Fórum dos Leitores

IMPOSTO DE IMPORTAÇÃO

O Estado de S.Paulo

20 Dezembro 2013 | 02h09

Processo na OMC

Muito bem aplicado pela União Europeia (UE) o tapa na cara do Brasil - a UE protocolou processo na Organização Mundial do Comércio (OMC) questionando os impostos brasileiros sobre a importação de produtos como carros, computadores, smartphones e semicondutores. Os impostos praticados no Brasil elevam os preços dos veículos até níveis ridículos, se comparados com veículos similares vendidos mundo afora. Está na hora de o governo brasileiro finalmente entender que vivemos num mundo globalizado e que não se pode mais usar os impostos para compensar o custo da incompetência e da corrupção. Espero que este processo na OMC ajude a começar a mudar esse cenário.

MÁRIO BARILÁ FILHO

mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo

CAÇAS PARA A FAB

A escolha dos suecos

O Brasil optou pela compra dos caças Gripen NG, suecos, para equipar a Força Aérea Brasileira (FAB), por serem mais baratos que os Rafales, franceses, e os F-18E/F, americanos. Matéria do Estado (19/12, A6) conta que a escolha respondeu a lobby do PT. Parte do sucesso do negócio talvez possa ser creditada ao "piloto" e prefeito de São Bernardo do Campo, Luiz Marinho (PT), que esteve na Suécia, experimentou o caça e aprovou seu desempenho. Esperemos que sejam melhores ou tão bons quanto os Rafales e F-18.

ALVARO SALVI

alvarosalvi@hotmail.com

Santo André

Represália

A opção de Dilma Rousseff pela compra de 36 caças Gripen NG no valor de US$ 4,5 bilhões, repentinamente, após duas décadas de estudos, mais parece revanchismo, represália ou retaliação contra os EUA. Há alguns meses, Dilma demonstrara estar inclinada pelos caças F-18E/F, americanos, mas mudou de ideia depois do caso da espionagem da NSA, a Agência Nacional de Segurança dos EUA. Acabamos, assim, adquirindo os caças que eram tecnicamente nossa terceira opção.

ANGELO TONELLI

angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

Técnico ou ideológico?

A escolha do caça sueco "ainda na prancheta", feita pela Presidência, mostra que o Brasil não necessita de uma defesa aérea imediata. A melhor opção, os F-18, dos EUA, não só fora da prancheta, como já testados com sucesso em combates, com preço atraente e transferência de parte da tecnologia, ficou para trás. Pergunto: qual foi o critério usado pela chefe do Executivo, técnico ou ideológico? Será que a defesa do território brasileiro deve ficar em segundo lugar, em razão de uma suposta espionagem apontada pelo delator Edward Snowden? Ou existem outras razões nebulosas como a viagem à Suécia do petista Luiz Marinho, em 2010, quando se deixou fotografar com uniforme de aviador ao lado de um Gripen NG, que até hoje não decolou da prancheta do projetista?

PAUL FOREST

paulforest@uol.com.br

São Paulo

Fora

O caça Gripen NG, além de ser uma promessa no papel, é uma verdadeira colcha de retalhos. Tem componentes de diversos fornecedores, dos quais o principal são os EUA, que foram preteridos. O propulsor e os avionics mais sensíveis e importantes são americanos. A escolha foi política, mais um fora do PT. Se era para rechaçar os EUA, então que se optasse pelo Rafale, bem menos dependente. Vingança pífia, bem ao estilo PT.

ULYSSES FERNANDES NUNES JR.

Ulyssesfn@terra.com.br

São Paulo

De bom tamanho

Nada mau o desfecho da novela do projeto FX. Não foi o parto da montanha, como querem alguns. Vantajoso economicamente, sem mistérios de tecnologia, o sueco Gripen - prenhe de componentes americanos, frise-se - ajusta-se bem às nossas necessidades de país sem vizinhança indigesta. Certo que, com uma aeronave a monopropulsão, de alcance limitado, virgem de combates aéreos, ficaremos a reboque daquilo que há de mais avançado na aviação de caça mundial. Mas no momento a FAB, levando em conta a sua vocação, estará bem servida na substituição da família Mirage.

