Fórum dos Leitores

GESTÃO HADDAD

O Estado de S.Paulo

28 Outubro 2013 | 02h12

Estelionato eleitoral

O principal projeto do gênio, ou poste, apadrinhado por Lula em 2012, Fernando Haddad, foi aumentar o IPTU da capital paulista para os próximos anos. Em 2014 a alta vai pesar no bolso dos paulistanos: até 20% para os imóveis residenciais e 35% para os não residenciais (comércio e indústria). Haddad queria ainda mais, até 45%, mas o aumento aprovado já está muito acima da inflação. O texto ainda precisa de uma segunda votação, mas pouco ou nada mudará. Votaram pela aprovação 31 vereadores, 3 além dos 28 necessários, e só 13 foram contra. O fato é que enquanto estão discutindo esse estelionato eleitoral com o aumento abusivo do IPTU, já que na campanha de Haddad o que mais se criticou foi a cobrança de impostos desproporcionais no governo anterior, de Gilberto Kassab, São Paulo tem doentes empilhados nos corredores dos hospitais públicos, falta de vagas em creches da Prefeitura, lixo por toda parte, ruas esburacadas, semáforos que não funcionam sempre que cai uma garoa mais forte, moradias populares que não passam de favelas de alvenaria e não há um projeto sequer para abrir avenidas de fundo de vale para desafogar o caótico trânsito. A única coisa que o afilhado político de Lula, com sua cupular incompetência, fez até agora, após dez meses, foi mandar pintar um monte de faixas para ônibus pela cidade e pôr um marronzinho mal-educado em cada esquina para multar. Portanto, sras. e srs. manifestantes, não adianta protestar, acampar na porta da Prefeitura, pois o PT não veio para nos ajudar, como sempre prega, e sim para encher os bolsos com impostos e multas. E ainda quer emplacar o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, na eleição de 2014 para o governo do Estado! Já imaginaram o estrago que vão fazer dois postes juntos? Fazer demagogia, como o prefeito, tomando ônibus na 23 de Maio às 8 horas, é fácil. Se liga, Haddad, chega de enganar o povo com falsas promessas que nunca são cumpridas!

TURÍBIO LIBERATTO

turibioliberatto@hotmail.com

São Caetano do Sul

De protestos

É triste constatar que os estudantes saíram às ruas por causa de 20 centavos e ninguém sai às ruas para protestar contra o aumento de até 35% no IPTU.

JOSÉ CARLOS COSTA

policaio@gmail.com

São Paulo

Política de impostos

Incrível como a arrecadação de impostos em diversas prefeituras do Estado de São Paulo, em gestões anteriores e atuais do PT, chega a ser exorbitante, para não dizer abusiva! No presente contexto nacional, em que a carga tributária não para de crescer, fazendo aumentar a inflação e diminuir o poder de compra da população, com os consequentes prejuízos para a economia do País, encontramos o flagrante abuso na administração petista dos cofres públicos, a cada ano arrecadando mais impostos e sobretaxando os munícipes. Assim foi na gestão da ex-prefeita de São José dos Campos Ângela Guadagnin, entre 1993 e 1996, a que mais elevou o IPTU daquela cidade. Entre 2001 e 2004, a campeã em arrecadação de impostos foi a então prefeita da cidade de São Paulo, Marta Suplicy, que por isso até foi apelidada de Martaxa... Difícil compreender por que poucos são capazes de denunciar que Fernando Haddad é a bola da vez, seguindo a mesma linha de elevação de impostos de seus correligionários.

EMANUEL ANGELO NASCIMENTO

emanuellangelo@yahoo.com.br

Osasco

Vereadores

A Câmara Municipal poderia invalidar o extorsivo aumento do IPTU imposto pelo prefeito Fernando Haddad. Por que não o faz? Algum mensalinho?

MÁRIO A. DENTE

dente28@gmail.com

São Paulo

Bolha imobiliária

Não é preciso ser nenhum Prêmio Nobel de Economia para saber que uma bolha imobiliária se forma em São Paulo. Como pode um apartamento de 30 m2 na Vila Clementino, sem cozinha nem área de serviço, a sala junto ao quarto, sem divisória, um verdadeiro beco, custar R$ 250 mil? Antes que essa bolha venha a explodir, como aconteceu nos EUA, e os imóveis percam 50% de seus valores atuais, o prefeito Fernando Haddad não perdeu tempo e já se adiantou para cobrar o IPTU de 2014 sobre os valores irreais dos imóveis residenciais e comerciais cobrados pelo mercado imobiliário.

