Fórum dos Leitores

GOVERNO DILMA

O Estado de S.Paulo

10 Junho 2013 | 02h06

Um 'sucesso'

Dizem que, na crise de 2008, Lula e Dilma abandonaram a "economia liberal decadente", e o resultado está aparecendo. Meta de superávit primário não existe mais. O Banco Central deixa claro na Ata do Copom que o problema da inflação é sério. Provavelmente, haverá mais aumento de juros. Entre os grandes motivos estão a falta de reformas de que o Brasil necessita muito e o excesso de gastos da presidente Dilma, com o apoio do ministro Guido Mantega. Este, a propósito, foi mencionado ironicamente como um "sucesso" pela revista inglesa The Economist. Apesar dos conselhos de economistas e especialistas, Dilma continua a gastar acima da capacidade do País. Aprovou a contratação de mais 7 mil funcionários públicos ao custo de R$ 600 milhões por ano e também a construção de mais quatro universidades federais, ambos investimentos com fins eleitoreiros. Não interessa à presidente investir no que não dá retorno político eleitoral. A educação fundamental, por exemplo, tem um péssimo retorno no Brasil. Do ensino médio saem somente 10% dos alunos sabendo Matemática e 29% sabendo Português. Os beneficiados com o Bolsa Família não só não têm incentivos, como não têm meios para receber educação e o ensino de uma profissão. Mas felizmente, para a economia do País, não construímos os 800 aeroportos prometidos pela presidente Dilma.

FABIO FIGUEIREDO

fafig3@terra.com.br

São Paulo

Festival de maracutaias

Dona Dilma sacou R$ 12 bilhões do Fundo Soberano, antecipou R$ 7 bilhões de dividendos que deveria receber da Caixa Econômica Federal e do BNDES ao longo de vários anos, abateu de suas despesas R$ 39,9 bilhões em investimentos do PAC, exigiu postergação de aumentos dos preços de combustíveis e de passagens de transportes urbanos, tudo para passar um feliz ano-novo. Um verdadeiro festival de maracutaias.

SERGIO S. DE OLIVEIRA

ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

Em baixa

A agência de risco Standard & Poor's colocou o Brasil na rota de rebaixamento de sua nota. Os motivos alegados são conhecidos: o crescimento econômico é fraco, o investimento do setor privado está em queda e a política fiscal se deteriorou. Não é preciso ser um expert para sentir os efeitos maléficos dessa economia. Basta acompanhar a saga dos caminhoneiros para descarregar suas cargas nos portos brasileiros, a péssima qualidade das estradas, o caos nos aeroportos, etc. O governo segue sem fazer a lição de casa, é useiro e vezeiro do dinheiro público. E, para tranquilizar a população sobre um futuro incerto, dá-lhe propaganda! Portanto, não seria surpresa o rebaixamento da nota do Brasil, apenas um sinal de que as coisas não andam tão bem como o governo insiste em mostrar e de que propaganda não serve para enganar institutos sérios.

IZABEL AVALLONE

izabelavallone@gmail.com

São Paulo

Ele insiste

A declaração de Guido Mantega de que a Standard & Poor's terá de revisar a nota do Brasil para melhor merece um "por que não te calas?" da presidente Dilma Rousseff.

CLAUDIO JUCHEM

cjuchem@gmail.com

São Paulo

EDUCAÇÃO

Muito longe do ideal

É inaceitável que apenas 0,6% das escolas brasileiras tenham estrutura ideal, como apontou o estudo Uma escala para medir a infraestrutura escolar, dos pesquisadores José Soares Neto, Girlene Ribeiro de Jesus e Camila Akemi Karino, da Universidade de Brasília (UnB), e Dalton Francisco de Andrade, da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Se fossem apenas 6%, já seria um índice ridículo e ultrajante. Mas 0,6% é praticamente o mesmo que nada. Pelo que se vê, 99,4% das escolas do País têm problemas estruturais, seja de aprendizado, corpo docente, falta de biblioteca, de computadores, de quadras esportivas, etc. Ficam as perguntas: o que faz o Ministério da Educação? E as Secretarias Estaduais e Municipais de Educação, onde estão? Rios de dinheiro são gastos e desperdiçados na burocracia nesta área e não temos escolas minimamente adequadas no País. Como o Brasil será um país moderno, se a educação não é prioridade para os seus governantes?

RENATO KHAIR

renatokhair@uol.com.br

São Paulo

Inclusão precária

Descaso. É o que os dados do estudo Uma escala para medir a infraestrutura escolar, divulgado pelo movimento Todos pela Educação, deflagram. O levantamento, como lembrou o Estado em editorial de 3/6 (Escolas precárias), mostra que apenas 0,6% das instituições pesquisadas têm estrutura completa. E por completa podemos entender as escolas aptas a, simplesmente, atender estudantes com deficiência. Hoje, temos cerca de 195 mil escolas de ensino básico no País, mas apenas 12% delas têm acessibilidade física. Desse porcentual, mais da metade está na Região Sudeste, sobretudo no Estado de São Paulo. O que esperar do restante do País? A falta de compromisso do MEC com a educação brasileira já é mais que evidente, mas o descaso com a inclusão é nocivo e desumano.

