Fórum dos Leitores

POLÍTICA ECONÔMICA

O Estado de S.Paulo

25 Agosto 2013 | 02h10

Tudo bom e tranquilo

Como é de praxe no Brasil, as autoridades só tomam providências para tentar sanar ou minimizar qualquer problema depois do fato consumado. É assim com enchentes, desmoronamentos, apagões, estiagens, etc. Para não fugir à regra, também na área econômica. O tarólogo, o mago da economia Guido Mantega não previu que os americanos e europeus não ficariam eternamente no marasmo em que a crise econômica mundial de 2008 os enfiou? A presidente Dilma Rousseff não percebeu que a marolinha herdada de seu padrinho Lula poderia virar um tsunami aqui, com a calmaria de outros mares? Preferiram medidas consumistas e oportunistas, atolando a classe média em dívidas, a aproveitar o tempo das "vacas gordas" para fazer reformas extremamente necessárias para o desenvolvimento sustentável, como a política, agora lembrada no afogadilho em razão das manifestações de junho, e a administrativa, até hoje refugada pela presidente, pois se trata de fonte inesgotável de recursos para alavancar futura reeleição. Bastou o Fed, o banco central americano, sinalizar a redução dos incentivos à economia e o dólar chegou a saltar de R$ 2 para R$ 2,45, o que afeta ainda mais a inflação, já em níveis insustentáveis. Mas, para Mantega, está tudo muito bem, tudo muito bom, estamos tranquilos. E diz isso com uma "firmeza" impressionante. "Acho que depois da turbulência do Fed ela volta para patamares menores", declarou, referindo-se à alta excessiva do dólar. Acho, sim, é que estamos fritos!

SÉRGIO DAFRÉ

sergio_dafre@hotmail.com

Jundiaí

Déjà vu

Politicamente, a subida do dólar no Brasil é muito bem-vinda para a política do governo federal, sobretudo tendo em vista as eleições de 2014. Como agiu em outras vezes, dona Dilma vai apresentar esse fato como culpado por nossas mazelas na área econômica - aumento da inflação, que antes da subida do dólar já estava acima de 6,1%; a queda do crescimento da economia, que, para vários analistas, será abaixo de 2% do PIB; nossos grandes déficits atuais na balança comercial; e a enorme diminuição da oferta de empregos. Certamente a presidente criticará os norte-americanos por causarem a alta do dólar em todo o mundo e não se importará com o fato de que, com uma política econômica competente, os EUA estão saindo de sua enorme crise. Quanto a nós, estamos entrando numa crise por incompetência do governo da presidente Dilma, assunto a que ela não se referirá.

FABIO FIGUEIREDO

fafig3@terra.com.br

São Paulo

Câmbio

Tempos atrás, a presidente Dilma, o ministro Mantega e o sr. Alexandre Tombini (presidente do Banco Central) estavam quase que "xingando" os EUA por promoverem um "tsunami monetário" ou "terrorismo cambial", valorizando o real. Agora estão feito baratas tontas, desesperados para controlar a desvalorização do real ante o dólar - e também o euro. Nunca na minha vida vi pessoas tão incompetentes e despreparadas.

NELSON PIFFER JR.

pifferjr86@gmail.com

São Paulo

Mais uma

Na competente opinião do sr. ministro da Fazenda, "tem gente querendo ganhar com eventual subida do dólar". Provavelmente. Assim como há gente querendo ganhar com sua eventual queda... Faltou a tradicional ameaça: "Temos bala na agulha".

ALEXANDRU SOLOMON

alex101243@gmail.com

São Paulo

Desconfiança

A subida do dólar reflete desconfiança na nossa economia. Os empresários e investidores estão levando os recursos para lugares mais seguros e os particulares, armazenando dólares em casa ou enviando-os para o exterior. Quem organiza o funcionamento da sociedade são os empresários e a política nacional os pune cada vez mais. Multa sobre o FGTS e aumento em dobro da multa para quem não contrata deficientes físicos. E quem necessita contratar um empregado para uma tarefa de um ano, ao completar esse período, será multado por ter gerado um emprego.

ALFREDO M. DAPENA

alfredomdapena@gmail.com

Rio de Janeiro

Previsão do PIB

"Mantegão", o ministro visionário, erra pela sexta vez sua previsão do produto interno bruto (PIB). Será que até dezembro consegue acertar? Ou terá de esperar a apuração real para dizer qual será o pífio crescimento?

JOÃO BATISTA PIOVAN

jbpiovan@gmail.com

Osasco

Inflação

Sugiro que o ministro da Fazenda, Guido Mantega, seja substituído pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que no governo Itamar Franco conseguiu reduzir a quase centenária inflação deixada por Sarney a níveis próximos de zero, com o Plano Real - nome que o governo do PT considera impublicável.

