Fórum dos Leitores

GOVERNO DILMA

O Estado de S.Paulo - Atualizado às 5h30

17 Junho 2013 | 02h04

Vaias para a presidente

O protesto da torcida contra a presidente Dilma, no jogo de abertura da Copa das Confederações, sábado, foi uma reação natural de quem sabe para onde está indo a economia brasileira. Os aliados da presidente alegaram que Dilma foi vaiada porque no estádio só havia "classe média alta". Engano deles, a insatisfação é geral, o problema é que não foi possível a eles escolher o público daquele dia.

WAGNER MONTEIRO

wagnermon@ig.com.br

São Paulo

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Público pagante

A presidenta Dilma foi vaiada pela classe média, que majoritariamente se encontrava no Estádio Mané Garrincha e trabalha cinco meses por ano para pagar tributos e taxas ao governo. Além disso, os espectadores de sábado tinham consciência de que aquela arena custou ao redor do triplo do valor que deveria ter custado aos cofres públicos.

FRANCISCO PELTIER

cpeltier@uol.com.br

Rio de Janeiro

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Insatisfeitos

Que os aliados da presidente fiquem espertos, porque os "caras-pintadas" estão voltando.

EDMAURO SANTOS

Edmaurops@yahoo.com.br

Taubaté

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Erro tático

Será que algum instituto de pesquisa fez enquete no Mané Garrincha sobre o índice de popularidade da presidente? Ou faltou "combinar com os russos"?

FLAVIO MARCUS JULIANO 

opegapulhas@terra.com.br

Santos 

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Estádio lotado

Mais de 67.400 pessoas, imaginem a vaia.

VAGNER RICCIARDI

vbricci@estadao.com.br

São Vicente

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A voz do povo

As vaias em Brasília mostraram que a aprovação de Dilma Rousseff não é aquela que os institutos de pesquisa revelam. Viva a voz do povo!

RICARDO NOBREGA

cnc.eng@terra .com.br

São Paulo

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Espírito esportivo

A meu ver foi de um tremendo mau gosto a demorada vaia para a presidente Dilma no belo Estádio Mané Garrincha. No esporte, deve-se vaiar, quando merecerem, os atletas, jamais uma visitante ilustre, no caso a chefe da Nação. A democracia permite tudo, menos excessos que chegam perto da estupidez e da falta de educação.

VICENTE LIMONGI NETTO

limonginetto@hotmailcom

Brasília

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Sem...

Há quem diga que quem vaiou Dilma foram pessoas sem educação. Certamente, são sem educação, sem saúde, sem transporte público de qualidade, sem dinheiro para enfrentar a inflação e sem esperanças de um futuro melhor com este governo...

FABIO FIGUEIREDO

fafig3@terra.com.br

São Paulo

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ECONOMIA

Os conselhos do Velho

Magnífico o artigo de Rolf Kuntz sobre o Velho do Restelo (Dona Dilma por mares nunca dantes navegados, 15/6, A2). Ele traduz perfeitamente os belos versos de Luis Camões, em Os Lusíadas, que a presidente Dilma tratou de profanar. O Velho do Restelo falava àqueles que estavam prestes a se lançar nos mares, num rasgo premonitório, que não se deviam levar por aventuras que visavam à vanglória. Não construam estádios superfaturados, não tragam para o Brasil uma Copa do Mundo e uma Olimpíada que não podemos bancar. Não insistam em trens-bala. Se querem fazer algo igualmente grandioso, cuidem dos fundamentos da economia e da infraestrutura, não gastem mais do que arrecadam. Mas não. O PT prefere as grandes aventuras, que terão como destino final o mesmo que Portugal vive hoje, à custa de seus velhos, doentes e crianças, de quem o governo português corta os direitos para poder pagar suas contas. No Brasil, resta à "oposição" aceitar o presente que o PT lhe jogou no colo e ser o nosso Velho do Restelo.

LIZETE GALVES MATURANA

lizete.galves@terra.com.br

Jundiaí

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ENERGIA

No caminho errado

Shigeaki Ueki foi presidente da Petrobrás há mais de 30 anos, mas continua atualizado. Seu artigo Energia - debate necessário (15/6, A2), repleto de dados inquestionáveis, alerta para um problema de extrema gravidade. O Brasil está errando com a atual política de manutenção de preços artificiais dos combustíveis com base em subsídios intermináveis. Estamos seguindo os exemplos do fracasso (Venezuela e Argentina), quando deveríamos seguir o exemplo do êxito (Noruega). As consequências serão devastadoras. Estamos só no começo. O alerta de Ueki me faz tremer. Oxalá sensibilize os que estão à frente da Petrobrás.

