Fórum dos Leitores

BANCO RURAL

O Estado de S.Paulo

06 Agosto 2013 | 02h15

Falcatruas e liquidação

O Banco Rural (rural só no nome) teve sua liquidação decretada pelo Banco Central (BC), na sexta-feira, como medida saneadora das falcatruas - dentre elas o famigerado mensalão - praticadas por seus inidôneos ex-dirigentes (18), cujos bens foram bloqueados. Esses diretores levaram o estabelecimento bancário a prejuízo de R$ 60 milhões no segundo semestre de 2012. Segundo reportagem do Estado (5/8, B7), no período de junho de 2012 a janeiro de 2013 o banco perdeu, também na gestão em causa, 26% dos seus ativos (R$ 1,6 bilhão) e 28% dos depósitos (R$ 900 milhões). A reportagem cita ainda outras causas para a liquidação, mas uma das principais, a meu ver, foi a derrama de dinheiro público jogado nos bolsos dos nefastos mensaleiros. Será que essa liquidação não está sendo processada somente agora, e propositadamente, como uma advertência ao Supremo Tribunal Federal (STF) para que rejeite os recursos dos condenados na Ação Penal 470, com a finalidade maquiavélica de melhorar os índices de aprovação do governo Dilma Rousseff, em acentuada queda? Na política, os fins justificam os meios... Esperemos para ver!

ANTONIO BRANDILEONE

abrandileone@uol.com.br

Assis

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Mensaleiros

Chamado de "núcleo financeiro" do vergonhoso esquema do mensalão, o Banco Rural teve a sua liquidação decretada pelo BC. Na sequência, aguarda-se que seja igualmente decretada a "liquidação" - punição e detenção - dos mensaleiros. Sem mais delongas!

J. S. DECOL

decoljs@globo.com

São Paulo

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Quanta demora!

Mesmo com todas as provas irrefutáveis de íntimo envolvimento do Banco Rural no rumoroso escândalo do mensalão, com três ex-integrantes da cúpula já condenados pelo STF, é simplesmente inaceitável que o BC tenha demorado oito longos anos para decretar sua liquidação extrajudicial. Uma vergonha!

JOSÉ MARQUES

seuqram.esoj@bol.com.br

São Paulo

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REFORMA POLÍTICA

Dinheiro sem 'procedência'

Informa Dora Kramer (4/8, A6), sobre a comissão coordenada pelo deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP) referente à legislação eleitoral, que, a pretexto de "desburocratizar", (...) "os candidatos não serão mais responsáveis por crimes eleitorais cometidos durante as respectivas campanhas; a Justiça Eleitoral não pode mais checar as informações financeiras dadas pelos partidos, devendo se limitar a receber prestação de contas e verificar se os aspectos formais estão de acordo". Coisas como se o carimbo está bem no lugar ou se a tinta do carimbo está na cor devida. Essas medidas têm o propósito perceptível de se poder usar dinheiro de fontes escusas, ou mal havido. De forma semelhante à providência da presidente Cristina Kirchner, da Argentina, que emitiu documento concitando seus patrícios a expor seus dólares clandestinos à luz do dia, sem incorrerem em tributos, multas ou sanções. Seria a legalização da lavagem de dinheiro...

MARIO HELVIO MIOTTO

mhmiotto@ig.com.br

Piracicaba

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Me engana que eu gosto

Realmente os deputados não ouviram a mensagem das ruas. Em vez da ética, tomam rumo inverso. No Brasil, onde a corrupção e o desmando andam de mãos dadas, aliviar os controles nas eleições não é recomendável. E vem Cândido(?) Vaccarezza dizer que elas serão mais democráticas e transparentes... Antes os abusos eleitorais eram perdoados quando baixava a poeira na mídia, agora nem se vão dar ao trabalho de esperar.

SÉRGIO APARECIDO NARDELLI

sergio9@ig.com.br

São Paulo

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Esperar sentado

A reforma política tem de cortar gastos, eliminar privilégios e racionalizar a atividade do Congresso. Faz 20 anos que esperamos sua iniciativa propondo essa reforma, no entanto, se depender dele, esperemos sentados porque em pé cansa.

GUSTAVO GUIMARÃES DA VEIGA

gjgveiga@hotmail.com

São Paulo

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Partidos demais

A profusão de legendas partidárias, quase 30 siglas, confunde o eleitorado e recomenda, em prazo curto, a alteração do atual sistema. A fusão de partidos afins - trabalhistas, democratas e sociais - resultaria em três importantes grupos, abrangendo a maioria da opinião pública para a escolha dos candidatos.

ALCIDES BENJAMIN PORCARO

porcaro2010@hotmail.com

São Paulo

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FORO DE SÃO PAULO

Tropicália socialista

Eis que Lula, no Foro de São Paulo, reconhece que os partidos de esquerda "estão velhos, fazendo política da forma antiga". E questiona a esquerda sobre qual "esperança passamos" aos jovens. Ora, bastaria ir às ruas ver a insatisfação que estamos vivendo. E se lesse, verificaria em quaisquer indicadores os resultados da doutrina petista na bagunça econômica e no descrédito político, iniciados pelo próprio e continuados pela presidente Dilma. Aliás, seria interessante que, em vez de jogar a culpa sempre nos outros (leia-se EUA), o foro analisasse o porquê do que ocorre com os medíocres governos de esquerda na América Latina - levando a crer de que nosso ex-presidente e seus "cumpanheros" da tropicália socialista do século 21 vivem naquele planeta "quadrado", e não na Terra, que cismou de ser redonda (sic Lula).