MARA GABRILLI, deputada federal

dep.maragabrilli@camara.gov.br

São Paulo

Revolução educacional

Durante 513 anos, nenhum governante se mostrou disposto a desenvolver um povo educado e instruído. Obviamente, porque povo assim dá dor de cabeça, lê, questiona, exige, cobra, reclama e não crê em mentiras. No entanto, na década de 1960 estudei em escola estadual com professores de altíssimo nível, tanto no ginásio como no científico. O que ocorreu? Agora, que o governo atingiu seu mais baixo nível, em que há orgulho em não ter estudado, em que há currículo falso e se distribuem diplomas a quaisquer políticos, esperar o milagroso salto para colocar o País na "série A" das mãos incompetentes e despreparadas que cuidam da pasta é acreditar em mula sem cabeça. O quadro desalentador é que equipamentos como biblioteca, quadra de esportes e laboratório são importantes, mas é preciso desenvolver quem ensine os alunos a utilizá-los. Alopradamente elementar.

FLAVIO MARCUS JULIANO

opegapulhas@terra.com.br

Santos

ROBERT APPY

1926-2013

Conheci há muitos anos o inigualável editorialista Robert Appy, que tinha excelente senso de humor, fé inquebrantável e conhecimento vasto. Sua perda, como a de Ruy Mesquita, nos entristece.

CARLOS HENRIQUE ABRÃO

abraoc@uol.com.br

São Paulo

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

 

 

GARGALHADA EM RETROSPECTO

 

Lembram de uma célebre foto de um grupo de advogados gargalhando no STF no início do julgamento do mensalão? Muitos, ingenuamente, achavam que era pela certeza da absolvição, sem atinarem que a alegria tinha tudo a ver com o que viria após a esperada condenação!

Lafayette Pondé Filho lpf41@hotmail.com

Salvador

 

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SINTOMAS POLÍTICOS

 

É interessante notar como funciona a política brasileira. O PTB, partido de Roberto Jefferson, delator do mensalão, ainda em plena ebulição, foi convidado por Dilma Rousseff para voltar a participar do governo. É sintomático, para dizer o mínimo!

 

José Marques seuqram.esoj@bol.com.br

São Paulo

 

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O FIM DA ESPERANÇA

 

Não tem mais jeito. Acabou a esperança. No Brasil continuará imperando a pouca vergonha e não haverá mudança. O povo estava contente. Acreditava que os mensaleiros iriam para a prisão, mas pelo que está sinalizando, teremos decepção. O julgamento do século, que nos trouxe tanta alegria, quando a gente menos espera, vai recebendo baldes de água fria. Quanta força têm picaretas engravatados que vivem fora da linha! Está mais do que provado: cadeia, no Brasil, é só pra ladrão de galinha. Quem não se lembra da Operação Caixa de Pandora? Vejam que coisa absurda! Parece que não acontecerá nada.

Jeovah Ferreira jeovahbf@yahoo.com.br

Taquari (DF)

 

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LEI DO SILÊNCIO

 

O ex-presidente Lula deve estar pensando: Marcos Valério, por que não se cala?

 

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)

 

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CEGOS FISCAIS

 

Na administração do PT, a desobediência civil, quando lhe interessa, é considerada um nada: os comerciantes da Feira da Madrugada em São Paulo se transferiram, por conta própria, para a marginal do Tietê, ao lado da Ponte do Limão, enquanto as obras de reforma na Rua Barão de Ladário estiverem em andamento, mesmo contrariando ordens da Prefeitura, que expressamente lhes negou autorização. Prova de que esta é uma administração fraca e sempre pouco propensa a polemizar e a fazer cumprir suas ordens com possíveis eleitores. Justamente por esse mesmo motivo é que a Lei da Cidade Limpa está sendo desobedecida por anunciantes que picham muros, penduram faixas em tudo que é lugar, amarram ou colam anúncios em postes. Os fiscais são cegos? Não, não são cegos, os fiscais são lenientes, permissivos, concordantes! Ou seja, os petistas, que nunca estiveram de acordo com a aprovação da Lei da Cidade Limpa, agora, nesta administração estão tentando enterrá-la! Eu protesto! Exijo minha cidade sem poluição visual, do jeito que Haddad encontrou!

 

Mara Montezuma Assaf montezuma.scriba@gmail.com

São Paulo

 

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ECONOMIA

 

Que pena que não temos tsunami nem furacão para culpar (não é mesmo, presidente Dilma?) por tantas e tantas besteiras que a senhora e seu partido fizeram. Como adoro dar dicas, que tal tentar culpar o papa ou então Neymar, talvez a Parada Gay ou a Copa do Mundo? Dizer que brecou a economia por um bem maior como a saúde, a educação ou a segurança também não vai colar, pois qualquer brasileiro, por mais analfabeto que seja, já percebeu que a senhora nada fez, além, é claro, de seguir à risca tudo que seu mestre mandar.