JOSÉ PASTORE, professor da USP

j.pastore@uol.com.br

São Paulo

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PARTIDOS POLÍTICOS

A discussão é outra

O Congresso Nacional deverá ocupar-se, nas próximas semanas, com a discussão do projeto de lei que dificulta a criação de partidos políticos no País. Mas os parlamentares e a sociedade deveriam estar mais preocupados com a vida dos partidos já existentes do que com a possível criação de outros. Banidos no regime autoritário e ressurgidos na redemocratização, atualmente os partidos brasileiros nada mais são do que cartórios dedicados ao registro de candidaturas e balcões de negócios para o nefasto processo de constituição das bases de sustentação aos governos. Seus votos nas Casas Legislativas não atendem ao clamor dos eleitores e da sociedade, mas aos interesses de seus próprios integrantes, premiados com cargos e outras benesses da administração pública. Quem pensa em ideologia ou em compromisso com o eleitor se decepciona ao conhecer a atividade político-partidária. Os congressistas deveriam, portanto, cuidar dos partidos já existentes. O crucial está na forma de manutenção desses partidos. Eles recebem verbas do Fundo Partidário, horário de rádio e de TV e outros recursos públicos, mas pouco produzem. Tanto que já temos 30 partidos registrados, a maioria sem nenhuma expressão, mas recebendo o sustento oficial. Seria ideal que as agremiações vivessem por conta própria, sustentadas pela contribuição dos seus filiados, que, pagando mensalidade ou anuidade, certamente se interessariam mais pelo seu correto funcionamento.

DIRCEU CARDOSO GONÇALVES

aspomilpm@terra.com.br 

São Paulo

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ACHADOS E PERDIDOS

O governo está perdido, mas vive se achando...
 
A. Fernandes standyball@hotmail.com
São Paulo

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PARALISIA GERAL
Não é por acaso que a popularidade da presidente Dilma Rousseff e do seu governo está despencando como um abacate maduro caindo do pé. Com o dragão da inflação de volta, o povo endividado, juros em alta, dólar batendo recorde, violência endêmica em todo o País, sistema de saúde pública falido, com pessoas a toda hora morrendo em filas por falta de atendimento, a corrupção correndo solta em todos os poderes, obras paralisadas por todo o País, inclusive a da transposição do Rio São Francisco e, para completar, o PAC 2 empacado, o País está numa paralisia geral. O fato é que, enquanto a presidente Dilma e seus companheiros de partido vendem a imagem de um governo “técnico”, sua gestão pouco ou quase nada sai do lugar. É uma inércia total segundo divulgação feita pelo Tribunal de Contas da União (TCU): 73% dos investimentos anunciados em 2012 mofam no limbo dos “restos a pagar”. Nem sequer 10% das despesas foram liquidadas. Pelo jeito, Dilma não aprendeu tudo que seu professor e padrinho político, Lula da Silva, ensinou-lhe. 2014 está logo aí e o troco virá com certeza... Quem viver verá!  

Turíbio Liberatto turibioliberatto@hotmail.com    
São Caetano do Sul

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LULA X ALCKMIN

E aí Lula, vai encarar o Alckmin? Você tem que participar, porque os seus “cumpanheiros” não dão nem pra saída.

Ademar Monteiro de Moraes  ammoraes57@hotmail.com 
São Paulo

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FACILIDADES EXTERNAS

Fica cada vez mais claro que os avanços do governo Lula se deram unicamente porque a situação exterior era extremamente favorável. Agora, com o mesmo estilo de governo e com a mesma equipe econômica, a situação está cada vez pior, pois as coisas andam complicadas lá fora.

Geraldo Siffert Junior siffert18140@uol.com.br 
Rio de Janeiro

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APAVORANTE CANDIDATURA

A apavorante candidatura do Eduardo Campos (PSB) é fácil de entender: a eleição de 2010 foi decidida ali no nordeste (Maranhão, Bahia, Pernambuco e Ceará), onde Dilma teve 10 milhões de votos a mais que o Serra. Porém, com a liderança e carisma inconteste do Eduardo na região, fica difícil garantir a participação da presidente no segundo turno. 

Ivan Bertazzo ivan.bertazzo@gmail.com 
São Paulo

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ECONOMIA

Segundo declarações de Dilma, a inflação e os gastos públicos estão sob controle. O pior cego é aquele que não quer ver. Será que ela não percebe que com essas declarações apenas contribui para o aprofundamento da crise? Por bem menos, um ministro da Fazenda já teria sido substituído. Assim fica difícil de reconquistar a credibilidade junto aos investidores.
 
Maria Carmen Del Bel Tunes carmen_tunes@yahoo.com.br 
Americana

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A NOBREZA DA ADMISSÃO
 
Dilma afirma enfaticamente que as contas estão sobre controle e ataca críticos. Ora, não foi ela que bradou preferir o barulho de uma democracia ao silêncio de uma ditadura?  Por que criticar quem aponta os aspectos errôneos de iniciativas tomadas por seu governo, as quais estão levando o País à estagnação econômica e à inflação sem controle? Não adianta tapar o sol com a peneira com iniciativas eleitoreiras, que não modificam em nada o quadro preocupante das condições econômicas do País, na atualidade. Lembramos a digníssima presidente de que reconhecer nossos erros é nobre. Já insistir sobre os mesmos não é coerente e muito prejudicial ao nosso País.
 
