Fórum dos Leitores

GOVERNO DILMA

O Estado de S.Paulo

08 Setembro 2013 | 02h10

Indignação e mudanças

Em seu pronunciamento oficial comemorativo do 7 de Setembro, Dilma Rousseff disse que a população tem todo o direito de se indignar e cobrar mudanças. Acertou em cheio, porque cidadãos comuns, como eu, estão indignados e cobrando essas mudanças tão necessárias para corrigir os rumos do Brasil. Errado, porém, foi ter saído da boca da presidente tal declaração. Dilma, que tem a faca e o queijo na mão para consertar o que está errado e nada faz nesse sentido, por que não se indigna também e promove as tais mudanças?

RONALDO GOMES FERRAZ

ronferraz@globo.com

Rio de Janeiro

Inflação em alta

A inflação voltou a dar sinais de que está aumentando, mas, segundo a última ata do Comitê de Política Monetária (Copom), a culpa não é da política fiscal do governo, que deixou de ser "expansionista" e passou a ser "neutra". O Banco Central resolveu fazer um agrado à presidente Dilma e deixou o mercado com a pulga atrás da orelha. Para explicar o aumento da inflação o ministro da Fazenda, Guido Mantega, já achou o novo bode expiatório: o pecuarista produtor de leite, porque o leite é o atual vilão das donas de casa. Ainda bem que eu prefiro vinho, pode ser argentino ou chileno, e como o dólar caiu não terei problemas com o aumento do preço do leite.

MARIA CARMEN DEL BEL TUNES

carmen_tunes@yahoo.com.b

Americana

Carestia indesejável

A inflação, que foi desprezada nas suas consequências lá atrás pelo governo federal, teimosamente continua a corroer o orçamento das famílias brasileiras. Depois de um microrrefresco em julho, em agosto acelerou novamente o custo de vida e o índice inflacionário alcança, em 12 meses, 6,09%. Se tirarmos, porém, o peso dos preços administrados, como os da correção da conta de luz, dos serviços de água e esgoto, dos aluguéis, etc., a inflação sobre os chamados preços livres, como os de alimentação, vestuário, serviços, etc., chega à assustadora marca de 8%! E se analisarmos que o fim do efeito da redução no preço das passagens do transporte urbano e na energia elétrica, somado à alta do dólar, com reflexo sobre os produtos importados, das commodities, e sem desprezar a possibilidade de aumento dos combustíveis ainda este ano, o futuro da inflação, infelizmente, é de mais alta ainda. O resultado perverso, que o governo reluta em admitir, é a alta dos juros, a baixa oferta de novos empregos, a redução no consumo até de produtos de primeira necessidade, a timidez nos investimentos e a continuidade dos PIBs medíocres. Este diagnóstico sobre a imprudência das ações macroeconômicas do governo do PT é mais antigo que o nascimento de Jesus Cristo...

PAULO PANOSSIAN

paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

Espionagem

Dilma e seus correligionários não devem ter ouvido falar em George Orwell nem em César Augusto, pois as reações emocionalmente descontroladas que mostram no episódio da espionagem americana são ridículas. A espionagem sempre existiu e seu partido é expert no assunto, pois já demonstrou isso muitas vezes, como nos famosos dossiês que irritaram tanto o Lula a ponto de chamar seus autores de aloprados. Vamos aos dois personagens citados: George Orwell é autor do livro 1984, em que cria uma sociedade imaginária governada por um ditador que montou um esquema de espionagem e deu origem ao famoso personagem Big Brother. César Augusto foi o primeiro e mais competente imperador romano, que soube comandar o maior império da História, sem ser despótico, usando para isso um esquema de espionagem com pessoas de confiança que o mantinham informado de tudo, e com isso abafava qualquer revolta no nascedouro. Foi nessa época que nasceu Jesus Cristo.

FRANCISCO SAMUEL FIORESE

samucafiorese1@yahoo.com.br

Campinas

Preocupação ou medo?

A nossa presidenta está preocupada com a violação de direitos ou com medo da divulgação de um novo mensalão?

SERGIO SCALISSE

sscalisse@hotmail.com

Jacareí

MENSALÃO

Embargos infringentes

Espero que os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) não infrinjam a Constituição dando abrigo aos embargos infringentes, uma invenção da Justiça brasileira para despachar os processos judiciais para as calendas. Afinal, a Carta Magna de 1988 deu fim a essa criativa maneira de ir postergando o resultado final de um processo. Ao acompanhar na quinta-feira os trabalhos da plenária do STF, senti um leve cheiro de pizza.

