Fórum dos Leitores

GOVERNO DILMA

O Estado de S.Paulo

31 Julho 2013 | 02h14

Conta de luz

Quer dizer, então, que o "Tesouro Nacional" vai bancar os R$ 6,7 bilhões do desconto na conta de luz que o governo bonzinho deu aos consumidores? Se isso não se chama engodo, o que seria, se no frigir dos ovos quem paga a conta somos nós mesmos, o povo? Tira do bolso dos consumidores, mas joga a dívida em cima de todos os contribuintes?! Depois dessa, a aprovação à presidente Dillma Rousseff deve cair ainda mais... Quando será que esse um terço da população brasileira deixará de ser engambelado? Não tem mais volta. Ou acorda, ou acorda!

BEATRIZ CAMPOS

beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

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Humildade

Dona Dilma devia ter humildade e voltar à televisão para informar à população que o desconto nas contas de energia, anunciado às vésperas do 7 de Setembro passado, não deu certo.

VICTOR GERMANO PEREIRA

victorgermano@uol.com.br

São Paulo

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Setor elétrico

E como o governo federal vai pagar a conta de R$ 9,1 bilhões que está devendo às empresas do setor elétrico? Muito fácil. Com certeza recorrerá aos dividendos antecipados do BNDES relativos ao ano de 2014, porque os dividendos de 2013 já foram utilizados em outras maracutaias.

MARCOS ANTÔNIO SCUCCUGLIA

sasocram@ig.com.br

Santo André

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Preparem o bolso!

Vem aí a conta para o povo pagar! As benesses de dona Dilma, como Minha Casa, Minha Vida, redução da conta de luz, juros subsidiados do BNDES, estão estourando feito milho de pipoca.

MILTON BULACH

mbulach@gmail.com

Campinas

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Trapalhadas bilionárias

Esse desgoverno parece ser especialista em jogar no ralo o dinheiro do contribuinte. O caso Petrobrás-Pasadena é emblemático, por constituir uma operação desastrosa para a estatal e seus acionistas. Tivesse sido feita no governo FHC, o PT estaria pedindo seu impeachment... Obras anunciadas pomposamente ainda sob Lulla, além de não terem sido entregues por falhas nos projetos executivos, tiveram os custos multiplicados. A Refinaria Abreu e Lima (PE) é, talvez, o mais claro exemplo de indigência administrativa e desperdício de dinheiro público. Também assim as obras de transposição do Rio São Francisco, cujos custos tiveram alta expressiva, mas até agora nem uma gota d'água se viu no Semiárido nordestino. E o que dizer da montanha de dinheiro investida em estádios para a Copa, prioridade zero num país onde faltam educação, saúde, saneamento...? Agora, nova conta é pendurada, sem nenhuma cerimônia, no lombo do contribuinte, que terá de arcar com mais custos das indenizações a empresas do setor elétrico. Tijolada de R$ 6,7 bilhões "ao menos", segundo reportagem do Estado. Depois ainda se surpreendem com as ruas gritando "chega!" e índices de popularidade dos políticos despencando. Queriam o quê? Aplausos?!

SILVIO NATAL

silvionatal49@yahoo.com.br

São Paulo

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Perdas irreparáveis

É ponto pacífico que o atual governo brasileiro se assemelha a uma nau sem rumo. Não existe no governo uma estratégia sólida de planejamento de longo prazo na área econômica. As decisões pontuais estão levando o País ladeira abaixo. Deparamos ontem com a alarmante notícia de que as empresas brasileiras com ações em bolsa perderam este ano nada menos que R$ 249 bilhões (valor de mercado). Os males que entravam o desempenho das nossas empresas são os velhos conhecidos: carga tributária escorchante, juros altos e inflação crescente, obstáculos conhecidos que causam a consequente perda de competitividade. Não há como exigir desempenho satisfatório do empresariado nacional nessas condições. Paga-se um preço altíssimo pela incompetência desse governo, cuja presidente se utiliza muito da palavra fácil, sem dizer absolutamente nada de importante para o País.

FRANCISCO ZARDETTO

fzardetto@uol.com.br

São Paulo

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Sinceridade

Digna de elogio a frase de Dilma "Lula não vai voltar porque ele não saiu". Nunca vi honestidade tão veemente para confessar em público que ela nunca governou.

M. EULALIA MEIRELLES BUZAGLO

membuzaglo@bol.com.br

São Paulo

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'Indissociáveis'

Se Lula nunca se foi, Dilma nem precisava ter vindo. Para quê?

MUSTAFA BARUKI

mustafa-baruki@bol.com.br

São Paulo

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Pato manco

Depois de haver confessado ser apenas um "drone" pilotado desde o ABC por uma versão tropical do Rasputin, a presidenta Dilma tornou-se um lame duck antes da hora...

CAIO AUGUSTO BASTOS LUCCHESI

cblucchesi@yahoo.com.br

São Paulo

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Fora!