Francisco Zardetto fzardetto@uol.com.br
São Paulo

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A DERROTA DE UMA VITÓRIA

A credibilidade do governo Dilma e, por extensão, do Partido dos Trabalhadores atingiu um patamar de difícil recuperação, tendo, entretanto mais alguns degraus de descida até que atinja a catástrofe final. A equipe da presidente Dilma tem demonstrado desde a sua posse que não está à altura de dirigir um país da altura do Brasil. Colocar rumos na economia não basta fazer uma enxurrada de desonerações numa tentativa de aumentar o consumo e alavancar o raquítico PIB. Quando aparece em cadeia nacional de TV, Dilma vem sempre com uma bondade nova cujo alvo é o eleitor das classes C, D e E. É bolsa para todos os gostos, tendo anunciado ultimamente uma extensão do Minha Casa Minha Vida. Trata-se do apêndice “Minha Casa Melhor” em que a Caixa Econômica Federal abrirá um crédito de R$ 18,7 bilhões para atender os usuários do Minha Casa, Minha Vida na compra de eletrodomésticos e móveis. O governo se equivoca quando pensa que política econômica se faz com fogão e sofá. Com a empáfia que marca o seu humor, a presidente afirmou que seu governo está combatendo a inflação e que as contas públicas estão sob controle. Dilma se irrita porque sabe que não é do ramo e que sua equipe pouco ou nada tem como subsídio. Para a presidente Dilma não importa o rumo da inflação e das contas públicas. O que importa é manter o redil que lhe garanta a reeleição. “A vitória de uma facção política é ordinariamente o princípio da sua decadência pelos abusos que a acompanham”. (Marquês de Maricá).
 
Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com 
Vassouras (RJ)

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MAROLINHA?

Na crise de 2008/2009, Lula disse que ela teria chegado ao Brasil como se fosse uma marolinha.  Dilma se arvorou em seu PHD de economia e disse ao mundo o segredo do “sucesso” brasileiro. Passados quatro anos, vimos nos EUA uma recuperação lenta e gradual e, na Europa, certa dificuldade em se recuperar. Tanto nos EUA como na Europa, porém, o padrão de vida continua agora é sempre superior ao nosso padrão. É só ir lá e constatar. O termômetro da melhora é sem duvida comparar os índices das bolsas de valores que medem as expectativas futuras. Enquanto nos EUA e Europa os índices variam positivamente entre 40% a 150% positivos, aqui estamos no negativo (- 30%) há algum tempo. E não há perspectivas de melhora, 
 
 
Paulo Henrique Coimbra de Oliveira ph.coimbraoliveira@gmail.com 
São Paulo

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EQUÍVOCOS ORGULHOSOS

A presidente Dilma não esta cometendo um desatino – por causa de seu orgulho, está cometendo uma grande burrice. Em primeiro lugar, despreza a inteligência alheia, procurando sempre caminhos obscuros que a levem à reeleição, adora prometer, mas detesta cumprir, suas previsões são sempre furadas e está rodeada de incompetentes. Só fez e faz acordos com países piores, muito piores que o nosso, que sempre foram os espelhos de seu partido. Agora, com a inflação, seu único reduto eleitoral, os bolsistas, começaram a sentir na pele o efeito do seu desgoverno e seu desprezo pela economia brasileira.
 
Arnaldo de Almeida Dotoli arnaldodotoli@hotmail.com 
São Paulo

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‘ME ENGANA QUE EU GOSTO’

Mais um tiro no escuro do atual governo que, fala em déficit nominal zero e retoma meta do superávit fiscal de 3,1% do PIB. Pois conforme declaração do “mago” Guido Mantega e equipe econômica, essa diferença entre o que o governo federal arrecada e o que ele gasta pode ser zerada em quatro anos. Ou seja, só podemos falar uma coisa: “me engana que eu gosto”!