GILBERTO PACINI

benetazzos@bol.com.br

São Paulo

Boca de urna

Acompanhei a mesma sessão do STF e reparei numa atitude do ministro Ricardo Lewandowski que reputo inadmissível num tribunal. Uma tese dele encontrou adeptos até de última hora e faltando só 1 voto para ser vencedora tentou constranger a ministra Rosa Weber a mudar de ideia. Não sou especialista em legislação eleitoral, mas a atitude do ministro mais parecia boca de urna, o que configuraria ilegalidade. Felizmente, a ministra não mudou seu voto. Afinal, todos os réus da ação são, na prática, criminosos. E não roubaram sacristia de igreja, mas dinheiro público, que está fazendo falta.

PAULO HENRIQUE C. DE OLIVEIRA

ph.coimbraoliveira@gmail.com

Rio de Janeiro

Rebaixamento do STF

Lamentável o papel a que se vem prestando o juiz Lewandowski no julgamento do mensalão. Sua participação chegou ao ponto mais baixo na quinta-feira, ao acusar, sem rodeios, seus pares no STF de atuarem para deliberadamente pôr na cadeia José Dirceu, um dos donos do PT, condenado por corrupção ativa e formação de quadrilha. Isto é, que perseguiram Dirceu. Para piorar, não se ouviu uma admoestação sequer de nenhum dos demais juízes contra tão grave acusação. Quando Joaquim Barbosa disse que Lewandowski estava a fazer chicana no STF, o mundo quase caiu nas costas dele por ter-se dirigido de maneira inapropriada a um colega. E agora? Os mesmos que criticaram Barbosa também censurarão Lewandowski por ter afirmado, diante de todo o Brasil, que seus colegas perseguiram um réu?

HENRIQUE BRIGATTE

hbrigatte@yahoo.com.br

Pindamonhangaba

Veredicto

Nesta semana o STF decidirá se no Brasil o crime compensa ou deve ser punido.

PETER CAZALE

pcazale@uol.com.br

São Paulo   OS EUA NO CENTRO DO PALCO

A decisão da presidente Dilma Rousseff de levar à ONU a invasão de sua privacidade por organismos de espionagem norte-americanos pode não dar em nada. Mas divulga mais uma atitude inadequada do governo de um país que se julga dono do mundo. E que está prestes a mais uma atitude belicosa, invadindo um país do Oriente Médio sob o argumento de que foram usadas armas químicas nos embates travados com seus opositores. No caso, cabe uma pergunta, ou seja, o que os Estados Unidos têm que ver com isso? E os rebeldes, no caso, estão recebendo armamentos de quem? A incoerência de atitudes é que estimula o terrorismo, mas isso pelo visto não preocupa os governos norte-americanos.

Uriel Villas Boas urielvillasboas@yahoo.com.br

Santos

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O MUNDO GIRA E A LUSITANA EMPACA

Quem espiona é porque adquiriu capacidade tecnocientífica para fazê-lo. Quem não a adquiriu não tem como reclamar, pois estaria pretendendo um nivelamento por baixo.

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

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O RATO RUGE E A ÁGUIA DESDENHA

Comoção, estardalhaço, CPI da espionagem, projeto de US$ 600 milhões para construção de um satélite. Para monitorar os Estados Unidos? Nada como um fato novo, de impacto, para fazer o rato rugir. Os Estados Unidos não precisam de espionagem para saber que a América do Sul, na sua totalidade, está de braços dados com a mais retrógrada esquerdopatia vermelha que sempre foi o sonho de consumo do governo. Tudo o que Tio Sam precisa saber sobre o que se passa no Brasil está diariamente estampado nos jornais e na televisão. O apoio financeiro a países discricionários africanos, financiamento de megaobra do Porto de Mariel, em Cuba, além da importação de forma estranha de milhares de médicos cubanos sem a obrigação de passarem pelo exame do Revalida, terceirizados pelo governo cubano e pagos com o nosso dinheiro. O governo finge indignar-se, satélite, retratação de Obama, enfim, se Tio Sam não se explicar direitinho, dona Dilma poderá até declarar guerra aos Estados Unidos. Se não tens nada para fazer, faça-o no Senado.

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)

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ESTAMOS PERDIDOS

Se os americanos realmente monitoraram nossas pastas da Cultura, Educação e Saúde, e sabem todos os planos estratégicos delas, realmente estamos perdidos. Revoltante!

Flavio Marcus Juliano opegapulhas@terra.com.br

Santos

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NA LACUNA DA OPOSIÇÃO

Não que seja a melhor solução, mas já que a nossa insepulta oposição aceita a implantação do utópico socialismo bolivariano no nosso país pela camarilha petista, sem esboçar a menor reação, é melhor que o maior líder democrático do planeta acompanhe de perto os verdadeiros rumos do governo Dilma, antes que seja tarde...

