Fórum dos Leitores

ANARQUIA NAS RUAS

O Estado de S.Paulo

05 Agosto 2013 | 02h05

Passeatas desmoralizadas

Grupelhos (de desocupados?) estão desmoralizando as justas passeatas de junho ao proclamarem razões ridículas. E prejudicando a vida de milhares de paulistanos, além de cometerem atos criminosos de vandalismo. Chega de contemporizar.

ANDRÉ C. FROHNKNECHT

anchar.fro@hotmail.com

São Paulo

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Baderna sem razão

As razões alegadas nos manifestos dos últimos dias apresentam-se fracas, desmotivadas e sem apelo popular. Sem contar que, ainda que fossem arrazoadas, 200 pessoas não têm o direito de prejudicar milhares de outras que voltam para casa após um dia de trabalho. Aliás, esses "manifestantes" trabalham, recolhem impostos, são cidadãos?

JOÃO MENON

joaomenon42@gmail.com

São Paulo

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Repulsa e desinteresse

Não só a violência causa repulsa, como as "reivindicações carimbadas" não têm apoio popular. Prova é que, como li no Estadão, quando pediam às pessoas nas ruas e nos carros que aderissem, ninguém manifestou interesse. Em tempo: sou solidário ao Amarildo e à família dele.

ALFRED DI LUCCA BERTOL JR.

São Paulo

Black Blocs

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Afinal, quais seriam os reais objetivos desses mascarados do Black Bloc que estão em ação nas ruas, causando destruição em tudo o que os rodeia? Quem são esses fulanos que precisam esconder-se atrás de máscaras negras e balaclavas para protestar, sem nenhuma proposta construtiva? A palavra de ordem dessa turba é destruir governos, as instituições, a liberdade de imprensa, entre outras, mas não sabem o que querem pôr no lugar. Há que descobrir a mando de quem estão agindo. O Ministério Público e a Polícia Federal precisam investigar, uma vez que se trata de um movimento que age em desconformidade com a Constituição e a democracia, deixando a população em polvorosa e causando grande prejuízo a bens público e particulares. O que estão esperando para agir? Quem está por trás, comandando essa baderna, que tem nome, mas não tem coragem de aparecer de cara limpa?

LEILA E. LEITÃO

São Paulo

Agitadores manipulados

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Vergonhosa a foto, na capa do Estadão de 31/7, em que um manifestante encapuzado e armado de martelo destrói um veículo numa concessionária. A revolta do meliante só pode ser por não ter um veículo daqueles! Pois de políticas essas manifestações não têm nada. Está na hora de a polícia impor a ordem. De os magistrados tomarem atitudes. E de os legisladores acabarem com a fiança para crimes contra o patrimônio público e privado. Chega de impunidade.

JOÃO HELOU

helouhelou@gmail.com

São Paulo

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Reação à revolta popular

Só não vê quem não quer. O vandalismo tanto em São Paulo como no Rio de Janeiro é obra do PT. Os petistas perderam o bonde das manifestações, foram expulsos dos protestos verdadeiros, os de junho. E a reação está aí: o vandalismo é orquestrado pela guerrilha do PT. É a maneira que os lullistas acharam para descredenciar a revolta da população com o status quo. Só isso.

GERALDO ROBERTO BANASKIWITZ

geraldo.banas@gmail.com

São Bento do Sapucaí

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Movimentos dirigidos

Está fácil compreender os movimentos de vândalos no Rio e em São Paulo. No Rio, o governador Sérgio Cabral está apoiando um candidato que não é do gosto do PT e em São Paulo, por óbvias razões, querem impedir a reeleição de Geraldo Alckmin. Esmiuçando a fundo esses vândalos descobriremos que muitos têm carteira partidária. Esses vândalos diferem totalmente dos movimentos sociais de junho, em que tanto estudantes como trabalhadores cobravam das autoridades mais educação, saúde, transporte, saneamento básico, redução da corrupção e eliminação da impunidade, além das principais reformas de que o País tanto necessita para sairmos do atoleiro que enfrentamos.

ANIBAL V. FILLIP

aniverofil@uol.com.br

Santos

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Catástrofes à vista

O quebra-quebra vai continuar. E vai piorar. O atrevimento dos políticos juntamente com a falta de respeito à população fatalmente nos levarão a acontecimentos catastróficos.

IVAN BERTAZZO

ivan.bertazzo@gmail.com

São Paulo

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Sintomático

Recebi e-mail informando que o Movimento Passe Livre (MPL) volta às ruas no dia 14 contra o propinoduto tucano (Brasil de Fato). O intrigante é que nesse dia o Supremo Tribunal Federal retoma a análise dos mensaleiros. É muita coincidência ou também já cooptaram o MPL?