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br 
São Paulo

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LAMENTO DO PIBINHO

Mamãe, eu sentia que isso iria acontecer. Quantas vezes eu lhe falei que ao invés de crescer eu estava diminuindo? E, sabe, a senhora, preocupada com 2014, fingia que não estava me ouvindo.   A senhora me deixou nas mãos dos outros.  Não se preocupou com a minha situação. Veja bem: aquela nossa inimiga só vai rasgando chão.  O povo já está de orelha em pé.  Já sentiram que, do jeito que a senhora está agindo, merece reprovação.     Por favor, chega de palavras ao vento.   Será que a senhora não vê que para que eu cresça é necessário que haja investimento?   Mamãe, a senhora pisou na bola e deixou muita gente fula. Imagine como está a cabeça do tio Lula. Mamãe, cuide de mim com carinho. Eu estou cansado de ser chamado de “pibinho”.   
                                                                                  
Jeovah Ferreira jeovahbf@yahoo.com.br 
Taquari (DF)

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DESESPERO ECONÔMICO

É desesperador ver Dilma e seu ministro da Fazenda, Guido Mantega, engatinhando num chão ensaboado, enquanto não podemos fazer nada. Como pode estar só na mão deles todo o desacerto de nossa economia, que tanto custou ao governo FHC estabilizar? Vivi o governo Sarney, quando passava o dia debruçada sobre números para administrar minhas contas de pagar e receber, pois com o que se recebia num dia não se pagava a mesma conta no dia seguinte. Desespero eu sinto. Será que eles não vivem aqui, não lêem jornais e revistas com técnicos de várias áreas falando de inflação, pibinho, contas externas, dívida pública, doações descabidas? Estamos de mãos acorrentadas?
Cecilia Centurion ceciliacenturion.g@gmail.com 
São Paulo

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ECONOMIA ESFARELADA

Se o PT não tem competência para melhorar o PIB brasileiro, a solução, como foi aventada por um leitor do Fórum dos Leitores e pelo “4th International Workshop – Advances in Cleaner Production”, é desprezar o PIB como medida ideal para sopesar o crescimento econômico, tendo em vista o “esgotamento cada vez mais próximo de vários recursos do planeta”. Sim, com certeza, daqui a alguns séculos, o petróleo e a água estarão esgotados –blábláblá – e, em vista disso, hoje o PIB não deve mais servir de parâmetro, já que só está servindo para mensurar o esfarelamento de nossa economia. Mas Mantega deve estar feliz, pois ainda em 1994 ele definiu o Plano Real, num artigo publicado na mídia, como um “jogo de aparências”, dizendo também “que os salários não manterão o poder aquisitivo por muito tempo”.  Finalmente, quase vinte anos depois, Mantega e Dilma conseguiram levar o Plano Real para o buraco, junto do PIB do Brasil. Com a inflação crescente, é agora que a porca torce o rabo...

Mara Montezuma Assaf montezuma.scriba@gmail.com 
São Paulo

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O QUE SE TEM E O QUE SE GASTA

Como é possível em um país como o Brasil, onde o painel do impostômetro mostra números próximos de R$ 700 bilhões arrecadados em imposto, que quando se pensa em despoluir um rio, construir um metrô ou pavimentar rodovias, faz-se necessário recorrer a empréstimos de países estrangeiros?

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com 
Jandaia do Sul (PR)

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PARA ONDE VAI O DINHEIRO?

Vivemos num país com uma das maiores cargas tributárias do mundo e enormes arrecadações. Porém só se fala em crises e corrupções. As obras são superfaturadas, como as dos estádios, rodovias etc. Despejam bilhões para aprovarem medidas como a dos portos e criar ministérios para atender cabos eleitorais, praticar assistencialismo para manter o eleitor de cabresto, e nunca têm verbas para saúde etc. 

Jurailde Barbosa juraildebarbosa@hotmail.com 
Taguatinga (DF)

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OPORTUNISMO ELEITOREIRO

Mais uma medida eleitoreira do governo Dilma: a lei que obrigaria as empresas a informar nas notas fiscais fornecidas para os seus consumidores o valor relativo aos impostos embutidos nos preços dos produtos ou serviços adquiridos a partir da última segunda-feira não funcionou por falta de tempo hábil para que se pusesse em prática tão complexa medida. O governo federal, então, encaminha ao Congresso Nacional proposta que amplia em um ano o prazo para que os estabelecimentos informem os impostos incidentes nos produtos e serviços. Por coincidência, a medida, há anos adotada em outros países democráticos, entrará em vigor com força total, às vésperas da eleição de 2014. Um oportunismo digno do ex-presidente Lula.

Victor Germano Pereira victorgermano@uol.com.br 
São Paulo

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ECONOMIA NÃO PETISTA

Dentro de suas limitações ideológicas, os petistas não supunham que a economia não fosse petista! Que tem suas regras, imunes às tergiversações de Guido Mantega e que, independente de quem esteja no governo, produz resultados inevitáveis!

Eugênio José Alati eugeniojosealati@yahoo.com.br
Campinas 

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A INFLAÇÃO DE VERDADE

Na maneira atual do governo calcular a inflação, consideram-se os preços de aviões, máquinas e equipamentos, enquanto o consumidor leva em conta: carne, tomate, feijão e batatas, passagens, etc. Em qual acreditar? 

