Fórum dos Leitores

GOVERNO DILMA

O Estado de S.Paulo

04 Julho 2013 | 02h04

Mais impostos?!

Como pode? É o fim! Depois de tantos protestos, tanta indignação do povo nas ruas exigindo redução de impostos, extinção dos gastos desnecessários, redução do número exagerado de ministérios (e haja ministérios!) para atender à base aliada, redução do número de parlamentares e das respectivas benesses (estas não concedidas em nenhum outro lugar do planeta), extinção do Senado, o fim da corrupção, cadeia para os mensaleiros, entre tantas exigências, além da repercussão internacional de todo o movimento - e tome propaganda demagógica da dona Dilma comparando-se à seleção do Felipão (nada a ver) e plebiscito (pura embromação)! -, vem agora esse desacreditado ministro da Fazenda, sr. Guido Mantega, lançar um balão de ensaio, informando que pode haver mais impostos... no país líder mundial em cobrança de impostos, e sem retorno para a população. Não foi à toa a fúria do povo brasileiro. Temos de voltar às ruas e delas não sair enquanto esses incompetentes permanecerem no poder. Basta de tanta incompetência!

JOSÉ CARLOS ALVES

jcalves@jcalves.net

São Paulo

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Meta fiscal

Para atingir a meta fiscal não é necessário aumentar os impostos, como quer Mantega. Basta reduzir em 60% os ministérios e despedir os cumpanheiros, antigos aspones, do governo.

MILTON BULACH

mbulach@gmail.com

Campinas

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Reforma tributária

Circula na internet um vídeo interessante. Diz que, se um funcionário é contratado para ganhar um salário de R$ 4 mil, o contratante vai gastar pelo menos mais R$ 2 mil para pagar os encargos previstos em lei. E dos R$ 4 mil o funcionário receberá apenas R$ 2.800, depois de pagar INSS, Imposto de Renda, contribuição sindical, etc. Com os R$ 2.800 o funcionário vai pagar luz, combustível, moradia, alimentação e outros bens de consumo praticamente obrigatórios. Mas como tudo isso tem em média 50% de impostos embutidos, o nosso sofrido funcionário fica com reais R$ 1.400 para comprar produtos e serviços para si e para a sua família. Em suma, dos R$ 6 mil o governo fica com R$ 4.600 e o funcionário, com R$ 1.400. E o que o governo oferece em troca? Ah, isso você está careca de saber: muito pouco. A maior parte do dinheiro vai para o ralo. Só metendo a mão no bolso do governo para ele tomar alguma vergonha na cara. Reforma tributária já!

LUIZ ANTÔNIO DA SILVA

lastucchi@yahoo.com.br

Ribeirão Preto

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Mais uma trapaça

Não entendi: há poucos dias o governo federal incentivou as vítimas (de estelionato) do Minha Casa, Minha Vida a contraírem mais um financiamento, com o novo programa Casa Melhor, para compra de eletrodomésticos e móveis. Em seguida aumentou o IPI da linha branca e de outros produtos de consumo. É diabólico! "Até quando, Catilina, abusará da nossa paciência?"

ROSELY FERREIRA POZZI

rosepozzi@gmail.com

São Carlos

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Munchausen

Mais um motivo para lotar o protestódromo em que o País se transformou. A Caixa Econômica Federal e o BNDES receberão aportes do Tesouro para poderem pagar dividendos... ao Tesouro - operação rotulada no passado, por meio de uma "Delfinetada", como incestuosa. Ela lembra de certo modo a tentativa do barão de Munchausen, que queria voar puxando para cima a crina do seu cavalo. Aqui as consequências serão piores.

ALEXANDRU SOLOMON

alex101243@gmail.com

São Paulo

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GRUPO X

Em crise

Pelas notícias dos jornais, o grupo do empresário Eike Batista está à beira do default e as agências de risco já desclassificaram sua dívida. Como todos nós somos sócios desse grupo, já que o BNDES e a Caixa Econômica Federal lhe fizeram grandes empréstimos, a pergunta é: além dos tributos desviados pela incompetência e pela corrupção, quem nos vai ressarcir dessa escolha dos "vencedores" feita pelos nossos príncipes?