VALDY CALLADO

valdypinto@hotmail.com

São Paulo

CAMINHÕES

Acidentes na madrugada

Está na hora de a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) repensar o modelo de fiscalização para diminuir os acidentes com caminhões no trânsito. O aumento do número de caminhões acidentados na madrugada indica que somente os radares nas principais vias de acesso à cidade não estão coibindo o excesso de velocidade desses veículos. Com o advento dos aparelhos GPS, que se compram muito barato e avisam a localização exata dos radares fixos, os motoristas abusam da velocidade. Quando chegam ao local dos radares passam a dirigir na velocidade permitida, voltando a acelerar assim que ultrapassam tais equipamentos. Esses acidentes, sempre com graves consequências para o já sofrido trânsito de São Paulo, acontecem todos os dias. Uma fiscalização mais eficaz e ostensiva durante toda a madrugada e maior quantidade de radares móveis, principalmente nas curvas apertadas das Marginais e na Avenida dos Bandeirantes, certamente fariam diminuir os acidentes. Porque o simples ato de reduzir gradativamente a velocidade máxima permitida nas ruas e avenidas só dá resultado nas pesquisas, nunca na prática.

FABIO ORBITE

inforbite@yahoo.com.br

São Paulo

MOBILIDADE URBANA

Verbas do PAC

A propósito da cerimônia, na sexta-feira, em que a presidente Dilma Rousseff, o governador Geraldo Alckmin e o prefeito Haddad se encontraram e o governo federal liberou recursos para a cidade de São Paulo, faço as seguintes observações. Numa rápida estatística sobre a Região Metropolitana de São Paulo (RMSP) no contexto do País, em números redondos, o Brasil tem 8,5 milhões de km2 de superfície e a RMSP, 8.500 km2, ou seja, proporção de 1/1.000. A população brasileira anda por 200 milhões de habitantes e a RMSP conta 20 milhões: proporção de 1/10. Em síntese, na milésima parte do território nacional vive um décimo da população brasileira, em cidades onde é grande o número de migrantes vindos de outros Estados. Em termos de justiça distributiva, as verbas federais do PAC para São Paulo não são tão elevadas assim. É preciso que essa estatística seja levada em consideração para não se pensar que o governo federal pratica uma excepcional generosidade.

JOSÉ DE ÁVILA AGUIAR COIMBRA

avila_coimbra@yahoo.com.br

São Paulo

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ECONOMIA MAL CONDUZIDA

A renomada mídia estrangeira "The Economist" e "Financial Times", o Fundo Monetário Internacional (FMI) e opiniões isentas diversas condenam a condução da economia brasileira, que cai no conceito geral em todas as últimas avaliações feitas.

Enquanto isso, Dilma Rousseff, Guido Mantega e defensores do atual governo dizem que o País vai de bem a melhor, de vento em popa, com um futuro grandioso pela frente. Sem nada poder fazer até outubro de 2014, o povo brasileiro lúcido chora a oportunidade perdida e vê as suas conquistas recentes descendo pelo ralo.

Ronaldo Gomes Ferraz

ronferraz@globo.com

Rio de Janeiro

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MANTEGA PREFERE VER AS FLORES

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, como sempre muito esperto, criticou e classificou de equivocada a sintonia entre o escalão técnico responsável pela laboração do relatório e os principais dirigentes do FMI no levantamento anual sobre a economia brasileira. E Dilma Rousseff também reagiu com desdém às críticas, portanto apoiando o ministro, dizendo: "Você acha mesmo que vou responder isso?". Guido Mantega disse preferir, entre as duas opiniões, ficar com a avaliação do economista-chefe, Olivier Blanchard, que falou uma série de coisas positivas sobre o Brasil. Alguém tinha dúvidas quanto à sua escolha?

