Fórum dos Leitores

CORRUPÇÃO

O Estado de S.Paulo

29 Novembro 2013 | 02h13

Cartel dos trens x mensalão

Encerrada a novela mensalão, em que próceres do PT, bem ou mal, foram qualificados e devidamente trancafiados, nós, os ingênuos cidadãos paulistas e brasileiros que ainda acreditam numa moralização difícil, mas possível, do nosso sistema político-administrativo, estamos sendo apanhados no contrapé da nossa - até agora - confiança nos homens que administraram e administram nosso Estado nestes 20 anos de PSDB, em se tratando de possíveis maracutaias entre multinacionais, lobistas e representantes governamentais de todos os governos passados e atual, na construção do sistema metroferroviário de São Paulo e Brasília. Sabemos que o PT vai lançar mão de todas as armas para acobertar os companheiros julgados e condenados. Mas a maior meta é, sem sombra de dúvida, se apoderarem do poder em terras paulistas - nossa capital já foi, falta o Estado-líder, que a partir de agora passa a ser fustigado ferozmente, sem dó nem piedade. Por tudo isso é que o PSDB tem de sair da "zona de conforto", pois estranhamente não age como oposição estruturada e consciente, para enfrentar os ataques - sabemos lá se não são verdadeiros - dos petistas. A integridade política, ética, administrativa e pessoal de um Mário Covas, de José Serra e do próprio Geraldo Alckmin foi posta em xeque. Esperamos que não seja xeque-mate.

ALOISIO A. DE LUCCA

aloisiodelucca@yahoo.com.br

Limeira

Criatividade

Já se sabia da criatividade nos governos do PT. Primeiro foi a "contabilidade criativa" nas contas públicas. Agora o partido se superou com a "tradução criativa", no Ministério da Justiça, do dossiê Siemens.

FERNANDO CALMON

fscalmon@gmail.com

São Paulo

Nunca sabem de nada

Seguindo as lições do mestre, agora ninguém sabe quem traduziu os famigerados documentos. Ninguém sabe, ninguém viu. Daqui a pouco ainda vão dizer que os tais documentos se autotraduziram.

RICARDO SANAZARO MARIN

s1estudio@ig.com.br

Osasco

ARTE E CULTURA

É preciso preservar o Masp

O Iphan, o governador, o IAB, a OAB, a Prefeitura e outras instituições e entidades precisam acordar com o povo para manter nosso batimento cardíaco dignamente vivo e seguro. Vergonha é pouco pelo que vemos em torno do Masp. Há solicitações viáveis e planejadas urgentes e necessárias para proteger esse patrimônio paulista universal. Basta dar-lhes prioridade sobre as lâmpadas chinesas, as árvores de Natal e os Papais Noéis de papelão espalhados pelas redondezas. Qual será o destino de quem não faz nada e não deixa fazer?

MARIA BONOMI, artista plástica, Ph.D. pela ECA-USP

mariabonomi@mariabonomi.com.br

São Paulo

Vão livre

É triste que uma ideia como a de cercar o Masp seja considerada por qualquer pessoa, quanto mais por um curador artístico. Seria contra tudo de bom, visionário e libertador que essa obra arquitetônica afirma, principalmente pelo próprio vão livre. Livre em coerência total com sua função de parte externa de um museu de arte, uma vez que arte é algo que é, e deve ser, essencialmente livre. As manifestações populares só comprovam a sua importância e a sua elevação à categoria de ágora, espaço público de integração onde os cidadãos se expressam livremente. A ideia de cercar o museu é sintoma de uma mentalidade tacanha, pautada pelo medo, acuada por uma realidade que se fortalece em atitudes como essa, assumidas por detentores do poder material que, primeiro, segregam pela ignorância, pelo comodismo, pelo egoísmo ou pela falta de escrúpulos; depois, se contorcem para se defender dos subprodutos de suas escolhas. Cercar o Masp seria um retrocesso social e um crime contra a inteligência de todos. Se drogados e traficantes ocupam a ágora, que se cuide dela com policiamento, cuidado e amor pelos desvalidos, buscando soluções no sentido da integração, não da segregação. Algo deve ser feito, mas que não inclua a adulteração violenta de um projeto arquitetônico de importância artística, histórica e emocional para qualquer paulistano e que mantém viva na nossa cidade a chama da liberdade.

PEDRO V. DE A. ALVES PINTO

pedrovicente@yahoo.com

São Paulo

Esclarecimento

A respeito do editorial do Estadão sobre o "vão livre do Masp" (20/11, A3), duas observações: 1) A mostra A Terra Vista do Céu não foi encerrada, suspensas foram as atividades educativas na tenda instalada no local, por falta de segurança para o público e os monitores; 2) um jornalista do Estadão perguntou-me o que pode o Masp fazer para evitar os casos de pessoas que se precipitam do vão livre com consequências por vezes fatais, respondi que o vão não é do Masp, e sim da Prefeitura, e que, de todo modo, no passado o Masp sugeriu a colocação de grades no local, recusadas pelos órgãos do patrimônio. Nenhuma medida isolada resolve os muitos problemas. Um começo seria a ocupação do espaço para sua finalidade própria: a arte - impossível, dada a feira de antiguidades ali permitida pela Prefeitura.