JOAQUIM QUINTINO FILHO

jqf@terra.com.br

Pirassununga

Inimigos

Boa parte dos supersônicos Mirage comprados pelo Brasil nos anos 1970 foi ao chão sem nunca ter entrado em combate. Talvez nenhum outro país tenha derrubado tantos aviões de guerra em tempo de paz quanto o nosso. Para que serviram? Agora o governo anuncia a compra, por US$ 4,5 bilhões, de novos jatos. Para que servirão? Para combater inimigos hipotéticos imaginados pela Escola Superior de Guerra, e não o inimigo real que nos ameaça nas ruas por falta de dinheiro para a segurança pública, escolas e penitenciárias?

JORGE BOUQUET

jorgebouquet@gmail.com

São Paulo

Idas e vindas

Talvez não tenhamos de nos preocupar tanto com a compra dos caças suecos por US$ 4,5 bilhões, porque as decisões alopradas do governo costumam ser canceladas logo em seguida, como foi o caso do trem-bala. Tudo é marketing de campanha.

MARIO ANTONIO ROSSI

mario_rossi@uol.com.br

São Paulo

IPTU EM SÃO PAULO

Dinheiro há

O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, disse que, sem o dinheiro do aumento do IPTU (previsão de R$ 800 milhões) - que ele agora pleiteia no Supremo Tribunal Federal (STF) -, o Município terá de abrir mão de diversos projetos, como a construção de creches, a abertura de leitos hospitalares e novos corredores de ônibus. Em contrapartida, o governo federal gastará a bagatela de US$ 4,5 bilhões na compra de caças para voar pelos céus do Brasil. Ora, que tal pedir a Dilma que use esse dinheiro para ajudar as prefeituras do País? Assim Haddad contribuiria com a propositura social do próprio partido e, de quebra, ficaria bem na fita dos contribuintes da maior cidade do País.

JOSÉ LUIZ MARTIN

jluizmartin@yahoo.com.br

São Paulo

BOAS-FESTAS

O Estado agradece e retribui os votos de feliz Natal e próspero ano-novo de Amadeu R. Garrido de Paula, Circuito Paulistano de Feiras Orgânicas, Grupo Petram, Instituto Vladimir Herzog, Ives Gandra da Silva Martins, Izabel Avallone, Nestlé Brasil Ltda. - Marketing & Comunicação, Pasquale Cosenza, Sergio S. de Oliveira e Sergio Vieira - Espírito Santo Property Brasil.  

 

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PEIXE MORRE PELA BOCA

Cuidado, presidente Dilma! Falar que um espirro nos EUA não causa pneumonia no Brasil é desprezar o perigo potencial para nossa economia, se o Banco Central (Fed) americano deixar (como está próximo) de comprar títulos mensalmente, como vem fazendo, em torno de US$ 85 bilhões. A presidente se esquece de que em 2008, em plena crise financeira no país de Tio Sam, Lula, do alto de sua soberba, disse que a crise era uma marolinha. E, como resultado, o PIB de 2009 no Brasil foi zero. Oras, se hoje o nosso crescimento econômico está empacado, na melhor das hipóteses, na casa dos 2%, o que virá pela frente no momento em que o Fed suspender essas compras de títulos, que vêm ajudando a incrementar a economia americana? Aliás, é bom lembrar que, quando o Fed decidiu injetar esses US$ 85 bilhões por mês na economia dos EUA, a própria Dilma, com equivocado diagnóstico macroeconômico, disse que seria um tsunami para o Brasil. Na realidade o efeito foi contrário. Não fosse essa ação do banco central americano, a economia por lá não teria se recuperado, como está se recuperando a olhos vistos, e o nosso país teria sucumbido ainda mais, dadas a fragilidade e a incompetência deste governo petista. É bom reconhecer também que a tal pneumonia citada pela Dilma já está infectando o nosso desenvolvimento, pelo vírus dos gastos improdutivos, da falta de investimentos em infraestrutura, das desprezíveis traquinagens contábeis, etc. E, principalmente, pelo uso de discursos como este do "espirro" de Dilma, que mais tencionam esconder os graves erros de seu governo.

