Fórum dos Leitores

MOBILIDADE URBANA

O Estado de S.Paulo

02 Agosto 2013 | 02h11

Maquiagem nas contas

Em reportagem exclusiva, o Estadão nos dá conta de que a presidente Dilma Rousseff decidiu retirar os projetos de mobilidade urbana do cálculo de endividamento de Estados e municípios. A notícia passaria despercebida, não ficássemos atentos às últimas providências de Dilma para favorecer o prefeito paulistano, Fernando Haddad, uma vez que ele vai receber R$ 8,1 bilhões para o pacote de obras que inclui 99 km de corredores de ônibus. Ora, em primeiro lugar, Dilma vai fazer propaganda política em São Paulo alegando estar ajudando a cidade, que ela mesmo diz ser a mais importante da Nação. No entanto, esconde que assim estará endividando a cidade. Ocultando o débito, talvez espere que os mais ignorantes não percebam a jogada política. E burlando a Lei de Responsabilidades Fiscais, também evita que seu apadrinhado venha a sofrer medidas durante seu governo. Aliás, desse valor absurdo, certamente boa parte irá para o ralo.

CLAUDIO MAZETTO

cmazetto@ig.com.br

Salto

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A verba para Haddad

Essa é a tática recorrente de políticos acuados e de olho nas próximas eleições. O mais importante não é o anúncio oficial da destinação da verba para o transporte público, mas o destino real que essa dinheirama vai ter. Chegará aonde tem de chegar? Com a palavra os "competentes e honestos" políticos brasileiros.

HÉLIO A. FERREIRA

hafstruct@hotmail.com

São Paulo

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Meias-verdades

A liberação de R$ 8 bilhões e uns trocados para São Paulo precisa ser muito bem explicada ao povo. Se alguém pensa que Dilma deixou o cheque e voltou para Brasília, enganou-se. A liberação dessa quantia - se de fato ocorrer, pois é um anúncio político, sem alicerce - terá início só em 2014 e pode levar anos. Mais ou menos como as obras de transposição do Rio São Francisco: quando termina um lote, reinicia-se, porque o tempo já destruiu tudo, uma vez que os canais para escoamento só se mantêm intactos com a água barrenta do rio, que veda as frestas e sustenta tudo. Dilma já liberou mais de R$ 50 bilhões do PAC 2 para reforma de estradas federais e nenhum centavo saiu dos cofres, isso serviu só para discursos de palanque com Lula. Foram dez anos de tantas mentiras e promessas não cumpridas que só acreditaremos na liberação dessa verba quando virmos chegar o carro-forte com o dinheiro.

LUIZ RESS ERDEI

gzero@zipmail.com.br

Osasco

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Críticas ao Metrô

Quando Dilma criticou o sistema metroviário de São Paulo por ser insuficiente para o tamanho da cidade, faltou explicar aos paulistanos que há mais de dez anos o governo federal não colabora com um centavo para as obras do Metrô simplesmente porque o Estado de São Paulo é governado por tucanos. E agora ela põe dinheiro bom num projeto paliativo como os corredores de ônibus na cidade, só para encher de gás o balãozinho murcho da imagem do prefeito petista Fernando Haddad. Esse é o PT em ação, gastando mal o dinheiro do cidadão!

MARA MONTEZUMA ASSAF

montezuma.scriba@gmail.com

São Paulo

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Vias exclusivas de ônibus

Recentemente a Prefeitura estabeleceu vias exclusivas de ônibus na Avenida Paulista. Não vejo propósito nessa medida, porque de ambos os lados da via há centenas de escritórios, lojas e outros pontos de serviço, praticamente um ao lado do outro. Os carros procuram as portarias e garagens e, por conseguinte, têm de passar pela faixa exclusiva dos ônibus. Além disso, há os que vão fazer conversão à sua direita. Assim, o conceito de via exclusiva perde o sentido. Aliás, há anos as pessoas de bom senso vão pelas faixas à esquerda da dos ônibus para evitar lentidão. Ninguém vai pela faixa de ônibus para se deliciar com a demora. A medida da Prefeitura não considerou o bom senso e criou mais um problema para os motoristas que trafegam pela região, particularmente no que se refere à indústria das multas. Não é para ver chifre em cabeça de cavalo, mas que o tráfego na Paulista siga o rumo do bom senso.

JOSÉ DE ÁVILA COIMBRA

avila_coimbra@yahoo.com.br

São Paulo

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'HANNAH ARENDT'

Burocratas não pensantes

O bom filme de Margarethe von Trotta sobre a filósofa alemã judia Hannah Arendt, interpretada pela atriz Barbara Sukowa, traz boas reflexões e mostra bem a "banalização do mal" e como o nazismo promoveu o holocausto de milhões de judeus, muitas vezes por intermédio de burocratas meros cumpridores de ordens. Pessoas perigosas que não questionam nada, apenas obedecem e executam cegamente o que lhes mandam fazer. Ao escrever um artigo para a revista New Yorker sobre o julgamento do nazista Adolf Eichmann em Israel, Hannah Arendt viu-se no meio de uma grande polêmica ao se deparar com a figura medíocre e pequena de um burocrata que abdicou do seu direito de pensar e de agir de forma consciente, ética e moral para se tornar fiel seguidor e cumpridor de ordens do regime totalitário e genocida. Guardadas as devidas proporções, quantos pequenos Eichmanns não estão por aqui, entre nós, nos dias de hoje? O mundo atual precisa de mais pessoas pensantes, com senso crítico, consciência, questionamento, reflexão, sensibilidade, solidariedade e compaixão, que se ponham no lugar do outro. Cada vez mais estamos nas mãos de burocratas que só sabem obedecer a regulamentos e normas sem sentido, de forma acrítica, alienada e insensível. Num mundo dominado pela tecnologia e pela informática, o ser humano está cada vez mais desumanizado e dissociado de si mesmo e dos seus semelhantes.

