Fórum dos Leitores

GESTÃO HADDAD

O Estado de S.Paulo

03 Outubro 2013 | 02h05

Prefeito mostra os dentes

O prefeito Fernando Haddad, que recuou no aumento das passagens de ônibus diante da pressão popular, começa a mostrar os dentes com a escandalosa proposta de reajuste (ou melhor, aumento descarado) de até 45% no IPTU dos imóveis comerciais - o qual será, ao fim e ao cabo, repassado aos consumidores, aqueles mesmos que se insurgiram contra os 20 centavos a mais no custo do transporte público - e de até 30% no dos residenciais, justificando a medida com a valorização das construções. Acontece que os moradores dos bairros contemplados com a dita valorização não tiveram, nem de longe, aumento salarial em igual proporção. E aí, vamos "deixar barato" este novo assalto aos nossos bolsos?

LUIZ M. LEITÃO DA CUNHA

luizmleitao@gmail.com

São Paulo

IPTU nas nuvens

Paulistanos, vamo-nos organizar para dar um basta nessa ideia maluca do prefeito de aumentar o IPTU - que já está muito acima de nossa capacidade financeira - em até 45%. Basta de aumentos, vamos todos para as ruas!

JOSÉ CARLOS ALVES

jcalves@jcalves.net

São Paulo

Efeito inflacionário

A insensibilidade do prefeito é desconcertante. Em junho a população de São Paulo revoltou-se contra o aumento das passagens de ônibus de apenas 20 centavos, isto é, de 6%, e aconteceu o que aconteceu: os protestos alastraram-se por todo o Brasil. Agora Haddad quer aumentar o IPTU em até 45%, pensando que a população vai ficar inerte, sem reação. O povão não é bobo, sabe que com o abusivo aumento não só "ricos proprietários" vão arcar com mais esse imposto, mas também, obviamente, os locatários. Os aluguéis dos imóveis residenciais e comerciais também subirão, os locadores e empresários vão ter de elevar o preço dos aluguéis e do que é produzido ou vendido. E, assim, Haddad vai contribuir substancialmente para o aumento da inflação. O prefeito que aguarde a população raivosa marchando pela cidade. A turma já está organizada. O barulho vem aí!

JOSÉ CARLOS DE CASTRO RIOS

jc.rios@globo.com

São Paulo

Mau começo

O mau prefeito se mede pelo aumento de impostos que pretende em início de mandato. Aumento de IPTU de até 45% significa prefeito despreparado, que busca mais recursos, em vez de governar com os existentes e fazer melhor, como alardeou em campanha. Jamais disse que aumentaria impostos para realizar seus projetos - afinal, a Prefeitura tem uma receita enorme! Apesar de ter abandonado projetos importantes e caros prometidos, ainda quer sobrecarregar o contribuinte num país com uma das maiores cargas tributárias do mundo? É fácil fazer um governo melhor dessa forma, mas é sinal de incompetência. O difícil, que demanda competência e criatividade, é governar sem aumentar impostos sobre a coitada da população que, apesar dos que já paga, tem maus serviços, como transporte, saúde... O atual gestor da nossa cidade abandonou algumas práticas dos antecessores, talvez para deixar sua marca, mas a que está deixando, por enquanto, é de baixa qualificação. Dois exemplos corriqueiros: a cidade está mais escura à noite e as ruas, mais esburacadas que antes. E aumentou brutalmente a poluição visual, sinônimo de relaxamento. São os efeitos mais visíveis da atual administração.

FABIO FIGUEIREDO

fafig3@terra.com.br

São Paulo

Demagogia

A proposta orçamentária do prefeito é pura demagogia. Congelar a passagem de ônibus e elevar acima da inflação o IPTU? Os moradores pagam muito pela péssima qualidade de vida da cidade, com trânsito caótico, semáforos apagados, árvores sem poda, bueiros entupidos, calçadas quebradas e transporte público inqualificável. A população saberá, se consciente estiver, dar a resposta nas urnas em 2014.

YVETTE KFOURI ABRÃO

abraoc@uol.com.br

São Paulo

Não tem a menor graça

Gostaria de gargalhar de quem votou em Haddad - o principal responsável pelo aumento da taxa de analfabetismo no Brasil - e levou na testa um aumento de até 45% no IPTU. Mas, infelizmente, como morador da cidade, terei de arcar com o aumento proposto pelo prefeito.

MAURÍCIO RODRIGUES DE SOUZA

mauriciorodsouza@globo.com

São Paulo

Muita diferença

Discordo da leitora sra. Izabel Avallone quando vê semelhanças entre Robin Hood e o PT (2/10). O herói inglês tirava da nobreza (governo) para dar aos pobres. Já o PT aumentou o patrimônio financeiro de alguns "nobres" usando dinheiro público em tenebrosas transações que envolviam até carros-fortes, conforme depoimento do ex-procurador-geral Roberto Gurgel. Robin Hood era um fora da lei. O PT tem o apoio da lei - leia-se do Supremo Tribunal Federal (STF). Por favor, não manchem a biografia do arqueiro inglês!