MARIO COBUCCI JUNIOR

maritocobucci@uol.com.br

São Paulo

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Convescote

Gostaria de saber quem financia o caríssimo convescote denominado Foro de São Paulo, em sua 19.ª edição.

DIRCEU BERTIN

São Paulo

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CENSURA

Rui Falcão

O presidente nacional do PT, Rui Falcão, em discurso reeleitoreiro (para novo período no comando do seu partido), apresenta como uma das suas principais bandeiras o que chama de "democratização da mídia". Ora, a mídia está mais do que democratizada há tempo. O que o deputado quer, na verdade, e vem tocando nesse assunto reiteradamente, é o controle dos meios de comunicação, na medida em que nem ele nem seu partido conseguem suportar nenhum tipo de crítica. O que o deputado e o PT fazem de conta que não entendem é que a emissão de opiniões, favoráveis ou não, faz parte do saudável jogo democrático e qualquer tentativa de interferência nesse processo tem um nome: censura!

LUCIANO HARARY

lharary@hotmail.com

São Paulo

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CASO SIEMENS-METRÔ

Eu e muitos outros paulistas estamos curiosos quanto a este estranho caso envolvendo o Metrô e a empresa Siemens. O caso nos leva a perguntar: por que só agora, com o PT sem candidato de qualidade ao governo do Estado de São Paulo e também carregado de escândalos nesses mais de 12 anos de “presidência” do País, venham a pipocar na mídia denúncias envolvendo o Metrô paulistano e essa empresa alemã – que no mínimo deve estar levando hoje alguma vantagem, ou a terá amanhã? É necessário que se esclareça muito bem esse assunto, principalmente porque o escândalo coloca no meio desta carniça política o nome de um político já falecido em quem, creio eu, a maioria dos paulistas aprendeu a confiar: Mário Covas.

 

Laércio Zannini arsene@uol.com.br

São Paulo

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BOMBA

Caiu como uma bomba a notícia do pagamento de propinas, por parte da Siemens, a diretores do Metrô e da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), a fim de obter contratos com o governo de São Paulo. As reuniões, chamadas de “acordo de gigantes”, fraudavam as licitações e geravam contratos superfaturados. Os funcionários envolvidos não são “tucanos”. São abutres que devoram o erário paulista.

 

Arsonval Mazzucco Muniz arsonval.muniz@superig.com.br

São Paulo

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QUE HAJA TRANSPARÊNCIA

Pela extensa matéria publicada pelo “Estadão” em 3/8 (página A18), ficamos sabendo que, nos contratos de construção de linhas do Metrô em Brasília e, sobretudo, em São Paulo, empresas multinacionais e nacionais formaram um cartel e garfaram do erário quantia em torno de R$ 577 milhões. O caso foi confessado pela Siemens ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), órgão do Ministério da Justiça. Em troca, a empresa assinou um acordo de leniência, que pode contemplá-la com redução das penalidades a ela aplicáveis. Também o Ministério Público Estadual de São Paulo tem conhecimento de tais irregularidades. Eis de onde somem do orçamento as quantias que irão fazer falta a outras incumbências dos órgãos públicos. Se analisarmos somente sob o aspecto de que tais quantias desviadas do dinheiro público fizeram falta à saúde, à educação, à segurança pública e aos precatórios, podemos afirmar com certeza que se trata de crimes hediondos. Então a nós, que pagamos nossos impostos e com eles pagamos todos esses contratos, não nos interessa saber agora se o Cade está fazendo uso político do fato – e é claro que está –, mas sim determinar os nomes dos pilantras envolvidos e castigá-los exemplarmente, pois o crime que cometeram é hediondo. Cidadãos sucumbiram nas filas dos hospitais por causa do desvio dessa quantia, ou foram assassinados pela falta de segurança nas cidades, ou ainda faleceram antes de receber os precatórios que lhes era devido. Evidentemente, não se pode dizer “a priori” que os governadores e secretários estiveram diretamente envolvidos, como acusa a Siemens, mas como a existência da trapaça é indiscutível, faz-se imperiosa uma devassa completa nesses contratos e em seus respectivos editais, bem como nos contratos assinados posteriormente e seus respectivos adendos. Quanto às empresas envolvidas, bem-vindas às penas da Lei n.º 12.846, de 1/8/2013, ora promulgada pela presidente da República, para acabar exatamente com essas picaretagens. Cabe a nós, agora, impedirmos que os nossos congressistas derrubem os vetos da presidente a dispositivos introduzidos pelo Legislativo com o único intuito de quebrar o galho dos facínoras, todos eles de iniciativa da bancada do PMDB. Aliás, enquanto o PSDB e o PT se digladiam pelos meios de comunicação e fazem alianças ridículas com os partidos menores, a troco de um tempinho a mais no horário político, o PMDB reina de braçada há vários anos na política nacional, comandado pelos velhos coronéis de uma política retrógrada e desumana.

Gilberto Pacini benetazzos@bol.com.br

São Paulo

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NOVAS INFORMAÇÕES

Investigações iniciais já apontam um desvio de R$ 577 milhões dos cofres públicos para corromper políticos e servidores de alto escalão no governo paulista do PSDB desde Mário Covas até José Serra e o atual governador, Geraldo Alckmin. Já em 2008 havia suspeitas, porém o PSDB sempre barrou as CPIs na Assembleia Legislativa de São Paulo, e agora, com as novas informações, fundamentais, sobre a gravidade das fraudes, não deu mais para segurar e as investigações estão sendo conduzidas pela Polícia Federal em cooperação com o Cade. Finalmente o silêncio estarrecedor acabou e o “propinoduto tucano” veio à tona. Agora só nos restar aguardar o fim das investigações, pois é ledo engano pensar que somente o PT apronta na política brasileira.

