Fórum dos Leitores

PROTESTOS PELO BRASIL

O Estado de S.Paulo - Atualizado às 5h47

21 Junho 2013 | 02h21

Corte no investimento

O governador Geraldo Alckmin e o prefeito Fernando Haddad baixaram o valor das tarifas do transporte público, mas já falam em reduzir o investimento como contrapartida. Sugiro que façam como todo bom empresário: quando o dinheiro está curto, ele corta despesa, e não investimento. Deixem de contratar funcionários sem concurso; baixem o valor do ISS, ICMS e IPVA para baratear o óleo diesel; reduzam a verba enviada à Câmara e à Assembleia; ou sigam o exemplo da Alemanha, onde a vereança é considerada cargo de honra, sem salário.

JANKIEL BREZ
jbr71@hotmail.com
Ashdod, Israel

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A tarifa a R$ 3,00

Alckmin e Haddad estão com dificuldade para fechar a conta da tarifa a R$ 3,00? Que tal limparem a máquina do governo, deixando de pagar fortunas em "ajuda de custo" a vereadores e deputados e salários a funcionários públicos que nem sequer comparecem ao trabalho?

PAOLA PRESTES
paola@serenafilmes.com.br
São Paulo

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Planilhas abertas

As prefeituras têm de abrir as planilhas dos custos das empresas de transporte para que técnicos da iniciativa privada, isentos, as analisem.

DANIEL SCHUMACHER
dschumacher@cimpor.com
São Paulo

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Fiscalização

É preciso que haja uma auditoria periódica externa ao governo, isenta, que não faça parte do serviço público. A fiscalização é o calcanhar de aquiles em qualquer parte do mundo, e é preciso fiscalizar as contas públicas com honestidade e determinação. Já seria um bom começo!

MARISA STUCCHI 
marisastucchi@hotmail.com
Ribeirão Preto

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Abracadabra!

Sempre, desde que me entendo por gente, ouço de nossos políticos e governantes a célebre resposta quando o assunto é investimento em educação, saúde, transportes, etc.: "Não há verba". Mas nos últimos anos a mágica da multiplicação de recursos aconteceu para a construção e/ou reforma de 12 estádios para a Copa do Mundo de 2014, abocanhando, até agora, R$ 28 bilhões. Que descaso com o dinheiro público!

JOSÉ LUIZ LOPES DOS SANTOS
jllraposo@hotmail.com 
Águas de Lindoia

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Estádios faraônicos 

Segundo estimativas, os gastos com a Copa do Mundo de 2014 já giram em torno de R$ 28 bilhões. Isso nos traz à lembrança o jargão popular, atribuído a governantes, que diz: "Deem ao povo futebol, que eles esquecerão todos os problemas". Os tempos mudaram e os governantes que ainda assim pensam devem reformular seu pensamento.

MARIO PALLAZINI
mpallazini@hotmail.com
São Paulo

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Recorde

Srs. parlamentares, sra. Dilma Rousseff e seu criador, Lula, não pensem que uma vitória do Brasil nesta Copa ou na de 2014 fará o povo se esquecer dos R$ 28 bilhões. Esse valor é mais que o dobro do gasto pela Alemanha em 2006 (R$ 10,7 bilhões) e por Japão e Coreia em 2002 (R$ 10,1 bilhões), e mais que o triplo do que a África do Sul gastou em 2010 (R$ 7,3 bilhões).

ROBERTO LUIZ PINTO E SILVA
robertolpsilva@hotmail.com
São Paulo

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'Sob controle'

A Copa de 2014 será a mais cara da história. Enquanto o governo gasta tanto com estádios e a prefeitura isenta de impostos a construção dessas arenas, os hospitais estão sem médicos e leitos, as escolas não têm professores e o custo de vida está cada vez mais alto. E depois ainda vem a presidente dizer que está tudo "sob controle".

AGOSTINHO LOCCI
legustan@gmail.com
São Paulo

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Dá tempo?

Se a Copa no Brasil vai custar muito mais do que custaram as outras três últimas Copas, será que ainda dá tempo para voltar atrás e desistir de hospedar a Olimpíada de 2016, que custará uma fábula e criará outros "elefantes brancos", como são os estádios de futebol?

ROGER CAHEN
São Paulo
Pelé pede torcida

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Pelé foi infeliz na sua declaração na TV anteontem. Ele pediu ao povo brasileiro que esqueça "toda essa confusão, essas manifestações" e torça para a seleção brasileira. Patético! Meu conselho ao povo: quando seu filho precisar de um médico, procure a CBF; quando ele não tiver escola, procure a CBF; se precisar de moradia, procure o Pelé; e, se seu filho quiser estudar no exterior, procure pela Fifa.

TANAY JIM BACELLAR
tanay.jim@gmail.com
São Caetano do Sul 

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É pouco

Pão e circo são insuficientes num país de encastelados, de carros blindados e de leis incoerentes com a realidade.

