Fórum dos Leitores

PETROBRÁS

O Estado de S.Paulo

16 Junho 2013 | 02h07

Com o 'nome sujo'

Durmam com um barulho destes: a Petrobrás está proibida de fazer operações de exportação, importação e de participar dos leilões do pré-sal, porque a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional revogou sua Certidão Negativa de Débito (CND). A empresa tem uma dívida de R$ 7,39 bilhões com o Fisco. Mas qual é o problema, se temos combustível saindo pelo ladrão, não é?

ANGELO TONELLI

angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

Desgoverno

A dívida de R$ 7,39 bilhões, que motivou o cancelamento da CND da Petrobrás, está relacionada ao não recolhimento do Imposto de Renda sobre remessas para o exterior em pagamento de plataformas petrolíferas entre 1999 e 2002. A empresa foi autuada em 2003 e, desde então, questiona na Justiça a cobrança da dívida. De 2003 a 2010, a presidente do Conselho de Administração da Petrobrás era a então ministra Dilma Rousseff. A partir de 2010 e até hoje, responde pela presidência do conselho o ministro Guido Mantega. A pergunta que fica é: o que fizeram esses gestores, a atual presidente da República e o ministro da Fazenda, a quem está subordina a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, para solucionar o litígio? E a resposta é uma só: absolutamente nada. Muito pelo contrário, adotaram uma política de subsídio nos preços dos combustíveis, objetivando reduzir o impacto inflacionário dos gastos excessivos do governo em 2010, causando um enorme prejuízo à área de distribuição da Petrobrás e reduzindo de maneira substancial o lucro e o fluxo de caixa da empresa. Agora, com a decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) - que rejeitou pedido de liminar da Petrobrás para suspender a dívida -, a empresa está impedida de exportar, importar e talvez até de participar do leilão do pré-sal. É a isso que damos o nome de desgoverno.

ADEL FERES

adel@terra.com.br

Goiânia

Bem na foto

Se nem com Guido Mantega no conselho o pagamento dessa dívida foi providenciado, seria bom Dilma imitar Lula e aparecer na mídia com as mãos lambuzadas de petróleo. Quem sabe os tolos voltem a acreditar que o petróleo é nosso e que tudo está sob controle no País.

LEILA E. LEITÃO

São Paulo

Sob controle

A presidenta Dilma Rousseff usa continuamente a expressão "sob controle". A inflação está sob controle; as contas públicas estão sob controle. Afinal, o que é estar sob controle? Pode-se até concordar com ela em que a inflação esteja efetivamente sob controle. Não é uma inflação galopante, é uma inflação que sobe devagar, controladamente.

FLAVIO BASSI

flavio-bassi@uol.com.br

São Paulo

GOVERNO DILMA

A solução fácil de sempre

Enquanto isso, discute-se no Palácio do Planalto: "Está caindo a popularidade da presidente Dilma; está subindo a inflação; e começam a estourar manifestações públicas e greves... É hora de lançar mais um 'pacote de bondades'". Até quando, cara-pálida?

JOSÉ MARQUES

seuqram.esoj@bol.com.br

São Paulo

PROTESTOS EM SP

Tem gato na tuba

É significativa essa explosão de violência em São Paulo, especialmente, e em outras cidades brasileiras. Tem-se perguntado o que rola por trás de tanta fúria, de tanto quebra-quebra. Um aumento de R$ 0,20 nas passagens dos ônibus municipais seria realmente a causa de todo esse clima de confusão e conturbação da ordem pública? Começam a pipocar hipóteses variadas tentando uma explicação plausível para um estado já convertido em comoção social. Chegou-se a dizer, de maneira simplista, que essa agitação toda seria um reflexo do descontentamento da população com o momento desfavorável do País. Há até quem diga ser esse movimento uma provocação aos militares, a fim de retomarem as rédeas desse desgoverno. E mais: há quem acredite ser até um incitamento do próprio PT para, no caso de uma tomada do poder pelos militares, dar um contragolpe e apoderar-se dos destinos do País de forma ditatorial e definitiva. São tantos os palpites e tão diversos os enfoques dessa situação de tumulto e enfrentamento que é impossível saber onde estará a verdade dos fatos. A realidade é que nunca vimos, pelo menos em São Paulo, uma onda de violência popular tão exacerbada como essa. Alguma coisa gravíssima está acontecendo e estamos pagando para saber. Oxalá não descubramos a verdade tarde demais.

MARIA DA GLÓRIA DE ROSA

mg-de-rosa@hotmail.com

Agudos

É a política

Está mais que evidente que a reação desproporcional ao módico reajuste de R$ 0,20 na tarifa do transporte público em São Paulo tem forte motivação política, tendo como alvo o governador Geraldo Alckmin.

