Fórum dos Leitores

MENSALÃO

O Estado de S.Paulo

13 Setembro 2013 | 02h16

Empate no STF

Foi de arrepiar... Os ministros Cármen Lúcia, Gilmar Mendes e Marco Aurélio Mello falaram claramente sobre o que o Brasil queria ouvir: a moral e os bons costumes devem prevalecer sobre a safadeza. Simples assim!

LUIZ ANTONIO FESCINA

terrasfescina@terra.com.br

Conchas

Muito, muito longo alcance

Muita clareza, realidade, exatidão e sinceridade na frase do ministro Marco Aurélio Mello proferida durante a análise dos embargos infringentes: "Visando um Brasil melhor para os nossos bisnetos". Porque esse alcance, se vier, não deverá chegar nem agora nem para os nossos netos. A Presidência, os governos estaduais, o Senado, a Câmara, e por aí vai, deveriam debruçar-se sobre essa frase e meditar muito.

ULYSSES F. NUNES JUNIOR

Ulyssesfn@terra.com.br

São Paulo

Esperança na Justiça

Após a sessão de ontem do Supremo Tribunal Federal (STF), o povo brasileiro mantém a esperança de que haja justiça. O tribunal terá grande chance de moralizar e pôr fim a esse triste e vergonhoso episódio do mensalão, com o voto faltante do ministro Celso de Mello não acolhendo os embargos infringentes, apesar de a bancada a favor dos criminosos do maior escândalo de corrupção de nossa História preferir acolher os recursos para protelar e inocentar os envolvidos, afrontando e decepcionando a opinião pública. Que os condenados na Ação Penal 470 - que desviaram milhões de reais do dinheiro do contribuinte, via contratos e empréstimos públicos fraudulentos, para a compra de parlamentares sem escrúpulos apoiarem o governo Lula e seu partido, a fim de se perpetuarem no poder - sejam punidos imediatamente. Essa decisão do não acolhimento dos embargos é importante para a nossa democracia, que está ameaçada.

JOSÉ WILSON DE LIMA COSTA

jwlcosta@bol.com.br

São Paulo

Aguardemos

O eventual acolhimento dos embargos infringentes caracterizaria o sangramento do partido dos mensaleiros. Nesse caso, a Corte levaria o novo julgamento às calendas, próximo da eleição de 2014. Seria uma publicidade privilegiada de muitas horas de televisão desgastando o PT. Se os políticos se engalfinham por dois minutos na TV, imaginem quanto devem valer as infindáveis horas de publicidade política do mensalão ativo até as barbas da eleição. Tudo isso seria uma vergonha sem limites e, pior, significaria o fim do fio de esperança e confiança na Justiça brasileira e no País.

MÁRIO NEGRÃO BORGONOVI

marionegrao.borgonovi@gmail.com

Rio de Janeiro

Guardiões do regimento

Alguns ministros não se consideram os guardiões da Constituição federal, mas do regimento interno do Supremo Tribunal!

EUGÊNIO JOSÉ ALATI

alatieugenio@gmail.com

Campinas

Segurança jurídica

Não sei qual será a decisão do Supremo a respeito dos recursos infringentes, mas gostaria que alguém me explicasse: com tantos luminares que passaram por aquele tribunal nos últimos 20 anos, nenhum deles pensou em enfrentar essa questão de vez, definindo-a em nome da segurança jurídica?

ALDO BERTOLUCCI

accpbertolucci@terra.com.br

São Paulo

Embargos infringentes

O clamor popular é pela condenação desses 12 réus, ainda que tenham sido inocentados por 4 votos. Alegam cerceamento de defesa, falta da presunção de inocência, mas esquecem que em instância de quarto grau, como é o STF, seu papel é o de estrito controle constitucional. Os réus querem duplo grau de jurisdição em última instância? Se não lhes for dado esse direito, alegarão tratar-se de tribunal de exceção? Cerceamento de defesa? Penso que o que eles buscam mesmo é a prescrição da ação penal, para não serem punidos pelos crimes que cometeram.

FÁBIO ANDRÉ BALTHAZAR

fa-balthazar@bol.com.br

São Paulo

Saúva

Há uns 50, 60 anos, havia aqui um dito popular: ou o Brasil acaba com a saúva ou a saúva acaba com o Brasil. Passaram-se os anos e as "saúvas" fundaram um partido político e daí se alastraram pelo País todo. (Em tempo: até boa parte dos membros do STF se filiou...)

ANTONIO FEIERABEND

afeierabend@hotmail.com

São Paulo

Surpresos? Eu, não!