ALDO BERTOLUCCI

accpbertolucci@terra.com.br

São Paulo

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Futurologia

No ano passado, o ex(?)-presidente Lula da Silva disse que Eike Batista era "o modelo do novo Brasil", quando este foi eleito o sétimo mais rico do mundo. Hoje tenho de admitir que Lula estava absolutamente certo, quase um Nostradamus. Eike e o "novo" Brasil, realmente, têm tudo a ver.

ROGÉRIO TÓFOLI KEZERLE

rogeriokezerle@hotmail.com

São Paulo

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Mão de fada

Eike Batista chama o Lula, seu mentor, de mão de fada - onde põe a mão estraga ou corrompe? Esse milionário tupiniquim já está no caminho certo, o caminho da roça. Bem feito! Quem o mandou se meter com o PT?

ANTONIO JOSE G. MARQUES

a.jose@uol.com.br

São Paulo

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PTX

O naufrágio do Grupo X guarda íntima relação com o desregramento da política econômica do governo petista. A troca de favores entre o sr. Eike Batista e os presidentes Lula da Silva e Dilma Rousseff traz prejuízo de vulto à Fazenda pública, em razão dos recursos injetados pelo BNDES nas empresas do grupo. Fica a constatação de que, como é notório, promessas mirabolantes são artifício de estelionatários para atrair suas vítimas. Pena que no caso dessa associação maliciosa esse prejuízo seja suportado por toda a população brasileira.

SERGIO SARAIVA RIDEL

sergiosridel@ig.com.br

São Paulo

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EMPREENDEDORISMO

Um caso de sucesso

É gratificante para um jundiaiense ver o crescimento de sua terra natal, tanto em empreendimentos imobiliários de diversos segmentos como no desenvolvimento econômico, nas mais diferentes áreas. Assim, foi com grande interesse que li a matéria O boia-fria que concorre com alunos de Harvard na venda de calçados (1.º/7, B9), contando como um arrojado empresário de origem humilde criou uma rede de 40 lojas, pretende faturar este ano R$ 600 milhões e dirige "uma das maiores lojas online de calçados do Brasil, a Passarela.com", segundo o repórter Fernando Scheller. A trajetória de Vanoil Pereira mostra que a dedicação ao trabalho é o caminho para o desenvolvimento do País, gerando empregos e riqueza.

CARLOS C. ABUMRAD

sintoniatotal@uol.com.br

São Paulo

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‘PADRÃO FELIPÃO’

O desgoverno Dilma está anos luz de distância do padrão Felipão de administrar. A prepotência continua sendo o eterno mote dos petistas.

Leila E. Leitão

São Paulo

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PADRÃO TAITI

A simpática seleção taitiana não merece nenhum comentário depreciativo, mas o governo de Dilma Rousseff tem o exato “padrão Taiti”: perde sempre por goleadas e são todos amadores.

 

Leão Machado Neto lneto@uol.com.br

São Paulo

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MENOS QUE UM TIME RESERVA

Senhora presidente Dilma, se o padrão do seu governo fosse igual ao do Felipão na seleção, muitos dos seus ministros não teriam sido nem sequer escalados. Quanto ao senhor Mantega: dentro dos critérios do Felipão, nem no banco ele estaria. Está aí o Ronaldinho, que não me deixa mentir. Um baita jogador, mas ficou fora.

Arnaldo de Almeida Dotoli arnaldodotoli@hotmail.com

São Paulo

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VIÉS AUTORITÁRIO

 

 Dilma não esconde mesmo seu viés autoritário. “Não farei demagogia no corte de gastos. Meu governo tem perfil de Felipão. Não levo em conta o que dizem as pesquisas. No meu governo não haverá cortes nos gastos sociais. Eu escuto a voz das ruas”, etc., etc. A presidente não esconde mesmo seu egocentrismo quando se utiliza da palavra. É evidência de que não escuta ninguém, com a exceção de seu guru. O que é uma lástima, aliás. Sua pretensão em ser a dona da verdade é muito prejudicial ao País. Deveria refletir sobre isso.

 

Francisco Zardetto fzardetto@uol.com.br

São Paulo

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NA MÃO DOS PETISTAS

“Não farei demagogia no corte de gastos”, disse a presidente Dilma Rousseff. Mais uma vez confusa, tal qual seu governo, ela deveria é não fazer demagogia na aplicação de recursos, a atender interesses políticos à sua defectível base aliada, visando às próximas eleições. Ou será querer demais? Uma vez que, segundo a própria, “À eleição pode-se fazer de tudo”. Pobres de nós na mão desses petistas medíocres.