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

 

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AUTOCONFIANÇA

Muito me mete medo essa declaração de autoconfiança de Dilma que "espirro nos Estados Unidos já não causa pneumonia no Brasil". Seu mestre, Lula, declarou em 2008 que o tsunami que varreu os Estados Unidos como parte da crise global que afetou a economia mundial chegaria ao Brasil como apenas uma marolinha, e o que se viu é que essa marolinha custou ao nosso país perto de R$ 1 trilhão, com o uso de recursos dos bancos públicos para turbinar o crédito, e farta distribuição de incentivos como juros subsidiados e corte de impostos para fomentar o consumo interno.

Ronaldo Gomes Ferraz ronferraz@globo.com

Rio de Janeiro

 

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BOLSA DE VALORES

O índice da Bolsa de Valores de São Paulo (BM&FBovespa) fecha 2013 apontado como o pior resultado do mundo (G-20)! Enquanto as bolsas dos países que enfrentaram as agruras da crise econômica apresentam resultados surpreendentemente positivos – Tóquio (+48%), EUA (Nasdaq +34%, S&P +27% e Dow Jones +23%), Frankfurt (+19%), Paris (+16,5%) e Londres (+14%) –, a de São Paulo despencou vertiginosamente 17%! O que têm a dizer sobre isso o governo federal e o ministro da Fazenda?!

J. S. Decol decoljs@globo.com

São Paulo

 

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IBOVESPA EM QUEDA

O Ibovespa acumula perda de de 17% e caminha para fechar 2013 com o pior desempenho entre os principais índices do mundo. Esse é mais um prêmio conquistado pelo governo petista, nestes 11 anos de desgoverno. Enquanto a Europa e os EUA estão se recuperando da crise de 2008, o Brasil está afundando. A marolinha do Lula está se transformando num tsunami nas mãos do poste n.º 1, Dilma Rousseff. Mas não se preocupem, apesar do otimismo de Guido Mantega, 2014 será pior. E vamos que vamos, sonhando com o Copa e a vitória do Brasil.

Maria Carmen Del Bel Tunes carmen_tunes@yahoo.com.br

Americana

 

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O GOVERNO DECIDIU

A partir de janeiro, os carros brasileiros terão, enfim, airbags e freios ABS como itens de série, obrigatórios. Logo, é de pensar como algo tão fundamental para a segurança ficou desprezado há tento tempo.

Marcos Barbosa micabarbosa@gmail.com

Casa Branca

 

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ABC e ABS

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, havia argumentadp que a obrigatoriedade da instalação de airbags e freios ABS em todos os automóveis fabricados no Brasil seria mais um fator inflacionário e provocaria a demissão de 4 mil trabalhadores da região do ABC. Há controvérsias: o automóvel não é um item importante no cálculo da inflação, porque não faz parte da cesta básica, e o aumento de seu preço poderia, quando muito, influir no custo do transporte público, mas em pequena escala, pois toda a frota de ônibus novos já está equipada com esse tipo de freio; quanto à demissão dos trabalhadores, é bom lembrar que a lei exigindo os airbags e os freios ABS foi promulgada pelo Contran em 2009 e as montadoras tiveram, portanto, um período de cinco anos para se adaptarem. Cabe aqui uma indagação às montadoras e ao ministro: os itens supérfluos, como o rádio, o CD, o GPS, as rodas de liga leve, a pintura metálica e outros tantos, que já fazem parte da imensa maioria dos automóveis novos, são mais importantes que os mencionados equipamentos de segurança?

Cláudio Moschella arquiteto@claudiomoschella..net

São Paulo

 

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RECUO

O ministro Guido "Manteiga" continua escorregando!