EDMAR DARCY FERNANDES

edmardarcy@fforman.com

São Paulo

Orquestrado

Totalmente legais e necessários os protestos ocorridos nos últimos dias em São Paulo, contra o aumento de R$ 0,20 nas passagens de ônibus coletivos. Houve, logicamente, abusos de ambas as partes, e a violência que gera mais violência não nos levará a lugar nenhum. Mas eu gostaria de verificar protestos desse nível também contra a corrupção, contra a inflação galopante e mascarada pelo governo, contra o gasto público sem controle. Do jeito como têm acontecido essas manifestações, sinto um forte cheiro de orquestração política.

ANTÔNIO CARELLI FILHO

palestrino1949@hotmail.com

Taubaté

Evidente despreparo

Os atos de vandalismo praticados por parte dos manifestantes devem ser condenados. Se uma manifestação deixa de ser pacífica para se transformar em baderna e violência, perde a sua legitimidade e o apoio popular. Porém nada justifica a truculência e a excessiva repressão policial, com uso de balas de borracha e gás lacrimogêneo contra os manifestantes. Pareciam cenas dos anos de chumbo da ditadura militar, de pura barbárie, algo inaceitável num governo democrático. Um erro não justifica outro. A Polícia Militar deve assegurar a ordem e a proteção dos cidadãos, mas sempre dentro de certos limites, sem violência, sadismo ou brutalidade, como se viu em São Paulo nos últimos dias, em evidente abuso e despreparo dos policiais.

RENATO KHAIR

renatokhair@uol.com.br

São Paulo

*

 

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

 

INACREDITÁVEL

 

Ainda que se compreenda a pretensão da presidente de obter um segundo mandato, tenho profundas dúvidas quanto sua real motivação, pois imagino que, a essa altura, Dilma esteja consciente das repetidas e profundas falhas de seu governo, que tanto vêm sendo apontadas em todas as áreas. Não pode acreditar, honestamente, que é a melhor opção para o País, por mais pretensiosa que seja. O Brasil necessita de políticos que o coloquem em primeiro lugar.

 

André C. Frohnknecht anchar.fro@hotmail.com

São Paulo

 

*

 

DE PACOTE EM PACOTE

 

De pacote em pacote, o governo Dilma Rousseff, como fez o do seu mentor Lula, adia as reformas necessárias ao País, como a do judiciário, a das relações trabalhistas, a tributária ou, ainda, a política. Esses medíocres governos petistas sempre preferiram manter o poder distribuindo dinheiro vivo a seus eleitores e cargos a seus aliados do que pôr a mão no vespeiro das reformas inadiáveis para que o País possa caminhar de cabeça erguida rumo ao desenvolvimento.

 

Victor Germano Pereira victorgermano@uol.com.br

São Paulo

 

*

 

ASCENSÃO E QUEDA DO IMPÉRIO PETISTA

 

Há sinal de luz no fim do túnel. E não é do Trem-Bala. Na última pesquisa feita pelo Datafolha, a popularidade de Dilma Rousseff, que, em março, estava em 65% caiu nessa pesquisa para 57%, ou oito pontos para menos. O Datafolha entrevistou homens e mulheres em todas as regiões do País, em várias faixas etárias e de renda. Analisado esse resultado, a indicação de queda nada mais é do que o reflexo da péssima imagem de matriarca/gerentona/durona fora dos padrões do Brics para uma célula de militância esquerdopata. O pessimismo tomou conta dos brasileiros pagadores de impostos, com a situação do País em desabalada descida para o fundo do poço. Inflação, desemprego, salário se deteriorando, mensaleiros com as chaves das algemas, índios de celular e óculos de grife que não cumprem ordens do Judiciário, invadem e depredam fazendas e ficam impunes. Se considerarmos os milhões de brasileiros que estão na aba do Bolsa Família e que, em parte, devem ter participado da pesquisa, essa queda de 8% seria ainda maior. Os maus se destroem pela próprias obras. Impérios como o Assírio, o Babilônico, o Romano e o Inca tiveram o seu "Mene, mene tekel upasin". É chegado o tempo da ruína do império petista.

 

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)

 

*

 

EIS A QUESTÃO

 

Em 2014, Serra ou não Serra,eis a questão...

