Fórum dos Leitores

MANIFESTAÇÕES

O Estado de S.Paulo

01 Setembro 2013 | 02h15

Turismo sindical

Desmoralizadas perante a classe trabalhadora e de cócoras há 11 anos diante do governo federal pelo gozo infindável de auferir centenas de milhões de reais dos contribuintes a fundo perdido, as centrais sindicais, ociosas e sem vocação para enfrentar as questões prioritárias do País, resolvem soltar a franga da irracionalidade e partir para pôr em prática o terrorismo urbano ao desafiar e infernizar a sociedade. Sexta-feira não foi diferente. Distribuíram-se por várias capitais, interromperam o trânsito nas principais avenidas, até em estradas, causando caos e prejuízo à nossa combalida economia. Afrontando o direito constitucional de ir e vir, os líderes sindicais, acompanhados nessa esbórnia por desocupados travestidos de vândalos, depredaram ônibus e impediram os dignos trabalhadores de chegar ao trabalho. Assim vem ocorrendo dia após dia, e propositalmente em horários de pico, esse turismo sindical, representado por gente sem nenhum compromisso com a Nação. Eles comprovam que são cúmplices diretos da baderna e da anarquia. Isto posto, polícia neles!

PAULO PANOSSIAN

paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

Autopromoção

Sindicatos em geral mais atrapalham do que auxiliam trabalhadores. Sindicalistas buscam autopromoção aliciando assalariados de mente fraca a agir desordenadamente, conturbando a paz e a ordem nas empresas e em manifestações. Essas ditas organizações querem é fazer aparecer suas bandeiras nos telejornais e faturar alto nas tetas do governo. É o que observo.

EDINEI MELLO

edinei.melo@hotmail.com

Campinas

DILMA VIU EVO

Vai devolver?

O presidente da Bolívia manifestou-se energicamente ao exigir a devolução do senador Roger Pinto. A resposta da nossa presidenta deveria ter tido igual severidade: "Evo, devolva a refinaria que invadiu com as Forças Armadas empunhando fuzis e tomou à força, sem dar explicação alguma".

IVAN BERTAZZO

ivan.bertazzo@gmail.com

São Paulo

Toma lá, dá cá

Evo Morales pede que o Brasil devolva o senador às autoridades bolivianas. E os brasileiros pedem que a Bolívia devolva nossa refinaria, mas não às autoridades brasileiras, pois o "deixa pra lá" até hoje não nos convenceu.

FLAVIO MARCUS JULIANO

opegapulhas@terra.com.br

Santos

Faz de conta

Vamos fazer de conta que Evo nos devolve a refinaria da Petrobrás e nós fazemos de conta que devolvemos o senador.

HANS DIETER GRANDBERG

h.d.grandberg@terra.com.br

Guarujá

E se fosse o contrário?

Se Roger Pinto fosse comunista e Evo Morales "de direita"? Creio que a sra. Dilma Rousseff teria dado uma solene "banana" a Evo e promovido Antonio Patriota e Eduardo Saboia... E estamos conversados!

ALBERTO FUTURO

carlos_futuro@viscondeitaborai.com.br

São Paulo

Delinquentes

Concordo com Evo Morales que o Brasil dá asilo a delinquentes. O italiano Battisti, por exemplo.

THEODORO GUIMARÃES

theodoroguimaraes@bol.com.br

São Paulo

Ponto fora da curva

A extradição do senador boliviano é tão distante como o céu do inferno e um ponto completamente fora da curva. Vejam o imbróglio em que colocaria o Brasil. Foi negada à Itália a extradição do terrorista Cesare Battisti, condenado pela Justiça italiana, apesar de ter ele ingressado no Brasil com passaporte falso. Num país sério, só por isso seria passível de extradição. Entretanto, a política diplomática lulopetista concedeu-lhe asilo político. Como seria possível agora extraditar o senador? O sr. Roger Pinto encontrava-se na embaixada brasileira, território nacional, em La Paz com asilo concedido pelo Brasil. Como o devido salvo-conduto há mais de um ano vinha sendo negado por seu desafeto Evo Morales, o senador simplesmente deixou a embaixada e ingressou no território nacional acompanhado de um diplomata brasileiro. Então, se Battisti não foi extraditado, Roger Pinto por muito menos não deve ser.

WALTER MENEZES

wm-menezes@uol.com.br

São Roque

Deferência

Curiosa a revolta da nossa presidente com a comparação da situação do senador boliviano com a prisão do DOI-Codi, feita pelo diplomata Eduardo Saboia. Tal situação poderia ser evitada se o governo tivesse defendido o Estado brasileiro, e não suas pseudoposições políticas. Com toda a certeza, 15 meses trancado num quarto é enlouquecedor. Como o governo permitiu isso? Como não protestou e pressionou o governo boliviano? Que aconteceu? Por que essa deferência? Faltou ao governo brasileiro coragem de defender sua posição. Já foi ridícula a remoção do embaixador que defendeu a concessão do status de asilado no Senado, mostrando covardia institucional, que é a marca deste governo. Até as acusações feitas ao senador boliviano são típicas de ditadura: se é contra, ou é louco ou corrupto.

JOÃO CARLOS DEIRÓ

jdeiro@globo.com

Cotia

Hierarquia no Itamaraty

As instituições de Estado estão fundadas na hierarquia e na disciplina, mas, diferentemente do que pensam os menos avisados, a obediência cega não é requerida nem apreciada. O filme Hanna Arendt, em muitas telas do Brasil, versando sobre crimes do nazismo, mostra que a estrita obediência conduz à "banalidade do mal". No Exército, do soldado ao general, todos sabem que ordem errada não se executa, e é óbvio que os "mandantes", covardemente, nunca formalizam as ordens. (Isso é raro nas Forças Armadas.)