Muitos estão surpresos com os votos de cinco ministros do STF? Eu, não. O grande Rui Barbosa, em suas conceituadas Obras Completas (vol. XIX, tomo III, pág. 125, Forense), já deixou certificado que "o pior de todos os juízes é o escolhido pelo governo, empenhado, em assuntos políticos, nas decisões judiciais". E o saudoso ministro da nossa Corte Suprema, o preclaro Carlos Maximiliano, em sua festejada obra Hermenêutica e Aplicação do Direito (págs. 104 e 105, 9.ª edição, Forense), deixou firmado que "deve o intérprete, acima de tudo, desconfiar de si, pesar bem as razões pró e contra, e verificar, esmeradamente, se é a verdadeira justiça, ou são ideias preconcebidas que o inclinam neste ou naquele sentido. 'Conhece-te a ti mesmo' - preceituava o filósofo ateniense. Pode-se repetir o conselho, porém complementado assim: 'e desconfia de ti, quando for mister compreender e aplicar o Direito'. Esteja atento o magistrado, a fim de não sobrepor, 'sem o perceber, de boa-fé', o seu parecer pessoal à consciência jurídica da coletividade; inspire-se no amor e zelo pela justiça, e soerga o espírito até uma atmosfera serena onde o não ofusquem as nuvens das paixões".

FERNANDO DE O. GERIBELLO

fernandogeribello@gmail.com

São Paulo

MAIS MÉDICOS

Três perguntas

Os cubanos conseguirão responder às três perguntas a que serão submetidos? Imagino quais sejam. 1) Você é cubano? 2) Você apoia o regime de Fidel Castro? 3) Você quer trabalhar no Brasil? Poderíamos fazer três perguntas ao nosso "ministro" da Saúde. 1) O sr. se acha preparado para esse cargo? 2) Quantos e quais cargos o sr. exerceu antes? 3) O sr. pretende ser eleito governador de São Paulo? Socorro, parem o mundo que eu quero descer!

RENATO AMARAL CAMARGO

natuscamargo@yahoo.com.br

São Paulo

As três questões para que os cubanos sejam aprovados: nombre, dirección y teléfono.

ROBERTO TWIASCHOR

rtwiaschor@uol.com.br

São Paulo

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MENSALÃO - HORA EXTRA

Voto do ministro Celso de Mello, que decidirá os destinos do mensalão, foi adiado para a próxima semana. Só podemos concluir que os salários dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) são tão altos que qualquer hora-extra se torna proibitiva.

Victor Germano Pereira

victorgermano@uol.com.br

São Paulo

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OS ‘FORA DA CURVA’

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luis Roberto Barroso, o primeiro a votar sobre a admissibilidade dos chamados embargos infringentes no caso mensalão, seguido pelos ministros Rosa Weber, Dias Toffoli, Teori Zavascki e Ricardo Lewandowski, mostrou claramente o comportamento da bancada pró-mensaleiros: todos eles estão "fora da curva". Para dar um ar de seriedade aos votos, foram cansativamente expostos pareceres de juristas, ex-ministros do STF e conceitos jurídicos. Esquecem os ministros coniventes com os mensaleiros que a sociedade quer justiça, e não teorias, pois os crimes foram mais do que explícitos pelo Ministério Público. Portanto, abrandar as penas destes meliantes é um desserviço ao Brasil.

Olavo Fortes Campos Rodrigues

olavo_terceiro@hotmail.com

São Paulo

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DESCRÉDITO

A atitude de vários ministros (minúsculos mesmo) do STF em levar a novo julgamento os corruptos do mensalão pode resultar em descrédito da Justiça perante a sociedade. Se a intenção é inocentar essa corja, é melhor acabar logo com esse julgamento para não nos causar ainda mais despesas e indignação.

Maurilio Pereira

mauriliopereira@uol.com.br

São Paulo

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EMBARGOS INDECENTES

Se há a possibilidade de 12 condenados - os cabeças - terem a pena revista e a realização de um novo julgamento, quer dizer que tudo o que foi decidido e opinado no primeiro julgamento foi inútil? Toda aquela encenação, de fala modorrenta, considerações, análises, dosimetria e avaliações de cada ministro do STF mudarão radicalmente a ponto da impunidade de criminosos ser jogada na cara do povo brasileiro? Põe-se em dúvida a lisura e a isenção da Corte.

Flavio Marcus Juliano

opegapulhas@terra.com.br

Santos

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FORMAÇÃO DE QUADRILHA

1) Lewandowski, Barroso, Zavascki, Rosa Weber e Toffoli poderão ser processados pelo Ministério Público por formação de quadrilha? 2) Se já foram julgados e condenados, o crime pode prescrever?

João Carlos Macluf

jcmacluf@delta.inf.br

São Paulo

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FIM DO MUNDO

Teori, Barroso, Toffoli, Rosa Weber e Lewandowski são os novos cavaleiros do apocalipse do Judiciário brasileiro.

Gustavo Guimarães da Veiga

ggveiga@outlook.com

São Paulo

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CIRCO

Alguns ministros do STF nos fazem de palhaços!