RENATO KHAIR

renatokhair@uol.com.br

São Paulo

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TJSP

Esclarecimento

Em entrevista ao Estado (28/7, A8), Aldo Fornazieri faz afirmações difamatórias e caluniosas, reportando-se a "denúncias" que, na realidade, nunca existiram, com o intuito claro de induzir o leitor a crer que o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) estaria envolvido em graves irregularidades. A fim de restabelecer a verdade dos fatos, a notícia a que alude o entrevistado apenas se refere a pagamentos de créditos devidos em atraso aos magistrados de São Paulo, inclusive, e principalmente, a servidores, conforme a lei e o que vem sendo praticado pelas Cortes superiores. A administração do Tribunal de Justiça é limpa, honesta e transparente, não se admitindo leviandades dessa natureza, verdadeira agressão gratuita. Também não há nenhuma resistência ao Conselho Nacional de Justiça, com o qual, muito ao contrário, vigora saudável e produtiva parceria.

IVAN SARTORI, presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo

rosangelasanches@tjsp.jus.br

São Paulo

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MOBILIDADE URBANA E A DÍVIDA DOS ESTADOS

Durante oito anos Lula ameaçou liberar a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e, como a gritaria foi geral, retrocedeu. Agora a presidente Dilma, embalada pela baixa aprovação, resolveu liberar os municípios da Lei de Responsabilidade Fiscal para “mobilidade urbana”. O governo está com 68% do Produto Interno Bruto (PIB) comprometido, não tem como repassar verba aos Estados e municípios, então nada como dar a eles a responsabilidade de um próximo calote fiscal. Ao liberar apenas para um setor, abrirá caminho para o resto, porque no Brasil do “milagre do desenvolvimento” falta tudo. A farra voltará aos velhos moldes, quando em final de mandato prefeitos e governadores saiam gastando equivalente a décadas, levando o País à falência, como já esteve perto. O Brasil está totalmente engessado por dívidas acumuladas e o governo federal, de olho apenas em se manter no poder, vai acabar nos levando além do poço fiscal onde já nos encontramos. Valerá a pena?

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

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MUITO BOAZINHA

Dilma Rousseff, após pesquisa que derrubou sua popularidade em São Paulo, especialmente nas periferias, onde ela era absoluta, para tentar recuperá-la, anuncia pacote beneficiando Fernando Haddad, prefeito da cidade. Ele terá R$ 8,1 bilhões do governo federal para projetos. Ou seja, para a construção de 99 km de corredores de ônibus, um terminal rodoviário, 18,3 mil casas populares, cinco piscinões e oito parques lineares. Além do fato de ela estar sendo muito boazinha, o que estranhamos, resta ver quanto deste dinheiro chegará ao seu verdadeiro destino, antes de ser desviado, perdido em superfaturamentos, etc...

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

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MEMÓRIA

Para ter uma ideia de como os petistas são despudorados, é bom lembrar o Lula e o Fernando Haddad abraçados com Paulo Maluf! Revendo a cena, o que poderemos esperar de pessoas como o Lula? Da Dilma e de seus ministros? O que poderá se esperar deste partido que está nos governando há mais de dez anos? Resposta: falta de ética!

Eugênio José Alati eugeniojosealati@yahoo.com.br

Campinas

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OLHO VIVO

Será que toda essa montanha de dinheiro, “R$ 8,1 bilhões”, que Dilma negou a prefeitos anteriores que governaram em São Paulo, mas prometeu liberar agora ao prefeito petista, já não faz parte de um reforço de caixa (“caixa 2”) de campanha, com vistas às eleições de 2014, já que essa parece ser a única preocupação da dupla governante Dilma/Lula? Olho vivo neles!

Paul Forest paulforest@uol.com.br

São Paulo

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DILMA, SOBRE O METRÔ DE SP

A presidente declarou, lexicamente desarticulada, como sempre, que São Paulo é a maior cidade do mundo com o menor sistema metroviário do mundo. Afirmou que sem metrô não é possível interromper “processos de marginalização social que empurram as pessoas para as periferias”. Com essa lógica (?) esdrúxula atacou o governo do Estado pelas deficiências do sistema metroviário. São Paulo já respondeu que o Brasil é o único país do mundo em que o governo central não participa diretamente da construção do sistema metropolitano. Por boas maneiras, deixou de dizer que o Brasil é o maior país do mundo governado pela pior presidente do mundo.

Mário Rubens Costa costamar31@terra.com.br

Campinas

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TANTO FAZ

Segundo noticiário, o prefeito Fernando Haddad anuncia PAC de São Paulo, com uma fabulosa verba de R$ 8 bilhões para obras. É claro que as “realizações” serão nenhuma. Ou seja, iguais àquelas propaladas pelo Palácio do Planalto alguns anos atrás. Aliás, o prefeito foi modesto, poderia ter combinado com o governo federal e ter dito que a verba seria de R$ 80 bilhões. Com certeza o impacto seria muito maior. Na verdade, tanto faz!