TANIA TAVARES

taniatma@hotmail.com

São Paulo

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IDH DE SÃO CAETANO

Qual é o segredo?

São Caetano do Sul (SP) é o melhor município brasileiro para viver. Seus indicadores socioeconômicos são os melhores do País. Mas qual o segredo de tamanho sucesso entre mais de 5.500 municípios? Talvez a resposta esteja nas urnas: os eleitores de São Caetano jamais elegeram um prefeito petista e a sua Câmara Municipal conta com apenas um vereador do PT. Pode haver outras explicações, mas esta tem de ser considerada.

MAURÍCIO RODRIGUES DE SOUZA

mauriciorodsouza@globo.com

São Paulo

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PEDÁGIO

Eixos suspensos

Parabéns à Justiça por ter barrado a cobrança de pedágio por eixos suspensos de caminhões (2/8, A19). Já temos no Estado de São Paulo os pedágios mais caros do mundo. Nos poupe, né, governador?

ROGÉRIO PROENÇA RIBEIRO

roger_fani@hotmail.com

Araras

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TRAPALHADAS

Quem ri por último...

Cansei de ler que os srs. Sérgio Cabral, Eduardo Paes (prefeito da cidade do Rio de Janeiro) e Eike Batista diziam aos quatro ventos, quando tudo parecia dar certo para eles, que queriam ver a cara da "paulistada". O mundo gira, o tempo é o senhor da razão e eu, como paulistano da gema, não consigo parar de rir das presepadas que esses três patetas fazem diariamente. Quem ri por último ri melhor.

JOSÉ ANTONIO BRAZ SOLA

jose.sola@globomail.com

São Paulo

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A ESCOLHA DE LULA

Bela indicação de Lula para concorrer ao governo do Estado de São Paulo: o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Que argumentos usará Padilha durante a campanha para justificar a maior taxa de mortalidade de pacientes com gripe A no Brasil, justamente aqui, em São Paulo? E se, como médico e ministro, falhou numa simples campanha de vacinação, que dirá como governador do mais rico estado do Brasil? E se, como médico, acha normal estudantes de Medicina darem plantão em hospitais do Sistema Único de Saúde (SUS) – que nem hospitais-escola são –, podendo os mesmos até serem acusados de prática de charlatanismo por não terem ainda diploma, então que dirá quando Padilha atuar numa área para a qual não tem formação?  Lá vamos nós embarcar em outra barca furada das indicações de Lula?

Mara Montezuma Assaf montezuma.scriba@gmail.com

São Paulo

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MANDA QUEM PODE...

Lula definiu, ao lado de outros petistas da cúpula do partido, a candidatura do ministro Alexandre Padilha (Saúde) para o governo paulista no ano que vem. Tem acontecido sempre: Lula decide e os demais concordam. Foi assim com Dilma, foi assim com Fernando Haddad. Manda quem pode, obedece quem tem juízo. Este é o partido que decide democraticamente, com base em prévias, como apregoam aos sete ventos. Alguém ainda acredita nisso?

 

Eliana França Leme efleme@terra.com.br

São Paulo

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AFIANDO A MEMÓRIA PARA 2014

O ex-presidente Lula escolheu Padilha, “ministro da Saúde”, como candidato pelo PT ao governo de São Paulo. Para Lula, muito mais que vencer, virou ponto de honra, porque aqui ele próprio nunca ganhou eleição. Nem para presidente! Ótima escolha, porque não tem um nordestino (que são milhões) que more no Estado de São Paulo que não conheça a deterioração da saúde pública brasileira em seus Estados de origem, onde familiares quase sempre recorrem aos hospitais paulistas para se tratar. Os investimentos nesta área nos últimos dez anos falam por si. Foram anos de descaso no País, com falta de hospitais aparelhados suficientes para salvar vidas. Na realidade não há falta de médicos, e sim investimentos. Isso será devidamente lembrado em campanha. A única coisa que ele terá para se defender em campanha serão esses capengas médicos importados arregimentados a toque de caixa. Quando souberem que a saúde pública brasileira foi administrada pelo “excelente” petralha apresentado por Lula, nos últimos oito anos, responderemos com o voto pelo descaso pelo Brasil afora. Que venha Padilha!