Angelo Tonelli

angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

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SEM COMPARAÇÃO

O dito "contra-ataque" do ministro da Fazenda, Guido Mantega, às críticas de Armínio Fraga sobre os atuais fundamentos econômicos do País, cotejando o presente com os tempos de FHC, é desonesto em relação aos números da economia. Primeiro, "comparar" dados econômicos de conjunturas distintas é temerário e o sr. ministro deveria ser o primeiro a saber disso. Segundo, criticar a inflação "média" do governo tucano (de 8,77%), sem levar em consideração o fato de que foi o Plano Real de FHC quem a derrubou em 1994, é fazer pouco da memória nacional. Só para ter uma referência, em 1993 a dita alcançou 2.477%, porcentual hoje inimaginável. Com o Plano Real, lançado em meados de 1994, a inflação caiu para 916% (naquele ano), sendo derrubada para 22,4% em 1995 - primeiro ano da gestão FHC. Esse índice de 1995 foi inferior a 2,5% do que foi a inflação em 1994 e menos de 1% do que foi a inflação de 1993. Isso Mantega não diz... Por quê?! O índice acumulado de 1995 foi, por isso mesmo, excelente se cotejado com a hiperinflação de antes, mas, devido a todo um processo de realinhamento dos preços e também ao fator "memória inflacionária", foi elevado para o padrão estabelecido no pós-Real e "contaminou" a média do período FHC. O mais honesto, para quem queira se propor a fazer "comparação de períodos" (FHC x Lula), seria expurgá-lo do cálculo comparativo. Afinal, FHC, com o Plano Real, derrubou uma inflação de quatro dígitos; Lula pegou o bonde andando. Quanto às reservas internacionais, mesma coisa: outros tempos! Aliás, o próprio Mantega, referindo-se à corrente de comércio, assinalou que "passamos de um volume de US$ 100 bilhões em 2002 para cerca de US$ 500 bilhões na atualidade". Assim, o próprio ministro admite que a corrente de comércio global na primeira década do novo século foi multiplicada em relação à que havia nos anos 1990 - tempo de FHC. No período tucano houve várias crises internacionais, os dólares eram escassos e nossas commodities eram cotadas por uma fração do que passaram a valer nos anos 2000. Com o "boom", os dólares passaram a jorrar copiosamente nas burras do Banco Central, elevando nossas reservas e nos livrando dos empréstimos do FMI. Mas isso ocorreu independentemente do governo que tínhamos: foi um fenômeno econômico global que atingiu a todos e a todos beneficiou. Logo, Mantega não tem de se vangloriar por algo pelo qual o governo do PT nem em sonho foi responsável. Por fim, se as contas públicas melhoraram em termos relativos nos últimos dez anos, isso foi mera consequência do referido "boom", já que a economia foi irrigada com dinheiro e, com a alta carga tributária, o governo arrecadou mais. Nada teve que ver com uma suposta "excelência" da gestão petista, que foi, tão somente, beneficiária de todo o fenômeno para o qual não contribuiu com um ínfimo fio de cabelo. Infelizmente, o governo do PT não se emenda e volta e meia insiste nas tais "comparações" com os anos 1990, mostrando o seu pouco zelo com os fatos. E o pior é que exitosamente, a ver pelo número de desinformados e iludidos que insistem em votar na sigla de Lula.

Silvio Natal

silvionatal49@gmail.com

São Paulo

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‘RETROCESSÃO’

Após o pronunciamento do ministro Mantega, Sua Excelência teve a oportunidade de mostrar seu português culto, como é próprio de sua entonação professoral. Ele cunhou uma nova palavra da língua portuguesa: "retrocessão". Essa palavra deveria ser inserida nas provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), é claro, desde que a doutora Dilma aprove. Ela recomenda que todos estudem muito, sigam seu exemplo, assim como devem fazer todos os seus 39 ministros.

Mário Negrão Borgonovi

marionegrao.borgonovi@gmail.com

Rio de Janeiro

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A CRÍTICA PRECISA DO FMI

O País hoje tem de fato a cara de Lula. Só um idiota não vê que não passa de uma maritaca. Até o FMI já desconfia disso.

Ariovaldo Batista

arioba06@hotmail.com

São Bernardo do Campo

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CUSTO DE VIDA

Um grande supermercado no Rio de Janeiro está fazendo uma promoção e o marketing é mais um ano de vida. Em média os preços estão inferiores em 20%. Outras redes aderiram e ou cobrem ou praticam os mesmos preços. Minha pergunta é: estarão as redes de supermercado tendo prejuízos? Lógico que não. Um desconto de 20% nos EUA com certeza levaria à falência qualquer negócio. Então conclui-se que a margem de lucro de nossos comerciantes está bem acima dos 40%. Aliás, isso já havia sido confidenciado a mim por um supermercadista (já falecido) que, se não apor 100% em cima, não vale a pena. Então concluímos sem medo de errar que os supermercadistas são os principais responsáveis pela alta do custo de vida. Isso vale para todo o Brasil.

Paulo H. Coimbra de Oliveira

ph.coimbraoliveira@gmail.com

Rio de Janeiro

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A COPA E O PREÇO DOS HOTÉIS

O (des)governo federal quer interferir nos preços dos hotéis para os eventos da Copa (2014) e da Olimpíada (2016). Hotéis são iniciativa privada e pagam altos impostos. A ninguém é imposto viajar nem hospedar-se nos hotéis ou ir aos estádios, podem assistir aos jogos na TV, com economia e conforto. Por que não reduz a carga tributária, maior do planeta, e não interfere no extorsivo aumento imposto pelo poste Fernando Haddad e "seus" vereadores no caso do IPTU paulistano? Será por que ele é do PT?