Edgard Gobbi edgardgobbi@gmail.com

Campinas

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COMIDA REQUENTADA

Através do Google, podemos encontrar matérias publicadas em 2/9/2009 falando sobre a formação de cartel entre diversas empresas, como a Alston e a Siemens, para ganhar licitações em obras do Metrô, com pagamentos de subornos a políticos do PSDB, em São Paulo, e do DEM, em Brasília e na Bahia. Em 2009, o consultor (lobista) Arthur Gomes Teixeira teve os sigilos bancário e fiscal quebrados pela Justiça. Após quatro anos, novamente a mesma notícia volta à mídia brasileira, sem nenhuma novidade. Nenhum responsável está sendo processado. Daí podemos concluir que: faltam notícias para a mídia publicar; o Poder Judiciário do Brasil é muito incompetente; e o PSDB é muito mais esperto que o PT, pois, se o PT fosse competente, estando à frente do governo federal há dez anos, já teria colocado a Agência Brasileira de Informação (Abin), a Polícia Federal, o Ministério Público Federal e o Supremo Tribunal Federal (STF) para apurar os fatos e punir os responsáveis. Os brasileiros não querem apenas os petistas condenados no mensalão na cadeia, querem todos os corruptos presos, não importa o partido. Agora, se após quatro anos nada foi apurado, devo considerar o PSDB inocente e essas matérias, meramente políticas. A quem interessam esses boatos? Ao partido que quer porque quer eleger o terceiro poste. Eu continuarei firme em meu propósito de não votar em postes.

 

Maria Carmen Del Bel Tunes carmen_tunes@yahoo.com.br

Americana

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O TRABALHO DO MP

Nada melhor para a moralidade pública do que a atuação do Ministério Público (MP), insistindo com empresas para que, em especial a Siemens, digam os nomes dos beneficiados por propinas em contratos com a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), de São Paulo. Nada melhor para a proteção da coisa pública do que a obtenção de nomes dos corruptos que assaltam o erário oculta e protegidamente. Só assim, então, ficam a saber que seus nomes podem ser jogados à execração pública. Aliás, os corruptos, tão certos da impunidade, temem somente que seus nomes sejam jogados à análise pública. Importante é o trabalho do MP, dos advogados e das empresas que foram seduzidas ou coagidas a atuarem mediante o fornecimento das propinas.

José Carlos de Carvalho Carneiro carneirojc@ig.com.br  

Rio Claro

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TRIBUNAL DE CONTAS

Alguém já ouviu falar do TCE? Sim, trata-se do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo. Em razão da parcialidade da imprensa paulista, é pouco provável que aquele esquecido órgão de fiscalização dos gastos públicos do dinheiro dos paulistas nem sequer seja incomodado pelos jornalistas para saber como pôde aprovar as licitações da linha 5 do Metrô e outras, como da CPTM, com tantas irregularidades. E quem as denuncia é ninguém menos que um dos participantes do esquema, a internacional Siemens. Coragem, jornalistas, eu detesto o PT, mas corrupção deve ser combatida, sejam quem forem os envolvidos. Caso contrário, vocês continuarão hostilizados nas passeatas.

Ademir Valezi adevale@gmail.com

São Paulo

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NOVO DOSSIÊ DO PT

O tempo que a matéria tomou no “Jornal Nacional”, da Globo, na semana passada, indica que o assunto Siemens é o novo “dossiê” do PT vazado do Cade, como material da campanha de 2014 a fim de denegrir o PSDB. Aparentemente, o PT fará qualquer ilegalidade para prejudicar seu inimigo político, como em todas as eleições, apresentando falsidades. A polícia sob comando do governo nunca consegue identificar os autores e puni-los. Desta vez foi o Cade, órgão do governo Dilma, que aparentemente cometeu irregularidades apresentando nomes e suposições não comprovadas, com visível objetivo de prejudicar o partido da oposição. Essa atitude facilitada pelo Cade equivaleria a algum outro partido inventar, a partir de algum dado de Ministério Público ou do Tribunal de Contas da União, que os recursos provenientes do superfaturamento da Refinaria de Pasadena, adquirida pela Petrobrás, foram para as contas de Dilma e Lula, a fim de financiar campanha eleitoral. Ou seja, há suposições muito mais graves contra os petistas, e o valor do superfaturamento “comprovado” foi extremamente alto, de US$ 1 bilhão. A diferença é que PSDB e outros partidos são mais honestos do que o PT.

Fabio Figueiredo fafig3@terra.com.br

São Paulo

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SEGREDO DE JUSTIÇA

Se um jornal lançou o furo de reportagem com possíveis acusações aos governos do PSDB em relação a investigações preliminares sobre subornos na licitação do Metrô de São Paulo vencida pela empresa Siemens, por que o próprio interessado em se defender não pode receber informações, pois se encontram sob segredo de justiça? Qual o interesse em lançar hipóteses na mídia contra a ética antes das constatações verídicas? O interesse meramente político parece ser crível.

 

Leila E. Leitão

São Paulo

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VAZAMENTO

Já que as “investigações preliminares” sobre a Siemens e o governo de São Paulo estão sob segredo de justiça e nem mesmo o acusado pode ter acesso a elas, o “Estadão”, detentor das informações e aparentemente o autorizado a vazá-las, poderia fornecê-las todas.