José Marques seuqram.esoj@bol.com.br

São Paulo

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DILMA EM SÃO PAULO

A presidente criatura veio a São Paulo e, cheia de pompa, declarou que investirá R$ 8 bilhões em projetos para São Paulo, mas cabe a pergunta: Cadê o dinheiro? Pura conversa fiada tentando melhorar seu baixo astral. Também imitou seu criador ao criticar o governador Geraldo Alckmin sobre a questão dos transportes metropolitanos, mas sua ignorância não permite saber que o sistema de Metrô começou a ser construído com mais de cem anos de atraso e, tivesse sido no final do século 19, poderia ter a mesma quantidade de quilômetros e estações que Londres ou Paris, pois seria tudo mais barato em desapropriações – porque a região metropolitana era quase toda rural, com pequena área residencial e totalmente diferente de hoje, quando construir uma estação custa ao Estado valores que passam de R$ 10 mil o metro quadrado, em algumas regiões. Reclamo muito do governo Alckmin e dos que o antecederam, mas pela velocidade como andam os projetos de governos no País, atualmente o Estado tem sido mais eficiente e veloz. Mesmo dispondo de poucas verbas, procura atender aos anseios da população, mas ainda pode levar uns 20 ou 30 anos para chegar ao nível de excelência de algumas capitais europeias. Quando criticam a demora dessas obras, citam a China pela velocidade com que tem aumentado suas linhas de Metrô, mas “esquecem” que seu governo, quando vai construir algo e precisa de áreas nas cidades, primeiro desaloja os moradores para depois discutir como pagar ou para onde transferi-los. É o caso do México, também citado e que agiu da mesma forma. Aqui, causaria uma revolução usar tal método. A presidente Criatura não tem direito algum de criticar Alckmin, porque ela, sim, foi de uma incompetência atroz quando gerenciou o PAC, um programa cheio de atrasos e irregularidades, e agora no governo continua na mesma. Portanto, melhor calar a boca.

Laércio Zanini arsene@uol.com.br

Garça

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METRÔ PAULISTANO

O governador Geraldo Alckmin erra ao dizer que São Paulo tem uma boa rede de metrô. A presidente Dilma acerta ao indagar: “Como é possível uma cidade do tamanho de São Paulo sem transporte metroviário?”. E ela tem razão mesmo, independentemente de São Paulo não contar com recursos federais para a ampliação da rede – que devem, agora, ser garantidos através do PAC. O projeto original da rede metroviária para a capital (1968), através de estudos, projetava que seriam necessários 360 quilômetros de linhas em 1990, para dar à cidade um transporte público de qualidade contemplando (e acompanhado) o crescimento populacional nas próximas duas décadas. Em que pese a falta de recursos pelas sucessivas crises financeiras ao longo dos anos, muito tempo se passou e hoje, passados longos 23 anos – e 45 anos do projeto original –, temos ridículos 74 quilômetros de extensão, o que foi determinante para uma cidade travada, com um trânsito insuportável e prejudicial e os (pobres) usuários passando vexame todos os dias, com uma superlotação que afronta a dignidade humana.

José Eduardo Victor je.victor@estadao.com.br

Jaú

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GILBERTO CARVALHO

Ao defender um ar de normalidade ao toma lá dá cá que se instalou na política nacional estimulando a corrupção e mensalões para que emendas parlamentares sejam aprovadas a toque de caixa, como essa em que a presidente, num ato que atenta contra a Lei de Responsabilidades Fiscal, promete liberar  R$ 8,1 bilhões ao prefeito de São Paulo pelo simples fato de serem  da mesma sigla, Gilberto Carvalho, ministro de Dilma  e velho conhecido de Celso Daniel, deveria mesmo é se empenhar mais, ajudando a  descobrir porque a família do prefeito de Santo André assassinado em 2002 insiste na versão de que sua  morte foi um crime de mando, e não foi crime comum.

Amâncio Lobo Amancio lobo@uol.com.br                                                 

São Paulo

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CALÇADAS

O caso das calçadas esburacadas ou com outros defeitos é um problema que persiste praticamente em todas as cidades brasileiras. Sobre este assunto já abordamos várias vezes, mas a solução é lenta. Em pequenos núcleos urbanos parece que a coisa anda ainda pior, porque se torna decisão política e nenhuma autoridade municipal quer perder voto, se levar o caso a sério, por defrontar-se com pequenos proprietários, cujo dever destes é conservá-las em bom estado. Na Capital falta intensa fiscalização nesse sentido, pois calçadas em boas condições existem apenas em raríssimas quadras de rua, mais na parte central. Nos bairros, principalmente na periferia, isso se torna uma calamidade. Perguntamos às autoridades municipais: será que algum dia este problema será finalmente solucionado para conforto dos pedestres, no seu direito de ir e vir?

 

João Rochael  jrochael@ibest.com.br

São Paulo

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AS GRANDES MAZELAS

As grandes mazelas que atingem diretamente o cidadão, como acidentes que provocam mortes e altos prejuízos, explosões de adutoras, em ruas, calçadas, praças e viadutos, os absurdos acidentes de trânsito que acontecem quase diariamente poderiam ser evitados se os prefeitos e governadores mantivessem em suas secretarias equipes permanentes e bem treinadas em manutenção nas obras de recuperação desses locais. Também equipes permanentes de fiscalização nas obras públicas e particulares pela cidade. Ao governador, equipes permanentes em fiscalização e vigilância na segurança pública, nas ruas e morros, porque todos somos filhos do mesmo Deus. O resto, senhores, é pura fantasia e cada qual veste a que melhor lhe couber. Sem muita algazarra, bagunça e festas demais, teremos mais saúde no corpo, na alma e na cabeça. Viver é muito bom, com boa saúde fica melhor! Providências simples, eficazes e custam pouco.