HERMÍNIO SILVA JÚNIOR

hsilvajr@terra.com.br

São Paulo

STF

Mensalão

Por acaso alguém está surpreso com as declarações do ministro Marco Aurélio Mello, do STF, de que "os ministros nomeados pela presidente Dilma mudarão o resultado do mensalão"? Não deveria estar, pois o ilustre Rui Barbosa de há muito já deixou patente que "o pior de todos os juízes é o escolhido pelo governo, empenhado, em assuntos políticos, nas decisões judiciais" (em Obras Completas, vol. XIX, tomo III, pág. 125).

FERNANDO DE O. GERIBELLO

fernandogeribello@gmail.com

São Paulo

Ministro Barbosa

Só um homem íntegro, com a menta sã e aberta, como o culto presidente do STF, ministro Joaquim Barbosa, tem a coragem e o caráter de dizer, entre outras coisas, acreditar "firmemente que, quando um juiz quer, ele aplica a lei" e "só não aplica a lei quem é comprometido, medroso ou politicamente engajado". Lembra o saudoso jurista Rui Barbosa, que, coincidentemente, tem o mesmo sobrenome!

ARTUR TOPGIAN

topgian.advogados@terra.com.br

São Paulo

ELEIÇÃO NA USP

Horda

Esses vândalos que invadem e saqueiam a USP, em nome do direito de escolher o reitor, aceitam que a direção da universidade, professores e funcionários participem da eleição dos centros acadêmicos e do diretório central?

MOACYR CASTRO

jequitis@uol.com.br

Ribeirão Preto

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OS PROFESSORES PROTESTAM

Que degradação o tratamento dado aos professores em greve no Rio de Janeiro, estampado numa foto na capa do jornal "O Estado de S. Paulo". São cidadãos de bem, que, pleiteando melhores salários, são espancados pela polícia carioca. A greve é um instrumento usado quando nenhuma outra forma de negociação resolve. Quando professores são agredidos de forma violenta e truculenta, não dá para ter esperança de dias melhores. Espero que, no dia da eleição, os professores se lembrem dessa greve e do tratamento recebido a mando do prefeito e dos vereadores da cidade. Lamentável!

Izabel Avallone

izabelavallone@gmail.com

São Paulo

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QUE DUPLA!

Sergio Cabral e Eduardo Paes vão encerrar a sua carreira política de uma maneira trágica. Um preparou o aparato policial para uma guerra, agredindo as professoras com choque elétrico, gás de pimenta e bala de borracha, próprios para enfrentar marginais da pior espécie. O outro desrespeitou as professoras, aprovando um plano de cargos vagabundo, que não atende aos interesses da classe. Acredito que, depois dessa safadeza, jamais terão coragem de se candidatar a coisa algum. Estão definitivamente excluídos da política e não merecem o respeito da população. Serão banidos definitivamente de qualquer eleição.

Newton Faro

newtonfaro@yahoo.com.br

Rio de Janeiro

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POLÍCIAS CULPADAS

É muito estranho que, nas diversas manifestações acontecidas recentemente no Brasil, as diversas polícias militares são sempre as culpadas pelas violências acontecidas. As vitrines das lojas, os vidros do bancos, os orelhões nas ruas são arrebentados por quem? Pelas diversas polícias militares ou por um bando de baderneiros? Não acho justo só as polícias serem sempre as culpadas.

José Piacsek Neto

bubanetopiacsek@gmail.com

Avanhandava

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A CONVENIÊNCIA DOS BLACK BLOCS

Não há dúvidas de que o movimento anarquista Black Blocs é extremamente conveniente para os governantes, que seguramente devem até estimulá-los. Sua participação em movimentos importantes do povo contra seus maus dirigentes tira a grandeza de seus postulados e imprime uma sensação de vandalismo, muito conveniente para atenuar culpas e gerar truculência policial.

J. Treffis

jotatreffis@hotmail.com

Rio de Janeiro

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ORDEM PÚBLICA

A manifestação dos professores na Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro foi tomada por criminosos mascarados que a fizeram degenerar. Em vez da luta pela questão salarial, virou quebra-quebra e motivo para saques em estabelecimentos comerciais. É muito ruim que isso aconteça, principalmente numa cidade onde já ficou convencionado que ninguém poderá se esconder no anonimato para participar de atos e protestos públicos. Falharam os esquemas de segurança, ao permitir a chegada dos mascarados, e falharão as autoridades se aqueles presos restarem libertos sem uma severa punição por seus atos. Sob o pretexto de agir democraticamente, os omissos e fracos governos têm feito vistas grossas às transgressões da ordem pública. Isso facilitou e potencializou o alastramento do crime e incentiva a ação dos desordeiros. Os governantes precisam se lembrar de que, entre as suas obrigações, está a manutenção da ordem e da segurança. Negligenciar nesses itens é falta grave e constitui um verdadeiro atentado à democracia. Democracia não é anarquia, e em seu nome as autoridades têm o dever de cumprir e fazer com que todos cumpram as leis vigentes. Quem com elas (as leis) não concordar tem garantido o direito de lutar pela sua revisão, mas é obrigado a cumpri-las enquanto estão em vigor.