ROBERTO NASCIMENTO
robenasya@yahoo.com.br
São Paulo

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Migalha

Fechar a Avenida Paulista para comemorar a redução da tarifa ao estilo "final de Copa" é lastimável. A senhoria joga a migalha e a horda entra em êxtase, mas a realidade é que continuamos na mesma situação...

ARIEL KROK
arielkrok@gmail.com 
São Paulo

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De carona nos protestos

Chega a ser ridícula a atitude do sr. Rui Falcão, presidente do PT, convocando a militância petista a se juntar aos manifestantes do MPL ontem. Ora, justo eles, que estão há 11 anos no poder e são - juntamente com Lula - responsáveis por muitas das bandeiras levantadas nos protestos, condenando escândalos de corrupção como o mensalão e a incompetência no uso do dinheiro público, como a Transposição do Rio São Francisco e os estádios da Copa, sem falar da inflação crescente e do "pibinho" deste ano.

ANTÔNIO CARELLI FILHO
palestrino1949@hotmail.com
Taubaté

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Aproveitadores

Que não venham os partidos que chafurdam na lama da corrupção agora se juntar "às massas". Elas não aguentam mais tanta pouca-vergonha política. Aproveitadores baratos!

JOÃO BATISTA PAZINATO NETO
pazinato51@hotmail.com
Barueri 

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REDUÇÃO DA TARIFA

A manifestação nas ruas fez com que as passagens baixassem seus preços em diversos Estados. Uma coisa está provada: o povo está sentindo a forca que tem. Basta não perder o foco e mirar em todos os desmandos que acontecem nesse país. A hora é agora. 

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com 
São Paulo

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A PARTE DOS MONOPÓLIOS

A pergunta que exige uma resposta é: quem vai pagar as despesas pela redução das tarifas de ônibus? Como se constata em vários lugares, as críticas em relação ao assunto são dirigidas aos prefeitos, governadores e ao governo federal. Mas nada se fala sobre as concessionárias, que atuam numa atividade extremamente lucrativa. São vários os monopólios espalhados pelo Brasil e todos têm um rendimento garantido, usufruindo de vantagens como o recebimento diário e até antecipado dos valores das passagens. E suas despesas são pagas muitos dias, semanas ou meses depois. Num momento como o atual, esses monopólios não podem dar nenhuma colaboração, assumindo parte das despesas? O transporte coletivo efetivamente deveria passar ao controle estatal.

Uriel Villas Boas urielvillasboas@yahoo.com.br 
São Paulo

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JUVENTUDE DESNECESSÁRIA

Incrível que os governos municipal e estadual de São Paulo e de outros Estados tenham cedido à pressão de um pequeno grupo de estudantes participantes do Movimento Passe Livre. Então, vamos ver os prefeitos e governadores jogarem um prejuízo nos caixas das administrações públicas. Ou então esses aumentos não eram necessários e só foram feitos para maltratar os cidadãos, sejam eles os empregadores, que pagam o vale-transporte, sejam os que pagam individualmente por seu transporte. Este movimento é feito por estudantes de classe média, todos visivelmente muito bem alimentados, que comungam de idéias esquerdistas por eles ensinadas em seus colégios particulares. Provavelmente poucos estudam em escolas públicas e, se estudam na USP, já se sabe a que classe pertencem. A foto estampada na primeira página do “Estado” de ontem mostra a comemoração em um bar onde a cerveja custa mais do que o que eles economizarão na passagem (se pagam meia, o total mensal será R$ 4,40) por mês. E mostra também seus smartphones sendo usados... A verdade é que em nenhum momento eles falaram da inflação que está corroendo os salários dos trabalhadores e nem de coisas como corrupção, mensalão, impunidade, etc. E mais: são contra a maioridade penal para adolescentes infratores. Não é deste tipo de juventude que o Brasil precisa.
 
Maria Tereza Murray terezamurray@hotmail.com 
São Paulo

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LULOPETISMO EM BAIXA
 
Dilma e Lula vieram a São Paulo para pressionar Haddad a não ceder o aumento, mas, felizmente, Haddad e Alckmin cederam.
Mais pontos negativos para os dois chefes do lulopetismo.
 
