria melhor no Congresso: é muito mais político do que juiz. Mais um para anular as nossas crenças de que a Justiça louve a imparcialidade. Tomara que nós, leigos, estejamos errados. O tempo dirá.

LEILA E. LEITÃO

São Paulo

Aprovado?

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Será que a quase unanimidade ao nome de Luís Roberto Barroso, quando de sua indicação ao STF, ainda persiste?

LUIZ ANTONIO FESCINA

terrasfescina@terra.com.br

Conchas

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Impedido

A declaração do novo ministro sobre o mensalão nada mais foi do que um prejulgamento. Uma declaração política e extemporânea. Resta-nos, agora, esperar que ele se exima de analisar os recursos pendentes.

ROBERTO LUIZ PINTO E SILVA

robertolpsilva@hotmail.com

São Paulo

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Mensaleiros condenados

Foram denunciados, processados, julgados com direito a defesa pelos melhores advogados do Brasil e condenados à prisão e a pagar multa pecuniária. Agora, que ainda resta recurso, a população brasileira que se acautele, pois, ao que parece, pelo voto (já definido) do novo ministro, jamais veremos os mensaleiros engaiolados.

JOSE ROBERTO MARFORIO

bobmarforio@gmail.com

São Paulo

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Minorias e maioridade

Na sabatina no Congresso, o novo ministro do STF também falou em defesa das minorias. Disse ele: "As minorias precisam de tribunais, porque o Congresso é a Casa das maiorias". Discordo. Os tribunais não estão aí para fazer "justiça social", mas para aplicar as leis, que valem para todos. O Congresso é, afinal, a representação de todos. Se os tribunais agirem só em defesa de minorias, o que será das maiorias nesta esfera? Quanto à redução da maioridade penal, disse o juiz que "é preciso medir as consequências", pois ela sobrecarregaria o sistema prisional. Penso que o dr. Barroso deveria, sim, pensar nas consequências de bandidos à solta. São mais de 50 mil homicídios anuais no Brasil. Barroso repete os argumentos do governo, a quem caberia, afinal de contas, adequar o sistema prisional às necessidades atuais, mas não o faz. Sobre a alegada "dureza" do STF no caso do mensalão, essa dispensa comentários. Humildemente, como cidadã que pouco conhece do Direito, mas é apegada à lógica, não fiquei contente. Fiquei, sim, preocupada. O novo juiz se parece mais com um político do que com um juiz.

MARIA C. ROCHA AZEVEDO

crisrochazevedo@hotmail.com

Florianópolis

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LUÍS BARROSO E O MENSALÃO

E já declara o seu voto sobre o julgamento do “mensalulão” o advogado Luís Roberto Barroso, que foi indicado pela presidente e aprovado em 5/6 pelo Senado para assumir o cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). Afirmou que o julgamento do “mensalulão” foi “um ponto fora da curva” e que, em comparação com jurisprudências da Corte, as sentenças teriam sido mais duras. Estranho: na sabatina do Senado enfatizou que agirá com independência e será imune a eventuais pressões do governo, da opinião pública, dos acusados (condenados). Nem precisava amolecer o “rigor” do julgamento. Não é necessário falar mais nada a respeito. Agora já entendemos e sabemos a sua opinião e o seu voto. Que dureza!
 
Luiz Dias lfd.silva@2me.com.br 
São Paulo
 
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UM ÓTIMO ADVOGADO

Depois da sabatina no Senado e pelo teor das respostas fornecidas pelo novo ministro do STF, Sr. Luís Roberto Barroso, já sinto um forte aroma de pizza no ar lá pelos lados de Brasília, quanto aos resultados da finalização do julgamento da ação penal 470, vulgo “Mensalão”. O ministro Barroso disse que o STF aumentou o rigor ao julgar o mensalão e que este julgamento foi “um ponto fora da curva” da história do tribunal. Certamente o Sr. Barroso deve ser ótimo advogado, mesmo porque um dos seus clientes foi o Cesare Battisti, acusado pela Itália de ter envolvimento com a máfia e de ter assassinado quatro pessoas. Todavia, este italiano não foi extraditado pelo nosso (des)governo, que não obedeceu às leis vigentes dos dois Países envolvidos, Brasil e Itália. Outro fato que nos deixa receosos é que este nobre advogado tenha sido indicado pelo apedeuta Lula da Silva, que, por sua vez, estava sendo acusado por Marcos Valério de ter pleno conhecimento do mensalão. Agora, porém, o mineiro está querendo ficar quietinho e nem quer o benefício da delação premiada, a que tem direito. Portanto, os petralhas José Dirceu e Genoíno, mais o João Paulo Cunha e o Delúbio Soares, até então condenados pelo STF, já poderão comemorar a redução das penas ou até mesmo a absolvição, muito embora o povo brasileiro saiba que estes políticos do PT foram os responsáveis pela execução do mensalão a partir de 2003. Na hora de votar, vamos acordar, Brasil!
 