PAULO DE SOUZA CAVALCANTI

paulo_souza_cavalcanti@ig.com.br

Ribeirão Preto

MÉDICOS CUBANOS

Propaganda

Quem garante que, além de médicos, eles não serão "propagandistas" do regime cubano nos coitados dos municípios carentes, para grande alegria do PT?

HOOVER AMÉRICO SAMPAIO

hoover@mkteam.com.br

São Paulo

Escravidão ou pregação?

É muito curioso que médicos cubanos venham trabalhar no Brasil, que entrega seus salários a um governo falido como o de Cuba. Minha dúvida: eles sabem que serão "felizes escravos" (afinal, nunca vi ninguém trabalhar e outro receber seu salário) ou chegam aqui como médicos apenas para pregar um novo regime político aos nossos miseráveis?

WILSON MATIOTTA

loluvies@gmail.com

São Paulo

Importação castrista

De fato, será esse um plano piloto para instalação de um regime de tipo castrista no Brasil?!

LUIGI VERCESI

luigiapvercesi@gmail.com

Botucatu

SÍRIA

Genocídio

Ataque químico mata até 1,7 mil (22/8, A1). A comunidade mundial não é sensível a esses sírios mortos criminosamente? A ONU só investiga e não acha nada. A linha vermelha é cruzada diariamente, mas a família Assad ainda se nutre dos ensinamentos do pós-2.ª Guerra Mundial e os vitoriosos Aliados conhecem todos os arquivos secretos para agir contra esse genocídio. Os limites foram ultrapassados!

JÜRGEN DETLEV VAGELER

vatra_ind@yahoo.com.br

Campinas

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A QUALQUER PREÇO

É inegável que Dilma está "fazendo o diabo" e outras manobras politiqueiras para ser reeleita em 2014. Veio a São Paulo pela quarta vez em 20 dias e, no reduto do PT, em São Bernardo do Campo, liberou mais R$ 2,1 bilhões para obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Anunciou também investimentos bilionários em obras do ABC. Toda sorridente, ao lado do prefeito da cidade, Luiz Marinho, esbanjou otimismo, mostrando-se indiferente à situação preocupante por que passa a economia do País na atualidade. Não medir as consequências para ganhar uma reeleição é característica de mau político. Estando a presidente indiferente aos preocupantes problemas nacionais, as consequências virão e o preço a ser pago no futuro não serão fáceis de ser administrados.

Francisco Zardetto fzardetto@uol.com.br

São Paulo

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QUEM QUER DINHEIRO?

A desesperada Dilma, refém de sua péssima administração, chega até ser cômica na sua tentativa de reverter a sua imagem à frente do Planalto. Anda distribuindo verbas bilionárias, que não têm, diga-se, para obras de mobilidade urbana, a governadores e prefeitos aliados. E depois dos anunciados pouco mais de R$ 8 bilhões para a Prefeitura de São Paulo, chegou a vez dos prefeitos do ABCD, reduto petista, em que a presidente em nada disfarçada campanha presidencial prometeu liberar mais R$ 2,1 bilhões, (repetindo, que ela não tem). Neste caso existe uma diferença monumental entre a presidente e o Silvio Santos, que num de seus programas de sucesso pergunta "quem quer dinheiro?". A principal diferença é que o apresentador não blefa! Tira de seu bolso notas em moeda corrente e entrega para a plateia. Dilma, diferente, angustiada com a queda nas pesquisas de opinião e com o pleito de 2014 batendo às portas, faz qualquer negócio com o dinheiro do contribuinte. Promete bilhões de reais a Deus e todo mundo, mas, como não tem, vai ao mercado pedir empréstimo a custo altíssimo, aumenta irresponsavelmente o déficit público, mas que infelizmente no seu bolso não dói. Além do mais, nem sempre essas verbas chegam, e, se chegam, não são utilizadas com a dignidade que se espera dos dirigentes públicos, e tampouco as ditas obras se materializam. É o tal negócio de que o povo é sempre sacaneado. E assim Dilma e os petistas, crentes em que estão abafando, na verdade estão colocando em risco o futuro da nossa economia, e ainda utilizam os honrosos cargos no Executivo federal somente para satisfazer suas orgias políticas.

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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PAPELÃO

A que ponto chega uma presidente da República que é levada a perder seu precioso tempo entregando caçambas e outras coisinhas a prefeitos, coisas comuns, diante dos problemas do País que precisaria estar enfrentando como prioridade? Não poderíamos imaginar um Obama ou uma Merkel, etc., nesse papel, com a reles intenção de fazer propaganda eleitoral, gastando dinheiro com viagens desnecessárias. Dilma e o PT deveriam ser orientados pelos objetivos de seus "planos de governo", se é que existem, ao contrário de ser norteados pelos seus marqueteiros de plantão. Realmente, este governo está desgovernado.