Dona Dilma, faça um grande favor à Nação: leve seu idealizador para a Cochinchina. E sem volta!

WASHINGTON DE SOUZA MORELLI

sandra_scatigno@hotmail.com

São Paulo

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IDH

PEC da Bengala

A imprensa noticia que o IDH do País aumentou cerca de 14% e o cidadão brasileiro, apesar dos pesares, está conseguindo viver mais oito anos. Não seria oportuno, diante dessa boa notícia, que fosse votada a PEC da Bengala, aumentando a idade-limite de aposentadoria compulsória para 75 anos? A lei da "expulsória" para servidores públicos é sinistra e antiquada, pois pune os que, mesmo tendo atingido a idade de 70 anos, estão mental e fisicamente aptos para continuarem a exercer seu trabalho e escapar da "esmola" que vão receber de aposentadoria. Em tempo: sou um desses servidores, médico e encostado (e o Brasil precisando de médicos!).

VALTER A. BENEDICTO COSTA

valbecoss@ig.com.br

São Paulo

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MENSALÃO

Mês do cachorro louco

Agosto nos presenteia com a retomada do julgamento do mensalão. Que o Supremo Tribunal aja com seriedade, serenidade e os olhos e ouvidos atentos ao que a população deseja, convicta, para os meliantes. Cuidado, pois, para as temidas manifestações nas ruas não serem consideradas "pontos fora da curva".

FLAVIO MARCUS JULIANO

opegapulhas@terra.com.br

Santos

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ESTRANHAS MANIFESTAÇÕES

Manifestações contra Sérgio Cabral, manifestações contra Geraldo Alckmin, manifestações por 20 centavos. Marchar contra pessoas tem a pobreza de 20 centavos. Algo me diz que tudo transcorre entre  o imediatismo do “meu pirão primeiro” e a campanha de 2014, tocada por braços "apartidários"... de partidos.  Tem algo errado em tudo isso. A impressa ignora as manifestações pacíficas que abordam questões fundamentais, enquanto dá destaque ao vandalismo desprovido de conteúdo. Vandalismo amparado pelo politicamente correto que imobilizou a força policial. Em nossos dias, violência foi promovida a forma de arte. Esconder o rosto é motivo de orgulho. Desconfio de agendas tão irrelevantes enquanto o País segue rumo ao caos da improdutividade bolivariana.

Antonio Cavalcanti da Matta Ribeiro antoniodamatta@ig.com.br

São José dos Campos

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CADEIA NELES!

Com o dólar e a inflação explodindo, mal virou as costas o papa, que “avexou” toda a classe dirigente nada humilde da hora, caem os petistas “matando a pau”  as terras paulistanas, feito vandalismo em direção a explodir a capital paulista, de olho no golpe de tomar o Estado mais rico do País. As palavras de amor e solidariedade de Francisco parecem ter ficado nas areias cariocas, do mais rejeitado no País, e logo, muito logo, as hostes petistas de plantão arruaceiro, posto que pagas, porque não precisam cumprir horário de trabalho, atacam o patrimônio público, enquanto as policias brasileiras permanecem na atitude supostamente “politicamente correta”, para beneficio de quem, não se sabe. A verdade é que bandido tem de ir para a cadeia e quem depreda não é manifestante, é bandido, ou, pior, é “pau-mandado” de bandido maior ainda. Cadeia para uns e outros, já !  

Ronaldo Parisi rparisi@uol.com.br

São Paulo

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VANDALISMO

Concordo com as observações dos leitores srs. Roberto Julião e Getúlio Dias no Fórum de segunda-feira no “Estadão” impresso. Nunca acreditei na opinião geral de que as “manifestações são pacíficas e deturpadas por minoria de vândalos”. Os MPLs da vida (PSOL, PCO e todas as linhas auxiliares do PT) desde sempre usaram os skinheads e outros grupos equivalentes como linha de frente das “manifestações pacíficas”. Estão lá para romper os “acordos” feitos com a Polícia Militar. São eles que, empurrados pelos “pacíficos manifestantes”, pressionam as barreiras policiais com o “vamos para a Paulista”. Vamos acabar com essa palhaçada ou vai dar o que o Tutty Vasques escreveu: “A minoria de vândalos vai começar a exigir seus direitos”.

 

Milton Akira Kiyotani miltonak@gmail.com

São Paulo

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INFILTRAÇÕES BADERNEIRAS

Esses indivíduos que parecem que são invencíveis quando começam a depredação parecem ser os mesmos que, quando chegou a cubana Yoani Sanchez ao Brasil, a destrataram. É um bando de baderneiros comandados pela Embaixada da Venezuela no Brasil, e são aqueles que por R$ 10 fazem qualquer coisa, pois não têm compromisso com ninguém. Basta um troquinho para as drogas. Acredito que a inteligência da polícia deveria estar atenta, pois eles não passam de lixo. É bem fácil achá-los.