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

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NEÓFITO

Lula, o iluminador de postes, indicou Alexandre Padilha para concorrer ao governo de São Paulo, só que desta vez ele está na sombra, e talvez a luz não brilhe com tanta intensidade. Até lá, os eleitores vão poder avaliar as maravilhas do governo Fernando Haddad, que não é mais perdido por falta de espaço. O prefeito de São Paulo esqueceu suas promessas de campanha e acena com o aumento do rodízio, assunto indigesto para os paulistanos. A conferir mais adiante. Voltando à indicação do ministro da Saúde, Padilha, para governar o Estado, nada contra o cidadão em questão, mas totalmente contra um neófito que nada entende de gestão querer governar um Estado com imensos problemas. O desafio do governador paulista não é somente tomar mais um Estado para o partido. O Estado tem uma das piores avaliações na educação, a criminalidade triplicou e a saúde está doente faz tempo ­– transporte, segurança, habitação tudo um caos. O PT quer São Paulo para quê? No governo federal, não melhorou a educação em nível nacional, não melhorou o sistema prisional, não melhorou a saúde que, segundo Lula, em 2006, beirava à perfeição, só que os bambambãs se tratam no Sírio-Libanês. A despeito de todas essas dificuldades, ainda temos a falta de palavra dos candidatos, que antes de entrar prometem o céu, depois que ganham nos dão o inferno. É isso que vivemos no Brasil, o grito das ruas não deixa dúvidas.  

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo

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MAIS UM POSTE

Por favor, mais um “poste” para ser aceso por Lula aqui em São Paulo, não! Padilha não é paulistano ou paulista, portanto, vá se candidatar em seu Estado e use sua luz própria, se é que a tem!

 

Leila E. Leitão

São Paulo

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DILMA DESCOBRIU SP

É impressionante como surtiram efeitos as “cacetadas” que os políticos receberam quando das grandes manifestações de junho. Até o Senado Federal está trabalhando. Dona Dilma, que parece ter descoberto a cidade de São Paulo alguns dias atrás, declarou em alto e bom som o seguinte: “Como é possível ter uma cidade do tamanho de São Paulo sem metrô? Somos talvez a maior cidade do mundo com o menor sistema de metrô – temos que enfrentar esse desafio”. Cá entre nós, é como se ela jamais tivesse ouvido falar da maior metrópole do País e de seus cruciais problemas. Para tanto, está mandado para a Prefeitura uma “montanha” de dinheiro que irá resolver todos os nossos problemas – e acredite nisso quem quiser. É muita desfaçatez dessa gente que já está no poder há tantos anos.

José Marques seuqram.esoj@bol.com.br

São Paulo

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TRANSPORTE E SAÚDE

Como nunca pensou nas estruturas básicas, agora só falta nosso iluminado governo querer resolver o problema do transporte público contratando “motoristas” e “cobradores”, como fez na saúde com “mais médicos”.

Nestor Brunelli nestor@galeazimetais.com.br

São Paulo

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MAIS METRÔ

O transporte coletivo tem de ser universal e cômodo para substituir o ainda necessário transporte individual. O único transporte público de qualidade disponível é o do contrafluxo – que não está ocioso como pretende a burocracia reinante. Além de corredores e faixas de ônibus eficientes (A3, 28/7), a cidade necessita atualmente de no mínimo 500 km de rede de metrô, objetivo dificultado pelo superfaturamento de 30% dos trens ocorrido nos últimos 20 anos (A26, 28/7). A Cidade do México já tem 250 km de metrô, e nós só 70 km! Quando os nossos políticos e administradores urbanos cumprirão com a sua obrigação de fazer e proporcionar transporte público de qualidade ao paulistano?

Suely Mandelbaum suely.m@terra.com.br

São Paulo

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‘SOLUÇÃO ENGANADORA’

A imprensa é força vital para repensar o “modus operandi” das instituições brasileiras, com o escopo de melhorar a eficácia do funcionamento geral em prol da sociedade. Nesse sentido, é intolerável o editorial “Solução enganadora”, do “Estado” (28/7, A3), que praticamente exime de responsabilidade o governo estadual de São Paulo na questão crucial da mobilidade urbana no parágrafo “como a expansão do Metrô exige tempo, a curto prazo só se pode fazer alguma coisa para melhorar o trânsito e o sistema de ônibus”. Ora, desde 2005 pelo menos ouve-se falar sobre o plano de expansão da rede metroferroviária em campanhas publicitárias e por ocasião das três últimas eleições majoritárias. Desde então, além do marketing, nada foi feito de concreto. Nesse prazo de oito anos, se a gestão estadual que está nas mãos da mesma força política mandatária em todo esse período houvesse sido mais eficaz, deveríamos não só ter concluído as obras que já estavam em andamento naquela ocasião e que ainda estão capengando, como as linhas 5 (lilás), 4 (amarela) e 2 (verde), como já deveríamos estar com outras obras em andamento simultâneo: prioritárias são as linhas 19 (celeste), 6 (laranja) e 20 (rosa) e a extensão da linha 2 (verde), de Vila Prudente a Dutra (Guarulhos). Já passou da hora de fazer um acompanhamento ostensivo do cumprimento de cronograma de obras e planejamento, ou exigindo que se estabeleçam planos e cronogramas quando não existirem. Se a imprensa não cumprir esse papel, de que ela serve para a sociedade?