Leila E. Leitão

São Paulo

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VENDEDORA DE ILUSÕES

A presidente Dilma, em plena campanha para reeleição, doa "pedaços" do pré-sal para os diversos setores e baseia suas importantes promessas de campanha nesse ponto. O fato real é que o pré-sal não existe e não existirá comercialmente durante muitos anos, pois não só a Petrobrás está financeiramente na penúria, como o Brasil não tem recursos para a empreitada. Além disso, a fim de preservar "o petróleo é nosso", o governo impede empresas particulares de virem a investir na área, cujas licitações estão cinco anos atrasadas, dado que a Petrobrás não dispõe dos 30% necessários de investimento em cada projeto, como manda a lei. Assim, ela vai prometendo e as pessoas vão aceitando, algumas fingindo que acreditam. E prossegue dona Dilma em sua campanha, dizendo querer um pacto fiscal com um sonoro "só podemos gastar o que temos", quando ela só fez o contrário, isto é, criou a pior situação fiscal que já tivemos ultimamente, pelo que falsifica números numa contabilidade preparada para enganar. Entretanto, a inflação, que votou a se instalar no País recentemente, escancara a "gastança" de dona Dilma, o que leva ao ridículo o pacto fiscal que ela agora quer sugerir.

Fabio Figueiredo fafig3@terra.com.br

São Paulo

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SATISFEITOS E FELIZES

A presidente é vaiada. Protestos populares contra governadores, prefeitos, parlamentares, obras superfaturadas e não prioritárias, aumento de tarifas, corrupção, entre outros. Protestos de policiais, bombeiros, médicos, produtores rurais, professores, estudantes e tantos outros. À exceção dos "loteadores" de cargos públicos em comissão, correligionários, parentes e amigos, há mais alguém satisfeito e feliz "nechte país"?

Luiz Nusbaum lnusbaum@uol.com.br

São Paulo

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SEM OPOSIÇÃO

Dilma Rousseff, com síndrome de Lula, vai percorrendo o País em campanha eleitoral antecipada de forma descarada, visitando principalmente redutos do PSDB, como São Paulo e Minas Gerais, abrindo os cofres do emPACado, do qual é madrasta severa. Esse tipo de comportamento, em outros países, seria alvo de impeachment imediato, mas, como estamos no país do faz de conta, nada acontece e tudo isso passa incólume perante nossos olhos e ouvidos estarrecidos. O maior problema de tudo isso é o fato de nossa oposição ter entrado em um estado letárgico do qual não consegue sair nem com os mais potentes estimulantes encontrados no mercado. Dorme, quando pensamos que está começando a acordar, cai no sono profundo novamente, com suas briguinhas internas, com seus correligionários pensando somente em si mesmos, em projetos pessoais, não olhando para o País como um todo e para acabar com a sede de poder do lulopetismo hipócrita e que vive de mentiras e enganação do povo, como se tudo o que fizesse e dissesse fosse a mais pura verdade. Dilma, Mantega e Tombini continuam a exalar mentiras quando afirmam de pés juntos que o ano terminará com a inflação dentro da meta de inflação. A meta é de 4,5%, e não de 6,5%, como apregoa esse trio de mentirosos contumazes. Quero e exijo que o ano termine dentro da meta de inflação de 4,5%. Ou Dilma, Mantega e Tombini que se retratem perante a Nação. Essa é a maneira de governar do PT, e a oposição nada faz a respeito de tantas mentiras contínuas. Então por que ter oposição, se a mesma é tão inócua e ineficiente? Queria ter uma oposição de fato, que agisse em prol dos brasileiros contra esta pouca vergonha que aí está, mas é esperar muito do nada.

Boris Becker borisbecker@uol.com.br

São Paulo

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ELE QUER SER PRESIDENTE

Hamletiana questão: Ser(ra) ou não Ser(ra) candidato a presidente em 2014 pelo PSDB?

J. S. Decol decoljs@globo.com

São Paulo

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JOSÉ SERRA

Para a Presidência ele dificilmente venceria qualquer candidato. Serra já teve suas chances e as desperdiçou. Inseguro como é, ainda pensa, pensa, pensa, sobre o que fazer. Sair ou não sair do PSDB, candidato ser ou não ser. Pelo artigo que escreveu na quinta-feira no "Estadão" ("Se é assim, governo pra quê?"), seria talvez um ótimo assessor presidencial. No máximo.