 

Maria José da Fonseca fonsecamj@ig.com.br

São Paulo

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POLICIAMENTO BIPOLAR

As Polícias Militares tanto do Rio de Janeiro como de São Paulo precisam urgente de psiquiatra, dado que elas apresentam sintomas claros de bipolaridade. Uma hora agem com a mais absoluta truculência; em outra, diante das maiores agressões ao patrimônio público, mostram-se passivas, acuadas como se fossem cúmplices de tudo o que estão vendo. Assim foi em São Paulo quando um grupo de manifestantes resolveu ser solidário à saída do governador do Rio. O que, por si só, é um absurdo se tornou ainda pior quando um bando de mascarados fascistas  entrou na dança e quebrou o que via pela frente. Tudo diante da polícia, inoperante e incapaz de pôr fim ao espetáculo dantesco proporcionado pelos marginais – ou não são marginais? Ampliando o foco, perguntamos: quando as nossas autoridades vão assumir a responsabilidade que têm e impedir que a imensa maioria da população fique refém dos caprichos de baderneiros que não têm nada para fazer?

Maria Luiza Feitosa de Souza souzamlu@uol.com.br

São Paulo

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DEPREDAÇÕES

Alguém me pode me orientar? No caso de meu patrimônio (construído a duras penas) ser atacado por esse monte de vagabundos e eu passar fogo (ou seja, atirar), sou eu que sou processado ou processo os “maricas” que se dizem representantes do povo ?

 

Jose Roberto Palma palmapai@ig.com.br

São Paulo

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POLICIAMENTO OSTENSIVO

Certamente o mês de agosto marcará o reinício das manifestações populares e esperamos que o governador Geraldo Alckmin garanta um policiamento mais ostensivo, protegendo o cidadão de bem e impedindo a ação dos baderneiros.

 

José Millei j.millei@hotmail.com

São Paulo

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NOVOS GRITOS

 

Declara a presidenta Dilma que não vai cortar nenhum ministério nem realizar outros cortes políticos, pedindo auxílio a Lula com respeito ao entrevero entre PT e PMDB. Em resumo, a presidenta não quer fazer cortes de despesas como forma de combate à inflação e de atendimento aos reclamos da população nas ruas. Quer mesmo a máquina inchada, inoperante e deixando tanto a desejar. Além de tudo, proporciona prova cabal de fraqueza quando pede auxílio a Lula. Assim, aos poucos vai mostrando a face da verdadeira dona Dilma, que, aliás, não é tão valente e inteligente quanto se pensava. Será que não foi por isso que Lula a colocou lá, como poste conveniente?

José Carlos de Carvalho Carneiro carneirojc@ig.com.br

Rio Claro

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A VOZ DAS RUAS

A voz das ruas não pede reformas políticas. Pede políticos no reformatório (prisão).

 

Vinicius Ferreira Paulino viniciusfpaulino@hotmail.com

São Paulo

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ATIVISMO DE SOFÁ

Que tal ampliar os protestos contra esse corrupto governo do PT? Sugiro que ninguém vá aos estádios (que custaram fortunas, incluindo os “por fora”) assistir aos jogos da Copa nem à Olimpíada, vejam pela TV. Muito mais confortável, seguro e barato. Peço que todos ampliem essa ideia fazendo uma campanha na web.

Mário A. Dente dente28@gmail.com

São Paulo

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MENSALÃO

Só se espera que o STF não frustre a expectativa da população quanto à punição dos mensaleiros.

 

Francisco Zardetto fzardetto@uol.com.br

São Paulo

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O DESFECHO

Todos sabemos que nenhum dos condenados no processo do mensalão vai realmente para a cadeia. Assim sendo, devemos ganhar tempo e liberar o STF, a imprensa e os cidadãos dessa pendência, possibilitando que se dediquem a outros afazeres mais objetivos, liberando já os acusados. No caso do STF, que se dedique, com chances de sucesso, a julgamentos que não envolvam interesses do PT. Caiamos nos braços da realidade.

 

Nelson Carvalho nscarv@gmail.com

São Paulo

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STF

Os grandes males deste país são a leniência com os criminosos e o  "bom-mocismo", como o do novo ministro, Luís Barroso. Ser cordial e simpático, ser apreciado pelo vulgo e eventualmente ser votado para alguma sinecura é a suprema ventura dessas personalidades tão "folclóricas" e tão presentes no cenário nacional. Que Deus nos livre dessas “boas almas"

Mário Rubens Costa costamar31@terra.com.br

Campinas

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FRAUDE NO TRANSPORTE

As gigantes multinacionais Siemens, Alston e o PSDB são farinha do mesmo saco. Em nada diferem de empresas e partidos políticos “malhados” à exaustão por todos os meios de comunicação, enquanto os acima citados (empresas e partido político) são blindados também à exaustão pela mídia. Como se diz por aqui, “o macaco enrola o rabo e senta em cima”.