Robert Haller robelisa1@terra.com.br

São Paulo

 

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COMBATE À INFLAÇÃO

Ao que parece, esse ministro Guido Mantega trapalhão estava preocupado apenas em agradar aos sindicatos e às montadoras, com vistas às eleições de 2014. Quanto às possíveis vítimas em acidentes decorrentes da falta desses dispositivos de segurança, que se danassem, afinal, mortos não votam. Não é, sr. Ministro?

Paulo Ribeiro de Carvalho Jr. paulorcc@uol.com.br

São Paulo

 

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SEGURANÇA

Estudos comprovam que o uso simultâneo de cinto de segurança e airbags reduzem 90% das mortes em acidentes. Mas, como iria prejudicar a arrecadação de impostos, o governo cogitou continuar com 50 mil mortes por ano no trânsito. E ainda se diz um governo socialista.

Miguel Sacramento miguel.sacramento@gmail.com

São Paulo

 

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TIRO NO ESCURO

Após mais de dez anos de discussão, a presidente Dilma Rousseff decidiu pela compra de caças Gripen NG, da sueca Saab, para a Força Aérea Brasileira (FAB) para o programa FX-2. Apesar de esses aviões praticamente nao terem sido testados, o objetivo da presidente é fazer média com a Aeronáutica, mostrar a Barack Obama a insatisfação com a bisbilhotice dos americanos (caças norte-americanos foram preteridos). Só nos resta rezar para que o projeto desse sueco seja bom, pois quem os vai treinar vão ser nossos corajosos pilotos.

Kaled Baruche kbaruche@bol.com.br

São Paulo

 

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ENERGIA SEM IDEOLOGIA

Os senhores Cláudio Sales e Richard Hochstetler têm razão ao afirmar, no artigo "Transmissão de energia sem ideologia" (18/12, B2), que a "transmissão de energia tem sido um entrave à expansão ordenada do Sistema Elétrico Brasileiro". E é assim porque, diferentemente do resto do mundo, o modelo brasileiro impede as empresas de energia elétrica atuarem em ciclo completo com a integração física e contábil da geração, transmissão e distribuição. Essa separação das atividades, além dos problemas apontados pelos dirigentes do Instituto Acende Brasil, exige a permanente interferência da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) na cadeia produtiva, faz surgir empresas atravessadoras para comercializar energia; empresas de geração para venda de eletricidade para o próprio grupo empresarial; controles e mais controles fazendo tudo ficar obviamente mais complicado e caro. A coisa só mudará quando a ideologia e interesses subalternos se submeterem aos dos consumidores e contribuintes, totalmente ausentes no debate dessas questões.

Nilson Otávio de Olveira noo@uol.com.br

São Paulo

 

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CONTA DE LUZ

Se para o mercado a imagem da AES Eletropaulo sai completamente arranhada do episódio envolvendo investimentos anunciados na rede, mas não realizados, segundo a Aneel, para o consumidor paulista os efeitos práticos dessa punição poderão ser nulos na conta que chega no final do mês. Ou seja, fica o dito pelo não feito? E nós, otários consumidores, continuamos só pagando as contas? O governo ético do PT arrecadou mais de R$ 1 trilhão. Ulalá, aleluia Bolsa Esmola!

Antonio Jose Gomes Marques a.jose@uol.com.br

São Paulo

 

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CONTRA UM ESTADO INCOMPETENTE

Cumprimento o jornal pela publicação do artigo dos senhores Paulo Pinheiro Machado e Paulo de Almeida, "Por uma fronda empresarial brasileira" (18/12, A2). O País precisa acordar de seu torpor cívico e é ao escol da Nação que caberia a nobilíssima tarefa de insurgir-se contra a situação insustentável da incompetência governamental e de seus desvios éticos, torpes e populistas. Ao escol, certamente pertencem os políticos, os acadêmicos e outros estamentos sociais como os profissionais de inúmeros outros segmentos. Se os nobres articulistas não se referiram a esses grupos, mas apenas aos membros das "classes produtoras", para lutarem pela mudança de rumos, é porque, consciente ou inconscientemente, consideram perdidos para a causa tais ponderáveis segmentos da sociedade. Se isso for verdade, o País não tem mais conserto. Espero estar errado em minha observação que em nada diminui minha concordância com o teor e oportunidade do artigo.