 

Arnaldo de Almeida Dotoli arnaldodotoli@hotmail.com

São Paulo

 

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CLASSE MÉDIA EM ALTA

Enquanto a crise econômica global causa desemprego em países ricos, as nações emergentes, como o Brasil, estão com seu mercado de trabalho numa situação melhor. A avaliação é da Organização Internacional do Trabalho (OIT), no relatório "O Mundo do Trabalho 2013: Reparando o Tecido Econômico e Social", divulgado no dia 3/6. Sobre o Brasil, um dos destaques da organização no relatório foi o crescimento de 16% da classe média entre 1999 e 2010. Segundo a OIT, isso foi ajudado pelo fortalecimento do salário mínimo e do programa Bolsa Família. Para a organização, essas duas políticas explicam a redução da pobreza no País e o fortalecimento da economia nacional. No entanto, a OIT aponta problemas que ainda precisam ser resolvidos no Brasil: aumentar o número de trabalhadores com carteira assinada, elevar a produtividade, promover mais investimentos e reajustar os salários acima da inflação.

 

Tião Magalhães tiaomagalhaes@uol.com.br

São Paulo

 

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GÊNIO ECONÔMICO

 

Genial: aumento do dólar não influi na inflação.

 

Roberto Twiaschor rtwiaschor@uol.com.br

São Paulo

 

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O MAIOR ADVERSÁRIO

 

Finalmente surgiu o maior adversário do governo petista. A oposição acordou? Não! É a inflação que chegou. Se esse monstro não for contido, com certeza será o grande instrumento para pôr um fim nessa governança (?) incompetente, que provoca grandes prejuízos ao Brasil. Temos que ficar de olho, porque dos petralhas pode se esperar a maior manipulação possível de números para tentar ludibriar o povo. Mas a coisa está sendo sentida mesmo é no supermercado, no barbeiro, na manicure, nas farmácias, etc. onde se sente, na pele, que o valor do dinheiro já caiu e muito.

 

Ademar Monteiro de Moraes ammoraes57@hotmail.com

São Paulo

 

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A ALEGRIA DO PALHAÇO

Alguns setores petistas estão acusando a mídia e a oposição de se rejubilarem e festejarem a "volta"' da inflação, que faz lembrar aquela velha frase de que a alegria do palhaço é ver o circo pegar fogo.

 

Mário Altino Calisto mar-fer-way-cane@hotmail.com

Campinas

 

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ECONOMÊS

PIB em crise, "pibinho", "pibão", etc. Por aí vão as pregações dos novos pajés dos governos, os "economeses". Sem contar que o tal do PIB é o que se tem de "oficial", que, em nações como o Brasil, que praticamente ainda vive na informalidade, traduz-se na estupidez da velha pajelança de mentir para governar. O povão brasileiro já saiu da miséria, porque já consegue comprar as bugigangas importadas da China, ainda que não tenha sistema de saúde, segurança, transportes públicos, saneamento básico, educação pública, etc., porque os impostos escandalosos cobrados dos contribuintes vão para o ralo de esgoto de cabides de emprego, sistemas corruptos de licitações, mensalões escandalosos que começam na "prima dona" e vão até o último faxineiro. Podem tirar sua "lasquinha" até os sistemas de "segurança", agora disfarçados de radares de trânsito, cuja função é gerar renda para o governante. O PIB é o medidor de "desenvolvimento de uma nação", pouco importa se alguns poucos vivem no desperdício da orgia e os muito outros das migalhas que caem das mesas. E se criam "índices economeses" que enganam o mundo, onde nações como Brasil, de poucos ricos e milhões de pobres, está entre os "10 mais". A grande mentira do economês moderno, que substituiu o sistema religioso antigo. Somos muito melhores do que uma Suíça ou uma Suécia ou uma Noruega, apesar do que vivem da demagogia da Bolsa Família!

Ariovaldo Batista arioba06@hotmail.com

São Bernardo do Campo

 

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O PODER ACIMA DE TUDO

Quando a presidente Dilma diz que vai tudo bem, certamente não se refere à Petrobrás. Apesar dos esforços do governo, a empresa produziu de janeiro a Abril 9% menos do que no mesmo período do ano passado. No comércio exterior, a estatal teve um prejuízo líquido de US$ 6 bilhões no mesmo período, agravando significativamente a balança comercial brasileira. Esses resultados demonstram o quão danosa foram a antiga administração e, principalmente, as intervenções políticas do ex-presidente Lula na empresa que custará a se recuperar, demorará a ter condições de investir no pré-sal e a ter condições de participar em outras bacias de forma significativa. Pobre Brasil, administrado por políticos interessados no poder acima de tudo, incluindo o desenvolvimento do País e o bem-estar do povo.