JOSÉ TEIXEIRA COELHO NETO, curador-coordenador do Museu de Arte de São Paulo (Masp)

www.masp.art.br

São Paulo

Decreto polêmico

Muito oportuno, sensato e objetivo o artigo A Fragilidade da atividade cultural, assinado por José Carlos de Figueiredo Ferraz (21/11, A2), o qual induz à discussão dos prós e contras do decreto presidencial que veio regulamentar a Lei n.º 11.904, que cria o Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) e traz vários pontos polêmicos, mas tem também conceitos que vale a pena serem discutidos. Se não tivesse sido preparado silenciosamente pelo Ministério da Cultura e se houvessem ouvido antes toda a sociedade interessada, sua qualidade e sua eficiência seriam melhores.

JOÃO PAULO GARCIA

jotapege88@yahoo.com.br

São Paulo

O que virá depois?

Concordo com o presidente do Instituto Figueiredo Ferraz quando demonstra real preocupação com o Decreto 8.124, assinado pela presidente da República e que está agitando os meios culturais do País. O que será das nossas criações artísticas, em qualquer âmbito que seja? O que virá depois dessa lei criada na surdina e que nunca foi sequer mencionada para que a sociedade pudesse discutir e opinar? Só aguardando e vendo as consequências desse ato.

DUMARA PIANTINO JACINTHO

dumarapj@yahoo.com.br

Ribeirão Preto

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OS PLANOS ECONÔMICOS NO STF

José Serra certamente receberá medalha de honra ao mérito do governo Dilma e da Federação Brasileira dos Bancos (Febraban) após seu artigo "Há direito adquirido de quebrar o País?" (28/11, A2). Ele não deve estar informado de que os mutuários de empréstimo imobiliário, para quitarem o saldo devedor com os cruzados confiscados e conseguirem a liberação da hipoteca, tiveram esses índices de correção monetária, que agora os bancos se negam a pagar aos poupadores, incluídos na conta. Também se esqueceu de que os que já conseguiram reaver algum pagamento na Justiça – cujos magistrados sabem bem o que significa "direito adquirido" – vão estar à mercê dos bancos, que, sem dó nem piedade, cobrarão dos ludibriados poupadores juros e atualização monetária sobre as devoluções já havidas. E não se lembrou também de que o Imposto de Renda pago pelos bancos àquela época já está prescrito, portanto, os bancos não terão como acionar o governo judicialmente e seu "prejuízo" já foi pago. O Instituto de Defesa do Consumidor (Idec) faz contas mais realistas e o montante a ser devolvido aos poupadores é infinitamente menor. Boa parte dos depositantes, por ter morrido ou desconfiar desse conluio governo/bancos, não ingressou na Justiça e já ocorreu a prescrição do direito. Que lástima! Serra poderia ter ficado calado.

Luiz C. Bissoli tiocaio17@gmail.com

São Paulo

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ACHAQUE

O ex-governador e ex-prefeito de São Paulo José Serra perdeu uma excelente oportunidade de ficar calado (28/11, A2). Bancos se apropriaram indevidamente de dinheiro de depositantes. Logo, o dinheiro deve ser devolvido. Argumentar que a devolução trará instabilidade econômica, como fez até mesmo o ex-ministro Palocci, famoso de outros carnavais, hoje consultor dos bancos, em visita mais do que suspeita aos membros do Supremo Tribunal Federal (STF), não resiste a uma análise sequer perfunctória. O dinheiro não sumirá, continuará em circulação, sendo normalmente depositado nos mesmíssimos bancos. Ele só trocará de dono, ou melhor, voltará aos seus legítimos donos, que não podem ser vítimas outra vez desse achaque financeiro, como já decidiu a Justiça à exaustão.

Waldo A. da Silveira Jr. waldojr@netsite.com.br

Ribeirão Preto

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SE FOR ASSIM...

Eu até possuía uns caraminguás em caderneta de poupança no início de 1989, quando, com o advento do Plano Verão, os bancos, induzidos pelo governo, corrigiram os nossos guardados com um índice menor, coisa de 20% a menos, do que aquele indicado pelas estatísticas do desgaste da moeda. Entendia eu que os banqueiros, públicos e privados, tinham ficado com dinheiro dos poupadores. Mas o ex-governador José Serra, no artigo "Há direito adquirido de quebrar o País?", publicado na página A2 de 28/11/2013, nos garante que "as mudanças dos índices não proporcionaram ganhos extras ao sistema bancário da época, até porque o crédito imobiliário também adotou esses índices, e os recursos da poupança que não iam para imóveis tinham de ser recolhidos ao Banco Central, com o mesmo rendimento". Se é assim, se os bancos não ficaram com nosso dinheiro, acho que eles não nos devem nada, nem na Justiça nem fora dela, ainda mais quando, caso contrário, o ex-governador nos diz que "haverá um golpe brutal no nível da atividade econômica e nas finanças públicas (...), com a consequente contração do PIB e dos empregos". Não quero um tropeço assim.

