Fórum dos Leitores

PROTESTOS EM SP

O Estado de S.Paulo

15 Junho 2013 | 02h07

A gota d'água

O mote da manifestação em São Paulo, aparentemente, é o aumento das passagens de ônibus em R$ 0,20. Mas só quem não pensa não vê que os R$ 0,20 são apenas a gota d'água que fez transbordar o copo. O povo está cansado de ser humilhado e desconsiderado nos seus direitos mais básicos. Falta atendimento à saúde, faltam escolas de qualidade, falta residência digna, falta segurança, falta transporte em quantidade e de qualidade razoáveis. O povo não se revoltaria se outros setores de sua vida, dependentes do governo, estivessem satisfeitos. Alckmin e Haddad já disseram: não vão rever o aumento da tarifa. Onde isso vai parar? Aonde os governos querem chegar? Até onde vai a paciência do povo?

NEUSA MARIA LORA FRANCO

neusalora@uol.com.br

São Paulo

Fim da PM

Assistindo pela TV à violenta repressão da Polícia Milita (PM) à manifestação nas ruas da cidade, cheguei à conclusão de que a população deveria organizar um movimento pelo fim da PM, herança inaceitável da ditadura militar. É vergonhoso que o ministro José Eduardo Cardozo e o prefeito Fernando Haddad agora se postem ao lado do conservador Geraldo Alckmin defendendo policiais truculentos que batem e ferem trabalhadores e estudantes nas ruas.

MARCELLUS WILLIAM JANES

mwjanes@usp.br

São Paulo

Experiência

Já que agora põem a culpa na Polícia, minha sugestão é que a retirem das ruas por, digamos, 30 dias, como experiência. Talvez venhamos a descobrir um grau de civilização insuspeitado na nossa população... Ainda bem, afinal, que os governadores de São Paulo e do Rio de Janeiro vieram a público declarar que a causa dos protestos era política.

ROBERTO DE ALMEIDA

robmeida22@gmail.com

São Paulo

Irracionais

Na ação irracional e radicalizada de ambos os lados, quem sai perdendo é a razão. A propósito, alguém já perguntou a esses estudantes, que têm o privilégio de pagar apenas 50% das tarifas de transporte coletivo sobre rodas ou trilhos, se eles abrem mão desse benefício para discutir a redução da tarifa? Desde fevereiro sabia-se que haveria aumento das tarifas em junho, então por que esses estudantes não protestaram antes do aumento?

JOÃO PAULO MENDES PARREIRA

jpmparreira@hotmail.com

São Caetano do Sul

Agora vamos às ruas!

Vivemos no país da fantasia: a economia cambaleia, apesar da alegria da nossa presidente e do ministro da Fazenda; a Petrobrás deve R$ 7,39 bilhões, apesar de ser a maior empresa brasileira; gastamos bilhões de reais em estádios de futebol, enquanto nossa população é tão mal atendida na saúde. Mas, se aumentam a tarifa do transporte público em R$ 0,20, botamos para quebrar! Vamos pra rua, que assim não dá!

HUGO HIDEO KUNII

hugo.kunii@terra.com.br

Campinas

Punição geral

O que esses "manifestantes" que viraram São Paulo de cabeça para baixo nos últimos dias precisam entender é que sua pauta não pode ser usada, sob nenhuma circunstância, como pretexto para cassar da sociedade o seu direito de ir e vir. Seja lá qual for o real motivo que precipitou esses atos selvagens de quebra-quebra e vandalismo - respondidos, na quinta-feira, com vigor pela Polícia Militar paulista -, é claro que absolutamente nada justifica a barbárie imposta à esmagadora maioria da população que só queria voltar para casa em paz após longos dias de trabalho. Os excessos policiais devem ser exemplarmente punidos. Mas a súcia anarquista (ao que tudo indica comandada, em grande parte, por militantes da extrema-esquerda, incluindo a Juventude do PT) que sai por aí depredando o patrimônio público e agredindo pessoas que embarcam nos ônibus que servem à cidade não pode ficar impune. E tem de entender que vias públicas como a Avenida Paulista, região onde se concentram inúmeros hospitais, não são os locais apropriados para mobilizações. O que os protestos buscam? Apenas o fim do aumento das passagens? Acho que não. Os últimos eventos passam a impressão de que essas pessoas procuram desesperadamente por um cadáver, para que, assim, seu coro seja engrossado, em especial contra o governo do Estado, comandado com competência por Geraldo Alckmin. Lembremos que Haddad, que em passado recente apoiou cegamente esses "manifestantes", só disputará novamente a Prefeitura no longínquo 2016. Alckmin, em contrapartida, já sente na pele o clima da eleição a ser disputada em breve, no próximo ano.

HENRIQUE BRIGATTE

hbrigatte@yahoo.com.br

Pindamonhangaba

Sigam o dinheiro

Os atos de vandalismo praticados durante as passeatas em protesto contra o aumento das passagens podem ser investigados a partir da descoberta dos financiadores do Movimento Passe Livre (MPL). Aí teremos a real motivação desses protestos, saberemos a quem realmente interessa essa bagunça em nossa cidade e em outras capitais. É simples: sigam o dinheiro.