Dirceu Cardoso Gonçalves

aspomilpm@terra.com.br

São Paulo

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20 CENTAVOS, O RETORNO

Com o aumento descarado de até 45% no IPTU, o poste número 2 de Lula, Fernando Haddad, demonstra a criatividade petista na administração da cidade de São Paulo.

Victor Germano Pereira

victorgermano@uol.com.br

São Paulo

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DÃO COM UMA MÃO, TIRAM COM A OUTRA

Quando o prefeito concordou em não aumentar a passagem dos ônibus, ele sabia de onde tirar aquela diferença, além de ganhar a simpatia do eleitorado. Ora, o idoso, que não pagava a passagem, agora terá de pagar por meio do aumento do IPTU. Se ele tivesse perguntado aos idosos se eles preferiam pagar a passagem do ônibus ou subsidiá-la através do IPTU, provavelmente os idosos iriam preferir pagar a passagem do ônibus (inclusive com o aumento de R$ 0,20), que ficaria bem mais barato. Os políticos, principalmente os do PT, dão esmola com uma das mãos e tiram com a outra. Em realidade, aqueles R$ 0,20 vão pesar bastante no bolso de toda a população pelo aumento do IPTU.

Edson Baptista de Souza

baptistaedson@ig.com.br

São Paulo

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FÚRIA ARRECADATÓRIA

A fúria arrecadatória do prefeito Fernando Haddad (PT/SP) pode gerar três consequências funestas para a capital de São Paulo: 1) muitos estabelecimentos comerciais poderão cerrar as portas. 2) Aumento considerável da inadimplência no pagamento do IPTU. 3) Aumento do índice de desemprego. Como é possível o digníssimo prefeito falar em até 45% de aumento do IPTU para imóveis comerciais? Fica claro que, em seu primeiro ano de gestão, o lema de Haddad à frente da Prefeitura de São Paulo é este: "governar é aumentar impostos".

Francisco Zardetto

fzardetto@uol.com.br

São Paulo

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DEMOROU...

Estava demorando para Haddad ativar a sanha arrecadatória covarde sobre o IPTU, iniciada por sua colega Martaxa e confirmada pelo Kassab de triste memória. Esse dinheiro servirá para comprar barcos para os alagamentos que vêm por aí? Chega de sacanear a classe média. Que o prefeito não siga o mau exemplo de seus antecessores, ou vai acabar como eles, sumindo.

Ricardo Guerrini

irgguerrini@uol.com.br

São Paulo

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IPTU OU ASSALTO?

Parece que administrar esta metrópole, para Haddad, é governar para um segmento, mas assaltando o bolso de outro, o dos cidadãos mais abonados. Esse é o conceito petista que o filhote de Lula, Haddad, tem de ser prefeito. Propor este aumento de 24% no valor do IPTU para aumentar a arrecadação em São Paulo, e de até 15% no IPTU para os bairros considerados nobres é um verdadeiro assalto contra nós, já penalizados por estarmos vivendo numa cidade agora toda emporcalhada em virtude da desobediência à Lei Cidade Limpa. Governar metendo a mão no dinheiro do munícipe é fácil, mas pode ser um tiro no próprio pé! Espero que a Câmara dos Vereadores não aprove esse absurdo. Dinheiro não nasce em árvore, mas Haddad acha que ele brota no bolso dos cidadãos. Portanto, estamos de olho!

Mara Montezuma Assaf

montezuma.scriba@gmail.com

São Paulo

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GOLPE DO IPTU

Para um governo como o petista, que diz que é normal e ainda está sob controle a altíssima inflação de 6%, não é de surpreender que o perfeito de São Paulo, Fernando Haddad, fiel aluno do petismo, tenha mandado um projeto para Câmara Municipal para que seja reajustado o IPTU de 2014 em até 45%. Em contrapartida, o ex-prefeito Gilberto Kassab, mesmo com a inflação alcançando, em 2011, 6,5%, reajustou o IPTU em 2012 em apenas 5,4%. Ou seja, Haddad, que é do PT, partido que se diz "pai dos pobres", faz o diabo para arrochar o bolso do contribuinte em até 45%, dando a desculpa de que o valor venal dos imóveis está bem abaixo do preço de venda no mercado. Oras, é bom lembrar a esse insensível prefeito que ninguém faz suas refeições comendo "valor venal". O perigo, em se consumando este monumental reajuste, é que muitos dos proprietários destes imóveis, que vivem com salários que mal dão para o supermercado, despesa de educação, saúde, etc., sejam obrigados, por insuficiência financeira, inclusive devido a este irresponsável aumento de 45% do IPTU, a vender urgentemente seu provável único patrimônio conquistado a duras penas. Porque também não vivem de facilidades superfaturando obras e desviando recursos públicos, muito a gosto da família petista nos governos que administram. Fernando Haddad que coloque a mão na cabeça e dignifique suas promessas de campanha, como a de levar bem-estar à população da capital, mas jamais à custa do sacrifício dessa sociedade, elevando impostos, como seu padrinho Lula fez no início de seu primeiro mandato com o cavalar aumento do PIS/Confins.