 

J.S. Decol decoljs@globo.com

*

 

DERELITOS

 

Na linguagem marinheira, um derelito é um perigo à navegação, em geral um objeto grande, boiando, ou um barco abandonado por sua tripulação fazendo água, sem salvação. O ministro Aloízio Mercadante é um derelito. Falando sobre a queda da presidente nas pesquisas, disse que foi "uma oscilação normal, causada, entre outras coisas, pelo tomate", ao mesmo tempo em que pisava nele. Há anos, como guru econômico do PT, foi contra o Plano Real, chamando-o de eleitoreiro. Em 2006, como candidato ao governo de SP, seus assessores foram acusados de comprar um dossiê falso contra seu adversário, José Serra, e chamados, por Lula, de "aloprados", apelido que pegou. Agora, como ministro da Educação, vozeou essa "pérola": "O que museu tem a ver com a educação?". Com o ministro Mantega fazendo água, se tornando outro derelito, bastou seu nome ser citado como um dos que podem substituí-lo que a bolsa despencou a menos de 50 mil pontos, com o Eike - sempre ele - vendendo parte de suas ações da OGX, outro derelito, pois já caíram 73,29% neste ano. São mais pontos dessa constelação brasileira de pontos fora da curva. Ou, melhor dizendo, mais derelitos...

 

Luiz Sérgio Silveira Costa lsscosta@superig.com.br

Rio de Janeiro

 

*

 

QUANDO, QUANDO

 

Quando será que os jovens brasileiros vão ter uma boa educação? Quando será que nossos governos vão se preocupar com a formação social, acadêmica e científica do brasileiro em geral? Quando será que nossos políticos terão mais escrúpulos para prometerem o realizável, e, depois, prestarem conta ao cidadão do que estão realizando? Quando será que acordaremos do "berço esplêndido" para enfrentar com coragem nossa triste realidade? Quando será que nossos governantes entenderão que não somos uma monarquia, deixando que os "palácios" sejam transformados em museus e administrando nossa nação de locais mais simples e realistas? Nos EUA, o presidente trabalha na Casa Branca, na Inglaterra o Primeiro Ministro na 10 Downing Street, na Argentina, na Casa Rosada; por que aqui temos tantos palácios - do Planalto, da Alvorada, dos Bandeirantes, etc.? Quando será que valorizaremos a honestidade e puniremos devidamente os que mentem para o povo e o exploram? Enfim, quando será que seremos uma nação séria e digna para competirmos em pé de igualdade com as do Primeiro Mundo? Eis a canção de um brasileiro desanimado: Quando, Quando...

 

Silvano Corrêa scorrea@uol.com.br

São Paulo

 

*

 

O MINISTRO QUE GRUDA

 

Diretamente de Lisboa, o ministro da educação, Aloizio Mercadante, em defesa da presidente, disse que a queda em pesquisa é "oscilação". Não é que é mesmo? Só que a "oscilação" foi para baixo. E ela está muitíssimo melhor que os rivais (conforme a "encomenda"), que bom, que bom! Quando fez essa avaliação do óbvio "uLulante", estava em Lisboa, ao lado da própria. Não é piada. Desculpe, com todo respeito e educação: assim o ministro está a garantir o seu cargo, pois, pois. Não desgruda mais... E daí?

 

Luiz Dias lfd.silva@2me.com.br

São Paulo

 

*

 

ANTES TARDE DO QUE NUNCA

 

Será que o famoso dito popular que diz "antes tarde do que nunca" está finalmente se realizando na população brasileira? Ela se conscientizou de estar sendo iludida, ludibriada e manipulada pelo atual governo, no poder há mais de onze anos, o que acabou gerando o resultado da última pesquisa de avaliação na aprovação de governo e intenção de votos de Dilma Rousseff, que foi reduzida de 65% para 57%.

 

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

 

*

 

'ROSEGATE'

 

Afinal, a Rose é ou não é amante do Lula?

Carlos Vetorazzi cnorbertovetorazzi@yahoo.com.br

São José do Rio Preto

 

*

 

MELHOR COM ELE, PIOR SEM ELE

 

Em recente pesquisa publicada sobre intenção de votos visando às próximas eleições para governador de São Paulo, os possíveis candidatos Lula, Aloízio Mercadante, Gilberto Kassab, José Serra e outros menos cotados não são páreo para o atual chefe, Geraldo Alckmin. Vamos combinar: com esses candidatos que aí estão, é melhor ficar mesmo com o atual. Ou seja, ruim

com ele, pior sem ele!

 

José Marques seuqram.esoj@bol.com.br

São Paulo

 

*

 

PIBINHOS E PIBÕES

 

Um petista disse que o crescimento do Aécio foi menor que o pibinho. Em compensação a perda da presidente Dilma foi um pibão.

 

Ivan Bertazzo bertazzo@nusa.com.br

São Paulo

 

*

 

O QUE SE ESCONDE EM MINAS

 

O senador Aécio Neves não perde a oportunidade de fazer críticas ao governo federal. Ele faz isso por dois motivos: o primeiro é desgastar a atual presidente, da qual pretende ser adversário na próxima eleição; a outra razão é a de esconder as estatísticas negativas de seu governo em minas, em pelo menos duas áreas importantes - a educação e a segurança pública. Coisas de um político que usa de todos os artifícios para atingir objetivos.