Antônio Carelli Filho palestrino1949@hotmail.com 
Taubaté

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MINISTRO SEM PAUTA

O advogado Luís Roberto Barroso, novo ministro do STF, considerou que o julgamento do mensalão foi “um ponto fora da curva”. Ele defendeu a prisão domiciliar monitorada, explicando que ela se aplicaria a pessoas condenadas por crimes que não envolvam violência. Aliás, foi até oportuno ele lembrar esse aspecto, pois nos lembramos de José Dirceu, que foi condenado a quase 11 anos de prisão, mas, após cumprir menos de dois anos de prisão, poderá mudar para o regime semiaberto. Se não houver vaga no semiaberto, ele poderá ir direto para o regime aberto, regime em que ele já se encontra, pois nunca dormiu na cadeia. Tem outro caso bastante didático, o de Thor, filho de Eike Batista, que atropelou e matou um morador de Ubatuba, que, apesar da brutal violência, não foi preso e se recusa a pagar a multa de R$ 1 milhão por considerá-la alta demais – certamente vai conseguir diminuí-la consideravelmente. Depois o ministro Barroso deu uma de galo: “Ninguém me pauta, nem governo, nem imprensa, nem acusados, nem a opinião pública. Somente farei o que achar certo”. Trocando em miúdos, não vai dar bola para a imprensa, muito menos para a população, cujos processos nem chegam ao Supremo. Esse não disse, mas já mostrou a que veio: deverá lutar pela redução das penas de Dirceu, Genuíno e Delúbio,  submetendo-os  à tal da prisão domiciliar monitorada, talvez em algum resort da Bahia. Nós achamos que um ponto fora da curva é esse ministro sem pauta, cujo ego é tão inflado que vai ser conhecido como o “ministro da togona preta”.

João Henrique Rieder rieder@uol.com.br 
São Paulo

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ENCOMENDA DE IMPUNIDADE

É temerário o que o novo ministro do STF, sabatinado e aprovado pelo Senado, Luís Roberto Barroso, informou, dizendo que o STF foi muito “duro” no julgamento do mensalão. Seria a presunção da inocência dos condenados? Ao que tudo indica, a indicação do ministro pela presidente está indicando novos rumos ao “proce$$o” da ação penal 470. Perigo à vista... Ou foi a “encomenda” da impunidade? Cada qual faça o seu juízo!
 
Maria Teresa Amaral mteresa0409@2me.com.br 
São Paulo

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IMUNIDADE POLIVALENTE

Quando o Sr. Barroso diz sobre o STF ser “duro” no processo contra os mensaleiros, que ele leve em consideração que a população apoiou a atitude dura contra a quadrilha de corruptos. Já sobre a afirmação de ele ser imune a pressões (de governo, imprensa e acusados), é de se perguntar se também está imune à pressão popular por moralidade e punição à corrupção desses políticos.

Flávio Cesar Pigari flavio.pigari@gmail.com 
Jales

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AMNÉSIA SELETIVA

O advogado militante de esquerda escolhido para ministro do STF, Luis Roberto Barroso, diz que não precisava deixar uma carreira vitoriosa como advogado e professor para fazer um mau papel alhures. Esqueceu-se do papelão que fez em defender tese contra a extradição de um criminoso já julgado e condenado em tribunal italiano como sendo terrorista? 