ROBERTO MACIEL

rvms@oi.com.br

Salvador

Lição para o Brasil

Parabéns ao sr. Evo Morales por ensinar à digníssima presidente Dilma que "um país deve passar uma boa imagem ao mundo respeitando convênios internacionais e lutando contra a corrupção", referindo-se à fuga do senador. Esse é o deboche que seus aliados bolivarianos fazem e o respeito que o Brasil obteve nos anos de governo petista, quando ao invadir a Petrobrás Evo ouviu de Lula palavras de apoio e compreensão. Envergonha-me ser de um país que ouve esse tipo de chiste de um ditadorzinho.

CESAR ARAÚJO

cesar0304araujo@gmail.com

São Paulo

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

 

REPUTAÇÃO ILIBADA

Exige a Carta Magna deste país que, para se tornar ministro de nossa Suprema Corte, o indicado deve ter reputação ilibada e conhecimentos expressivos da área jurídica ou notável saber jurídico. Entretanto, segundo noticiou o "Estadão", o ministro José Antônio Dias Toffoli, em exercício judicante no Supremo Tribunal Federal (STF), é relator de processo em que figura o Banco Mercantil do Brasil (BMB), entidade que efetuou empréstimo a ele de R$ 1,4 milhão, fato que, sem dúvida, deveria ter propiciado a sua confissão de suspeito para o julgamento, o que não aconteceu, tendo realizado julgamento favorável ao banco. Então falta ao ministro o requisito de reputação ilibada, já que seus conhecimentos jurídicos foram abundantemente questionados por ocasião de sua indicação, devendo, ainda, ficar ressaltado que ele foi advogado do PT e, certamente, como consequência de tal fato é que galgou a posição que ocupa. Não é deplorável?

 

José C. de Carvalho Carneiro carneirojc@ig.com.br

Rio Claro

 

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NA GAVETA DO MINISTRO

Ao que tudo indica, o sr. Toffoli é o grande especialista em relatar ações dos banqueiros, pois faz mais de dois anos que está esquecida no fundo da sua gaveta a ação da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) que permitiu aos bancos pararem de pagar aos poupadores os processos dos famigerados planos econômicos (Bresser, Verão e Collor). O detalhe é que, quando ele era advogado-geral da União, o sr. Lula, a pedido dos banqueiros, enviou um parecer favorável à Febraban ao STF. Será que o sr. Toffoli, "no seu foro íntimo", não deveria se julgar impedido de relatar e votar em plenário tal ação? Claro, primeiro ele deveria enviar a votação da liminar ao plenário do STF, coisa que duvido que o faça.

 

José Gilberto Silvestrini jsilvestrini@hotmail.com

Pirassununga

 

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TUDO À VISTA

O Exmº sr. ministro Dias Toffoli pode dizer em sua defesa o que bem entender, mas o dado objetivo é que ele foi beneficiário de empréstimos feitos pelo Banco Mercantil do Brasil, que demandava no STF em ações nas quais o ministro era o relator. Enquanto as taxas cobradas a clientes VIP pelo referido banco variavam, segundo admite o banco, entre 3% e 4%, Toffoli - sabe-se lá por que - foi contemplado com uma taxa "de pai para filho" (1,35% ao mês), que, por "coincidência", logo após suas intervenções nos processos, foram reduzidas (!) para 1%. Se é verdade que para bom entendedor pingo é letra, neste caso nem precisa ser muito esperto. O contrato entre as partes prevê pagamento a prazo, mas está tudo bem à vista.

Silvio Natal silvionatal49@gmail.com

São Paulo

 

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RESPEITO À CORTE SUPREMA

Temos visto atitudes de pessoas distintas neste país que espantam e nos deixam perplexos. De um lado, o senhor ministro Luis Barroso fazendo apologia inoportuna às virtudes de José Genoino, ex-guerrilheiro (lutava pela democratização?!), ao proferir seu voto na ação do mensalão. Postura que lembra o advogado ainda. De outro lado, lemos que o ministro Dias Toffoli, ligadíssimo ao PT e que não se deu por suspeito, como era e é seu dever (artigo 135, do CPC) no julgamento de José Dirceu, seu ex-chefe, na mesma ação do mensalão, está julgando recurso do BMB, no qual obteve empréstimos a juros favorecidos, como noticiado. O ministro Ricardo Lewandowski passa a impressão de ser ferrenho filiado ao PT, com seus esforçados votos direcionados a beneficiar petistas. Ministros, nós, cidadãos, temos direito adquirido quanto à independência do juiz para julgamentos imparciais! Respeitem-nos! Respeitem a Corte Suprema!

 

Sebastião Vanderlei Pinheiro vanderlei106@terra.com.br

São Paulo

 

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REVELANDO-SE

"Ministro do STF relata ações de banco no qual obteve empréstimo milionário", relatou o jornal "O Estado de S. Paulo, sobre as peripécias do ministro José Antonio Dias Toffoli. É de arrepiar!

 

José Marques seuqram.esoj@bol.com.br

São Paulo

 

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A TEORIA DOS TRÊS PODERES

Dias Toffoli x Banco Mercantil do Brasil, no Judiciário federal. Natan Donadon, o deputado federal presidiário, no Legislativo federal. Programa Mais Médicos, no Executivo federal, na Presidência da República. É o fim!

 

Vinicius Ferreira Paulino viniciusfpaulino@hotmail.com

São Paulo

 

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EM QUEM ACREDITAR?