Julio Jose de Melo julinho1952@hotmail.com 
Sete Lagoas (MG)
 
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DADOS E DADOS

A inflação desacelera, é ou não é hilário? A inflação “real” é maior do que a “oficial” em mais de 10% (dez por cento). Quem acredita na inflação do Mantega e Tombini, de 6,50% em 12 meses? Será que não há engano? O PIB para 2013, que iria chegar aos 4%, já tem sua expectativa reajustada para 2,5%, e ainda faltam oito meses até o final do ano. Até quando vão continuar enganando o povo brasileiro. Será que nós somos “idiotas”?
 
Luiz Dias lfd.silva@2me.com.br 
São Paulo

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ESTRUTURA FISCAL

Tenho lido e ouvido de vários e importantes políticos e autoridades que existe uma concentração de arrecadação tributária na ordem de 70% na União. E que os municípios têm uma arrecadação ínfima, tornando-se urgente uma reforma federativa.  E isso vem sendo repetido nos mais diversos fóruns. Na vida real, excluída a arrecadação de contribuições sociais (INSS, PIS, Cofins), a receita da União ficou, em 2011, em R$ 104,744 bilhões (15,67%), os Estados ficaram com R$ 320,761 bilhões (47,98%) e os municípios com R$ 243,090 bilhões (36,36%). Como aquelas afirmativas não me convenceram, resolvi pesquisar, porque essas pessoas são levadas a tais afirmativas, sabendo que entre elas há as de boa fé. E diz o ditado de que uma mentira repetida sempre e para todos acaba sendo aceita como verdade. Fui ao site da Secretaria do Tesouro Nacional para analisar as demonstrações de contas da arrecadação e despesa pública. Encontrei o relatório de 2011 (último disponível). Acabei matando a “charada”.  Somando a receita tributária bruta mais a receita das contribuições sociais o resultado realmente indica que a União arrecadou 68,71%, os Estados 25,6% e os municípios 5,68%. Isso acontece porque o Tesouro Nacional, em seu relatório, misturou a conta de contribuição social do INSS, PIS e Cofins, totalizando R$ 529,78 bilhões.  E não se encontra a abertura desse total (página 102 do relatório). Fazendo uma análise racional dos números, verifica-se que a União transferiu R$ 234,354 bilhões para os Estados e municípios (página 105). Fato da vida real que os tais políticos e autoridades não estão levando em conta nas suas afirmações. Refazendo os números com os efeitos da transferência da União para os Estados e municípios e dos Estados para os municípios (ICMS), cheguei à conclusão de que a arrecadação da União foi de R$ 634,5 bilhões (51,89%), a dos Estados de R$ 338,8 (27,71%) e a dos municípios de R$ 249,5 bilhões (20,41%). Do lado da despesa, há de se destacar que a União ficou a despesa de R$ 333,767 da Previdência e Assistência Social (incluído o INSS). Além de R$ 197,481 bilhões para o pessoal e R$ 131,122 bilhões para os juros e encargos da dívida pública. Essas despesas têm que ser atendidas pelos R$ 634,5 bilhões.

Helio Mazzolli mazzolli@terra.com.br 
Criciúma (SC)

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FARRA ARRECADATÓRIA

Poucas pessoas sabem e talvez nem o Governo Federal tenha se dado conta disto, mas um fator gerador da inflação atual é o regime de Substituição Tributária, implantado inicialmente no Estado de São Paulo e que vem se alastrando pelo País como um câncer, através da adesão de outros Estados, gerando enorme confusão nas empresas na emissão de notas fiscais, pois cada Estado adota diferentes percentuais para cada classificação de produto. Nem os contadores estão se entendendo neste emaranhado de leis, porcentuais divergentes, taxas internas e externas, Estados que têm protocolos de acordo entre si ou não – enfim, é o caos burocrático. Em dados recentes, foi divulgado que a arrecadação de Imposto sobre Circulação de Mercadorias do governo do Estado de São Paulo cresceu 115%, desde a implantação do regime de Substituição Tributária. É preciso que o governo federal intervenha nessa “autonomia” dos Estados e acabe logo com esta farra arrecadatória por decreto, pois além de toda a dor de cabeça que está causando, anulou os benefícios do “Simples Nacional”. Enquanto os governos estaduais comemoram o aumento na arrecadação, alguém está pagando a conta.

John F. Davies johnfdavies@gmail.com 
Valinhos

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PROFETAS E MALANDROS

Mantega é um pajé profético e aposta nas suas profecias, mesmo que sem fundamento algum. Na realidade, o que o artista prevê não é que o risco Brasil melhore, mas que o risco dos que estão acima piore! Somo governados por profetas, malandros, corruptos etc., exatamente como acontecia na época colonial! O Brasil está evoluindo aceleradamente para retornar a ser colônia de alguma nação mais inteligente. É só se candidatar! A China às vezes aparece, e logo recolhe o trem de aterrissagem. O risco também é grande para quem quiser colonizar. Somos a “elite” política do atraso no mundo, um bando de comunistas associados com um bando de coronéis do poder. Ou “pudê”!
 