JOSÉ RENATO NASCIMENTO

jrnasc@gmail.com

São Paulo

COPA DAS CONFEDERAÇÕES

Da ficção à normalidade

Durante a Copa das Confederações, que começa hoje, vamos viver a ficção de um país maravilhoso, com as cidades (dos jogos) bem policiadas, patrulhamento exemplar, rodovias fiscalizadas, apreensão de drogas e armas, aviões no horário, juizados nos aeroportos. Acabou a Copa, voltamos à normalidade: violência, assassinatos, drogas, armas, atrasos e omissões.

HONYLDO R. PEREIRA PINTO

honyldo@gmail.com

Ribeirão Preto

'Pra frente, Brasil!'

Assistindo à propaganda institucional do governo sobre a Copa das Confederações, viajei no tempo e me vi diante das propagandas ufanistas do tempo da ditadura: só faltou o "Pra frente, Brasil!". Nos anos 70, a ditadura soube muito bem capitalizar o sentimento patriótico com a conquista da Copa do Mundo pela seleção. Hoje o PT faz o mesmo, que ironia... Mas será que Nelson Rodrigues gostaria de ver sua frase "a Pátria de chuteiras" utilizada numa propaganda governamental? Os brasileiros que não estão nem aí para o futebol e não concordam com o dinheiro jogado pelo ralo com essa competição não estão gostando nada, nada. Agora, com a popularidade do governo caindo, podemos esperar muito mais propagandas como essa.

JOSÉ R. DOS SANTOS VIEIRA

jrsvieira@ig.com.br

São Paulo  

 

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

 

MANIFESTAÇÃO PELO PASSE LIVRE

 

Este Movimento Passe Livre é um ajuntamento de pequenos grupos de esquerda sem a mínima importância política - eleitoralmente são inexpressivos. Sua prática é fascista por excelência, sendo o vandalismo parte de sua propaganda. Como não conseguem mais comover as massas com os tradicionais jargões de esquerda, como a eterna crítica ao capitalismo, inventaram esta "nova luta" para satisfazer suas bases, estas já cansadas de ouvir os mesmos discursos "revolucionários" contra a burguesia. O aumento da passagem de ônibus foi o instrumento que acharam para satisfazer seus seguidores. Como a liberdade de opinião, um direito assegurado numa democracia, o direito de ir e vir também o é. Mas os fascistas são contra, a exemplo de países por eles admirados: Cuba e Coréia do Norte. Se fosse para se declararem contra o aumento do preço da condução, uma praça serviria, assim como a reunião diante do Teatro Municipal também. Mas não, o que querem é a perturbação da ordem, a polícia instigada. Quem sabe até um morto. Como as autoridades encarregadas de manter a ordem pública não precisam mais de espiões disfarçados para saber os passos desses movimentos, já que nas redes sociais eles são amplamente divulgados, faltou planejamento inteligente para que, antes de acontecer o confronto inevitável, fosse abortada a passeata em rumo à Paulista. E já anunciam uma nova perturbação na próxima semana, pondo em cheque a autoridade do prefeito e do governador e atrapalhando e pondo em risco o resto da população de São Paulo. Se o que querem é tarifa zero, eles que proponham os fundos de onde sairia o dinheiro para financiá-la. Chega de bagunça, não podemos mais ficar fugindo, fechando as portas das lojas e bares. Um grupo fascista não pode mandar em São Paulo. Vamos ficar reféns deles?

 

Maria Tereza Murray terezamurray@hotmail.com

São Paulo

 

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PARABÉNS À POLÍCIA

Primeiro: chamar os baderneiros/terroristas de manifestantes é bem do feitio da imprensa. Defender jornalistas e fotógrafos agressores e cinegrafistas em área de confronto, é bem a postura

de "estou acima de tudo e nada pode me atingir". Parabéns à polícia do Estado de São Paulo, que lutou bravamente para manter a ordem e a decência. Mesmo contrariando a imprensa, que sempre está defendendo baderneiros, agressores, vândalos e terroristas. Quem sai de casa com pedras, vinagre e molotov na mochila vai visitar algum doente, algum necessitado? Parabéns pela bela imprensa que temos, sempre ao lado dos anarquistas, playboys e riquinhos. Por favor jornalistinhas, façam as contas: ninguém que está empregado, desempregado ou é estudante paga mais do que R$ 50,00 de condução. Esqueceram o vale-transporte, "vale-desempregado" e o passe do estudante? Felizmente os jornalistas estão sendo colocados nos seus devidos lugares. Criticar jornalista é como bater em bêbado: se bater, é covarde; se apanhar, é otário.