 

Fabio Figueiredo fafig3@terra.com.br

São Paulo

 

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PIB SEM RUMO

A classe empresarial brasileira historicamente sempre apoiou decisões do governo com objetivo de dificultar o ritmo de entradas de produtos importados, para, digamos assim, garantir a tal da estúpida reserva de mercado. É bem verdade que desde a gestão do presidente Collor até a de FHC muito avançamos na abertura comercial, mas não o suficiente! E durante esses governos de Lula e Dilma, empresários da indústria brasileira, equivocadamente, por meio de suas entidades pressionaram as nossas autoridades e conseguiram o retrocesso de transformar o País em um dos mais fechados do mundo para o comércio bilateral. Mas nada como um dia após o outro! Com as nossas exportações perdendo a preferência ou indo para o brejo e a nossa indústria seguindo ladeira abaixo, e aliado a um governo como o da Dilma, que não é capaz de enxergar um palmo à frente de seu nariz, muito menos aberto seria para selar acordos internacionais! A realidade está posta! O PIB perdeu força e está sem rumo! E a criação de empregos também! Mas a grande verdade é que os principais culpados por essa situação são as próprias entidades empresariais, como, entre outras, a Federação das Indústrias de São Paulo (Fies) e a Confederação Nacional da Indústria, que mais se empenharam em convencer o governo a criar barreiras aos importados elevando seus impostos do que pressionar o Planalto a abrir o leque do desenvolvimento, que obrigatoriamente passa pela consolidação de acordos comerciais. E os nossos vizinhos mais inteligentes, como o Chile, o Peru e a Colômbia, têm PIBs maiores que o dobro nosso. Oras, um governo é a cara da sociedade! Ou seja, se não é pressionado a realizar avanços, adormece em berço esplêndido! E as entidades empresárias infelizmente sempre ficaram de cócoras para o Palácio do Planalto. Somado à cumplicidade de um governo retrógrado como esse petista essa situação fica insustentável...

 

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Paulo

 

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A GRANDE FARSA

A notícia de que o lucro das empresas aéreas deve ser 67% maior em 2013 nos leva a algumas reflexões. Primeiro, alegam que o fato é resultado de uma queda no preço do barril de petróleo nos últimos meses. Segundo, pela proximidade da privatização de mais alguns aeroportos. Ora, se o petróleo baixou, na verdade deveria repercutir na baixa dos preços. Percebe-se, no entanto, que isso não é interessante ao governo, porque os lucros das empresas irão aumentar e, com eles, a arrecadação de impostos. Em segundo lugar, a cortina de fumaça está lançada. A privatização dos aeroportos irá dar um lucro maior aos investidores, quando na verdade a intenção é outra. A grande farsa continua.

Claudio Mazetto cmazetto@ig.com.br

Salto

 

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Graças ao aval do Ministério da Fazenda, os governos estaduais têm tomado volume inédito de empréstimos no exterior, a despeito de obstáculos legais ao aumento do endividamento público. Com o impulso de interesses políticos e econômicos na expansão das obras públicas, a dívida externa estadual teve um salto de mais de 50% em apenas um ano. O montante passou de US$ 12,5 bilhões, em abril do ano passado, para US$ 19 bilhões no mês retrasado. Medida em moeda nacional, a dívida, que não chegava a R$ 20 bilhões no início do governo Dilma Rousseff, hoje se aproxima dos R$ 40 bilhões. Esse, claro, é o jeito ético do PT de fazer política, o poder sendo "compen$ado". Por essas e por outras os políticos deveriam ser todos presos, sem exceção, por brincarem com o dinheiro público como se fosse deles.

 

Antonio Jose G.Marques a.jose@uol.com.br

São Paulo

 

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ATÉ TU?

Caro senador: não é possível continuar aguentando este besteirol desse governo incompetente, que tem certeza que economia só tem duas variáveis: juros e inflação. Quem fez curso de médio para bom em economia e leu pelo menos uma vez manual de economia sabe que inflação é um desequilíbrio entre a oferta e a demanda. Traduzindo em miúdos: se a demanda é maior que a oferta, existe inflação. Ao contrário, se a oferta é maior que a demanda, existe uma deflação. Então, evoluindo para um segundo passo, só se conserta esse desequilíbrio com medidas estruturais de médio e longo prazos. Ficar mexendo só em dinheiro é uma tática de curto prazo, paliativa, como se fossem cacetadas a esmo ou o ato de enxugar gelo! O que pode acabar derrubando a economia! Ninguém vai falar isso neste país! Incluindo o PSDB?