 

Airton Reis Júnior areisjr@uol.com.br

Guarulhos

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VARINHA MÁGICA

 

Dilma, buscando solucionar os problemas brasileiros, leia-se, melhorar seu índice de popularidade que caiu drasticamente após as manifestações populares ocorridas durante a Copa das Confederações, resolveu governar o País usando uma varinha mágica. E toda semana solta uma pérola e vira piada na imprensa: constituinte específica para reforma política, plebiscito para reforma política, acréscimo de dois anos no curso de Medicina com dedicação compulsória no SUS, ideias essas que nasceram com o umbigo roxo e já foram enterradas. Mas, para não perder espaço na mídia, a nova piada é: tirar os investimentos em mobilidade urbana do cálculo do endividamento de Estados e municípios. Essa medida “sensacional” (por que será que os ex-presidentes não pensaram nisso antes?) irá repercutir negativamente junto ao mercado, para desespero do ministro da Fazenda, Guido Mantega (atualmente sua profissão é bombeiro), pois mais uma vez o governo federal está passando a ideia de relaxamento da política fiscal, usando novamente uma maquiagem para, digamos, acomodar os números. Será que foi isso que Dilma aprendeu em seu curso de Economia, nas aulas de contabilidade: usar varinha mágica? Como pode alguém tão incompetente, ser eleita presidente do Brasil? Volta, FHC.

 

Maria Carmen Del Bel Tunes carmen_tunes@yahoo.com.br

Americana

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A LRF EM RISCO

Pelo andar da carruagem, tendo como norte a mobilização da presidente pela busca de uma solução jurídica que tire os investimentos em mobilidade urbana do cálculo do endividamento de Estados e municípios (“Estado”, A4, 2/8), a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) está com seus dias contados. A bronca e a inveja que a turba que está hoje no “pudê” tem de FHC – e obviamente da disparidade intelectual entre as equipes dele, FHC, e os bagulhos que Dilma/Lula (uai! ela mesma disse que ele ainda não saiu!) têm em mãos – é tamanha, que os marxistas/leninistas, comunistas obsoletos e, “last but not least”, petistas e sindicalistas pelegos não se darão por satisfeitos enquanto sobrar, qualquer que seja, um único vestígio do Plano Real.  Eis porque cai em todo o Brasil a confiança na Presidência: é muita ignorância para um só Palácio do Planalto!

 

João Guilherme Ortolan guiortolan@gmail.com

Bauru

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CASO SIEMENS

Se foi a Siemens que tomou a iniciativa de se autodenunciar na formação de cartel para fornecimento ao Metrô, como é que o Conselho Administrativo de Defesa Econômica  (Cade) possa ser o detrator ou o vazador da informação? O esquema foi tão bem montado que a Siemens soube por antecipação que a bomba ia explodir e talvez alguém do próprio Cade deu a informação à Siemens e aí deu no que deu. A multinacional alemã tomou a iniciativa.

José Piacsek Neto bubanetopiacsek@gmail.com

Avanhandava

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HONESTIDADE INTELECTUAL

No mínimo um governante deveria ter honestidade intelectual. Não é o que a nossa governanta (para rimar com presidenta, como ela quer) mostra com seus últimos novos projetos que não funcionaram ou não irão funcionar. Exemplos como a constituinte e o plebiscito que ela quis propor, o programa Mais Médicos, programas estes idealizados às pressas sabe Deus por quem e que não são factíveis por inúmeras razões. Suas falas são sempre recheadas de absurdos como aquela sobre como se faz o diabo para ganhar eleições e a última sobre Lula nunca ter saído da presidência, coisas que todo mundo já sabia. Agora ela vem a São Paulo para ajudar o prefeito que parece mais perdido que cego em tiroteio. Promete um dinheiro ainda não explicado como chegará à cidade e que custará juros, não é uma dádiva como quis fazer crer, fazendo um discurso inaceitável porque cheio de inverdades. e recheado de intenções políticas e eleitorais. Todos aqui sabem que nosso metrô só não tem mais linhas e quilômetros porque a ajuda que temos do governo federal é ínfima. Ao ponto de se ver a ajuda do governo federal via PAC de R$ 1,2 bilhão em um percurso mísero com 2 estações em Fortaleza! Mas como São Paulo não é governado por aliados tudo fica dificultado. Se quer mesmo ajudar São Paulo, que dê ouvidos aos pedidos do governador e pare de ainda falar no impensável trem-bala.