Ademir Valezi valezi@uol.com.br

São Paulo

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PARTIDO DE UM SÓ

Na última eleição à Presidência da República, não havia necessidade de prévias dentro do PSDB, conforme os ditames do Serra, o então todo poderoso. Pelo visto agora há também, conforme os ditames do Serra, o perdedor. No mínimo já está tudo acertado dentro do PSDB para que o Aécio seja derrotado e o Serra parta mais uma vez para a derrota eleitoral. É tudo o que o PT quer. E assim vamos nós, desunidos e fazendo oposição dentro de um partido em que um só manda e para quem mais uma vez a derrota é eminente.

José Piacsek Neto bubanetopiacsek@gmail.com

Avanhandava

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NA SEARA DO PSDB

Não há dúvida, enquanto o PSDB continua com escaramuças internas e picuinhas, motivadas por vaidades que dificultam a escolha definitiva do seu candidato à Presidência em 2014, o PT vai aprumando o "poste" para mais um mandato.

José Millei j.millei@hotmail.com

São Paulo

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INADMISSÍVEL

Enquanto Dilma Rousseff fazia propaganda eleitoral antecipada em Minas Gerais, onde destinou R$ 1,6 bilhão para a conservação de ruínas, ou seja, para a recuperação dos chamados patrimônios históricos, um cidadão morria num calçadão em pleno centro de Porto Alegre (RS), por falta de uma ambulância para socorrê-lo. À noite, durante a transmissão de um telejornal de cobertura nacional, o secretário de Saúde da cidade reconheceu e confirmou a falta do veículo. Falar mais o quê?

José Marques seuqram.esoj@bol.com.br

São Paulo

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DOURANDO A PÍLULA

Talvez dona Dilma devesse investir um pouco mais em propaganda...

Flávio Cesar Pigari flavio.pigari@gmail.com

Jales

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CONFUSÃO NA ECONOMIA

Nos últimos dias fomos brindados com diversos pronunciamentos sobre o nível atual/ideal da taxa de câmbio, proferidos por ninguém menos que Gilberto Carvalho, Guido Mantega e Fernando Pimentel. Considerando que houve convergência zero entre todos eles, recomendo que o governo contrate como consultora a Mãe Dinah. Pode não acertar, mas o nível de credibilidade será superior ao da equipe ministerial, e suas previsões não perturbarão o mercado, gerando mais volatilidade e desconfiança.

Claudio Juchem cjuchem@gmail.com

São Paulo

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RINDO À TOA

O dólar continuou em disparada, apesar da interferência do Banco Central. Dá para imaginar a dor de cabeça daqueles empresários ou pessoas físicas endividadas em dólar? Do governo e do ministro Mantega, a única coisa que se ouve é: "Está tudo sob controle". Sob controle, só se for pensando nas contas depositadas nos paraísos fiscais da vida. Esses devem estar rindo à toa!

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

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CÂMBIO

A $ituação estre$$ante do câmbio no País é que a economia está engatada em marcha à ré em vez de primeira. O problema é como fazer para tirar o câmbio da letra R e voltar à D, recuperando o terreno perdido e evitando o desperdício de "combustível". Do jeito que anda a pilotagem, com barbeiragens a torto e a direito, corre-se o risco iminente de um grave acidente na próxima curva. Todo cuidado é pouco. Dirija com atenção, Brasil!

J. S. Decol decoljs@globo.com

São Paulo

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VINTE CENTAVOS

A sociedade acordou quando o problema era o aumento de 20 centavos nas passagens. Agora, o governo acordou com o problema do aumento de 20 centavos no câmbio. Desarrumar as finanças privadas é tão grave quanto desarrumar as finanças públicas. Tanto a sociedade como o governo se deram conta do risco da alta da inflação para todo o país.

Luiz Roberto Da Costa Jr. lrcostajr@uol.com.br

Campinas

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MENSALÃO

O julgamento do mensalão entra na reta final. A decisão sobre os embargos infringentes praticamente definirá a conclusão sobre as condenações dos principais réus. Creio que o voto do decano Celso de Mello será o fiel da balança nesta decisão. Caso seu voto seja favorável a julgar os embargos, certamente o tempo para acabar a novela do mensalão se alongará muito. Neste ponto surge um dilema ao PT: se o julgamento demorar, poderá ficar mais próximo das próximas eleições, o que prejudicará a reeleição da presidente Dilma. Por outro lado, o povo, não é de hoje, espera ver as algemas nos pulsos dos condenados, com as luzes da ribalta iluminando a ópera bufa, cacônica e patética de uma das mais importantes lições de direito e justiça que o povo pode apreciar. Esperemos para ver o "gran finale".

Mário Negrão Borgonovi marionegrao.borgonovi@gmail.com

Rio de Janeiro

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O MAIOR ESCÂNDALO DO PAÍS

Pode não ser o mensalão o maior escândalo, o maior será a absolvição dos mensaleiros, sem esquecer que há outros envolvidos não investigados.