 

Mario Cobucci Junior maritocobucci@uol.com.br

São Paulo

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VERTENTES DEMAGÓGICAS

 

“Não farei demagogia de cortar gastos que não ocupo”, proclamou a presidente Dilma, num pronunciamento em que alfinetou o governador Geraldo Alckmin pelo recém-anunciado pacote de contenção de despesas de seu governo.  “Cortar Bolsa Família jamais”, aduziu, aproveitando para tranquilizar os 14 milhões de lares beneficiários do maior programa de compra de votos desde o grito do Ipiranga.  A demagogia do PT tem duas vertentes: a marqueteira, que vende projetos espetaculares e redentores (jamais entregues), e a bolsista, que se incumbe da distribuição pura e simples de dinheiro a determinados setores.  Nessa ‘modalidade’ estão o Bolsa Família, o “bolsa mobília”, o “bolsa BNDES”, o “bolsa FIESP”, o “bolsa montadoras”, o “bolsa MST”, o “bolsa UNE”, o “bolsa sindical”, o “bolsa base aliada”, o “bolsa Copa”, o “bolsa detento” e até o “bolsa jumento”! Cada uma dessas “bolsas” demagógicas – a lista é exemplificativa, não exaustiva – cumprindo importante papel na estratégia petista de manutenção do poder a qualquer preço. Cortar pela metade os 39 ministérios – a maioria inútil – para economizar recursos do contribuinte, nem pensar. Fiscalizar o andamento de obras  mal concebidas,  polêmicas, atrasadas e superfaturadas,  tampouco.   Resta saber qual preço as ruas vão aceitar pagar para ver essa farra continuar.

 

Silvio Natal  silvionatal49@yahoo.com.br

São Paulo

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O MAMUTE

Em discurso a seu mamute ministerial – que comanda com 39 ministros mais o marqueteiro que hoje ocupa status de 40º ministro – Dilma diz que não fará demagogia para cortar gastos e tenta colar sua imagem à do técnico da seleção, dizendo que seu governo é padrão Felipão. Se a semelhança fosse pra valer, Dilma teria que fazer alguns ajustes de conduta como: diminuir o número de seu time de 39 jogadores para 20, já que custam muito caro e acabam embolando o meio de campo; cobrar eficiência máxima de cada jogador; substituir imediatamente o integrante que não traz resultados satisfatórios ao capitão e à torcida; e trocar, se necessário, o capitão do time, se esse não estiver à altura do cargo que comanda, quando não traz resultados satisfatórios por anos seguidos a uma torcida decepcionada e sempre disposta a vaiá-lo quando entra em campo. O Felipão sabe disso. E Dilma?

Peter Cazale pcazale@uol.com.br

São Paulo

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NIVELANDO POR BAIXO

Pois é, Felipão, você conquista a Copa das Confederações e a dona Dilma quer nivelá-lo por baixo.

 

Ademar Monteiro de Moraes ammoraes57@hotmail.com

São Paulo

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TODA A RAZÃO

Tem toda a razão dona “Dillma” em afirmar que seu governo tem “padrão Felipão”: custa muito caro e também cai para a segunda divisão. Dona “Dillma” escalou nos 39 ministérios gente com pouquíssimo conhecimento no assunto e quase sem nenhuma técnica, sem jogo de cintura. Todavia, só restará a ela abandonar o time, como o Felipão fez, quando nosso rico país cair para a segunda divisão no cenário político-econômico mundial. Depois não venha novamente com aquela desculpa esfarrapada dos petistas de que a culpa é da imprensa conservadora e das elites dominantes, chega!

 

Antônio Carelli Filho palestrino1949@hotmail.com

Taubaté

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SEGUNDA DIVISÃO

A dona dilma (em minúscula mesmo) disse que seu governo é padrão Felipão, e não Fifa. Lembro a ela que este padrão levou meu Palmeiras à segunda divisão.