Mario A. Dente

dente28@gmail.com

São Paulo

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CUIDADO, MINISTRA

Gleisi Hoffmann, ministra do Planejamento de Dilma, afirmou que fará tudo contra a possível alta de preços no período da Copa de 2014. O melhor que poderá fazer, e o governo que representa não o faz, é o de respeitar as regras de mercado. Afora isso, só resta a estupidez do congelamento de preços, que, aliás, nós e os argentinos conhecemos muito bem suas tristes consequências.

Paulo Panossian

paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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CARGA PESADA

A Câmara Municipal de São Paulo aprovou o aumento do IPTU em primeira votação. Com o reajuste de 6% que terão os aposentados e 20% de aumento no IPTU para imóveis residenciais, presumo que os aposentados terão de ficar com seu burro na sombra.

Virgílio Melhado Passoni

mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)

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OS NOMES

Certamente será publicada a relação dos vereadores votantes a favor do aumento do IPTU. Essa relação será importante para que o eleitor saiba "agradecer". Todos chegamos ao limite, sr. secretário de Relações Governamentais. Haddad e Cia, até quando abusarão da nossa paciência?".

André Puchalski

andpuchalski@hotmail.com

São Paulo

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PLANOS ECONÔMICOS

Será que o Supremo Tribunal Federal (STF) esqueceu do julgamento dos planos econômicos? Enquanto os bancos batem recordes de lucratividade, os poupadores são sacrificados pela conveniente morosidade da Justiça. As poupanças também são um assunto de repercussão nacional.

Gustavo G. da Veiga

ggveiga@outlook.com

São Paulo

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POBRE VENEZUELA

A Venezuela, mãe do socialismo do século 21, desesperada pela falta de alimentos importará 400 mil toneladas em carne e grãos, para os meses de novembro e dezembro, das quais 80 mil serão do Brasil. Considerada a quarta maior reserva de petróleo do mundo, e com inflação galopante de 49,4% anualizada até setembro, incompetentes obrigam-se a importar 50% dos alimentos consumidos. Como de hábito culpam os EUA e empresários destoantes da doutrina, delírio seria melhor, instituída por Hugo Chávez. E o governo brasileiro, cúmplice ideológico na distopia, seguindo o padrão nada deverá receber pela venda, adicionado ao lamentável fato dessa mesma necessidade exigir-se aos brasileiros de baixa renda.

Mario Cobucci Junior

maritocobucci@uol.com.br

São Paulo

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DINHEIRO MAIS BEM GASTO

Consta que o senador Renan Calheiros (PMDB/AL) enviará para a Rússia uma comissão de parlamentares para acompanhar o caso da bióloga brasileira Ana Paula Maciel, ativista do Greenpeace presa por lá. Que os parlamentares devam ir à Rússia acompanhar o caso, tudo muito bom e bonito, mas, por favor, não com o suado dinheirinho do povo brasileiro. Aí não dá. Por acaso a dita bióloga comunicou o nobre senador de sua ida para lá? Não seria melhor cuidar dos "ativistas" aqui dentro, que andam quebrando tudo e ninguém fala nada? Talvez o dinheiro fosse mais bem gasto!

José Piacsek Neto

bubanetopiacsek@gmail.com

Avanhandava

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ESPIONAGEM INTERNACIONAL

Se não é Edward Snowden denunciar as espionagens da Agência Nacional de Segurança dos EUA (NSA), como seria? Agora foi a vez da chanceler Angela Merkel cobrando explicações do presidente Barack Obama sobre as espionagens, e ele deu a resposta padrão. Até parece aquele serviços do SAC quando você usa e vem de volta aquela resposta padrão: "Registramos seu contato e retornaremos em breve". A França também foi espionada. A chanceler Merkel disse que espionagem entre amigos não é coisa que se faça. A chanceler acredita que os EUA veem a Alemanha como amigos? Os EUA não tem amigos.

Panayotis Poulis

ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

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AINDA A ESPIONAGEM

Um antigo embaixador dos Estados Unidos fez uma declaração ao jornal "Miami Herald" sobre os motivos pelos quais os EUA espionaram o Brasil. Ele disse: "From Washington’s perspective, the Brazilian government is not exactly friendly. By definition and history, Brazil is a friendly country that sided with us during World War II and Korea, but its present government is not". Literalmente, disse: "Do ponto de vista de Washington, o governo do Brasil não é exatamente amigável. Por definição e historicamente, o Brasil é um país amigo que ficou ao nosso lado durante a 2.ª Guerra Mundial e a da Coreia, mas o governo atual não é". Lamentavelmente nosso governo abandonou um amigo importante trocando-o por "escória" como Cuba, Venezuela, Bolívia, Argentina. A impressão que fica é que nosso governo se nivela a governos de seu nível. Interessante que Lula e Dilma não têm amizades com governantes da França, Alemanha, Inglaterra, Itália, por exemplo, a "nata" do mundo, como têm com republiquetas falidas. Talvez seja complexo de inferioridade. Outro ponto interessante nessa questão é que em nenhum momento foi demonstrado que as informações de Snowden sobre espionagem realmente são "verdadeiras" e em que setores ocorreram. Obama até agora não respondeu a ninguém. Todos acreditam na "vingança (?)" que está fazendo esse ex-funcionário americano com seu país que o quer preso e para onde jamais poderá voltar.