José Valdir do Carmo jvcarmo@yahoo.com

São Paulo

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O QUE SERÁ?

Se o mensalão não foi o maior escândalo do País, a revisão das penas já impostas aos corruptos envolvidos poderá sê-lo.

Roberto Twiaschor rtwiaschor@uol.com.br

São Paulo

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PRESSA

Está difícil de entender. Numa sessão plenária, um ministro do STF pergunta em alto e bom som: "Nós estamos com pressa de quê?". Dois dias depois, os ministros concordam em acelerar o julgamento do mensalão para não arruinar a credibilidade do Supremo. Ou tem gente jogando contra ou não leu o script direito.

Flavio Marcus Juliano opegapulhas@terra.com.br

Santos

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BARBOSA X LEWANDOWSKI

Era tudo que os mensaleiros queriam: desqualificar o ministro Joaquim Barbosa e apresentar o sr. Lewandowski como sendo um "coitadinho incompreendido". Respeitando os que têm opinião diversa, parabéns ao sr. Barbosa, pois quem diz a verdade não tem de se retratar.

José Gilberto Silvestrini jsilvestrini@hotmail.com

Pirassununga

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QUE PAÍS É ESTE?

Não é só a jabuticaba, pois há outras coisas que só acontecem no Brasil. O ex-presidente Lula nomeou, para o STF, um jovem ex-advogado do PT, reprovado duas vezes em concurso para juiz, carente de notório saber jurídico, e um amigo da família e do PT, de São Bernardo do Campo. Os dois são piedosos com os crimes cometidos pelos companheiros do partido, votando sempre para atenuar seus malfeitos. O Detran-RJ, com suas precárias instalações e antiquado sistema de dados, desrespeita proprietários de carros que penam nos telefones e computadores para marcar vistorias, levam horas para efetuá-la nos postos sujos e desconfortáveis e, se não conseguirem horários, podem ser multados, perder pontos e ter o carro rebocado (isso é um absurdo!). O Congresso, em vez de chancelar decisão do STF e cassar um deputado já preso, ainda vai julgá-lo, com voto secreto, podendo ocorrer o caso de acabar dando à luz um presidiário-deputado. Tem uma safra recorde, mas os grãos apodrecem ao ar livre, por falta de silos e infraestrutura adequada de transporte. Em tempos de bonança, e com maioria no Congresso, não fez as reformas do Estado necessárias para reduzir seu custo e equacionar suas grandes dificuldades. E muitos, muitos mais pontos fora da curva deste país aberrante, cada vez mais longe do país do futuro.

Luiz Sérgio Silveira Costa lsscosta@superig.com.br

Rio de Janeiro

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2014 CADA DIA MAIS PRÓXIMO

Com os novos ministros do STF nomeados pelo PT, corre o risco até de o País não se moralizar por via da mais alta Corte. As punições do mensalão podem não ser mais o orgulho do povo brasileiro. Não se sabe ainda o que está por vir. Será que o STF também vai se render, como o Executivo, às falcatruas dos políticos e dos governantes de plantão. Já não foram suficientes as iniciais manifestações espontâneas contra a corrupção? Sabemos que depois, com o aparecimento dos baderneiros infiltrados pelo governo, perdeu-se o controle e a fidedignidade do movimento legítimo. Será que a população votante e que paga seus impostos em dia continuará sofrendo à custa desta roubalheira e falta de vergonha de nossa classe política? 2014 está cada dia mais próximo!

João Coelho Vítola jvitola@globo.com

Brasília

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IMPEDIDO

Se o ministro Luís Roberto Barroso se sente tão desconfortável para se posicionar sobre as decisões tomadas anteriormente no caso do mensalão, por que ele não se julga impedido de participar do restante do processo, em vez de ficar pondo em dúvida e sugerindo equívocos nos pareceres já definidos de seus pares? Fica parecendo que quer pôr o julgamento sob suspeição. Ou se posiciona, ou cai fora, mas, depois de tudo terminado, que não venha "confortavelmente" se dizer contrário ao resultado!

Myrian Macedo myrian.macedo@uol.com.br

São Paulo

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CASSAÇÃO DE PARLAMENTAR CONDENADO