 

Mauricio C. Pinheiro mcp.pinheiro@gmail.com

São Paulo

 

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BRASIL PARA ESTRANGEIROS

Um estudante de política internacional da Universidade de Columbia (Nova York) me fez a seguinte pergunta: por que seu país, com tantas necessidades internas, perdoa dívidas bilionárias de países africanos dominados há décadas por déspotas que fazem inveja a Fidel Castro? Resolvi respondê-lo sem muitas delongas com essa curta frase: "Infelizmente meu país é governado, há 10 anos, por corruptos, uma verdadeira quadrilha. Não demorou muito, fui novamente questionado sobre o mesmo assunto, dessa vez por um canadense, bolsista da mesma universidade americana. Realmente, é difícil para a sociedade de um país civilizado entender como se pratica tanta podridão impunemente com o dinheiro público em beneficio próprio ou de bandos homiziados nos chamados partidos políticos. Pragas essas que proliferam abundantemente nos países do terceiro mundo. A minha visão pessoal sobre essa pouca vergonha, esse mau caratismo que sintetiza o perdão dessas dívidas, esbarra no pragmatismo eleitoral que hoje é o norte de Dilma. Senão, vejamos: a legislação brasileira não permite a concessão de benefícios a nações com dívidas atrasadas junto ao Brasil e muitas empresas, construtoras, mineradoras e produtoras agrícolas (inclua-se aí interesses diretos de senadores da República), antigas financiadoras de campanha e futuras (por que não?). Na próxima campanha presidencial, poderão atuar nesses países com financiamento do BNDES. Para isso, precisam do perdão das dívidas. A verdade é que essa megaquadrilha que tomou conta do poder está distribuindo nosso dinheiro em beneficio próprio. Onde estão as Forças Armadas? Anestesiadas ou acovardadas? Não quero acreditar na segunda hipótese. Tenho dito repetidas vezes que os militares da ativa precisam relativizar a famigerada obediência constitucional enquanto há tempo. O País foi atacado por um câncer chamado PT e as metástases estão sendo disseminadas. Estamos sendo destruídos como país.

Humberto de Luna Freire Filho hlffilho@gmail.com

São Paulo

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BANCOS PÚBLICOS NO BRASIL

Com a elevação da inadimplência, os bancos seguram os financiamentos para a produção e investem no mercado de títulos. Duas questões: como explicar a taxa de inadimplência, apresentada pelos bancos privados, de 5,4% e a dos bancos públicos, que aumentaram seus financiamentos em 27,9%, de 1,8%? Inadimplência é a estratégia dos bancos privados para ganhar mais e boicotar ou deixar a economia refém de seus interesses. A segunda questão é exatamente essa: o Brasil não deu tempo ao governo do PSDB (FHC) de privatizar o Banco do Brasil e a Caixa Econômica e é o que vem nos salvando. Já a Europa e EUA afundam, cada vez mais, nas mãos dos bancos privados e tudo leva a acreditar que não há saída.

Antonio Negrão de Sá negraosa1@uol.com.br

Rio de Janeiro

 

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ATÉ QUANDO?

E agora? O que o PT irá fazer com o rebaixamento da nota de risco do Brasil? Internamente, com a ignorância do povo, eles conseguem enrolar, mas externamente a realidade é outra. Olha nós aí, o povo, de novo pagando a conta da péssima administração do País! Até quando iremos aguentar?

 

Laert Pinto Barbosa laert_barbosa@ig.com.br

São Paulo

 

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A GUERRA DAS DOMÉSTICAS

Foi declarada a guerra entre duas classes. Uma dessas classes, a dos empregadores de domésticas, foi inventada pelos congressistas. A prova de que ela é uma classe imaginária está na aprovação por unanimidade da PEC das domésticas. Ora, os congressistas são todos empregadores de domésticas e votaram 100% contra sua própria classe? Isso é uma prova definitiva de que não existe tal classe gananciosa. Espero que o senador Renan Calheiros não tenha o cinismo de declarar que não se inclui nessa classe de exploradores de domésticas, pois é a União que contrata sua criadagem (só ao seu mordomo nós pagamos R$ 18.000). Mas as líderes sindicais das domésticas acreditam nessa ilusão criada pelos nossos legisladores. De certa maneira, elas têm razão em acreditar, pois à medida que a CLT for estendida para as relações de trabalho domésticas, essa falsa classe capitalista passa a existir por força de lei e terá que considerar as domésticas como uma inimiga de classe. Tem também de jogar duro ou senão poderá ser esfolada pelos sindicatos devidamente assessorados pela CUT e outras centrais. Os novos direitos anunciados na mídia são a ponta de um iceberg de um verdadeiro código de quase mil artigos além de uma enorme jurisprudência e acórdãos. Em breve, as domésticas entrarão em campanha para obter a periculosidade e a insalubridade dos químicos, eletricistas, sanitaristas, etc. E os sindicatos dos empregadores? Na maioria dos municípios e Estados são inexistentes. Os poucos são inexperientes e fracos não só de representatividade como não tem uma central para defendê-los e não pensam como sindicato de uma classe em guerra, mas com paternalismo. As mais prejudicadas serão as domésticas, pois mesmo os empregadores que podem arcar com os novos custos não vão querer se envolver com lutas sindicais e justiça do trabalho. Os paliativos com que os legisladores querem corrigir seu disparate não resolverão esse problema. A CLT não se aplica a qualquer relação de trabalho, está escrito nos seus 2º e 7º artigos. Os congressistas não os leram? Tinham que se fazer uma lei específica aplicável a realidade social brasileira em geral e à das domésticas em particular