Paulo Marcos Gomes Lustoza pmlustoz@gmail.com 
Rio de Janeiro

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DE DAR DÓ

O comentário do ministro Luis Roberto Barroso, ao ser sabatinado pelo Senado, de que as penas dadas aos mensaleiros foram “muito duras” já nos indica por quem seu coração dobra. Provavelmente ele é a favor de penas alternativas, como entrega de cestas básicas, serviço comunitário, etc. Como não cabe ao povo sabatiná-lo, gostaríamos de saber qual a sugestão do ministro para repor aos cofres públicos os quase R$ 200 milhões surrupiados pela quadrilha. Provavelmente essa não é uma preocupação dele, porque o dinheiro é de todos os brasileiros. Saiu dos 190 milhões de pessoas, pobres ou ricas, sem rostos, apenas mãos apontando para o “pega ladrão”. Por isso ele diz não se importar com a opinião pública. Provavelmente o fruto do seu trabalho está bem guardado, lacrado e com senha. Já o dos cofres públicos é dinheiro de ninguém. O que deve doer é ver Zé Dirceu, Delúbio, Marcos Valério, João Paulo Cunha e tantos outros rostos conhecidos amargando na cadeia. Dá dó, não é, ministro Barroso?

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br 
São Paulo

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A DURA REALIDADE

Sr. Barroso: “Duro” é enfrentar as filas dos postos de saúde de madrugada! “Duro” é não poder sair de casa por medo de ser sequestrado! “Duro” é não ter saneamento e educação dignos! “Duro” é enfrentar os congestionamentos todos os dias! “Duro” é perder entes queridos pelas estradas em péssimas condições! “Duro” é pagar 150 dias de trabalho em impostos! “Duro” finalmente, é saber que tudo isto é consequência da corrupção e dos mensaleiros! E ainda mais “duro” será se os responsáveis por tudo isso não forem exemplarmente punidos!
 
José Gilberto Silvestrini jsilvestrini@hotmail.com 
Pirassununga
  
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PIZZA FEDERAL

A fala do ministro Barroso no Senado prenuncia a pizza indigesta em preparação na cúpula petista, a ser servida em breve à população brasileira. Disse o ministro: “O STF foi duro no caso do mensalão”. Duro vai ser engolir mais essa...

Victor Germano Pereira victorgermano@uol.com.br 
São Paulo

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REFINADA ENCENAÇÃO

Barroso nem precisava ter aberto a boca durante a sabatina a que foi submetido no Senado para ser indicado como o mais novo ministro do STF, já que tudo é a mais refinada encenação. E o que ele declarou sobre o rigor excessivo que – segundo ele – foi usado durante o julgamento do mensalão nos serve de bússola para nortear o rumo que ele pretende dar a este assunto: sua ação servirá para modificar/amenizar as penas impostas aos condenados. Ou seja, sua excelência José Dirceu e seus asseclas não pagarão por seus crimes atrás das grades. Caramba, como Lula tem poder!

Mara Montezuma Assaf montezuma.scriba@gmail.com 
São Paulo

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O MENSALÃO E SEU RESULTADO
 
Acaba o Senado da República de aprovar a indicação de Luís Roberto Barroso para ministro do STF, eminente jurista que então julgará também, em breve, a ação penal 470. Como bem salientou no “Estado”, recentemente – edição de 4/6, página A2 – o jurista e desembargador aposentado Aloísio Toledo César, há possibilidade de que haja novo julgamento do mensalão, até com absolvições, dado que houve condenações com quatro votos contrários. Como temos, na Suprema Corte, mais dois novos ministros – Teori Zavascki e Luís Roberto Barroso – a soma de seus votos poderá dar maioria contra o resultado anterior. E, assim ocorrendo, teremos a desmoralização total da Justiça neste país. Como todos bons democratas devem torcer para que o Poder Judiciário seja a última trincheira contra as arbitrariedades, contra a corrupção e contra as ilegalidades, vamos todos esperar que o mensalão seja realmente a demonstração punitiva contra a corrupção e a desfaçatez política.

José Carlos de Carvalho Carneiro carneirojc@ig.com.br 
Rio Claro

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IMPUNIDADE: ‘FORA DA CURVA’

A propósito da declaração do novo ministro Barroso, do STF, tenho a dizer que “fora da curva” é a impunidade existente, hoje, de maneira geral, em nosso país. Espero, sinceramente, que ele ajude a eliminar a indignação com relação ao assunto e dê um pouco mais de esperança a todos os brasileiros.