Paulo Panossian

paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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SÓ LAMBANÇA

Haddad diz que vai aumentar em 45% IPTU dos imóveis comerciais. Está cavando a própria cova, porque, se ele andasse de ônibus pela cidade, veria os inúmeros pontos comerciais vagos. As empresas e lojas não aguentam pagar impostos, ainda mais um IPTU aumentando quase 50%. Além de ser uma atitude inflacionária, porque com certeza o aumento será repassado aos produtos, será demissionária. Porque há anos o comércio de rua fecha todo ano no vermelho. Será o golpe de misericórdia. Foi nessa mesma base que, quando ministro da Educação, Haddad consagrou o Enem, aumentou o analfabetismo, etc. Pena que o povão que o elegeu precisará ficar sem emprego para entender que, em São Paulo, o PT só faz lambança.

Beatriz Campos

beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

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IPTU

O Brasil padece dia a dia mediante uma política corrupta que nos comanda e manipula há mais de 11 anos: o petelulismo. Agora também a cidade de São Paulo foi presa fácil dos tentáculos do PT, com Fernando Haddad como prefeito, que, além de ser incapaz e ineficiente, como comprovado quando ministro da Educação, vai aumentar o IPTU. Com certeza, com os valores que atingirão o imposto dos imóveis residenciais (alta de 30%) e o dos comercias (até 45%), a Prefeitura enche seus cofres para continuar nos escorchando e enganando cada vez mais.

Angelo Tonelli

angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

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ELEIÇÕES 2014

O PT e seus amigos pensam que, se Marina Silva não for candidata a presidente, "Dilmaria Antonieta" será reeleita no segundo turno. Mas em 2006 e em 2010 o Sul, o Centro-Oeste, São Paulo e Roraima derrotaram os candidatos do PT, mesmo eles tendo vencido nacionalmente. E aqui, em Atibaia, felizmente o PT nunca venceu uma eleição ao Planalto, nem quando Lula venceu em 2002. Em 2014 não será diferente.

Marcelo Cioti

marcelo.cioti@gmail.com

Atibaia

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O REGISTRO DA REDE

Se for dado registro à Rede da dona Marina Silva sem o número de assinaturas exigido por lei, a candidata estará mostrando ao País que é apenas mais do mesmo. Número estabelecido em lei é lei. O respeito às leis não pode tolerar aproximações de números, nem de prazos. Se houver quebra-galho, dona Marina estará irremediavelmente desmoralizada. Até prova em contrário, não se pode duvidar da lisura dos cartórios. Pense bem, dona Marina.

Carlos Pacheco Fernandes Filho

c-pacheco-filho@uol.com.br

São Paulo

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O FATOR MARINA

Que Marina Silva não se iniba nem intimide com a eventual rejeição do registro de seu partido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O Brasil precisa da ex-senadora. Desde a última eleição presidencial, em 2010, ela é a única cujas pesquisas eleitorais mostram consistência e persistência, em intenção de voto, em torno de 20% dos eleitores, mostrando a absoluta necessidade de seu apoio a quem quer que seja, até para livrar nosso país deste governo bolivariano-petista. Não podemos continuar a suportar um governo cujos fatos, no mundo de hoje, devem se subordinar às suas conveniências ideológicas, acentuando a descrença no sistema, diante da ruptura com a moralidade graças a seus atores e à domesticidade do Legislativo. E, não raro, também do Judiciário.

Mario Cobucci Junior

maritocobucci@uol.com.br

São Paulo

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UM NOVO PARTIDO E UM NOVO BRASIL

Se Marina Silva não consegue se organizar e executar a criação de um partido, cujo processo tem regras muito claras e objetivas, como ela pretende se organizar e executar a criação de um novo Brasil, onde ela terá de navegar pela lama da política nacional e pelas incertezas que o mundo apresenta?

Oscar Thompson

oscarthompson@hotmail.com

Santana de Parnaíba

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PEDRA NO SAPATO

Alguém ainda tem dúvida de que o aparelhamento que o governo promove, com seus quadros partidários, está se mostrando bem eficiente nesse caso? Outros partidos não são tão incômodos aos interesses governistas e, presumidamente mais flexíveis, não tiveram tratamento tão rigoroso. O partido e a candidatura de Marina Silva podem ser pedra no sapato governista na eleição de 2014.

Hélio A. Ferreira

hafstruct@gmail.com

São Paulo

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A REAL SOLUÇÃO

Às vésperas da possível criação de mais um partido político, pensamos na real solução para o País. Será que os que já existem não são suficientes ou precisamos de políticos com maior honestidade de propósitos? Até que ponto essa diversidade de legendas vai influir no ânimo correto de nossas autoridades? Seria realmente divergência de opiniões ou luta pelo poder de seus próprios bolsos? Francamente, fico triste com o destino de nossa rica nação. Penso nas riquezas naturais do povo, pois as do território estão sendo constantemente usurpadas. O que fazer para melhorar o destino de nossa população votante que paga os impostos em dia? Precisamos, desde já, projetar nossas ações para 2014.