Mário Rubens Costa costamar31@terra.com.br

São Paulo

 

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MENSALÃO – ISONOMIA NA PAPUDA

Os petistas presidiários da Papuda, no Distrito Federal, estão passando por cima da Constituição da República e praticamente impondo um regime peculiar para o cumprimento de suas penas, de forma, aliás, diversa das normas que os demais presos precisam cumprir. Assim, o princípio da isonomia constitucional está sendo quebrado no presídio, situação que está concitando os demais presos a realizarem uma rebelião em protesto contra os privilégios que gozam José Dirceu, Delúbio Soares e José Genoino. Não é justo nem jurídico, cabendo, pois, aos magistrados corregedores o cumprimento das determinações que devem vigorar no presídio, sob pena até de serem removidos, a bem da ordem e da disciplina legal. E estamos a ver mais um exemplo da disciplina legal que os petistas desejam para si próprios, mesmo com os protestos dos demais iguais.

José Carlos de Carvalho Carneiro carneirojc@ig.com.br

Rio Claro

 

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PRESÍDIO PRÓPRIO

Devido às reclamações dos presos da Papuda, os petistas deveriam construir uma cadeia especial para os corruptos do seu partido.

Eugênio José Alati alatieugenio@gmail.com

Campinas

 

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RISCO DE REBELIÃO

Depois da prisão dos mensaleiros, o Presídio da Papuda nunca mais será o mesmo.

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)

 

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ATÉ ONDE VAI

A comissão médica indicada a pedido de Joaquim Barbosa (presidente do STF), para examinar Roberto Jefferson (detonador da mentira do mensalão), acusou a não existência de câncer no seu diagnóstico. Uma situação estranha, pois câncer é facilmente identificado após uma cirurgia e a biópsia. Jefferson, através da mídia, divulgou estar com câncer logo após uma cirurgia. Agora está exigindo tratamento e dieta especiais de uma doença que não existe. É interessante aguardar até onde irão as contradições, farsas e hipocrisias dessa história do mensalão.

Antonio Negrão de Sá negraosa1@uol.com.br

Rio de Janeiro

 

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‘POEIRA CONTRA OS CRIMES’

Com o título acima, o desembargador aposentado Aloísio de Toledo César (17/12, A2) nos presenteia com uma magnífica aula de Direito e demonstra ser um brasileiro "fora da curva", como diria o dr. Barroso, membro do Supremo Tribunal Federal (STF). Fora da curva comparando principalmente com os métodos e princípios do PT.

Francisco Samuel Fiorese samucafiorese1@yahoo.com.br

Campinas

 

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OS DOIS MOTIVOS?

Venezuela vai aumentar preço da gasolina, ou seja, tudo vai aumentar a reboque e provável explosão da inflação. Argentina vai congelar preços de 187 produtos (já vimos este filme antes) para tentar segurar a inflação, e obviamente não vai dar certo. Pergunto: os regimes ditos bolivarianos estão afundando pela incompetência de seus dirigentes, ou o regime bolivariano é tão ilusório e fantasioso que não há competência que dê jeito.

Luiz Nusbaum lnusbaum@uol.com.br

São Paulo

 

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GASOLINA MAIS CARA NA VENEZUELA

O "Estadão" de 18/12 (página A10) publicou com exclusividade o retrato, imcompleto obviamente, do que tem de pior na América Latina.