Jose Eduardo de Almeida Machado jecameng@hotmail.com 
São Paulo

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ESPONTANEIDADE COMO NORMA 
 
É a primeira vez na minha existência que vejo jovens se mobilizando e mudando alguma coisa.     Claro que já tivemos, em outros tempos, mudanças realizadas sob pressão popular. A diferença é que agora não temos “siglas” (aqui chamadas de partidos), nem caciques, para dirigir os “índios”. A própria – aparente – improvisação dos movimentos nas ruas parecem indicar isso.  Aguardemos. O aspecto positivo é que o movimento das ruas se faz sem as siglas.  A espontaneidade parece ser a norma... Pela primeira vez em anos os políticos estão se mexendo para atender às ruas.    Isso num país onde o Poder Executivo obedece à direção de um marqueteiro e apresenta uma  face  de  incompetência misturada  com  corrupção. É muita conversa fiada,  promessas   e  discursos  vazios.   O  Poder   Legislativo  é  um  sofisticado  balcão  de  negócios. O   Poder  Judiciário, manietado  por   leis  absurdas   e   permissivas. Existem vândalos, e eles devem ser  coibidos  pela  ação  policial.   Mas, na  minha  opinião,  o pior   vândalo é  o  governo.    Como classificar o  fato de que a Saúde  Pública  está  em   estado  de  indigência?  Como explicar   que  a  educação   é    um  lixo   e   está  classificada  entre  as  piores  do planeta?    Como explicar   que  o  transporte  público  transporta   milhões  de pessoas   todos os  dias  em  condições  piores  do que  transportam    gado   neste  país? As siglas estão falidas e não representam nada. O governo ufanista só fez, até agora, encher os bolsos próprios e da base aliada. Os escândalos estão nas manchetes diárias. Se quisermos ter um bom país no futuro, as coisas têm de mudar. E rápido!

Roberto de Almeida robmeida22@gmail.com 
São Paulo

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VERBA NÃO SERIA PROBLEMA

O governo quer reduzir os investimentos para custear a redução do preço das passagens. Isso realmente fere qualquer raciocínio lógico. É evidente que o governo pode reduzir seus gastos. Todos nós sabemos que o custo Brasil é absurdo. Então vamos trabalhar para reduzir esse custo. Sim, mas existem leis que não permitem que se façam alguns tipos de reduções. Tudo bem, mas trata-se de uma emergência. Somos um país pobre e precisamos viver como tal. Então de que forma faremos? É simples. Devemos fazer uma alteração na Constituição que permita corrigir alguns absurdos. Não podemos conviver com eles. Chegou o momento de corrigi-los, sem dó nem piedade, e todos precisam participar. E, para quem não gostar, as fronteiras ficarão abertas (adeus). Essa lei permitiria: a) reduzir 50% das despesas com Câmaras Municipais, Estaduais, Federais e Senado, fazendo também com que os salários absurdos de cada um fique no máximo a 10 ou 20% acima do mercado. Além disso, se torna um salário absurdo, e deverá ser reduzido a 10% por mês, até chegar ao valor correto ou então até o funcionário ser demitido; b) reduzir o número de assessores de cada político a, no máximo, c) criar uma espécie de escritório central para os serviços gerais de interesse da nação (reduzir o número de vereadores e deputados, pois não precisamos de tantos); d) reduzir aposentadorias absurdas a, no máximo, R$ 15 mil para o titular de um cargo e 60% desse valor para dependentes (exceção para cargos ultra importantes, como de presidentes, governadores e juízes dos Tribunais Superiores); e) estabelecer prazos curtos para julgamentos – quando o julgamento for complicado, punir antecipadamente o réu com a pena já comprovada, ficando o restante para decisão final, reduzindo o número de recursos; e) criar um “hotel prisão” para réus provavelmente julgados perigosos, mas com culpa ainda não comprovada; esse hotel seria custeado pelos réus; somente ficaria por conta do estado casos em que o réu fosse considerado rigorosamente incapaz de pagar sua estadia; f) punir rigorosamente todos os elementos responsáveis por quaisquer prejuízos materiais ou funcionais causados à Nação, tal como perda de material por sucateamento, por prazos vencidos, por falta de providência, por compra indevida e não utilização e por não cumprir o seu dever (esses deveres deverão estar rigorosamente especificados); g) Fazer com que todo prisioneiro trabalhe para seu próprio sustento (não trabalhou, não come, não tem direitos; isso ajudaria em muito sua recuperação); h) transformar todo funcionário governamental em celetista, inclusive políticos, que passariam a seguir todas as leis da CLT quanto a horário de trabalho, férias, salários, etc.; i) reduzir o poder dos sindicatos, principalmente os dos que interferem nos portos; e j) tornar custeio das eleições exclusivo do Estado, sendo o valor proporcional à apresentação do candidato e de sua plataforma política (cerca de R$ 50 mil para cada candidato). Dito isso, sobraria muito, mas muito dinheiro para investimentos e para reduções do preço dos transportes.

Waldemar Fontes walde@ig.com.br
São Paulo

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TRANSPARÊNCIA DE ORÇAMENTO

Ao recuo do pagamento dos R$ 0,20 do aumento de tarifas de transporte, governos acenam com eventual aumento de impostos em outros setores como forma de compensação, como, por exemplo, o novo projeto de aumento de impostos ao setor de mineração, que em breve será votado. No entanto, brasileiros já trabalham cinco meses para pagar impostos. Nada é dito sobre a aplicação dos altos recursos anteriormente destinados ao pagamento do Fundo Monetário Internacional. Onde são aplicados? Que áreas do governo foram afetadas com a perda de receita para que o governo tivesse os R$ 26 bilhões para a construção de estádios para a realização da Copa? Casos como estes fazem com que a transparência da aplicação do dinheiro público e o real atendimento das necessidades do cidadão se imponham.