 

José Roberto Palma palmapai@ig.com.br

São Paulo

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DE ‘RICHARD GERE’

Dona Dilma, se o seu governo é “padrão Felipão”, diz para a gente quem é o seu Neymar, o seu Fred, o seu David Luiz, o seu Júlio César, enfim, quem são os seus equivalentes a toda seleção. Ah, dona Dilma, a Sra. seria o Felipão do governo? Assim eu vou começar a pensar que eu sou Richard Gere. Dilma, os movimentos sociais atuais são padrão Felipão.

Clézio D. Goulart clezio_goulart@yahoo.com.br

São Paulo

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AUTOCRÍTICA

Dilma ofende Felipão ao dizer “O meu governo é padrão Felipão”. Tenha dó, Dilma... Será mesmo que nenhum petista tem senso de autocrítica?

Mara Montezuma Assaf montezuma.scriba@gmail.com

São Paulo

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PLEBISCITO PARA REFORMA POLÍTICA

Nada de referendo, e muito menos plebiscito. Ambos seriam dominados pelos políticos que aí estão, as raposas tomando conta do galinheiro. A reforma política deveria ser redigida pelo presidente do Supremo, Joaquim Barbosa. Sabem por quê? Porque ele sabe muito bem o que nós queremos. E mais: não vai gastar um tostão porque fica caro fazer uma consulta popular que não terá o efeito que desejamos para determinar a reforma que o País realmente precisa já para o ano que vem. A presidente, o PT e toda a base alugada estão tentando procrastinar o ruído das ruas na tentativa de manter o status quo e a perpetuação no poder. Tarde demais, o palanque caiu! Vamos lá, presidente Joaquim Barbosa, redija a reforma que nós, o povo brasileiro, apresentamos como projeto de lei de iniciativa popular mediante assinaturas pela internet, redes sociais, correios e o que necessário for. É bem mais rápido, eficaz e só assim conseguiremos mudar essa política nojenta e pérfida que está atrasando o nosso querido Brasil.

José Eduardo Victor je.victor@estadao.com.br

Jaú

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O GOLPE

Chega a ser risível, para não dizer ridícula, a declaração do ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, dizendo que a população tem capacidade de responder as perguntas da forma como os petistas querem. Senhor ministro, se o eleitor nem ao menos sabe votar (vota na legenda) que informações ele tem para distinguir se o financiamento deve ser público, privado ou misto? Outra dificuldade é fazer o eleitor entender o sistema eleitoral, proporcional, lista aberta, voto distrital, voto misto.  O eleitor sabe o que é coligação partidária? Será explicado a ele que essa jogada é para que os partidos tenham mais tempo na TV? Essa forma atabalhoada de fazer uma reforma tem endereço certo: o golpe que o PT dará no Brasil. Acordem antes que seja tarde.

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo

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A MACARRONADA

Dilma, provavelmente a mando de Lula e em conchavo com as raposas do Congresso, quer por que quer nos fazer engolir um plebiscito sobre alguns temas, que, diga-se de passagem, em nenhum momento atacam de frente e de imediato os problemas mais citados nas manifestações recentes. Só por curiosidade, faço seguir em linguagem popular, a diferença entre plebiscito e referendo:

Num plebiscito, é como se perguntassem á você: arroz e feijão ou macarronada? Digamos que você escolha a macarronada. Aí entra a cozinha (o Congresso) e prepara a dita cuja. Ou seja, eles escolhem o macarrão, o tempero e o molho e aí, se você não gostar, dane-se, o problema é seu. O governo alegará que você os escolheu.

Num referendo, o Congresso lhe apresenta a macarronada pronta e você poderá gostar ou não. Se gostar, aprova, se não gostar, rejeita.

Simples assim.

Geraldo Alaécio Galo ggalo10@terra.com.br

Guarulhos

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MANOBRAS MANIPULADORAS

O Executivo e o Legislativo estão procurando espertamente prolongar e complicar as discussões sobre as reformas políticas por meio de plebiscito e/ou referendo. Vão ganhar tempo e tirar vantagens político-partidárias delas. As reformas políticas que o povo anseia são muito simples e diretas. Basta ouvir as mensagens enviadas pelas ruas. E se essas não bastarem, poderiam lançar mão de pesquisas amostrais de opinião, com certeza mais eficazes.