 

Rodolfo Luiz do Nascimento rudyjan@gmail.com

São Paulo

 

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GUARDADAS AS PROPORÇÕES

Tive a oportunidade de acompanhar o passeio dos jovens paulistanos desde a frente do Teatro Municipal até a Paulista. Confesso que revivi momentos em que participei dos movimentos de minha juventude. Fiquei pensando o que fariam esses nobres cidadãos tão jovens se o protesto, em vez de questionar vinte centavos, questionasse os milhões doados pela presidente aos países africanos ou os bilhões roubados diariamente pelos políticos, ou, pela roubalheira vergonhosa que derrubou a Petrobrás, ou, ainda, contra a verdadeira pirataria que senadores e deputados assacam contra o erário rotineira e impunemente. Provavelmente, ao chegar à Paulista, os cidadãos jovens tão motivados deveriam derrubar as sedes dos bancos Itaú, Bradesco e Santander, teriam de derrubar o prédio da Fiesp e quiçá também o do Masp. Afinal, a raiva contra os Poderes deveria ser proporcional - entre vinte centavos e bilhões e bilhões, a fúria teria de ser proporcional. Se fosse, ainda, contra o aumento de patrimônio do ex-presidente, o maior ladrão jamais visto neste país, aí a avenida teria que ser eliminada, riscada do mapa, respeitada a proporção do descalabro que afronta a cidadania e, confesso, eu iria participar veementemente da quebradeira.

 

Ronaldo Parisi rparisi@uol.com.br

São Paulo

 

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DITADURA ONTEM E HOJE

Hipocrisia! É o mínimo que mostra o ocupante do Ministério da Justiça ao oferecer força federal ao Governo do Estado de São Paulo. Ou ele pensa que ninguém enxerga que os "protestos" têm o DNA dos petralhas? Ninguém sai às ruas prejudicando a população e depredando bens quando se aumenta o preço do cigarrinho (o de tabaco) ou da cervejinha ou o IPTU. Porque fazer coincidir greve de metrô e trens metropolitanos com os "protestos" (baderna)? E os serviços do Município (IPTU, concessão do transporte urbano, etc.), porque são ignorados? E porque a Prefeitura até agora não colocou a Guarda Civil Metropolitana nas ruas para proteger os próprios do Município, atribuição sua? Será que não há nada combinado? É tudo espontâneo? É melhor desacatar, provocar e agredir a Polícia Militar (do Estado) e esperar sua ação constitucional de reprimir badernas, na esperança de que sobre algum cadáver. Aí sim a cena ficará completa. Sr. ocupante do Ministério da Justiça: São Paulo não precisa do seu "governo" (que nós sustentamos daqui, como o resto do País). Se percebeu que perdeu o controle sobre a turba, basta olhar à sua volta e desfazer o combinado com seus "cumpanheros". Essa seria a atitude digna. Mas dignidade é o que mais falta nessa sua maldosa e falsa oferta: ela só tem o escopo de atingir o governo do Estado, tentando colocar a população ordeira (nós) contra ele. E olhe que eu não morro de amores por ele. Em tempo: o "prefeito" critica nossa PM, taxando-a de violenta? Violentos são aqueles que, em vez de estar nos seus postos de trabalho (se é que o fazem) e nos bancos escolares (se é que estudam) "dão o cano" na obrigação e se armam para agredir, depredar e prejudicar quem o quer fazer. Repúdio é a resposta desse paulista de 70 anos que lutou contra a Ditadura anterior e luta também contra a atual.

 

Ricardo Hanna ricardohanna@bol.com.br

São Paulo

 

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FILME ANTIGO

Esse filme eu já vi há muito tempo. Talvez muitos dos brasileiros ainda se recordem de como era o Brasil de outrora. Hoje, vemos novamente jornalistas, estudantes, operários e fotógrafos sendo presos por desacato, agressões, danos ao patrimônio público, badernas, etc., por um aumento de R$ 0,20 na passagem de ônibus. Só que os personagens são os mesmos: José Dirceu, Genoino, Serra, Dilma, daí a nossa indagação. E o super faturamento dos estádios de futebol, aeroportos, etc. - como é que fica?

 

Arnaldo Luiz de Oliveira Filho

despachantesantana@ig.com.br

Itapeva

 

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MANIFESTAÇÃO PACÍFICA?

Realmente, a passeata em São Paulo foi muito pacífica. Cruéis foram os policiais, que, debaixo de chuvas de pedras jogadas pelos pacíficos manifestantes, ousaram revidar com balas de borracha e bomba de efeito moral. Queriam o quê? Que revidassem com chuva de balas para aquelas inofensivas criancinhas? Adoro a mídia, mas dessa vez parece que queriam ver sangue. Como não aconteceram mortes, no entanto, resolveram crucificar os policiais militares. O engraçado é que, quando a polícia francesa age da mesma forma com o quebra-quebra em Paris, a mídia brasileira fica caladinha. Mas, como foi no Brasil, a polícia vira caso de policia? Mídia: menos!