Robert Haller

robelisa1@terra.com.br

São Paulo

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ELE ACREDITA

Acredito ter conseguido entender a veemência com que Zé Dirceu afirma: "Evidentemente que cometi muitos erros e sou responsável por muitos desses erros. Mas não dos que me acusam agora. Desses que me acusam, jamais". Lembrei-me do genial George Constanza, da série de TV "Seinfeld", notório mentiroso, quando disse ser capaz de enganar o detector de mentiras, pois "não é uma mentira se você acredita nela". Desta forma Dirceu, coerente com sua convicção, o caixa dois, o mensalão, a lavagem de dinheiro, da forma e da "razão" como foram feitos, não constituem crime.

Luiz Nusbaum

lnusbaum@uol.com.br

São Paulo

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ADVOGADOS DO MENSALÃO

O "Estadão" se esmerou na escolha da grande foto de primeira página de ontem (12/9): um grupo (infelizmente não posso declinar o, no meu entender, verdadeiro nome) dos advogados mais brilhantes E CAROS do País. Pode colocar na moldura para o caso de necessitar, futuramente, dos seus serviços.

Flávia de Castro Lima

lgcastrolima@uol.com.br

São João da Boa Vista

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UM ESCÁRNIO

A foto de capa do "Estadão", com os sorridentes advogados de defesa dos réus do mensalão, é uma demonstração de como a lei funciona neste país. Para quem pode pagar "bons" advogados, a lei, ora a lei... Um escárnio. O ministro Luís Roberto Barroso, favorável aos embargos, afirmou que "não podemos prejudicar o direito de 11 réus por causa do interesse de milhões". Para defender o interesse de milhões de brasileiros que foram roubados pela quadrilha, não há lei que os ampara. O STF vem mostrando ser um poder que atende ao apelo das elites criminosas, com isso perde a pompa e a credibilidade para virar mais um sindicato cinco estrelas a serviço do PT. Pobre Brasil, um país de tolos!

Izabel Avallone

izabelavallone@gmail.com

São Paulo

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AS ELITES E O IMDC

José Dirceu, o homem que sempre soube esconder-se, como o fez em Minas Gerais, sempre se portou como integrante da elite política deste país. Quando no poder, usou e abusou de suas prerrogativas, misturando sempre a sua pessoa com a do Lula. Agora, quando está tendo a sorte merecida, ataca outras "zelites", quando deveria atacar, por exemplo, o IMDC e suas falcatruas, porque, com seus filhotes, criou uma central de fraudes neste país, desviando milhões dos cofres públicos. Todos os componentes das ONGs integrantes do esquema de corrupção mencionado fazem parte da "elite de José Dirceu", merecendo, pois, o repúdio de todos os demais brasileiros. A execração pública a que está submetido o político, nunca citado como exemplar da dignidade, da coragem, da decência e da ética, faz parte do projeto de "mando" que desejou criar neste país e que, graças à imprensa brasileira, corajosa e livre, foi soterrado, juntamente com seu mentor, já que Lula, parece, deve ter achado melhor distanciar-se do cidadão que, agora, quer passar-se por vítima e injustiçado. Mas não dá, né?

José C. de Carvalho Carneiro

carneirojc@ig.com.br

Rio Claro

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ELITE

O leitor sr. J. G. Silvestre, de Pirassununga, pergunta, no "Fórum dos Leitores" de ontem, o que é Zé Dirceu: "Decida-se, o sr. é elite, escória da elite ou elite da escória?". Chico Buarque, se ainda fosse o guerrilheiro da palavra que foi um dia, sacaria da sua Ópera do Malandro que Zé é "o barão da ralé".

Roberto Viana Santos

rovisa681@gmail.com

Pituba (BA)

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40 ANOS DO GOLPE NO CHILE

Em seu artigo "Tempos brutos, tempos sórdidos" (12/9, A2), José Serra escreveu: "A Unidad Popular havia tentado implantar o socialismo pela via democrática, sem dispor da maioria dos chilenos nem do Congresso". Cabe a ele elucidar que democracia é essa, baseada em minoria. No meu modesto entender, qualquer implantação de regime por qualquer minoria é autoritarismo, e não democracia. Este pequeno detalhe não faz diferença para as cabeças dos comunistas, se não me falha a memória. A "UP" era um grupamento sem expressão, composto de subversivos, desterrados, agitadores, desocupados, antidemocratas, etc. e pretendia governar o Chile sem o necessário amparo da maioria. Queria mais era dar um golpe ao tipo da Áustria, Tchecoslováquia, etc. Conheço essa história desde o fim da segunda guerra mundial.