Nada mais conflitante é o dispositivo constitucional previsto no Art. 55,§ 2º, diante de uma decisão do STF, o guardião da Constituição e última instância jurídica. A qualquer pessoa do povo e mesmo a um estudante de Direito soa incoerência que um parlamentar de conduta não ilibada, portanto, incompatível com o decoro parlamentar, que venha a ser condenado pelo STF, tenha ainda a chance de ter o seu mandato preservado se, por voto secreto e maioria absoluta, entenderem os "nobres" parlamentares. Como a Constituição federal é obra da vontade política e não efetivamente reflexo do pensamento da sociedade, ela traz em seu bojo uma série de privilégios e mandamentos políticos que afrontam a razoabilidade de uma norma democrática. Pois bem, os constituintes de 1988 souberam advogar em causa própria, criaram incongruidades, de forma adrede, como se fossem senhores absolutistas. Ao estabelecerem, no Art. 55,§ 2º, que a perda de mandato parlamentar, nos casos dos incisos I, II e VI, será decidida pela Câmara dos Deputados ou pelo Senado Federal, os constituintes simplesmente ignoraram a regra geral, da própria Carta Magna, de que todos são iguais perante a lei (Art.5º). Ora, se todos os demais brasileiros, que praticam irregularidades, são julgados por nossos tribunais e acatam as suas decisões, carece de razoabilidade aceitar-se que, por mero absolutismo dos constituintes ou do Congresso Nacional, os efeitos de uma condenação pelo STF por crimes perpetrados por um parlamentar não recomendem a sua incontinenti cassação de mandato. Alguns diriam que no Congresso ou Conselho de Ética é diferente dos procedimentos do Poder Judiciário. Lá o julgamento é político e diz respeito aos indícios de práticas de atos contrários à ética e ao decoro parlamentar. Mas se um parlamentar é condenado na Justiça por falta de conduta ilibada ao ter praticado, por exemplo, algum tipo de corrupção, a sua mácula criminal condenatória por si só já é suficiente para sobrepujar a natureza de ilícito político. Ademais, configura indecoroso, imoral e desrespeitoso ao povo brasileiro o Congresso Nacional não cassar um político condenado pela Justiça, que, mesmo no cárcere, continuará com os seus direitos políticos inabalados. Assim, já está na hora de o Congresso Nacional rever a estapafúrdia regra do Art. 55, da Constituição federal, referente aos casos de decisão condenatória de nossos tribunais, para que os políticos sentenciados sejam sumariamente cassados, sem mais delongas.

Júlio César Cardoso juliocmcardoso@hotmail.com

Balneário Camboriú (SC)

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ELEITOS SEM VOTO NÃO!

Dezenas – talvez centenas – de municípios são hoje governados pelo presidente da Câmara, porque os prefeitos cometeram alguma irregularidade e tiveram o diploma cassado. Aí pergunta-se: Por que o vice não assumiu? Simplesmente porque, embora seja o seu substituto legal, o vice-prefeito – assim como o vice-governador e o vice-presidente da República – tem sua candidatura atrelada à do titular e, por isso, acaba atingido pela mesma punição, especialmente quando a falha ocorre no processo eleitoral. O resultado é que o governo acaba caindo nas mãos do presidente da Câmara, que o povo elegeu para ser vereador e não prefeito. Ainda mais: seu governo é provisório, pois, na maioria das vezes, o eleitorado é convocado para novas eleições. Uma perda de tempo e de foco na administração pública. No período democrático de 1947 a 1964, os vices eram todos eleitos em separado dos titulares do governo. O atrelamento deu-se no regime militar. Mas, o voto é a gênese do cargo eletivo. Governante sem voto é a mesma coisa que leão desdentado e sem unhas. Os democratas de hoje, por comodismo e interesse, não fizeram retornar a eleição do vice. Mas, para o bem e o fortalecimento da democracia, deveriam fazê-lo imediatamente. Assim como acabar com a figura do suplente de senador, na maioria verdadeiros ETs que, no impedimento do titular, chegam à mais alta corte legislativa do país sem qualquer experiência ou tradição política. Se dependessem de representatividade popular, não poderiam passar nem na porta do Senado. Quando se fala em reforma política, é preciso pensar na extinção da indesejada figura do eleito sem voto. Ele jamais deveria ter existido...

Dirceu Cardoso Gonçalves aspomilpm@terra.com.br

São Paulo

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QUEREM CALAR A NOSSA VOZ

Já li em jornais de Mato Grosso do Sul que bandos reminiscentes das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), dos Montoneros e delinquentes saídos do Movimento dos Trabalhadores Sem-Terra (MST) estão, no interior deste Estado, dando treinamento de guerrilha a grupos de celerados, entre eles o Anonimous e o Black Bloc, para atuar com total "eficiência" nas próximas manifestações pelo Brasil. Agora, lendo jornais do Recife, fico sabendo que o Black Bloc, responsável pelo vandalismo recorrente em manifestações em São Paulo e no Rio de Janeiro, está dando treinamento no Recife, e que há poucos dias nesta cidade trens foram depredados e ônibus, incendiados, levando o cidadão comum ao medo e ao desespero. Fico a me perguntar a quem serve o Black Bloc e se seus seguidores não estarão criando um fator inibidor para novas, justas e pacíficas manifestações pelo País, mormente com a aproximação do 7 de Setembro. O medo paralisaria o cidadão comum. Já as polícias militares estão de mãos atadas contra estes vândalos, que têm seus advogados os acompanhando onde quer que estejam, sempre a apontar a "violência" policial quando tolhidos em suas ações. Se não temos o governo a nosso favor, a cercear as ações dos vândalos, quem poderá nos defender dessa turba? É assim que calarão a voz dos brasileiros?