 

Maria Tereza Murray terezamurray@hotmail.com

São Paulo

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GOVERNO DE ACHISMOS

Nota-se o quanto o governo se baseia em ideias e achismos sem fundamento. O 'Programa Mais Médicos vimos que foi só mais um palpite, e que as más decisões causam um grandes desconforto na Nação inteira e no final voltam atrás nas decisões. Outro grande exemplo: a desoneração de tributos das industrias e empresas. O governo achou que reduzindo os custos (IPI, energia elétrica, e o INSS da folha de pessoal) das indústrias e empresas, as mesmas reduziriam os preços finais para o consumidor, e ainda sobraria uma “beira” para aumentar um pouquinho o combustível (custo frete). Isso tudo deu margem somente para as empresas aumentarem os seus lucros e quem conhece Macroeconomia sabe o que acontece.

Edmar Francis edmarfrancis@gmail.com

Silvânia (GO)

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ILUSIONISMO

Dilma Rousseff sanciona lei que dispõe sobre atendimento obrigatório em hospitais do Serviço Único de Saúde (SUS) a vítimas de violência sexual. Ótimo, presidente, agora só falta construir hospitais, equipá-los adequadamente, aumentar o número de médicos, dar-lhes condições de trabalhar e remunerá-los decentemente. Quem sabe isso possa ocorrer antes do Brasil sediar a próxima Copa e Olimpíada, não é?

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

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MUITA COISA ERRADA

A constatação de que Organizações Sociais recebem verbas suficientes para pagar 1.286 médicos em São Paulo que efetivamente não existem é uma acusação muito grave. Que coloca em dúvida o papel de tais organizações. E levanta outra questão, ou seja, o problema da saúde não depende apenas de verbas públicas, mas de sua aplicação com a devida lisura. Como se nota, tem muita coisa errada nessa área tão importante.

Uriel Villas Boas urielvillasboas@yahoo.com.br

Santos

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CREDIBILIDADE DAS INSTITUIÇÕES

Pesquisas como a do Índice de Confiança Social, publicada pelo “Estadão” em 2/8, são muito importantes para que as instituições vejam a quantas anda a sua credibilidade junto à população. Espero que o vergonhoso último lugar (25%), leve os políticos a pararem de brincar de democracia, já que as forças armadas certamente repararam no honroso terceiro lugar (67%, só atrás dos bombeiros, que também são militares e das igrejas que na minha opinião não deveriam ter alcançado o segundo lugar. Sendo assim, não se admirem os políticos se, de uma hora para a outra, a população abraçar um golpe militar. Seria apenas o golpe fatal na democracia, pois ela já vem sendo golpeada e maltratada pelos políticos há muitos anos. Aliás, uma pesquisa sobre isso, poderia ajudar os políticos a criarem juízo.  

João Carlos A. Melo jca.melo@yahoo.com.br

São Paulo

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ÍNDICE DE CONFIANÇA SOCIAL

Após os protestos juninos das ruas, pesquisa nacional do Ibope – Índice de Confiança Social – revelou a queda generalizada de prestígio de 18 instituições brasileiras junto à opinião pública. O destaque que mais chama a atenção é a erosão e sangria de confiança na presidência da República, que perdeu 21 pontos em apenas 1 ano (!), três vezes mais do que a média do total de instituições pesquisadas (de 63% para 42%,queda de 33%!). Em 2010, era a 3ª mais confiável; hoje, é a 11ª! Nota vermelha para o governo vermelho.

 

J. S. Decol  decoljs@globo.com

São Paulo

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CRISE INSTITUCIONAL

Segundo um conceito sedimentado no campo do direito e das ciências sociais, “instituição” é a empresa que nasce e dura no meio social. Conforme divulgado pelo “O Estado de S. Paulo”, as instituições brasileiras, sem exceção, despencam no sentimento de credibilidade das pessoas; essa crise na relação entre o ser humano e o todo da sociedade em que vive causa uma séria preocupação, análoga à das famílias em que os jovens se desgarram e seus destinos passam a ser uma incógnita. Se as instituições não duram mais no seio do povo, o que vai desde a Presidência da República até o antes respeitadíssimo corpo de bombeiros, é preciso rever, mudar, corrigir erros, aperfeiçoar, para recuperar o que não poderia ter sido tão desgastado, por causas, algumas óbvias, outras ainda a serem mais bem identificadas. Mas um Estado pesado, burocrático e pouco operante é uma resposta-síntese incontestável, que revela – mais grave ainda – desconfiança nos entes organizados até mesmo nos espaços não estatais e à própria imprensa. Uma cisão na polis que exige resolutas intervenções dos responsáveis pelos órgãos de representação e das atividades públicas, que permitam prontos esclarecimentos positivos dos formadores de opiniões.