Sergio Holl Lara jrmholl.idt@terra.com.br 
Indaiatuba

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RECADO DADO

A população se mobilizou, foi às ruas, e a principal reivindicação, a redução das tarifas dos transportes públicos, teve sucesso. Mas, cá pra nós, reduzir R$ 0,20 não é um bicho de sete cabeças como tentaram passar para o público o governador Alckmin e o prefeito Haddad, de acordo com quem a medida pode prejudicar investimentos já programados. Quero ver o governo federal retroceder e devolver aos cofres públicos os gastos exorbitantes com a Copa do Mundo. Dados oficiais apontam R$ 28 bi, a mais cara de todas as Copas. Essa vultosa quantia, sim, fará muita falta para investimentos em áreas realmente carentes e essenciais; saúde, educação, transporte, saneamento, etc.. No entanto, foi enterrada em suntuosos estádios para atender aos devaneios de um deslumbrado e inconsequente ex-presidente, Luís Inácio Lula da Silva, num evento que a sanguessuga Fifa está “explorando” ao máximo. Após os protestos contra os gastos excessivos em arenas para o futebol, será que as obras faraônicas para a Olimpíada do Rio de Janeiro, que se aproxima, também serão superfaturadas? E o Comitê Olímpico Internacional (COI) também será bajulado ao extremo?

Sérgio Dafré sergio_dafre@hotmail.com 
Jundiaí

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NÃO EXISTE ALMOÇO GRÁTIS

O prefeito do Rio já avisou que a redução das tarifas das passagens de ônibus tirará R$ 200 milhões de outras áreas. Como não existe almoço grátis, alguém vai ter que pagar a conta. O buraco é mais embaixo. A demagogia dos políticos não vai levar a nada. Os protestos e manifestações populares têm que canalizar essa energia positiva para coisas boas e para a mudança real do País, com cobranças e luta contra a corrupção, impunidade e demais mazelas que assolam o Brasil.

Renato Khair renatokhair@uol.com.br 
São Paulo

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‘ENORME SACRIFÍCIO’

O prefeito/poste de São Paulo, Fernando Haddad, alega que terá que fazer um enorme sacrifício para poder manter a tarifa de R$3,00 em São Paulo. Sugestão: Diminua o seu salário e o de seus subordinados; pare de andar de helicóptero, utilize o nosso transporte público (tenho certeza que irá adorar!) e enxugue os gastos da Prefeitura. Assim, sobrará mais dinheiro e o mesmo poderá ser utilizado para as coisas realmente necessárias.

Adriana Aulisio aulisiodri@gmail.com 
São Paulo

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DINHEIRO SOBRANDO

Fernando Haddad aproveita a ocasião e alega que o impacto pela redução da passagem para R$ 3,00 trará dificuldades para a cidade no que diz respeito a demandas de creches, escolas, hospitais e etc., pois tal redução implica num acréscimo de cerca R$ 200 milhões nos gastos da Prefeitura neste ano. Perguntamos ao prefeito o que ele faz com o recolhimento do IPTU, que de uma única vez foi reajustado em 30% por Kassab, e com os tributos, as taxas e os impostos em geral, recolhidos diariamente?

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br 
São Paulo

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QUEM DIRIA?

E o prefeito “poste” paulistano, abandonado à própria sorte e aos lobos pelo governo “DiLula” (Dilma+Lula),visando proteger de maior desgaste a imagem da presidente em sua candidatura para 2014, acabou sendo obrigado a anunciar a volta da tarifa dos ônibus aos R$ 3,00 no Palácio dos Bandeirantes, posando, constrangido, ao lado do governador Alckmin.Quem diria,hein?!
 
J.S. Decol decoljs@globo.com 
São Paulo

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SEM NOÇÃO

Acho que os dirigentes do Movimento Passe Livre (MPL) está viajando tanto quanto os petralhas. Esse movimento ultrapassou essa esquerda burra e ranzinza e está tomando rumos totalmente diversos. Hoje estão indo as ruas todo tipo de reclamação com relação aos políticos e partidos. Seria melhor se aterem a sair de cena, esperando o fim dos protestos, para depois avaliar ganhos e danos. A dimensão dos protestos saiu do âmbito dos R$ 0,20 e partiu para trilhões de reais desperdiçados pelo Brasil afora! O Movimento Passe Livre perdeu a noção!

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br 
São Paulo 

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CONTA ESTRANHA

Prefeito Haddad, já que o senhor vai fazer uma planilha de custos sobre a tarifa de ônibus, peço também que faça uma planilha da divida de R$ 53 bilhões que devedores devem ao governo federal, que dívida é esta! Onde foi gasta! Quem fez é porque não pagou! Acho que devemos saber, pois quem paga a conta somos nós...
 
