Fórum dos Leitores

AFIF DOMINGOS

O Estado de S.Paulo - Atualizado às 5h49

12 Junho 2013 | 02h07

Limites

O vice-governador de São Paulo, Guilherme Afif Domingos, foi exonerado "temporariamente" de seu segundo cargo, de ministro de Estado, para poder assumir o governo do Estado. Assim que o governador Geraldo Alckmin retornar de Paris, Afif será reintegrado ao cargo de ministro. Tudo bem que em política a gente vê de tudo (Lula abraçado a Maluf para ganhar a Prefeitura de São Paulo, por exemplo), mas há limites. Ou você é palmeirense ou você é corintiano, não dá para ser as duas coisas ao mesmo tempo.

GATTAZ GANEM

gattaz@globo.com

Carapicuíba

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Gente descarada

Constrangedor ver o comportamento do sr. Guilherme Afif Domingos, que se deslocou de Brasília a São Paulo para monitorar se Alckmin iria ou não viajar para o exterior. Mais vergonhoso é a presidente Dilma Rousseff entrar nesse jogo, assinando a exoneração de Afif, que tomou posse há apenas um mês como ministro da Micro e Pequena Empresa, já que ele não pode ter dois cargos públicos ao mesmo tempo (artigo 28 da Constituição federal). Uma peça mambembe como essa, protagonizada por uma presidente da República e um ministro de Estado, só poderia acontecer numa republiqueta de gente descarada.

AGNES ECKERMANN

agneseck@yahoo.com.br

Porto Feliz

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Verdadeiro terrorismo

No Brasil temos um novo tipo de terrorismo: o institucional. Milhares de pessoas morrem nos corredores dos hospitais e recursos são vergonhosamente desviados - incluindo aqueles destinados a pagar supersalários a servidores privilegiados. É o caso do acúmulo de cargos de Afif Domingos. A manobra do entra e sai do ministério para burlar a duplicidade de cargos configura, sim, pelo prejuízo moral e financeiro que causa à Nação, verdadeiro terrorismo.

CARLOS RENATO NAPOLEONE 

crnapoleone_50@itelefonica.com.br

Agudos

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Síndico

Afif Domingos é um gaiato. Entrou na chapa de Alckmin ainda no DEM, mudou de partido junto com Kassab, aceitou ser ministro e quer continuar vice-governador de um partido de oposição. Com a sede de cargos que tem, na próxima eleição para síndico do meu prédio, está convidado a se candidatar.

ROBERTO RICCI

robertoricci@uol.com.br

Embu das Artes

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GOVERNO DILMA

Barbas de molho

Não sei se seria exatamente elegante usar a expressão "pôr as barbas de molho" em se tratando da presidente Dilma Rousseff, mas é o dito popular que me parece mais apropriado para o momento. O alerta é em razão da brusca queda na aprovação do governo da presidente, verificada em pesquisa Datafolha - de 65% para 57% -, um tombo acentuado com viés de baixa, como é moda dizer. E se existe um fator que os analistas políticos do Planalto podem não estar levando em conta, mas que certamente será decisivo numa eventual aceleração da descida rumo ao precipício, esse fator é o resultado final do julgamento do mensalão. Qualquer manobra para livrar da cadeia as celebridades políticas do PT e demais aliados do governo condenados pelo Supremo Tribunal Federal (STF) poderá resultar em danos irreparáveis à popularidade da presidente. O povo não perdoaria a revoada dos pássaros rumo à imerecida liberdade.

PERCY DE MELLO C. JUNIOR

percy@clubedoscompositores.com.br

Santos

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Oscilação e queda

O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, disse que a queda da popularidade da presidente Dilma foi uma "oscilação normal". Disse ainda que, "infelizmente", houve uma campanha sobre a alta da inflação, cujo símbolo foi o tomate, mas que o episódio está totalmente superado. Se Mercadante consultasse um dicionário, saberia que "oscilação" significa justamente mudança de um estado para outro e que, portanto, ele descobriu o óbvio. Escorregou no tomate.

CLÁUDIO MOSCHELLA

arquiteto@claudiomoschella.net

São Paulo 

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ROSEGATE

Um pedido providencial

Fiquei feliz com a notícia de que o procurador da República José Roberto Pimenta requisitou a Dilma Rousseff cópia integral do processo aberto para apurar ilícitos de Rosemary Noronha, ex-chefe do escritório da Presidência da República em São Paulo. Espero que ele consiga prosseguir em seu intuito de verificar e punir os "malfeitos" dela e responsabilizar também quem a indicou para tal posto.

DIVA AZEVEDO A. MAZBOUH

Diva.am@uol.com.br 

São Paulo

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TARIFA DE ÔNIBUS

Protestos em São Paulo

Numa democracia, supõe-se que os direitos de uns não se sobreponham aos direitos dos outros. Quando um grupo resolve atrapalhar a vida de outros cidadãos para protestar, ele tem de ser contido. Os manifestantes que escolhem uma grande avenida e a bloqueiam totalmente para fazer suas reivindicações estão tornando os outros cidadãos reféns de suas demandas. Que vão protestar em outro lugar! As autoridades não podem hesitar em manter a ordem pública e proteger os que trabalham, estudam ou têm de se deslocar pelas ruas e avenidas.