Fabio Figueiredo

fafig3@terra.com.br

São Paulo

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DILMA ROUSSEFF SE PROTEGE

Nossa presidenta, além de proibir que seja espionada, poderia também exigir que todos os espiões americanos andassem de crachá.

Sergio Diamanty Lobo

diamanty18@gmail.com

São Paulo

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TÃO ÓBVIO

Elementar, meu caro Watson, ops, digo, Dilma. O aparato da NSA, que se diz voltado para combater o terror, usa este mote como álibi para vantagem cibernética. Por que não se pensou nisso antes? É tão óbvio!

Ulysses Fernandes Nunes Jr

ulyssesfn@terra.com.br

São Paulo

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PARCERIA

Parabéns ao realista presidente francês, François Hollande, que propôs parceria em espionagem com os EUA.

Sergio S. de Oliveira

ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

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SEGURANÇA E PRIVACIDADE

O vizinho espia sobre o seu muro ou eletronicamente entre países amigos ou inimigos, a espionagem sempre existiu e sempre existirá. É uma questão de proteção e defesa entre vizinhos e entre países. Cabe aos vizinhos e aos países se defenderem como puderem. O que não pode ficar em branco nessa história toda é a punição aos gigantes da internet como Google, Yahoo, Facebook, Apple e Microsoft, que vendem segurança e privacidade ao mundo todo e na verdade não é nada disso que ficou constatado.

Victor Germano Pereira

victorgermano@uol.com.br

São Paulo

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PESQUISAS ELEITORAIS

Não posso concordar com a parte final do editorial da página A3 de 24/10 ("Querem cegar o eleitor"). Tentam cegar, sim, os eleitores ao divulgarem pesquisas que geralmente são feitas sempre em mais ou menos 145 municípios e com também mais ou menos 2.500 entrevistados pela maioria dos institutos. Gostaria que, a cada pesquisa feita, o jornal publicasse as cidades escolhidas. Os institutos são contratados por clientes que podem pedir que a "pesquisa" seja feita numa determinada região, pró suas intenções. E daí? A instituição não estará burlando nada, mas o "resultado" pode cegar o eleitor noutro sentido. Por exemplo: os institutos fazem as pesquisas em redutos eleitorais onde há a maioria de um determinado partido, já tendo de antemão um resultado favorável ao que talvez queira o cliente que a contratou. Aí o estrago já está feito e, de tanto ser repetido, passa a ser verdade e influencia boa parte dos brasileiros, que gosta de estar no time de quem ganha, pois não tem consciência política e vai sendo induzido a votar em quem está na frente.

Tania Tavares

taniatma@hotmail.com

São Paulo

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DIVULGAÇÃO HONESTA

A mídia, em todas as suas formas, consagrou a apresentação de resultados de pesquisas eleitorais por meio da fórmula "se a eleição fosse hoje". Essa expressão é mentirosa, enganadora e mistifica o significado das pesquisas. Certamente elas devem ser amplamente divulgadas, e não censuradas, mas é importante que sua divulgação seja de forma intelectualmente honesta, tarefa para a qual a maioria dos órgãos de imprensa parece não ter gente capacitada.

Arnaldo Mandel

amandel@gmail.com

São Paulo

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ELEIÇÕES 2014

Faltando um ano para as eleições, Dilma ganha de qualquer candidato no primeiro turno. Esse resultado da pesquisa Ibope deve levar em conta a desclassificação do Brasil na Copa do Mundo nas oitavas de final, o aumento dos combustíveis e da inflação. O rumo incerto dos protestos antes e durante a Copa. Se tudo isso foi considerado, devem ter se esquecido de algo muito importante. Haverá adversários na campanha eleitoral e a sociedade já cansou dos roubos, falcatruas, obras superfaturadas e CPIs que começam e são esquecidas, como a da Delta, da Rose viajando clandestina no Aerolula com o ex-presidente e do enorme "carisma" da candidata Dilma. Cansamos dessa farsa! Quem sabe os EUA podem dar uma "força" para Dilma, liberando informações sigilosas? Nunca se sabe...

Luiz Ress Erdei

gzero@zipmail.com.br

Osasco

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IBOPE

Será que o PT acredita nessas pesquisas?