Victor Germano Pereira victorgermano@uol.com.br

São Paulo

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PRIORIDADE SUPÉRFLUA

Num país onde reconhecidamente a saúde, a educação, a segurança e a infraestrutura geral estão em estado falimentar, o governo de Dilma Rousseff anuncia que já vai iniciar em outubro a construção do satélite geoestacionário brasileiro, projeto orçado em US$ 600 milhões. Tudo porque houve denúncias de monitoramento de dados do Brasil pelos EUA. Dilma teme que seus destemperos sejam divulgados? Ao colocar a execução deste projeto como prioridade, o PT de Lula/Dilma desrespeita ou ignora simplesmente as reais necessidades reivindicadas pelo povo nas manifestações. Já não bastam os estádios, caríssimos elefantes-brancos? E aí, voltamos às ruas?

Mara Montezuma Assaf montezuma.scriba@gmail.com

São Paulo

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SEGREDO

Presidenta Dilma, fique quieta que o Obama não vai contar a "porcariada" gravada para ninguém. Só peça para os americanos jurarem por Deus que é segredo pro resto da vida.

Roberto Soares Hungria cardosohungria@gmail.com

Itapetininga

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DIÁLOGOS CLANDESTINOS

Imagino o conteúdo da escuta clandestina das ligações de nossos líderes grampeadas: "Sr. ministro, como vai o caixa dois de seu partido?" "Tá fraquinho, esse ano só desviamos R$ 100 bilhões..." "Por favor, sr. ministro, só isso?" "Pede pra criarem outro ministério para o seu partido, assim não é possível, ano que vem tem eleição". Não é à toa que o governo está desesperado por ter suas conversas escutadas.

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo

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DIVULGAÇÃO

Solicito encarecidamente ao Exmo. presidente Barack Obama que nos ajude, divulgando todo o conteúdo do material de espionagem sobre a presidentazinha e a corja que compõe este governinho incompetente e corrupto.

Luiz Sergio dos Santos Valle luizsergiovalle@gmail.com

São Paulo

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COERÊNCIA, POR FAVOR

Surpreendem-me algumas opiniões que tenho lido neste fórum sobre a espionagem estadunidense, na linha de que o governo estaria maxivalorizando o tema, partidarizando a questão ou que isso seria uma "cortina de fumaça" para encobrir os escândalos nacionais. Ora, do mesmo jeito que se reclama que a Bolívia do sr. Evo Morales faz o que quer com o Brasil, em atos recentes e lamentáveis de clara afronta à soberania pátria (casos do senador refugiado, Petrobrás, etc.), é no mínimo coerente que se repudie no mesmo tom o ato de arapongagem americana, ao meu ver tão ou mais grave que aqueles, quanto mais quando investido diretamente contra a presidente do País. Fico imaginando uma bizarra situação ao contrário, os EUA descobrirem Dilma espionando a Casa Branca - provavelmente Obama aumentaria a lista do seu antecessor Bush, incluindo o Brasil no rol do "Eixo do Mal". Afinal, não é essa a desculpa, de que utilizam a espionagem a pretexto de garantirem a sua "segurança nacional"?

É a velha história dos fins justificarem os meios (o PT usou esse artifício para a roubalheira do mensalão e perpetrar seu plano de perpetuação no poder, tudo em prol de um "projeto maior" para o País). E, afinal de contas, por que nos preocupar, espionagem existe desde que o mundo é mundo, não é? Prostituição também...

Luiz França G. Ferreira luizfgf.adv@gmail.com

São Paulo

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DILMA CANCELA VIAGEM

A presidente Dilma, por ter sido grampeada pelo governo americano, cancelou visita de representantes que cuidariam de sua estada nos EUA em outubro ("Estadão", 5/9, A7). Fusquinhas à parte, o contribuinte não acredita que até hoje o governo usa de métodos jurássicos para visitar outros países, precisando que a fiel comitiva da presidente faça viagem custosa aos cofres públicos, antecipada, provavelmente com cartões corporativos sob sigilo, para providenciar estadia, acomodações, etc. Para que servem as embaixadas, afinal? Em pleno mundo digitalizado e informatizado, reservas de hotéis, automóveis, reuniões, etc. se fazem via "conference call". Mais um desperdício de dinheiro público. Já não basta viajar com 52 súditos, precisam ir antes para atender à "rainha presidentA"? Se esse sistema fosse implantado no Brasil em todas as repartições públicas, pensaram na economia?

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

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EXAGERO

O eventual cancelamento da viagem de Dilma aos Estados Unidos é uma tempestade em copo d'água.

Roberto Twiaschor rtwiaschor@uol.com.br

São Paulo

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PICUINHAS

Dona Dilma deveria aprender a separar questões pessoais de assuntos de Estado. Não podemos correr o risco de prejudicar o Brasil com arremedos de picuinhas e mau humor. Essa teimosia pouco salutar poderia se encaixar no seu tempo de estudante rebelde. Realmente, não tem preparo algum para estadista. É figura menor.