João Coelho Vítola

jvitola@globo.com

Brasília

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VOTO SEM VALOR

Temos atualmente, no Brasil, 32 partidos políticos, uma aberração para um país com mais de 65 milhões de eleitores analfabetos e semianalfabetos. Quem pensa que as aberrações políticas terminam por aí está totalmente enganado. Os políticos inescrupulosos e oportunistas colocaram dentro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), tentando aprovação para as eleições de 2014, mais 27 partidos. Pasmem os senhores, se aprovado, cada partideco vai abocanhar no mínimo meio milhão de reais por ano do Fundo Partidário. Uma grana viva para contratar os milhões de cabos eleitores que, somados aos seus dependentes, vão garantir as eleições das próximas hienas que irão nos governar. Sinto o cheiro de compra de votos? Cheguei à conclusão de que meu voto não vale nada. Chega de votar.

Leônidas Marques

leo_vr@terra.com.br

Volta Redonda (RJ)

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UM SONHO

O elevado número atual (32+1) de siglas partidárias proporciona oportuna ocasião para o TSE implementar sua redução através de agrupamentos de partidos afins: PT - Trabalhista; PD - Democrata; PS - Socialista. O eleitor, em futuras eleições, terá três alternativas partidárias para escolha de seu candidato.

Alcides Benjamin Porcaro

porcaro2010@hotmail.com

São Paulo

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JOSÉ SERRA FICA NO PSDB

Bem-vindo, José Serra! Bem-vindo à união de forças para que a verdade vença em nosso Estado e a ideia de varrer os tucanos, pregada pelo refinado hipócrita, seja combatida com indignação, jamais com passividade. Lula é apenas um rótulo, disfarçando suas ambições exageradas de poder. Parece que há um temor em enfrentá-lo, pois nunca ligam seu nome ao abandono administrativo em que o País se encontra, muito menos às centenas crimes de corrupção ligados ao governo do PT. Para que não se lamente uma derrota na próxima eleição, que tal intimar Lula a responder a isso e também aos "porquês" propostos por Arnaldo Jabor em seu recente artigo?

Fábio Haddad

fabhaddad@ig.com.br

Campinas

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POUCOS, MAS RESTAM

Parabéns ao sr. José Serra, pela decisão de manter-se no PSDB. Sobrepor as vaidades humanas mantendo a dignidade, honradez e ética são qualidades de poucos políticos, que por muito menos se deixam vencer pelo "canto da sereia".

Manoel Braga Manoel

manoelbraga@mecpar.com

Matão

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LEIS E BOM SENSO

Exímio texto do professor Conrado Hübner Mendes na quarta-feira ("Qual voz das ruas?", página A2) nos mostrou que os embargos infringentes foram desnecessários no caso do "mensalão" e o direito de defesa, exacerbado, acaba se tornando palhaçada. Nenhum país do mundo tolera a quantidade de recursos que o Judiciário brasileiro tolera. A pressuposição de bom senso é intrínseca para o uso das leis, pois, apesar de uma lei não ter sido revogada, ela pode cair em desuso e não fazer sentido num determinado contexto. Existe uma lei que proíbe o uso de charretes em vias asfaltadas de São Paulo, mas não há necessidade de colocar placas para tal, pois o uso da charrete já caiu em desuso há muito. Teoricamente, a CET deveria colocar placas, mas não há necessidade! Lei não presume revogação, frase proferida pelo ministro Celso de Mello, mas pressupõe bom senso.

Felipe da Silva Prado

felipeprado39@gmail.com

São Paulo

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CRISE X

Segundo nosso "brilhante" ministro da Fazenda, Guido Mantega, a forte queda no valor das ações das empresas controladas pelo empresário Eike Batista na Bolsa de Valores de São Paulo afetou a economia e a imagem do Brasil. Será que Eike Batista é o único responsável pela crise? O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que liberou uma verdadeira fortuna para ele, sem garantias reais, não tem nenhuma culpa? E Lula, que vivia para baixo e para cima com Eike, visitando os "megaprojetos das empresas X", viajando de um projeto ao outro numa das aeronaves pertencentes à frota de Eike, também não tem culpa dessa herança maldita? Aliás, atualmente nem Lula nem aspirantes a modelos ou atrizes querem sair na foto com Eike Batista. Será que ele está com o vírus da pobreza e tal vírus é contagioso?

Maria Carmen Del Bel Tunes

carmen_tunes@yahoo.com.br

Americana

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O CALOTE DE EIKE

Certa estava a dona Luma, que vendeu até a sua coleira pra aplicar a grana na poupança.