 

Uriel Villas Boas urielvillasboas@yahoo.com.br

Santos

 

*

 

O RESGATE

 

Já, já vamos (re)ver o PT de Lula e Dilma, resgatando a tal "herança maldita" de Fernando Henrique Cardoso e atestando sua incompetência para governar!

 

Tania Tavares taniatma@hotmail.com

São Paulo

 

*

 

ANTES E DEPOIS

 

Pusilânimes daqui e dali, blogueiros de aluguel e foquinhas esquerdistas mostram-se irritados pelo fato de a oposição e a imprensa estarem cumprindo seu papel de criticar um governo incompetente, que está conseguindo acabar com a estabilidade conseguida à duras penas nos anos 90. Um governo que só se mantém pela política do toma-lá-dá-cá, utilizada até para a implantação de medidas salutares, como a MP dos portos. Parece que eles se esquecem, talvez propositadamente, o que é, na verdade, uma oposição sistemática e destrutiva, como aquela que tentou sabotar todas as medidas que significavam avanços institucionais, políticos e econômicos para o País em passado recente. Aquela oposição, senhores, praticada pelo partido agora no governo, que se posicionou contra a eleição de Tancredo, contra um governo de união proposto por Itamar Franco, contra o Plano Real, contra o PROER e contra a Lei de Responsabilidade Fiscal, só para citar os eventos mais emblemáticos. E foi contra exclusivamente visando galgar ao poder e construir o governo mais corrupto da história do País. Um governo que flerta com o autoritarismo, tentando destruir a oposição e censurar a imprensa. Um governo, enfim, que ficará eternizado por um único e simbólico ato: aquele em que o presidente da República nomeia a própria amante para comandar uma quadrilha infiltrada em vários órgãos federais.

 

José Benedito Napoleone Silveira nenosilveira@aim.com

 

Campinas

 

*

 

ABOBRINHAS

 

Estamos frente às abobrinhas de economeses. Está na cara que Dilma e sua nova mão direita, Aloízio Mercadante, entendem do riscado de governos como um jogador de futebol entende de costuras de roupas. Mas estão lá para enganar o povão, que de fato responde pesquisas e coloca os votinhos nas urnas. "Fajutar" uma pesquisa séria é apenas "escolher" o povão que é consultado. Lula nunca teve menos de 60% nas pesquisas, mas nunca se elegeu com mais de 55%. Quer dizer: pesquisas... Ora, pesquisas. Ao longo da História, o povão sempre foi "arrebanhado" por pão e circo, e isso só mudou algo no advento capitalista da qual emergiu a "classe média" que só vingou de fato nas nações que se tornaram desenvolvidas, nas considerações atuais de desenvolvimento. A base da classe média é seu respectivo grau de educação e formação, por isso mesmo, sempre mantido em baixo nível nos países autocráticos e ditatoriais. Mercadante é o "homem forte da educação no país", que na natureza é função da família - no mundo socialista-comunista, é função do Estado. Só por aí se vê que o cidadão entende de educação como o jogador de futebol de costura.

 

Ariovaldo Batista arioba06@hotmail.com

São Bernardo do Campo

 

*

 

ELEIÇÃO EXEMPLAR

 

O melhor modelo de eleição presidencial republicana é o dos Estados Unidos. Presidente pode ser eleito ou reeleito uma única vez. Sendo ou não reeleito, torna-se irreelegível, acabando com o uso do poder para perpetuar-se ou favorecer o seu partido.

 

Paulo Maia Costa Júnior paulomaiacjr@hotmail.com

São José dos Campos

 

*

 

MALAS PRONTAS

 

Marcos Valério, você foi julgado e condenado a mais de 40 anos de prisão. É, portanto, um criminoso. Não tenho motivos para ter dó de sua pena ou te ajudar, mas quero ajudar o meu país. Aceite um conselho: faça suas malas, convoque a imprensa para uma entrevista coletiva em frente à embaixada de algum país de seu agrado, reúna todas as provas contra os chefões do mensalão, entregue-as aos presentes, entre e peça asilo político, pois sua vida já não vale quase nada. Depois disso, você é um homem morto!

Luiz Ress Erdei gzero@zipmail.com.br

Osasco

 

*

 

ANALISTA PRESIDENCIAL

 

O Ministro do Supremo Tribunal federal, STF, Dias Toffoli, virou analista de Presidentes quanto às dúvidas e certezas. De minha parte, dúvida eu tenho da imparcialidade dele com o petismo, e certeza eu tenho de que ele lá se encontra, a defender os interesses dos petralhas.