Domingos Perocco Netto

dperocco@ig.com.br

São Paulo

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COVARDIA

Cumprimentamos José Serra pela oportuna matéria sobre o golpe militar no Chile, ocorrido há 40 anos. Serra relata as terríveis condições sofridas por ele, sua família e os milhares de exilados brasileiros que ali viviam. As Forças Armadas daquele país, depondo e matando o presidente eleito, incorreram na pior espécie de covardia, que é voltar contra o próprio povo as armas que o povo lhes confiou para sua defesa

Arsonval Mazzucco Muniz

arsonval.muniz@superig.com.br

São Paulo

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BRASIL SÓRDIDO

Foi preciso um terremoto a devastar Lisboa em 1755 para que Portugal reconhecesse o talento e a genialidade do seu reconstrutor, o grande Marquês de Pombal. No terremoto moral que devasta o Brasil nos últimos anos, os nomes de Serra e do ministro Joaquim Barbosa se impõem. Pena que na visão míope dos partidos políticos as portas se estreitem para pessoas que, como eles, se revelam mais por atos do que palavras. O artigo "Tempos brutos, tempos sórdidos", do ex-ministro José Serra (12/9, A2), mostra como os valores que o fizeram resistir à força bruta podem perfeitamente sobressair e prevalecer no bruto e sórdido Brasil atual.

Nilson Otávio de Oliveira

noo@uol.com.br

Valinhos

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PROGRAMA MAIS MÉDICOS

Diz pesquisa encomendada pela Confederação Nacional dos Transportes (CNT), seja lá como se "interprete" encomendada, que 3 entre 4 brasileiros apoiam a "importação" de médicos estrangeiros. De duas, uma. Ou a população considera nossos médicos incompetentes ou não tem a menor noção das necessidades de infraestrutura para a prática de um adequado atendimento médico nos moldes atuais. As falhas, incompetência e mazelas de nosso atendimento público de saúde não são percebidas por nossa ingênua e ignorante população. O que a mim espanta é que o número de ignorantes seja de 75% da população. Evidentemente que, além da carência cultural, a torpe propaganda de governos corruptos e incapazes "faz a cabeça" dessa ingênua e ignorante massa. Nunca acreditei, mas agora começo a acreditar, que cada povo tem o governo que merece. De minha parte, desculpem-me a falta de solidariedade com tão expressiva maioria, acho merecer algo menos "suspeito" do que médicos cubanos.

Mário Rubens Costa

costamar31@terra.com.br

Campinas

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MAQUIAGEM

Essa pesquisa encomendada pela chapa-branca CNT, que mostra que 73,9% dos brasileiros apoiam a atuação de médicos estrangeiros no País, muito mais que a aceitação óbvia de mais médicos, já que ninguém poderia ficar contra um aumento nessa oferta de mão de obra, mostra que a maioria dos brasileiros continua sem entender que o real problema não está no aumento do número de médicos atuando no serviço público, mas sim nas condições de trabalho oferecidas a eles, e na estrutura dos postos de saúde, que impossibilitam um atendimento digno e profissional. Muito fácil o governo, demagogicamente, lançar um programa como o Mais Médicos para iludir o povo brasileiro. Difícil, mesmo, é consertar o lastimável estado em que o atendimento público na área da saúde se encontra. O Mais Médicos é a mais nova maquiagem do governo.

Ronaldo Gomes Ferraz

ronferraz@globo.com

Rio de Janeiro

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TRÊS PERGUNTAS

O governo do PT não só faz pouco da legislação vigente, mas ainda tenta impor uma norma alternativa que se molde a seu gosto e às suas metas, e isso sem precisar passar pelo crivo da aprovação de órgão algum, bastando para tanto a vontade suprema da presidente Dilma Rousseff. E oficialmente "ainda" nem adotamos o regime cubano por estas plagas. É o que acontece agora com o simulacro de avaliação dos médicos estrangeiros e brasileiros formados no exterior que trabalharão no Programa Mais Médicos, que, ao invés de se submeterem às usuais 110 questões objetivas para validar seus diplomas, terão apenas 3 questões a serem respondidas. Pois eu também faço 3 perguntas: serão eles tão despreparados em relação ao padrão dos profissionais formados no Brasil a ponto de serem tratados de forma tão indigna? Pode se dar como certo que neste país as leis agora estão submetidas ao programa do PT? Não existe nenhuma instituição disposta a defender o combalido Estado de Direito? Socorro!

Mara Montezuma Assaf

montezuma.scriba@gmail.com

São Paulo

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A VALIDAÇÃO DO DIPLOMA

Enquanto muitos consideram absurda a exigência de validação dos diplomas dos médicos cubanos, Luís Pereira Barreto, que se graduou em Medicina pela Universidade de Bruxelas em 1840, quando retornou ao Brasil em 1864 convalidou (de bom grado) seu diploma na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro com a tese "Teoria das Gastralgias e das Neuroses em Geral", tendo se tornado uma referência ímpar na vida científica e cultural de nosso país. Que falta nos fazem patriotas como ele.