Sergio Salgado de Oliveira

ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

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O POVO PAGA O PATO SEMPRE

A crise nas empresas de Eike Batista afetou a imagem da economia do País. A opinião é do ministro da Fazenda, Guido Mantega. Mais uma vez vem à tona a mania do PT de procurar um culpado nos outros. Quem foi que cedeu bilionário empréstimo a esse senhor sem que ele apresentasse as garantias? Resta, agora, cobrar de quem autorizou a saída dos R$ 11 bilhões, do Tesouro, que pertenciam aos cidadãos brasileiros. "Isso é uma vergonha", mais uma para esse desgoverno.

Leila E. Leitão

São Paulo

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IMAGEM ARRANHADA

Eu entendo que Guido Mantega ele está equivocado. Quem afetou e afeta a imagem do Brasil são a impunidade, a roubalheira, o mensalão e outras tantas com que não vale a pena gastar tinta e papel.

Tanay Jim Bacellar

tanay.jim@gmail.com

São Caetano do Sul

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A CULPA SEMPRE É DOS OUTROS

O ministro Guido Mantega declarou que "a situação da OGX já provocou um problema para a imagem do País e para a Bolsa de Valores". Pergunto: Qual governo deu "gás" para que o Grupo X fosse inflado? E sobre os prejuízos (de imagem e financeiro) que a Petrobrás gerou o ministro Mantega não fala nada? Para os incompetentes, sempre haverá um culpado que não sejam eles.

Claudio Juchem

cjuchem@gmail.com

São Paulo

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DESENVOLVIMENTO TRAVADO

A revista "The Economist", com a reportagem "O Brasil estragou tudo?" ("Has Brazil blown it?"), questiona se a presidente Dilma irá reiniciar os motores do crescimento econômico no Brasil. Segundo o IBGE, o avanço médio do PIB no governo Dilma até agora, ficou em 1,8%, bem inferior à média de 4% nos oito anos de Lula, e dos 2,3% de FHC. Como explicar, então, o baixo índice de desemprego de 5,3% (IBGE) para agosto, se o crescimento econômico está devagar? Conforme os analistas econômicos, as pessoas estão empregadas, porém o custo interno como logística, tributos e burocracia tornou a mão de obra brasileira cara devido à baixa produtividade, o que só vem confirmar o resultado da pesquisa do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi): investir no Brasil, no momento, é muito caro e de grande risco para o investidor. Em suma, para restaurar esse cenário travado da economia brasileira, há necessidade de uma nova fase de concessões ou privatizações, com regras claras, e sem trapalhadas governamentais como mudanças na véspera do edital, como já aconteceu.

Edgard Gobbi

edgardgobbi@gmail.com

Campinas

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RESPOSTA À ‘THE ECONOMIST’

A resposta do PT ao editorial da revista "The Economist" foi a ampla divulgação do resultado da última pesquisa eleitoral, que mostra que, se a eleição fosse hoje, Dilma venceria por goleada. Com efeito, os eleitores fichas-sujas e maria-vai-com-as-outras, aqueles que votam em quem lidera as pesquisas (estimados em 7 milhões), ignoram a existência dessa influente publicação.

Flávio José Rodrigues de Aguiar

rsd100936@terra.com.br

Resende (RJ)

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O VOO DA GALINHA

As capas da revista "The Economist" sobre o Brasil (2009 e 2013) seriam mais fiéis à realidade e à situação do País se tivessem usado a imagem de uma galinha "voando", em lugar do Cristo Redentor decolando e voltando em queda livre. Uma ave verde-amarela com bico vermelho petista seria mais apropriada para a próxima edição a tratar do tema.

J. S. Decol

decoljs@globo.com

São Paulo

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O BRASIL PERDEU O RUMO?

O governo de Dilma Rousseff está pagando caro por não ter tido coragem de romper politicamente com o seu criador. Passou a dividir a direção do País num sistema de cogestão com Lula. E a quase tudo o consulta para tomar decisão como se Lula fosse o seu preceptor. Quando Dilma, por ocasião da eclosão de denúncias de corrupção política envolvendo ministros indicados por Lula, resolveu imediatamente demiti-los, ali estava a presidente da República desempenhando a sua autoridade presidencial, mesmo a contragosto de seu curador. Se ela tivesse se conduzido sem a batuta do Lula, talvez hoje ela não estivesse sendo ridicularizada pela "The Economist".

Júlio César Cardoso

juliocmcardoso@hotmail.com

Balneário Camboriú (SC)

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QUEM ESTÁ MAL INFORMADO?

Faltando mais de um ano para a disputa eleitoral, a presidente Dilma, ao antecipar a campanha pelas redes sociais, numa espécie de convescote cibernético com seu alter ego no Twitter, qualificou de mal informado o periódico "The Economist", quando este, em recente matéria, faz uma comparação entre o estado da economia do Brasil de hoje com o de quatro anos atrás. Examinando-se, no entanto, seu conteúdo com atenção e analisando-se outros aspectos preocupantes como, por exemplo, a dilapidação da nossa mais importante empresa pública, a Petrobrás, resultado de projetos dispendiosos, equivocados e irresponsáveis, originários do poder central, com objetivos políticos explícitos, considerado paralelamente o fato de ser ela detentora de um dos mais valiosos patrimônios tecnológicos e de recursos humanos do País, é lícito questionar se a revista inglesa está mal informada ou se a presidente está usando uma linguagem fugaz e enganadora, bem do tipo bolivariana, já visando a garantir sua reeleição.