 

Mario Cobucci Junior maritocobucci@uol.com.br

São Paulo

 

*

 

UM POLÍTICO ANTIPÁTICO

 

Tem lógica ver constantemente a figura sem graça, antipática e com ares de poderoso como "nunca antes nesse país" de Paulo Skaf na TV fazendo propaganda pela FIESP e CIESP? Ele está mesmo é querendo se passar por conhecido pela população, já que será o provável candidato do PMDB ao governo de São Paulo. Skaf vai precisar fazer muito esforço para parecer um político simpático, o que ele não é. Fora andar muito no barro para sair dos 3% de intenção de votos. São Paulo não é feito apenas de indústrias.

 

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

 

*

 

LUGAR DE LADRÃO

 

O deputado federal Paulo Maluf (PP), está aparecendo na TV em propaganda do seu partido, dizendo que lugar de criminoso é na cadeia. Estranho Maluf dizer isso: ele está na lista da Interpol a pedido da justiça americana, pois Maluf desviou dinheiro de obras da prefeitura de São Paulo para Jersey, um paraíso fiscal. Recentemente, R$ 3,25 milhões foram repatriados (devolvidos) aos cofres públicos, e ainda restam mais R$ 55 milhões. Lembrando que tal desvio é referente à construção da Av. Roberto Marinho - imaginem quantas obras foram roubadas e não foram descobertas! Enfim, diante dos fatos, Maluf tem razão, criminoso tem que ir pra cadeia! O Congresso Nacional é uma vergonha, lá tem quadrilheiros ou ladrões condenados que recebem R$ 26,7 mil por mês, fora as regalias. Isto é o Brasil.

 

Alex Tanner alextanner.sss@hotmail.com

Sumaré

 

*

 

MANIFESTAÇÃO PELO PASSE LIVRE

 

Óbvio demais. Nem a velhinha de Taubaté acredita que o vândalo/terrorismo praticado em São Paulo teve como fundo o aumento das passagens em vinte centavos! O caos foi orquestrado pelo PT (certamente com mestre Lula articulando) com o objetivo de desestabilizar o governo Alckmin e tendo como aliados as bestas-feras do radicalismo que integram os PSOL e PSTU, partidos que controlam o Sindicato dos Metroviários. Haddad, premeditadamente, cometeu mais uma "mHalddade": pediu ajuda a Dilma para baixar as tarifas, quem sabe até zerar, e saem os dois petralhas como salvadores da cidade! E até as eleições deve vir muito chumbo grosso para os paulistas e paulistanos. Que o "picolé de chuchu" vire picolé de pimenta rapidinho, pois os cidadãos e contribuintes do Estado mais rico - e, por isso, tão cobiçado - deste país não querem outro poste pilantra para governá-los! E que a conta dos estragos seja - de fato - paga pelos mandantes e praticantes dessas arbitrariedades!

 

Carmela Tassi Chaves tassichaves@yahoo.com.br

São Paulo

 

*

 

O PREÇO DA PASSAGEM

 

Na cidade do Rio de Janeiro: Preço da passagem em 2004: R$ 0,60. Preço da passagem em 2012: R$ 2,75. Aumento percentual da passagem nos últimos oito anos: 458,3%. Inflação média do Brasil nos últimos oito anos: 64% (IBGE)

 

Raimundo Félix Silva rfelixdasilva@yahoo.com.br

Niterói

 

*

 

GALHOS E BUGALHOS

Caros governador Geraldo Alckmin e prefeito Fernando Haddad, devo lembrá-los de que o direito de ir e vir é garantido pela nossa Constituição, promulgada em 1988, e que esse direito é tão legitimo quanto qualquer direito que tenha quem resolva se manifestar. Mas, como diz o ditado "meu direito termina onde começa o direito do meu semelhante". A manifestação, por mais legítima que seja, não pode interferir no direito dos outros. O paulistano não suporta mais as omissões estadual e municipal quanto aos fatos que ocorrem quase que diariamente na Avenida Paulista, com a interrupção do trânsito já caótico e a ameaça a quem resolva utilizar-se de seu direito de transitar por lá. Não pode mos confundir galhos com bugalhos... O que se viu nas ruas e avenidas da capital de São Paulo não se pode chamar de protesto ou de reivindicação pelo passe livre, e sim de vandalismo. Os problemas para quem depende do transporte público em São Paulo são imensuráveis. Além do preço alto da passagem, que é um assalto, temos o problema da superlotação, da demora dos ônibus, do desconforto, do trânsito para quem tem de sair de casa pelo menos uma hora adiantado para não chegar atrasado ao trabalho, porém nada justifica o vandalismo, a destruição de bens públicos e a violência usada pelos manifestantes, empregado por aqueles que reivindicam o passe livre, como também o aumento na passagem. Não podemos esquecer que tudo que é público somos nós que pagamos: pichar, queimar, destruir, vai acabar novamente sendo pago por nós através de impostos, e não pelos políticos que nos governam. Por isso temos que pensar bem antes de destruir, seja um bem público, seja um privado. Hoje temos outros meios de atingir nossos objetivos que não sejam através de mais violência que a que já estamos expostos, por causa de bandidos de todas as espécies. E o pior é que esses fatos que acontecem em São Paulo estão se espalhando pelo País, como se as pessoas estivessem com os nervos à flor da pele com a má gestão dos nossos governantes, que pouco ou nada fazem para resolver os problemas na questão dos péssimos serviços oferecidos pelas empresas de ônibus, não só em São Paulo, mas no Brasil inteiro. Nas cidades que compõem o ABCD, as passagens tiveram aumentos absurdo. Em alguns casos, como em São Caetano, a passagem passou de R$ 2,75 para R$ 3,30, um assalto, se levarmos em conta que o município tem apenas 15 km² e que os ônibus que circulam nos 15 bairros não rodam, de um terminal para outro, nem 10 quilômetros. E nem por isso o povo foi às ruas protestar, quebrar ou fazer qualquer tipo de vandalismo como temos assistido na Avenida Paulista. O vandalismo e a impaciência das pessoas estão à flor a pele. Porém a violência só faz com que a polícia aja com mais violência contra os protestos dos jovens, muitos deles sendo induzidos por pessoas que querem ver o circo pegando fogo para tirar proveito político futuro. Temos que estar atentos aos inimigos da paz, que querem levar vantagem usando a desgraça alheia. Quanto à destruição e a quebradeira, alguém deve ser responsabilizado pelos prejuízos causados tanto ao erário quanto a bens particulares!