Alvaro Salvi alvarosalvi@hotmail.com 
Santo André

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DE CIMA PARA BAIXO

O advogado Luís Roberto Barroso, em sabatina na Comissão de Justiça do Senado, foi habilidoso e tentou agradar a todos – o Judiciário, o Legislativo e o cidadão preocupado. Para o Judiciário, disse que deveria ser “deferente” ao Legislativo, quando o assunto são leis. “O Judiciário não pode nem deve sobrepor a sua valoração política sobre a de quem foi eleito (parlamentares)”.  Para o Legislativo, que o Judiciário deve atuar quando houver “lacunas”, uma afronta evidente à Constituição, ou interesses em jogo.  Ou seja, na defesa da democracia deve haver um respeito total às leis, especialmente daqueles que representam o eleitor e juraram cumprir seus cargos com honestidade e sob o ordenamento jurídico da Constituição.  No caso do mensalão, nos deixou mais confiantes quando afirmou que não será pautado por ninguém. Espero que leve em conta que a impunidade está em jogo e que o exemplo vindo de cima, atingindo os que se julgam acima das leis, tem mais chance de vingar.  O Brasil todo, em especial o cidadão honesto que sofre pesada carga fiscal sem retorno, está de olho na justa, rápida e eficaz conclusão desse processo, com a devida punição dos culpados!
 
Silvano Corrêa scorrea@uol.com.br 
São Paulo

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DÚVIDA TORTURANTE

A demora do encaminhamento ao final do mensalão, com os devidos embargos de declaração e os esclarecimentos para dirimir as dúvidas sobre a validade dos embargos infringentes no STF, deixa os cidadãos no vácuo. A angústia e o tédio da falta de notícias sobre esse assunto assusta aqueles que têm esperança de que o Brasil virará a página da impunidade. Enquanto se processava o julgamento, o povo sentia uma espécie de oxigenação no ar poluído da criminalidade, da maracutaia e da propaganda enganosa. Porém, com esta fermata, antes do “gran finale”, o suspense impinge o silêncio e a dúvida torturante sobre a competência da Justiça brasileira.

Mário Negrão Borgonovi marionegrao.borgonovi@gmail.com 
Rio de Janeiro

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EFICIENTE MAGISTRADO, COMPETENTE EXECUTIVO?

Algumas pessoas promovem o nome do ministro do STF, Joaquim Barbosa, para presidente, o que provavelmente não seria o melhor para o Brasil. Observa-se que um grande desejo de nossa sociedade é o restabelecimento da eficiência da Justiça, área em que ele está realizando um excelente trabalho. Falta muito, no entanto, para recuperar uma Justiça que “não funciona” para a maioria dos cidadãos, que havia sido “comprada” pelo Poder Executivo por meio de nomeações e outras benesses, que, em conjunto com o Congresso Nacional, mantinha até recentemente uma “troca de favores”, o que incluiu uma grande quantidade de impunidades de parlamentares. O comprometimento da Justiça abrange também grande número de funcionários públicos desonestos, cuja parcela condenada por desvios é uma quantidade ínfima, sendo que quase não há recuperação de bens ou valores roubados do Estado. Queixa-se a população da falta de celeridade dos processos e aos processados, falta ou grande atraso em julgamentos. Há, também, muitos presos sem culpa formada. É, portanto, extremamente importante que se dê mais atenção à melhoria da eficiência da Justiça, sem o que não teremos um país justo, um Congresso e um Executivo formados por pessoas íntegras, honestas e cumpridoras das leis.  Estes dois Poderes sofrem de grande impunidade de seus membros faltosos, o que somente a Justiça, na falta dos eleitores, poderá coibir. Perder um eficiente magistrado pode significar não obter um competente executivo, como já ficou demonstrado em um caso relativamente recente.

Fabio Figueiredo fafig3@terra.com.br 
São Paulo

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PARLAMENTARES E VERBAS INDIVIDUAIS

O Planalto libera verbas individuais para parlamentares – no caso, R$ 1,5 bilhão para próxima quinzena – ao PMDB, prometidos quando da votação da MP dos portos, e prevê outra liberação para meados de julho, quando da votação da lei de diretrizes. Não seria isso uma confissão de compras de votos? Eu só queria entender...

Arnaldo de Almeida Dotoli arnaldodotoli@hotmail.com 
São Paulo

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MARCOS VALÉRIO E A DELAÇÃO PREMIADA
 
Conforme noticiário, Marcos Valério, operador mor do mensalão, não aceitou a tal da delação premiada, o que certamente implicaria e muito o ex-presidente Lula & Cia. Cá entre nós, nem o mais desinformado e ingênuo cidadão acreditaria que fosse diferente.  Há tremendos interesses por trás desse lamaçal. E tem mais, Marcos Valério certamente já foi ou já está mais do que premiado. Ouso dizer que seu prêmio durará por várias e várias gerações.  Basta, para tanto, continuar com seu “biquinho” bem fechado.  E, como se costuma dizer, está tudo dominado. E não se fala mais no assunto. 
 