Paulo Roberto Gotaç

prgotac@hotmail.com

Rio de Janeiro

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PETROBRÁS, 60 ANOS

A sexagenária Petrobrás teria razões para festejar seu aniversário ou lamentar o aparelhamento que sofreu, mais com o governo petista e menos com todos os outros governos, principalmente quando interfere nos preços internos de combustível, numa atitude político-econômica para satisfazer aos planos eleitoreiros de quem governa o País. Essa mentalidade equivocada levou a empresa a uma desvalorização de R$ 213 bilhões, quando valia R$ 453,8 bilhões depois da capitalização de outubro de 2010. A empresa pretende elevar a sua capacidade de produção em 50% e com isso atuar em duas frentes: fortalecer o caixa e se livrar da ingerência do governo, o que é uma missão impossível por causa do sistema de tutela exercido pelos políticos do governo e entidades sindicais, transformando-se a empresa no maior cabide de empregos desses 60 anos. Infelizmente, "o potencial de geração de valor não está refletido no preço das suas ações", segundo Ana Siqueira, analista da Ventor

Jair Gomes Coelho

jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)

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‘BRASIL NÃO RASGA CONTRATOS’, MAS...

Literalmente, o "Brasil não rasga contratos", mas inúmeras vezes, ao arrepio das leis e por razões políticas, "segurou" tarifas e deixou concessionárias em estado pré-falimentar. A Petrobrás, em cujo capital também participam pequenos aplicadores privados, é apenas um exemplo mais recente. Em situações como essas, qual o recurso que resta ao aplicador que depositou suas economias em atividades econômicas não concorrenciais confiando em que seriam cumpridas as regras setoriais? Recorrer à Justiça? Ora, na melhor das hipóteses, quando esta decidir a favor do prejudicado, se for o caso, ele já estará quebrado! Pela oportunidade, vale lembrar Montesquieu, que Gaudêncio Torquato com muita propriedade cita no seu "Insensatez e desfaçatez" (29/9, A2): "Se o poder de julgar estiver unido ao Poder Executivo, o juiz terá a força de um opressor". Conclusão: se o governo deseja mesmo revitalizar a economia, conquistar a confiança do empresariado nacional e internacional, incluindo os pequenos aplicadores, terá de abrir mão de seus poderes de nomeação e investir pesado no fortalecimento e independência das nossas instituições, a começar pelas agências reguladoras.

Nilson Otávio de Oliveira

noo@uol.com.br

Valinhos

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MAIS MÉDICOS CUBANOS

Leio que mais 2 mil médicos cubanos chegam ao Brasil nesta semana, na segunda etapa do programa Mais Médicos. Será que o Brasil, um país muitas vezes maior do que Cuba, teria tantos médicos disponíveis e dispostos a largar de uma hora para outra a sua terra, seus familiares e amigos para trabalhar num lugar longínquo e onde é falada outra língua? Só mesmo em Cuba, uma ditadura cruel e fora da realidade dos países civilizados, que existe essa disponibilidade de mão de obra nas prateleiras dos irmãos Castro, pronta para ser exportada, e com altos lucros.

Ronaldo Gomes Ferraz

ronferraz@globo.com

Rio de Janeiro

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MAIS SAÚDE? NÃO, MAIS MARQUETAGEM

Apesar do programa Mais Médicos já estar sendo esquematizado, à surdina, há mais de um ano, a improvisação dele beira a indecência. Médica chorando de saudade da filha deixada na ilha-prisão. Outras, que também deixaram as filhas em Cuba, terão conforto na residência, mas toda dificuldade para trabalhar, inclusive terão de aguardar as instalações ficarem prontas. Mas as verdadeiras intenções do "programa" ficam escancaradas nos jalecos distribuídos com as logomarcas estaduais e federal.

Luiz Nusbaum, médico

lnusbaum@uol.com.br

São Paulo

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MAIS IMPOSIÇÃO

A Controladoria-Geral da União (CGU) age de maneira despótica ao exigir que os Conselhos Regionais de Medicina (CRMs) emitam autorizações aos médicos que vão trabalhar no Brasil, sem que se obedeçam as regras para obter esses certificados. Quer dizer que basta uma medida provisória (MP) para mudar regras e leis institucionalizadas? Imagine se a moda pega e os advogados, por uma MP, não precisem mais fazer o exame da OAB para exercer suas atividades? E os engenheiros, os professores, etc.? Isso é ditadura! Tudo pela reeleição?

Tania Tavares

taniatma@hotmail.com

São Paulo

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E O MAIS ADVOGADOS?