Ariovaldo Batista arioba06@hotmail.com 
São Bernardo do Campo

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SABEDORIA

Se nossos governantes tivessem a sabedoria para entender que cada centavo que se arrecada de impostos é vindo do suor daqueles que trabalham, presumo que a roubalheira em nosso país seria bem menor.

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com 
Jandaia do Sul (PR)

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ELEITORES DESAVISADOS

Por causa eleitores desavisados e iludidos elegerem presidente sem competência para o cargo, em razão de campanhas mentirosas idealizadas por seu demagogo antecessor, o Brasil está colhendo o que plantou: a volta da inflação, crescimento pífio do PIB, a educação mal orientada, a saúde sem investimentos, pacientes morrendo em corredores de hospitais públicos, aeroportos, portos e estradas sucateados e fracasso na política externa. Enfim, um governo que prometeu e não promoveu reformas estruturais para melhorar o bem-estar do povo brasileiro. Para reverter esse caos, precisamos votar consciente nas próximas eleições, não sendo enganados por falsas promessas. 

José Wilson de Lima Costa jwlcosta@bol.com.br 
São Paulo

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A MORTE DE UM PLANO

“Aqui jaz o plano real”, graças a esta administração corrupta e incompetente que governa o País. O plano realizado em 1994, o qual o PT foi contra e que levou à arrumação das finanças e da economia nacionais, resultando em alguns anos de grande prosperidade, termina enterrado em um poço de incompetências e imensos roubos do erário. Enorme quantidade de companheiros de partido foram contratados, causando ônus significativo à Nação. Atividades políticas levando estatais à inadimplência e a ausência das reformas ajudaram a trazer a economia nacional a um estágio de desconfiança internacional quanto a nossa capacidade de honrar compromissos. Enquanto isso, a euforia do consumo da população não a deixou perceber o caminho crítico que trilhávamos, culminando com inflação acelerada, donas de casa queixando-se dos preços e quebra-quebra pela elevação dos custos do transporte. Com uma insuportável carga tributária de 37% que, ainda assim, obriga grande parte da população a pagar saúde e educação, a população começa a sofrer agora com a alta dos juros e a queda em novos empregos para o povo. É um triste futuro para um país que cresce menos de 1% ao ano e cuja dívida interna já ultrapassa 65% do PIB, tornando-se impagável e semelhante à de países europeus que enfrentam grave crise. Esse é o país que o PT conduziu ao descrédito internacional enquanto subsidia 30% da população com uma esmola eleitoral chamada Bolsa Família. Difícil será o caminho de volta para o real forte e confiável inteiramente perdido, inalcançável.

Fabio Figueiredo fafig3@terra.com.br 
São Paulo

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DÓLAR EM ALTA

O dólar alcança sua maior cotação em quatro anos. O déficit público atinge R$ 132 bilhões. As obras do PAC vão de mal a pior. O PT não fala mais a mesma linguagem do PMDB, apresentando rachas nos Estados. O Congresso Nacional está ameaçando rebeldia. E o nosso PIB, na média, não passará de 2,4%. Diante de quadro tão desanimador, a presidenta Dilma continua a sua campanha eleitoral, contando com outros candidatos a demonstrar gana de vencer, demonstrando programas e futuras atuações. Não vai ser fácil vencer só com o Bolsa-Família, porque os demais candidatos também defendem o programa. O caminho de Dilma será espinhoso e árduo. E, com os sofrimentos, poderá vir a derrota tão indesejada pelo PT, que tem como meta, só e simplesmente, a manutenção do poder. Mas o Brasil, como sempre acontece, supera tudo, inclusive os erros e as más atuações de seus governantes. Por mais que errem, não conseguirão destruí-lo!

José Carlos de Carvalho Carneiro
Rio Claro

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HISTÓRIA EM CICLOS

A história do dólar em alta se repete. Enquanto o governo tenta controlar a alta dos preços pelo aumento da taxa de juros, pela mesma porta do descontrole o câmbio engata uma quinta marcha e dispara, gerando inflação nos insumos e nos preços dos produtos importados. A pasta da economia precisa enxergar que investir apenas no consumo nada resolve. Enquanto não tivermos produção e mercados interno e externo, continuaremos a patinar na mesmice do crédito fácil e das promessas estonteantes de um país emergente próximo a naufragar.
 
 
Yvette Kfouri Abrao abraoc@uol.com.br 
São Paulo

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ONDE ESTÁ A OPOSIÇÃO?