Maria José da Fonsec fonsecamj@ig.com.br 
São Paulo

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A GENTE NÃO QUER SÓ TARIFA
 
O MPL parece parafrasear a música dos Titãs: “A gente não quer só comida”... A tarifa já baixou, queimando a língua dos governantes; e agora para onde marcha o MPL? Com certeza, eles vão à contramão do Congresso, da mídia e do governo. Que bom! Tomara que o MPL mire na saúde, na educação, no saneamento básico, na reforma agrária e na segurança pública. A resposta vai ser de que não há recurso para esses pleitos. Vamos rediscutir o pagamento de juros da dívida, que leva do País mais dinheiro do que nosso orçamento de saúde e educação. E o dinheiro dos juros da dívida vai para banqueiros! Queremos, para início de conversa, sobre esse tema, fazer uma auditoria na dívida. Precisamos saber o que estamos pagando! Na geopolítica do petróleo, enquanto as guerras contemporâneas têm como pano de fundo o petróleo, nossa presidenta Dilma já anunciou para 22/10 o leilão do campo de Libra, entregando na mão de estrangeiros, a preço de banana, a maior descoberta da Petrobrás e um dos maiores campo de petróleo do mundo: são no mínimo 14 bilhões de barris de petróleo.  Leilão é privatização, é a venda do bilhete premiado! O valor do campo de Libra é de no mínimo 20 vezes o orçamento da saúde e da educação juntos. Queremos que a presidente Dilma cancele esse leilão com base na lei do pré-sal, 12351/10 art. 12... O Conselho Nacional de Política Energética proporá ao presidente da República os casos em que, visando à preservação do interesse nacional e ao atendimento dos demais objetivos da política energética, a Petrobrás será contratada diretamente pela União para a exploração e produção de petróleo, de gás natural e de outros hidrocarbonetos fluidos sob o regime de partilha de produção...  Sem querer interpretar os anseios do MPL, mas com certeza eles buscam uma nova agenda para o País. Chega de sermos colônia do mundo! Queremos combater a fome e a miséria, mas queremos mais. A gente não quer só tarifa, a gente não quer só comida...  
 
Emanuel Cancella emanuelcancella@uol.com.br 
São Paulo

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MANIFESTAM-SE OS SINTOMAS

Manifestações cívicas, democráticas, apolíticas, pacíficas, reivindicações mais do que justas, protestos “da hora” contra a corrupção e a impunidade. Porém uma das líderes do movimento, uma jovem trajando blusa vermelha, empolgada com o resultado que “dobrou” as autoridades constituídas, deixou vazar alguns objetivos “sonhados” para o futuro, na minha opinião, muito sintomáticos: além do Passe Livre, reforma agrária, fim do latifúndio urbano e rural.

Sergio S. de Oliveira  ssoliveira@netsite.com.br 
Monte Santo de Minas – MG

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JAMAIS SERÁ VENCIDO

Para os políticos que dizem não entender a razão do protesto que está ocorrendo Brasil afora, vai aqui uma explicação: “Quero uma nação sem corrupção;/Quero uma nação com saúde e educação;/Quero uma nação com zero de inflação;/E os mensaleiros direto pra prisão;/Quero segurança, quero muito pão,
porque: o povo unido jamais será vencido”.
 
Maria do Carmo Zaffalon Leme Cardoso mdokrmo@hotmail.com 
Bauru

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O PT NOS PROTESTOS

Só faltava essa dos petralhas. Passeata em solidariedade à presidente Dilma, ao mesmo tempo em que, em outra, o Brasil solidário reivindica um governo competente e sério, o que exclui o petismo diante de tantas ocorrências, da ineficiência à corrupção de seus companheiros mensaleiros passando por envolvimentos amorosos, também pagos por nós. Melhor seria ficarem quietinhos em casa, pois este governo é que está afundando e desmoralizando nosso País.
 