A exemplo do Programa Mais Médicos (MP 621/2013), que determinou aos portadores de diplomas de médicos inscrição automática no CRM, sem nenhum tipo de tortura e/ou provas caça-níqueis, torna-se imperioso e urgente editar uma MP visando a abolir a escravidão contemporânea da OAB. Fim do caça-níqueis Exame da OAB. Uma chaga social que envergonha o País, revogando o inciso IV e § 1º do art. 8º da Lei nº 8.906, de 04 de julho de 1994, que dispõe sobre o Estatuto da OAB. Não é da alçada de nenhum sindicato avaliar ninguém. A presidenta Dilma não pode ser subserviente aos mercenários da OAB.Tem de dar um basta na reserva de mercado da OAB, humanizando-a, criando o Programa Mais Advogados, em face da reportagem especial do "Fantástico", da Rede Globo, de 17/3/2013, que comprovou a falta de defensores públicos no Brasil. De cada dez comarcas no País, sete não têm defensor nenhum. Destarte, os bacharéis em Direito (advogados) exigem respeito e tratamento isonômico ao que há no Programa Mais Médicos, ou seja, aos portadores de diploma de bacharéis em Direito devidamente registrados no MEC, inscrição automática na OAB, sem entraves burocráticos, sem torturas, sem exame caça-níqueis. O mercado é seletivo e só sobrevivem os bons advogados. Ensina-nos Martin Luther King, na nossa sociedade, privar um homem de emprego ou de meios de vida, equivale, psicologicamente, a assassiná-lo.

Vasco Vasconcelos

vasconcelos@brturbo.com.br

Brasília

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A ESTRANHA MEDICINA

Fica-me muito difícil entender o episódio dos nossos históricos e crônicos problemas de saúde, somente agora destacados pelo governo federal, implantando, num "estalar de dedos", uma solução no mínimo inusitada: "importando" médicos de outros países. E mais estranho ainda é o Brasil, um país com quase 200 milhões de habitantes, a quinta economia mundial, precisar importar médicos de outro país, ou melhor, de uma ilha com pouco mais de 12 milhões de habitantes, sem nenhuma expressão social, política ou econômica mundial, mas também estranhamente há mais de 50 anos governada por uma ditadura subversiva, a mesma doutrina política pela qual muitos dos atuais políticos brasileiros eram (e ainda são) defensores ou, no mínimo, simpatizantes. E que estes médicos sejam admitidos sem uma legal e regulamentar avaliação técnico-científica-profissional por nossos órgãos legalmente competentes. Realmente, é tudo muito estranho.

Nilton de Freitas Guimarães

nfguimaraeseo@gmail.com

Rio de Janeiro

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EXPANSÃO DO PROGRAMA

A importação dos médicos cubanos, para suprir as nossas carências, deve ser expandida para outros segmentos. Portanto, da China, que acabou de condenar um ex-dirigente à prisão perpétua num julgamento célere, à prova de embargos infringentes, poderíamos trazer alguns juízes.

Caio Augusto Bastos Lucchesi

cblucchesi@yahoo.com.br

São Paulo

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MAIS MÉDICOS, MAIS DIGNIDADE

Será que a população mais carente dos mais distantes rincões brasileiros será finalmente assistida e acompanhada por médicos permanentemente em seus vilarejos? Se o programa Mais Médicos, que o poder público do Brasil está implantando em nosso país, tiver a abrangência de fato necessária e se revelar em ações prósperas para a população que mais necessita da atenção da saúde, então creio que é um projeto digno de aplauso.

Célio Borba

celioborba@ovi.com

Curitiba

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A JUSTIÇA CONTRA OS CRMS

A Justiça Federal, baseada numa medida provisória, obrigou o Conselho Regional de Medicina de Minas Gerais (CRM-MG) a conceder o registro profissional a médicos estrangeiros contratados pela excrescência denominada Mais Médicos. Pergunto: que moral tem essa Justiça brasileira, que, diga-se de passagem, acaba de entrar, empurrada pelo Supremo Tribunal Federal, na vala comum, lambuzando-se no chorume vazado do Poder Executivo e do não menos podre Poder Legislativo? Desde quando uma medida provisória, recheada de interesses políticos de grupelhos e inegável viés ideológico, emitida por um bando de corruptos homiziados no Palácio do Planalto, tem pelo menos moral para desmoralizar os regulamentos de uma entidade de classe, tornando-a chiqueiro de um partido político de péssima reputação?

Humberto de Luna Freire Filho, médico

hlffilho@gmail.com

São Paulo

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UM AVANÇO

Não sou petista, não gosto da sua política assistencialista, acho o Brasil grande demais para a capacidade administrativa de quem nos representa, mas devo admitir que a importação de médicos está sendo um excelente avanço social para garantir pelo menos em parte o que está na Constituição: saúde para todos.

Mauro Roberto Ziglio

mrziglio@hotmail.com

Ourinhos

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A DIFICULDADE DO MAIS MÉDICOS

Dona Dilma talvez devesse começar com programas do tipo Mais Escolas ou Professores Mais bem Pagos, para depois o Mais Médicos se alavancar.

Flávio Cesar Pigari

flavio.pigari@gmail.com

Jales

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