 

Francisco José Duarte de Santana franssuzer@gmail.com

São Paulo

 

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IMAGINA NA COPA

A mobilidade urbana está privatizada em todo o Brasil. Ônibus, trem, metrô e barcas. Além dos péssimos serviços e preços exagerados, rebeliões têm acontecido em várias cidades e a tendência é se intensificarem. A população mais pobre se rebela! Agora, simultaneamente no Rio e em São Paulo, as rebeliões contra os preços dos ônibus aconteceram sem a participação de nenhuma central sindical ou sindicato e coincidentemente aconteceram no mesmo dia. Os trabalhadores estão gastando, em média, mais de meio salário mínimo na ida e na volta de casa para o trabalho. Sabe quando a situação vai ser resolvida? Quando o Estado tomar de volta as concessões que são públicas! Vamos ver qual governador ou prefeito vai dar o pontapé inicial. Se depender dos empresários do ramo, a coisa vai se agravar! Aqui no Rio, o governador Sérgio Cabral, em conluio com o empresariado, deu pesados subsídios para as barcas e comprou novas embarcações, resultado: preço e qualidade no transporte continuam insuportáveis. Na maioria dos casos, a inobservância dos governantes com os preços exorbitantes das tarifas e da péssima qualidade dos serviços tem a ver com o financiamento de campanhas. A presidente Dilma, que vive dando concessões a empresários, vide aeroportos, portos e petróleo, deveria se ater aos resultados dos serviços privatizados. A história tem mostrado que, se depender dos empresários, a única coisa que vai melhorar são seus próprios lucros! Pois é, se os transportes já estão gerando rebeliões em vários estados, imagine na Copa!

Emanuel Cancella emanuelcancella@uol.com.br

Rio de Janeiro

 

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CONQUISTAS ‘FUTEPOLÍTICAS’

Eu se fosse D. Dilma, dormiria e acordaria rezando a Deus para que "seu" Felipão acerte logo esse time, pois do jeito que as coisas andam, as eventuais conquistas do futebol serão o único motivo para justificar a sua reeleição...

 

Victor Germano Pereira victorgermano@uol.com.br

São Paulo

 

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PREVENDO O FUTURO

Só por curiosidade fiz a conta do total que seria ganho por um cantor e a empresa que fabricaria a geringonça chamada de caxirola, instrumento cópia do caxixi que um esperto viu como a mina de ouro da Copa do Mundo. Era necessário que o instrumento fosse apresentado por alguém importante na música popular brasileira, e que fosse "meio exótico". Prontos o processo e o protótipo, o Ministério dos Esportes certificou a geringonça, o que é de se estranhar, pois, se o caxixi de plástico é considerado um instrumento musical, pois produz som, a certificação deveria ser concedida pelo Ministério da Cultura. Ou será que estou errado? O fato é que a produção das peças foi iniciada e a estimativa de venda era de 55 milhões de peças a 29 reais a unidade. Estamos falando em R$ 1.595.000.000! É muito dinheiro, e poderia ser mais se a Fifa não proibisse a bugiganga. Sendo o custo de fabricação de, no mínimo, três reais, o cantor, o real mentor e idealizador da coisa e o Ministério dos Esportes não vão aceitar a proibição, pois a galinha dos ovos de diamante lapidados está prestes a ser sacrificada. Conhecendo o Brasil e quem está no poder, até a Copa do Mundo muita coisa pode acontecer, mas de uma eu tenho certeza: a geringonça vai estar nos estádios em 2014. Ou alguém confia na Fifa, no Ministério dos Esportes, no PT e na força do jeitinho brasileiro acompanhado de um "por fora"?

Luiz Ress Erdei gzero@zipmail.com.br

Osasco

 

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IRRITAÇÃO EM ESCALAS

Recentemente, eu e minha esposa chegamos ao aeroporto de Guarulhos, a bordo do voo 7631, proveniente de Montevidéu. Achei que já tinha visto de tudo em matéria de problemas em aeroportos, mas o que aconteceu foi inédito. Embora o voo estivesse rigorosamente no horário, feito o pouso, o comandante informou que a liberação demoraria porque o local de desembarque estava ocupado, ou seja, não havia lugar para estacionar o avião! Depois de meia hora, os "flanelinhas" locais arrumaram uma vaguinha no terminal 4 e o avião foi arrastado para lá. Aí, houve outra demora para conseguirem uma escada. Depois, um ônibus nos conduziu por um verdadeiro "tour" das instalações. A retirada da bagagem foi outro drama de mais de meia hora, porque o avião estava tão longe que os veículos com as malas se confundiam. Não vou falar que não estamos preparados para a Copa do Mundo, porque isso já é lugar comum. Vale dizer que, se essa moda pegar, além de vergonhosa, a situação é perigosa, pois os comandantes das aeronaves terão que escolher entre esperar pela vaga voando sobre a cidade ou estacionados na pista, ambas hipóteses sujeitas à acidentes.