Legislativo, Judiciário, Executivo? O que se pode esperar de um povo que elege um vereador flagrado agredindo um policial; em que a Casa das Leis é composta por grupelhos denominados "bancada" (dos evangélicos, dos esportistas, dos latifundiários, dos ambientalistas, dos direitos humanos e por aí afora), que mais se assemelham a quadrilhas, mais preocupadas com seus interesses, e não com os do País, e que deveriam ser julgadas por sua formação; que têm em seu bojo indivíduos que lá estão visando a benefícios pessoais, e não patrióticos, onde faltam ética e vergonha na cara para serem considerados senhores das leis? Os principais culpados por esta situação são aqueles que os colocam como nossos representantes; e por que assim agem? Porque também esperam alguma vantagem em troca. Os que assim não procedem ou não têm cultura suficiente para avaliar o mal que estão cometendo ou porque são negligentes votando em branco ou anulando o voto. Infelizmente, no Congresso Nacional existem diversas bancadas, menos a bancada do povo. No Judiciário, entra dia, sai dia, surgem acusações as mais diversas sobre seus integrantes (nepotismo, benefícios escusos, enriquecimento duvidoso, etc.) que nos fazem ruborizar de raiva e vergonha. Afinal, lá estão porque foram colocados pelo Executivo e a este devem agradecimentos (ainda que velados). Basta apenas, de acordo com os meandros da lei, procurar subterfúgios para contornar e rever penas já julgadas. Finalmente, chegamos ao Executivo. Os fatos têm demonstrado que dispensam maiores comentários, pois tem, constantemente, trocado os pés pelas mãos, tanto na política interna quanto na política externa. Internamente, um Executivo que, para governar, se sujeita a uma política do toma lá me dá cá, oferecendo vantagens a congressistas para que seus projetos sejam aprovados, e mesmo assim já teve de enfrentar o clamor das ruas, uma vez que o povo não mais suporta as condições de vida que lhe são oferecidas, e externamente já deu demonstrações cabais de que se encontra de joelhos diante de países que podem muito menos do que nós, mas, placidamente, tem sua vontade aceita (a Bolívia já nos tomou usina da Petrobrás, já impôs condições para o envio de gás, exigiu apoio quando da revista em avião do presidente. A Argentina constantemente colocando barreiras aos produtos brasileiros. Cuba, como não tem o que exportar, exporta seres humanos e nós sustentamos um país onde os direitos humanos não são respeitados). Positivamente, em quem acreditar?

 

Gilberto Farina farinagr@gmail.com

Itatiba

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DNA

Após a triste sessão do Congresso Nacional que garantiu o emprego do deputado Natan Donadon, condenado pelo STF por roubo, cumprindo pena de prisão em regime fechado e com cassação recomendada pela Corte, formou-se uma espécie de consenso de que somente a aprovação da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 18/2013, determinando a perda automática de mandato parlamentar, após condenação transitada em julgado, seria capaz de evitar casos semelhantes no futuro. A urgência da emenda é evidente, mas o preocupante é a moléstia de fundo que certamente provém do DNA da classe política e que sempre se manifestará a despeito de qualquer medida que em primeira análise pareça resolver o problema. É necessário um novo código genético, que só poderá surgir no longo prazo, mediante pesados e honestos investimentos em educação. O resto é paliativo e inócuo e condenará a sociedade, constantemente sobressaltada e envergonhada, a ter de lidar com investidas de corrupção e corporativismo infame, agravando cada vez mais a endêmica crise de confiança, mãe de todas as crises que afetam o País.

 

Paulo Roberto Gotaç prgotac@hotmail.com

Rio de Janeiro

 

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MASCARADOS E BANDIDOS

Muito se fala atualmente a respeito dos "vândalos" que atacam e destroem o patrimônio público sob o olhar complacente do que se convencionou chamar de autoridades policias e da justiça. No entanto, eles já existiam e continuam a agir, nos diferentes escalões da administração, entre empresários que se relacionam às esferas do poder, entre os togados beneficiados pela proteção do manto negro cuja nobreza maculam, no Executivo que "faz o diabo" para prosseguir mandando, e no Legislativo, que passou da malandragem da corrupção para o deboche deslavado, fazendo da representação popular verdadeiro covil de bandidos travestidos de bons moços usando a máscara da impunidade e do cinismo para zombar das leis e da decência. Esconder a cara, quer seja com os capuzes dos vândalos de rua, quer seja com a suja manobra do voto secreto, é demonstração de falta de caráter e conluio com a desonestidade. Os homens de bem que ainda restam nos Poderes Legislativo, Executivo e Judiciário, se não mantiverem luta incansável contra a corrupção, agora parece que consentida, serão vítimas, como a população já é, do verdadeiro tsunami de pouca vergonha que assola, envergonha e destrói o Brasil.

 

Gustavo A. S. Murgel gustavomurgel@hotmail.com

Campinas

 

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VOTO SECRETO

É preciso acabar de uma vez por todas com o vergonhoso sistema de voto sigiloso em processos de cassação de mandato. O voto secreto é a voz rouca dos covardes. Basta!

 

J. S. Decol decoljs@globo.com

São Paulo

 

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BANDIDOS PIORES

Votação secreta é para corruptos, falsos, anões da Casa, inescrupulosos, ratazanas - a violência nas ruas dá uma ideia da insatisfação com a bandidagem que se abriga na Câmara federal; não são diferentes de Marcola, Beira-Mar e outros. São bem piores.

 

Celso de Carvalho Mello celsosaopauloadv@uol.com.br

São Paulo

 

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APÓS INDECOROSO FIASCO

Após a péssima repercussão por manter em votação secreta o mandato do deputado Natan Donadon, condenado pelo STF, os senhores deputados agora falam em instituir o voto aberto para as futuras possíveis cassações de mandatos de parlamentares. Será mesmo que um sopro de moralidade irá se concretizar no Parlamento com a extinção dessa excrescência abominável, que é o voto fechado? Até quando abusarão da paciência do povo brasileiro?