Maria Cristina Rocha Azevedo crisrochazevedo@hotmail.com

Florianópolis

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DELAÇÃO PREMIADA

A Justiça brasileira adora fazer acordos. Delação premiada, então, é um prato cheio e saboroso, onde se perdoa um criminoso para que ele entregue os demais, ou, melhor dizendo, a quadrilha toda. Não seria melhor rastrear o dinheiro desviado, centavo por centavo, até chegar ao bolso do real beneficiário? Bandido que rouba o dinheiro público não é diferente do bandido que rouba, ou desvia, a grana da empresa privada. Nunca vi um empresário privado beneficiar um bandido, muito pelo contrário, ele corre atrás e rastreia o dinheiro desviado, até chegar ao bolso do beneficiário. Que tal esquecer a delação no caso dos trens em São Paulo, que envolve os governos do PSDB de 1998 a 2007? Não existe milagre, quem recebeu tem de dar conta do destino do dinheiro. Fora isso, cadeia para todos.

Arnaldo de Almeida Dotoli arnaldodotoli@hotmail.com

São Paulo

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LAMA

Governo de São Paulo vai à Justiça contra o Cade. Deveria era vir a público e explicar as denúncias da Siemens, se conseguir. Falam dos demais, mas chafurdam na mesma lama. Macaco, olha teu rabo!

Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

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ROUBO OU INCONPETÊNCIA

A existência de um cartel na compra de equipamentos e construção do Metrô é clara, pois não é crível que os executivos da Siemens, que o denunciaram, sejam malucos. Evidentemente, se o cartel não existisse, a família de Mario Covas, Alckmin, Serra “et caterva”, já deveria ter entrado com uma ação contra a multinacional. A desculpa esfarrapada de que os três governadores, calejados políticos profissionais, “ingenuamente” desconheciam a existência deste cartel subestima a inteligência dos brasileiros e, no mínimo, confere um atestado de absoluta incompetência aos líderes tucanos envolvidos. As centenas de milhões de reais de prejuízo neste caso somam-se aos bilhões de reais causados pelas máfias da Sabesp e do Asfalto. Não nos podemos esquecer do recente caso do juiz Élcio Fiori Henriques, do Tribunal de Impostos e Taxas (TIT) da Secretaria da Fazenda de São Paulo, que conseguiu comprar R$ 30 milhões em imóveis nos 30 meses que esteve a frente do TIT, mas que não conseguiu igualar a proeza do Aref, diretor de Aprov nomeado por Serra, que comprou a incrível quantidade de 106 imóveis.

Wilson Haddad wilson.haddad@uol.com.br

São Paulo

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MARIO COVAS

Não sou advogado de nenhum político, pois em geral todos são farinha do mesmo saco, mas convivi com ele e conheço a história do dr. Mario Covas, uma exceção neste mar de lama chamado política brasileira – encabeçada por Sarney, o censor, Renan, o enganador, Collor, o traidor, e Lula, o surdo. Pediria humilde e gentilmente a todos – inclusive ao Cade, que só se tem metido em bandalhas – que lavassem a boca e o corpo com creolina, para falarem de um cara que nem aqui está para poder esfregar na cara de todos, inclusive o “Cardozão, o fraco”, a verdade nua e crua – algo de que o Partido dos Trabalhadores (PT), agora no poder, não gosta. Por favor, petistas, olhem o que fizeram, antes de falar de quem não pode se defender e só orgulhou esta classe corrupta de políticos brasileiros.

Antonio Jose G.Marques a.jose@uol.com.br

São Paulo

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CONCORRÊNCIA PÚBLICA

A concorrência pública tem como objetivo maior evitar manipulações que podem prejudicar o erário. Mas, pelo visto, não está dando certo. Ainda na década de 70, o então governador do Estado que foi indicado pelo governo militar, em entrevista, declarou que estava perdendo o controle nas concorrências, diante do posicionamento dos empresários, que ditavam as regras sobre quem deveria ganhar esse ou aquele contrato. O tempo passou e os fatos se repetem. Até quando vamos conviver com essa desonestidade, numa demonstração de que não é só a classe política que precisa ser vigiada? E que pelo menos os culpados sejam punidos.

Uriel Villas Boas urielvillasboas@yahoo.com.br  

Santos

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TREM DESCARRILA NA BARRA FUNDA

Tem de haver na administração Alckmin pessoas mais bem treinadas nos possíveis transtornos nos descarrilamentos de trens e metrô. Um transtorno para a população! Se acontecesse na administração Paulo Salim Maluf, eram automaticamente demitidas com justa causa, era a melhor administração para a ferrovia do Estado. Alckmin tem de projetar mais nas trocas de administrações.

Ronald Wagner Colombini ronaldcolombini@bol.com.br

São Paulo

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GILBERTO CARVALHO NO ‘FORA, CABRAL!’

Se Gilberto Carvalho, secretário-geral da Presidência da República de Dilma e Lula, foi pego flagrantemente participando da manifestação desordeira no Rio de Janeiro contra Sergio Cabral, no dia 27/7 – em vídeo nas seguintes marcações de tempo: 1:07, 2:23, 3:10 (a mais nítida, que não deixa margem alguma à dúvida) e 3:28 –, podemos deduzir que Cabral está sendo frito pelos petistas que tentam melhorar a cotação do petista Lindbergh Faria como candidato ao governo em 2014, a ser indicado pelo PT. Em que pesem as acusações contra ele, de desvio do erário (mensalinho) e outros problemas de conduta que não se coadunam com quem exerce cargo público de tal expressão. Pois bem, se Gilberto Carvalho insufla a multidão contra Cabral no Rio, deduz-se que Cabral está por trás do Movimento Passe Livre (MPL), que em São Paulo insistentemente coloca seus militantes na rua bradando contra Geraldo Alckmin, e agora com supostos motivos, pois, na questão do alegado cartel no Metrô, parece que o Cade e o jornal “Folha de S.Paulo” são exclusivos vasos comunicantes a despeito da informação do Cade ao governo de São Paulo de que, nessa etapa da investigação, tudo tem de se processar mediante sigilo, e que só poderia entregar ao governo de São Paulo os documentos solicitados mediante autorização judicial. Pelo visto, a exceção da regra é com o jornal “Folha de S.Paulo”, que recebe documentação adrede filtrada pelo Cade, órgão presidido por Vinícius de Carvalho, sobrinho dileto de Gilberto Carvalho, secretário de Dilma e Lula, o mesmo que programou a fritura de Cabral. Conferir Gilberto no vídeo http://www.youtube.com/watch?v=L6tNk27O8Ro.