Roberto Castiglioni rocastiglioni@hotmail.com

Santo André

 

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ELEIÇÕES 2014

Li os documentos do PSDB e do PSB publicados nos jornais sobre as pretensões de mudar o Brasil e percebi que ainda estamos longe de atingir esse feito. Ambos destacaram a reforma política, deram ênfase à pobreza, a saúde e ao meio ambiente. Nada foi dito sobre a educação, a única saída para melhorar qualquer país. É somente por meio de um povo esclarecido e bem informado que o Brasil pode melhorar o seu ranking perante o mundo. Se bem pensado, a melhora da saúde e diminuição da pobreza passam pela educação e parece que os governantes e candidatos não têm essa percepção ou não interessa ter. É preciso investir em pessoas, não somente nomeá-las pensando na próxima eleição. Enquanto persistirem essas diferenças de pensamento, nenhum candidato muda nada. As propostas dos partidos, da forma como estão escritas, ficam no plano das ideias. Viabilizar, ou seja, o como fazer ninguém tem a receita, pois esse trabalho requer pessoas habilitadas e altamente qualificadas. Dar emprego a filiados resultou na pobreza que o Brasil vem amargando. Com a palavra, os candidatos.

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo

 

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CIVILIZADOS

O "Estadão" de 18/12 (primeira página) publicou uma colorida e destacada foto dos dois futuros candidatos ao próximo pleito presidencial Dilma Rousseff e Eduardo Campos, ambos com largos sorrisos e de partidos diferentes. O econtro deu-se no Estado de Pernambuco, numa visita cordial da presidente. Os dois candidatos trocaram mimos, donde sintetizo: disse Eduardo que "a senhora é uma brasileira honrada que vemos hoje". Responde a presidente Dilma: "Agradeço a recpção fraterna e o alto nível das relações que sempre pautaram nossa convivência". Essa visita e a troca de afagos entre dois políticos advesários em uma mesma campanha vieram inaugurar e exemplificar, graças a Deus, uma nova era eleitoral de respeito às pessoas de candidatos antagônicos em pleitos eleitorais. Qualquer um dos dois que não for eleito terá prestado à Nação um grande exemplo de cidadania, que deverá daqui para a frente ser imitado, pondo o Brasil no rol dos países civilizados eleitoralmente.

Antonio Brandileone abrandileone@uol.com.br

Assis

 

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A EDUCAÇÃO INVERTIDA

Enquete divulgada pelo "Estado" de 16/12 demonstrou que 28% dos jovens se encontram endividados por força do dever obrigacional de pagar suas instituições de ensino superior; 73% cursam faculdades particulares, o dobro do que se registrava em 2001. A indagação nuclear está em se a educação, dos primeiros passos até os mais elevados patamares da hierarquia pedagógica, consiste ou não em um dever do Estado, assim como a saúde. Sem considerações filosóficas – que poderiam ser desenvolvidas amplamente –, famílias cujos membros trabalham metade do ano para sustentar o Estado (que não se encontra em desforço de guerra ou outras atividades atípicas que consumissem esses recursos), no mínimo, deveriam receber a contrapartida da educação pública e de qualidade para seus filhos. As entidades particulares só deveriam atuar subsidiariamente. Como se vê, os porcentuais estão invertidos, e nossos estudantes compelidos a buscar atividades laborais no final do ano para pagar dívidas. Estas são do Estado de Direito Democrático, se o considerarmos sob o aspecto de suas obrigações positivas ou de justiça distributiva.

Amadeu R. Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

 

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O IPTU EM SÃO PAULO

A decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) de negar recurso do prefeito Fernando Haddad na questão do aumento abusivo do IPTU vem pelo bom senso e pela justiça. Nada mais absurdo que a proposição do lunático filho de Marta, que parece ter vindo aqui para prejudicar mais ainda os cidadãos que não aprovam as gestões petistas. Depois do descalabro da administração de Marta, que deixou gravíssimos problemas – como a pobre Avenida Rebouças –, somente uma ação nacional mal explicada pôde emplacar outro poste desqualificado por participar daquela infeliz gestão petista e ainda cometer outra barbaridade quando no Ministério da Educação. Ainda não deu para compreender como foi eleito em São Paulo, se sabidamente na capital o petismo possui históricos 30% de eleitores. Daí se relembra como as pesquisas "encomendadas" foram paulatinamente levantando os números do poste, preparando a opinião pública incrédula, o que vai de encontro às comprovações de que as urnas são vulneráveis e fica a dúvida se agora, na eleição para o governo do Estado, também veremos os índices do Padilha começar a subir paulatinamente e, eis que de repente, de meros 4% atuais ele seja declarado vitorioso no Estado de São Paulo. Sugiro que o governo de São Paulo ofereça asilo a Edward Snowden em troca de informações sobre as armações de todas as eleições do ano que vem no País.