Francisco Zardetto fzardetto@uol.com.br

São Paulo

 

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MAIORIA SILENCIOSA

Em recente comentário, Dora Kramer fez-me voltar aos tempos de adolescente. Nos filmes de Hollywood, os bandidos sabiam para onde fugir e começar nova vida. Plena quinta-feira, 20% dos deputados ausentes, mais de 25% votaram "convictamente" pela absolvição de Natan Donadon e menos de 8% se abstiveram; "poucos em cima do muro"... Uma maioria votou pela cassação! Mas as regras vigentes impediram que a maioria real, mas "não absoluta", vencesse. Afinal, que país e este? Os bandidos de Hollywood sabem muito bem...

Alberto Andre Pascale Cracel albertocracel@bol.com.br

São Paulo

 

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SEM ALTERNATIVAS

Um deputado federal foi condenado pela mais alta Corte de Justiça do Brasil, o STF, está cumprindo pena (preso, encarcerado) na penitenciária de Brasília (a Papuda) e, mesmo assim, seus colegas de Câmara e de crime optaram por não cassar seu mandato. Ele está preso, condenado e mesmo assim ainda é deputado. Surreal. Nem nos meus maiores pesadelos imaginei isso para este pobre país. Ao povo restava a possibilidade de protestar nas ruas, de gritar palavras de ordem, de carregar faixas e cartazes. Agora nem isso resta mais. Se fizermos uma passeata contra o nobre presidiário deputado Donadon, corremos o risco de degenerar para o quebra-quebra, para o vandalismo aceito por muitos como outra forma de protesto. Sem alternativas.

Helton P. F. Leite heltonperillo@bol.com.br

Lorena

 

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SONHO DE UM BRASILEIRO SOFREDOR

O presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves, (PMDB-RN), disse que não computaria o voto do presidiário Natan Donadon. Como o sr. presidente pode saber de que lado o presidiário votou? O voto não foi secreto? Acabem já com o voto secreto. É um sonho deste brasileiro sofredor. Para mim, a sessão está nula, por erro de direito. Com a palavra, os senhores promotores públicos.

 

José Maria Gonçalves josemagoncalves@ig.com.br

São Paulo

 

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DEPUTADOS CRIMINOSOS

Deputados não cassam os mandatos dos criminosos Natan Donadon e Jaqueline Roriz. Qual a diferença entre os bandidos e baderneiros que, nas ruas, sob capuzes, depredam e incendeiam o patrimônio público e privado e os criminosos que, sob o capuz do voto secreto, destroem a ética, a moral e a decência neste país? Nenhuma.

 

Otoni Gali Rosa otoni.ogrcom@uol.com.br

São Paulo

 

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LUPANAR

Tinha em minha conta que a coisa mais degradante do Brasil fosse o lupanar da Cidona, onde só há prostitutas aposentadas. Ledo engano, não computei o Congresso Nacional.

 

Ronald Martins da Cunha ronaldcunha@hotmail.com

Monte Santo de Minas (MG)

 

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CHAMADA NA CÂMARA FEDERAL

Como votam os representantes de Bangu I; como votam os representantes da Papuda; como votam os representantes de Tremembé, como votam as lideranças de Catanduvas...? Depois da indecente sessão de 28/8, em que o plenário não acatou a cassação do deputado Natan Donadon, usando um plano ardil e meticuloso que afronta o bom senso e a decência, essa é a minha sugestão para o presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves, em futuras chamadas, nas sessões de cassação de parlamentares, daquela casa de "leis". 131 calhordas, 41 omissos e 108 fujões covardes, responsáveis pela absolvição do deputado presidiário, condenado a 13 anos de prisão, enterraram de vez a credibilidade do Legislativo federal, que já não era grande coisa. Não é à toa que em cada três parlamentares, projeção de 2010, um tem o rabo preso na justiça e investir no futuro, inocentando bandidos, é garantir a mamata no Congresso, à nossa custa. Se Donadon, algemado, foi inocentado, da para prever o destino do quarteto mensaleiro, com muito mais torcida no plenário!

 

Sérgio Dafré sergio_dafre@hotmail.com

Jundiaí

 

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ESTAMOS MELHORANDO

Na velocidade do PIB, é verdade, mas estamos melhorando. Já tivemos 300 picaretas na Câmara. Agora temos só 276, os que não votaram pela cassação do mandato de um colega condenado pela Justiça. Mais alguns anos-luz, a gente chega lá!

 

Hermínio Silva Júnior hsilvajr@terra.com.br

São Paulo

 

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CONEXÃO PAPUDA-CÂMARA

Já que não cassaram o mandato do sr. Donadon, e ele tem de ficar na cadeia, poderia continuar a exercer o seu mandato na Câmara pelo Skype.

 

Julian White julian.white1@yahoo.com

Campinas

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SÓ UM DETALHE

A Câmara é uma "Papuda" sem rebelião...

A.Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo

 

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DEFINIÇÃO

Definição para os que absolveram Natan Donadon: canalhas!