 

Amadeu R. Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

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A CONFIANÇA POPULAR

 

O índice de confiabilidade da presidenta Dilma caiu, na tabela específica, de 54 para 47, nível nunca atingido por ela ou sucessores em largo espaço de tempo (Ibope), da mesma forma que caiu sensivelmente a queda de confiança da população nas instituições de modo geral, inclusive Bombeiros. Os políticos, os maus governos, a corrupção e os desencontros entre as necessidades populares e as ações governamentais é que levaram à situação atual, colocando o povo em verdadeira oposição contra as forças governamentais deste país. O grande filósofo inglês Bertrand Russel fala em “renovação ética de valores”, como forma de recompor os Estados e situações similares aos ocorrentes no País. E é, na verdade, o quanto desejam todos os segmentos sociais da Nação. Mas não querem entender e nem dar ouvidos aos desejos populares, embora saibam que as urnas irão refletir os anseios da população. Talvez desejem ver para crer!

José Carlos de Carvalho Carneiro carneirojc@ig.com.br

Rio Claro

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PROTESTO

Caro leitor, você tem alguma dúvida de que a queda da credibilidade nas instituições brasileiras está diretamente ligada aos políticos corruptos, verdadeiros bandidos que estão instalados em todas as esferas de governo? Vote nulo, vamos dar uma lição nesses excrementos da sociedade no próximo pleito.

José Roberto Iglesias rzeiglesias@gmail.com

São Paulo

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O MELHOR E O PIOR NEGÓCIO DO MUNDO

John Davison Rockefeller cunhou uma famosa frase, ao dizer que “o melhor negócio do mundo era uma empresa de petróleo bem administrada, e o segundo melhor uma empresa de petróleo mal administrada”.  Se vivo ainda fosse, complementaria sua célebre frase dizendo que o pior negócio do mundo é uma empresa de petróleo administrada por sindicalistas ligados ao PT. A defasagem de preço dos combustíveis está no maior nível de toda a gestão Graça Foster na Petrobrás: no padrão internacional a gasolina está cerca de 25% e o diesel, 22% mais caros do que o vendido no Brasil, o que apaga o efeitos dos reajustes de preço conduzidos no início do ano, e escancara a peculiaridade da PeTrobras que perde dinheiro com a alta do petróleo.  Deve ser a única companhia no mundo com essas característica, mesmo com os artifícios contábeis introduzidos para amenizar os efeitos da desvalorização cambial no seu balanço. Isso sem mencionar os fabulosos investimentos da Petrobrás, como na Refinaria de Pasadena (EUA), nas parcerias com Hugo Chávez para a Refinaria do Nordeste, no programa de desinvestimento e nas operações obscuras com o Eike Batista que deveriam ser investigadas pelo Ministério Público.

Claudio Juchem, acionista (no prejuízo) da Petrobrás cjuchem@gmail.com

São Paulo

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QUERO SALVAR O BRASIL

 

Se eu conseguir 20 pessoas para bancar um advogado e sair pelo o País exigindo do Ministério Público que entre com ações contra o mau uso do recursos públicos, como transposição do São Francisco, Refinaria Abreu Lima e diversos hospitais públicos como os de Natal, salvaríamos este país.

Odomires Mendes de Paula odomires@abrampe.com.br

Uberlândia (MG)

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PETROBRÁS FAZENDO ESTRAGOS

O anuncio do déficit da balança comercial de US$ 4,9 bilhões entre janeiro a julho de 2013, tem um grande culpado: o governo petista.  Primeiro porque incentivou o consumo de combustíveis, não reajustando seus preços por vários anos!  E em segundo lugar, porque a Petrobrás mal administrada desde a posse de Lula, perdeu sua capacidade de investir, a produção caiu, e sem a conclusão das obras das prometidas novas refinarias, estamos importando gasolina como nunca antes na história deste País. E como a dita, e demagogicamente comemorada auto-suficiência na extração de petróleo não se consumou, configurando-se em mais um blefe petista, hoje amargamos mais este déficit comercial. Não tivesse a Petrobrás perdido sua outrora competente forma de administrar, mantendo no mínimo o volume anterior mais vigoroso de exportações de petróleo, hoje no lugar do déficit de US$ 4,9 bilhões, o saldo seria positivo em US$ 10,5 bilhões. Este é um resultado mais que esperado infelizmente! Porque este governo é estatizante, lento nas suas decisões, e sem interesse de nomear dirigentes capazes nestas estatais de vital importância para economia brasileira! A não ser premiar com altos cargos no Executivo, para camaradas e aliados sem nenhuma qualificação profissional.