MARIA TEREZA MURRAY

terezamurray@hotmail.com

São Paulo

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Transporte gratuito

O pibinho brasileiro não justifica as tarifas exorbitantes, em todo o País, para pagar a ida ao trabalho nas péssimas condições do transporte público urbano. Calculem o custo diário delas, comparando com o salário mínimo. Não sobrará nada para a comida e a saúde. Isso tudo é vergonhoso. Ir ao trabalho precisa ser gratuito e rápido.

JÜRGEN DETLEV VAGELER

vatra_ind@yahoo.com.br 

Campinas

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PACAEMBU

Fúria pelo dinheiro

A Prefeitura de São Paulo quer transformar o estádio do Pacaembu em arena para apresentação de shows e outras atividades barulhentas. Mas o estádio foi feito para abrigar partidas futebolísticas, que são rápidas e quase não perturbam os moradores da região. A mudança vai beneficiar 20 mil ou 30 mil espectadores e prejudicar 500 mil ou 600 mil moradores. Com a venda do Pacaembu, a Prefeitura espera arrecadar R$ 350 milhões. Difícil imaginar que uma transação deste tamanho fique só nos conformes legais. Parece apenas a fúria atrás do dinheiro.

MARCO ANTONIO MARTIGNONI

mmartignoni@ig.com.br

São Paulo

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BARBOSA E O TETO DE GASTOS DO CNJ

Será que o presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Joaquim Barbosa, acabou sendo picado e contaminado pelo mal que assola o meio político brasileiro em geral? Querendo negociar o teto de gasto do órgão com servidor, simplesmente aumentando-o de R$ 41 milhões a R$ 115 milhões, triplicando-o?

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br 
São Paulo

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A DUPLA FUNÇÃO DE AFIF

O Min. AFIF DOMINGOS foi exonerado na sexta-feira (7/6) e será reempossado no decorrer dessa semana, quando o governador Alckmin retornar de sua viagem. O governo do PT inova mais uma vez ao nomear um ministro bumerangue.
 
Claudio Juche cjuchem@gmail.com 
São Paulo

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ADULTÉRIO ENTRE CARGOS

Traição faz mal à saúde. Nem um mês após Afif Domingos ter se debandado para o governo federal, já tem se mostrado exausto. Nas fotos dele espalhadas pelos principais jornais do País por ter assumido o governo de São Paulo interinamente, ele se mostra gordo e, como se diz na gíria popular, “acabado”! Bem que dizem que para ter dois casos ao mesmo tempo não existe saúde que aguente o tranco!

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br 
São Paulo

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LULA E SEUS TÍTULOS HONORÍFICOS

Por receber tantos títulos honoríficos, as teses de doutorado defendidas pelo ex-presidente Lula por certo devem ter sido rubricadas com a máxima “summa cum laude”. São tantas honrarias que fazem inveja aos mais renomados expoentes da cultura ocidental. 

Francisco Zardetto fzardetto@uol.com.br 
São Paulo

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PRIVATIZAÇÃO DO PACAEMBU

Chato saber que a Prefeitura paulistana irá privatizar o belo estádio Paulo Machado de Carvalho, o nosso Pacaembu. Deficitário, o Pacaembu deu um prejuízo de apenas R$ 1 milhão em 2012. Se o Pacaembu fosse mais bem administrado, não daria prejuízo. Ele é um patrimônio público dos paulistanos e um templo do futebol brasileiro. Não devemos nos pautar – sobretudo na área pública, que visa ao bem comum – apenas pelo aspecto mercantilista, comercial e pela busca do lucro. O lindo Pacaembu, de 1940, é de todos os paulistanos e deveria ser mais bem utilizado e cuidado pela Prefeitura, em vez de ser dado de mão beijada para a iniciativa privada e se tornar mais uma dessas “arenas multiuso” que estão na moda hoje em dia.

Renato Khair renatokhair@uol.com.br 
São Paulo

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INTERLAGOS QUE AGUARDE

É muito interessante como o comportamento de nossos políticos muda, dependendo de que lado estão. Se estão na oposição, posicionam-se de determinada forma. Chegando ao poder, invertem totalmente suas opiniões. Tempos atrás, falou-se na concessão do estádio do Pacaembu, algo que sou absolutamente contra. Os petistas chiaram que nem loucos. Agora, no poder, querem aprovar a concessão do estádio até o final do ano! Alegam que o estádio custa R$ 11 milhões por ano. Qual é o beneficio que essa concessão trará para a população? Nenhum! Se prepare, Interlagos...