Mario Cobucci Junior maritocobucci@uol.com.br 
São Paulo

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OPORTUNISTAS DE PLANTÃO

Que as manifestações que proliferam pelo País não sirvam de incentivo para que oportunistas de plantão queiram levar vantagem, se infiltrando nas manifestações como pensam em fazer os petistas, pois as conquistas serão do povo, que foi às ruas para protestar contra tudo e contra todos e não só contra a redução no preço das passagens. Essa história de que o brasileiro só se preocupa com futebol e carnaval é pura balela: queremos, sim, ver nossa seleção vitoriosa na Copa das Confederações, como também na Copa do Mundo de 2014, mas agora as reivindicações são outras, é o nosso futuro e o de nossos filhos e netos que está em jogo. O povo foi às ruas e venceu o primeiro round. Após 14 dias de manifestações, a tarifa dos transportes será reduzida a partir da zero hora do dia 24/06, na capital paulista e em outros pontos do País. Depois de não terem dado importância no início das manifestações ao movimento, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), e o prefeito da capital, Fernando Haddad (PT), voltaram atrás, cedendo à pressão e revogaram o aumento que entrou em vigor no início do mês de junho. O que tem de ser comemorado, além da vitória da seleção sobre o México por 2 a 0, é que, na cidade de São Paulo, a passagem de ônibus, trens e metrô, hoje em R$ 3,20, voltará a R$ 3,00 na segunda-feira próxima. Os brasileiros foram às ruas não só por esse problema, mas começaram a levantar uma série de bandeiras contra um sistema de saúde pública falho e arcaico, contra um sistema educacional falido, contra corrupção, obras superfaturadas e contra a supervalorização da Copa do Mundo, cujos gastos já estão em torno de R$ 28 bilhões de uma previsão total, até 2014, de R$ 33 bilhões, em um momento que o Brasil não está com essa bola toda, no que diz respeito ao crescimento de seu Produto Interno Bruto (PIB). Ou seja, estamos mais pobres. Não queremos envolvimento partidário, muito menos de oportunistas e de pessoas que desvirtuam o movimento e saem quebrando, praticando vandalismo e saqueando estabelecimentos e destruindo bens públicos. Os nossos problemas não são de hoje, mas sinto-me feliz e de alma lavada por observar que finalmente a sociedade brasileira caminha de mãos dadas. Hoje, pela primeira vez, faço parte de uma grande massa que busca justiça e respeito. “País rico não é aquele em que os pobres andam de carro, como quer nos fazer crer um ex-presidente populista, e sim aquele em que os políticos andam de transporte público”. Esperamos que nossas autoridades e políticos tenham entendido as mensagens que estão vindo das ruas, pois o povo unido jamais será vencido. As ruas lotadas de pessoas protestando já falam por si só! A única forma de se transformar a realidade de nossas reivindicações é com as pessoas se mobilizando, protestando e saindo às ruas para lutar. “Não existe almoço de graça”, principalmente em se tratando de política!

Turíbio Liberatto turibioliberatto@hotmail.com   
São Paulo

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TÍPICO

Armar o circo (fazer uma manifestação) e se aproveitar do pessoal do MPL no mesmo dia em que essa moçada vai às ruas comemorar uma vitória é coisa típica do PT. Essa velharia não cresce e só se apequena.

José Piacsek Neto bubanetopiacsek@gmail.com 
Avanhandava

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RESPOSTAS

Quem vai assumir as respostas às manifestações? Aquele que nunca soube de nada e que nunca assumiu nada certamente não assumirá agora, quando é o principal culpado de chegarmos aonde chegamos.  Dona Dilma tem que chamar para si a responsabilidade e mostrar que tem motivos significativos para pleitear uma reeleição...

Victor Germano Pereira victorgermano@uol.com.br 
São Paulo

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PONTOS DE VISTA

Manifestação, pacífica ou não, é sempre um ponto de vista... Dependendo do acúmulo de indignação, qualquer ser humano pode extrapolar a racionalidade, externar a sua violência. Pergunte àqueles que perderam seus entes numa maca improvisada, sem atendimento médico, em hospitais que não tem a mínima infraestrutura, por deficiência do Estado; aqueles que perderam um filho para a violência absurda do dia a dia. Pergunte para um professor mal pago e sem qualquer perspectiva de futuro profissional o que pensam de suas carreiras. Pergunte, na sua casa, o que pensam da corrupção no País. Por que será tão difícil colocar criminosos condenados, que fazem parte do sistema, na cadeia? Pronto, eis o que está acontecendo e porque o povo está na rua. Identifiquem os governantes de todos os governos e nunca mais votem neles, antes que o Exército seja obrigado a cuidar novamente e lamentavelmente dessa situação desastrosa.

Kleber Gilberto de Araujo Junior kgajr@hotmail.com 
São Paulo

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AGORA QUE O POVO TEM VOZ

Agora que o povo tem voz, que continue com as manifestações pacíficas pelo Brasil para exigir a devolução dos bilhões roubados nestes últimos anos, a mudança da lei para que os menores, a partir dos dezesseis anos, respondam penalmente pelos seus crimes, punição aos políticos corruptos, intimação dos parlamentares para a urgência da reforma tributária e política, pressionando o governo a investir mais nas educação, na saúde, na segurança, nas estradas, nos portos e nos aeroportos, que estão sucateados. É importante seguir em frente, apesar das dificuldades, porque o tamanho dos problemas que afligem hoje os brasileiros precisam ser solucionados.

José Wilson de Lima Costa jwlcosta@bol.com.br 
São Paulo

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‘A BANDA’