 

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

 

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MUITA FALA, POUCA AÇÃO

Fernando Haddad é muito fraquinho, muito fraquinho mesmo. Na melhor das hipóteses, poderia ser bedel de uma escolinha em uma cidadezinha do interior de nosso país e olhe lá! A cidade de São Paulo não merece ser governada por alguém tão medroso, que foge de suas responsabilidades e tergiversa ao acusar os outros. Haddad, não sei se ele sabe, é o responsável único e direto pelos aumentos nas tarifas das passagens dos ônibus. Mas, como todo bom petista, foge do problema e joga a culpa nos outros. O prefeito petista afirma que a PM exagerou ao coibir manifestações de baderneiros e arruaceiros. A PM agiu como deveria agir para impedir que os paulistanos ficassem reféns de anarquistas. O prefeito de São Paulo não tem coragem de assumir que a responsabilidade do aumento das tarifas é dele e que, em última análise, toda essa bagunça foi ele quem criou. Haddad é o típico administrador petista: muita falação e pouco trabalho. A propaganda enganosa do PT diz que no partido só há bons gestores, mas a verdade insofismável é que são péssimos para zelar pelo bem comum. Não obstante, são ótimos quando pensam em seus próprios interesses e negócios. Está na hora de os brasileiros darem um basta nessa escumalha.

 

Leão Machado Neto lneto@uol.com.br

São Paulo

 

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CONTA SALGADA

Nos anos 1980, nossos políticos descobriram uma maneira de fazer graça com o dinheiro dos passageiros de ônibus. Criaram a gratuidade para os idosos e outras categorias, sem analisar se precisavam ou não. Com isso, menos pessoas pagam para mais andarem de ônibus e a tarifa ficou mais cara. Agora, o povo percebeu que está difícil pagar essa conta.

 

Marcos de Luca Rothen marcosrothen@hotmail.com

Goiânia

 

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BADERNEIROS PROFISSIONAIS

As últimas manifestações de protesto contra o aumento das tarifas de ônibus se transformaram em destruição e vandalismo de consequências inconcebíveis. As intenções dos protestantes foram certamente desvirtuadas, porque os resultados se mostram calamitosos. As depredações só tendem a agravar a situação dos mais necessitados, bastando atinar para quem vai pagar os prejuízos: o governador, o prefeito, o governo, os empresários das empresas de transportes coletivos? Claro que não, porque eles não fabricam o dinheiro e nem foram afetados pelos prejuízos. Mais uma vez, quem vai arcar com todo o ônus das depredações será o povo, que, pretensamente, os protestantes queriam beneficiar. De alguma forma, o governo terá que arrecadar mais numerário para cobrir os prejuízos e obrigatoriamente sairá dos bolsos dos contribuintes, o povo. Então os protestantes deram os tiros nos próprios pés. São eles e o povo em geral que, de alguma forma, arcarão com os prejuízos causados. Se eles não têm essa consciência, deixaram-se envolver pelos baderneiros profissionais.

 

Jorge Onoda jorge@onoda.com.br

São Paulo

 

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CORAGEM DE UM LADO, CINISMO DO OUTRO

A obrigação do prefeito Haddad era colocar na rua a Guarda Civil Metropolitana para colaborar na defesa do patrimônio do município. Simplesmente fugiu da raia. Agora, ainda quer tirar proveito da situação, atacando a atuação da Polícia Militar para denegrir o governo estadual. Parabenizo o governador Alckmin pela coragem e firmeza com que defendeu a ordem pública, ao mesmo tempo em que deploro o cinismo e a covardia de nosso prefeito, submisso às ordens do PT.

 

Roberto Twiaschor rtwiaschor@uol.com.br São Paulo

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OS MOTIVOS DAS MANIFESTAÇÕES

Só uma pessoa muito tola acreditaria que essas manifestações que têm acabado com São Paulo - não só São Paulo, mas o alvo é a cidade - estas manifestações por causa de 20 centavos. Faz me rir - sempre subiram os preços de tudo. Isso vem de sindicatos e da esquerda radical, com o intuito de "queimar" Alckmin. Querem o PT no governo, pois são mais alinhados e, com o PT, eles conseguem entupir o Estado de empreguismo, único fim desse grupo, que quer "mamar" o dinheiro astronômico que nos roubam de impostos para sustentar desocupados. Com o PSDB, fica bem mais difícil, mas podem "movimentar" o quanto quiserem - São Paulo não cai nesta esparrela de PT. Infelizmente a capital cai por ser a terra de todos e de ninguém, mas no interior seguem as cabeças pensantes - não são vacas de presépio.

 

Roberto Moreira da Silva rrobertoms@uol.com.br

São Paulo

 

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SITUAÇÃO INCONTROLÁVEL

No dia 13/6, quinta-feira, estava em meu apartamento, assistindo o jornal nacional, quando minha mulher ouviu um barulho na rua. Nós moramos na Rua Albuquerque Lins, entre a Baronesa de Itu e a Alameda Barros, e fomos olhar pela janela. Muitas pessoas andando na rua, gritando, jogando os entulhos das caçambas e o lixo no asfalto. Como muitos carros dormem na rua, batiam nos carros. Foi horrível a baderna. A polícia estava longe, seguindo os manifestantes. Se os governos federal, estadual ou municipal não tomarem sérias providências, a situação ficará incontrolável. Se já não está.

 

Olympio F. A. Cintra Netto ofacnt2@yahoo.com.br

São Paulo

 

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A PRIVATIZAÇÃO DO PACAEMBU

O Pacaembu poderia ser um centro poliesportivo para toda comunidade. A cidade de São Paulo deveria oferecer isso à sua população e não mudar a lei e permitir shows para que a iniciativa privada seja a única beneficiada.