Rogério Tófoli Kezerle M5232@corpr.bradesco.com.br 
São Paulo

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BOLSONARO E OS FOGOS

O deputado Bolsonaro, irritado, reagiu à irritação provocada pelo ruído contínuo e torturante ocorrido durante a noite, causado por um gerador de hotel vizinho à sua casa e soltou fogos de artifício em sinal de protesto à sua noite mal dormida. Dos cinco sentidos do ser humano, um dos que causam até assassinatos é o sentido da audição. Um som contínuo com valores acima de 80 decibéis pode causar perda de audição. É compreensiva a irritação do deputado.  Uma das coisas que mais se ouve falar, hoje em dia, é sobre os litígios que surgem por conta de músicas indesejáveis, intensidades sonoras acima do que é permitido pela lei. Não é razoável impor aos cidadãos ruídos ou expressões sonoras inclassificáveis até pelos doutores acadêmicos e estudiosos de música, tocados por pessoas físicas e jurídicas que não respeitam o sentido da audição dos cidadãos. 

Mário Negrão Borgonovi marionegrao.borgonovi@gmail.com 
Rio de Janeiro

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LUIZ MOURA – DA CADEIA AO CONGRESSO

O assalto praticado por Luiz Moura – “Estado”, 9/6, A8 – ocorrido em agosto de 1991, não fez do cidadão um prisioneiro por muito tempo. Dos 12 anos de condenação, ficou dez anos foragido. Depois desse tempo, o crime prescreveu, mesmo tendo ele assumido o crime de roubo ao supermercado em Umuarama (PR). O cidadão e hoje deputado alegou que praticara os crimes porque usava drogas. Seus advogados sustentaram que ele era “um exemplo a ser seguido”. “Quando jovem, teve aqueles problemas no âmbito criminal, originado por ingerir substância entorpecente. Sentindo muita vergonha, não suportava ver sua mãe se deslocar de São Paulo para visitá-lo no presídio.” Por isso, decidiu fugir da prisão e poupar sua mãe do “sacrifício de visitá-lo, apegou-se a Deus e prometeu nunca mais ter envolvimento criminal.” Tornou-se líder dos perueiros na zona leste e hoje é deputado pelo PT em São Paulo. Mais do que perdoado pela Justiça, Luiz Moura foi perdoado pelas urnas não porque seus eleitores soubessem de seu passado, mas pelo seu presente. Neste país e muito fácil ser parlamentar, desde que seja pelos caminhos ilícitos. Basta ver que em 2003 os rendimentos de Moura foram de R$ 15,8 mil em todo o ano. Em 2009, Luiz Moura virou sócio da empresa de ônibus Happy Play Tour, com um total de R$ 4 milhões em cotas. Bastante mágica a sua conta bancária. Na ótica petista, qualquer cidadão que se apegue a Deus e se arrependa de seus crimes pode concorrer à eleição. Deveria haver uma pesquisa nas cadeias. Todos os presos que se apegaram a Deus e se arrependeram de seus crimes que procurem os Tribunais Regionais Eleitorais para se lançarem como candidatos, não se esquecendo de que, antes devem filiar-se ao PT, partido dos trambiqueiros. Se esse fato deu-se em SP, imagine nos rincões distantes deste país.  Brasil, um país de tolos!

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com 
São Paulo

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VERGONHA DE SER BRASILEIRO

O vanguardeiro “Estado”, como sempre, continua dando aos seus leitores notícias, quer sejam boas quer sejam ruins, para conhecimento dos brasileiros, enobrecendo, mais uma vez, a imprensa nacional, doa a quem doer. Na edição do dia 9/8, o jornal dá conhecimento – infelizmente para nós paulistas – de uma notícia que denigre não só a política paulista como também o nosso Tribunal Regional Eleitoral, mandando para as “cucuias” a Lei da Ficha Limpa. Para tanto, basta ler o título da reportagem do: “Da vida de assaltante à cadeira de deputado”. Que vergonha para a nossa Assembleia Legislativa. Esse fato, politicamente falando, é tão ignóbil que, pedindo vênia ao “Estado”, cito o nome do deputado em tela, Luiz Moura (PT), preso, condenado a 12 anos de prisão por assaltos á mão armada, foragido da justiça, mas, hoje, parlamentar, “livrinho da silva” para legislar de modo execrado. Onde estão nossa Justiça Eleitoral Regional, nossa Lei da Ficha Limpa, nossas comissões parlamentares de inquéritos? E o império da lei? Ora, a lei! Tudo isso para os corruptos, não vale nada, chacoteiam a lei para tirar proveito próprio, abusando dos eleitores paulistas como se fossem imbecis.  Que ousadia! Parafraseando o grande Ruy Barbosa: de tanto sermos tungados pelos nefastos políticos, de tanto termos como legisladores criminosos de alto coturno, foragidos da Justiça, de tanto termos mensaleiros condenados há dezenas de anos por diferentes tipos de corrupção no famigerado processo mensalão, mas ainda não presos por recursos protelatórios e ainda não julgados pelo STF - de tudo isso nos dá até vergonha de dizer que somos eleitores brasileiros! 