 

Turíbio Liberatto turibioliberatto@hotmail.com

São Caetano do Sul

 

*

 

ECONOMIA

 

A presidenta Dilma interveio nos aeroportos, nos portos e na tarifa de luz. Nos portos e aeroportos, saturados por conta do crescimento da economia, a presidenta delegou à iniciativa privada a modernização e ampliação dos serviços. Positiva foi a intervenção da presidenta na tarifa de energia, barateando os custos para o consumidor; como também desonerando de impostos a cesta básica e ainda intervindo no mercado para impedir a supervalorização do dólar. Quanto às demais intervenções, sou cético quanto aos resultados, por tudo que a iniciativa privada tem apresentado para a sociedade: planos de saúde, banda larga, preços e qualidade dos serviços bancários, energia, vide Light e outras elétricas. Todos esses setores são campeões de reclamações, basta consultar o Procon. Agora o transporte está sendo alvo de protesto em todo o País. Também, pudera! O trabalhador está gastando cerca da metade de um salário mínimo para ir e vir de casa para o trabalho, sendo que o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e o IBGE apontam que a maioria dos trabalhadores brasileiros ganha até dois salários mínimos. Os governantes entregaram a mobilidade urbana aos empresários e essa turma só pensa no lucro: que se dane a questão social. Por "coincidência", são esses empresários os grandes financiadores de campanha desses mesmos governantes. Resultado: o preço das tarifas e a qualidade dos serviços de transporte estão insuportáveis para os trabalhadores! Cansada de reclamar, a sociedade partiu para organizar protestos contra o aumento das passagens nas grandes capitais, principalmente no Rio e em São Paulo. Os governantes querem resolver o problema por meio dos cassetetes e das bombas de efeito moral. Creio que isso não vá resolver: aliás, os protestos têm se multiplicado e vão tomando mais corpo. A presidente Dilma, que vem intervindo na economia, na maioria das vezes em favor dos empresários, deveria agora sair em defesa dos trabalhadores: aumentando o subsidio do diesel para o transporte de massa e também da energia que move os metrôs e os trens. Em vez de os criminosos leilões do nosso petróleo, que só vão favorecer os megaempresários e as multinacionais, o País poderia usar o dinheiro do nosso petróleo para subsidiar o transporte. E, também por meio de subsídios, baratear o botijão de gás de cozinha, pois muitas donas de casa de família de baixa renda estão substituindo o gás pela lenha e carvão, por conta do preço do gás. Com essas intervenções, dona Dilma, com certeza Vossa Excelência vai recuperar os pontos perdidos nas últimas pesquisas de avaliação de seu governo!

 

Emanuel Cancella; emanuelcancella@uol.com.br

Rio de Janeiro

 

*

 

ARTIGO DE LUXO

 

A antes indesejável moeda americana, hoje, para o Palácio do Planalto, é artigo de puro luxo! Depois daquela bazófia da presidente Dilma, sobre o derramamento de dólares por parte do Banco Central dos EUA, que alcunhava ainda de tsunami, agora este mesmo governo petista corre atrás de investidores estrangeiros para que abasteçam, urgentemente, o caixa do Tesouro, para cobrir o nosso já extrapolado déficit em conta corrente nas contas externas, via leilões de petróleo, concessões de estradas, aeroportos, Trem-Bala, etc. Ou seja, a Dilma está fazendo qualquer negócio - desde que entrem dólares. Para, ainda assim, empurrar com a barriga os graves equívocos macroeconômicos praticados por seu governo.