José Piacsek Neto bubanetopiacsek@gmail.com

Avanhandava

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DILMA, SEGURA

Dilma Rousseff gasta o dobro do que o Lula com “segurança institucional”. Para ela, o vice-presidente e seus respectivos familiares e outras autoridades, o valor foi de R$ 67,1 milhões em apenas dois anos e meio de governo. Enquanto isso, a população em geral implora e suplica por um mínimo de segurança.

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

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CONFIRMANDO O ÓBVIO

Nesta altura do campeonato, significativa parcela da população já não tem mais nenhuma sombra de dúvida de que o ex-presidente Lula jamais deixou o governo. E para confirmar a presidenta Dilma declara em alto e bom som que “Lula não vai voltar porque nunca saiu”.  Está dirimida qualquer dúvida!

 

José Marques seuqram.esoj@bol.com.br

São Paulo

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LULA E O ROBÔ

Com a confissão de Dilma de que Lula nunca saiu do governo está caracterizado um tremendo golpe contra a sociedade brasileira. Lança-se a candidatura de um robô e continua o ex a exercer às escondidas o cargo de presidente da Republica. Isso é nojento, vergonhoso e absurdo. Cabe agora ao Ministério Público entrar com uma ação de impedimento por improbidade eleitoral.

Antonio Ranauro Soares antonioranauro@bol.com.br

Sete Lagoas (MG)

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A CRIATURA

O Lula cometeu uma gafe ao declarar que a presidente Criatura é “uma extensão da gente lá”, porque, no linguajar popular, esse “da gente” pode valer tanto no plural como no singular. Na frase do Lula, vale o segundo significado, e admitiu que a presidente é apenas sua extensão.

Laércio Zanini arsene@uol.com.br

Garça

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HERANÇA SEM ORIGEM

Sabendo que a confissão é a rainha das provas, após as últimas revelações da presidente Dilma, assumindo ser um fantoche, um títere, uma marionete, em suma, um avatar daquele conhecido “eretor” de postes do ABC, imaginando-se, portanto, merecedora de galardões, esqueceu-se de estar assim se tornando “receptadora” de uma herança sem origem...

Caio Augusto Bastos Lucchesi cblucchesi@yahoo.com.br

São Paulo

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PRESIDÊNCIA DUPLA

Dilma reconheceu que há dois presidentes. Resta saber que nome dar ao governo. “Lulilma”? Prefiro “Dilmula”!

Gilberto Dib www.dib.com.br

São Paulo

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‘MALULAÍMA’

“Malulaíma”, o mau espírito de carne, osso e bigode, é o guia-presidente de fato do País. A entidade que não desencarna segue dirigindo os rumos do terreiro-Brasil, baixando no corpo de sua babalorixá-mãe-de-santo Dilma. Que os santos nos protejam! Saravá!

 

J. S. Decol decoljs@globo.com

São Paulo

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INDISSOCIÁVEIS

Dilma disse que ela e Lula são indissociáveis. Talvez ela não conheça a fábula do escorpião e do sapo. Vamos aguardar para ver o que acontecerá em futuro próximo.

Marcos Antônio Scuccuglia sasocram@ig.com.br

Santo André

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CROCODILOS FAMINTOS

Após os oito anos do desgoverno de Lula, caracterizados pelo oceano de corrupção alimentado pelos rios do mensalão; pela marolinha que acabou virando um vagalhão ameaçador, pondo em risco a estabilidade econômica do País; pelos assistencialismos demagógicos que estimulam o crescimento do tumor eleitoral, cujo único objetivo é a permanência vitalícia no poder; pelo constrangimento internacional imposto ao País quando abrigou um terrorista assassino, amigo da turma; pela política externa suicida; pela deterioração da segurança pública, que transformou o ir e vir do cidadão num ato de heroísmo; pela educação pessimamente ranqueada, dificultando a promoção intelectual das crianças e dos jovens; pela infraestrutura raquítica, que tira a competitividade da produção; pelo indigno transporte público de massa, responsável por consumir considerável parte do dia dos trabalhadores; pelas emergências hospitalares transformadas em antecâmaras de horror, sem falar nos meses de espera por um procedimento médico, algo que não ocorre no SUS dos poderosos, o Sírio-Libanês; após, enfim, oito anos de tudo isso, vimos o nosso ex conseguir erguer um poste para lhe suceder, consequência da inépcia de uma oposição pífia, da miopia e da falta de educação do eleitor brasileiro. Mas o pior é assistir à continuadora desse circo de horrores – que poderia, se fosse dotada de um mínimo de liderança e bom-senso, aliviar o tenso panorama – vir a público e, para espanto da sociedade, declarar que seu governo está indissoluvelmente ligado ao antigo protagonista e, pior, que, na realidade, ele nunca saiu da direção, ficando, portanto, sem sentido a sugestão de sua volta. A sociedade está realmente nadando sem destino numa piscina repleta de crocodilos famintos, sem um guardião com boia salva-vidas que a socorra. Só resta recorrer a Deus.