Euclides Rossignoli euros@ig.com.br

Itatinga

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O QUE É JUSTO

No "Estadão" de ontem, dia 28, o sr. José Serra declara que o País pode quebrar caso o STF vote a favor dos poupadores. Onde o senhor estava quando os bancos usaram o dinheiro das correções para aplicar em seu próprio benefício? Ao longo desses anos, a mídia noticiou constantemente que os bancos brasileiros cresceram com lucros expressivos. Uma parcela desse crescimento também foi usada com o dinheiro que era dos poupadores. Por isso, nada mais justo que, além das correções, os poupadores participassem proporcionalmente desse aumento patrimonial da rede bancária. O senhor, como economista, sabe que os R$ 150 milhões a serem pagos são frutos de lucros bancários gerados pelos investidores da poupança, e não a sangria do patrimônio.

Wilson Lino wiolino@yahoo.com.br

São Paulo

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NÚMEROS INCORRETOS

Decepcionante o artigo de José Serra sobre as perdas dos planos econômicos (28/11/2013). Os valores mencionados são incorretos. Os bancos têm os valores corretos nesta era de informática plena, porém preferem fazer terrorismo. O ministro Joaquim Barbosa, segundo o "Estadão", teria afirmado aos advogados que defendem os bancos: "Por que os senhores não trazem informações fidedignas, amparadas por consultorias independentes?". Porque a eles não interessa mostrar os números corretos, que representam um décimo do que estão afirmando. Se o dinheiro "tungado" for devolvido (e será), por acaso haverá uma corrida bancária? Não. A maior parte do dinheiro ficará depositada no próprio banco, mesmo com rendimentos ridículos, e o restante irá irrigar a economia, sendo que o governo ficará com 34% desse montante em impostos. O sr. José Serra acabou de perder seis votos da minha família.

Eduardo Domingues domingueseduardo@uol.com.br

São Paulo

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DIREITO ADQUIRIDO

Ao ler o artigo econômico-terrorista do sr. Serra, tive de chegar à sua última frase para entender seu real recado e motivação. Afinal, "ninguém, mas ninguém mesmo, tem o direito adquirido de quebrar o País" – senão os senhores políticos, dos quais o prezado articulista faz parte desde priscas eras, completo eu.

Renato Otto Ortlepp renatotto@hotmail.com

São Paulo

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O VALOR DA NOSSA POUPANÇA

Sobre o artigo do sr. José Serra de 28/11, "Há direito adquirido de quebrar o País?", nós, poupadores, jamais queremos que o País quebre, por isso aplicamos o nosso dinheirinho na mais famosa das aplicações financeiras: a caderneta de poupança. Aliás, o governo sempre incentivou que os cidadãos economizassem e colocassem o dinheiro na caderneta. Estamos reivindicando apenas a diferença no rendimento das poupanças da inflação galopante que os próprios governos criaram no País. Portanto, se existe algum culpado por isso tudo que está ocorrendo depois de 20 anos nos tribunais, são os ocupantes dos cargos que estavam no poder na época, que impingiram goela abaixo dos cidadãos planos mal elaborados.

José Luiz Martin jluizmartin@yahoo.com.br

São Paulo

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OPORTUNISMO

Não tenho ação na Justiça, não tinha dinheiro na poupança na época e não sou petista, mas é lamentável, para dizer o mínimo, o artigo de José Serra em 28/11/2013. Fica patente seu desespero em agradar aos banqueiros financiadores de campanha de modo a pressionar seu partido ou futuro partido a aceitar sua candidatura com a enxurrada de dinheiro advinda da campanha eleitoral. Pior ainda sua defesa sobre os planos econômicos. Cabe refrescar sua memória no episódio em que era contra o Real e foi enquadrado na frente de todo o diretório partidário por Mario Covas. Hilário quando insinua que a bagunça econômica foi provocada pela população, e deprimente quando faz coro aos argumentos terroristas de quebradeira do sistema financeiro, parecendo os argumentos do século 19 de que o fim da escravidão iria quebrar a atividade cafeeira. Oportunismo total.

Denilson Rezende asupervox@hotmail.com

São Paulo

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DITADOR

O sr. José Serra pergunta se existe direito adquirido para quebrar o País. É um ditador embrionário. Vá aprender o que é Direito, sr. Serra, e jamais chegue a presidente da República.

Alvaro Pessoa apessoa@vpadv.com.br

São Paulo

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QUEBRAR O PAÍS?