Ivan Bertazzo

bertazzo@nusa.com.br

São Paulo

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NO PSDB

Com a máquina do governo federal a todo vapor para reeleger Dilma Rousseff em 2014, alimentada pelos índices de pesquisa de intenção de voto, somado ao novo fato político da candidatura Campos-Marina, francamente, não é hora de o PSDB ficar discutindo, como em briga de comadres, de quem é a vez de ir para a disputa. O candidato que reunir maior potencial de votos deve ser homologado, apoiado e incentivado a ir à luta. Caso contrário...

J. S. Decol

decoljs@globo.com

São Paulo

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PALPITE ZÉSERRISTA

"Improvável não é impossível" lembra muito o velho "fiado, só amanhã"...

A.Fernandes

standyball@hotmail.com

São Paulo

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PREPAREMO-NOS PARA AS URNAS

O Brasil passa por uma indefinição política. Nas eleições de 2014, a base aliada governista é muito grande. Todos querem um pedaço maior do "queijo" e a luta pelo poder é suprapartidária. Os conservadores querem atrair nomes para suas fileiras. O PMDB e o PSDB unem-se para alianças. Marina e outros nomes pensam em aglutinaram-se em bandeira levantada pelos insatisfeitos com as mudanças no PT. Lula e Dilma não são absolutos. A fome por cargos e privilégios vai dizer quais os futuros aliados na eleição de outubro. A saúde do povo, a educação, a segurança pública e outros itens dependem das alianças e do resultado das urnas. Nós, o povo brasileiro, devemos votar não por interesses eleitoreiros, mas pensando no bem comum.

Paulo R. Girão Lessa

paulinhogirao@gmail.com

Fortaleza

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SONHANDO ACORDADO

Para uma plateia paroquial, a presidente Dilma, cada vez que ocupa a mídia para o chamado leilão do campo do pré-sal de Libra, defende o modelo usado e carimba as reações da oposição como "absurda xenofobia". Parece que o governo usa toda a sua capacidade semântica quando o ministro Gilberto Carvalho, da Secretaria-Geral da Presidência da República, mostra o alto grau de vassalagem e garante que a privatização do PT chama-se partilha e que houve privatização no governo de Fernando Henrique, que foi entreguista e de muita corrupção garantindo que a exemplo da Vale do Rio Doce FHC pretendia privatizar a Petrobrás e o Banco do Brasil. Sempre que Dilma fala sobre a cornucópia da riqueza, a redenção da economia do Brasil (daqui a 30 anos) garante que a educação será distinguida por esses imensos recursos. Entretanto, algumas questões precisam ser esclarecidas para acalmar essa gente do governo nessa euforia que tem muito com a campanha pró-reeleição e que há muito já está em andamento. Quando, de fato, começará a jorrar petróleo de camadas tão profundas? Por que não se fala na empresa norueguesa especialista em águas profundas e que garante que numa profundidade como o Campo de Libra não existe tecnologia, segurança e viabilidade econômica para o empreendimento. Não por coincidência anuncia-se a descoberta de reservas de petróleo no Sergipe. "O tempo é o senhor da razão."

Jair Gomes Coelho

jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)

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PROCON DO GOVERNO

A exemplo do existente Procon do comércio, que entre outras coisas proíbe e pune propaganda enganosa, deveria ser criado o Procon do governo, para punir e desmitificar as mentiras, falácias e os descalabros nos pronunciamentos da presidente à Nação. No caso mais recente, do leilão do pré-sal, verdadeiro engodo, deveria ser dado o mesmo tempo da mídia para a oposição mostrar ao povo brasileiro a verdade, simplesmente a verdade: o Brasil garante e assume todo o risco do pré-sal aos seus parceiros. A viabilidade do pré-sal, comercialmente, depende do preço do petróleo no mercado internacional, e a tendência é de baixa. A exploração do xisto americano inviabiliza tanto o petróleo como o álcool, num futuro bem próximo. E o Brasil tem a quarta maior reserva de xisto do mundo...

Aurélio Batista Paiva

aureliobpaiva@gmail.com

Brasília

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QUESTÃO MATEMÁTICA

É uma vergonha não saber ler ou escrever. Mas ninguém se envergonha, até acha muito natural, ter "dificuldades" com Matemática, ou melhor, com a mais elementar Aritmética. Sobre a renda do pré-sal, a presidente Dilma declarou em cadeia nacional, em horário nobre, que o Brasil (União + Petrobrás) ficaria com 85%. Se ela estivesse mais familiarizada com cálculo de porcentagem, saberia que o valor exato é 64,99%. E Matemática não se discute. Outro "deslize" aritmético aparece numa carta de leitora desse jornal na edição do dia 23/10. Diz ela que, dos R$ 15 bilhões pagos pelo consórcio vencedor do leilão, a Petrobrás pagou R$ 6 bilhões, "logo" o Brasil teria ficado com R$ 3 bilhões. Ora, aqui a questão se resolve somente com uma subtração: 15 - 6 = 9. Salvo prova em contrário.