 

Joy Bar joy.bar@gmail.com

São Paulo

 

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SALVEMOS O PACAEMBU

Ontem deparei com um belíssimo texto na página A3 do "Estado" e, como presidente da Viva Pacaembu Por São Paulo, gostaria de cumprimentá-los e dar meu voto de total apoio. O Complexo do Pacaembu é um bem de toda a cidade de São Paulo e, portanto, nosso. Não podemos cedê-lo à iniciativa privada de maneira alguma. Isso sem contar que a lei que não foi levada em conta, nesta situação. Há decisão judicial que proíbe eventos não desportivos ali. Como essas pessoas pretendem fazê-los? Ninguém veio falar conosco, e ficamos sabendo do fato por meio dos veículos de imprensa. Por que não transformar o Complexo do Pacaembu em uma "fábrica de atletas", utilizando também crianças carentes para a prática de esportes olímpicos, por exemplo? Um projeto social e nosso, da nossa cidade de São Paulo. Ainda bem que existe um jornal sério e que compreendeu toda essa situação.

 

Rodrigo Mauro rodrigo@remconstrutora.com.br

São Paulo

 

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A VERDADEIRA FUNÇÃO DO PACAEMBU

Inaugurado em 1940 e construído em terrenos da Companhia City, o Estádio Pacaembu destinava-se ao lazer dos moradores. Tinha - inicialmente - talvez um quarto da capacidade de hoje, sendo utilizado para a prática de ginástica, caminhadas e outras funções esportiva da população, cujos direitos e interesses deveriam ser representados e defendidos (não combatidos) pelos Srs. Haddad e Jatene. Com o aparecimento de novos e anti-culturais interesses, de eventos deslumbrantes e alienantes, de espetáculos alimentados pela ganância, pela cerveja e pela violência, em que 22 participantes são presumíveis esportistas e algumas dezenas de milhares assistentes deslumbrados e fanáticos, com torcidas por vezes brutais e, eventualmente, assassinas, surgiu o poder das massas, a busca dos votos e a captação de verbas, interesses dos partidos e dos políticos, opostos ou contrários aos interesses da população. Agora surge a tentativa de vender o estádio, de fazer grandes negócios, de arrecadar altas somas, com o falso argumento de que são necessários 350 milhões para reformar o que não precisa de reforma, pois o Estádio deveria ser destinado à escolinha de futebol dos meninos abandonados; ao lazer de idosos como espaço para tomar sol e fazer caminhadas; a passeios para babás com crianças; e outros fins sociais de que a população está carente. Haddad e Jatene defendem o indefensável, qual sejam: grandes eventos, em que, por vezes, abunda o álcool e circula a droga, mas talvez dos quais surjam avultados recursos para financiar políticos e partidos. Que a população se mobilize em defesa dos fins primeiros do estádio e dê o troco nas próximas eleições.

 

José Verdasca j.verdasca@uol.com.br

São Paulo

 

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SOSSEGO DE MEIO MILHÃO

Parabéns ao "Estado" pelo maravilhoso texto a respeito do tradicional Estádio Pacaembu. O referido estádio deve ser preservado como um centro esportivo para as camadas menos favorecidas da cidade de São Paulo, assim preservando o sossego de 500 mil pessoas que moram na região.

 

Marco Antonio Martignoni mmartignoni@ig.com.br

São Paulo

 

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O ATLETA E O ESPECULADOR

Excelente o editorial "É preciso salvar o Pacaembu" ("Estado", 14/6, A3). Respondo ao jornalista que eu não fui consultada como moradora ou urbanista, enquanto os empresários de eventos foram consultados certamente. A prefeitura cobra uma merreca dos clubes de futebol pelo uso do estádio do Pacaembu - bem abaixo do custo dos serviços e da GCM, da prefeitura, e da tropa de choque e da prontidão da PM do estado; depois, a prefeitura reclama de prejuízos causados por ela mesma. Agora quer leiloar o Estádio Pacaembu, que é um patrimônio do paulistano. Já temos o Sambódromo e a Arena Palmeiras na zona oeste e ninguém precisa de uma nova arena de eventos. São Paulo necessita, sim, de uma grande escola de esportes para crianças, jovens e adultos a fim de desenvolver talentos no futebol, masculino e feminino, além de novas estrelas nas áreas de atletismo, vôlei, basquete, natação, etc. - e o estádio do Pacaembu é o local perfeito para desempenhar essa importante função. É atribuição da prefeitura e da Secretaria de Esportes promover e patrocinar esportes. Paulistano, diga não a mais essa tentativa da Prefeitura de fomentar negócios desnecessários à cidade em lugar de promover o bem estar dos cidadãos.