Odiléa Mignon cardosomignon@gmail.com

Rio de Janeiro

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DESCONTROLE TOTAL

Um dia após o rompimento de uma adutora da Companhia Estadual de Água e Esgoto (Cedae) em Campo Grande (RJ), uma retroescavadeira da obra da Transcarioca rompe tubulação da Cedae. Vem cá, quando vão fazer estas obras não solicitam as concessionárias um mapa de localização mostrando o que está passando embaixo do solo e o quê? Ou não sabem ver mapa? Ou, pior ainda, nem mapa têm? Descontrole total.

 

Panayotis Poulis  ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

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MAR DE LAMA

O mar de lama não ocorre apenas nas ruas, mas também na política. Não basta apenas lavar as ruas, pois se deve limpar também a política. Não basta apenas reconstruir as casas, pois há a necessidade também de reconstruir a política. A falta de fiscalização das políticas públicas leva ao transbordamento dos problemas, como no caso da adutora no Rio de Janeiro, assim como a atual crise política é resultado da falta de “recall” dos políticos.

Luiz Roberto Da Costa Jr. lrcostajr@uol.com.br

Campinas

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CAUTELA COM AS TUBULAÇÕES

Tendo sido, desde 1984, um profissional voltado à segurança dos ambientes laborais e à educação, sugiro que antes do início de quaisquer obras de construção, acréscimo, manutenção ou demolição, sejam efetuadas análises de riscos, preliminarmente, visando a evitar ocasionar acidentes ou mesmo incidentes críticos. Esclareço que os incidentes críticos são também conhecidos como acidentes potenciais, quase acidentes ou “near misses” (perdas próximas), embora sejam comumente confundidos com os acidentes, onde existem realmente as perdas, sociais, materiais, econômico-financeiras, ambientais, dentre diversas outras, como o desabastecimento de água, o corte de luz, que gerarão, sem dúvida nenhuma, indenizações adicionais às concessionárias e ao Estado, como despesas de alojamento e de reconstrução e mobiliário inclusive. Quando do planejamento de uma obra, é prioritário o estudo das interferências, ou seja, de todas as interfaces, a exemplo das redes de canalização água, de esgotos, de gás, elétricas aéreas ou subterrâneas; de comunicação como as de telefonia e de fibra ótica, dentre outras relevantes. Uma segurança mal executada pode paralisar empresa, bairro, cidade ou Estados. Além disso, torna-se fundamental prever as contenções, como no caso de escoramentos, para evitar soterramentos, de contenções para evitar deslizamentos ou de diques, para conter possíveis vazamentos. Para isso existem normas preventivas, como a NR-18 Condições e Meio Ambiente do Trabalho na Indústria da Construção, atualizada pela Portaria DSST-SIT-TEM n.13, de 9 de julho de 2002, o art.70 da CF-1988 e o Art. 200, inciso I da CLT. Recentemente, temos visto acidentes subsequentes com adutoras no Rio de Janeiro, que causaram, além de tragédias sociais e materiais, grandes transtornos, gerando perdas materiais de monta, como destruir residências, desalojar famílias, destruir veículos, pavimentação de ruas, causar pânico, movimentar equipamentos e brigadas de salvamento, assistência social e hospitalar. Sabemos que existem equipamentos que podem percorrer essas tubulações antecipadamente, como um valoroso auxílio nas manutenções preditivas ou preventivas, visando a evitar as ocorrências de manutenções corretivas, sempre mais caras, porque envolvem diversas outras variáveis. Em caso de obras e de manutenções, uma excelente prevenção diminui custos diretos e indiretos desnecessários, tornando-as mais seguras e economicamente viáveis. Sempre fui contra a terceirização, não das obras, mas dos riscos porque as terceirizadas não possuem o conhecimento necessário de segurança do trabalho detido pelas contratadoras. Assim, o risco é repassado em detrimento da qualidade da segurança, embora tenha como objetivo principal, inicialmente uma falsa economia. Quando os acidentes acontecem, fica evidenciado o erro cometido na prevenção pelos gestores dos empreendimentos. Segurança significa atingir os objetivos com o menor sacrifício, sem desgastes gerados pelas perdas ocasionais previsíveis ou não e, sem correr riscos desnecessários, por meio da antecipação e pela utilização de controles, caso haja alguma falha que leve aos riscos principais e às suas consequências. Tecnicamente falando, vimos também uma segurança mal executada na passagem do papa Francisco pelas ruas da Cidade Maravilhosa. Tivessem acontecido durante a Jornada Mundial da Juventude, os acidentes com essas adutoras, e teríamos água benta até o século 22. Sugiro para quem se interessar em produzir obras e serviços com mais segurança, a leitura da “Análise dos Indicadores de Segurança do Trabalho em Reformas de Altos Fornos em Siderúrgicas”, que se encontra gratuitamente no site Domínio Público. Lá explico a utilização do Triângulo CIA, dando ênfase à segurança administrativa. Como dizia Ulisses Guimarães, cautela e caldo de galinha, não fazem mal a ninguém! Para evitar acidentes deste tipo, sugiro para concessionárias, a implantação de tubulações duplas nas áreas de riscos, a exemplo do casco de navios, por motivos óbvios.