Antonio Brandileone abrandileone@uol.com.br 
Assis

ECONOMIA

RISCO BRASIL

Depois da informação da Standard & Poor’s sobre o rebaixamento de 11 instituições brasileiras e do rebaixamento da nota do Brasil, nova notícia desagradável chega de Londres, onde o banco J P Morgan elevou o índice de risco do Brasil para 210, ou seja, um aumento de 25%, o que é extremamente prejudicial ao País. A arrogância da presidente Dilma não a deixou perceber que a situação da economia brasileira piorava, pois o governo não adotou medidas competentes, e que tinham fundamento as críticas de nossos principais economistas de que não é possível fazer política econômica atrelada à programação eleitoral. Não só a população já se deu conta das barbeiragens que o governo está cometendo, como ficou provado na pesquisa Datafolha como o mercado financeiro internacional, muito ligado às alterações da economia dos países, detecta, mais uma vez, o fracasso do governo brasileiro. Foi mais rápido do que o esperado e, pior, sem conserto rápido, aparentemente.

Fabio Figueiredo fafig3@terra.com.br 
São Paulo

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CORDA BAMBA

Infelizmente, a presidente Dilma Rousseff não vem correspondendo a confiança a ela depositada por milhões de eleitores porque a sua administração até aqui é desastrosa.  Se o seu antecessor e fiador político, Lula, deixou como legado maior a conivência com a corrupção, Dilma está fadada a desconstruir os sólidos fundamentos macroeconômicos, que a duras penas foram alinhavados nos governos Itamar e FHC. A presidente, assim como o PT, não tem esse direito de confundir o poder com a “casa da mãe Joana”, desprezando as regras básicas de mercado, com o irresponsável uso dos recursos dos contribuintes, beneficiando amigos, e não investindo no essencial, como em infraestrutura, saneamento básico, saúde, educação, etc. Estão aí os resultados dos erros crassos praticados escancaradamente pelo Planalto. Divida pública alta, déficit em conta corrente assustador, inflação corroendo o bolso do trabalhador, PIBs medíocres, superávit primário regado a trambicagens contábeis inadmissíveis, e agora, como o ápice deste total descontrole e primarismo administrativo, um presente de grego da Standard & Poor’s, rebaixando de positiva a negativa a situação de risco dos fundamentos macroeconômicos do País. O governo do PT cria essa situação constrangedora para nossa sociedade, que nos vai custar muito caro para recuperar o tempo perdido (11 anos só de promessas), por absoluta soberba, demagogia, e nenhuma cumplicidade com o desenvolvimento da Nação! E não foi por falta de aviso! A imprensa brasileira, com os espaços oferecidos aos especialistas e formadores de opinião, vem há muito alertando sobre as ações equivocadas deste relapso governo! Mas, assim como era Lula, Dilma, por falta de humildade, rebate e critica os que realmente querem debater e contribuir, chamando-os de pessimistas, e outras baboseiras. Será que a presidente teria condições republicanas neste momento para reconhecer quem verdadeiramente tinha razão?!  Os fatos estão ai! Com o Brasil, infelizmente, na corda bamba.

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com 
São Paulo

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ELEVADAS CONTRADIÇÕES

A mesma agência de classificação de riscos Standard & Poor’s (S&P) que rebaixa a economia do Brasil eleva perspectiva da economia dos EUA. De início, a agência desconsidera dois fatores: dívida pública e desemprego. EUA atinge 100% do PIB, Brasil 35%, e no desemprego 5,5% Brasil e EUA 7,8%. Inflação e juros não são fins, mas meios que as nações enfrentam para manter as duas variáveis acima sob controle. Mas nada disso tem importância diante da economia atualmente globalizada e o projeto ultraconservador e hegemônico dos EUA. E qual é esse projeto? Desmontar o Estado social herdado da crise de 29 e entregar tudo ao mercado autossustentável. Enquanto os EUA continuarem na dianteira tecnológica, financeira, militar, imprimindo a moeda padrão, deixando as demais nações endividadas numa moeda que não são as suas, não há solução, e a crise mundial tende a se agravar. Mas todo esse poder dos EUA pode ruir a qualquer momento, em razão de suas elevadas contradições.
 
Antonio Negrão de Sá negraosa1@uol.com.br 
São Paulo 

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CREDIBILIDADE EM BAIXA
 
Após o anúncio da agência de classificação de risco S&P ameaçando rebaixar a nota brasileira, parece que alguns membros do governo começaram a acordar e estão percebendo que a política fiscal nacional está levando o Brasil à ruína. Resta saber se tomarão atitudes realmente sérias para buscar a credibilidade perdida ou se vão continuar tentando tampar o sol com a peneira, com mais alguns truques de maquiagem. Conhecendo o PT e seu jeito de governar, eu não tenho esperanças. Já começo a sentir pena do próximo presidente da República do Brasil, pois irá receber uma herança maldita: um país quebrado e desacreditado junto à comunidade internacional. 
 