O senhor Serra fez ontem, em sua coluna no "Estadão", um belo (sic) exercício de raciocínio econômico, de maneira um pouco ou bastante confusa. O que interessa realmente é que, se perda houve para os poupadores, em regime inflacionário, este poupador merece e deve ser ressarcido. Como é uma questão a ser decidida pelo STF. É exatamente por este motivo (manter o poder aquisitivo do seu dinheirinho) que ele fez sua poupança. Pouco interessa ao poupador saber que ele foi prejudicado pelas "boas intenções" (sic) dos planos governamentais e muito menos este poupador arvora o direito de quebrar o País. Se alguém, talvez inadvertidamente, pode com suas atitudes acabar quebrando o País, este alguém é o senhor Serra mesmo, que, por sua intransigência e sede insaciável de poder, muito provavelmente irá impedir uma alternância na Presidência do País, deixando o PT continuar afundando o Brasil.

Ulysses Fernandes Nunes Jr Ulyssesfn@terra.com.br

São Paulo

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HECATOMBE

Em seu artigo publicado ontem no "Estadão", José Serra fala num clima de hecatombe caso o STF, que já empurrou mais uma vez com a sua imensa barriga para 2014 o julgamento dos planos econômicos das poupanças das eras de Sarney e Collor de Mello, nos dê a sentença positiva, liberando nossos recursos roubados por Sarney e Collor de Mello. Pelo visto, o nefasto e já acabado Serra não teve dinheiro algum tungado por estes planos econômicos provavelmente por algum tipo de benefício obtido na época deles. Como pertencente ao PSDB, sei que este "senhor" está sendo devidamente execrado dentro do partido, por ser elemento desagregador, oportunista e gerar tão somente problemas nos últimos tempos dentro das fileiras do partido como um todo. O melhor que José Serra tem a fazer neste momento é se calar, cair no maior ostracismo, pois sua época já passou faz tempo, e ele ainda não se deu conta disso.

Boris Becker borisbecker54@gmail.com

São Paulo

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NÃO QUEBRARÁ

Causou-me estranheza e indignação a opinião do sr. José Serra, ex-governador de São Paulo, publicada na página A2 ("Espaço Aberto") do jornal "O Estado de S. Paulo" de ontem, sob o título "Há direito adquirido de quebrar o País?". Em que pese o valor da opinião deste cidadão, cabe-me dissentir com significativa veemência os termos de seu pensamento, bem assim de sua acanhada teoria ao afirmar que o acolhimento pelo Supremo Tribunal Federal do pleito dos poupadores em cadernetas de poupanças atingidas pelos planos econômicos certamente quebraria o País. Afirmou, ainda, que o reconhecimento do direito dos poupadores de receber o que lhes fora surrupiado significa "um ataque baseado numa tese economicamente surrealista", dentre outras teses que visam à proteção dos incompetentes detentores do poder executivo e seus planos econômicos mirabolantes, que produzem efeitos antagônicos. O reconhecimento do direito de quem o tem, ainda que tardiamente, nada mais é do que conceder justiça, devolver aos poupadores o que lhes é de direito – se possível com um pedido de desculpas pelo longo tempo que demandou o lícito reconhecimento. Muitos poupadores daquela época, os que ainda vivem, necessitam de seus recursos para a manutenção da própria sobrevivência; não constituem nenhuma ameaça ao País, não vão quebrar a nação brasileira.

Waldir Pereira waldirpereiraindaia@hotmail.com

Vinhedo

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O PALPITE DE JOSÉ SERRA

Uma vez mais absolutamente lastimável o exercício de palpiteiro do sr. Serra no caso dos expurgos (28/11, A2). Limita-se a repetir as mentiras e meias verdades do incompetente e pródigo governo petista. Os R$ 158 bilhões são uma ficção destinada a criar pânico. Na verdade, o risco total está por volta de 10% disso. Para começar, metade dos R$ 158 bilhões já foi fulminada – mais ou menos R$ 75 bilhões – por decisão do próprio STF. Do restante, por circunstâncias diversas, são deduzidos cerca de R$ 50 bilhões. Resta, então, para sanar o débito com os depositantes cerca de R$ 20 bilhões. Dos quais a quase totalidade já provisionada pelos bancos. A inútil e descabida peroração sobre as virtudes das intenções dos planos econômicos, os malefícios da inflação – hiper ou não – estariam perfeitos nas vozes do Conselheiro Acácio ou de Monsieur de La Palisse. Vale lembrar que isso não está em discussão. Enfim, uma vez mais, lamentável o sr. Serra. Parece destinado, e acho que tem grande prazer nisso, em ser um zumbi/encosto oportunista no cenário político do País.

Alexandre de M. Marques ammarques@uol.com.br

São Paulo

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PONTO NEGATIVO

Meu caro José Serra, ao perguntar se "há direito adquirido de quebrar o País", o sr. perde os derradeiros eleitores que ainda confiavam na sua solidariedade, enterrando definitivamente uma eventual candidatura a presidente da República.

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

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ACIDENTE NO ITAQUERÃO

Caso se confirmem as denúncias do presidente do Sintracon-SP sobre o alerta de problemas da base de sustentação do guindaste, em vez de acidente, estaremos diante de assassinatos. Talvez isso explique, mas não justifique, a inexplicável atitude, covarde, do ex-presidente do Corinthians agredindo o jornalista da "Folha".