Santelmo Xavier Filho santelmoxf@yahoo.com.br

Belo Horizonte

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GASTANDO A ECONOMIA

Êta governo incompetente! Nem bem a população assimilou a promessa de economizar R$ 10 bilhões das despesas programadas para o presente exercício, a presidente “petista” promete liberar as emendas parlamentares no montante de R$ 2 bilhões – no afã de manter cativa sua base “quase” aliada. Simplesmente esse valor correspondente a 20% da economia prometida. Definitivamente esse governo não é sério e insiste em nos fazer acreditar que seus gestos são idôneos.

Noel Gonçalves Cerqueira noelcerqueira@gmail.com

Jacarezinho (PR)

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POLÍTICA DESCARADA

 

Enquanto Dilma Rousseff tenta comprar o Congresso Nacional por R$ 2 bilhões, referentes a interesses de emendas parlamentares interesseiras, a Câmara dos Deputados insiste em passar uma minirreforma eleitoral, sob o comando do petista Cândido Vaccarezza, que pretende esvaziar punições contra adeptos. Diante dessa compra da Dilma, o mensalão poderia ser visto como uma simples gorjeta do Planalto. E assim caminha nossa política descarada de podridões em série.

 

Conrado de Paulo conrado.paulo@uol.com.br

Bragança Paulista

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E DILMA CONTINUA COMPRANDO

É impressionante como a presidente Dilma conhece bem seu Parlamento, que só funciona com o combustível chamado dinheiro, tutu, grana, money. Em reunião com 10 ministros, verdadeiros paus mandados, decidiu liberar R$ 2 bilhões para parlamentares referentes a projetos prioritários de cada pasta, só que, para mantê-los com o rabo preso, fará a liberação em três parcelas: agosto, setembro e novembro. Ela precisa de fôlego, pelo menos até o final do ano?

Arnaldo de Almeida Dotoli arnaldodotoli@hotmail.com

São Paulo

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MOEDA DE TROCA

Por que todo esse carnaval para liberar até o final do ano R$ 6 bilhões das emendas parlamentares?! Por mais que eu seja contra essas emendas, porque deputados e senadores estão no Parlamento com a obrigação de somente legislar, e que esses milionários valores nas mãos dos parlamentares são um canal sempre propício para desvio de recursos públicos através de ONGs até fantasmas, e relação promíscua com prefeitos, mesmo assim a responsabilidade da presidente Dilma é “sem choro nem melas” liberar regularmente as emendas, porque estão sob o crivo da nossa Constituição. E o Planalto, inadimplente que é neste caso, não pode agir como se fosse uma moeda de troca, visando ao consistente apoio da base no Congresso! O que, convenhamos, tem perturbado e prejudicado infelizmente a normalidade dos trabalhos na Casa, e confundido mais ainda um governo como esse petista ineficiente, sem rumo, sem credibilidade, e com dificuldade de ficar em pé, tanto quanto um bêbado com um litro de cachaça na goela...  E urge para que o País não fique a mercê destas picuinhas envolta por dirigentes institucionais sem compromisso com a sociedade...

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.coam

São Carlos

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É DANDO QUE SE RECEBE?

A presidente Dilma Rousseff montou uma operação para tentar reduzir os riscos de derrota em votações prometidas para agosto, às vésperas da retomada dos trabalhos no Congresso, e com sua base parlamentar rebelada. Para acalmar os ânimos, Dilma resolveu mexer no bolso. Em reunião com dez ministros e assessores no Palácio da Alvorada, ela autorizou a liberação de R$ 2 bilhões em emendas feitas por deputados e senadores ao Orçamento da União. PT, quem te viu e quem te vê. Uma vergonha para quem vendia um peixe saudável, mas, na verdade, era podre e fedido como a pouca-vergonha na política brasileira que o partido comanda.

Kaled Baruche kbaruche@bol.com.br

São Paulo

 

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REFORMA POLÍTICA

Quando não trabalham os agentes políticos, eleitos ou designados para nos representarem cumprindo as funções de governo, explodem as manifestações de revolta, como vem acontecendo desde junho. As reclamações são as mais variadas, mas, por trás delas, nota-se a cidadania farta de ver os recursos públicos e o patrimônio nacional constituírem-se no privilégio e no gozo de uma classe política irresponsável, enquanto as necessidades populares mais prementes continuam tendo atendimento insuficiente, ou mesmo nenhum. Inimputáveis e intocáveis, eles agem como se o Brasil fosse o seu latifúndio. É vergonhoso que esses mesmos simulacros de representantes do povo agora se arvorem em humildes servidores da Nação, alardeando cinicamente que “tudo isso que aí está precisa mudar”, mentindo quando dizem que “a voz das ruas tem de ser ouvida”. Se a ouvissem, não estariam mais entre nós, pois o que ela está a exigir é que eles larguem a carniça e sumam. Uma reforma política tramada pelos mesmos anões que a tornaram necessária, será uma enganação acintosa. O Brasil precisa de mudanças profundas, feitas por cidadãos honestos e competentes. Na realidade, precisamos de uma refundação. Urge construir um novo consenso político sério, para que possamos ter um País decente, pelo qual valha a pena lutar: o Brasil do nosso Hino e da nossa Bandeira. Ou seremos esta ***** para sempre!

Carlos Pacheco Fernandes Filho c-pacheco-filho@uol.com.br

São Paulo

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LIXO

Não há outra definição mais correta. O País virou um lixo. Corrupções, instituições falidas, adutoras rompendo-se, vidas ceifadas, criminalidade correndo solta, área da saúde um caos, educação em petição de miséria. Queremos reforma política, sim, ela começa pelo impeachment do Executivo federal, passa pelos estaduais e municipais e termina com a cassação de membros do Legislativo nos âmbitos federal, estadual e municipal. Ah, nossa bandeira precisa voltar a ser verde, amarela, azul e branca; e com as inscrições Ordem e Progresso.