Mara Montezuma Assaf montezuma.scriba@gmail.com

São Paulo

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ALGUÉM PODE ESCLARECER?

Recentemente, a mídia publicou muitas matérias sobre o escândalo do metrô de São Paulo, das obras superfaturadas e de pagamento de propinas a políticos do PSDB, partido que governa o Estado há muitos anos. Eu só não entendi por que o sr. Adilson Primo, ex-presidente da Siemens, estava exercendo um cargo de "supersecretário", e com certeza recebendo um supersalário, na Prefeitura de Itajubá (MG), cujo prefeito, Rodrigo Riera, é do PMDB? Não seria mais lógico que ele tivesse sido contratado pelo governo de São Paulo? Ou será que tudo o que foi publicado eram apenas boatos para tentar queimar o filme do atual governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, que com certeza será candidato à reeleição? Por pressão, o sr. Adilson Primo precisou pedir exoneração do cargo. Quem irá contratá-lo? Pois, com certeza, não irá ficar desempregado por muito tempo, principalmente após ter prestado relevantes serviços ao PT.

Maria Carmen Del Bel Tunes carmen_tunes@yahoo.com.br

Americana

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ATIVIDADES ENCERRADAS EM 2008

Oito empresas de grande porte que fornecem equipamentos e serviços para o sistema metroviário brasileiro (não devem existir muito mais do que oito) formaram um cartel para dividir as obras públicas brasileiras do setor. A empresa Siemens que diz ter participado do esquema até 2008, resolveu delatar a falcatrua em troca de impunidade. Se não houve significativas alterações das autoridades administrativas governamentais nem das empresas envolvidas nos contratos atuais ou assinados depois de 2008, é quase certo que o Ministério Público, que resolveu esmiuçar esses outros contratos, descubra que o lucrativo cartel continua em plena atividade.

Victor Germano Pereira victorgermano@uol.com.br

São Paulo

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CONTRATOS VITALÍCIOS?

Sobre as últimas denúncias feitas contra o governo de São Paulo relacionando Metrô e CPTM e empresas prestadoras de serviços, tenho a curiosidade de saber como não foram citados outros casos tão ou mais escandalosos, como, por exemplo, o fato de as empresas Power e Gocil, ambas de segurança, prestarem serviços na CPTM desde a sua criação ininterruptamente, e nisso já se vão 20 anos. Ao que se saiba, o Estado não celebra contratos vitalícios, e, numa comparação com os casos que estão sendo investigados, essas contratam outras empresas para cumprir parte dos contratos, no que eles chamam de "quarteirização". Outro fato no mínimo curioso é o consórcio CCR deter grande parte das concessões do Estado, o que inclui uma linha inteira do Metrô de São Paulo. É vergonhosa a classe política deste país, vivemos entre mensaleiros e cartelistas, é como na década de 80, quando cantara Ney Matogrosso: "Se correr, o bicho pega; se ficar, o bicho come...".

Jefferson Baia jeffersonbaia@hotmail.com

São Paulo

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INVESTIGADORES

Como a Polícia Federal e o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) já estão investigando o caso de formação de cartel no metrô e ferrovias em São Paulo, soma-se, agora, o Ministério Público Estadual, que inicia a investigação em quatro contratos vigentes, de empresas denunciadas pela Siemens, com o metrô paulistano. Como o PSDB está há 20 anos governando o Estado de São Paulo, eu ficarei muito decepcionado se, no final das investigações, os tucanos forem comparados ao conhecido "come quieto" mineiro.

Edgard Gobbi edgardgobbi@gmail.com

Campinas

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ATÉ HOJE?

O Ministério Público, que está devendo à sociedade uma resposta clara, desconfia de que o cartel também atuava na atual administração, que mudou o mandatário, mas continua sendo do PSDB. É de estranhar que os metrôs da cidade de São Paulo sempre são os mais caros – algumas licitações já foram alvos da Justiça – e as soluções melhores e mais baratas, como o trem de superfície, nunca são cogitadas.

Marcos Barbosa micabarbosa@gmail.com

Casa Branca

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FAZ DE CONTA

Faz de conta que os governos estadual e federal não sabiam da existência do cartel dos trens e que a Siemens agia impositivamente perante todas as demais aliadas. Faz de conta, também, que o Tribunal de Contas deste Estado não sabia de nada. Faz de conta, ainda, que o Tribunal de Contas da União também desconhecia o problema. Assim, infelizmente, vai acontecer que vão fazer de conta que as providências serão tomadas e que, doravante, nada similar acontecerá. E os eleitores, também, vão fazer de conta que tudo está certo e correto!