Alguns analisaram as primeiras movimentações nas ruas como atos de violência e realizadas por “baderneiros”. Estavam redondamente enganados. A única violência praticada é a dos governantes, que nos roubam bilhões por ano em desperdícios e licitações superfaturadas e fraudulentas. Violência é ver irmãos morrendo na fila do hospital, numa maca à espera de vaga ou leito na UTI. Baderna é o que políticos praticam desde os tempos do Império. Roubando-nos o futuro, privando-nos de sermos uma nação forte e soberana, sem o viés da corrupção, da degradação das nossas instituições. Quebrar uma instituição nem de longe é jogar pedra ou fogo nela, mas sim ver políticos brasileiros quebrando empresas, bancos e tudo que é símbolo deste país com suas condutas inapropriadas. “A marcha alegre se espalhou na avenida e insistiu. A lua cheia que vivia escondida surgiu. Minha cidade toda se enfeitou pra ver a manifestação passar cantando coisas de protesto”. Nem Chico Buarque, autor deste verso da canção “A Banda” poderia imaginar que este dia chegaria, que a paciência do povo brasileiro, em especial de sua juventude, se esgotaria. As redes sociais desprezadas por políticos e empresários, pela mídia que sempre afirmou que elas eram alienantes, deu a volta por cima e foi o grande agregador de ideias, de plataformas e estratégias nesta grande manifestação popular. Excessos? Sim, não se faz omeletes sem quebra de ovos, diria o antigo ditado. Mas como reagir a tanta barbárie sem se inflamar em alguns instantes? Como entender que pagamos a maior carga tributária do planeta e ainda tenhamos passagens de transportes mais caras do mundo? Como entender que possamos construir estádios milionários sem termos mobilidade urbana, sem saúde pública ou sem escolas com qualidade? Alguns jovens usaram a máscara famosa do personagem central do filme “V de Vingança”, um filme produzido em 2006, em que, numa sociedade distópica de um futuro próximo, uma garota da classe trabalhadora deve determinar se o seu herói se tornou a grande ameaça contra a qual que está lutando. Outros, como o jornalista precavido na avenida paulistana, usaram vinagre, na tentativa em vão de se livrar dos efeitos das bombas atiradas pelos policiais militares nas primeiras manifestações em São Paulo. O maior alívio não é o vinagre, e sim ver milhares de brasileiros se insurgindo contra a turba de políticos corruptos e nefastos que assolam nossa gente há décadas. Enfim, nem vingança nem vinagre: temos de dar um basta na situação em que estamos de povo Vilipendiado numa pátria maravilhosa, cujas bênçãos são muitas, desde o minério ao solo, à água, ao povo gentil. Chega! Basta de prefeitos, vereadores, governadores, deputados e senadores hipócritas, que defendem apenas e tão somente seus partidos e quinhões apodrecidos pela lama que toma de assalto suas estruturas partidárias. Que a marcha continue, que em outubro de 2014, como alguns conservadores e reacionários querem, essa mesma movimentação das redes sociais e das ruas invadam as urnas nas eleições e tomem os mandatos destes pulhas que não trabalham para o povo, pelo povo e com o povo. 

Rafael Moia Filho rmoiaf@uol.com.br 
Bauru

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O QUE ME LEVA ÀS RUAS
 
O que me leva às ruas é o simples fato de que neste país os acusados do esquema do mensalão não conseguiram provar sua inocência. Os advogados tentavam desesperadamente desqualificar a acusação, dizendo perante o Supremo Tribunal Federal que o cliente não poderia ser acusado de formação de quadrilha, pois apenas recebeu o dinheiro de forma ilegal, o que caracteriza corrupção passiva. O réu não era inocente, apenas menos culpado de todas as acusações que pesavam contra ele. É a história da jovem que está “meio grávida”... O roubo do dinheiro público com tanto apetite levou o País à miséria, pois país sem educação, sem saúde, sem segurança, sem saneamento e sem estrutura para crescer - por não ter ferrovias, estradas, portos e aeroportos bons – é um país miserável, pobre, que deveria receber bolsa desenvolvimento do Fundo Monetário Internacional. Seria uma vergonha para o povo, mas não para os políticos que roubam. Sabem que sabemos que são ladrões e nos mandam plantar batatas, pois sabem que em 2014 todos se esquecerão da primavera brasileira e votarão nos mesmos trastes. E pensar que tudo começou por 20 centavos...
 
Luiz Ress Erdei gzero@zipmail.com.br   
Osasco

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VANDALISMO UTILITÁRIO

Acompanhei com orgulho as manifestações dos jovens no exercício da cidadania. Estranhei, no entanto, a atitude da polícia, que no primeiro dia agiu de maneira intempestiva e arbitrária e no segundo dia permitiu que vândalos e bandidos agissem como se eles não existissem. Em minha opinião, a baderna foi orquestrada com a finalidade de desmoralizar o movimento. A quem isso interessava? Primeiramente, à própria polícia que achava que, com isso, justificaria sua atuação, quando reprimiu a todos sem distinção, quer manifestantes que agiam pacificamente, quer a imprensa, que fazia seu papel de nos informar, quer o cidadão que voltava para casa. Interessava também ao secretário de Segurança, que precisava justificar sua incompetência. O sintoma de que o tumulto foi planejado vem de imagens que todos vimos pela TV. O vandalismo se fez às vistas da polícia sem que nada se fizesse, a depredação da Prefeitura com o vândalo mais exaltado portando uma máscara contra gases sem nem sequer um policial para proteger o patrimônio público de tal crime. Depois de uma inércia de anos, enfim os jovens estão buscando proteger o futuro do nosso País.

Chafic Murad cmumu@terra.com.br 
São Paulo

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PARADOXOS

O universitário Pierre Ramos Alves de Oliveira, que foi flagrado destruindo patrimônio público, foi capturado, ouvido pela polícia e responderá ao crime em liberdade. Será que foi porque esse vândalo destruiu patrimônio público, construído com dinheiro dos contribuintes, que o secretário de Segurança Pública de São Paulo não colocou esse vândalo atrás das grades ?