Luiz Nusbaum lnusbaum@uol.com.br

São Paulo

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ALERTA

O presidente do Sindicato dos Trabalhadores na Indústria de Construção Civil de São Paulo e deputado estadual, Antonio de Sousa Ramalho, afirmou que recebeu na quarta-feira uma denúncia de que, antes do acidente no Itaquerão, um funcionário fez um alerta sobre riscos de acidente com o guindaste. Mas, é claro, ninguém escuta nem tem tempo para isso, afinal de contas quem se ferra sempre são os mais humildes e os que põem a mão na massa, para não falar outra coisa. O tal Andrés Sanchez deveria explicar isso.

Antonio Jose Justino anjogoma@yahoo.com.br

Rio de Janeiro

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MELHOR DO MUNDO

Sobre os projetos de arquitetura e estrutural do estádio de Itaquera não vou tecer comentários agora, porque é muito cedo. Mas penso que o estádio do Morumbi, com algumas alterações, como aumento do número de assentos mediante o rebaixamento do gramado, melhoria da infraestrutura e ampliação da área de estacionamento, poderia ser a sede da Copa. Mas não: o estádio do Morumbi foi vetado porque Lula é corintiano roxo. E o brasileiro não se contenta com pouco: tem de ter o maior vão livre do mundo, a maior cobertura em balanço do mundo, o maior estádio do mundo, os estádios mais caros do mundo, o melhor jogador do mundo. Não seria preferível ter as melhores escolas do mundo, os melhores hospitais do mundo, o melhor trânsito do mundo, a maior segurança do mundo e os melhores políticos do mundo?

Cláudio Moschella arquiteto@claudiomoschella..net

São Paulo

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ESTÁDIOS X HOSPITAIS

O jogador conhecido como "Ronaldo Fenômeno" declarou, recentemente, que Copa do Mundo se faz com estádios, e não com hospitais. Que ele leve os feridos para outro estádio.

Cláudio E. Duarte claudio_duarte@hotmail.com

São Paulo

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HIPOCRISIA

É claro que se deve lamentar, pois duas vidas ali se foram. A imprensa mais uma vez e os corneteiros de plantão estão fazendo do fato uma novela global. Dias atrás, nas nossas estradas, no feriado, morreram 116 pessoas, e na construção civil todos os dias temos acidentes desse porte e com vítimas ou não anunciados ou notificados nos rodapés dos jornais. Ah, nem vamos falar dos assassinatos do dia a dia. Já e hora de deixarmos de sermos hipócritas e todos nós, brasileiros e desportistas, darmos o nosso apoio ao Corinthians e que o Corinthians dê também o seu apoio total aos familiares que perderam seus filhos.

Joao Devitte Ferreira j.devitte@devitteseguros.com.br

São Paulo

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GRANDES OBRAS

O guindaste e as vigas da cobertura são importados, não "havia fabricante nacional" qualificado. E assim também vai ser o tal pré-sal. A culpa será dos "fabricantes", com certeza algum país asiático dos tigres, pois nenhum mensaleiro vai se "denunciar". E os mortos? Os direitos humanos cuidarão deles, como de todas as vítimas das calamidades públicas. Êta paizinho pai d’égua.

Ariovaldo Batista arioba06@hotmail.com

São Bernardo do Campo

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IRREGULARIDADES

Estranhei a publicação, no site do Terra, informando que a obra do Estádio do Corinthians, segundo o Corpo de Bombeiros, teria 50 irregularidades. Precisou haver um acidente para eles agora finalmente se interessaram pela obra e finalmente detectaram isso? Estranho. E antes, nada fizeram? Suspeito. E lamentável, vergonhoso, claro. Com a obra veiculada no mundo inteiro, de um dos maiores times do Brasil, de uma das maiores torcidas, obra já visitada por autoridades mundiais, por presidentes e mesmo outras autoridades e até mesmo o governador, e o Corpo de Bombeiros nunca esteve no local, nunca fizeram averiguações, nunca foram lá e só deram esse laudo açodado agora? Altamente estranho e suspeito. Estamos nos mobilizando para auditar o porquê o Corpo de Bombeiros só se manifestar agora e antes, pelo que se aduz, não fez nada. Vamos cobrar o governador e mesmo o prefeito pedindo para que interpele judicialmente o Corpo de Bombeiros a respeito.

Silas Correa Leite poesilas@terra.com.br

São Paulo

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O MENSALÃO NA CADEIA

José Dirceu, José Genoino e outros condenados no processo do mensalão estão demonstrando, nesta primeira semana de presídio semiaberto, que eles são realmente políticos envolvidos até o pescoço com corrupção, negociatas e lobistas interessados na "res pública". Podem ainda fazer a delação premiada, responsabilizando o grande chefão, e terão penas menores, o que eles procuram desesperadamente.