 

Nestor Rodrigues Pereira Filho rodrigues-nestor@ig.com.br

São Paulo

 

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RESUMO DA ÓPERA

Hotéis nas capitais da Copa: em resumo, o BNDES financiou empreendimentos sem viabilidade de sucesso. Se isto não é irresponsabilidade, então nada mais é.

 

Maria Cristina Rocha Azevedo crisrochazevedo@hotmail.com

São Paulo

 

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UM PAÍS ENGRAÇADO

O Brasil é realmente um país muito engraçado, e seus governantes cada vez mais se empenham em fazê-lo objeto de comicidade entre a comunidade internacional. Haja vista que um presidente americano disse, a título de gozação - considerando-se o termo em inglês -, ao nosso presidente da vez que ele era o "cara". Bastou para que se considerasse o máximo. Agora, estamos na era do futebol e tudo aqui rodeia em torno do evento da Copa das Confederações como a máxima eficiência. Tudo é feito para atender aos reclames do futebol. Os estádios estão sendo concluídos no tempo fixado, porém a transposição do rio São Francisco não tem tempo e nem interesse para acabar. A rede ferroviária Transnordestina muito menos. Enquanto milhares de brasileiros morrem de fome e sede, o governo está pouco ligando para sua sina. A reforma do Maracanã custa, em valores reais, cerca de R$ 2 bilhões, o que daria para perfurar no nordeste cerca de, no mínimo, 20 mil poços profundos, no maior lençol aquífero do mundo: o Guarani. Interessante como a eficiência de nossos governantes é notável só quando se trata de futebol. Uma juíza independente e corajosa suspendeu o jogo do Brasil com a Inglaterra. O governo, em menos de 24 horas, juntou documentos e recorreu, tendo o Judiciário cassado a liminar em igual tempo. Destaque-se que esse caso, de interesse não se sabe de quem, foi atendido com presteza, assim como as ações dos poderosos, considerando-se que uma habeas corpus de pobre demora seis meses para ser julgado, enquanto o de pessoas ilustres, menos de 24 horas. Aqui o espírito se diferencia muito do ensinamento secular dos romanos: ao Brasil, "panis et circencis".

 

Caio Celso Nogueira de Almeida caio@agronobilis.com.br

Garça

 

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LEGADOS

O legado dos Jogos Panamericanos é o Estádio Moça Bonita, em Bangu, a 45 km da zona sul do Rio, construído no tempo de Noel Rosa. O Engenhão provavelmente será demolido para levar com ele as provas do superfaturamento, da corrupção e da incompetência que agora mesmo estão sendo produzidas nos estádios da Copa.

 

Luiz Henrique Penchiari luiz_penchiari@hotmail.com

Vinhedo

 

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ZICO

Zico é ídolo e se diz flamenguista fanático e é um técnico experiente e bem rodado. Está na hora de mostrar o seu valor, pôr em prática o seu amor incondicional ao clube, de assumir o cargo de "professor" e colocar o Flamengo nos trilhos. Certamente terá apoio irrestrito e, com patrocínios beirando R$ 90 milhões, recursos financeiros não faltarão. Zico, se de fato tem amor ao Flamengo, chegou a sua vez de mostrar serviço.

 

Humberto Schuwartz Soares hs-soares@uol.com.br

Vila Velha

 

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LARES COMO PRISÕES

Os meios de comunicação têm afirmado que a culpabilidade pelo alto índice da violência em São Paulo é a falta de mais policiamento nas ruas. Porém, as estatísticas mostram outra realidade. Ou seja, temos, sim, milhares de policiais nas ruas, sejam eles civis ou militares, que nos primeiros cinco meses de 2013 já apreenderam mais de 156 mil pessoas em todo o Estado, por todos os tipos de delitos, entre os quais os crimes de estupro, pedofilia, arrastões e crimes bárbaros e hediondos como foram os casos dos dois dentistas queimados vivos. Por outro lado, das 156 mil prisões, só seis mil criminosos continuam atrás das grades. Então a culpa no aumento da criminalidade e da violência que amedronta toda a população não é da polícia e sim da nossa legislação que é arcaica, lenta e ultrapassada, que dá benefícios para quem não merece e ainda manda soltar a maioria dos presos infratores e criminosos que não tenha antecedentes criminais. Ou seja: a polícia tem prendido sim, mas a Justiça manda soltar o delinquente que, por se sentir imune à lei, volta a praticar novos crimes, até que é preso novamente. Enquanto permanecer a impunidade, o povo é quem irá continuar preso em suas casas, que mais parecem prisões!