Alan Silva Oliveira

alan.adv1@adv.oabsp.org.br

Guareí

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O QUE SEMPRE CRITICARAM

Sobre médicos cubanos, entre tantas, só mais uma questão. Quer dizer que vamos pagar R$ 10 mil por cada médico diretamente ao governo de Cuba? E esses médicos - sem nenhuma estrutura material, confinados e sem os direitos básicos dos que aqui trabalham e vivem - receberão apenas parte ínfima desse pagamento? Ué! Isso não é, "mutatis mutandis", apropriação indébita de "mais valia"? Procedimento que a esquerda sempre dizia que era um crime contra o trabalhador? E tudo isso com o aval de nossos governantes, que, em suas "bravatas" pré-eleitorais, sempre vituperaram contra isso? E, ainda por cima - como acontece com nosso relacionamento com a Fifa -, subserviente e inconstitucionalmente, sob regime legal de outro país? Que país - e que governo - NÃO é este?

José Etuley Barbosa Gonçalves

etuley@uol.com.br

Ribeirão Preto

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INCOERÊNCIA PETISTA

Nada tenho contra médicos estrangeiros, mas desde que sejam comprovadamente competentes e aptos a exercer a Medicina. Como descobrir isso? Através de um exame que todos os médicos brasileiros que vão trabalhar no exterior devem se submeter. Meu sobrinho é medico em Israel e, para isso, teve de passar oito meses estudando para passar no teste. Mas os médicos cubanos não precisarão se submeter ao teste brasileiro. E mais, o PT, que sempre critica ingerências externas em nossos negócios, aceita que os médicos se sujeitem às imposições trabalhistas castristas. E pior, sem nenhum direito aos benefícios da nossa Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Uma excelente forma de mandar um dinheiro para os Castro manterem suas contas. Boa sorte aos médicos cubanos e a seus pacientes.

Rogério Tófoli Kezerle

rogeriokezerle@hotmail.com

São Paulo

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IMPACTO ZERO

Uma política que aumenta de 2 para 2,02 a proporção de médicos por mil habitantes é uma política com impacto ZERO em saúde pública. Não muda absolutamente nada. Nem vou questionar a "competência" dos cubanos, muito mesmo tocar no delicado tema da aliança entre o PT e o ditador Fidel Castro. Apenas vou questionar matematicamente: R$ 520 milhões por mês por uma política com impacto zero na saúde pública? Isso é no mínimo escandaloso! Quem sabe se poupássemos esse dinheiro a Dilma "não precisaria" ter cortado medicamentos contra o câncer da lista de medicamentos do SUS expondo tantas pessoas a risco de vida desnecessário (medicamentos estes que ela mesma usou pago com dinheiro público - o que torna o caso ainda mais pérfido).

Mariangela Schiavetti Nascimento

mariangelaschiavetti@hotmail.com

São Paulo

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FALTA TUDO

Tanto escarcéu em torno da importação de médicos e pouco ou nada se fala sobre as deficiências escandalosas de nosso sistema público de saúde. Sem deixar de lado a questão da ilegalidade dessas importações, não se pode perder de vista que de nada adiantará aumentar tão somente o contingente desses profissionais se eles não contarem com um mínimo de equipamentos adequados para exercer a profissão; se faltam leitos nos hospitais; e se, muitas vezes, escasseiam até materiais básicos como algodão, esparadrapo e mercúrio cromo nos ambulatórios.

Eurico Buzaglo

eurico_buzaglo@uol.com.br

São Paulo

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AMEAÇAS

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, diz que as entidades médicas não devem ameaçar a saúde da população. Na realidade, é o governo que ameaça a saúde da população, mandando médicos despreparados para atendê-la, e passando por cima da lei, que obriga o médico estrangeiro a realizar o Revalida para clinicar. Ou seja, rasgaram a lei, portanto, totalmente inconstitucional. Além disso, financia com dinheiro público o falido e jurássico regime castrista, configurando-se, no meu entender, crime de lesa-Pátria.

Paulo de Tarso Abrão

ptabrao@uol.com.br

São Paulo

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INSEGURANÇA PROFISSIONAL

Como médico, as declarações do ministro da Saúde e possível candidato do PT ao governo de nosso Estado sobre a legalidade do trabalho médico dos cubanos são estarrecedoras. Nem parece que este seja formado em Medicina pela Unicamp, ou então não frequentou a disciplina de Ética Médica, que entre outras coisas ensina o que é "exercício ilegal da Medicina". Ora, se esses médicos não fizeram o Revalida, não tendo seus diplomas reconhecidos, não responderão aos órgãos de classe (CRMs) por imprudência, negligência e imperícia. Portanto, ministro, não venha "ameaçar a saúde da nossa população" o senhor. O que move o Ministério da Saúde a levar médicos aonde a população não tem médicos é a fúria eleitoreira e irresponsável do PT e de Padilha, pois, se quisesse resolver o problema, criaria infraestrutura decente para a boa prática da Medicina, e não jogaria para a torcida, como costuma fazer seu mentor Lula.