 

Paulo Roberto Gotaç prgotac@hotmail.com

Rio de Janeiro

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BAIXO IMPACTO?

O título de reportagem publicada no Estadão de domingo diz que a "multiplicação de pastas tem impacto baixo nos gastos de custeio da União". Ok, então vamos deixar como está e não falar mais nada sobre o assunto, e se for necessário para garantir a reeleição de Dilma, vamos apoiar o aumento de pastas. Afinal, o impacto é baixo e a sua redução em nada iria garantir uma economia dos gastos públicos, tão necessária para atingir a meta fiscal e manter a inflação sob controle.

 

Maria Carmen Del Bel Tunes carmen_tunes@yahoo.com.br

Americana

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NOMEAÇÕES MIL

Conforme dados recentes do IBGE, os 5.566 prefeitos brasileiros fizeram 508 mil nomeações políticas, que dariam para lotar oito grandes estádios da Copa de 2014, e ainda pedem ao governo federal aumento de 2% no Fundo de Participação dos Municípios, que hoje é de 23,5%. Nesse cenário de cabide de empregos, como o PSDB poderá fazer oposição para valer, se ocupa o segundo lugar logo após o PMDB, que é considerado o campeão nacional em empregar cabos eleitorais? Haja dinheiro dos contribuintes brasileiros!

Edgard Gobbi edgardgobbi@gmail.com     

Campinas

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ALÍVIO EM ALTA, POPULARIDADE EM QUEDA

Enquanto a mídia dá espaço para as manifestações grosseiras e irresponsáveis do ex-presidente Lula, o povo não vê a hora de ele se calar. Além dos péssimos conselhos à sua afilhada, já desgastada pela opinião pública, continua alfinetando o estadista Fernando Henrique Cardoso, que deixou uma herança bendita, a qual está sendo destruída nestes dez anos de desgoverno petista. Essa administração incompetente, omitida nos pronunciamentos de Lula, é responsável pelo mensalão, pela corrupção incontrolável, pela impunidade, pelas mentiras, pela elevação da dívida para R$ 3 trilhões, pelo péssimo desempenho em educação, saúde, segurança, por estradas, portos e aeroportos sucateados. Para alívio, o índice de popularidade desse desgoverno vem caindo rapidamente.

José Wilson de Lima Costa jwlcosta@bol.com.br

São Paulo

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BRASIL ACORDANDO

As últimas pesquisas eleitorais deram demonstração que a sociedade brasileira começou a acordar. Esperamos que até outubro de 2014 tenha acordado de vez...

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)

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CARGO SIMBÓLICO

O presidente da Comissão de Ética pública da Presidência da República, Américo Lacombe, disse, ao justificar o arquivamento do caso da dupla função exercida pelo vice-governador, Guilherme Afif Domingos, atual ministro da Micro e Pequena Empresa, que “vice não tem função, a função que ele tem é delegada pelo titular do cargo”. E completou: o problema é todo de Estado de São Paulo. Governador Geraldo Alckmin, já que o problema é todo nosso, do maior colégio eleitoral do Brasil, use suas atribuições legais e exonere de vez esse senhor, que desrespeitou milhares de eleitores paulistas, pois a Comissão de Ética avaliou que vice “não vale nada mesmo”. “Político desse naipe é melhor perder do que achar”.    

Sérgio Dafré sergio_dafre@hotmail.com

Jundiaí

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ECONOMIA

O governo trapalhão de Dilma, que toma decisões inconsequentes, é surpreendido com despesas bilionárias não previstas, tudo em razão do anacrônico populismo presente e do sonho petista de se perpetuar no poder!  E a nova conta dolorosa para o bolso do contribuinte brasileiro é com relação à redução do preço de energia elétrica, já em vigor desde o início deste ano para residências e empresas. Mas com a mesma mão que se dá um desconto ao consumidor se apresenta também uma conta de pouco mais de R$ 20 bilhões como indenização a empresas concessionárias, que na canetada irresponsável do Planalto vivenciaram uma literal quebra de contrato. E ainda num setor dos mais estratégicos para nossa economia, que há muito carece de investimentos... O governo esgotou até aqui reservas de fundos setoriais e com o caixa vazio vai transferir para o contribuinte mais R$ 6,7 bilhões. O mais triste é que o povo não pediu como uma das suas principais prioridades a redução no preço de energia elétrica. A sociedade, principalmente a parte mais carente, clama por melhor atendimento à saúde, que é caótica, e obras de mobilidade urbana. Clara constatação de que o PT e Dilma não ouvem as ruas... Se tivessem aplicado esses R$ 20 bilhões na saúde, o quadro angustiante do setor hoje poderia ser amenizado!