Mara Montezuma Assaf montezuma.scriba@gmail.com

São Paulo

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CABRAL E AS FORÇAS OCULTAS

 

Se eu fosse o governador do Rio, Sérgio Cabral, iria querer saber o que estava fazendo o ministro do PT Gilberto Carvalho nas manifestações em frente à casa dele. Pois é, governador, se há forças de fora nas manifestações, as dos aliados que querem lançar candidato próprio são bem piores.

Tania Tavares taniatma@hotmail.com

São Paulo

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CONFUSÃO

 

Será que o coroinha confundiu a manifestação com alguma procissão ou ladainha?

 

Joaquim Quintino Filho jqf@terra.com.br

Pirassununga

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ESTRANHO DEMAIS

Algumas faixas permanecem nas manifestações de rua, “Fora Cabral”, “Fora Alckmin”. Outras, de governantes e figuras ilustres, foram suprimidas. Sei não, isso não está cheirando bem!

J. Perin Garcia jperin@uol.com.br

São Paulo

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‘RED BLOCK’

A cor de fundo do Black Block, que vandaliza nas ruas, com escolta da PM (!), é preta ou vermelha?!

 

J. S. Decol decoljs@globo.com

São Paulo

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DESPERDÍCIO

O grupo que vem acampando diante das residências dos governadores do Rio e de São Paulo está desperdiçando energia, já que ambos não passam de meros coadjuvantes. Seria mais eficaz concentrarem-se no ABC e buscar o grande protagonista deste folhetim...

Caio Augusto Bastos Lucchesi cblucchesi@yahoo.com.br

São Paulo

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ANARQUIA NAS RUAS

A quase totalidade do “Fórum dos Leitores” de ontem mostra a indignação da população contra os baderneiros intitulados de “Black Blocs”, que se infiltraram nas manifestações com o claro intuito de desmoralizá-las perante a opinião pública. Um único leitor a quem quero publicamente parabenizar teve a coragem de dar nomes aos bois, o sr. Geraldo Banaskiwitz. E acrescento às suas considerações, para demonstrar o que disse: quem é que mais perdeu com as manifestações de junho? Quem afirmou que faria o diabo para continuar no poder? Quem precisa esconder-se atrás de máscaras porque no fundo são covardes, não têm vergonha na cara como os seus mandantes que sumiram? Resposta óbvia: os lullopetralhas “et caterva”.

José Gilberto Silvestrini jsilvestrini@hotmail.com

Pirassununga

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MENSAGENS OU EXEMPLOS?

 

Na reunião do Foro de São Paulo realizada na capital paulista, o presidente-adjunto, Lula, comentando sobre os jovens e aludindo aos protestos de junho, indagou retoricamente: “Como estamos nos comunicando com eles (os jovens)? Qual a mensagem que estamos passando para eles? Qual a mensagem de esperança que passamos?” Parabéns pela autocrítica, mas lamento a ducha de água fria: a juventude que foi (e voltará!) às ruas está farta de “mensagens” demagógicas e destituídas de conteúdo – especialidade da Casa petralha. Quer exemplos, honestidade, critério no uso dos recursos públicos e ética na política.  Seria pedir demasiado?

Silvio Natal silvionatal49@gmail.com

São Paulo

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CLAREZA

As manifestações do povo nas ruas têm dois objetivos claros: 1) É proibido roubar dinheiro público. 2) Todo dinheiro público que já foi roubado tem de ser devolvido ao erário.

Arcangelo Sforcin Filho arcangelosforcin@gmail.com

São Paulo

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SALVE-SE QUEM PUDER!

Quando o navio começa a fazer água, as rotundas ratazanas que sempre se regalaram da copiosa despensa são os primeiros comensais a abandonarem o navio. Nesse caso quem está adernando é o navio Brasil. Do “Estadão” nos chega a notícia de que a tão decantada maioria absoluta na Câmara dos Deputados, aquela maioria que dava à presidente Dilma o achincalhe das medidas provisórias, está com seus dias contados, porque nove partidos alcunhados de “aliados” acabam de deixar o governo na Câmara. É bem verdade que a durona Dilma lançará mão do dinheiro farto que o governo sempre dispõe para acalmar os ânimos dos traíras. A “voz das ruas” está radicalizada nos executivos do Rio e de São Paulo, poupando os Legislativos que dão sustentabilidade a essa podridão desenfreada de governadores e prefeitos, sem poupar o Judiciário, que no Brasil parece se mover montado num cágado sedado. Por enquanto nove ratazanas abandonaram o navio e o almirantado já se acha em estado de pânico, porque só desgoverna com maioria absoluta. O governo tripudia a oposição e os deuses não perdoam esse ato. Por isso Aquiles foi castigado por Zeus por ter tripudiado o vencido troiano Heitor. A história sempre se repete.