Eduardo Biral, médico

elbiral@ig.com.br

São Paulo

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LEMBRETE AO MINISTRO

Dr. Alexandre Padilha, não precisamos de mais médicos, e sim menos doentes. O Ministério da Saúde deve providenciar SAÚDE, isto é, alimentação, sapato, água potável, esgoto, matar vetores de doenças, controle de endemias com vacinação, evitar epidemias, etc. Foi o que aprendi na minha faculdade.

Sergio Bruschini, médico formado em 1965

sergiob@dualtec.com.br

São Paulo

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VIDA DIFÍCIL

Enquanto lemos a notícia temerária sobre o trabalho escravo de bolivianos para lojas e confecções brasileiras, anuncia-se a medida tomada pelo programa Mais Médicos. A incompetência do governo federal na administração da saúde pública promove com "segurança jurídica" a importação de médicos cubanos como bens de consumo, pagos a seu dono. Como pessoas que merecem consideração e profissionais respeitados, esses médicos aceitam, ou mesmo sejam obrigados aceitar a empreitada, porque na ilha nada deve ir bem para eles. Talvez nem saibam com o que irão se deparar, mas logo perceberão: a falta de estrutura, de material, de condições básicas de atendimento. Os médicos brasileiros têm vida difícil desde o vestibular. Os que não estão nas faculdades públicas arcam com um curso caríssimo. Na hora da residência médica, outra dificuldade tremenda para conseguir uma vaga. Mas o ministro propaga: "Mais médicos dentro da lei".

Hilda Villaça

hildavillaca@hotmail.com

São Paulo

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RIGOR NA AVALIAÇÃO

A presidente Dilma Rousseff citou, em entrevista, a existência de um grande número de médicos estrangeiros trabalhando nos Estados Unidos da América e no Canadá. Ela mencionou, com admirável precisão, as porcentagens: 25% nos EUA e 37% no Canadá. Mas foi omitido um detalhe que faz toda a diferença: esses profissionais, antes de serem autorizados a exercer a sua atividade, são submetidos a exames rigorosíssimos de conhecimento médico. Há quem critique essa exigência, que acaba gerando uma verdadeira "drenagem de cérebros", privando os países "exportadores" de uma parte da sua elite intelectual. Comparando com a tristíssima situação que estamos sendo forçados a assistir, fica a pergunta: que contribuição receberá a medicina brasileira do brancaleônico "ejército de batas blancas" enviado pela ilha caribenha?

Horst H. Wever

horst@ortopediahorst.com.br

São Paulo

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CORPORATIVISMO

O corporativismo da classe médica brasileira fica evidente quando se posiciona contra a vinda de médicos estrangeiros ao Brasil para atuar em lugares distantes, onde poucos profissionais querem ir exercer a profissão. Muitos desses médicos brasileiros se formaram em faculdades públicas, isto é, com nosso dinheiro, cobram o que querem pelas consultas e só querem atuar em cidades que lhes agradem. Então, estão reclamando de quê?

Antonio Augusto Barella

aabarella@hotmail.com

Valinhos

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INTERESSE ELEITORAL

Acusam os médicos de corporativismo ao não aceitarem a vinda de médicos de fora do País pelo projeto Mais Médicos. Pergunto: qual o interesse que os médicos teriam ao não aceitar isso? O que eles ganham? Por que um médico federal ganha três vezes menos do que os que estão sendo contratados? Que critério é esse? Se há dinheiro para custear esse projeto, por que não pensaram em aumentar o salário miserável dos que atendem a maior parte dos brasileiros? Ao aceitar atender a convênios médicos pela aviltante quantia de quarenta reais a consulta, nossos médicos com essa gorjeta aceitam tratar da saúde de muitos. Que corporativismo é esse que nem consegue dobrar os planos de saúde? Procurem os acusadores entender as verdadeiras razões disso e entendam que o Mais Médicos não passa de um programa puramente eleitoreiro. Basta ver que só está sendo implantado, após 11 anos de petismo, porque a presidenta caiu nas pesquisas.

Geraldo de Paula e Silva

geraldodepaula@ibest.com.br

Teresópolis (RJ)

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CUBANICES

Belo jeito de financiar o companheiro Fidel e sua "democracia cubana": mais de 60% (até 75%) dos honorários dos médicos cubanos para dar uma "forcinha" às finanças de Cuba. Para isso, vale até jogar para debaixo do tapete os discursos sobre direitos de trabalhadores (de lá e daqui), para não falar de outros absurdos. Atingiram vários coelhos com uma só cajadada.