 

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Paulo

 

*

 

É 13

 

No célebre quadro da Santa Ceia há 13 figuras: Jesus e 12 apóstolos, o que, somados, dá 13. O número 13 é o Judas, que traiu Jesus. Na atualidade brasileira, o número 13 é o traidor PT, que quer ficar no governo para sempre, ainda que o País seja crucificado, e está no caminho disso: pibinho, inflação, carga tributária extorsiva, gastos públicos aumentando e malfeitos impunes. O PT é o Judas e os Brasileiros, os crucificados.

 

Mário A. Dente dente28@gmail.com

São Paulo

 

*

 

PASSA-A-MÃO

 

A Petrobrás comprou a refinaria de Pasadena, nos EUA, por US$ 1,18 bilhão, que há oito anos custou à ex-sócia US$ 42,5 milhões, o que revela possível compra superfaturada. em um país sério , todos os envolvidos iriam direto para a cadeia , mas aqui , com certeza , todos os culpados e responsáveis pela operação irão se desculpar, dizendo que fizeram confusão - confundiram Pasadena com passa-a-mão...

 

Arnaldo de Almeida Dotoli arnaldodotoli@hotmail.com

São Paulo

 

*

 

SINAIS INEQUÍVOCOS

 

Os sinais inequívocos do esgotamento do modelo econômico brasileiro saltam aos olhos e somente nossas autoridades se recusam a ver o que está acontecendo na realidade. Cada dia mais a economia perde forças e o crescimento se debilita. O pior de tudo é que isso é visto com a maior tranquilidade, jogando ao vento dados estatísticos de que iremos melhorar. Não dá mais para acreditar, o afundamento de nossos marcos econômicos podem ser solapados pela redução do rating, comprometendo inclusive os bancos que lutam para não perder a batalha dos juros salgados.

 

Yvette Kfouri Abrao abraoc@uol.com.br

São Paulo

 

*

 

HERANÇA MALDITA

 

O PT, comemorando 10 anos no poder, não diz em suas campanhas publicitárias que a economia tem apresentado desempenho medíocre, conforme publicado na revista "The Economist", e que o ministro da Fazenda, Guido Mantega, é motivo de chacota. Se ele tivesse um pouquinho de vergonha, já teria alegado motivo de saúde e deixado o cargo. As medidas adotadas pelo governo Dilma estão deteriorando a economia brasileira: baixo ritmo de crescimento do Produto Interno Bruto, expansão do gasto público, o consumo das famílias caindo, inflação descontrolada, etc. E todos esses resultados negativos geraram rebaixamento da nota de risco pela agência de classificação de risco Standard & Poor's. Isso o PT também não vai mostrar em suas campanhas publicitárias. Já começamos a colher os resultados de oito anos de (des)governo Lula e dois anos de (des)governo Dilma.

 

Maria Carmen Del Bel Tunes carmen_tunes@yahoo.com.br

Americana

 

*

 

O PROBLEMA DOS VICES

 

De fato, as figuras dos vices da Presidência da República, governadores e prefeitos, são totalmente desnecessárias e sua extinção representaria uma economia de milhões de reais para os contribuintes. Nos eventuais afastamentos dos titulares, os presidentes das casas legisladoras poderiam assumir muito bem suas funções. Nas ausências permanentes, novas eleições poderiam ser convocadas, decisão mais justa e sensata, pois os vices não têm votos. Também os cargos de suplentes no Congresso poderiam ser simplesmente extintos. Os governos buscam sempre aumentar a arrecadação visando os impostos. Como exemplo, temos a defasagem na correção da tabela do imposto de renda, não reajustada há anos, mas o crescimento das bolsas, muitas das quais não se enquadram nos quesitos das necessidades. É preciso que a sociedade contenha a ganância dos políticos.

 

Odiléa Mignon cardosomignon@gmail.com

Rio de Janeiro

 

*

 

CRIMINALIDADE

 

O titular do ministério da "injustiça", José Eduardo Cardozo, vem fazendo tentativas de desqualificar o governo de São Paulo sobre a questão da segurança no estado. Que não está bom, não está, essa é a realidade. Mas e o País? Tá protegido em suas fronteiras? O tráfico de drogas foi minimizado? E as armas contrabandeadas deixaram de entrar no Brasil? Acho que antes de apontar o dedo para os defeitos alheios, primeiramente cuide de si próprio, ok, ministro? Infelizmente, a violência hoje é um patrimônio nacional, que cresceu assombrosamente nesses 10 anos de governança petista.