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)

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VAI COMEÇAR O TOMA LÁ DA CÁ

    

Os congressistas, que voltaram das férias, já de cara terão boas notícias a serem comemoradas. Como em Brasília tudo funciona na base do toma lá da cá, a presidente Dilma Rousseff, para tentar fazer com que seja reduzido o risco de derrota em votações importantes prometidas para agosto de projetos como o que destina receitas de petróleo para educação (75%) e saúde (25%), criação do passe livre em todo o País, fim do voto secreto para a sessão de cassação de mandato, fim do foro privilegiado para autoridades em crimes comuns, que transforma a prática de corrupção em crime hediondo, ficha limpa para servidores públicos e a criação do regime especial de incentivos para o transporte coletivo, estão na pauta da Câmara e do Senado. A presidente autorizou a liberação de R$ 2 bilhões em emendas feitas por deputados e senadores ao orçamento da União. Mas isso não vai mudar o foco das manifestações ocorridas em junho, pois os políticos brasileiros, sem exceções, enfrentam crise de popularidade com poucas vezes visto no País. Da presidente da República a vereadores, passando por governadores de Estado, ninguém está incólume às críticas dos eleitores. As manifestações de junho, quando milhões de pessoas foram às ruas para protestar contra a falta de qualidade dos serviços públicos e a corrupção, parecem ter tornado mais rigorosos os critérios de avaliação de quem está no poder, desde um prefeito de uma cidadezinha do interior do País até a presidente Dilma Rousseff. Dilma, por exemplo, que mantinha a aprovação em alta desde que havia tomado posse no Palácio do Planalto, viu os simpatizantes ao seu governo derreterem: na última sondagem do Ibope, a petista aparece com 31% de popularidade. Caindo vertiginosamente de 55% em junho para os atuais 31%. Muito ruim para quem, até outro dia, era praticamente unanimidade, na frente até mesmo do seu criador Lula da Silva. E ninguém pode se dizer imune ao fenômeno. A descrença popular é generalizada a cores partidárias. O pior dos governadores avaliados pela pesquisa é o chefe do Executivo fluminense, Sérgio Cabral (PMDB), com apenas 19% de citações positivas, o que já era de esperar pelos ataques que vem sofrendo dos manifestantes no Rio de Janeiro. Como espécies de entidades sobrenaturais inatingíveis, os políticos brasileiros finalmente começam a sentir na pele os efeitos do marasmo administrativo que parece ser inerente a todas as esferas do poder. O cidadão resolveu dar mostra de que se cansou de assistir passivamente aos desmandos dos governantes e cobra respostas rápidas às reivindicações. Para demonstrar sua insatisfação e indignação, primeiro saiu às ruas e praças em demonstração de força, organização e união. O passo seguinte é dar o recado por meio de pesquisas de opinião pública. Por último, espera-se, será concretizado nas urnas. Ou seja: o político que quiser sair do escrutínio com a imagem em alta terá de se mexer. E bem rápido, porque em 2014 o Brasil será passado a limpo pelos eleitores.

 

Turíbio Liberatto turibioliberatto@hotmail.com

São Caetano do Sul

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GUIDO MANTEGA E A INFLAÇÃO

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse em entrevista à revista “Veja” que o governo se empenhará em manter a inflação sob controle, “embora isso significa reduzir a taxa de crescimento”. Como perguntar não é ofensa, ministro, que país no mundo seria capaz de desenvolver-se reduzindo o crescimento?

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)

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ACERTOU

Guido Mantega, na edição da “Veja” desta semana, afirma que “a pior coisa que existe para o Brasil é a inflação”. Ele se esqueceu de dizer que, além da inflação, é a corrupção, a impunidade, a mesmice do governo do PT. Mais além ele afirma: “Quando começou o governo Dilma, dizia-se que eu não era escolha dela, e sim do Lula”. Aí ele acerta. Lula continua mandando mesmo fora da Presidência, como bem nos disse a Dilma (“Lula nunca deixou o governo”).

 

Tanay Jim Bacellar tanay.jim@gmail.com

São Caetano do Sul

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‘MADAME LAGARDE’

O ministro Guido Mantega poderia ficar sem essa! A pérola que dá uma lição de economia, ou moral ao citado ministro da Dilma, vem do ex-presidente do Banco Central (BC) Gustavo Franco, que em seu artigo no “Estadão” simula uma resposta da diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Cristiane Lagarde, ao pedido dantesco de Mantega ao FMI, em meados de julho último, para que essa importante entidade aceite excluir das estatísticas os títulos da divida bruta do governo federal, que estão bem guardados nos cofres do tesouro! Como se num passe de mágica, esses centenas de bilhões de reais não seriam devidos a ninguém... E com isso, esse governo muito especializado em traquinagens contábeis, reduziria sua dívida bruta hoje de 68% do PIB, para 58,7%. Na realidade, esta solicitação jamais vista na história do FMI, não deixa de ser mais uma tentativa de golpe do petismo, interessado em camuflar a verdadeira situação da excessiva dívida bruta federal. Já que esses irresponsáveis para nossa triste lembrança acumulam desde a gestão Lula, a decadência da Petrobrás, o desprezo pela alta da inflação, são únicos patrocinadores dos PIBs medíocres, e também de não cumprir importantes investimentos prometidos pomposamente, etc.! E não bastasse o protagonismo do mensalão, ainda querem expor a imagem do Brasil ao ridículo?! E olha que o Gustavo Franco foi até muito elegante na sua crônica, dando uma aula magna de ética econômica para a turma do Planalto. Será que aprendem?!