Hélio A.Ferreira

hafstruct@hotmail.com

São Paulo

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A CÂMARA E O SUS

Quem acessar a página da internet da Câmara dos Deputados e se dirigir ao título Transparência, em Recursos Humanos encontrará o Quadro de Pessoal, onde está o número de funcionários de cargo efetivo estáveis e não estáveis. Neste quadro se pode verificar a existência dentro da Câmara de um grande hospital composto de 86 médicos, 15 enfermeiros, 4 farmacêuticos, 6 fisioterapeutas, 3 fonoaudiólogos, 4 odontólogos, 2 psicólogos, 7 nutricionistas, 2 assistentes sociais e por fim 93 funcionários em serviços paramédicos. No Brasil são poucos os municípios que possuem hospitais com mais de 200 funcionários. Certamente esses 222 funcionários seriam uma bela ajuda da Câmara de Deputados para o SUS.

Pedro Choma Neto

pedroneto@brturbo.com.br

Irati (PR)

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NOS RINCÕES DO PAÍS

Sobre a interiorização dos médicos, levá-los aos rincões brasileiros, a maioria formou-se pagando seus próprios estudos em escolas particulares e o governo lhes acena com o trabalho escravo e ditatorialmente compulsório. Tudo bem, mas uma sugestão: todos os políticos, antes de assumirem cargos de vereador, prefeito, deputado e governador de grandes municípios e Estados, e até o presidente, que tal ficaram dois anos nos rincões brasileiros, para conhecerem melhor nossa realidade?

Carlos Jose Benatti

cjbenatti@globo.com

São Paulo

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MÁ-FÉ

Não é possível que a população creia que os médicos sozinhos irão resolver os problemas da saúde no Brasil... Os políticos usando de ignorância e má-fé querem nos fazer acreditar. Quantos hospitais conhecemos pelo Brasil afora que estão abandonados na sua estrutura física, sujos, sem mínimas condições de uso. Quantos construídos e nem inaugurados. Quantos aparelhos de Tomografia e outros mais simples encaixotados. Faltam materiais simples nas unidades de saúde (luvas, seringas, medicamentos). Uma andorinha só não faz verão e pouco pode fazer um médico sozinho em uma cidade sem apoio básico. Não culpem os médicos, olhem para a conduta de nossos políticos, que, dizendo ouvir os clamores da população, fazem como sempre fizeram: nos enganam, lavam as mãos com água suja e jogam sobre os médicos toda a responsabilidade.

Valdir Pricoli cambuci@yahoo.com

São Paulo

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A ANVISA E OS ENERGÉTICOS

Mais um mistério no politburo da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Por que os ultracientistas e extremados comissários políticos, tão preocupados com a saúde do coitadinho do povo brasileiro, não proibiu a comercialização dos chamados energéticos? A mais superficial análise de sua fórmula revela um risco potencial à saúde. Seu teor em cafeína e outros compostos destinados a "energizar" demonstram um potencial de danos e risco evidentes. Claro que os usuários estão em busca de um "barato" ao consumi-los. Isto é, sair do seu normal, abrindo espaço para excessos de toda a ordem. E logo descobriram o jeito de turbinar o barato, misturando os energéticos com bebida alcoólica. Está na hora de os "argutos" cientistas, discípulos do dr. Simão Bacamarte - que nunca na vida examinaram um paciente -, deixarem de fundamentar-se em estatísticas "mezzo aliche, mezzo muzzarela", prenhas de ranço ideológico, e fazerem um trabalho de campo. Proibir os tradicionais hépatoprotetores e antigripais, colocar o cinto de castidade da obrigação de receita em tradicionais e longevos colírios e pomadas, banir o mercurocromo, arreganhar os dentes para os antiinflamatórios, ousar a estupidez de tentativa de banir a sibutramina, tudo isso pode. Olhar para a calamidade dos aditivos energizantes, necas! Aí tem!

Alexandre de Macedo Marques

ammarques@uol.com.br

São Paulo

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TRANSPORTE PÚBLICO NA CAPITAL

Desde os anos 70 os ônibus de São Paulo em horário de pico já eram superlotados. Décadas se passaram, ônibus e metrô foram incrementados e, mesmo assim, a história é a mesma. Agora Fernando Haddad tenta tirar coelhinhos da cartola para melhorar o que não pode. São Paulo é uma cidade de oportunidades, migrantes de outros Estados correm para cá em busca de melhores empregos. Já que o Brasil nas mãos do PT saiu da miséria alcançando desenvolvimento "nunca antes neste país", por que moradores de outros Estados continuam vindo para cá em busca de um lugar ao sol? Essa estatística ninguém publica. Por isso aos paulistanos falta tudo, desde condução, escola até hospitais. Longe de ser discriminação aos migrantes, é uma realidade que precisa ser avaliada. Todos sonham em voltar para seus Estados de origem e só não voltam por falta de condições e trabalho. Está na hora de o prefeito Haddad, em vez de buscar medidas mirabolantes para o transporte urbano, cobrar dos seus "companheiros federais" melhora de vida a todos os brasileiros. Por enquanto só vemos propaganda, enquanto São Paulo vai parando.