Ulysses Fernandes Nunes Junior Ulyssesfn@terra.com.br

São Paulo

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PREOCUPAÇÃO

Na verdade, a grande preocupação de Dilma Rousseff é Lula, que a vem estimulando a dar um "guenta democrático" em Obama. É que os EUA, pela prática da espionagem, podem decifrar os códigos secretos das ordens e mandos da corrupção implantados no Brasil desde a implantação e domínio do PTlulismo.

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

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O TEATRO DA PRESIDENTE

Não há dúvida de que não é agradável ver-se espionado. Toda a Nação, no entanto, faz espionagem, o que inclui o Brasil. É desagradável saber que EUA e Inglaterra conseguem "atravessar" todos os sistemas que existem na operação da internet. Internet sem a qual hoje não vivemos mais. É típico de um desenvolvimento tecnológico sobre o qual se perdeu o controle, se é que vão reavê-lo. Os países espionados tiveram uma atitude correta, protestaram formalmente contra os EUA que foi "pego". Mas não contra França, Inglaterra, Rússia e China os outros maiores espiões, que não foram "pegos". Quando os EUA flagraram a China espionando indústrias, houve uma desculpa formal e os EUA trataram de defender melhor seus arquivos. Não se soube de nenhum país ter tido tão grande reação como o Brasil, mesmo o México cujo presidente também foi espionado. Mas aqui, há um fator adicional que se chama reeleição em 2014, para a qual dona Dilma quer ganhar os votos dos demais antiamericanos e outros incautos que consiga convencer com seus gestos de revolta. Contribuiu com muita perfeição nessa captação de votos o extremamente irado ministro Cardozo da Justiça que quer um documento escrito com a explicação do governo dos EUA.

Fabio Figueiredo fafig3@terra.com.br

São Paulo

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ESTE CARA É ELE

O ex-presidente Lula da Silva sugere à presidente Dilma Rousseff um "guenta" no Barack Obama. É melhor ele pensar direito, pois a revista "Forbes" vai denunciar seus atos de corrupção e de desmando. O presidente pode deixar o mundo saber quem é este "cara" que enganou o Brasil e o mundo.

Celso de Carvalho Mello celsosaopauloadv@uol.com.br

São Paulo

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ALMA LAVADA

Concordo com a opinião de que o Brasil precisa reagir à altura e retaliar os EUA de forma enérgica pelos atos de espionagem. Assim, sugiro que a "presidenta" Dilma declare guerra imediata aos nossos espiões, enviando a sua poderosa tropa de choque no Congresso, comandada pelos generais Sarney e Renan Calheiros para invadir a Casa Branca. Estaríamos todos de alma lavada.

Marco Antonio R. Nunes nunesmarcelao@hotmail.com

Pindamonhangaba

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MAIS LULÍADAS

Toda vez que Lula emerge e se põe a falar já espero abobrinha, e desta vez não foi diferente: ao cobrar "desculpas" dos EUA por suposta espionagem em terras brasileiras o "ex" tangeu mais uma vez o ridículo. Todas as nações importantes têm serviços de informação e contrainformação, de preferência azeitados e atuantes, ainda mais após o 11/9. Por que, então, a maior delas (e a mais visada pelo terrorismo) não teria? Desde que o mundo é mundo as nações exercem os misteres da espionagem. Foi assim na Antiguidade, é assim hoje. Não fosse os EUA exercerem-na, não ficariam sabendo das sinistras intenções de Fidel Castro, que, numa parceria secreta com Moscou, construiu bases para lançamento de mísseis balísticos com poder para atingir todo o território dos EUA no território da ilha caribenha. Cuba e URSS negaram a trama, mentindo deslavadamente numa ensaiada coreografia que foi, todavia, derrubada com a exibição incontestável das fotos pelo representante dos EUA na ONU. O episódio denominou-se "Crise dos Foguetes" (1962) e por conta dele, por pouco o planeta não foi palco da primeira - quiçá a última - guerra nuclear. Apesar da enorme importância desses fatos, não me recordo de ter ouvido Fidel Castro ou o então mandatário soviético Nikita Krushev pedirem desculpas por terem posto o planeta inteiro em risco com suas ambições expansionistas. Guardadas as devidas proporções, o episódio da espionagem de Tio Sam em "terra brasilis", pode ser equiparado a uma traquinagem quase inconsequente. Nunca vi Lulla criticar Fidel por ter posto o planeta em risco em 1962; pelo contrário: arrogante como sempre, Fidel usava todos os foros para desancar a águia, assim como seu pupilo venezuelano Hugo Chávez passou a fazê-lo depois. Para Lulla, Fidel - o mesmo que protagonizou esse quase Armagedom - é uma inspiração a todos os povos da Terra e a Venezuela exemplo de um país com "excesso de democracia".