 

Alcides Ferrari Neto a_ferrari@me.com

São Paulo

 

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‘MÉDICOS CUBANOS’

O professor Ives Gandra da Silva Martins, com sua proverbial objetividade e competência, deixou claro, à luz da regra do direito constitucional brasileiro, nesse passo já interpretada pelo STF, a manifesta inconstitucionalidade da estapafúrdia importação de "médicos" cubanos para prestarem serviço no Brasil, atropelando as normas que disciplinam o exercício profissional dessa categoria ("Médicos cubanos", 29/8, A2). E o fez com irrespondíveis argumentos alinhados no seu primoroso artigo. Por acréscimo, ainda manifestou, com igual clareza de raciocínio, a preocupação, que se espera venha a ser nacional, com a política de subserviência do governo brasileiro em relação à ditadura cubana e aos nossos vizinhos que se autointitulam "bolivarianos", o que vem reduzindo a nada a tradição da secular política exterior brasileira. Decerto, os temas vão ser submetidos ao Judiciário, e a esperança é que se restabeleça o respeito à Carta Magna e a seus princípios informativos.

 

José Eduardo Dias Collaço

Santos

 

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FORÇA EXPEDICIONÁRIA CUBANA

Se o hábito faz o monge, o jaleco não faz o médico. Ao ver os cubanos desembarcando fantasiados de médicos, com direito a "claque" festiva, e a declaração do ministro da Saúde (temos muita segurança jurídica), vi que esta manobra já está em preparo há muito tempo. O artigo do dr. Ives Gandra Martins, à página A2 do "Estado" de 29/8, coloca bem os pontos nos is. É mesmo uma Força Expedicionária, com o equivalente a dois ou três regimentos de Exército, a invadir o País sob a proteção do governo. Com que finalidade? Com a palavra, a oposição. Como nos faz falta um Carlos Lacerda! A propósito, a corajosa ação do diplomata Eduardo Saboia, que demonstrou iniciativa e caráter, pode ser usada para desviar as atenções.

 

Alberto Futuro carlos_futuro@viscondeitaborai.com.br

São Paulo

 

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LIÇÕES DE UM GRANDE JURISTA

Didático e oportuníssimo o artigo "Médicos cubanos", do eminente professor e jurista Ives Gandra Martins (29/8, A2). A identificação ideológica do governo Dilma com os agonizantes governos bolivarianos assusta. Essa mão de obra escrava cubana é um exemplo mais do que eloquente do atraso desses regimes ditatoriais. Nossa saída será, nas próximas eleições, só apoiar os candidatos cujos partidos formalmente apoiarem o "voto distrital com recall". Inclusive o presidencial, como faz exemplarmente a República paraguaia. Será a "revolução sem os riscos da revolução", como diz o jornalista Fernão Lara Mesquita. Algo assim seria uma bala de prata, única, moralizadora e apartidária, mas no coração corrupção e da mediocridade política. Países do Primeiro Mundo, com sólida democracia, como Suíça, Canadá e EUA, praticam o recall há séculos!

 

Nilson Otávio de Oliveira noo@uol.com.br

Valinhos

 

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ABOMINÁVEL

O ex-presidente Lula disse que é abominável a crítica aos médicos que vieram de Cuba. Abominável é a presidente fingir que os médicos viriam num programa "mais médicos", quando se sabe que tudo estava combinado com antecedência com o déspota Fidel Castro. Abominável é a presidente e seu guru se tratarem no Sírio-Libanês, enquanto a população morre nas filas dos hospitais aguardando um tratamento no SUS (Seu Último Suspiro).

 

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo

 

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VERDADE INCOMPLETA

A presidente Dilma Rousseff esqueceu-se de dizer que, nos países em que há mais médicos estrangeiros em atividade do que no Brasil, há necessidade da revalidação do diploma e prova de proficiência da língua. Em Cuba há um curso de espanhol obrigatório para não hispânicos ao custo de US$ 6 mil. Como ilustração, na Inglaterra, o candidato é submetido também a simulações de atendimento com pessoas de várias províncias e seus regionalismos e gírias, além da avaliação da prática médica, inclusive da relação médico-paciente estabelecido. Todo esse procedimento é repetido a cada cinco anos, pelo menos. Parafraseando, então, a presidente, diria que os médicos se submetem a exames rigorosos para exercer a profissão no "paraíso" e, mesmo sem exame, poucos optam pelo "inferno". A verdade pode ser manipulada ao relevar dados importantes sobre um fato, por desconhecimento ou deliberadamente até por má-fé.

Luiz Nusbaum, médico lnusbaum@uol.com.br

São Paulo

 

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FALTA-NOS EDUCAÇÃO

Ficou estarrecida com a notícia da recepção dos médicos cubanos em Fortaleza, pelos próprios colegas e sindicato. Fica provado, mais uma vez, que nos falta, além de médicos, muito mais educação. Isso além de ler o que uma jornalista escreveu nas redes sociais: que as médicas cubanas tinham "aspecto de faxineiras".

Vera Augusta Borges Vaz jvc6@terra.com.br

São Paulo

 

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MELHOR DO QUE NADA

Melhor ter um médico estrangeiro que não ter nenhum médico. Muitos daqui batem o ponto, para garantir o salário, e não ficam para atender os pacientes, como têm mostrado reportagens televisivas.