Luiz Angelo Pinto

luiz.angelo.pinto@terra.com.br

São Paulo

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ATÉ QUANDO?

É interessante notar como até o presente momento não apareceu um único personagem de peso político-social brasileiro que falasse claramente que este leilão do pré-sal não passou de um tremendo engodo. Em compensação, a mídia internacional e personagens do meio econômico-financeiro já chegaram à mesma conclusão acima, assim como o cidadão brasileiro que não é alienado e, por consequência, muito bem informado. Até quando teremos de conviver com esse estado de coisas?

José Marques

seuqram.esoj@bol.com.br

São Paulo

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MENTIU

Nunca votei no PT, muito menos nos postes de Lula. Posso ser até a favor de como o governo está se portando nos leilões do pré-sal, mas espero que a oposição, na campanha vindoura, exponha a gravação o vídeo da campanha de Dilma ameaçando o povo dizendo que o PSDB iria privatizar e o PT, não, e então estampe um grande carimbo em sua cara, onde estará escrito: mentiu!

Marcello Menta Simonsen Nico

mentanico@hotmail.com

São Paulo

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APOSENTADORIAS

É impressionante o que ocorre em nosso país: milhões de pessoas vão ao Rock in Rio para assistir a lixos de músicas; milhares vão assistir a uma partida de futebol ruim e com risco de morte; e centenas ou até mais de pessoas saem às ruas para protestar sobre moradia e aumento de R$ 0,20 no preço das passagens de ônibus, mas ninguém sai para protestar contra a lei que o sr. Fernando Henrique promulgou desvinculando o cálculo das aposentadorias. Quando me aposentei (depois de 35 anos de serviços prestados como diretor de Marketing da Air France), aposentei-me com 9 salários mínimos, hoje recebo 3 salários. Depois vêm os nossos governantes dizer que "cuida dos nossos aposentados". E o sindicato dos aposentados, o que faz? Nada. Será por que recebem ajuda do governo? Governo e sindicato devem cuidar dos aposentados de seus familiares.

Nelson Zeglio

zeglio.nelson@hotmail.fr

São Paulo

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INSS

Minha esposa operou o pé esquerdo, por ter uma deficiência óssea, e faz algum tempo, ela não consegue nem andar. Fomos até o INSS para obter uma aposentadoria por doença. Ela passou por exame pericial (a pessoa que a atendeu, um suposto médico, nem olhou para ela) e fomos informados de que dentro de 20 dias receberíamos uma carta. Ontem a carta veio, com a negativa para a aposentadoria. Não sabemos o que fazer, ela nem pode pôr o pé no chão.

Agostinho Locci

legustan@gmail.com

São Paulo

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NOVOS CURSOS DE MEDICINA

O Ministério da Educação (MEC) lança o edital para a pré-seleção das cidades interessadas na criação de novos cursos de Medicina. Enumera as condições necessárias para a escolha destas cidades. Pergunto. Os atuais cursos de medicina serão avaliados quanto à satisfação ou não das condições estruturais mínimas e onde se encontrarão tantos professores qualificados para as novas escolas? Será de Cuba? Só não fala onde vai buscar tantos professores de Medicina.

Luiz Nusbaum, médico

lnusbaum@uol.com.br

São Paulo

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PASSE LIVRE

A opinião de um economista do BNDES de que o chamado Passe Livre é viável economicamente merece ser estudada por nossas lideranças governamentais e da iniciativa privada. Se tal medida contribuir para a melhoria da mobilidade urbana de nossas megalópoles, que seja implantada, pois assim todos ganharão com a medida que virá em benefício até da saúde pública, que sofre com os megaengarrafamentos em nossas maiores cidades.