José Marques seuqram.esoj@bol.com.br 
São Paulo

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MALUF

A Prefeitura do Município de São Paulo finalmente acaba de receber pequena parte dos valores desviados pelo ex-prefeito Paulo Salim Maluf, um péssimo exemplo para todos os brasileiros. Durante anos afirmou que não possuía conta no exterior e que quem encontrasse poderia ficar com dinheiro (não era dele mesmo) – isso ficou comprovado, embora vá negar eternamente. Será que vai continuar fazendo parte da Câmara Federal e recebendo do erário, pago por todos nós, cidadãos brasileiros? Como ficou comprovado o ato ilícito e vergonhoso, no mínimo deverá ter cassado o seu mandato de deputado federal e seus direitos políticos, com o impedimento de mostrarem a sua imagem em toda a mídia – imagens de meliantes, de bandidos, de ladrões e criminosos vemos nas TVs, jornais e revistas diariamente. Agora, como aliado político do PT, pode gozar de algumas “vantagens” em troca do apoio que elegeu o atual prefeito de SP. Que pena ver o Brasil nas “mãos” de uma extensa quadrilha de bandidos. Como tem eleitores “cegos e surdos”, será que vão continuar votando nessa corja? Que direito terão para reclamar? É muita ignorância ou fazem parte do esquema? E o restante do valor desviado – ou melhor, roubado – quando retornará aos cofres do município? Estão transformando o Brasil em “país rico, país sem nobreza”! 

Luiz Dias lfd.silva@2me.com.br 
São Paulo
 
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CORRUPÇÃO GENERALIZADA

Desgraçadamente a corrupção e o superfaturamento, em todos os níveis, fazem parte do dia a dia da administração pública brasileira. Desta forma, não é admissível que apenas o Maluf, de forma sistemática e recorrente, leve a pecha de corrupto e figuras como Orestes Quércia, Luiz Antonio Fleury Filho, Newton Cardoso, José Sarney, Fernando Collor de Mello, Renan Calheiros, Jader Barbalho, etc., sejam poupados. Cito também o caso das privatizações, em que Sergio Motta fez o papel de PC Farias da cúpula tucana. Mesmo sendo crítico veemente do argumento “rouba, mas faz”, considero inquestionável que o Maluf realizou grandes obras, ao contrário dos políticos que foram citados como participantes de um grande universo de corrupção.
 
Paulo Sergio Fidelis Gomes psf.gomes@ig.com.br 
São Paulo

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TUPÃ

Vivo fosse, o escritor austríaco Stefan Zweig estaria lançando um novo livro com o título “Brasil, um país do passado”. O mundo do século 21 deve estar atônito com o que está acontecendo no nosso país. Na descoberta fomos chamados pelos portugueses de “Ilha de Vera Cruz”, posteriormente “Terra Nova”, “Terra dos Papagaios”, “Terra de Vera Cruz”, “Terra de Santa Cruz do Brasil”, “Terra do Brasil” e, finalmente, em 1526, devido ao pau-brasil, Brasil. Tantas foram as nomenclaturas de acordo com a época que na atual o nome mais sugestivo seria “Bataclan”. Observem essa sequência.O Legislativo está totalmente abduzido pelo Executivo, que se impõe pelas Medidas Provisórias (MPs) e pelos Decretos. O dinheiro é gasto à tripa forra, de forma indevida e com proteção do sigilo. Para se manter no poder o voto é comprado descaradamente à luz do dia. Índios totalmente integrados à sociedade do branco invadem propriedades, queimam casas, destroem patrimônios e paralisam obras faraônicas do governo e ainda são protegidos pela Justiça. O Movimento dos Sem Terra, um braço armado do Partido dos Trabalhadores, invade fazendas produtivas, saqueia e destrói em nome de uma impunidade sem limites. Chamar o Brasil de “Bataclan” seria uma ofensa ao bordel de Ilhéus (BA), cenário do livro “Gabriela, cravo e canela”, de Jorge Amado. Sob a casca de “bons selvagens”, pode ser que queiram o Brasil de volta, com pedido de desculpas pelo estrago feito e uma generosa indenização. Louvemos a Tupã.
 
Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com 
Vassouras (RJ)

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MUDANÇA DE ESTRATÉGIA

Os aposentados que são oprimidos, tungados por este governo infame, estão vendo bem o que devem fazer para que o governo negocie suas justas reivindicações: devem assumir atitudes enérgicas, vestir tangas e se comportar como os índios, invadindo não fazendas, e sim postos da Previdência Social. Quando morrer alguém de uma das partes eles com certeza vão querer negociar.  

José Mendes josemendesca@ig.com.br 
Votorantim

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COLECIONANDO INIMIGOS

Quem será a próxima vítima que a presidente Dilma vai cutucar?
Primeiro os sindicalistas, os aposentados, o MST, a Câmara, o Senado, agora os índios. Enfim, não para de criar inimigos. É de se estranhar seu índice de aprovação, nunca menor do que 87%. O próximo pode ser você. Vai entender!

Laert Pinto Barbosa laert_barbosa@ig.com.br
São Paulo 
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PROPRIEDADES CONTÍNUAS

Só concordo com as invasões de propriedades rurais pelos índios se as áreas dessas propriedades, que a Funai pretende desapropriar, forem contínuas.

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br 
Monte Santo de Minas (MG)

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QUALIDADES E QUALIDADES

Se rostinho angelical, roupinha ou corpinho bonito representassem qualidades, capacidades e versatilidades, com certeza a ministra da Casa Civil Gleisi Hoffmann não teria suspendido as demarcações de terras indígenas cuja disputa causou a morte do índio terena Oziel Gabriel e alvejou outro a tiros na terça feira. 

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br 
São Paulo

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INCLUSÃO SOCIAL INDÍGENA

Inclusão social e direito das minorias são termos dos mais usados nos últimos tempos. Não seria o caso de incluir os índios do Brasil nesses programas para que recebessem informações e formação a tal ponto de deixarem obras do governo serem concluídas, estradas sem obstrução e terras de fazendeiros – que há décadas lhes pertencem – não invadidas? Finalmente acabaria essa folia toda. Aos poucos, essa “indústria da paralisação” e essas invasões já estão cansando. Aos que não concordam, seguramente mudarão de idéia quando ficarem bloqueados em alguma rodovia desse imenso Brasil por horas e horas a fio ou, ainda, quando tiverem alguma terra e sofrerem algum tipo de invasão. 
 
José Piacsek Neto bubapiacsek@yahoo.com.br 
Avanhandava

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MST

O Movimento dos Sem Terra voltou a atacar a fazenda Santo Henrique, de propriedade da Cutrale, no interior de São Paulo. Em 2009, eles se utilizaram dos tratores da fazenda para destruir milhares de pés de laranjeiras. Passados quatro anos, eles voltaram para destruir as laranjas dos pés que restaram. È revoltante saber que o governo federal do Brasil utiliza dinheiro dos cofres públicos para agraciar essa espécie de gente!

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com 
Jandaia do Sul (PR)

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BANDITISMO RURAL

Os tais trabalhadores sem terra (MST) aprontaram outra vez, invadindo e depredando a fazenda Santo Henrique (SP), pertencente à Cutrale, fabricante de suco de laranjas, e, como sempre, sem nenhuma intervenção das autoridades policiais. Até quando a população brasileira deverá suportar esse banditismo rural com fins revolucionários, que vive à nossa custa?

Edgard Gobbi edgardgobbi@gmail.com 
Campinas

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INVASÃO SELETIVA

Por que será que o MST não invade as fazendas de ministros, senadores, deputados, do Lula, dos filhos do Lula e da presidenta Dilma? Será que nenhum deles tem fazendas? Na verdade eu acho que é proibido ao MST fazer invasões nesses locais. O PT não iria gostar.           

José Inácio de Queiroz zezinhoqueiroz@yahoo.com.br 
Andradina

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BRASIL COLONIAL

A agricultura, graças ao latifúndio e ao agronegócio, apesar da logística catastrófica e do esforço do MST e da Funai para levar o nível da produção de volta ao tempo colonial, é o único setor a sustentar o que nos resta e a incrementar, de alguma forma, o setor industrial.