Celso de C. Mello celsosaopauloadv@uol.com.br

São Paulo

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HISTÓRIA MAL CONTADA

Não há nada contra o ex-ministro José Dirceu trabalhar como gerente administrativo de um hotel em Brasília. Só que salário de R$ 20 mil mensais é história mal contada. Se fosse verdade, conheço médicos, engenheiros e outros profissionais liberais que não hesitariam em mudar imediatamente de profissão. Há, porém, uma explicação: o ex-ministro ainda se considera cidadão acima de qualquer suspeita.

Luciano Harary lharary@hotmail.com

São Paulo

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EMPREGO PARA JOSÉ DIRCEU

O PT quer infernizar o ministro Joaquim Barbosa, pois penso que José Dirceu deve ter investido os milhões que roubou no mensalão em imóveis e empresas, tudo em nome de laranjas. Agora, quer ser gerente desse hotel, mas na verdade deve ser ele o próprio dono ou no mínimo ser uns dos sócios. No entanto, como antes ele não queria aparecer para não chamar a atenção e agora tenta de tudo para livrar-se da prisão, então não lhe resta outra alternativa, a não ser inventar a história de que arrumou um emprego, por sinal, com um excelente salário (R$ 20 mil). Porém, o ministro não deve ceder às pressões e se entregar, isso porque o PT só quer desmoralizá-lo. Não se deve esquecer de que o povo está com o ministro, ou seja, preza pela verdade. Deve-se colocar esse bando do PT na cadeia, que é onde eles merecem ficar, caso contrário, ao invés de condená-los, estariam sendo beneficiados. Se Dirceu quer tanto trabalhar, então que seja como ajudante de pedreiro, como os demais presos que trabalham espalhados por todos os cantos do País.

Daniel de Jesus Gonçalves al_amachado@yahoo.com.br

Paranavaí (PR)

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POLÍTICOS CORRUPTOS

Fatalmente, com a admissão de Zé Dirceu na gerência do Hotel Saint Peter, o faturamento irá aumentar, só de senadores são 28, envolvidos em falcatruas como lavagem de dinheiro, desvio de recursos e falsidade ideológica. Sem contar com os mais de 800 políticos, de todas as esferas, aguardando a sentença final pelo STF. Como no Brasil políticos corruptos, ladrões e bandidos são solidários entre si, a ocupação do Saint Peter será de 100% por muito tempo, considerando que a nossa Justiça, às vezes, leva mais de 30 anos para julgar um processo. Não é mesmo, senador Jader Barbalho?

Arnaldo de Almeida Dotoli arnaldodotoli@hotmail.com

São Paulo

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ESCRITÓRIO POLÍTICO

Será que José Dirceu, como mentor do famigerado processo do mensalão (Ação Penal 470), condenado a 10 anos e 10 meses de prisão em regime semiaberto – trabalha fora e só dorme na cadeia –, ame tanto a capital Marília quanto o escritor Tomás Antonio Gonzaga, em sua obra "Marília de Dirceu", que é a lírica amorosa mais popular da literatura portuguesa, amou dita personagem do mesmo nome? Ele (Dirceu), para continuar cumprindo sua pena e continuar morando em Marília e também para forçar uma decisão favorável do presidente do STF, Joaquim Barbosa, a quem cabe decidir, já assinou contrato de trabalho como gerente administrativo de um hotel quatro estrelas da capital federal, recebendo o salário de R$ 20 mil. Segundo noticiou o "Estadão". Aludido contrato de trabalho permite a "transferência do empregado para outro serviço desde que seja compatível com sua condição pessoal". Essa compatibilidade pessoal (política) é que é a verdadeira causa e o fundamento do aludido contrato, que transformará parte do hotel em verdadeiro escritório político.