Antonio Carlos Mesquita emaildomesquita@gmail.com

São Paulo

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A PROPOSTA QUE SE DESTACA

Dentre as propostas do Planalto que constam da mensagem da presidente Dilma Rousseff para o Congresso, defendendo a realização de plebiscito para reforma do sistema político atual, uma se destaca pela suma importância para que o petismo continue mandando na vida política de nosso país. É a proposta de “definição do sistema eleitoral”. Nessa proposta há uma intenção sorrateira e ardilosa chamada “lista fechada”. Por ela, o eleitor votará só no partido e é ele quem determinará e definirá quais serão os candidatos para comporem o Congresso no pleito eleitoral de 2014.  Não é preciso lembrar que o PT é a legenda mais forte do populacho que constitui a maioria do eleitorado brasileiro. Portanto, só essa proposta (lista fechada) justificaria o plebiscito e facilitaria a compreensão de seus consultados e um cofre público (nosso dinheiro) menos onerado, além de todas as demoradas formalidades do código eleitoral, que também seriam beneficiadas com menos matéria para julgar. O resto – financiamento de campanha, fim das coligações, suplência do Senado, voto secreto no Congresso, tudo –com a vitória da aludida proposta de reforma do sistema eleitoral, seria apenas objeto de projeto de lei, com aprovação certa das duas Casas Legislativas, com o plebiscito votado e aprovado até outubro próximo.

Antonio Brandileone abrandileone@uol.com.br

Assis

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PROBLEMAS JURÍDICOS

As propostas de fim da reeleição e de adoção do parlamentarismo propostas pela bancada do PMDB apresentam problemas jurídicos. Já houve duas votações (1963 e 1993) em que os eleitores votaram contra o parlamentarismo e, portanto, o resultado foi vinculante a favor do presidencialismo. A adoção do instituto da reeleição foi feita por emenda constitucional votada por maioria qualificada (3/5 do total de membros) tanto na Câmara dos Deputados como no Senado Federal. Plebiscitos e referendos dever ser usados na discussão de projetos de lei (infraconstitucionais) e não temas constitucionais.

Luiz Roberto Da Costa Jr. lrcostajr@uol.com.br

Campinas

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CORTINA DE FUMAÇA

Inobstante qualquer plebiscito, o Congresso é soberano para decidir o que quiser. A base acumpliciada fará o que o Executivo mandar. Então para que plebiscito? O governo joga com uma cortina de fumaça para distrair a indignação do povo?

 

Vinicius Ferreira Paulino viniciusfpaulino@hotmail.com

São Paulo

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‘SUIS GENERIS’

Este país é mesmo “sui generis”. Não é que o picareta-mor Renan Calheiros vai conduzir no Senado a discussão da agenda que tem por base combater a picaretagem dos políticos brasileiros? No entanto, deixa de entrar na pauta das sugestões da Presidência o item nevrálgico, que é o voto obrigatório. Não há a menor dúvida de que o voto obrigatório (tema já levantado em artigo por Dora Kramer), não traz a legitimidade ao escrutínio, como seria o caso do voto facultativo. Sabemos ainda que no Egito o povo está nas ruas pedindo segurança e austeridade na economia, que refletem mais ou menos os anseios reivindicados nas manifestações feitas aqui e – não necessária e prioritariamente – considerando reforma política, via plebiscito ou referendo, sem definição clara.

 

Ulysses Fernandes Nunes Junior ulyssesfn@terra.com.br

São Paulo

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DILMA ANTONIETA

Os sobrinhos da titia Dilma Antonieta reivindicaram algumas coisas e ela está atendendo com outras coisas bem diversas. Ou seja, a titia, dessa vez não optou pelas armas: optou pelo diversionismo, pelo oportunismo, pelo sofisma. Basta ver as tais propostas de Dilma. A revolucionária de antes é hoje a reacionária. Aliás, não há nenhuma necessidade de referendo nem de plebiscito nem, muito menos, de “Constituinte”! Tudo que está atrapalhando a “governabilidade” de Dilma e insatisfazendo a população pode ser consertado com leis e um pouquinho de capacidade, competência e caráter!

Ney José Pereira neyjosepereira@yahoo.com.br

São Paulo

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O QUE O POVO REALMENTE É?