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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COMUNISMO DISFARÇADO

A Câmara aprovou e a presidente Dilma vetou o fim da cobrança do adicional de 10% sobre o FGTS nos casos de demissão sem justa causa. Esse adicional era pago pelo empregador e não ia para o empregado demitido. Ficava com o governo. Agora corre o risco de ver esse veto ser derrubado. Mas qual é a razão do veto? Esse adicional foi instituído para recompor as perdas do fundo com os Planos Collor I e II, recompostas no ano passado. Logo, não há mais razão de ser cobrado. Num país decente, nem seria cobrado. Pois qual é a culpa dos empresários pelo fracasso dos Planos Collor? Hoje esse senador recebe afagos do governo. Cinismo. Mas, voltando à razão do veto, a alegação é de que esse porcentual desequilibraria o fundo e também o Minha Casa, Minha Vida. Mas espera aí: essa prática de tirar dos que têm, no caso, os empresários, para dar aos que não têm ou têm pouco eu conheço como comunismo.

Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

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NA CONVERSA

Embora não tenha testado nenhum carro fabricado no Brasil, o início da quarta fase de testes de segurança veicular do Latin NCAP põe a nu uma vergonha latino-americana: são vendidos na região veículos com projetos ultrapassados e níveis de segurança inaceitáveis para o mundo desenvolvido. No Brasil, quem controla isso? Ninguém! E, claro, o lobby leva todos na conversa.

Asdrubal Gobenati asdrubal.gobenati@bol.com.br

Rio de Janeiro

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PRINCÍPIO DE SABEDORIA

Grande parte dos municípios do Estado do Rio de Janeiro, incluindo a capital, durante os últimos anos se beneficiou dos polpudos royalties do petróleo e nem por isso essa dinheirama alavancou o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM).  O Rio, que em 1991 ostentava um portentoso 9.º lugar no ranking, despencou para o 45.º em 2010. Dos 92 municípios do Estado do Rio de Janeiro, apenas 28 têm IDH igual ou superior à média nacional. Os índices de IDHM apresentados pelos municípios fluminenses colocam o Estado fora da elite do IDH. A saúde, a educação e a longevidade deveriam ser alcançadas pelos recursos provenientes dos royalties. Nenhum dos itens citados, pelo que parece, é favorecido, enquanto 63 cidades que estão abaixo da média do País, muitas delas são beneficiadas pela distribuição que tem gerado muita controvérsia. Recursos não faltam para que se atinja um patamar pelo menos desejável. O grande nó, o perceptível gargalo dessa lentidão quase parando é o modelo político que há dez anos foi implantado no País, o da perpetuação do poder acima de qualquer objetivo que esteja embutido no tripé Deus. Pátria e família. Atentem: o temor à voz das ruas é um princípio de sabedoria.

Jair Gomes Coelho bubanetopiacsek@gmail.com

Vassouras (RJ)

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IDHM PAULISTA

Sou de Itararé, sudoeste do Estado de São Paulo, já na fronteira com o Paraná. Na minha infância e até adolescência (anos 50/60), o principal meio de transporte até São Paulo eram os trens que se moviam sobre os trilhos da antiga e saudosa Estrada de Ferro Sorocabana, que depois seguia para o Sul do País pelos trilhos da também antiga Rede Viação Paraná-Santa Catarina. Quando o trem partia da Estação Júlio Prestes (situada ao lado da atual sede da Osesp), éramos logo avisados pelo chefe do trem de que o vagão-restaurante só seguiria até Iperó, entroncamento ferroviário próximo de Sorocaba e  muito longe de Itararé. Diziam os itarareenses que por esse motivo o ramal no qual o trem seguia por longas horas até Itararé era o famigerado “ramal da fome”. Por outro lado, os mais realistas afirmavam, já naquele tempo, que o motivo verdadeiro do “ramal da fome” era o grande subdesenvolvimento de toda a região sudoeste e do vizinho Vale do Ribeira em relação ao restante do Estado de São Paulo.  Em função dessa realidade, devo confessar que certas vezes senti constrangimento em relação à minha região de origem, dentro de um Estado desenvolvido, que já era considerado a locomotiva do Brasil. Deixei Itararé e passei a morar na capital a partir de 1965. Em 1999, já sendo Fepasa, o ramal de Itararé foi desativado e o transporte coletivo entre São Paulo e Itararé, assim como entre a maioria dos municípios do Estado e do País, desde então é feito (infelizmente) exclusivamente por via rodoviária. Dessa forma vou quase todos os anos a Itararé, poucas vezes usando ônibus, quase sempre de automóvel. Constato então, romanticamente, que Itararé descobriu uma veia econômica, no mínimo, alternativa, já que todos os rios, lagos, cavernas, grutas e cachoeiras onde os moleques de rua daquela época (eu entre eles) iam brincar, em Itararé ou nas cidades vizinhas, hoje são considerados locais turísticos. No entanto, meu romantismo econômico para por aí quando vejo estampado no “Estadão” que a região continua sendo a mais subdesenvolvida do Estado, segundo dados estatísticos confiáveis. É o que se constata quando lemos que, embora nenhum IDHM paulista seja ruim, e que até quem tem a pior nota entre os 645 municípios paulistas (Ribeirão Branco) ostenta índice 0,639 (enquanto Alagoas ostenta 0,631), entre os dez municípios na rabeira dos piores índices, nove pertencem ao Vale do Paraíba e sudoeste paulista. O décimo é nosso vizinho do litoral sul do Estado, Barra do Turvo. Em outras palavras, apesar de toda a pujança paulista e dos governos estaduais seguidamente do PMDB e do PSDB, o “ramal da fome” continua a expressão mais adequada para a região a que pertence Itararé, se compararmos com o restante de nosso glorioso Estado paulista.