Antonio Brandileone abrandileone@uol.com.br

Assis

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PATO NA PAPUDA

Parece-me, pelo noticiário policial que sai na imprensa escrita e virtual, que o Hotel Saint Peter, de Brasília, está precisando de um gerente, cargo que um tal de Zé Dirceu, presidiário da Papuda, está pleiteando, a fim de dar continuidade a seus medíocres, espúrios e nefastos afazeres de revolucionário inconformado com a democracia. Solicito, para a boa reputação deste hotel, que não o empregue. Coloco-me como candidato alternativo ao cargo, informando que falo quatro línguas e me disponho a estudar e em seis meses estar dominando alemão, mandarim, russo, japonês ou quaisquer outras línguas que o Saint Peter considere indispensável dominar para preencher com proficiência as necessidades do cargo. Abro mão do salário de R$ 20 mil por mês, contentando-me com 25% desse valor. Os demais 75%, é exigência minha para aceitar o cargo, deverão ser doados a instituições de caridade voltadas a crianças e idosos carentes (o Saint Peter economizará o correspondente aos encargos sociais de 75% do salário, algo como mais de R$ 12 mil por mês). Também é exigência minha, para aceitação do cargo, que todo político brasileiro, todo e qualquer detentor de cargo público não de carreira, todo e qualquer funcionário de estatal, funcionários de empreiteiras e instituições bancárias, de nível gerencial ou acima, que quiser se hospedar participe, antes do "check in", para ser aceito como hóspede, de palestra de uma hora sobre como se combate a corrupção, a impunidade e a vaidade com altruísmo e sinceridade, palestra esta que será proferida com base nas manchetes sobre a politicalha nacional do dia a dia. Matéria não faltará. Também é exigência minha, para aceitação do cargo, que todo político brasileiro que quiser se hospedar no Saint Peter, doe 1000% do valor corresponde às despesas de hospedagem (incluindo bebidas e acompanhantes não oficiais temporários de prazeres noturnos), em forma de cheque, como caução (não serão aceitos cartões corporativos sequer para pagamento das despesas correntes do hotel, que é outra exigência minha para aceitação do cargo), nominal e executivo a instituições de caridade ou de ensino, ou o mesmo não poderá se hospedar no mesmo. O hotel disponibilizará tantas vans quanto necessárias para conduzir os políticos e outros assemelhados brasileiros que não aceitarem as regras do hotel aos prostíbulos situados na Praça dos Três Poderes, onde encontrarão seus pares fazendo as tramóias a que estão acostumados.

Carlos Leonel Imenes climenes@ig.com.br

São Paulo

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ESPERTOS

O sr. José Dirceu e seu amigo dono do hotel, que o contratou, são muito espertos, reconheçamos. O primeiro poderá ter disponível uma suíte para receber, inclusive, a atual mulher e o segundo aumentará muito o movimento, sem dúvida. Como o sr. Dirceu é indiferente à ficha suja (e caráter), continua sua vida livre para novas falcatruas. Ah, se fosse na sua querida China...

André C. Frohnknecht caxumba888@gmail.com

São Paulo

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MARCHA À RÉ

Com a carreira política ladeira abaixo, em marcha à ré, Zé Dirceu, há pouco todo-poderoso ex-chefe da Casa Civil do governo Lula, pretenso candidato a presidente da República e arquiteto-mor do escandaloso mensalão, acabou condenado, semipreso e, por ironia, gerente de hotel em Brasília, a poucas quadras do poder. Quem te viu, quem te vê...

J. S. Decol decoljs@globo.com

São Paulo

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DIRCEU DE S. PETER PARA S. PAULO

É tão ofensiva à população esta contratação arranjada de José Dirceu pelo S. Peter que sugiro aos que se utilizam das redes sociais uma campanha de boicote ao hotel direcionada às pessoas em viagem a Brasília. Sugiro aos brasilienses uma outra ação: "Ocupe o S. Peter", acampando na porta do hotel até que despeça o (inexperiente) gerente de R$ 20 mil, nos moldes do que se fez à frente da residência de Sérgio Cabral, no Rio. Mandemos Dirceu cumprir a sua pena no seu domicílio eleitoral, São Paulo, consoante a lei e os direitos humanos.

Paulo Mello Santos policarpo681@yahoo.com.br

Salvador

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BOAS INTENÇÕES

Já imaginaram, pelo tudo de bom que o ex-ministro José Dirceu fez pelo o Brasil e sem dúvidas ainda fará, pois ele está munido das melhores e boas intenções, como sempre as teve anteriormente. Agora cumprirá sua pena considerada injusta por ele e aliados cupinchas em regime semiaberto, saindo da Penitenciária da Papuda às 7 horas, retornando às 19 horas, alegando ser para trabalhar como gerente administrativo do Saint Peter Hotel de Brasília, onde já apresentou registro na carteira profissional com salário de R$ 20 mil mensais.