O ministro da Justiça declarou que o povo pediu para cancelar a PEC 37, porém não sabia o que era isso – ou seja, o povo é burro. Agora que a guerrilheira enviou um monte de besteira para o Congresso debulhar, ele correu para levar e falar que isso é muito importante para o País (agora o povo já não é mais burro).

Delcio da Silva delcio796@trra.com.br

São Paulo

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CIRCO SEM PÃO?

Esse espetáculo circense que foi montado pelo Palácio do Planalto com todos os 39 ministros reunidos, no sentido de nos fazer acreditar que estão todos empenhadíssimos em resolver os gravíssimo problemas levantados pela população em fúria,  pode parar.  Cá entre nós, foi simplesmente patético, só para dizer o mínimo. Alguém viu sair algum resultado nessa reunião?

José Marques seuqram.esoj@uol.com.br

São Paulo

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UMA QUESTÃO DE IMAGEM

Já pensou se o Mercadante ou o Lobão estivessem cuidando da imagem da presidente? Seria um desastre! Ainda bem que eles cuidam de coisas menos importantes, como a educação e a energia. A imagem pessoal da presidente Dilma é muito bem cuidada por renomados profissionais da área. Quem sabe um dia o Brasil terá um renomado profissional da área chefiando cada um dos ministérios do governo.

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br  

São Paulo

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OS NEURÔNIOS

A movimentação denominada Movimento Passe Livre (MPL), em meu entender, não foca um ponto definido em seus protestos. Cada grupo defende um ponto de vista e ainda não identifiquei quem o lidera. Mas uma coisa é certa: o movimento conseguiu aturdir os neurônios da presidente Dilma, a ponto de levá-la a propor um plebiscito inconstitucional. Que desastre! Visualizando as diversas reivindicações e protestos, assisti, pelo programa da Fátima Bernardes, a um cidadão mostrando a filha na cadeira de rodas, criticando a saúde, o que é correto, mas apontando a Ronaldo (o fenômeno) a culpa pela realização da Copa em detrimento de nossas necessidades básicas nessa área. Errou, pois o principal responsável pelos elevadíssimos gastos com os estádios é o senhor Luiz Inácio Lula da Silva, pela ansiedade de se tornar mais realista que o rei.  O povo deve atentar aos prejuízos que Lula e seus asseclas poderão causar ao Brasil. Vem aí o Foro de São Paulo, que deve ser acompanhado por todos nós, porque nesse expediente Lula e seus companheiros mostrarão as garras e seus verdadeiros ideais. Quanto ao desejo da presidente de importar médicos para preencher o déficit desses profissionais da Saúde: tudo bem, desde que não sejam  cubanos, os quais não virão exercer medicina, e sim semear o socialismo  marxista em nosso país e trabalhar pela reeleição da presidente.

Vicente Muniz Barreto dabmunizbarreto@hotmail.com

Cruzeiro

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EUREKA!

 

Os assaltantes em São Paulo se disfarçam de funcionários dos Correios, da Eletropaulo, da Comgás e algumas empresas de comunicação. Nunca foi noticiado que o assaltante estava disfarçado de pesquisador de algum instituto de pesquisa. Os assaltantes são espertos, ninguém acreditaria se um pesquisador batesse em sua porta, pois eles não existem. É mais fácil entrar em uma casa disfarçado de extraterrestre. A descida de Dilma é apenas para tomar impulso e chegar aos 90% de aprovação. Esperem e verão.

 

Luiz Ress Erdei gzero@zipmal.com.br

Osasco

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POSTES DEFEITUOSOS

Analisando os últimos acontecimentos políticos e a atuação da presidente Dilma e do prefeito Haddad, conclui-se que Lula “vendeu” postes de concreto e entregou postes de madeira bichada, só com caruncho e cupim.  Está difícil mantê-los em pé

Claudio Juchem cjuchem@gmail.com  

São Paulo

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CEGO EM TIROTEIIO

O PT sempre foi ótimo em criticar a oposição. Agora está mais perdido que cego em tiroteio, com todo respeito aos deficientes que merecem toda a minha estima e consideração. Quero mais é que se explodam. E, por favor, não podemos nunca esquecer os mensaleiros, prisão já, ou vamos para a porta do Supremo.