          

Nei Silveira de Almeida neizao1@yahoo.com.br

Belo Horizonte

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DESATANDO O NÓ

Hoje (2 de agosto de 2013) completa um ano do início do julgamento, pelo Supremo Tribunal Federal (STF), do maior caso de corrupção da história da política brasileira.  Foram 53 sessões, culminando com 25 condenações. Desde o dia 17 de dezembro de 2012, data do encerramento, os brasileiros que clamam pelo fim da impunidade no País, aguardam ansiosos pelas prisões dos criminosos. São quase oito meses de espera. Os condenados estão desfilando por aí, sem receio dos holofotes e  mandando beijocas para a multidão. Alguns deles escrevem artigos em jornais falando da necessidade de mais ética na política, de uma distribuição de renda mais justa, de mais dignidade para o povo e até dão receita para por fim à corrupção no Brasil. Será que depois de tudo o que foi feito pelo STF vai ficar o dito pelo não dito? Esse tal de embargo infringente está atordoando a cabeça da gente. Será que não está na hora de bater o martelo? O vovô, que acompanhou com tanta vibração o grande julgamento, por já estar próximo dos 90 anos, está com receio de não ter tempo de ver esse nó desatado.                           

Jeovah Ferreira jeovahbf@yahoo.com.br

Taquari (DF)

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CADÁVER INSEPULTO

É hábito de todos nós livrar-nos do lixo para conservar a limpeza, evitar o mau cheiro e as doenças. Que o STF faça o mesmo, livrando-se dos condenados, consumando esse processo e mandando-os para a cadeia o mais rápido possível. Ninguém aguenta mais esse cadáver insepulto. Chega!

Ademar Monteiro de Moraes ammoraes57@hotmail.com

São Paulo

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A INFALIBILIDADE DO PAPA

O excelente artigo “Da arte de Iludir”, de Demétrio Magnoli, em que fala dos propósitos do PT de usar o dinheiro público (meu e seu), numa lista fechada, para eleger, além dos seus postes, também seus “indissociáveis” Sarney, Collor, Renan, Maluf, Afif, etc., confirma as conclusões do memorável “La politica è troppo sporcata”, de Roberto Macedo, na mesma página do Estado (1/7, A2). Para acabar com essa patifaria (“sporcata”) política, sem princípios e valores morais, não nos resta alternativas: voltemos às ruas e sejamos, como pede o papa, “revolucionários”. Mas, como disse o jornalista Fernão Mesquita, “sem os riscos da revolução”. Recall em todos eles!

Nilson Otávio de Oliveira noo@uol.com.br

Valinhos

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NUNCA ACERTAM

 

Primeiro, foi a manipulação para a mudança parcial na Constituição, depois, a convocação forçada para o plebiscito, então vieram os oito anos para cursos de Medicina e também a redução da idade para cirurgia de troca de sexo. Nada, nenhuma dessas ideias foi efetivada. Todos esses pontos foram um tipo de “diarreia cerebral” que este governo petralha teve, para tentar acalmar os ânimos depois dos últimos protestos ocorridos nas ruas por todo Brasil. Podemos afirmar, sem sombra de dúvidas, que nunca na história deste país tivemos um (des)governo tão incompetente como este. Depois o PT vai novamente insinuar que a queda nas pesquisas deve-se à imprensa conservadora e às elites dominantes, como se eles não estivessem no poder há quase 11 anos e só fizessem trapalhadas. Uma vergonha!

 

Antônio Carelli Filho palestrino1949@hotmail.com

Taubaté   

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TROFÉU DE QUÍMICA

A proposta do Programa “Mais Médicos” de ampliar em dois anos os cursos de graduação em Medicina foi recuada pelo governo após a reação da classe médica.  O ministro da Educação, Aloísio Mercadante (PT-SP), defendeu que em 2018 a residência médica seja obrigatória ao final dos seis anos e que toda a residência seja feita no Sistema Único de Saúde (SUS), obrigatoriamente na urgência e emergência. Novamente a proposta não foi bem recebida, pois o presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM), Carlos Vital, disse que é inviável duplicar o número de vagas de residência em cinco anos, sendo que ainda a proposta apresentada coloca em risco a qualidade da formação. Basta acompanhar os passos do governo, onde ele mexe, consegue estragar o que está feito. A Economia é outro exemplo. Traduzindo em poucas palavras, o governo Dilma deveria ganhar o Prêmio Nobel da Química, pois conseguiu transformar a Educação, em especial, o curso de Medicina, em m...

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo

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AO PÉ DA LETRA

Nunca antes na história deste país um governo levou tão ao pé da letra medidas provisórias... passageiras, temporárias, transitórias, arrependíveis, retrocedentes, passíveis de contestação, revogáveis.

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

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CHAMEM O MERCADANTE!

Agora vem o ministro da Educação, Aloísio Mercadante, dar o recado das mudanças dos dois anos de trabalhos forçados aos estudantes de Medicina. Tal como nos tempos do Lula, o então nobre senador Mercadante em importante votação votou de forma a contrariar o então presidente. E deu no que deu, voltou atrás e “desvotou”. Já percebi tudo, quando é necessário voltar atrás, o pessoal do governo deve dizer assim: “Chamem o Mercadante que ele fala!”.