José Carlos de Carvalho Carneiro carneirojc@ig.com.br

Rio Claro

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COPA 2014 – CONTAGEM REGRESSIVA

Começou a contagem regressiva para a grande farsa que vai passar a imagem de um Brasil moderno para o mundo, como uma máscara de carnaval, afinal aqui tudo e principalmente todos acabam dançando de uma forma ou outra. Até o ano de 2014, bilhões de reais serão aplicados em estádios, infraestruturas, em aeroportos, portos porque, afinal, muitos estrangeiros que são pessoas sem cultura virão para a copa do mundo e desta maneira quem sabe a gente consegue enganá-los, é mais ou menos o que se costuma dizer "tudo para inglês ver". Com estes gastos absurdos e sem nexo com a realidade do povo brasileiro a saúde continuará morrendo nos corredores da morte dos hospitais neste país sem pena capital aparente. E nem falo da educação que joga nossos jovens nas trevas do analfabetismo funcional para se manterem os políticos no poder hoje e sempre, amém; a segurança que será reforçada nos estádios, em torno do circo, bem longe do povo que continuará preso dentro de suas casas, vendo a copa através de uma televisão de tela fina sendo paga através de um carnê mais grosso que o dicionário, a energia através de um gato na rede de eletricidade, nossa gente cada dia mais desdentada, se engravidando para receber os vales tudo menos o vale dignidade, desta maneira seguem vida através dos filhos que no futuro serão a repetição; as crianças jogadas nas esquinas, longe dos estádios, pelo menos até o final da copa do mundo ou seria copa do submundo? Depois que a banda da copa passar, não terá como se usar os estádios para creches, hospitais, escolas ou algo útil para o povo sofrido, talvez seja útil para meia dúzia neste Brasil de todos em função de alguns, que triste fim, povo brasileiro. Ainda as autoridades aparecem na televisão com os grandes painéis de contagem regressiva, com muitos brasileiros hipnotizados (ou seria idiotizados?) pela falta de visão? Mas com as probabilidades de fracasso até mesmo nos gramados o carnaval não acaba depois da derrota, porque em 2016 teremos mais uma máscara para usar, a Olimpíada vem aí. O povo que bem pouco vale continuará banguela, jogados como bois de massa de manobra, porém eles podem esperar um pouco mais, mas só pedimos um favor, não dêem um sorriso com a boca aberta para as câmeras de televisão, afinal o mundo pensa que a gente é um país adiantado. O que leva um país com sérios problemas de tudo a investir em algo que dará retorno para poucos? Certamente a falta de compromisso com os pobres que não podem pagar ingressos para tais eventos ou a ilusão de nossos governantes que talvez realmente pensem que somos um país sem problemas, um país de Primeiro Mundo.

Manoel José Rodrigues manoel.poeta@hotmail.com

Alvorada do Sul (PR)

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ESTÁDIOS E PRESÍDIOS

Já que vários estádios construídos para a Copa vão se transformar em elefantes brancos, a exemplo daquele do Amazonas, que custará mais que R$ 600 milhões e em que a média de público é de 500 pessoas por partida, por que não utilizá-los como cadeia, depois da Copa?

Conrado de Paulo conrado.paulo@uol.com.br

Bragança Paulista

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ILHA DA FANTASIA

Alguém já parou para pensar no por que do estádio Mané Garrincha de Brasília ser o campeão de público neste Brasileirão, com média superior a três vezes a dos demais estádios do País? O Flamengo tem levado mais de 40 mil torcedores em suas partidas em Brasília. Será que tem mais torcedores do Fla em Brasília do que no Rio, onde o clube não consegue levar nem uma pequena parcela desse público? Ou será que é o suor dos brasileiros dos grandes Estados produtivos que permite essa distorção de Brasília, a ilha da fantasia, ter o maior poder aquisitivo do Brasil, sem produzir sequer um único alfinete?

Ronaldo Gomes Ferraz ronferraz@globo.com

Rio de Janeiro

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BOLSAS DE ESTUDO

Merece divulgação o programa desenvolvido pela administração municipal de Virginópolis, leste de Minas Gerais, em parceria com a faculdade local para concessão de bolsas de estudos e transporte escolar para os alunos carentes. Ressalto que os demais municípios brasileiros que têm faculdade em seu território deveriam adotar esse sistema para promover a qualificação de pessoal, o despertar para a cidadania e, principalmente, para difundirem a cultura e o conhecimento científico em suas comunidades.

Daniel Marques danielmarquesvgp@gmail.com

Virginópolis (MG)

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