 

Antonio Jose G.Marques a.jose@uol.com.br  

São Paulo

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ZOMBARIA E CINISMO

Desfaçatez e hipocrisia, para dizer o mínimo, caracterizam a atitude do presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves, ao usar um avião da Força Aérea para assistir ao jogo no Maracanã. Não importa se as leis, feitas inclusive por ele, permitem esses privilégios vergonhosos, que seja “legal”, apesar de imoral e amoral, pois representa um tapa na cara de todos nós. O pior é que nem coragem para assumir sua atitude – como faz frequentemente José Sarney, que usa e abusa desses “direitos” – ele tem. De versão em versão, de desculpa em desculpa, só se constata mesmo a atitude indecorosa por ele tomada. Agora que o povo resolveu mostrar sua cara, não mais se deixou seduzir pela vitória da seleção brasileira, que mostrou sua emoção ao cantar o hino nacional, temos que conviver com mais esta zombaria e cinismo.

Luiz Nusbaum lnusbaum@uol.com.br

São Paulo

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MAU EXEMPLO

Um mau exemplo o do político tupiniquim, Henrique Alves, do PMDB, um verdadeiro escárnio ao sofrido povo do Brasil que é vítima nos hospitais, na educação, com as secas e inundações e para ir e voltar do trabalho diariamente, por causa da falta de dinheiro público para melhorar suas condições. Um político brasileiro em um importante cargo (bem remunerado) na República, por força de sua posição, usa um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) para, com toda a família, assistir à final da Copa das Confederações. Tão desprezível político patrício deve ter tido os ingressos pagos pelo Congresso, com toda a certeza, já que é costume onerar o erário, se ninguém reclamar. A “lei de tirar vantagens”.  É uma atitude que permeia os políticos brasileiros, mostrando a baixeza de seu caráter em geral e a pequenez de sua postura nos cargos públicos. Se não o País, pelo menos nossos políticos são realmente de terceiro mundo, se compararmos com o primeiro ministro da Inglaterra, que vai ao trabalho de metrô.  Se ninguém o pegasse, Alves não teria prometido reembolsar a FAB. Mas foi pego, só prometendo reembolsar por denúncia da Folha, alguns dias depois.

Fabio Figueiredo fafig3@terra.com.br  

São Paulo

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ALCKMIN E O CORTE DE GASTOS

O governador Alckmin pretende cortar R$ 350 milhões de despesas até o final de 2014. Para tanto vendeu helicóptero, 1.500 carros, extinguiu uma secretaria e fundiu três fundações em uma, além de cortar gastos com luz, água, combustível e telefone. Com essas medidas, irá manter todos os investimentos do Estado. Já o prefeito Haddad, o maior pedinte que passou pelo posto, não anunciou nenhum corte nas despesas. Apenas ameaçou com a diminuição de investimentos. Esperava-se muito mais de quem se elegeu prometendo o novo. Um sinal muito ruim para todos nós, paulistanos. Esses próximos três anos e meio irão parecer uma década, pelo mau desempenho demonstrado até aqui.

Maurício Rodrigues de Souza mauriciorodsouza@globo.com

São Paulo

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OS FRUTOS DOS MOVIMENTOS

As manifestações do MPL já começaram a dar frutos: até os nossos congressistas saíram da ociosidade. Surpreendentemente já nos aliviaram do “fantasma” da PEC-37, estenderam a sessão de 25/06 até a madrugada e em 26/06 permaneceram no Senado durante o horário do jogo (Brasil x Uruguai) para votar a “urgência” que tornou a corrupção crime hediondo, bem como a destinação dos royalties do petróleo para a educação e a saúde. É assustador! Parabéns, jovens do MPL, agora já sabemos que os nossos parlamentares só se mexem sob pressão... É o que ocorre com todos os eleitos a cargos públicos. Sem generalizarmos, salvam-se poucos, alguém duvida?