Conrado de Paulo conrado.paulo@uol.com.br

Bragança Paulista

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AINDA SOBRE O ‘MAIS MÉDICOS’

Este polêmico programa do governo federal gerou discussões inflamadas. Debates e opiniões divergentes são extremamente saudáveis à democracia. Mas desde quando Cuba foi invocada ao centro das discussões ocorreu uma queda sensível de nível. Se opiniões distintas estimulam e enriquecem o debate, o contrário, ou seja, a sua polarização o empobrece. Perde-se o foco em relação ao objeto, estereotipa-se o opositor e a reflexão torna-se um jogo de soma zero. É difícil negar que o programa não tenha uma matriz demagógica e eleitoreira, "mais médicos" apenas resolverão parte do problema, precisamos de infraestrutura e muito mais. Entretanto, convocar médicos para atuar nos grotões é inadiável. Há muito o que fazer num país onde cerca de 700 cidades não têm um único médico e quase metade da população vive sem saneamento básico. Se a medicina cubana é reconhecida por seu caráter preventivo, há uma potencial oportunidade para aprender algo. Lembre-se, o intercâmbio é uma ótima maneira para evoluir e, consequentemente, encontrar melhores soluções. Do outro lado, os críticos do programa lançam acusações ora pertinentes ora fúteis e se esquecem do mais importante, que precisam elaborar uma alternativa plausível e urgente. Nosso sistema de saúde é um caos! Os ditos "formadores de opinião" contribuem para desviar o debate do seu enfoque principal. Surgem acusações e contra-argumentações, vindas dos dois polos, dignas do mais fajuto sensacionalismo. Mas como gostamos de uma polêmica! Para que refletir sobre as possibilidades de melhorar ou elaborar uma outra opção, buscar o bem comum, se podemos vencer nossos oponentes com argumentos que se assemelham a uma marmita mal requentada do período da guerra fria? Nesse meio tempo, criam-se bodes expiatórios e esquecemos que generalizar é confirmar a nossa própria falta de percepção. Mais uma vez perdemos o centro, gastamos o nosso tempo com picuinhas político-ideológicas. Vamos celebrar a nossa estupidez...

 

Diogo Farias diogoofarias@hotmail.com

Bauru

 

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CONFUSÃO

A presidente Dilma "confunde" preconceito com fatos. Fatos: Mais Médicos (engodo e eleitoreiro), médicos cubanos (despreparados e "companheiros"), saúde pública (irresponsabilidade governamental), governo brasileiro (omisso, leniente e populista) e credibilidade (deem exemplo, tratem-se em Cuba).

Mário Issa drmarioissa@yahoo.com.br

São Paulo

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E OS CUBANOS?

O que eu gostaria de entender, e creio que essa questão ainda não foi abordada pela mídia em geral, é se a saída de 4 mil médicos de Cuba, praticamente em curto período de tempo, não causará impacto num país (sic) que tem cerca de 11 milhões de habitantes. Estou preocupado com a saúde do povo cubano, a menos que esses profissionais não sejam médicos, mas, talvez, doutrinadores...

 

Renato L. C. Gagliardi lazio@ig.com.br

Campinas

 

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FUNDO DO POÇO

O advogado-geral da União, Luis Inácio Adams, afirmou que médicos cubanos que eventualmente solicitassem asilo político ao governo brasileiro seriam "devolvidos" à ilha caribenha. Assim, sem mais nem menos, Adams concretiza a indigência moral da administração petista no caso da contratação em massa dessa mão-de-obra escrava com fins descaradamente eleitoreiros. As gestões Lula e Dilma já levantaram suspeitas, ao longo de quase 11 anos, de um extenso prontuário de escândalos, negociatas mal explicadas e deram inúmeras demonstrações irrefutáveis de extrema incompetência administrativa - essa medida, aliás, é mais uma delas. Lula, inexplicavelmente visto por boa parte dos brasileiros como um nume que conduziu o Brasil das trevas à era das luzes, chefiou um governo que, como se sabe, protagonizou o maior escândalo de corrupção da história da República. Mas arrisco dizer que, no que diz respeito a valores morais, nada do que já fizeram se equipara à pantomima da contratação de médicos filiados ao Partido Comunista de Cuba e, pois, em última instância, indivíduos comprometidos com o regime totalitário dos irmãos Castro. Muitos deles já chegaram entoando um forte discurso ideológico em defesa da ditadura, atuarão aqui sem ter comprovado seus conhecimentos e a partir de um acordo que afronta a legislação trabalhista vigente e, ainda por cima, serão permanentemente tutelados pelo regime. A posição do advogado-geral sobre possíveis pedidos de asilo representa o ato derradeiro desse vexame - o governo, assim, acaba legitimando e concordando com todas as práticas autoritárias dos companheiros cubanos, que tanto causam repulsa àqueles que defendem de forma inabalável a liberdade e os direitos civis mais básicos. Os Castro, ao fim e ao cabo, serão agraciados com uma bela mesada pela exportação dos médicos. Depois dessa, definitivamente, chegamos ao fundo do poço.

 

Henrique Brigatte hbrigatte@yahoo.com.br

Pindamonhangaba

 

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NUMA SÓ TACADA

Este governo desconhece qualquer limite no campo do desapreço à ética e à legalidade. Ao importar esses médicos cubanos, dona Dilma numa só tacada desrespeita a legislação brasileira, abriga trabalhadores em regime de escravidão, apoia a chantagem às suas famílias - não podem acompanhá-los para evitar fugas, remunera o locador dos cativos e com isso ainda proporciona uma mesada aos irmãos Castro. É hora de voltar às ruas!

Lafayette Pondé Filho lpf41@hotmail.com

Salvador

 

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MAIS VERGONHA

É incompreensível que um país como o nosso, rico em tudo (menos na política), estar trazendo médicos do exterior. Acho que nossos governantes precisam mesmo ter é "Mais Vergonha", pois a grandeza do Brasil é suficiente para termos médicos, engenheiros, professores, técnicos em geral para suprir as demandas. Bastaria para isso ter "menos corrupção e conversa mole".

 

Ademar Monteiro de Moraes ammoraes57@hotmail.com

São Paulo

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MATEMÁTICA

Uma simples conta nos dá a ideia de quanto será remetido para a ilha dos irmãos Castro, senão vejamos: 4 mil médicos por R$ 10 mil mensais é igual a R$ 40 milhões mensais, que, multiplicados por 12 meses, darão uma mesada aos irmãos da ordem de R$ 480 milhões anuais, ou seja, nosso dinheiro pagando as mordomias dos comunistas Castro. Isso é como o PT usa o dinheiro dos brasileiros, em empréstimos a fundo perdido.