Ivan Gonçalves dos Anjos ivan.g.anjos@gmail.com

São Paulo

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PALANQUES VIRTUAIS

É muito engraçado ver políticos falando em palanques, horário gratuito e outras coisas que foram importantes para ganhar eleições no século passado. Hoje em dia é possível se comunicar com milhões de pessoas pelas redes sociais, o tempo todo!  A época dos palanques já passou e não volta mais, para desespero dos que não conseguem imaginar a política sem relinchar em cima de um.

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo

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FARMÁCIA POPULAR

O programa Farmácia Popular está naufragando. Há cerca de um mês os usuários de medicamentos para hipertensão, diabetes, cardiopatias, etc., estão a ver navios. O sistema está fora do ar e ninguém sabe quando volta. Pode ser que agora que o papa retornou a Roma os responsáveis por controlá-lo voltem ao trabalho e o ponham de novo em funcionamento, pois a doença não espera, tampouco tem a paciência de quem precisa dos medicamentos. Certamente, o ministro da Saúde não se interessa por essa camada da população.

 

Sebastião Paschoal s_paschoal@hotmail.com

São Paulo

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FUTEBOL X SAÚDE

Coitadinho do senador José Sarney, internado em São Luís, no longínquo Maranhão.  Acho que deveriam deslocar um jatinho da Força Aérea Brasileira e levá-lo urgentemente a Brasília, para ser internado no Estádio Mané Garrincha. Afinal, ninguém precisa de hospitais no Brasil.

Claudio Juchem cjuchem@gmail.com

São Paulo

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HOSPITAIS MARANHENSES

Sarney foi hospitalizado no Maranhão com infecção aguda? Não sabia que hospitais do pior e mais pobre Estado do País já tinham atendimento de primeira, como o Sírio-Libanês, em São Paulo, onde dez entre dez políticos têm sua preferência. Não dou um dia e ele desembarcará em São Paulo... Impossível que apenas poucos anos de governo Roseana Sarney tenham transformado aquele Estado em próspero e rico, se em 50 anos de jugo do clã Sarney o Maranhão continua com o pior IDH do País! Fica aí, Sarney!

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

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MAR DE LAMA

O mar de lama em Guaratiba atingiu o Palácio Guanabara. Entretanto, como a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro não votará o impeachment do governador e não há referendo revocatório do mandato com consequente convocação de eleição direta, só nos resta aguardar as manifestações de 7 de Setembro para descobrirmos um novo país após Cabral unir todo o Brasil contra ele.

 

Luiz Roberto Da Costa Jr. lrcostajr@uol.com.br  

Campinas

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O ‘CHORORÔ’ DE CABRAL

Será que o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, tem a mesma preocupação quando está fechando negócios? Será que nesse exato momento se lembra de que é pai, dos amados filhinhos, da companheira fiel, do povo do Rio de Janeiro, etc., etc., etc.? Ora, bolas, sr. governador, faça-me um favor, não derrame lágrimas de crocodilo para tentar minimizar problemas oriundos da própria classe.

 

Manoel Braga manoelbraga@mecpar.com  

Matão

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BOTA-FORA

O papa utilizou muito o verbo “botar” nesses dias aqui, no Brasil. Aprendamos: nas próximas eleições “bota” fora o político safado.

 

Ademar Monteiro de Moraes ammoraes57@hotmail.com

São Paulo

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LIÇÕES DO PAPA

A visita do papa Francisco ao Brasil acabou, mas será lembrada por muito tempo pela população. Durante os sete dias de sua presença no País todos puderam testemunhar, ao vivo ou pela televisão, suas notáveis demonstrações de sabedoria, serenidade, espiritualidade e humildade. O papa representa um sopro de ar fresco para a Igreja Católica, que sofre cada vez mais com a sangria de fiéis, e também um exemplo para a classe política que há tanto tempo domina nosso cenário, em boa parte caracterizada por arrogância, atraso, provincianismo e, acima de tudo, incompetência para fazer daqui um lugar mais justo e fraterno para todos. Que bom seria se as autoridades descessem de seus pedestais e assimilassem suas lições. Que bom seria se Dilma não tivesse dado aquela entrevista melancólica à “Folha de S.Paulo” do último domingo, em que nega absolutamente todos os dados factuais que comprovam o péssimo momento da economia brasileira, que freia perspectivas de desenvolvimento no médio prazo e pelo qual a imediata responsável é ela própria. Que bom seria se os próceres de seu partido parassem, ao menos por alguns minutos, de pensar nos projetos para a campanha eleitoral de 2014 e se concentrassem num projeto para o País. Uma pena que nada disso esteja em vista. O povo não se esquecerá facilmente da última semana. O governo, em contrapartida, nem se deu conta de ouvir os recados precisos que o papa lhe direcionou.