O País está com problemas de crescimento, a inflação está corroendo os salários dos cidadãos e a sua situação econômica não está nem um pouco boa, é o que indicam os números que foram anunciados recentemente. Em meio a todo esse clima, a presidente anuncia que perdoou a dívida de quase um bilhão de dólares de países da África, países estes que ela visitou logo após visitas de Lula, que viajou em jatinhos particulares pagos por terceiros. Países que para fazerem contratos com empreiteiras precisavam estar quites com as dívidas anteriores. Ou seja: Lula fez os acordos e ela os executou, perdoando dívidas de ditadores que vivem nababescamente à custa de seus povos paupérrimos. O fato é que é o povo brasileiro quem está pagando esta conta e que esta situação é uma imensa imoralidade. Onde está a oposição nesta hora?
 
Maria Tereza Murray terezamurray@hotmail.com 
São Paulo

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NEM DEUS NEM O DIABO

Fernando Henrique Cardoso teve méritos como figura importante nas criações do Plano Real, Proer e Lei de Responsabilidade Fiscal. Em seu governo tivemos desemprego elevado, inflação alta, PIB baixo e as reservas cambiais chegaram a ínfimos 33 bilhões de dólares. Éramos subservientes aos EUA e ao Fundo Monetário Internacional. Lula conseguiu diminuir o desemprego, aumentar o volume de crédito e as reservas cambiais e o Brasil aumentou consideravelmente sua importância no cenário mundial. Em contrapartida, o PT, sob o domínio de José Dirceu, meteu-se no mensalão, o corporativismo imiscuiu-se na administração federal e a prática do “toma lá da cá” recrudesceu. Dilma conseguiu diminuir a taxa Selic, manter o pleno emprego, assim como o volume de crédito, e as reservas cambiais aumentaram. A inflação aumentou, mas é menor do que nos tempos de FHC. Em contrapartida, o PIB diminuiu e o corporativismo, assim como o fisiologismo, continuaram. Resumindo, os três presidentes citados têm suas qualidades e defeitos, mas nenhum deles é Deus e tampouco diabo.

Wilson Haddad wilson.haddad@uol.com.br 
São Paulo

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CRIMINALIDADE

Casal é abordado à mão armada, rapaz dá o celular e toma dois tiros no peito. Dono de pizzaria é abordado, dá o dinheiro e toma dois tiros no peito. Dentistas são incinerados vivos em seus consultórios. E por aí vai... Por acaso alguém se deu conta de que nós, da sociedade formal, estamos sendo dizimados?

Francisco José Sidoti fransidoti@gmail.com 
São Paulo

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A FRIEZA DA VIOLÊNCIA

Está impossível assistir os primeiros quinze minutos dos jornais sem ficar enojado com a frieza com que os assassinos estão matando cidadãos por motivos torpes. Mas as autoridades dão ainda mais nojo, porque não movem uma palha para evitar essa carnificina. Pensem comigo: para que serve um governo? Para que serve o Estado? Basta a mais singela resposta a essas perguntas para localizarmos os culpados por esse estado de coisas. É triste!

Gilberto Dib gilberto@dib.com.br 
São Paulo

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POPULAÇÃO REFÉM

Li, na revista Istoé, da qual sou assinante, que São Paulo é a capital do crime. Realmente, é verdade, mas divide essa fama desgraçada com o Rio de Janeiro, onde também a bandidagem é que dá as ordens, a qualquer hora e em qualquer lugar. A população ordeira e pacífica virou refém dos facínoras, que aumentam a cada dia e são cada vez mais perigosos. Não existem polícias eficazes e muito menos governos honestos que enfrentem de fato a crescente e violenta marginalidade que apavora, principalmente, Rio de Janeiro e São Paulo. Quando políticos resolverem implantar a pena de morte para crimes hediondos e diminuir a maioridade penal para 12 anos, poucos cidadãos de bem estarão vivos. Entendam que bandido bom é bandido morto!    Seja que idade tiver! Pelo bem das famílias e das pessoas normais, fogo nesses animais!

Fernando Faruk Hamza botafogorio@bol.com.br 
São Paulo

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GUERRA PERDIDA
Governador, o senhor perdeu a guerra contra a bandidagem. Eles dominaram este Estado e, para sair rápido dessa situação, o senhor tem que substituir imediatamente o Secretário de Segurança Pública, colocando em seu lugar um homem que saiba tratar esses delinquentes da mesma forma que eles nos tratam. Ou seja: sem dó nem piedade.

Valdir Sayeg valdirsayeg@uol.com.br 
São Paulo

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ELEFANTES BRANCOS

Vou mostrar ao mundo que o Brasil não é capaz de realizar grandes obras enquanto administrado pelo PT ou pelo PC do B do senhor Aldo Rebelo: transposição do Rio São Francisco, Refinaria Abreu e Lima, Ferrovia Norte-Sul, Transnordestina, Ferrovia da Integração Oeste-Leste, Trem-Bala, Hidrovia do Madeira, desobstrução do Pedral do Lourenção, no rio Tocantins, entre outras, que considero obras de infraestrutura, todas inacabadas. Estádios para a prática de jogos de futebol considero como “elefantes brancos” que, a exemplo do que aconteceu na África do Sul em 2010, após o encerramento da Copa do Mundo de 2014 ficarão, inapelavelmente, subaproveitados. Não acredito que “os estádios terão outras destinações além da esportiva”.