Maria Carmen Del Bel Tunes carmen_tunes@yahoo.com.br 
Americana

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FALTA DE CONHECIMENTO
 
O pacote para pequenas empresas não trará benefícios, pois elas não estão preparadas para lançar ações ou debêntures. Melhor seria eliminar as contribuições do Sistema S.
 
Odomires Mendes de Paula odomires@abrampe.com.br 
Uberlândia

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DESOCUPAÇÃO GERAL DA NAÇÃO

Bem ao gosto dos economeses, as estatísticas na realidade dizem o seguinte: até mesmo num bando de desocupados, os desocupados se enchem de prestar referência ao desocupado mor.
 
Ariovaldo Batista arioba06@hotmail.com 
São Bernardo do Campo

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NOTAS FISCAIS E IMPOSTOS

Meus neurônios não bastam para entender o verdadeiro sentido da Lei 2.741/2012. Acredito que seja mais uma daquelas que vieram para não pegar, de autoria de alguém que não tem o que fazer, no caso, nossos políticos. As notas fiscais serão obrigadas a informar o valor aproximado do imposto cobrado em cada produto. A Casa Civil reconhece a complexidade da lei, a reação do povo é de desinteresse e a pergunta que não cala é: qual é a vantagem de o consumidor, a não ser a curiosidade em saber como é extorquido com uma das cargas tributárias mais elevadas do mundo? A mim não interessa saber quanto estou pagando de impostos no que compro, e sim como esse imposto está sendo gasto pelo governo. Pelo que sabemos, é usado na farra da criação de ministérios, polpudos empréstimos a Cuba, perdão da dívida de US$ 900 milhões a países africanos, compra de votos com as bolsas disso e daquilo. Não posso reduzir os impostos nem obrigar o governo a usá-lo de forma honesta, mas posso manifestar a minha ignomínia com tanto imposto que incide sobre um produto, no maior arrocho ao empresário já visto. Afinal, a lei será esquecida, o empresário a usufruir o seu lucro, o governo a gastar sem regra e competência, e o consumidor, bem, esse continuará como sempre, no papel de cachimbo. Só levando fumo. “A esperança é o sonho do homem acordado.”(Aristóteles)

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com 
Vassouras (RJ)

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ABSURDO REVELADO

Agora, a grande massa que nem sonhava o absurdo que paga de impostos, quando compra qualquer item, deve enfim ver que, ao fazer uma compra, por exemplo, de R$ 260, o governo tem a pachorra de roubar, digo, cobrar R$ 189. Devemos fazer algo, como exigir um retorno perfeito, mas primeiro temos que derrubar o governo atual, e talvez até o sistema presidencialista junto, para acabar com o vício que nos amarra há mais de um século.
 
Roberto Moreira Da Silva rrobertoms@uol.com.br 
São Paulo

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CRIMINALIDADE

Parafraseando o imortal cantor e compositor Renato Russo, líder da lendária banda de rock Legião Urbana, que tinha em uma de suas músicas a frase “que país é esse” em que jovens com idade entre 12 e 17 anos que deveriam estar na escola ou fazendo curso profissionalizante estão nas bocas de fumo, nas vielas vendendo droga ou assaltando à luz do dia e matando pessoas com ímpeto de crueldade, queimando pessoas vivas pelo simples prazer de maldade e por saber que pelo fato de ser menor ficará impune? A solução da redução da maioridade penal é preferida por aqueles políticos demagogos que não querem enfrentar o problema da violência de frente, como deveriam. Só o fato de reduzir a maioridade penal não vai inibir que menores infratores reincidentes deixem de praticar crimes, pois eles precisam de dinheiro para manter o vício das drogas. Volta e meia retornam à discussão, sempre que acontece um crime de comoção nacional praticado por um menor, como foram os casos dos assassinatos do estudante Victor Deppman, de 19 anos, e da dentista em São Bernardo do Campo, queimada viva em seu consultório por não possuir em sua conta a quantidade de dinheiro esperada pelos bandidos. Aproveitando o ocorrido acontecimento, o governador Geral Alckmin veio a público e disse que seu partido (PSDB) pretendia apresentar projeto de lei para alterar o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e tornar mais rígidas as punições a infratores com idade abaixo de 18 anos. Entretanto, a triste realidade é que esses jovens são usados pelas quadrilhas como boi de piranha para operar o crime, porque o máximo que acontece é uma internação da fundação casa. A certeza que temos é a de que, caso seja colocada a operação no ECA, obviamente serão recrutados adolescentes cada vez mais novos para servir aos propósitos das quadrilhas. Ou será que alguém tem dúvida de que isso vai realmente acontecer, se houver mudança significativa no Estatuto? Minha intuição diz que reduzir a maioridade penal e colocar esses jovens na cadeia não os ressocializará – apenas os tornará mais perigosos do que já são. Afinal, matar, para esses jovens, passou a ser apenas diversão. Ou alguém acha que eles tem remorso pelos crimes bárbaros que cometem?    