José de A. Nobre de Almeida

josedalmeida@globo.com

Rio de Janeiro

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RADARES E LINHAS DE ÔNIBUS

Quero tecer comentários sobre duas notícias publicadas no dia 23/10. Primeiro, referente à compra de 843 novos radares. Ao que parece, a fiscalização de trânsito nesta cidade só é feita por radares. Digo isso, porque, ao contrário de muitas pessoas, que reclamam de uma suposta indústria da multa, vejo vários exemplos de inoperância dos agentes, tanto que a maior parte das multas é feita justamente por radares. Hoje pela manhã vi pela TV dois exemplos desta inoperância, o buzinaço de caminhões que ocorre todas as madrugadas na Ceagesp e a proibição de conversão a direita em uma rua ao lado da Estação Butantã do Metrô. Aqui em Santana, na Av. Zaki Narchi, eu enviei e-mail ao srs. em março sobre as lojas desta avenida que transformaram a calçada em estacionamento, reclamação que eu fazia a CET desde 2010, sem sucesso e a CET respondeu que fazia fiscalização, multava, etc., mas nada acontecia. E de lá para cá, nada mudou, tudo continua igual, inclusive as viaturas passam, os agentes veem os carros na calçada e nada fazem. Detalhe: há placas proibindo o estacionamento entre 17 e 20 horas, mas só é multado quem para junto ao meio-fio o que é raro, quem para na calçada, não e são vários carros (já contei até 40 carros em um trecho de 600 ou 700 m e nos fins de semana é ainda pior). Outro ponto é sobre a intervenção do Ministério Público na SPTrans sobre as extinções e seccionamentos de linhas. Na administração Kassab isto ocorreu aqui na zona norte: linhas que vinham dos bairros da região para outras regiões da cidade foram todas colocadas fazendo ponto final no Metrô Santana. Com isso, quem mora na região e pegava um ônibus, agora tem de pegar dois, fazendo a baldeação em Santana. Foram feitas reclamações, pois isto não trouxe benefício a população mas não adiantou, a SPTrans, de forma arrogante, ignorou as reclamações, disse que estava, sim, tudo bem e ponto final. Só que o resultado disto foi uma sobrecarga no Terminal do Metrô Santana, que não comporta mais a quantidade de ônibus que passou fazer ponto ali, pois, além das linhas transferidas, houve a necessidade de novas linhas de Santana para os bairros, em substituição àquelas que passaram a parar em Santana. Agora, a administração quer construir um novo terminal em Santana e para isso quer demolir todo o quarteirão formado pela Av. Cruzeiro do Sul e pelas Ruas Darzan, Voluntários da Pátria e Leite de Moraes, bem no miolo comercial do bairro e onde, segundo o Sindicato dos Comerciários, trabalham em torno de mil pessoas. Isso tem gerado muita polêmica e protestos na região, foram feitas reuniões, apresentadas alternativas de áreas para o novo terminal mas, ao que parece, a SPTrans vai insistir em desapropriar a área. Ou seja, várias pessoas serão prejudicadas por conta da incompetência e falta de planejamento da administração. Será que eles não veriam que, ao colocar mais linhas num local que já várias outras, ia causar superlotação. E, ao que parece, é o que está acontecendo agora nas zonas leste e sul. Espero, sim, que alguém tome alguma providência quanto a isso.

Alexandre Fontana

alexfontana70@yahoo.com.br

São Paulo

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DO CARRO AO TRANSPORTE PÚBLICO

O senhor prefeito de São Paulo quer, por toda forma, que utilizemos os ônibus e deixemos nossos carros em casa. Todavia, ele além de aumentar o número de pessoas por metro quadrado no ônibus (o que os deixará bem menos atrativos aos usuários de carros), elimina linhas de ônibus sem consultar os usuários ou, ao menos, avisá-los! Nos pontos de ônibus onde costumavam passar as linhas que foram extintas, nem um pequeno aviso! As pessoas, com a eliminação das linhas, têm de percorrer maiores trajetos, com maior dispêndio de tempo, sem contar que há pessoas que tem dificuldade de locomoção. Peço ao senhor prefeito que imediatamente retorne as linhas eliminadas, bem como diminua o número de pessoas que podem ser transportadas pelos ônibus, como sinal de respeito à população, que espera de seu prefeito respeito, responsabilidade e coerência!

Cristiane M. da Silveira Magalhães

cris_magalhaes@uol.com.br

São Paulo

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SUBPREFEITURAS

Ladeirão do Morumbi ganha importância política. Enquanto o prefeito Fernando Haddad arquiteta, em silêncio, a criação da Subprefeitura do Morumbi, no Campo Limpo, zona sul, e Butantã, zona oeste, já se especula quem será o subprefeito da terceira subprefeitura que poderá ser criada na gestão Haddad. No Campo Limpo comentam que o PSD, do ex-prefeito Gilberto Kassab, será contemplado. Ainda dizem que o prédio da subprefeitura será em um condomínio de luxo - no famoso "ladeirão do roubo" - na Rua Doutor Francisco Thomaz de Carvalho.

Devanir Amâncio

devaniramancio@ig.com.br

São Paulo

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CAMPO DE AVALIAÇÃO

Com Haddad na Prefeitura e Dilma na Presidência, os paulistanos ganharam um campo duplo para avaliar o PT enquanto governo: nunca as decisões foram tão incompetentes, ineficientes e desastradas nessas duas esferas. E o PT, leia-se Lula, quer também o nosso superestado! Cuide-se, Alckmin...

Gilberto Dib

gilberto@dib.com.br

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