Sergio S. de Oliveira
Monte Santo de Minas (MG)

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SEM COMPARAÇÃO

Tenho certeza de que a maioria absoluta das pessoas que viveram os anos 1960 e 1970 assinariam embaixo dessas verdades que recebi do cidadão Clênio Falcão, quando falei do ouro para o bem do Brasil, da Marcha da Família com Deus pela Liberdade e do comício de Jango na Central do Brasil. Disse-me ele : em 1964 também doei “Ouro para o bem do Brasil” e ganhei um anelzinho que usei durante algum tempo e depois o perdi. Caso contrário, estaria guardado até hoje. Claro que havia inverdades naquela época – entretanto, se comparada aos dias de hoje... Não, não existe qualquer comparação! Tanto você como eu e alguns tantos (lúcidos e informados) não acreditamos num “pio” do que vem de Brasília!  Nós vivemos aqueles dias e sabemos muito bem o que realmente ocorreu. Ninguém nos contou ou relatou. Nós vimos, nós ouvimos, nós sentimos. Uma “Marcha” como aquela jamais seria repetida nos dias de hoje, quando a “massa humana” vem sendo duramente doutrinada e informada de que os fatos históricos, reais, verídicos que ocorreram em 1964 não foram como aconteceram. Eles informam a sua versão, deturpada, desvirtuada, mentirosa, e todos (que não viveram aqueles dias) acreditam piamente! Confesso que não acredito em “reviravolta”. Não! Com a “oposição” que temos, com o povo anestesiado com que convivemos, com a máquina administrativa poderosíssima que os petralhas têm nas mãos, não existe a menor possibilidade de “inversão”! Sinto-me gratificado pela gama de amigos (poucos) que ainda se mantêm lúcidos, despertos, diante do abissal descalabro moral, ético, que vive o nosso pobre país. E não me restrinjo somente à política não. Veja a área do Esporte. Preciso falar alguma coisa? Copa das Confederações, Copa do Mundo, Olimpíadas, CBF, COB, FIFA, governos estaduais, municipais e o próprio governo federal... Estou amplamente desanimado! Ainda consigo abrir minha boca e falar aos circunstantes com que me relaciono o tanto que sei, que vi, que ouvi nos anos pós-1964. Mas noto que meus ouvintes fazem cara “de paisagem”... E não se pode sequer mencionar o termo “revolução de 1964”... Se falarmos em Golpe, seria traduzido hoje por “golpe dos militares na democracia”. Veja que incrível, que despropósito! E, como já afirmei antes, caminhamos para a atual presidente ser reeleita, provavelmente ainda no primeiro turno. A situação me parece cada vez mais irreversível.
 
Leônidas Marques leo_vr@terra.com.br 
Volta Redonda (RJ)

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‘ESTADO’ NO FACEBOOK

Quero parabenizar pelas atualizações no facebook, deixar a galera informada via face. Muito legal! Sou de Salvador, mas precisava desse canal de informação e estou curtindo muito! E compartilhando também.

Tarcísio Santos tar.cezar81@gmail.com 
Salvador

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ROMANCE DA SECA

A grande escritora e jornalista cearense, saudosa Rachel de Queiroz, retratou em seu romance “O Quinze” o drama e o flagelo da seca de 1915, uma época em que não havia nenhuma tecnologia em pauta, energia elétrica, estradas, transportes e comunicações para aliviar o sofrimento daqueles sertanejos que abandonavam o seu cantinho e batiam em retirada, a pé, para grandes centros a pedir esmolas e, por isso, eram chamados de “retirantes”. Hoje, tudo mudou para melhor no campo técnico-científico. Em todo lugar do sertão existe energia elétrica para acionar motores, perfuratrizes e outros instrumentos modernos para abrir poços profundos, puxar água de grandes distâncias para irrigar solos para a agricultura básica da região e matar a sede de gente e de bichos. Então, por que a situação é tratada com a mesma atitude e indiferença de quase 100 anos atrás, 1915? A ilustre dama das letras já foi chamada por Deus e ninguém se mancou de abrir o verbo para pedir a resolução de um sério problema secular, que já dispõe de grande tecnologia e recursos de toda espécie para ser resolvido. Fica assim, faltando apenas a boa vontade dos governantes e maior sensibilidade e responsabilidade do povo cearense para cobrar a solução definitiva de tão grave problema social e moral.

José Batista Pinheiro batistapinheiro30@yahoo.com.br 
Fortaleza

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