Turíbio Liberatto turibioliberatto@hotmail.com 
São Caetano do Sul

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BARBAS DE MOLHO

A vocês, paulistanos e paulistas como eu, coloquem vossas barbas de molho. A violência e a criminalidade em nossa capital e no interior vão aumentar. Por quê? É muito simples: nosso ministro da Justiça, senhor Eduardo Cardozo, verdadeiro servo de nossa presidente Dilma, que faz tudo que sua mestra mandar, embora diga que não, será candidato ao governo de São Paulo e fatalmente adotará a política de sua comandante, a do “quanto pior, melhor”. Ou vocês duvidam de que ele, como ela, fará o diabo para chegar ao Palácio dos Bandeirantes ?

Arnaldo de Almeida Dotoli arnaldodotoli@hotmail.com 
São Paulo

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LICENÇA PARA MATAR

Os governos federal e estadual deveriam dar explicações às famílias das vítimas e aos contribuintes, em vez de ficarem culpando um ao outro. Já que trabalharem juntos para combater a violência é impossível. Está muito fácil matar. Os bandidos agradecem.   
 
Mário Issa drmarioissa@yahoo.com.br 
São Paulo

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PREVENDO O FUTURO

Se eu fosse vidente, ficaria rica, pois “previ” que, diante dos dados da pesquisa Datafolha que dava maioria absoluta de intenção de votos a Geraldo Alckmin para o governo de São Paulo, mesmo que o candidato rival fosse Lula – a violência em São Paulo aumentaria, podendo nós esperarmos mais ônibus incendiados, mais sabotagens nos trens do metrô e mais casos de violência extremada. Não deu outra: já ontem cedo vi pelo jornal da TV que dois ônibus foram incendiados na Vila Curuçá por cinco indivíduos que obrigaram os passageiros a descer dos veículos. Um terceiro veículo foi queimado a 600 metros do primeiro. Devo ou não devo dar consultas para prever o futuro? Garanto 100% de acerto!

Mara Montezuma Assaf montezuma.scriba@gmail.com 
São Paulo     

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‘MORADORES DE RUA NÃO SÃO LIXO’

Discordo da matéria “Moradores de rua fazem 'camping' em SP” (“Estado”, 9/6, A27).  A administração Haddad só tem persistido na visão social higienista de varrer para debaixo do tapete o “lixo social”, como são vistos os moradores de rua.  No sábado, dia 8/6, presenciei a mesma atitude adotada por Kassab com moradores de rua no Largo S. Francisco, dessa vez na esquina da R. Rui Barbosa com a Conselheiro Carrão:  um caminhão da subprefeitura, com o apoio de uma equipe de GCMs, arrancou os poucos pertences de um grupo de pessoas que há anos “vive” nessa esquina, deixando-lhes não mais que seus cobertores e alguns colchões.  O resto foi desrespeitosamente varrido e jogado em cima no caminhão.  Como cidadã, questionei os guardas, que responderam que estavam garantindo o direito de ir e vir dos transeuntes, ao que retruquei perguntando sobre o direito de ir e vir dessas pessoas, que nada mais têm que a rua.   Responderam-me que não tinham tirado nada deles, apenas lixo... Pois é, para esses representantes da administração municipal, os parcos pertences dessas pessoas, garimpadas no lixo das pessoas mais abastadas (e quem não é mais abastado que um morador de rua?) nada mais é que lixo. Com certeza se trata de preparativos para deixar a cidade mais “arrumada” para os eventos internacionais de futebol na cidade.  Lamentável!

Rita de Fátima Duca duca.rita@gmail.com 
São Paulo

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REINTEGRAÇÃO DE POSSE

Assistindo à reintegração de posse de um terreno na Avenida do Cursino, na zona sul de São Paulo, ocorrida ontem de manhã, não se viu gente pobre e decente aceitando passivamente  o cumprimento da lei e ordeiramente saindo do terreno ocupado há cerca de um mês, como foi noticiado. O que vimos foram baderneiros tocando fogo nos barracos, fazendo barricadas e atirando pedras nos PMs, que estavam ali para fazer  cumprir a lei.  O capitão Pardubsky, que comandava a operação, declarou: “Nós preparamos o efetivo para evitar o confronto”. Com atos de violência, os pseudomoradores, que mais pareciam bandidos travestidos de pobres sem teto, queriam era um confronto com a PM,  para ter um corpo no asfalto. Pergunto: como essa gente que se diz pobre, sem teto, tem dinheiro para pagar um advogado, que lá estava presente para defendê-los? Faz-se necessário investigar quem está por trás dessas invasões. Que grupos são esses que querem e estão tumultuando e aterrorizando a vida dos cidadãos da cidade de São Paulo, com essas invasões e esses atos de vandalismo contra o aumento da passagem dos ônibus?