Carlos Angelo Ferro carlosangelo@uol.com.br

Mogi Mirim

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SAÚDE NO BRASIL

Por mais controvérsias que estejam gerando, a chegada de médicos estrangeiros que vão trabalhar em locais onde nenhum profissional de saúde existe, é emblemático. Aguardemos que o tempo possa permitir uma análise tranquila de tal medida, que a princípio tem o objetivo de dar melhor qualidade de vida a população, que vive nas regiões deste Brasil profundo que pouco conhecemos.

 

José de Anchieta Nobre de Almeida josedalmeida@globo.com

Rio de Janeiro

 

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IGUALDADE

Se médicos cubanos podem ingressar em território nacional e exercer a medicina sem uma prova que os avalie, da mesma maneira, candidatos à profissão podem ingressar nas faculdades públicas sem vestibular. Qual a diferença? Por que nossos médicos têm de passar por provas de residência, provas para obtenção do título de especialista, seminários, etc.? Os hospitais frequentados por nossos políticos admitiriam tais profissionais? Acorda, povo brasileiro!

 

Everson Rogério Pavani roger.advog@gmail.com

São Paulo

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O JULGAMENTO DO MENSALÃO

Por que o novo ministro Luís Roberto Barroso não se limita a falar nos autos como todo julgador deve fazer? Os comentários "a latere" que vem fazendo a respeito do julgamento do mensalão primam pela impertinência e mal conseguem esconder seu desejo reprimido de inocentar os réus que foram condenados, sobretudo os do PT. Começou com a sua observação de que ele "constituía um ponto fora da curva", querendo dizer que o STF assumira uma postura mais rigorosa e sugerindo nas entrelinhas que voltasse ao padrão anterior de maior leniência nas suas decisões e continuou com a observação de que o mensalão não era "o maior escândalo político" da história política, numa evidente tentativa de atenuar a culpa dos mensaleiros e solapar a base ética em que os ministros do STF se têm apoiado para inculpar os réus e fixar as suas penas. Na semana passada, porém, ele passou da medida ao manifestar a sua "dor de consciência" por concordar com a pena de 6 anos e 11 meses imposta a José Genoíno ("um homem que participou da resistência à ditadura e do processo de reconstrução democrática") e dirigir a sua indignação contra "o sistema político brasileiro" que por um lado premia "parlamentares eleitos em campanhas de custos estratosféricos que transformam o Parlamento em balcão de negócios" e por outro condena por corrupção ativa "líderes do governo querendo implementar sua agenda política - reformas como a da Previdência e a tributária -, e comprando aquilo que consideravam o interesse público" (!). Que ditadura, ministro Barroso? Ditadura houve e há no regime retrógrado e decrépito de Cuba faz mais de 50 anos, o regime militar no Brasil acabou vai fazer 30 anos e trouxe progressos e avanços para o País, ao passo que Cuba agoniza em meio aos escombros e ruínas causados por um regime tirânico e que reluta em chegar ao seu fim. E mirando a ilha dos Castros e tentando transformar o Brasil numa grande Cuba é que Genoíno e outros lutavam e ainda vem o ministro Barroso dizer que ele lutou pela reconstrução democrática do nosso País. É demais! Finalmente, onde é que o novo integrante do STF descobriu que Genoíno e outros, com a farta distribuição de dinheiro que promoveram, estavam "comprando interesse público"? Estavam é assegurando o projeto de poder do PT, tanto que o Lula desistiu da reforma previdenciária assim que percebeu a resistência a ela e forçar poderia por a perder a sua reeleição e a permanência do seu partido no poder. Ao ler estas manifestações impertinentes do novo ministro não posso deixar de pensar que ele está querendo pagar com juros o preço da sua indicação à nossa mais alta Corte de Justiça aos que a fizeram.

 

Paulo Afonso de Sampaio Amaral drpaulo@uol.com.br

São Paulo

 

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CELSO DE MELLO

Acompanhando o desenrolar do Ação Penal 470 no STF, como paulistas orgulhamo-nos da atuação independente, desassombrada e corajosa do ministro paulista Celso de Mello, que nos tem brindado com sua brilhante cultura jurídica e sensatez. Infelizmente não é este o sentimento despertado pela atuação dos dois outros ministros paulistas, Lewandowski e Toffoli, pautada por ligações de amizade ou partidárias. Esperemos que outros paulistas da estirpe e preparo jurídico do ministro Celso de Mello nos representem também no futuro.

Orlando Cesar de O. Barretto ocdobarr@usp.br

São Paulo

 

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PROPAGANDA ENGANOSA

Bastou o mensalão voltar à ordem do dia, o dólar disparar mais ainda, a inadimplência e a inflação continuarem a crescer sem limites e, pois não, vem lá o famigerado Ibope afirmar que a avaliação positiva da presidente Dilma Rousseff aumentou! Para quem, cara pálida? Dê-nos os nomes para conferir.