Silvio Natal silvionatal49@gmail.com

São Paulo

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SOB SIGILO

Por que tanta celeuma com a espionagem americana? E os gastos com cartões corporativos, por que são secretos?

Francisco Zardetto fzardetto@uol.com.br

São Paulo

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TECNOLOGIA

A matéria (6/9, A11) sobre a quebra da criptografia pelos EUA não assusta. Aliás, até tranquiliza. Quem conhece o assunto sabe que a única forma de se proteger dos hackers e crackers é estar um passo à frente deles, e o que a NSA está fazendo é manter-se à frente. Sabendo como quebrar a criptografia, sempre será possível detectar tentativas malignas e impedi-las de vencer. E não se tenha dúvidas, as forças do mal estão tentando!

Gilberto Dib gilberto@dib.com.br

São Paulo

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APOSENTADORIA POR INVALIDEZ

Não entendo mais este país. José Genoíno, condenado no processo do mensalão, pede aposentadoria por invalidez à Câmara dos Deputados, após causar um dano irreparável aos cofres públicos, à imagem do País, à "pureza do PT" e aos cidadãos que amargam um teto da previdência sobre suas aposentadorias miseráveis. Como se isso não fosse suficiente, tudo caminha para um novo julgamento que irá diminuir sua pena. Com a pena diminuída, ainda cumprirá sua prisão em regime domiciliar, pois após se aposentar da "roubalheira" ficou doente. Resumo da saga petista: fraudou o País, se aposentará, receberá uma salário de R$ 26.723,13, que no mínimo sustentaria 20 pais de família, e terá a pena reduzida. Será que ele ainda terá direito a uma Bolsa Família e a um seguro-desemprego? Esqueci, se for para a cadeia, terá o auxílio-reclusão? Acorda, Brasil!

Everson Rogério Pavani roger.advog@gmail.com

São Paulo

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INVALIDEZ MORAL

Genoíno, os demais mensaleiros, os faxinados e outros mais precisam aprender que invalidez moral não dá aposentadoria, mas prisão. Por que o cidadão contribuinte lesado sustentaria o ladrão?

Harald Hellmuth hhellmuth@uol.com.br

São Paulo

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PASSADO TRAÍDO

José Genoino agora ficou doente e pede aposentadoria. Isso, claro, é para se livrar da prisão, pois vai alegar que precisa de tratamento médico. Em matéria de maracutaia, os petistas são PHDs e doutores com louvor. Esse canalha precisa ser preso e cumprir a pena sem mordomias ou moleza. Meteu a mão para comprar cumpanheiros canalhas de todos os partidos e agora quer moleza? Sem essa, pois ele tinha obrigação moral, pelo seu passado, de NUNCA meter a mão na cumbuca da corrupção.

Asdrubal Gobenati asdrubal.gobenati@bol.com.br

Rio de Janeiro

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LUÍS ROBERTO BARROSO

O ministro Luís Roberto Barroso já disse para o que veio, e com todas as letras. Para a sua indicação ao cargo, o governo petista deve ter se cercado de todas as salvaguardas para que não ocorresse o que ocorreu com as indicações de ministros como Joaquim Barbosa, Ayres Britto e Luiz Fux, quando nomeados ministros, ao tomarem posse, tornaram-se independentes de seus padrinhos políticos. Primeiro, juntamente com o outro novo ministro, Teori Zavascki, fez com que o placar que era favorável à perda automática dos mandatos de todos os parlamentares condenados pelo Supremo Tribunal Federal (STF) passasse a ser favorável a dar à Câmara dos Deputados o poder dessa decisão. Agora, nitidamente retribuindo a graça da sua indicação aos seus padrinhos, teve o desplante de declarar que deputados condenados que estivessem cumprindo suas penas em regime semiaberto poderiam continuar exercendo os seus mandatos. Essa posição absurda e inaceitável, firmemente contestada pelo grande ministro Gilmar Mendes, que permitiria manter criminosos condenados atuando no Parlamento, tem o claro objetivo de preservar o mandato de deputados mensaleiros, especialmente José Genoino, ex-presidente do PT, partido do governo e, certamente, o motivo da posição de Barroso.

Ronaldo Gomes Ferraz ronferraz@globo.com

Rio de Janeiro

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BARROSO TEM RAZÃO

"Genoino tem história"... Tanto no Araguaia quanto no mensalão, um covarde. Em essência, como um rato, quando o barco afunda, "que se lixem os companheiros" . Sabe muito bem safar-se e posar de coitado e herói ao mesmo tempo. Nas basbaquices de hipócritas constroem-se histórias para substituir a verdadeira história ao final engano da Nação. Ao tempo, soberano de toda verdade, se escreverão através de fatos o que ora se assiste, onde mais um canalha e factoide construindo sua saída da vida pública como se tivesse deixado legado de bom alvitre e injustiçado pela opinião pública.