 

Suely Mandelbaum suely.m@terra.com.br

São Paulo

 

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DO POVO PARA O POVO

Feito com o dinheiro do povo para uso e benefício do povo, o Pacaembu não pode sucumbir à visão mercantilista dos gabinetes municipais. Nossos jovens têm carência de equipamentos esportivos públicos, com espaços adequados e instrutores qualificados. O espaço existe, mas pretendem entregá-lo a empresas privadas para que funcione como fonte de lucro a particulares. Os dirigentes municipais são avessos à idéia de que uma juventude bem ocupada resulta numa sociedade mais justa e saudável? O Pacaembu precisa se transformar numa escola de primeira linha para a prática de esportes olímpicos, aliada à boa formação cidadã. Nossos jovens de famílias menos favorecidas precisam dele e são donos dele.

 

Iênidis Benfati ienidisbenfati@hotmail.com

São Paulo

 

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O PACAEMBU E A NOVELA

A notícia de que o Pacaembu será privatizado é uma notícia requentada. Pela enésima vez. Toda vez que um prefeito tem sua popularidade em baixa, esse tema ressurge das cinzas, como a Fênix! Paulo Maluf, Celso Pitta, José Serra, Gilberto Kassab e agora Haddad: todos usaram o mesmo método de se inserir na mídia com este ícone paulistano, patrimônio esportivo e cultural do Estado e referencia internacional de nosso país, bem da população como um todo, que o utiliza e muito para suas atividades esportivas e de lazer. Será que é influência da novela da TV do momento?

 

Pedro Ernesto Py pedro_py@uol.com.br

São Paulo

 

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O MELHOR PARA UMA MINORIA

Como sou moradora do Pacaembu desde o meu nascimento, fico indignada com o tratamento dado ao povo de São Paulo. Um patrimônio do povo, o Estádio Paulo Machado de Carvalho - Pacaembu -, concebido para dar apoio aos estudantes de escolas públicas, para complementar a educação com aprendizado de esportes, é importantíssimo para qualquer jovem. Agora querem transformá-lo em templo de shows e outras modalidades que dêem muito lucro imediato para a empresa que privatizá-lo e ao governo. Como ficariam os moradores? E os estudantes? Os moradores ficariam esmagados pelo movimento dos arredores e o barulho infernal e os estudantes não teriam o complemento para sua educação. O entorno não tem estrutura física para comportar eventos de grande complexidade. Claro que isso não é importante. Não sou a favor da privatização, não tem acordo nenhum porque nada é feito para o bem do cidadão. Sempre o melhor para uma minoria!

 

Maria Amélia Perrone mameperrone@uol.com.br

São Paulo

 

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ECONOMIA

Não dá para entendê-la. Falta à dona Dilma os trejeitos do economês.

 

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

 

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'VELHOS DO RESTELO'

 

Senhora presidente Dilma, como não ser um "Velho do Restelo" se a senhora nos presenteia, a cada dia, com uma lata de esterco? O que temos que fazer, correr à procura de nossos cavalos?

Arnaldo de Almeida Dotoli arnaldodotoli@hotmail.com

São Paulo

 

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NÃO É DOR DE COTOVELO

 

O dia dos namorados já passou! E tampouco é dor de cotovelo! Mas, preocupado que estou com o estado psicológico da Dilma, fui vasculhar o fundo do baú, e encontrei uma canção gravada em 1952 por Nora Ney com composição de Antonio Maria e Fernando Lobo, com o título "Ninguém me Ama"! E, pensando muito bem, um trecho importante dessa letra cai feito uma luva para o momento desastroso da gestão Dilma! "Vim pela noite tão longa/ de fracasso em fracasso/ e hoje descrente de tudo/ me resta o cansaço/ cansaço da vida/ cansado de mim/ velhice chegando e eu chegando ao fim". Pois é: o povo também não aguenta mais! Está cansado de tudo, com a alta da inflação, com o caos da saúde, do PIB pífio, da falta de investimento em infraestrutura, etc. Demonstrando que a inércia deste governo sentado despreocupado à margem do Lago Paranoá, em Brasília, lembra literalmente o próprio personagem "Velho do Restelo", de Luis de Camões, em "Os Lusíadas", que a Dilma parece conhecer muito bem...

 

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

 

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ESTE OU AQUELE

Nem ao céu nem à terra. À citação do Velho de Restelo, personagem pessimista de Luís de Camões em "Os Lusíadas", contrapõe-se Cândido ou O Otimismo, de Voltaire. Entre aquele, que tudo vê em preto e branco, e o outro, que vê tudo colorido, situa-se o Brasil sob o desbotado (des)governo petista, que emite sinais claros de descontrole da economia, fadiga de material e prazo de validade vencido. Muda, Brasil!

 

J.S. Decol decoljs@globo.com

São Paulo

 

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NO COMANDO?

 

Dilma Rousseff sempre passa imagem de toda poderosa, pois sempre que se refere ao governo utiliza a primeira pessoa do singular, "eu", como se fosse a única no comando, quando sabemos que não é verdade, pois ela nem comando tem: é comandada. Mas nunca perde a oportunidade de criticar a oposição, como na ocasião em que disse que ela como o "Velho de Restelo" e que a atitude dos opositores é de desconstruir o governo a um ano e quatro meses da eleição, classificando que estão tendo atitudes como "leviandade política". Como deveríamos classificá-los, então, quando eles se encontravam na oposição? Alguém tem uma sugestão? Eu tenho a minha.