 

Ademar Monteiro de Moraes

ammoraes57@hotmail.com

São Paulo

 

*

 

PEC 37

 

Enquanto os maus políticos ficam legislando em causa própria (PEC 37 restringindo poderes de investigação do Ministério Público, Lei autorizando o Senado a revisar decisões do Poder Judiciário), continuamos assistindo diuturnamente os malefícios da violência nos centros urbanos. Esta semana recebi a notícia de que um membro da minha família tinha sido vítima de um assalto a mão armada. Ante a impotência dos cidadãos de bem (todos desarmados), repetimos o refrão: Graças a Deus foram apenas prejuízos materiais! Em suma, sem faltar com o devido respeito, temos que dar e pedir desculpas por estarmos virados de costas!

 

Walter Rosa de Oliveira

walterrosa@raminelli.com.br

São Paulo

 

*

 

RESPEITO E CONSTERNAÇÃO

 

Para cada assassinato ocorrido, fruto da violência urbana que graça no nosso País, a mídia devia deixar de lado sensacionalismos vãos, para seguir obrigatoriamente os trâmites tradicionais de respeito e de consternação: aviso de falecimento e obituário ao som de marcha fúnebre, para enfatizar, a cada hora, a importância da perda de uma vida por motivos fúteis.

 

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

 

*

 

RANKING VIOLENTO

 

Pesquisa mostra que no ranking mundial o Brasil é o 2º país mais violento do mundo. Será que aqueles que querem aprovar a PEC 37 desejam o 1º lugar ?

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)

 

 

*

 

A HORA E A VEZ

 

Quando o governador Geraldo Alckmin terá uma atitude enérgica contra a violência que a população de São Paulo sofre? Quando ocorrer com alguém próximo a ele?

 

Fernanda Guimarães Pateo feguidupa@hotmail.com

São Paulo

 

*

 

FORA DO GABINETE

 

A ministra Maria do Rosário deveria sair um pouco de seu gabinete em Brasília para acompanhar o trabalho da polícia de São Paulo, que foi a que mais reduziu assassinatos no Brasil, nos últimos anos. Ela deveria ver como o abrandamento das leis, como pretende seu trabalho, prejudica o trabalho da Justiça. Sobre prisões de bandidos, disse o delegado Rubens Borozal do 94º distrito de São Paulo: "Não adianta eu pegar um. Ele vem, paga a fiança e vai embora. O que temos de focar são as quadrilhas, isso que propicia um grande número de prisões. Um ladrão é levado à delegacia, paga uma fiança de R$ 600 e vai para rua. Só que o seu prejuízo é de R$ 20 mil, R$ 30 mil". As leis brasileiras são muito brandas e em geral protegem bandidos, pois nossas autoridades entendem que "bandidagem" é um problema social, o que soa muito estranho num país cujo governo se vangloria de ter pleno emprego e que qualquer um acha trabalho. Não é preciso roubar, portanto.

 

Fabio Figueiredo fafig3@terra.com.br

São Paulo

 

*

 

POUCO DINHEIRO

 

Até a morte da dentista, que foi queimada por só dispor de R$ 30, a bandidagem não cogitava em queimar com álcool quem estivesse com pouco dinheiro Pouco dinheiro para eles é também R$ 100,00, o que "justificou" a queima do infeliz que teve de saltar, com o corpo em chamas, do carro em movimento. Diante disso, não seria o caso dos meios de comunicação esclarecerem que quase todo mundo não tem à mão muito mais do que o indigitado queimado dispunha? Como consequência, talvez a malandragem se toque e haja uma considerável economia de líquidos inflamáveis e despesas hospitalares.

 

Eurico Buzaglo eurico_buzaglo@uol.com.br

São Paulo

 

*

 

O SUICÍDIO ENTRE OS JOVENS

 

A taxa de suicídios entre jovens aumentou 30% no Brasil nos últimos 25 anos. Ao menos 26 pessoas se matam diariamente no País. Ao contrário do que acontece por aqui, os suicídios entre os jovens diminuíram significativamente nos EUA, na China, na Austrália e nos países da Europa ocidental nas últimas duas décadas. Na década de 1990, a Organização Mundial da Saúde e esses países iniciaram campanhas de prevenção com ótimos resultados, e a partir daí o número de suicídios de jovens diminui ano a ano. Fatores como falta de solidariedade e de redes de apoio, solidão, desilusão com ideais, violência, falta de perspectivas, a pressão social para ser feliz, o aumento do consumo de álcool e drogas e problemas psiquiátricos são fatores que contribuem para esse enorme aumento do suicídio de jovens no Brasil. Por isso, já passou da hora de o país tratar o tema como tabu e iniciar campanhas de prevenção e apoio aos jovens, com uma política pública responsável de saúde pública para lidar com esse grave problema.

 

Renato Khair renatokhair@uol.com.br

São Paulo

 

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.