 

Turíbio Liberatto turibioliberatto@hotmail.com

São Caetano do Sul

 

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A SOLUÇÃO

No senado, defensores dos direitos dos "di menor" afirmam que reduzir a maioridade penal não diminuirá criminalidade. Eles sugerem então o quê, cara pálida? A solução para a população de bem está escancarada e ninguém precisa ser profeta para adivinhar. O negócio é fazer com que o governo federal faça sua parte com relação à entrada de drogas, o principal motivo da criminalidade hoje. É ela que leva os menores de idade a entrar no crime. Resolveu isso, resolveu a segurança pública. O que não pode é a sociedade ficar à mercê dos bandidos apenas porque os bonzinhos defensores dos pobres e oprimidos "di menor" acham que não soluciona tirá-los da sociedade. Eles que frequentem as penitenciarias para tentar ensinar os "di menor" a se comportar em sociedade, mostrar que não se deve matar, roubar, etc. Fácil é ficar atrás da escrivaninha passando mau agouro para qualquer tentativa para solucionar a segurança pública atual.

 

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

 

 

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DESCASO MUNICIPAL

Os cidadãos que passam a pé nas imediações das avenidas Indianópolis e Irerê, com as transversais Araés, Guainunbis e Uapés, no entorno da antiga fábrica DF Vasconcelos e da Escola Estadual Prof. Alberto Levy reclamam da sujeira e do mau estado das calçadas. Há todo tipo de lixo, além de grande quantidade de fezes de cães e até de humanos. Nesses locais circula um elevado número de garotas e garotos de programa. Já foram vistos estacionados na Avenida Irerê ônibus a serviço da limpeza pública para os funcionários, que só recolhem o lixo das sarjetas - o restante da sujeira das calçadas permanece no mesmo lugar. As árvores ao lado da escola são tão baixas que um cidadão de estatura média não consegue transitar. Os moradores, alunos e transeuntes aguardam uma solução da prefeitura.

Luiz Dias lfd.silva@2me.com.br

São Paulo

 

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METRÔ

Ouço dizer que todas as pessoas que frequentam o metrô de São Paulo já se sentiram um pouco sub-humanas. É óbvio que ele possui uma estrutura insuficiente para atender aos seus mais de quatro milhões de passageiros diários, número que a instituição tem orgulho de ostentar, e que a maior parte dos usuários já se acostumou com o sofrimento cotidiano. Mas, mesmo assim, não consigo evitar a sensação de que algo está errado quando o metrô está pior que o de costume no horário de pico. Às 8h da manhã vejo plataformas lotadas de trabalhadores tendo que esperar mais de 40 minutos para conseguir entrar em um trem (passando a intervalos de seis ou sete minutos). O metrô, além de não informar qual é o problema com a linha, não assume qualquer anormalidade no funcionamento daquele dia. Todas as pessoas e instituições erram, e isso é normal. A falta de respeito acontece quando a falha não é esclarecida e nem assumida.

 

Larissa Maria Maschio Vieira maschiolarissa@gmail.com

São Paulo

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CORREIOS

Um alerta à presidenta Dilma Rousseff, de quem fui eleitor: por favor, dê uma atenção à Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos antes que seja tarde demais. Infelizmente, os responsáveis pelos Correios estão impotentes diante das exigências dos sindicalistas, que na verdade são quem de fato estão comandando a empresa. Isso até poderia não ter importância, desde que colocassem nos cargos empregados pessoas capazes, o que não vem ocorrendo, visto que os interesses partidários estão falando mais alto. Qualquer usuário dos serviços postais percebe que os serviços estão se deteriorando. Isso pega mal para uma empresa que já foi considerada uma das melhores instituições do Brasil.

Antônio Carlos de Paula Menezes gdepaulamenezes@yahoo.com

Araraquara

 

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CARROS HÍBRIDOS

Por que no Brasil não existem políticas de incentivo a veículos de fontes renováveis (híbridos ou totalmente elétricos), a exemplo dos Estados Unidos? Esses são carros que funcionam com baixos níveis de emissão de gases e custam em nosso país acima de R$ 120 mil, por causa da alta carga tributária. E depois ainda reclamam de outros países que não seguem projetos de sustentabilidade.

 

Cláudio de Melo Silva melo_riodoce@hotmail.com

Olinda (PE)

 

 

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PROPAGANDAS DA SABESP

Economizar água é interesse do consumidor, que quer pagar menos. Estranho mesmo é o desperdício do dinheiro público com as inúmeras propagandas institucionais da Sabesp. Precisa? Essas propagandas e tantas outras feitas por estatais e órgãos de governos são totalmente dispensáveis, salvo se ofereçam "vantagen$" aos "contratante$", o que é pior! Geram mais clientes. Apenas gostaria de entender para que servem.

Luiz Dias lfd.silva@2me.com.br

São Paulo

O respeitável "Estado", sob censura há mais de 1.345 dias. Perguntamo-nos: como ficam os amantes do Direito, da Justiça e da Moral?

 

Dr Jorge Mema Bernaba jorgebernaba@gmail.com

Araçatuba

 

 

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