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com 
Jandaia do Sul (PR)

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TEMPO PARA PENSAR

O estudante de arquitetura Pierre Ramon Alves de Oliveira, que foi filmado por vários ângulos no horário nobre da televisão brasileira, depredando o prédio da Prefeitura de São Paulo, na manifestação da última terça feira, além de pagar pelo que fez, deveria passar algum tempo na cadeia com outros vândalos da sua espécie, pensando no que fazer da vida, porque arquitetura com certeza não é a sua praia.  

Victor Germano Pereira victorgermano@uol.com.br 
São Paulo

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MUDANÇA DE CARREIRA

Rico, exibicionista, truculento e, ao que tudo indica, com poucos neurônios, o universitário arruaceiro que depredou o prédio da Prefeitura de São Paulo faria melhor se canalizasse tanta energia nos ringues do MMA. Poderia, quem sabe, como lutador de artes marciais, desafiar e vencer o campeão invicto Anderson Silva.

Vicente Llimongi Netto limonginetto@hotmaill.com 
Brasília

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PIMENTA NOS OLHOS DOS OUTROS

O manifestante que se exaltou, Pierre Ramon, fez muito pouco perto do que eu faria se tivesse levado pimenta nos olhos. A aflição é tanta que a vontade que dá é de jogar pimenta nos olhos de todos os políticos, um a um. Aliás, em vez de condenar o Pierre, deviam fazer isto:permitir que ele jogue pimenta em todos os políticos, pra verem como é gostoso pimenta nos olhos dos outros.
 
Roberto Moreira Da Silva  rrobertoms@uol.com.br 
São Paulo

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CURIOSIDADE

Fenômeno interessante: se a polícia atuar contra manifestantes nada pacíficos, é repressão e violência. Os jornais, as redes de TV e o governo federal serão contrários, e ai do governante que quiser fazer valer a lei e a ordem. Entretanto, isso tudo vai por terra quando falamos do entorno dos estádios da Copa. Ali, por mais pacíficas que sejam as manifestações, as polícias estão autorizadas a jogar bombas e atirar com balas de borracha. Já houve casos até de perseguição e atropelamento de manifestantes com motocicletas da PM. Estranhamente, nenhuma voz, do governo ou da imprensa, levanta-se contra isto. Não se ouve nada, nenhum protesto, nenhuma palavra de censura.  Curioso e muito cínico!

Maria Cristina Rocha Azevedo crisrochazevedo@hotmail.com 
Florianópolis

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QUEM NÃO DEVE NÃO TEME

Todos se protegendo contra as passeatas. Como sempre, há os vândalos que não têm nenhum compromisso com o objetivo das passeatas. Infiltram-se para vandalizar. Palácio Guanabara protegido por grades, BC também, tapumes nas lojas, enfim, ninguém pensa que se, ele, governo, não tomasse medidas contra o povo, não houvesse corrupção, atendesse as necessidades do povo, não precisariam se proteger. Isso é típico de quem está e governando contra o povo. O pior é que foi eleito pelo povo. Eu desafio o governador Sergio Cabral e o prefeito Eduardo Paes a participarem das passeatas. Não têm coragem nem cara. Sabem que levarão uma vaia estrepitosa. Protegem-se porque sabem que não estão certos. Se estivessem certos, de consciência tranquila, não tomariam nenhuma medida de proteção. Esta é a verdade.

Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com 
Vila Isabel

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SIM AOS PROTESTOS, NÃO À BADERNA

O País registrou vários protestos contra o governo e contra os aumentos das passagens dos ônibus e saúde, educação e etc. Os brasileiros se organizaram por meio das redes sociais sem líderes nesses movimentos. Sou a favor sim dos protestos, sim, mas sem prejuízos aos patrimônios públicos e sem violência. Realmente, o Brasil precisa muito desses atos contra a administração pública e são os próprios legisladores quem tem o poder de cobrar e elaborar as leis nas esfera federal, estadual e municipal. A oposição ganha com isso que vem acontecendo nas cidades brasileiras. O povo quer mudanças e a resposta será nas urnas, no próximo ano, nas eleições para presidente, governador, senador e deputados federal e estadual.

Manoel Manoel de Recife manoeljs127773997@hotmail.com 
Recife

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BALA

No país em que os mensaleiros que assaltaram o cofre do povo e agora estão no comando de nossos destinos, os estudantes (?) quiseram dar uma de Madre Thereza de Calcutá... E tudo por causa de 20 centavos, que não dá pra comprar nem uma bala, das pequenas, de jujuba? Ah, por favor, não me façam rir! 

Attilio Cerino attiliocerino@yahoo.com.br 
São Paulo

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POSTES DEGRADADOS

Epa, começaram a fazer xixi nos postes!

Jose Eduardo Bandeira de Mello
São Paulo

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