José Piacsek Neto bubanetopiacsek@gmail.com

Avanhandava

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CABOS ELEITORAIS

A presidente Dilma conseguiu um feito extraordinário, agora ela tem mais de 600 mil médicos receitando: não vote na Dilma.

Ivan Bertazzo bertazzo@nusa.com.br

São Paulo

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MENSAGEM A UM MÉDICO

Caríssimo médico, se realmente você é um bom profissional, como se diz, meu parabéns e todo o me respeito. Ninguém pode generalizar entre o bom e o mau profissional. Mas é fato que a “grande maioria” dos médicos é prepotente, incompetente, arrogante e corrupta – também.  Haja vista médicos-fantasmas que são flagrados batendo ponto para depois ir trabalhar em suas clínicas particulares, entre outras notícias que há muito tempo vêm sendo vistas na imprensa. É certo que realmente falta estrutura a ser dada pelo governo. Mas isso não justifica a oposição infundada de todos os médicos contra um dos únicos projetos bons que a presidente Dilma está tentando fazer para melhorar o atendimento ao povo carente. Chega de corporativismo! Pior que maus médicos é a omissão dos bons que passam responder pelos maus.

Edenilson Meira merojudas@hotmail.com

Itapetininga

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SARNEY NO SÍRIO-LIBANÊS

O senador José Sarney (PMDB-AP) passou a noite no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Sarney deu entrada no início da tarde de quarta-feira (31), onde continuará um tratamento iniciado no Hospital UDI, de São Luís do Maranhão. Perguntas que não calam: 1) Estranho que o Hospital UDI da rede pública do Maranhão não tenha condições de bem atendê-lo, visto que o responsável pelo sistema de saúde do Estado do Maranhão, nos últimos 40 anos, sempre foi algum Sarney ou alguém de sua clã. 2) Se os médicos e a medicina Cubana é tão decantada pelo governo, porque Sarney  não foi para Havana para se tratar? 3) Sarney poderia ter se internado no Estádio Mané Garrincha em Brasília, afinal gastamos mais de um bilhão num estádio, quando na verdade precisávamos de hospitais.

Claudio Juchem cjuchem@gmail.com

São Paulo

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OAB E ESTÁGIO EM FAVELA

 

Entende o presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Marcus Vinivius Coelho, que nas modificações pretendidas para o curso de Direito, junto ao Ministério da Educação, seja incluído o estágio em favelas, pelo período de seis meses, durante o curso, ocasião em que os acadêmicos poderão atuar de verdade, analisando e verificando problemas jurídicos diversos. Sem dúvida que a ideia é muito boa, porque obriga, inclusive, estudantes de escolas de baixo nível ao exercício da prática e tática forense, e junto a uma enormidade de problemas, como os ofertados pelas favelas. Obviamente, além do segmento compreendido pelo estágio durante o curso, há necessidade de verificação da grade curricular das faculdades de Direito, desde que o Exame da Ordem não satisfaz plenamente as necessidades do formando, cuja cultura e preparo estão sendo muito aquém do necessário e desejado pela comunidade atualmente. A intervenção e o intercâmbio da OAB com o Ministério da Educação traz proveitos aos futuros advogados e à população.

José Carlos de Carvalho Carneiro carneirojc@ig.com.br

Rio Claro

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GASTOS DO GOVERNO MINEIRO

Sobre a matéria “Governo mineiro extingue cargos e secretarias para cortar gastos” (31/7/2013), gostaria de, na qualidade de cidadão mineiro, dar a sugestão de uma providência que iria reduzir bastante os gastos do governo. Basta revogar o absurdo decreto 45.299/09, que obriga o abastecimento com etanol para os veículos com motorização flexível de combustível. Uma vez que esse combustível, na maior parte de Minas Gerais, tem um custo totalmente desfavorável em relação à gasolina. Além disso, como o etanol reduz a autonomia dos veículos, são necessários mais abastecimentos, o que implica em idas desnecessárias aos postos, sem falar do tempo perdido pelos servidores. Isto também custa muito. Já dei esta sugestão à Ouvidoria Geral do Estado em 25/01/12 (protocolo 42.993), mas foi inútil. Acredito que naquela ocasião, Minas Gerais estava com excesso de dinheiro. A construção da Cidade Administrativa e a reforma do Mineirão me fazem pensar assim.  

Luciano Nogueira Marmontel automat_br@ig.com.br   

Pouso Alegre (MG)

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OS VÂNDALOS NOS PROTESTOS

Se um jornalista da revista “Época” descobriu que os vândalos de esquerda, que tanta baderna e destruição já fizeram recentemente em São Paulo e no Rio de Janeiro, estão recebendo treinamento de guerrilha no Mato Grosso do Sul com delinquentes do MST, dissidentes das Farc e remanescentes dos Tupamaros e COB, inclusive já se preparando para atuar com bombas molotov no desfile de 7 de Setembro, o que faz a Polícia Federal ou o Exército que não interferem neste processo terrorista? Estes guerrilheiros estão tão bem organizados que a ONG Defensoria Pública já disseminou voluntários pelo País para que defendam manifestantes presos por vandalismo. Certamente todo cidadão tem direito de defesa, mas a maioria dos cidadãos, ordeiros, tem também que receber proteção através dos organismos do Estado contra a ação destes bandidos. O pior fica por conta do fato que este jornalismo revela: entre os que recebem treinamento está o grupo anarquista Anonymous, que assiduamente divulga vídeos pela internet conclamando a população a se manifestar nas ruas, e a massa, revoltada, mas manobrada, vai e divide espaço com estes vândalos – que nos usam para engrossar suas fileiras e dificultar a prisão de seus membros, diluídos em meio à multidão. Moral da história: quando, nas passeatas, algum mascarado se posicionar perto de você, se afaste e aponte sua presença para um policial. Ele é bandido!