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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A FARSA DO PRÉ-SAL

Países subdesenvolvidos ou do Terceiro Mundo são chamados de emergentes na atualidade, assim como matérias-primas se transformaram em “commodities”; as denominações foram modernizadas, mas as características permanecem as mesmas: são países exportadores de matérias-primas e importadores de know-how (tecnologia) devido à sua baixa industrialização, principalmente do setor secundário de base, os chamados bens de produção. O Brasil, apesar do seu significativo desenvolvimento industrial, ainda é um país que depende largamente da importação de manufaturas dos mercados globalizados e dos preços impostos por estes, ou seja, nossa economia continua dependente dos “imperialistas” do Primeiro Mundo. Ora, se o PT fosse nacionalista e patriota, como sempre se proclamou e depois de 11 anos no poder, não apenas tentaria mudar esse quadro, como também jamais acabaria com o nosso monopólio petrolífero, principal commodity de nossas exportações e que era mantido pela Petrobrás, decretando sua falência. Essa quebra se deu através da farsa do pré-sal. A história é pouco conhecida, mas nem um pouco original na maneira tradicional de o PT fazer política: a criação de factoides mistificadores, principalmente quando seu reinado está em perigo e que vão minando a economia pela incompetência de gestão. O pré-sal, aqui, foi descoberto em 1974 no governo militar e foi mapeado por Itamar Franco, mas só no governo de FHC foi declarado inviável para ser explorado, pois, se fosse possível, seriam necessários maquinários de que não dispomos e altíssimos investimentos. Aí então apareceu Lula, que, com o governo desacreditado e em queda, ancorou-se na fábula do pré-sal como se fosse o seu descobridor, através do qual solucionaria os problemas existentes no País. Lula solucionou só o seu problema, conseguindo enganar grande parte da população e dando início ao fim da Petrobrás, que perdeu cerca de US$ 210 bilhões, obrigando-nos a mudar nosso “status quo” de grande produtor a grande importador de combustíveis, inclusive álcool de milho dos EUA. Pergunto-me se todos os estados que brigam pela “sua parte” para a educação, outro engodo, sabem da mentira ou são coniventes com a mesma. O grande nacionalismo de Lula, Dilma, o PT e seus aliados é esse que desfilam nas reuniões do Foro de São Paulo: entregar o Brasil à sanha dos regimes ditatoriais bolivarianos que pululam na América do Sul, entregando a eles nosso ouro e nossa gente!

Carmela Tassi Chaves tassichaves@yahoo.com.br

São Paulo

 

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AINDA EIKE BATISTA

Senhor Eike Batista enviou, na semana passada, à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) proposta de acordo para tentar encerrar sem julgamento um processo que apura irregularidades de administradores da LLX, braço de logística do Grupo EBX. Pois então, sr. Eike Batista, seria isso uma confissão de culpa?

Arnaldo de Almeida Dotoli arnalçdodotoli@hotmail.com

São Paulo

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EIKE X CVM – A LUTA DO ANO?

Sonho lindo ver a CVM peitar o Mr. “X” e seguir com o processo de apuração da verdade sobre os bastidores da LLX. Mas acho que essas coisas só acontecem nos filmes da Disney...

Ana Rita Fernandes Meirelles anarita.meirelles@gmail.com

São Paulo

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ECONOMIA – A CONTA CHEGOU

Os índices anêmicos de nossa economia, em que se destaca o déficit comercial recorde na história, é, ao lado dos protestos de rua, os grandes assuntos de toda a mídia entre nós. Apesar de termos resistido bravamente à crise globalizada sistêmica do neoliberalismo financeiro, parece que a conta chegou. Urge que encontremos soluções factíveis para solucionar tais realidades, pois não nos faltam condições estruturais e potencial de ordem natural para superamos tais impasses.