 

Maria teresa Amaral mteresa0409@2me.com.br

São Paulo

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NOTADO E ANOTADO

Tenho notado (e anotado) que o foco das manifestações está sendo desviado. Não precisamos de mais leis, mas cumprir as existentes.  O principal grito é contra a corrupção.  Não tenho visto a mídia dar espaço às manifestações contra o Poder Judiciário, embora muito se veja nas ruas... Mais Justiça! Os crimes de corrupção estão prescrevendo, enquanto juízes e promotores estão de férias. Eles têm 60 dias de férias por ano (mais licenças e feriados prolongados decretados). Para ser justo, tem que haver igualdade! Devem cumprir prazos e horários de expediente. Por que gozam 60 dias de férias ao ano enquanto temos apenas 30? Privilégio tupiniquim. Políticos devem perder o foro privilegiado e ser julgados por juízes de primeira instância, como todos nós. Se os juízes abrirem mão da metade dos sessenta dias de férias, terão tempo para julgar deputados, senadores...  É hora de colocar na pauta o Projeto de Lei do Senado nº 347 de 2007 (em trâmite há mais de cinco anos) de autoria do senador Eduardo Suplicy. Ele reduz os 60 dias de férias, antigo privilégio do Poder Judiciário. Enquanto juízes, desembargadores e promotores estão de férias, os crimes de corrupção estão prescrevendo.  É hora de a imprensa se manifestar a respeito do privilégio desigual e inexplicável no Brasil para um Poder que deveria ser justo.

Róberson Azambuja roberson.adv@bol.com.br

São Paulo

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EM APRECIAÇÃO DE JOAQUIM BARBOSA

Parabéns, ministro Joaquim Barbosa. Aquele lado do povo brasileiro que ainda crê na Justiça deve estar, como eu, fazendo a óbvia comparação de seu ilustre nome com o do outro Barbosa, o baiano Ruy Barbosa, pela sua incrível erudição, competência, impoluto valor moral e principalmente pela destemida coragem com que ambos enfrentaram situações de alto perigo e imensa importância para os destinos do Brasil. Como é bom contarmos com a sua figura ímpar de verdadeiro patriota e representante da nossa Justiça!

 

Maria Alice Penna de Azevedo

São Paulo

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BLOQUEIO DE RODOVIAS

Os caminhoneiros não têm culpa de nada. Quem mandou o governo optar pela fabricação, em território nacional, de caminhões suecos e alemães? Agora aguente as exigências por melhores condições de tráfego, pelo menos iguais às dos países de primeiro mundo.

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

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X DA QUESTÃO

 

Na Ibovespa, no pregão de 02/07, as três maiores baixas foram: OGX (- 19,64%), MMX (- 18,04%) e LLX (- 11,23%). O BNDES não tem dinheiro para o governo de São Paulo dar continuidade às obras do metrô, mas será que tem mais dinheiro para enterrar nas empresas do grupo X, de Eike Batista, amigo de Lula?

 

Maria Carmen Del Bel Tunes carmen_tunes@yahoo.com.br

Americana

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‘OLÉ’?

Aquela troca de passes da seleção brasileira, contra a Espanha, não foi “olé”, como gritava a torcida. Olé era o que o time do Botafogo dava, nos idos de 1960. Era “olé” objetivo, em direção à trave adversária e geralmente resultando em gol. Troca de passes para o lado ou para trás no meio de campo nunca foi “olé”. Se fizessem isso naquela época, recebiam vaia. E, se querem que seja, têm de aprender a fazer, pois numa dessas trocas um deles perdeu a bola. Aquilo não é “olé” nem aqui nem na China.

Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

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EVO MORALES NÃO CONSEGUE POUSAR

Uma aldeia de coca qualquer, uma nação feita tribo: assim foi tratado o povo boliviano, na pessoa de seu presidente, Evo Morales, pela Áustria, ao reter o avião presidencial, e pelos demais países que se negaram a conceder pouso à aeronave. Tratado como um meliante qualquer, sim, como disse o presidente à comunidade internacional. A CIA treina, qualifica, dá os equipamentos, sofistica e, quando traída de modo pedestre, envergonhada de sua inépcia, conta com o governo americano para resgatar sua suposta dignidade, lançada no lodaçal das margens do rio das relações internacionais.

 

Amadeu R. Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

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TEMPOS DIFÍCEIS

Tenho 79 anos de idade e nunca vi um período tão ruim como o que estamos vivendo agora: assassinato, roubo, estupro e vários outros crimes, todo dia. Acho que tudo isso está acontecendo por falta de leis que punam mais severamente esses marginais. Para isso, teríamos que ter um governo mais ativo, pois o maior exemplo para esses criminosos são nossos políticos, na maioria corruptos.

Agostinho Locci julinho1952@hotmail.com  

São Paulo

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