Mara Montezuma Assaf monntezuma.scriba@gmail.com

São Paulo

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O BOM PROTESTO

 

Quero questionar o que seria o papel de quem protesta? Passar uma imagem de desordem? Infelizmente, por não se racionalizar o protesto, infantilmente se municia quem era para ser o alvo dos protestos para poderem mudar o foco das pautas de reivindicações, que são legítimas, para passar para a mídia que esses movimentos não passam de um bando inconsequentes.  Dentro dessa premissa, resolvi escrever minha missiva mostrando que não se pode exagerar na dosagem do protesto, pois protestar é como um jogo de xadrez, é necessário saber esquematizar para não sofrer um xeque-mate do antagonistas do protesto, então criar clima de gladiadores nesta época contemporânea em que temos tantas formas de pressionar sem se enlamear é o ideal. Como diz o apóstolo Paulo, vamos combater o bom combate, vejam o exemplo do povo do Egito: acampou dias nas praças para remover seu presidente. Ora, ninguém adentrou quebrando repartições, então para que infringir regras democráticas para protestar? Cada um deve contribuir mesmo para o bom protesto, mas sem se enlamear com a inoperância dos que legalmente foram empossados.

 

Fernando Arábia fernandosantacruz007@gmail.com  

Gravatá (PE)

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‘A BAGUNÇA VAI SE INSTALANDO’

Nesse editorial (30/7, A3) o “Estado” aborda a passividade da polícia nos atos de vandalismo. A culpa é da imprensa escrita e falada (TV), que criticam o comportamento da polícia em qualquer situação em que ela reage às atitudes criminosas dos vândalos e bandidos. O que querem? Que os policiais fiquem “quietos”, apanhem com paus e pedras dos vândalos? Não existe em nenhum país do mundo que o policial seja atacado e apedrejado e não reaja. Aqui fazem o que querem os vândalos e bandidos, matam e não vão para a cadeia. Estamos vivendo uma “bagunça”, como diz o título, e não estranhem se amanhã as Forças Armadas (Exército) não intervirem neste estado que hoje vivemos. Prestigiem a polícia e não os massacrem com suas críticas. No nosso país os direitos são dos criminosos que matam, vândalos que apedrejam, atropeladores que matam e ninguém vai para a cadeia. Creio que ainda não perceberam que todo esse vandalismo é obra do PT para conseguir o governo do Estado de São Paulo, para desgraça nossa.

 

Antonio di Stasi adstasi@yahoo.com.br

São Paulo

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A UNIÃO COMO SOLUÇÃO

Para lutar contra o quadro desolador de nossa realidade sociopolítica e econômica, precisamos unir forças! Os resultados que a classe médica vem conseguindo, com seus movimentos orquestrados, comprova mais uma vez essa verdade. Por que se calam entidades expressivas como OAB, maçonaria, e CNI? E os conselhos regionais dos profissionais liberais, entidades de classe, donas de casa? Os grandiosos atos de repúdio ao governo petista ocorridos em junho, morreram? Voltamos à estaca zero, ou ainda podemos ter esperanças no 7 de Setembro? É o nosso futuro que está em jogo!

Anita M. S. Driemeier lindyta9@gmail.com

Campo Grande

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RÚSSIA CONCEDE ASILO DE A EDWARD SNOWDEN

É uma boa notícia a Rússia ter concedido asilo político por um ano ao corajoso ex espião norte americano Edward Snowden, que prestou um grande serviço ao mundo ao revelar o esquema de espionagem do governo dos EUA, que invade a privacidade e a intimidade de todos ao vasculhar os nossos e-mails, telefonemas, etc. Vergonhosa, no caso, foi a atitude covarde do Brasil, que negou o pedido de asilo feito por Snowden. Mostra bem como a presidenta Dilma Rousseff (PT) e o chanceler Patriota não nos representam e não passam de duas figuras menores, mesquinhas e pusilânimes, incapazes de contrariar os EUA e de defender a verdade, a ética e a justiça. Com uma política internacional dessas, o Brasil não tem razão de ser aceito e não merece uma cadeira cativa no Conselho de Segurança da ONU.

 

Renato Khair renatokhair@uol.com.br

São Paulo

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ARMA BIOLÓGICA

Edward Snowden é o perfeito idiota, que virou celebridade, nas oligarquias aliadas de terroristas: Brasil com o mensaleiro Lula, Venezuela com o fantasma de Chávez, Rússia com o czar Pútin e Bolívia com o narcoíndio Evo. Obama, certamente ficou horrorizado quando viu no servidor espião da NSA, a corrupção endêmica no Brasil e também ficou curioso com os Marimbondos de Fogo de José Sarney.

 

José Francisco Peres França josefranciscof@uol.com.br

Espírito Santo do Pinhal

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INVEJA

Ariel Castro, o sequestrador de três mulheres preso em maio deste ano, na cidade de Cleveland nos Estados Unidos, foi condenado nesta quinta-feira à prisão perpétua com adicional de mil anos de prisão. Se o fato tivesse ocorrido por aqui, o senhor Castro levaria dez anos para ser condenado a 30 e depois de meia dúzia estaria solto...

Victor Germano Pereira victorgermano@uol.com.br

São Paulo

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