Agnes Eckermann agneseck@yahoo.com.br 
São Paulo

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FICHA LIMPA NO TRÂNSITO

Além das boas considerações do editorial – “Estado”, 10/6, A3 – sobre o projeto de expor o nome do motorista infrator, acrescento, como despachante, que percebo que muitos de meus clientes são vitimas de veículos roubados e há multas efetuadas pelo ladrão. Alguns veículos são vendidos e o comprador não transferiu o carro para seu nome. Algumas multas são cometidas por familiares e não são transferidas. Além disso, há excesso de multas indevidas, injustificadas e desnecessárias, sendo as defesas dessas multas indeferidas e os motoristas não informados do motivo do indeferimento

Arcangelo Sforcin Filho arcangelosforcin@gmail.com 
São Paulo

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FURTOS NO CEMITÉRIO DA CONSOLAÇÃO

Que triste lembrança de meu avô, de meu pai, de minhas queridas tias e tios!  Quando for novamente ao Cemitério  da  Consolação,  não  terei  mais  onde  colocar  flores  para  saudá-los,  pois  os  vasos  grandes  de  bronze  foram  furtados. O que  merece  uma pessoa  que  rouba um cemitério? Queria uma  resposta das “autoridades”!  Se vier, pois estão  furtando  há muito  tempo. Estão  roubando  a  História!

Sergio Cotait scotait@superig.com.br 
São Paulo

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‘SAIAÇO’ NO BANDEIRANTES

Acredito ser extremamente desnecessário alunos de uma escola irem trajados de saia em solidariedade a um aluno que trajou saia durante festa junina. Concordo com o professor que mencionou que festa junina não é parada gay ou coisa similar, pois, convenhamos, para festa junina, homem não vai de saia: vai de “caipira”, usando calças jeans, botas e camisa xadrez, com, no máximo, um lenço no pescoço. Homem trajado de mulher, só em festa de carnaval, baile a fantasia ou, como mencionou o professor, festa gay. Falta de respeito para com o professor ir trajado dessa maneira à aula. O professor é um profissional e merece respeito.  Liberdade não é sinônimo de libertinagem nem de palhaçada.

Rogerio Cardinali Martins rogeriocardinali@terra.com.br 
São Paulo

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GERAÇÕES IRRESPONSÁVEIS

No meu tempo de estudante, aluno ia à escola para estudar. Hoje, na falta de temas, andam de saias, invadem reitorias, espancam professores. Certamente teremos a próxima geração extremamente liberal e irresponsável. É lamentável o apoio de alguns pais a esses fatos grotescos. Chegará o dia em que esses pais terão a colheita.
 
Rodolfo Luiz do Nascimento rudyjan@gmail.com 
São Paulo

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REDUÇÃO DE SALÁRIO DE DOCENTES
                               
 
“Professores choram diante da aprovação da redução do salário dos professores em Juazeiro do Norte, no Ceará. O corte pode chegar a até 40%”
 
A prefeitura da cidade de Juazeiro do Norte aprovou na Câmara de Vereadores a reformulação do Plano de Cargo, Carreira e Salários (PCCS) na última quinta-feira, 6/6. É claro! Eles sabem que é mais fácil governar para ignorantes. Investir em educação pra que? Enquanto esses políticos sem escrúpulos aumentam, sem razão, o próprio salário, vota-se a redução do salário de professores. Pra que estudar? Políticos e bandidos não precisam de professores letrados, e sim “escolados” na malandragem. Sou professor por opção e amor, mas sinto vergonha desses políticos que só se preocupam em “engordar” o próprio bolso. Como se fala que o Brasil é um país rico? Rico de quê? Ignorantes, trapaceiros e salafrários? Como pode um país se considerar rico quando sua educação é uma das piores do mundo? Em compensação, os impostos recolhidos pelos governos são os mais altos em todo o planeta. Não é preciso ser especialista para afirmar a imoralidade dessa redução de salários! Os salários a serem reduzidos deveriam ser os dos vereadores! Aliás, para mim, cargo eletivo deveria ser voluntário!
 