Oswaldo Colombo Filho colomboconsult@gmail.com

São Paulo

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COMPANHEIRO APOSENTADO

Esse Genoino é um "cara de pau". Óleo de peroba nele. Será que ele conseguirá a "merecida" aposentadoria? É brincadeira! Precisamos de uma reforma no sistema parlamentar brasileiro. de 513 deputados federais, deveriam ser "171", em alusão ao crime de estelionato do Código Penal. Senadores, 21, e, consequentemente, a redução em todos os níveis. Já pensaram na economia, que poderia ser revertida para a saúde, a educação e a segurança pública, além de outras áreas governamentais? Sobraria até mais dinheiro para as viagens presidenciais.

Edmar Augusto Monteiro edmarmonteiro@ig.com.br

São Paulo

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VOTO ABERTO NO CONGRESSO

Apesar de possuir uma imagem extremamente degradada ao longo do tempo, e mais ainda com o caso Natan Donadon, a Câmara dos Deputados deu sinal de vergonha do que tem feito e aprovou, por unanimidade, o voto aberto para todas as matérias. Agora é o odioso presidente do Senado que deseja usurpar este direito do povo brasileiro. A população precisa saber qual foi o voto de seu parlamentar em tudo, e não só nas cassações. Renan já tem um passado sombrio e vergonhoso, como a maioria de nossos políticos, e agora ainda pretende ficar conhecido na história deste país como o protetor dos maus políticos. Infelizmente não valemos mais nada para aqueles que elegemos, pois é só interesse pessoal e corrupção. Todos os eleitores precisam se lembrar deste desprezo em 2014. Fora Renan!

João Coelho Vítola jvitola@globo.com

Brasília

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HISTÓRIA SEM FIM

A mídia divulgou em 4/9 fotos de deputados se regozijando com o fim da aprovação do voto secreto. Parece que somos um país que vive a maior das alegrias. Quanto tempo demorou essa providência? Já caminhava para o oitavo ano... E com certeza não era o que de mais importante havia para ser votado. Aliás, era até desnecessário tê-la votado. Se a moral e os bons costumes fossem uma constante na vida dos parlamentares... E o pior é que ainda não acabou. O projeto tem de passar pelo Senado, que já disse que fará emendas, e depois voltará à Câmara. É uma história ainda sem fim.

Paulo H. Coimbra de Oliveira ph.coimbraoliveira@gmail.com

Rio de Janeiro

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SANTA HIPOCRISIA

Um misto de satisfação e desprezo foi o sentimento que tive ao ver os deputados federais festejando a aprovação do voto aberto, dando a impressão de que tivessem alcançado uma vitória depois de árduas batalhas, em que se libertaram dos grilhões que os impedia de legislar pelo bem comum, não tão somente em causa própria e não apenas a votação de um projeto engavetado há sete anos.

Luiz Nusbaum lnusbaum@uol.com.br

São Paulo

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SEM RESSALVAS

Agora a discussão é sobre o voto aberto. A Câmara aprovou e o Senado só vai aprovar a parte que a Câmara aprovou que é o da votação aberta para cassação. Para mim voto aberto é voto aberto. Os parlamentares contrários ao voto aberto geral argumentam que assim estariam sujeitos as pressões de governos de ocasião ou autoridades. É só denunciar. Melhor do que dar uma impressão de como vai votar e depois votar diferente. Aí é falta de caráter, mas se formos por aí...

Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

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PARA TODA VOTAÇÃO NO CONGRESSO

Voto aberto, amplo, geral e irrestrito. Basta de covardia e anonimato! Bravo, Brasil!

J. S. Decol decoljs@globo.com

São Paulo

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RENAN AFINOU

Político sem vergonha é assim: Enquanto a PEC 349 (fim do voto secreto) dormia nas gavetas da Câmara, o presidente do Senado, Renan Calheiros, vinha diariamente a público defender sua votação e aprovação. Foi só a Câmara aprovar o fim do voto secreto para TODAS as votações que o mesmo Renan Calheiros deu um passo atrás, dizendo que deveria ser aprovado só o voto secreto na cassação dos mandatos e que em outras matérias deveria haver um outro projeto disciplinando o assunto. Nós, eleitores, queremos saber quem vota em que, para dessa forma termos uma ideia se a proposta/propaganda do candidato "bate" com sua atuação quando o assunto vai a voto. Melhor ainda é acabar com os que se abstém em certas matérias, pois não votar é votar de forma disfarçada, covarde, no que você não concorda, sem se expor. Renan, não tente emendar o que foi aprovado na Câmara, pois a nossa paciência está esgotada, não aceitamos mais protelações e o senhor tem grande culpa por isso.