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

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O ALTO PREÇO DO PODER

Qualquer expressão de júbilo pela prisão dos condenados no processo popularmente conhecido como mensalão deve ser repudiada, porém, não há como não considerar a condenação um alento neste país tão habituado com a impunidade de poderosos, mesmo tendo a convicção que logo a maioria dos condenados estará fora da cadeia, gozando das benesses do Estado brasileiro, seja por meio de indenizações morais, seja por aposentadorias concedidas arbitrariamente. Entretanto, só o fato de ver alguém que já foi o segundo homem mais poderoso do Brasil atrás das grades, já é algo que pode ser considerado um divisor de águas no país da impunidade. Obviamente que isso também pode ser considerado apenas um "ponto fora da curva" como disse o juiz novato do Supremo Tribunal Federal... Barroso, no entanto, grandes mudanças históricas invariavelmente começam por um simples ou complexo acontecimento, que desencadeia uma sucessão de consequências positivas e negativas no processo temporal subsequente. A perspectiva futura é incerta como sempre será o amanhã, porém, é inegável que algo de extraordinário ocorreu em território tupiniquim. Quis o destino que um negro, de origem pobre, que não alcançou o mais alto posto do Poder Judiciário por benefício de cotas raciais, mas sim pela sua própria dedicação e labuta, nomeado pelo ex-presidente Lula, escrever um dos mais marcantes capítulos da política nacional, que certamente estará nos livros de História e será tema de diversos e conflitantes títulos da literatura jurídica, política e social brasileira. Joaquim Barbosa pode ser amado ou odiado, mas inexoravelmente não pode ser ignorado. Certo ou errado, dependendo do ponto de vista, o fato inegável é que é um homem de coragem incomum. Desses que não se destacam por acaso nem apenas pela vaidade. O presidente do STF não vergou a coluna doente nem para aquele que o nomeou ao cargo. Demonstrou independência e caráter para julgar, atributos fundamentais para qualquer magistrado que se preze. Pecou por excesso, mas não por omissão. Já José Dirceu, que planejou ter a maioria parlamentar no Congresso Nacional pela trilha fácil da compra de votos e não pelo caminho incerto e difícil do convencimento e da argumentação, quando ministro da Casa Civil e todo poderoso do primeiro mandato de Lula, deixou o Palácio do Planalto pedindo para sair, como profetizou e ordenou o delator do mensalão, o ex-deputado Roberto Jefferson, e, com o agravante de ter sido considerado um traidor pelo presidente na época; pois quem não lembra quando Lula veio em cadeia nacional dizer que havia sido apunhalado pelas costas? Levaram longos oito anos entre a denúncia e a decretação das prisões, mas eis que a punição chegou para os mentores e operadores do mensalão. Isso nos prova que o poder tem seu preço e que algumas vezes, ele pode ser alto demais. Desta vez, o custo foi a cadeia e a humilhação em praça pública. Não acabou em "piada de salão".

Sandro Ferreira sandroferreira94@hotmail.com

Ponta Grossa (PR)

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TCHAU, BRASIL

É uma alvissareira notícia de que o mensaleiro José Dirceu colocou a sua bela casa em São Paulo à venda, na Avenida República do Líbano. Finalmente caiu a ficha de que a Papuda será sua moradia durante um tempinho e, devido à indiferença de Lula (com toda a sua popularidade verborrágica), vai ver, quando cumprir a pena irá para o paraíso cubano onde, com tanta grana, será um rei, onde o salário médio é de US$ 16. Pensando bem, conforme a propaganda do Banco do Brasil, será "bompratodos", se livrará dos pseudoamigos que nem Lula e viverá nababescamente, longe e sem a perseguição da imparcial mídia brasileira, desfrutando da democrática dinastia dos Castros.

Humberto Schuwartz Soares hs-soares@uol.com.br

Vila Velha (ES)

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VIDA DURA

Jose Dirceu precisou ir preso para começar a trabalhar. Que vida dura, hein, Zé.

José Roberto Iglesias rzeiglesias@gmail.com

São Paulo

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DIRCEU E LULA

O Supremo Tribunal Federal, guardião da Constituição, merece o mais elevado respeito. Contudo, causou espanto notícia publicada pelo jornal "O Estado de S. Paulo" ("Dirceu pressionou Lula a defender petistas presos", 25/11, A5), que, por ocasião da nomeação pela presidente da República, o ministro do STF Luiz Fux prometeu, segundo os petistas, "matar no peito", em sinal de que absolveria os réus do mensalão.

Ermenegildo Nava imprensa.drnava@gmail.com

Araçatuba

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DECEPÇÃO

Devia ser proibido acreditar em promessas de político. Pelo jeito (25/11, A5), até Dirceu acreditou nas promessas de Lula, e caiu do cavalo... Bem feito!

Gilberto Dib gilberto@dib.com.br

São Paulo

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VILÕES

Por que as pessoas querem ver o Félix se dar mal e o Dirceu e sua gangue ainda encontram resistências?

Flávio Cesar Pigari flavio.pigari@gmail.com

Jales

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O ‘ENCICLOPÉDIA’

Nilton Santos morreu aos 88 anos e foi um dos maiores jogadores do futebol brasileiro e mundial de todos os tempos. Não por acaso, era chamado de "Enciclopédia", tamanho o seu talento e conhecimento de futebol dentro de campo. Craque. Um mestre e artista da bola, que ajudou diretamente o Brasil a conquistar o bicampeonato mundial em 1958/1962, como titular absoluto da lateral esquerda. Brilhou por 18 anos no seu Botafogo, único clube pelo qual jogou, onde assinava contratos em branco e jogava por amor á camisa, algo que não existe mais no futebol atual. Pelo Botafogo e pela Seleção Brasileira, Nilton Santos brilhou intensamente e merece um lugar de honra entre os gigantes do futebol mundial. Era craque dentro e fora de campo, pois sempre foi um homem simples, humilde, sem afetação e que ajudou milhares de garotos carentes em projetos sociais de escolinhas de futebol, em Brasília. Os amantes do futebol só têm a dizer: "Obrigado por tudo, Nilton Santos!".

Renato Khair renatokhair@uol.com.br

São Paulo

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NILTON SANTOS

A bola ficou órfã.

Gilberto M. Costa Filho marcophil@uol.com.br

Santos

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