 
Antônio Dias Neme professorneme@ig.com.br 
São Paulo

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AQUI, LÁ, ACOLÁ

O que nos EUA de Barack Obama e na Inglaterra de David Cameron é escândalo no Brasil são lei e resoluções do COAF, como observou Gaudêncio Torquato, em sua coluna do último domingo ( 9/6, “Leviatã manda lembranças”, A2). Em verdade, as resoluções do COAF 24 e 25, de janeiro de 2013, que transformaram os profissionais liberais que lidam com negócios jurídicos numa súcia de delatores de seus clientes, vieram ancoradas na inconstitucional lei nº 12.683, de 9/7/2012 (sincronicidade?), que, desastradamente, alterou a boa e razoável lei contra a lavagem de capitais (Nº 9.613, de 3/3/1988). Porém a lei já se encontra sob arguição direta de inconstitucionalidade no Supremo Tribunal Federal e nas excelentes mãos do decano Celso de Mello. Percebendo a importância e a urgência do assunto, o ministro deu à demanda, ajuizada pela Confederação Nacional das Profissões Liberais (CNPL), o rito abreviado previsto pelo art. 12 da Lei 9.869/99, que disciplina a tramitação das ações diretas. Por força da malsinada lei, um corretor de imóveis que intermedeie a venda de uma casa e um advogado que preste assistência na elaboração do respectivo contrato, de valor acima da “fortuna” de R$ 5 mil, são obrigados a comunicar o fato ao “Big Brother” – sem poder dizer que o fizeram a seus clientes, como é próprio da “alcaguetagem”.  Numa inadmissível inversão da presunção de honestidade cidadã, o pressuposto é o de que todos os brasileiros lavam dinheiro em seus negócios, que deixam de pertencer ao direito privado e se inserem na normatividade pública do poder de polícia. A delação é reta e direta, enquanto naquelas nações civilizadas a justa revolta da comunidade mira o vazamento de e-mails, registros na internet e telefonemas. 
  
Amadeu R. Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br 
São Paulo

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OPORTUNO E DENSO ARTIGO

Merecem todos os encômios o oportuno e denso artigo do competente articulista Gaudêncio Torquato, com o titulo “Leviatã manda lembranças”.

Ney Prado neyeprado@terra.com.br 
São Paulo

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‘ÍNDIOS CONTEMPORÂNEOS’

A bizarra história de Paulo Apurinã – citada no artigo de Xico Graziano (“Estado”, 11/6, A2) – e sua preconização que chegará “brevemente” a senador ilustram perfeitamente a trajetória da maioria dos homens públicos brasileiros.

Ricardo Castro Teixeira 
São Paulo

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CORRUPÇÃO SOFISTICADA

No Brasil a corrupção chegou a tal ponto que já temos Índio com identidade falsa.

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com 
Jandaia do Sul (PR)

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FALSOS ÍNDIOS

Quem são os índios que hoje lutam por terras e confrontam o governo e as instituições? Não são índios na integralidade do termo. São descendentes de índios, aculturados pelo governo, por religiosos, assediadores políticos, garimpeiros, madeireiros, invasores de terras, caçadores, traficantes e até guerrilheiros, que os afastaram de sua cultura original e não tiveram condições ou interesse de integrá-los efetivamente à vida da sociedade branca. O resultado é esse indivíduo confuso, dependente, dotado da idéia de ser grande credor da sociedade e portador do sonho de montar grandes “nações indígenas” dentro do território nacional. Ele já não vive mais no seu estado natural – de caça, pesca ou extração – e tem aparelhos eletrônicos, veículos, armas de fogo e hábitos do branco, mas exige terra. Desde que o Estado brasileiro tomou a bandeira de proteção ao índio, pelo Serviço de Proteção ao Índio (SPI) e pela Fundação Nacional do Índio (Funai), não conseguiu satisfazê-lo. Esses órgãos sempre foram odiados por consideráveis parcelas dos silvícolas, insatisfeitas com o que lhes é proporcionado. Existem trabalhos que notabilizaram seus autores, mas não sensibilizaram o próprio índio. Agora vivemos um momento crucial. Os descendentes de índios decidiram enfrentar o governo e a sociedade. Invadem propriedades particulares e obras púbicas, bloqueiam estradas, ateiam fogo, depredam, desobedecem a ordens judiciais e se travestem de autoridades. O governo e suas instituições têm o dever de encontrar uma solução. Há uma tarefa a cumprir e não precisa ser, necessariamente, com o uso da força – melhor que não seja. Mas tem de ser cumprida, sob pena dos rebelados, em vez de somarem com a sociedade branca e nela viverem, tornarem-se seus algozes e fatores de desequilíbrio social, até institucional. Além dos indígenas, também precisam ser contidos, urgentemente, os movimentos sociais exacerbados e os criminosos comuns que atacam, roubam, sequestram, estupram, queimam e matam. Questão de sobrevivência...

 
Dirceu Cardoso Gonçalves aspomilpm@terra.com.br                                                                                                        
São Paulo
 
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CARAS PINTADAS

Gente, que bom os caras pintadas voltaram, só que vestidos de índios...
 
Maria José da Fonseca fonsecamj@ig.com.br 
São Paulo

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VIGILÂNCIA DE INFORMAÇÕES NOS EUA

à constatação de que nos tempos atuais, como a mídia global está informando, face ao estágio das tecnologias de comunicações virtuais, a privacidade de quem se utiliza desses  instrumentos não mais existe, não resta nada a não ser nos conformarmos com tal realidade e pautar nossas vidas por esse novo parâmetro comportamental, que certamente nos levará a posturas éticas e morais mais corretas, nos novos tempos que irreversivelmente entramos.

José de Anchieta Nobre de Almeida josedalmeida@globo.com 
Rio de Janeiro

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