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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MENSAGEM NADA SUTIL

A carta hipotética de Madame Lagarde, redigida por Gustavo Franco, expõe ao ridículo o ministro Mantega, agora passando a figurar como o mais desacreditado do grupo dos 39 quase totalmente inúteis que compõem o pior ministério dos últimos anos.

Joao Paulo Garcia jotapege88@yahoo.com.br

São Paulo

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QUEM É O CULPADO?

O PT conseguiu quebrar o Banco (mensalão) Rural, manter a inflação em alta, a maquiagem de dados a todo vapor e a corrupção à solta, e o culpado é a Dilma ou Lula, aquele que nunca foi sem nunca ter vindo?

Carlos Roberto Gomes Fernandes  crgfernandes@uol.com.br

Ourinhos

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QUE FARRA!

E-mail de um militar da Força Aérea Brasileira (FAB), de Florianópolis, para o Pretinho Básico (Programa da rádio Atlântida FM) sobre a farra aérea brasileira, no dia 8/7/2013, às 18 h. (Começa às 45h56min). Por motivos óbvios, o nome do militar foi omitido: “Estou acompanhando as notícias e os escândalos acerca do uso de aeronave da FAB para interesse particular de nossas autoridades. Pois bem, algumas coisas acontecem dentro dos órgãos militares e a imprensa não faz a menor ideia devido ao bloqueio das informações.” “Estes voos feitos pelo nosso ‘querido’ Renan Calheiros não representa nem a ponta do iceberg do que acontece. Gostaria que a população soubesse que existe em Brasília um esquadrão chamado GTE (Grupo de Transporte Especial), pois este esquadrão serve única e exclusivamente para o transporte de autoridades. Ele é composto por aeronaves de 1ª linha, todas com seu interior modificado, transformadas em VIP; ou seja, um avião que poderia levar 40 pessoas perde sua capacidade para poder levar 10 ou no máximo 15 pessoas.” “Estes aviões voam normalmente com três ou quatro passageiros apenas. Em Florianópolis todas, eu disse ‘todas’, as sextas-feiras a nossa ministra Ideli Salvatti vem de Brasília para cá e volta no domingo à tarde utilizando uma dessas aeronaves. O pior é notar que normalmente ela chega sozinha ou no máximo com dois ou três assessores, e, digo mais, seus vôos sempre saem de Brasília depois das 18h00min de sexta-feira.” “Se ela está a trabalho, por que só sai de lá depois do horário do expediente? Mas, meus amigos, a imprensa nunca vai conseguir cobrir um desembarque destes, pois tudo ocorre dentro dos pátios da Base Aérea e infelizmente eu e meus irmãos de farda assistimos o dinheiro do povo ser rasgado e queimado nas turbinas de um belo avião a jato.” “Certa vez tive de viajar mais de mil km para fazer um curso pela FAB. Eu paguei minha passagem aérea e ao ser ressarcido recebi o valor referente a passagem de ônibus, pois minha patente não me dá o direito a transporte de avião.” “Acho que minha farda deveria ser de bolinhas coloridas com nariz bem vermelhinho, pelo menos assim eu me sentiria mais confortável cumprindo meu dever pela Pátria Amada.”

 

Dario A. Passarella dario.passarella@gmail.com  

Mairiporã

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O FIM DO MIRAGE E O INICIO DO RISCO

O desleixo do governo petista para com as três forças, Exército e Marinha, atinge agora também a Aeronáutica, com o sucateamento dos caças que compõe a linha de frente da defesa do espaço aéreo brasileiro com a saída de cena dos Mirages da FAB. Se o Brasil já estava vulnerável com uma frota de caças obsoletos “F-5 e Mirage”, que mal cumprem seu papel, dada a extensão territorial do Brasil, agora se torna presa fácil, se alguma força hostil resolvesse tirar proveito dessa ausência de cuidado com a segurança de nossa pátria demonstrada pelos atuais governantes, comprometendo gravemente nossa segurança nacional. Oportunidades para atualizar a frota com propostas da francesa Dassault, até a Boeing e seus F-18 já testados em varias guerras com sucesso, sobraram. O que falta mesmo no governo lulopetista, engolfado há anos por uma corrupção sem fim e sempre preocupado com as próximas eleições, é mais comprometimento com o patriotismo e os interesses do País e menos alinhamento com as forças do atraso, que de forma nenhuma representam os anseios do povo brasileiro.

Peter Cazale pcazale@uol.com.br

São Paulo

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RESTAURAÇÃO

Uma vergonha total o estado que se encontra a Força Aérea Brasileira (FAB), totalmente sucateada, tendo que desativar os Mirage-2000 C/B até 31 de dezembro deste ano por falta total de segurança, pelos mesmos terem superado, e muito, sua capacidade operacional e sua vida útil. No lugar, serão utilizados caças F-5M restaurados – utilizamos a palavra “restaurados” porque coisa velha se restaura com peças usadas e recuperadas compradas em desmanches. Só uma pergunta entre as milhares que gostaríamos de fazer: Quantos aviões a FAB adquiriria só com o que foi roubado nesse governo corrupto com a Copa 2014 e a Olimpíada 2016?

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

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FALTAM PROFESSORES

Como foi abordado pelo “Estadão” no dia 5 de agosto de 2013, “4 em cada 5 escolas têm turma sem professor”. Indigno-me pela falta de responsabilidade do governo em relação a isso, pois a educação é o recurso mais importante para a população, em minha opinião. É o ponto de partida para outras profissões, é o que decide o futuro de nosso país. Os estudantes têm o direito de reclamar da má educação e devem lutar por isso. Ela é um direito de todos. Para onde vai o dinheiro de tantos impostos? Pagamos tanto em troca de nada? Atitudes relevantes devem ser tomadas pela Secretaria de Educação. E cumprimento o “Estadão” pela excelente matéria.