Claudio Juchem cjuchem@gmail.com

São Paulo

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TRANSPARÊNCIA

Câmara aprova proposta que acaba com votação secreta. Na minha opinião, foi uma excelente medida, até porque com voto aberto de nossos parlamentar nas próximas eleições será possível sabermos em quem estamos votando.

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)

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FIM DO VOTO SECRETO, UM AVANÇO

Depois do fiasco de manter o mandato de Natal Donadon, a Câmara dos Deputados aprova a PEC 349, que acaba com o voto secreto no Poder Legislativo, e se arrastou por 12 anos na má vontade e da conveniência dos parlamentares. Sua tramitação serviu sempre para atender a demagogias e interesses momentâneos. Até a aprovação vem em socorro dos deputados cuja imagem restou manchada pelo caso do deputado-presidiário. Mas, para entrar em vigor, o projeto necessita da aprovação dos senadores. Entendidos da área dizem que sua tramitação pelo Senado pode ocorrer em um mês (se os senadores assim o quiserem) ou demorar anos. Espera-se que sejam rápidos e entendam a grande utilidade da matéria que, em vigor, poderá fortalecer a imagem do Poder Legislativo e promover sua reconciliação com o povo, hoje bastante crítico à instituição. Não há a mínima razão para o parlamentar - representante do povo - continuar trabalhando escondido desse mesmo povo.

Dirceu Cardoso Gonçalves aspomilpm@terra.com.br

São Paulo

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MENOS SEGREDO, MAIS TRANSPARÊNCIA

Um dos argumentos usados por congressistas para justificar o voto secreto é que, com ele, se evita a "pressão" do Poder Executivo. Que quer dizer isso? Será o conhecido "é apoiando o governo que se recebe ajuda na liberação de verbas"? Ou o jogo do "toma lá dá cá"? O "orçamento impositivo" já foi um passo na direção de liberar o Legislativo desse "jogo". Mas poderão fazer mais. Por que não defendem com mais clareza os projetos apresentados? Por que não mostram os benefícios que esses projetos trariam para o cidadão-contribuinte? Será que também têm fins secretos as verbas pretendidas? Para reduzir muito a corrupção precisaríamos impor a transparência não só nos votos, mas também nos projetos propostos, orçados e executados com o dinheiro público. O que nos falta é mais transparência e controle do dinheiro ganho com o suor do trabalhador. A verdade é que é por trás dos "segredos" e da não transparência de votos e projetos que corre muita corrupção. E isso, infelizmente, é que interessa aos que visam ao enriquecimento, em vez da oportunidade de servir aos seus concidadãos.

Silvano Corrêa scorrea@uol.com.br

São Paulo

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QUEREMOS ENXERGAR

Voto aberto aprovado na Câmara federal por unanimidade. 452 votaram sim. Falta agora passar pelo Senado, a etapa final do projeto de lei, o povo esperar ser aprovado. Espero que a Assembleia de Pernambuco e as demais do País sigam esse exemplo, que os trabalhos nos Legislativos, na esfera federal, estadual e municipal sejam transparentes, para a população enxergar melhor os seus representantes.

Manoel Limoeiro manoeljs127773997@hotmail.com

Recife

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REFORMA MORAL

Tudo bem que se modifiquem pontos importantes e casuísticos da atual Lei Eleitoral, algumas verdadeiras barbaridades contra quem deseja eleições mais justas e limpas. Mas o que o País gostaria, mesmo, é que não fosse "tocada" por políticos corruptos acostumados a legislar em causa própria, o que, certamente, vai acontecer, trazendo emendas piores que qualquer soneto. De nada adiantará uma Reforma Política, às vésperas de um novo pleito - como o do ano que vem -, se os "maestros" são velhos conhecidos de todos (sujos como pau de galinheiro), cheios de processos e acusações nas costas e continuam dando o tom. A verdadeira reforma será quando qualquer pessoa condenada fique impedida de exercer qualquer cargo público e, se possível, atrás das grades. Mas aí já é pedir demais.

João Direnna joao_direnna@hotmail.com

Quissamã (RJ)