 

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

 

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NOVO CORTE

 

Velho do restelo! Hum... Mudou de cabeleireiro, presidenta?

 

Hermínio Silva Júnior hsilvajr@terra.com.br

São Paulo

 

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SENTINDO NA CARNE

 

Com todo respeito, a presidente Dilma deve viver no mundo da lua e ler Camões e fábulas em vez de ler tratados de economia e gestão pública. Por suas palavras, aliás, seguindo a cartilha do PT e sempre usando o ataque, em vez de explicações, esconde o fato de sua queda na popularidade e o desastre em que está metendo o País. Tanto quanto sua colega Cristina Kirchner mascara os índices da inflação e torna evidente que não conhece um palmo do que ocorre no Brasil. É claro que não sabe, já que nunca foi fazer compras em uma feira ou supermercado; nunca enfrentou uma fila do INSS ou do SUS; nunca tomou um ônibus e nunca teve que levantar às quatro horas da manhã para enfrentar um trânsito de três a quatro horas para chegar a seu emprego; não tem que deixar filhos com outras pessoas porque não tem creches, etc., etc., etc. Então, presidente, primeiro sinta na carne o que estamos vivendo, para só depois falar algo a respeito.

 

Claudio Mazetto cmazetto@ig.com.br

Salto

 

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LADEIRA ABAIXO

 

Presidente, parece que a Sra. está anestesiada. Uma atitude tem que ser tomada na fase que estamos passando. Demita imediatamente o Ministro da Fazenda: nossa economia está descendo ladeira abaixo.

 

Valdir Sayeg valdirsayeg@uol.com.br

São Paulo

 

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MINISTRO DA FAZENDA?

 

No início desta semana, a bolsa fechou no menor nível desde 2011. Esse resultado se deve principalmente ao mau desempenho da economia brasileira e à falta de credibilidade do governo junto aos investidores. A inflação continua pressionando e, segundo alguns analistas, ela ficará acima do teto de 6,5% a partir deste mês. Após uma reunião entre o Ministro da Fazenda, Guido Mantega e a presidente do Brasil, Dilma Rousseff, questionados por jornalistas sobre a pauta da reunião, ao ser perguntado se se tratava de uma "portaria de crise", Mantega respondeu: "Crise? Onde está a crise?". Depois desta resposta, só nos resta perguntar se temos um Ministro da Fazenda. Ministro da Fazenda? Quem? Onde? Por quê? Quantos pontos porcentuais a popularidade da presidente Dilma ainda terá de cair para que ela resolva nomear um ministro da Fazenda? Será que alguém de confiança da presidente Dilma poderia avisá-la que administrar um país do tamanho do Brasil é um pouquinho mais complexo do que administrar uma lojinha de R$ 1,99?

 

Maria Carmen Del Bel Tunes carmen_tunes@yahoo.com.br

Americana

 

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CONTRA OS FATOS NÃO HÁ ARGUMENTOS

Já dizia o sábio: "Contra fatos não há argumentos". Uma das frases mais antigas do mundo está muito em moda nos dias atuais, e a cada dia está mais presente entre nós. Vejamos: o crescimento de penas 0,6% da economia brasileira do primeiro trimestre de 2013 não passou impune, trazendo inúmeros problemas para o País. O novo "pibinho" da era da presidente Dilma Rousseff, que insiste em manter o ministro Guido Mantega à frente da pasta do Ministério da Fazenda e a deterioração das contas públicas, o que acabou levando a agencia Standard & Poor's a ameaçar rebaixar a nota de investimento do Brasil, dificultando assim a entrada de novos investimentos no País e subindo a cotação do dólar, o que irá encarecer os produtos importados, aumentando ainda mais a inflação. Ocorre que, embora tenha afrouxado consideravelmente o cinto fiscal, o governo parece não ser capaz de impulsionar a atividade econômica em meio ao cenário externo, ainda bastante desfavorável às exportações. O investimento público avança e o plano de concessões não empolga o empresariado nacional nem os estrangeiros a ponto de despertar seus "espíritos animalescos". Para piorar ainda mais, a estratégia de estímulo de consumo interno - como fez seu antecessor em 2008 no início da crise internacional, incentivando o consumo interno - agora parece ter chegado ao limite em meio ao aumento considerável da inadimplência dos consumidores. Os número são ainda mais preocupantes porque a aguardada recuperação do primeiro trimestre não se confirmou, e o País está numa tremenda saia justa, sem saber mais o que fazer para impulsionar o crescimento no ritmo esperado pelo mercado. O que faz surgir um enorme ponto de interrogação sobre o desempenho da economia nos próximos três trimestres. Os investimentos cresceram timidamente, o consumo das famílias desacelerou com o aumento substancial de produtos e alimentos e segue sustentado por importações. Por fim, a indústria continua andando para trás - a exceção parece ser o setor automotivo. O fato é que Dilma começa a se preocupar com sua reeleição, se persistirem os números que aí estão na economia. Os dados reforçam a necessidade de mudança. A "lição de casa" precisa ser feita com urgência, o que significa impor rígido controle sobre gastos correntes, de forma a aumentar a margem para investimentos. Acho desnecessário dizer que nossa elevada carga tributária é um dos principais entraves - a infraestrutura deficitária, a burocracia excessiva e a corrupção também atrapalham. Por fim, se o País quiser manter o crescimento sustentável, reformas estruturais, daqueles que comandam ou manipulam a economia do País, são urgentemente necessárias. Ou o barco petista vai naufragar antes do esperado. Não dá para o Brasil continuar com o crescimento pífio dos últimos anos. Se persistir, vamos morrer na praia diante dos outros países.