Fernanda G. Rocha, 15 anos nandinha_gaspar@hotmail.com

Curitiba

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CÍRCULO VICIOSO

Causada principalmente pelo baixo salário, a falta de professores na rede pública é absurda, com a carência de certas matérias se torna quase impossível de esses alunos se formarem futuramente em boas faculdades. Sendo assim, mais problemas surgirão, serão maus profissionais ou até mesmo estarão nas ruas por falta de oportunidade, gerando uma nova carga de desempregados e, novamente, escolas sem profissionais suficientes para a instituição.

Giovanna Sturzenegger Tosatto, 14 anos giovannastosatto@gmail.com

Curitiba

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REMUNERAÇÃO

Creio que o problema de falta de professores nas redes públicas não seja problema apenas do Estado de São Paulo, e sim de toda a rede pública federal, estadual e municipal, como fez crer matéria do “Estadão” (A16). Por que não faltam professores na rede privada? Remuneração, meu caro Watson, diria Sherlock Holmes! Empregada doméstica, cuja profissão exige apenas educação básica, ganha mais do que professores da rede pública de ensino.  E olha que a remuneração em São Paulo está entre as melhores do Brasil, inclusive premiando professores que consigam bons resultados na sala de aula. Mas, como parece haver uma sistemática orquestração da mídia paulista para denegrir o governo tucano, só nos resta tentar lembrar a população de que no Estado de São Paulo a coisa ainda é muito melhor do que no resto da Nação. Com certeza a mídia paulista deve estar recebendo muita verba federal para propaganda política “antecipada”, contra o atual governo. Para o PT virou ponto de honra cair de boca no governo paulista.

 

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

 

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O MASSACRE DO CARANDIRU

Depois de19 anos e 10 meses do massacre do Carandiru, os executores dos assassinatos foram condenados a 624 anos de prisão, com um máximo de 30 anos de pena a ser cumprida. São previstos mais dez anos para o julgamento final de todos os militares implicados na ação que resultou na morte de 111 presidiários em outubro de 1992. Os condenados vão cumprir duas penas: 30 anos aguardando o julgamento e 30 anos encarcerados. É um exemplo típico da justiça brasileira. Faltaram os julgamentos do secretário da Segurança e do governador do Estado de São Paulo da época, dois civis que foram também responsáveis diretos pelo triste acontecimento. Ou será que Hitler, se tivesse sobrevivido ao final da 2ª Guerra Mundial, não seria julgado no tribunal de Nuremberg?

Victor Germano Pereira victorgermano@uol.com.br

São Paulo

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TEMPO

 

25 policiais militares (PMs) foram condenados a 624 anos de prisão cada um, pelo massacre durante a rebelião de presos do Carandiru, em 1992. Mas os acusados irão aguardar o fim do processo em liberdade. Ainda faltam três júris e os recursos podem levar até dez anos, o que dá um total de 31 anos desde a rebelião. Já as vítimas morreram na hora...

 

Cláudio Moschella arquiteto@claudiomoschella.net

São Paulo

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QUESTIONÁVEL

É totalmente questionável, pelo malefício à sociedade, a condenação dos PMs do Carandiru. A sociedade cria leis e serve-se delas para se preservar. Mas quando as leis servem-se da sociedade para se preservar algo está profundamente errado!

Gilberto Dib gilberto@dib.com.br

São Paulo

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DECEPÇÃO

Depois do resultado da chacina do Carandiru, fiquei mais decepcionado com a Justiça no País. Como podem penalizar policiais que estavam cumprindo sua obrigação? Principalmente nas condições em que o fato ocorreu. Como sempre, com raras exceções, quem está tentando fazer cumprir a lei é condenado.

Laert Pinto Barbosa laert_barbosa@ig.com.br

São Paulo

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A VEZ DE EVO

Como se não bastasse a presença dos nossos claudicantes petralhas, foi a vez de o bolivariano Evo Morales, no Foro de São Paulo, hipocritamente procurar conquistar o povão, criticando a Justiça de seu próprio país diante da prisão dos torcedores corintianos em Oruro. E assim encerrou-se o demagógico Foro, que, ao invés de se dedicar à melhora do lamentável estado socioeconômico dos seus governados, volta sua fúria contra aqueles que colocaram de lado a ideologia socialista, substituindo-a pelo desenvolvimento ao bem-estar do povo, bem exemplificado da ineficiência, esquerdista do século 21, ao caso da Venezuela, quarta maior produtora de petróleo do mundo e que graças ao chavismo precisou de socorro até para comprar papel higiênico.

 

Mario Cobucci Junior maritocobucci@uol.com.br

São Paulo

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SUBMISSÃO IDEOLÓGICA?

O que será que o ditador Evo Morales desperta no governo brasileiro a ponto de reiteradamente nos menosprezar e ofender e não receber resposta à altura? O que explica tamanha submissão aos caprichos bolivarianos? Algum compromisso não revelado? Algum segredo? Não bastasse ter invadido a Petrobrás, ter quebrado normas diplomáticas ao revistar o avião do chanceler brasileiro, de não permitir a saída do senador Roger Pinto a quem foi concedido a condição de asilado político, ainda tem o cinismo de vir a nosso país e mentir descaradamente a respeito da prisão ilegal de 12 brasileiros, ao afirmar “quando fui informado, achei que tivessem sido detidos não na rua, mas no estádio” e “criticar a justiça de seu país” como se não fosse ele o déspota que “governa” a Bolívia.

Luiz Nusbaum lnusbaum@uol.com.br

São Paulo

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