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AS CARTAS DOS LEITORES

Sim, refiro-me ao espaço ao pé desta seção, nas duas páginas, A2 e A3, que contém algo como uma dezena de manifestações de leitores, de diferentes opiniões, diferentes ambientes, anônimos (ou quase) em sua maioria. É a primeira seção do jornal que leio, tanto para saber o termômetro da opinião publicada, como para ver se minha carta saiu. Sou um missivista contumaz - compulsivo, diria - por escrever cartas às redações de jornais e revistas quase diariamente. Não que seja a ocupação principal, apenas dedico meia hora no início do dia - ou um pouco mais - para emitir minha opinião, quando tenho algo de fundamentado, de novo, de original, para dizer. Talvez alivie um pouco as lutas e dúvidas intestinas, com um tempero de massagem no ego. Surpreendo-me com a boa aceitação por parte do redator em escolher minhas cartinhas. Uma ponta de frustração e angústia fica quando a publicação não acontece ou, ainda, quando apenas partes do texto são publicadas. Às vezes aparece o texto somente no site do "Fórum dos Leitores" ou na versão on-line deste jornal; outras, apenas na edição nacional - aquela que recebo no interior -, ficando o grande público da capital sem o "prazer" da leitura de minha opinião. Em tempos de internet e e-mails, não é mais possível ao jornal responder a todos os que a ele se reportam. Entendemos. Mas é interessante quando recebo o retorno de uma mensagem explicando a posição de certo editorial, outra agradecendo pela indicação de incorreções ou ainda corrigindo-me no uso de termos inexistentes. "O Estado de S. Paulo" publica a maior diversidade possível de opiniões. Isso é notável tanto na parte impressa como no conjunto de mensagens no site, mas sinto, não raras vezes, que alguns assuntos ficam de fora dessa seleção. A opinião do jornal é preservada, não questiono, ficando registrado que o "Estadão" busca dar vazão a grande leque de opiniões, apesar do espaço do "Fórum dos Leitores" ser, proporcionalmente, pequeno. Espaço às vezes "invadido" por políticos e autoridades em resposta a noticiário sobre suas pessoas e atividades, que também é necessária. No passado, havia o espaço do "Fórum de Debates", com temas trazidos pelo jornal ou por iniciativa dos leitores, que praticamente dobrava o número de cartas e opiniões publicadas. Certo que o site, agora, publica uma quantidade bem maior de opiniões. A possibilidade de cada um ter seu blog, Facebook, Twitter ou qualquer outro veículo de divulgação de opinião na internet não substitui as cartas dos leitores, que passam pelo crivo da redação do jornal. Muita bobagem e sentenças mal escritas pululam as redes sociais, mas o jornal carrega a premissa de se sustentar na vitrine da qualidade e não publicará o texto ruim, independentemente da opinião emitida. A sensação de poder ao estampar uma opinião em um jornal ou site tem sido ofuscada pelos movimentos de mídia travestidos de libertários, mas que escondem práticas condenadas até por seus militantes, como as recentes revelações dos coletivos Mídia Ninja e Fora do Eixo. Mas insistimos. Profissionais das ciências exatas escrevem pouco. É o que dizem o senso comum e as estatísticas. Um projeto foi desenvolvido na Universidade de São Paulo, campus de Lorena, congregando os alunos dos cursos de engenharia a escreverem textos de opinião que poderiam vir a ser publicados. O batismo de "Engenho e Arte" ao projeto lembra o camoniano verso de "Os Lusíadas" e a atuação do escritor-engenheiro Euclydes da Cunha, fonte primeira de inspiração, tanto por ser um profissional bivalente, como pela permanência, ainda que curta, no Vale do Paraíba. Cabe o resgate da grafia correta de seu nome, com o ípsilon, como ele se assinava e como figurou nas reportagens do Estadão do começo do século passado que resultaram em "Os Sertões". Fazemos isso pois o novo acordo ortográfico resgatou essa letra banida anteriormente de nosso alfabeto. Assim, cartas desses alunos foram enviadas, mas ainda não publicadas. Estimula-se a opinião, com a responsabilidade associada, o que inibe uma parcela significativa desses alunos. Muitos creem que basta curtir e compartilhar um comentário na rede social que basta para se fazer presente como interlocutor da opinião. Outros não se atrevem a errar, o que se lamenta. O conjunto dessas cartas e textos opinativos, se a burocracia universitária assim o permitir, integrará um livro a ser lançado este ano, com recursos da Pró-Reitoria de Cultura e Extensão daquela Universidade, que será distribuído gratuitamente a bibliotecas e centros de divulgação da cultura. A Academia de Letras de Lorena também foi parceira deste projeto, avaliando a qualidade dos textos gerados, uma vez que um quinto de seus membros é também docente da USP, além da coincidência, não casual, de ter Euclydes da Cunha como seu patrono. As cartas dos leitores tornam o veículo de informação mais sólido e plural. O estímulo à escrita pode ser promovido por meio de premiação com assinaturas, canetas ou outros mimos, ou ainda pelo destaque no site ou na página impressa com uma foto ou com a publicação de uma charge associada ao raciocínio formulado - tudo isso já praticado. Ou apenas pelo deleite de ver seu nome estampado, que é o maior motivador, deste e de outros missivistas. Opinemos e assinemos embaixo.

Adilson Roberto Gonçalves, 46 anos, professor da Escola de Engenharia de Lorena (USP), presidente da Academia de Letras de Lorena e escritor de cartas priadi@uol.com.br

Lorena

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