 

Turíbio Liberatto turibioliberatto@hotmail.com

São Caetano do Sul

 

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CIGARRA CANTORA

 

Há dez anos o País assiste a um conjunto de lorotas empurrado abaixo a goela do povo. O governo soube surfar na prancha da prosperidade mundial, atribuindo a si, desonestamente, as glórias do período, mas não sabe nadar quando a prancha lhe foi retirada e molhou o traseiro. Não adianta correr em busca da credibilidade perdida, pois, como cigarra cantora, credibilidade é coisa que nunca teve.

 

Flavio Marcus Juliano opegapulhas@terra.com.br

Santos

 

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UMA GRANDE GESTORA?

 

Vejo a situação de nosso país, muito parecida com uma partida de futebol, cujo jogo está por terminar. Os dois times precisam ganhar e cada um joga o jogo desordenadamente, sem estratégia, sem regras. Salve-se quem puder. O crescimento do PIB é decepcionante; o setor externo tem déficit acumulado; os investimentos não decolam; os gastos públicos estão sem controle; a dívida pública está em crescimento; e a inflação está sob ameaça. Há algum tempo, disseram que D. Dilma era uma grande gestora, só não disseram do quê.

Marcos Antonio Scuccuglia sasocram@ig.com.br

 

Santo André

 

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MAUS MINISTROS

 

Esforço-me para avaliar a boa qualidade do imenso ministério da presidente Dilma. Ela solicita ao Ministério da Fazenda o plano de aumento da capacidade de armazenagem, pois não confia no Ministério da Agricultura, que é o responsável pelo assunto. De repente, deparo com uma afirmação do ministro da Educação: "O que museu tem a ver com educação?". Esforçando-me mais um pouco, encontro a Ministra do Planejamento dizendo: "Era mais importante começar a fazer obras e entregar, mesmo sem ter os projetos executivos prontos". Ao ler o comentário do "The Economist" sobre o "êxito" do ministro Mantega: "Fique, senhor Mantega. Fique". Desisti da empreitada de achar um ministro que prestasse. Fico com a má imagem do ministro que não gostaria de frequentar nossas precárias penitenciarias, justamente o responsável por elas. Ele sabe do que fala.

 

Fabio Figueiredo fafig3@terra.com.br

São Paulo

 

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REPUBLIQUETA INSIGNIFICANTE

 

Com o seu desmesurado e ambicioso projeto de poder, o PT conseguiu transformar o País numa republiqueta insignificante no cenário mundial. Que vergonha!

 

José Eduardo Victor je.victor@estadao.com.br

Jaú

 

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CRIMINALIDADE

 

Está chegando ao fim o "orgulho da incompetência" dos nossos governantes. O que falam, fazem e propagam na prática nunca confere com a realidade. A atual situação do País, depois dos dez anos do PT no poder, confirma a necessidade da alternância nos Poderes. Quantos anos precisaremos para nos recuperarmos da incompetência institucionalizada? O respeito e obediência à Constituição e às Leis deve começar com as nossas "autoridades", que têm por obrigação dar mostras e bons exemplos ao povo brasileiro, mas fazem exatamente o contrário. É preciso acabar de vez com a inversão dos valores. Direitos humanos são para os humanos direitos e de bem. Meliantes e bandidos devem ir para a cadeia. Almejamos a volta da ética e da moralidade perdidas.

 

Luiz Dias lfd.silva@2me.com.br

São Paulo

 

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PARECE, MAS NÃO É

 

Portaria assinada pelo Juiz Maurício Campos Velho, diretor do Fórum de Santana, proíbe o acesso ao recinto do Fórum de pessoas vestidas de maneira incompatível com o decoro, tais quais: decotes que deixem visíveis mais da metade do colo, roupas transparentes que mostrem partes íntimas, barriga ou mais de um terço das costas descobertas, shorts ou bermudas, ainda que com o uso de meia-calça, saia que não cubra 2/3 das coxas, regatas, chapéus, gorros e bonés ou pessoas em péssimas condições de higiene. Sempre foi assim. Ocorre que nos últimos anos houve a liberação da moral e dos bons costumes, como sempre, para o pior. Dá-se o respeito para ser respeitado. Até nas igrejas fiéis vão de bermudas, saias curtas e tudo mais que está sendo proibido para acesso ao Fórum de Santana. A volta à antiga normalidade pode demorar mais de trinta anos... A portaria pode ser considerada por muitos como antipática, mas não é! Esperamos que tais medidas sejam estendidas para outros locais assemelhados.

 

Maria Teresa Amaral mteresa0409@2me.com.br

São Paulo

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