José de Anchieta Nobre de Almeida josedalmeida@globo.com

Rio de Janeiro

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IMPOSTO SOBRE DISPENSA

Com o veto da presidente Dilma sobre a extinção da multa adicional de 10% sobre o saldo do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) no caso de dispensa sem justa causa, praticamente está se impondo um tributo sobre a dispensa de empregados. Essa multa foi instituída para cobrir o rombo provocado pela reposição de correção monetária sobre saldos do FGTS congelados nos vários planos econômicos de estabilização monetária, determinadas pelo Poder Judiciário. Coberto o rombo, o Congresso Nacional aprovou Lei que extingue a obrigação, mas o governo não concorda e justifica por precisar dos recursos de R$ 3 bilhões anuais para financiar o programa de Minha Casa, Minha Vida. A meu ver trata-se de uma desculpa muito fraca porque o FGTS dispõe de recursos aplicados em títulos do Tesouro Nacional. Em 31/12/2011 esse montante atingia cerca de R$ 90 bilhões, num ativo total de R$ 174 bilhões. O balanço de 31/12/2012 ainda não foi divulgado. Suponho que uma das razões para manter tais aplicações no Tesouro seja para garantir equilíbrio de rentabilidade nas contas do Fundo. O veto deverá ser apreciado no próximo mês e a esperança é de que os parlamentares mantenham a lei aprovada. Caso contrário está-se aumentando a desastrosa estrutura tributária brasileira. É oportuno constatar que a multa normal de 40% devida nas dispensas sem justa causa não ilide a ocorrência. Anualmente quase a metade dos empregados é demitida sem justa causa, recebendo o saldo do FGTS, a multa e ainda o seguro de desemprego. Eu desconfio que na maioria se trate de um acordo entre empregados e em pregadores devido ao confisco que ocorre no FGTS. O confisco dos recursos dos trabalhadores ocorre pelo fato de aplicar uma correção monetária fictícia chamada de Taxa de Referência (TR). Para quem não se lembra a TR foi criada no Plano Collor II para ser o principal índice brasileiro – uma taxa básica referencial dos juros a serem praticados no mês vigente e que não refletissem a inflação do mês anterior.

Helio Mazzolli mazzolli@terra.com.br

Criciúma (SC)

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PASSOS DE TARTARUGA

A menos de um ano da Copa de 2014, metade das obras programadas para os aeroportos que servirão à competição a partir de junho engatinha ou nem começou. Dez obras não alcançaram 30% da execução. A lentidão afeta sobretudo capitais que sediarão o evento: Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Cuiabá, Fortaleza, Curitiba e Natal. Só cabe uma simples e elementar pergunta: Quem irá pagar essa conta? Os otários brasileiros, claro.

 

Asdrubal Gobenati asdrubal.gobenati@bol.com.br

Rio de Janeiro

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ALEGRIA

O ministro do Esporte, Aldo Rebelo, afirmou que “o maior legado que a Copa deixará é a alegria do povo”. Que alegria besta é essa, se ele não tem segurança, saúde, transporte, educação, etc.?

Celso Fleury Moraes celsofleury@r7.com

Santa Cruz do Rio Pardo

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BRASIL, IMPROVISO E ESQUECIMENTO

 

No dia 27, completou seis meses a tragédia da Boate Kiss, de Santa Maria (RS), com 242 mostos e 116 feridos. Do episódio, além dos inquéritos de praxe, surgiram CPIs, pronunciamentos técnicos e, principalmente, a constatação de que, em todo o território nacional, existiam milhares de outros estabelecimentos e repartições que recebiam grande afluência de público e não atendiam às normas de segurança. Como de hábito, o tema freqüentou o noticiário durante algumas semanas e, a partir de então, não se fala mais disso. Teriam todos os irregulares adotado as providências ou, simples e comodamente, deixado tudo como estava, à espera da próxima catástrofe? Governantes e órgãos de fiscalização devem uma explicação à comunidade. Precisam, sem demora, dizer à população local o que têm feito para evitar a repetição daquelas cenas desastrosas. Os administradores públicos, além do seu dever de fiscalizar os estabelecimentos que funcionam sob sua licença, não podem ser negligentes ao ponto de exigir providências dos particulares e não as adotarem em relação aos prédios públicos. Muitas prefeituras, câmaras municipais, teatros e outros edifícios do governo foram encontrados, seis meses atrás, sem as condições de segurança exigidas pela lei. Será que isso mudou? A falta de continuidade tem sido uma constante. Todas as vezes que ocorre uma desgraça, aparecem os ladinos e omissos, governantes e políticos, prometendo socorro à população. Mas só prometem. Para o bem geral, as autoridades precisam agir com mais responsabilidade e dignidade.

Dirceu Cardoso Gonçalves aspomilpm@terra.com.br

São Paulo

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