Paulo Chagas pchagas58@gmail.com 
Taguatinga (DF)

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INCRA E BRUNO MARANHÃO

Parabéns mais uma vez ao Tribunal de Contas da União por ter dado um fim às falcatruas do milionário sem-terra Bruno Maranhão e sua “entidade” (?) de apoio à reforma agrária por irregularidades na execução de três convênios com o Incra que não se consolidaram. Maranhão terá de devolver aos cofres públicos R$ 3,3 milhões por desvios dessa quantia para contas particulares. Onde o TCU mexer irá encontrar embustes, pois o dinheiro fácil conseguido pelos “amigos do rei” leva a facilitar as artimanhas dos maus caracteres. E nosso dinheiro suado se esvai nos meandros da corrupção. Até quando?

Leila E. Leitão
São Paulo

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‘LISTA NEGRA’ DE MOTORISTAS EMBRIAGADOS

O que me surpreende é a agilidade dos nossos legisladores não só em incriminar, exemplarmente, até quem toma um copo de vinho no seu jantar, mas também execrá-los publicamente. Com relação aos crimes violentos, em que delinquentes chegam até a atear fogo nas vítimas, são totalmente omissos. A nossa legislação só favorece o criminoso. Por isso o crime cresceu tanto. O crime compensa!

Josefina De Nicola Marzagão josenima@terra.com.br 
São Paulo

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SAÚDE PÚBLICA

Pela enésima vez a precariedade e a péssima qualidade da assistência de saúde oferecida ao povo brasileiro ganha as manchetes da imprensa (“Estado”, edição de 4/6, página A11). E mais uma vez atribui-se à falta de médicos, de materiais, de leitos, etc. A bem da verdade, existe falta sim, mas de vergonha, de competência, de vontade política e disposição para investir o necessário para dar à população uma saúde rápida, de qualidade, em que o respeito, a consideração e a dignidade do cidadão sejam preservados. Não se pede hotelaria cinco estrelas, mas um atendimento humano. 

Luiz Nusbaum lnusbaum@uol.com.br 
São Paulo

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A ‘TAÇA’ É NOSSA

Pelo submundo da canalhocracia institucionalizada pelo PT no Brasil, não se mencione aqui a falta de estradas, o sucateamento das ferrovias, a vergonhosa situação logística dos portos, de todas essas, a mais despudorada, a mais funda cratera onde viceja a imoralidade, a pior, a mais dolorosa, sem sombra de dúvidas, é a da saúde pública. A turma do mensalão tem para si e para os seus o Sírio, o Oswaldo Cruz, o Einstein; mas aos pobres nos restam os hospitais prometidos pelo PT. Só vemos isso, na sua realidade crua, quando a enfermidade nos bate às portas.  Ai de nós se formos pobres. Nada tão triste, tão pavoroso, tão degradante quanto a saúde pública do Brasil. E o perverso disso tudo quando sabemos que se jogam fora milhões em estádios! Dilma abre a bolsa para déspotas africanos, (US$900 milhões) vide a edição de 2/6 de “Estado” (página A2). Causa-nos asco tão profundos desmandos, tão insensata desfaçatez que nos lembra o “navio negreiro” em que vamos embarcados os pobres que precisamos dos hospitais públicos. Não, Castro Alves não tinha à vista o “navio negreiro” onde seres humanos apodreciam em fétidos porões: via também ali os hospitais públicos. Se de si a imagem é insuportável à sensibilidade, vede, agora, seres humanos, cuja única diferenças é a de serem pobres, atirados nos corredores, minados pela impotência, pior que os negros nos porões do negreiro, amarrados pela doença no calabouço da “saúde pública”. Foi nessa contemplação que se inspirou o gênio de Castro Alves: “Senhor Deus dos desgraçados!/ Dizei-me vós, Senhor Deus! Se é loucura... se é verdade/Tanto horror perante os céus?!” Por certo, já ganhamos a “taça” do descaso da saúde pública. E, pasmem, ainda há quem acredita em promessas do PT. 