Beatriz Campos

beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

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CORREDOR NORTE-SUL

Bastou uma manifestação de taxistas para o secretário municipal dos Transportes de São Paulo, sr. Jilmar Tatto, vir com a brilhante ideia de criar mais uma faixa exclusiva no corredor Norte-Sul, agora para atender a veículos com mais de dois passageiros, vans escolares e táxis. Onde fica o usuário dessa via, que foi projetada para atender ao fluxo de veículos que circulam ligando bairros importantes ao centro? Moro em Santo Amaro e trabalho no centro de São Paulo há mais de 38 anos e, como muitos outros trabalhadores, uso a via para me dirigir ao meu trabalho. Do jeito que está caminhando, vou ser proibido de trabalhar. Parece que tudo é feito sem os estudos necessários. Recentemente, foi criada a faixa exclusiva de ônibus. Para atender a quem? Proponho fazer um teste: 20% dos que se utilizam a via com seus carros decidem se locomover de ônibus, mas não existem ônibus para atender a essa demanda, mesmo que fossem ônibus caindo aos pedaços, como são os que circulam pela via.

Luiz Carlos Magalhães

lcm.maga@gmail.com

São Paulo

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BURACOS NAS VIAS

Os motoristas de São Paulo se "sentem em casa", mesmo na rua, pois os velhos e conhecidos buracos continuam sempre no mesmo lugar. Ah, e sempre dando as boas-vindas aos novos! Quanta incompetência!

André C. Frohnknecht

anchar.fro@hotmail.com

São Paulo

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UM MUSEU DE MAZELAS

Fernando Haddad precisa sair do casulo das boas intenções. Se fôssemos fotografar todas ruas escuras e esburacadas da cidade, São Paulo teria o maior "museu de mazelas" do mundo. As ruas Modelar, Carandeiras, Ameixeira do Brasil e Carvalho do Mar, na Cohab Adventista/Capão Redondo, na zona sul, ficaram às escuras por cerca de dez dias. Um buraco em formato de quibe pode causar acidente na Avenida 23 de Maio com a Praça da Bandeira, altura do número 40, sentido Centro. Um cone de viela - que sinalizava o bueiro sem tampa - no meio da avenida por pouco não foi lançado para dentro do Terminal Bandeira por um veículo, na segunda-feira (9/9). Em São Paulo se encontram os destinos de milhões de pessoas. Volto a perguntar: para que servem as subprefeituras? Onde estão os conselheiros pagos da Prefeitura? Não podemos permitir que a falta de ritmo e o abandono continuem machucando, sem piedade, a alma de nossa cidade. E o que mais machuca a cidade? Os altos salários, as empresas públicas quase deficitárias e as subprefeituras que, em muitos aspectos, ficam atrás das "antigas administrações regionais". Machuca a cidade a falta de senso para observar a vida das pessoas na escuridão - uma grande violência contra a cidade e os pobres. Violência que agrega violência. É a falta de visão ambiental que encontre uma solução ecologicamente correta para o lixo. A sonolência profunda das autoridades, particularmente dos vereadores, também machuca a cidade que não dorme. O prefeito Fernando Haddad precisa criar uma identidade de governo, sair do casulo das boas intenções. A pobreza, muito voltada a assuntos de comida e outros vales sociais, passa a observar, entender a identidade da administração municipal. Diz tranquilamente que é uma continuidade da administração antiga. Possivelmente quando o sentimento dos mais pobres se encontrar com o sentimento da classe média da periferia, Fernando Haddad será um dos prefeitos mais cobrados da história da administração pública paulistana. O que será muito bom para a cidade.

Devanir Amâncio

devaniramancio@ig.com.br

São Paulo

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VERDE EM PERIGO

Na Avenida Brigadeiro Luis Antonio, altura do numero 3.485, em frente à Rua Caconde, Jd. Paulista, havia uma concessionária VW cujo enorme terreno foi vendido para uma construtora. Derrubaram toda a construção e levantaram tapumes em toda a frente. Lá dentro havia uma árvore, um Flamboyant lindíssimo e florido. Hoje, a caminho do Parque Ibirapuera, olhei pela fresta do tapume e vi que a árvore está com a aparência moribunda. Sugiro que as autoridades municipais responsáveis pela manutenção do verde de São Paulo façam, urgentemente uma vistoria, pois podem estar matando a árvore para dar espaço ao empreendimento imobiliário a ser construído no local.

Paulo Ruas

pstreets@terra.com.br

São Paulo

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