Henrique Brigatte hbrigatte@yahoo.com.br

Pindamonhangaba

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OBRIGADA, SANTO PADRE, VOLTE SEMPRE!

O papa Francisco nos conquistou, sua breve visita ao Brasil deixou saudades! Suas palavras, seus gestos, seu carinho para com todos manifestam a sua missão de Bom Pastor, que dá a vida por suas ovelhas, fortalecendo-as, unindo-as e animando-as. Milhões de pessoas foram ao encontro do papa Francisco numa manifestação de fé, de unidade e de amor à Igreja. Para nós, católicos, o papa é o "doce Cristo na Terra", é rocha, é pedra; Cristo, que é realmente o alicerce da Igreja, deixa Pedro no seu lugar, daí que seus sucessores venham a receber mais tarde o nome de Vigárioq de Cristo, quer dizer, aquele que faz as vezes de Cristo. Parabéns ao “Estadão” pela cobertura tão valiosa da visita do papa ao Brasil. “Conservar a esperança, deixar-se surpreender por Deus e viver na alegria” – foi a mensagem que nos deixou quando celebrou a missa em Aparecida, entre outras. Um belo programa de vida! Em nome de todo o povo brasileiro gostaria de dizer: santo padre, obrigada por ter vindo ao nosso encontro, volte sempre!

Vera Pinheiro vpinheiro2009@gmail.com

São Paulo

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PRIMEIRO MILAGRE

O papa Francisco conseguiu realizar seu primeiro milagre em sua estadia no Brasil: com seu bom humor e discursos simples e objetivos, fez os brasileiros gostarem de pelo menos um argentino.

Leonardo Pipolo leorpipolo@yahoo.com.br

Assis

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“CONVERTIDO”

Eu, que não tinha religião, era agnóstico, passei a ter fé no papa Francisco. Ele, hoje, é a minha religião. Esteve aqui, no Rio de Janeiro, e demonstrou simplicidade, com calor humano. Espero que o nosso querido papa Francisco tenha semeado essa sua vitoriosa “aventura” carioca para todo o Brasil, principalmente nos políticos que temos, quase todos ladrões e safados, que só pensam em si mesmos. Que o papa Francisco viva muitos anos e volte ao Brasil, pois será muito bem-vindo!     

 

Fernando Faruk Hamza botafogorio@bol.com.br

Rio de Janeiro

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CHARLATANISMO

Depois das palavras do papa Francisco, podemos concluir que a maioria dos líderes religiosos é composta por verdadeiros “charlatões”.

Laert Pinto Barbosa laert_barbosa@ig.com.br  

São Paulo

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CREDIBILIDADE X TRUCULÊNCIA

É  lamentável que alguns não aprendem nada com as voltas que o mundo dá. O despotismo de alguns religiosos que se julgam superiores, como o pastor Feliciano, e que partem para a violência quando têm suas crenças contestadas, contrasta com a paz de espírito e o respeito manifestados pelo papa Francisco.

Luiz Nusbaum lnusbaum@uol.com.br

São Paulo

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ASSUNTOS DELICADOS

Não há dúvida que o papa Francisco é uma figura carismática. Seus discursos e entrevistas são sinceros, transparentes e equilibrados. Porém o Santo Padre parece não querer abordar o tema da pedofilia na Igreja, intimamente ligado à questão do celibato. Enquanto esse e outros assuntos delicados e não resolvidos não forem devidamente abordados, discutidos e sanados, não haverá carisma que resista por muito tempo às críticas, que não tardarão a se manifestar.

Luciano Harary lharary@hotmail.com

São Paulo

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PREÇO ALTO

O casamento é um sacramento. Só a Igreja pode torná-lo nulo. E, para não perder o costume, a Santa Madre cobra caríssimo pela anulação.

Fausto Ferraz Filho faustofefi@ig.com.br

São Paulo

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VERBORRAGIA PAPAL

Eu acho que o papa Francisco está folgando demais, falando demais e dando entrevistas demais. Se continuar assim, muitas vezes na base da improvisação, vai acabar tropeçando na doutrina da fé cristã.

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br  

Monte Santo de Minas (MG)

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TRANSPOSIÇÃO

E, falando em Francisco, como anda a transposição do rio São Francisco?

Paulo Roberto Santos prsantos1952@bol.com.br

Niterói

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DONA CLEO

Excelente, magnífica a matéria do Caderno2 (29/7, C2) sobre a professora dona Cleo.

 

Arlindo Óscar Araújo Gomes da Costa araujodacosta@gmail.com

São Paulo

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