Antonio Bonival Camargo bonival@camargoecamargo.adv.br 
São Paulo

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CRIMINALIDADE

Todos os dias somos surpreendidos (ainda conseguimos nos surpreender!) com notícias do mundo do crime. Há coisa de um mês foi com a dentista de São Bernardo do Campo, queimada viva em seu consultório por ter apenas trinta reais na conta. Depois, é o dentista atacado dentro de seu consultório, em São José dos Campos, no Vale do Paraíba, interior de São Paulo. Menos afortunado que a de São Bernardo do Campo, resistiu alguns dias, mas veio a falecer em 3/6, deixando viúva e dois filhos pequenos. Proponho que a cada morte dessas enviemos e-mails e/ou telegramas de felicitações a Suas Excelências, suposta e hipocritamente nossos representantes no Congresso Nacional, responsáveis pela elaboração de leis no País, particularmente as que podem alterar, para melhor, o nosso Código Penal. E quando os crimes forem cometidos por menores de idade, proponho estendermos as congratulações ao ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, que em recente pronunciamento posicionou-se contra alteração na diminuição da maioridade penal, por ser inconstitucional. Ele deve ter se esquecido de ler ou pulado o artigo 60 da Constituição, que prevê a possibilidade de emendas. Talvez não o tenha entendido, sempre tão ocupado. Penso, porém, que tenha esquecido, pois há projetos de lei tramitando no Congresso com a finalidade de estabelecer o controle social da mídia (censura), bem como de fazer com que resoluções tomadas pelo STF sejam remetidas ao Congresso, a fim de serem analisadas e aprovadas, para só então entrarem em vigor. Isto também é inconstitucional...

Adilson Lucca Sabia adilsonsabia@gmail.com 
São Paulo

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SINAL VERDE PARA A VIOLÊNCIA

Nesses tempos de total inversão de valores, fui multado por avançar o farol vermelho. Às 23:35h! Apesar de não lembrar exatamente, eu devo tê-la cometido. Não entrei com defesa da atuação, pois cometi a infração. Mas acho muito injusto e uma total falta de bom senso do agente de trânsito que a registrou. Na atual epidemia de violência que vivemos, é um absurdo obrigar o cidadão de bem se expor a assaltos. E continuarei não parando em sinal vermelho nas mesmas situações.

Mário Eduardo Silva memgs@uol.com.br 
São Paulo

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O LADO BOM DO CRIME

Acho que não se deve ver apenas o lado mau nas ações dos bandidos que hoje sequestram, roubam e matam nas cidades do País. Há que se ver também o lado bom. Quando têm que matar suas vítimas, porque estas os frustraram (tentaram fugir, resistir, ou estão com pouco dinheiro), eles atiram na cabeça, o que apressa o desencarne e diminui a agonia. Talvez seja este lado bom dos criminosos brasileiros o que conta muito contra as propostas de leis mais duras para puni-los.

Euclides Rossignoli euros@ig.com.br 
Itatinga

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PROTETORES DE BANDIDOS
 
Senhores protetores de “bandidos” e auto-protetores, vocês são os responsáveis diretos pela situação de violência que vive o país, com essa maldita Lei do Desarmamento, que ocasionou a atual situação favorável aos marginais, que dia a dia são beneficiados por vocês do Congresso, verdadeiros representantes dos bandidos e não dos trabalhadores. Com a Lei do Desarmamento, vocês deram garantia aos fora da lei, para trabalharem livremente, sem “risco de vida”. Acordem, protejam quem merece, não só quem interessa. 

Choji Miyake d.choji@gmail.com 
Ribeirão Pires

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ROBERTO CARLOS E A JOVEM GUARDA

O “rei” não quer ficar nu. É seu legítimo direito, garantido pela lei. O que não pode é se achar “o senhor Jovem Guarda”,em que pese ter sido o protagonista do movimento que embalou a juventude brasileira nos ingênuos anos 1960, de boa memória. A Beatlemania não era somente John Lennon,a Bossa Nova não era apenas Tom Jobim,a MPB não foi somente Chico Buarque nem a Tropicália foi Caetano e Gil. Mais uma vez, com receio de se expor, Roberto Carlos parou seu calhambeque na contramão. Ao proibir a publicação do livro “Jovem Guarda - Moda, Música e Juventude”, tema tratado com seriedade na defesa de mestrado da historiadora e pesquisadora Maíra Zimmerman – com prefácio da “ternurinha” Wanderléa – e patrocínio da Fapesp, Roberto Carlos manda tudo para o inferno,decepciona e provoca más emoções a seus milhões de fãs e admiradores por todo o País. Sua repetida intransigência radical não é mesmo uma brasa. Morou, Roberto?
 
J.S. Decol decoljs@globo.com.br 
São Paulo

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