 

Ronaldo Parisi rparisi@uol.com.br

São Paulo

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DEZ ANOS DE PT

Conforme a matéria publicada neste jornal em 25/7, na comemoração dos dez anos do PT no poder, em Salvador, Lula e sua afilhada presidente e candidata à reeleição, em pleno exercício de suas habilidades de usurpar méritos alheios, atribuir ao alheio as próprias mazelas e inverter os fatos, brindaram mais uma vez a plateia com algumas pérolas típicas da presunção megalomaníaca em que se sustenta a egolatria lulopetista. Lá vai: "Nos quatro anos antes de Lula, em três a inflação ficou acima da meta" (Dilma); "A oposição não tem condições de discutir inflação conosco" (Lula); "...este é o décimo ano seguido que a inflação está sob rigoroso controle... Nós temos que enfrentar as mentiras com dados verdadeiros (sic)... Não permitam que a manipulação se imponha, não deixem que o pessimismo conquiste corações e mentes que não recebem toda a informação disponível (sic)" (Dilma); "Nós estamos há dez anos consecutivos mantendo a meta da inflação, a inflação pra nós é uma coisa sagrada" (Lula); "Eu fico pensando o que seria o Brasil sem o PT, fico pensando o que seria o Brasil sem o movimento dos sem terra" (Lula). Difícil é saber se tal verborragia resulta de mero delírio que os faz acreditar nas próprias mentiras ou se trata de cara de pau mesmo. Seja qual for a hipótese, alguém precisa informá-los, já que fingem não saber, a respeito de alguns dados históricos, como por exemplo, o fato de que nos anos antes de Lula foi o governo FHC que eliminou uma hiperinflação crônica que comprometia toda a economia do País, havia décadas, e que foi graças a isso que o governo Lula pode desfrutar e abusar irresponsavelmente de condições favoráveis nessa área; que rigoroso controle da inflação pressupõe índices não superiores a 4,5% ao ano, o que, como até as pedras sabem, não é o que vem ocorrendo há bastante tempo. E quanto a que seria do Brasil sem o PT, os fortes indícios, depois de dez anos, são os de que o Brasil estaria muito melhor se os pretensiosos petistas jamais tivessem chegado ao poder.

 

Roberto Barone rbtob@hotmail.com

São Paulo

 

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EM CAMPANHA ELEITORAL

A gafe cometida por Dilma em Minas Gerais, onde confundiu a capital mineira com a capital gaúcha, é normal para todos os candidatos que estão em campanha eleitoral. São tantas viagens, tantos palanques e tantos discursos, que eles acabam perdendo a noção de espaço. Uai, a campanha eleitoral já começou? E cadê o candidato da oposição? E vamos que vamos, Brasil ladeira abaixo.

Maria Carmen Del Bel Tunes carmen_tunes@yahoo.com.br

Americana

 

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PESQUISAS E PESQUISAS

Dilma "sobe", Dilma "desce" e "sobe" outra vez nas pesquisas de opinião. Notícias como essas, estampadas em todos os meios de comunicação exaustivamente sobre governantes e políticos, pouco ou nada têm de utilidade para as reais necessidades da sociedade . O conteúdo informativo desse gênero de "notícia" é tão medíocre quanto as do mundo-cão, e também, nada de valor acrescentam ao conhecimento. A(s) pauta(s) jornalística(s) deveriam procurar assuntos mais interessantes para os seus leitores e poupá-los de futilidades. O governo do PT nesses dez anos foi um governo de tapeação que, além das constantes mentiras, é notório conhecido pelos escândalos de corrupção, incompetência e mau gerenciamento.

 

Gilberto Motta da Silva gmottas@yahoo.com.br

Curitiba

 

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PICUINHAS NA OPOSIÇÃO

Não há dúvida, enquanto o PSDB continua com escaramuças internas e picuinhas, motivadas por vaidades que dificultam a escolha definitiva do seu candidato à Presidência em 2014, o PT vai aprumando o "poste" para mais um mandato.

José Millei j.millei@hotmail.com

São Paulo

 

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JOSÉ SERRA E O ÓBVIO

Para a Presidência ele dificilmente venceria qualquer candidato. Serra já teve suas chances e as desperdiçou. Inseguro como é, ainda pensa, pensa, pensa, sobre o que fazer. Sair ou não sair do PSDB, candidato ser ou não ser. Pelo artigo que escreveu no dia 22/8 no "Estadão", seria talvez um ótimo assessor presidencial. No máximo.

 

Ademir Valezi valezi@uol.com.br

São Paulo

 

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O PARTIDO DE UM SÓ

Na última eleição à Presidência da República não havia necessidade de prévias dentro do PSDB, conforme os ditames do Serra, o então todo poderoso. Pelo visto agora há também, conforme os ditames do Serra, o perdedor. No mínimo já está tudo acertado dentro do PSDB para que o Aécio seja derrotado e o Serra parta mais uma vez para a derrota eleitoral. É tudo o que o PT quer. E assim vamos nós desunidos e fazendo oposição dentro de um partido que um só manda e que mais uma vez a derrota é eminente.

 

José Piacsek Neto bubanetopiacsek@gmail.com

Avanhandava

 

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SER OU NÃO SER?

Hamletiana questão: Ser(ra) ou não Ser(ra) candidato a presidente em 2014 pelo PSDB?

 

J. S. Decol decoljs@globo.com

São Paulo

 

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SUPERFICIAL

Convenhamos que é superficial a análise que tem sido feita sobre a candidatura presidencial do PSDB para 2014. Foge à lógica que esteja havendo disputa dentro do partido, principalmente em razão da situação a que foram reduzidas as oposições. O que nos parece mais coerente com os fatos seria cogitar-se a possibilidade de estar o ex-governador Serra obrigando o senador Aécio a encontrar o caminho a que faz jus, seja lá o que for. Como se diria: se não dá vou eu. O que está evidente, acreditamos definitivamente, é que Aécio é o candidato e Serra não troca de partido.

Orlando Sacco osacco@uol.com.br

Botucatu

 

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FILA

Sr. José Serra, agora é a vez do mineiro.

 

Luiz Henrique Penchiari luiz_penchiari@hotmail.com

Vinhedo

 

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