Ronaldo Parisi rparisi@uol.com.br

São Paulo

 

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CARTA A HADDAD

Caro prefeito Haddad, fico chateado quando vejo em todas suas ações, palavras e resoluções, o timbre de seu criador. Parece que você não tem voz ativa, não manda e não cria, tudo é dirigido e copiado. Seu criador colocou como ministros em seu governo os amigos chegados e engajados sem preocupar-se se eram ou não competentes. Você faz a mesma coisa: tem um secretariado absolutamente incompetente e estranho à matéria que o cargo exige. O exemplo mais notório vem de seu secretário que não tem "Tatto" algum no trato da política e vocifera asneiras indignas de um secretário municipal. Seu secretário de Transportes está fazendo loucuras na cidade sem ter planejado, ou mesmo programado. Nada contra em favorecer os que necessitam do transporte público, mas isso tem que ser muito bem estudado. Primeiramente não há ônibus suficiente se 20%, somente vinte por cento, dos que utilizam automóvel migrarem para o transporte público. Se isso acontecer e houver ônibus suficiente, haverá uma fila quilométrica nos corredores exclusivos. Não queira ser mais realista que a realidade. Absorva os problemas da cidade, rodeie-se de pessoas competentes, planeje e depois execute o que for factível. Enquanto houver decisões politicas, não haverá soluções adequadas.

João Menon joaomenon42@gmail.com

São Paulo

 

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PROMETEU, TEM DE CUMPRIR

O Tribunal de Justiça de São Paulo determinou que o prefeito Fernando Haddad, crie, até 2016, 150 mil vagas em educação infantil – 105 mil em creche (de o a 3 anos) e o restante em pré-escola. Em campanha, o alcaide reconheceu a falta de vagas de creches em São Paulo e prometeu solucioná-la. Se prometeu, é porquê sabia como resolver o problema e, agora, é cobrado a fazê-lo. Mais do que esse resultado para São Paulo, a sentença abre um grande caminho para todos os brasileiros cobrarem seus governantes. Basta lembrar as promessas eleitorais do prefeito, do governador e até do presidente da República, pedir sua concretização e, não sendo atendido, recorrer ao Ministério Público e à Justiça. Não dá para acreditar que o candidato promete o impossível com o exclusivo propósito de arrebatar os votos. Isso é estelionato eleitoral, fraude e até crime contra a fé pública e a economia popular. Quem prometeu e não cumpriu tem de ser cobrado judicialmente e, se continuar descumprindo seu compromisso, deve ter o mandato cassado e arcar com todos os ônus cíveis e criminais de sua mentira. Tem de ser banido da cena político-eleitoral. Importante: isso precisa valer, também, para vereadores, deputados e senadores, igualmente comprometidos a honrar suas promessas ou, então, não prometer.

Dirceu Cardoso Gonçalves aspomilpm@terra.com.br

São Paulo

 

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OS 12 TRABALHOS DE HADDAD

Os doze trabalhos de Hércules não são nada perto dos feitos de Haddad. Vamos à relação, do 1.º ao 11.º trabalho: pintura de faixas. E o 12.º trabalho: faixa pintada em azul para pedestres no Viaduto Pacaembú, delimitada por totens de plástico, que são a proteção do pedestre. Como a "faixa" de pedestres é pintada em tinta normal, em dias de chuva, basta um escorregão para que o pedestre seja esmagado pelos ônibus que circulam na faixa exclusiva em alta velocidade. Isso é um crime e o Ministério Público deve urgentemente exigir a proibição de circulação de pessoas no local. Envio esta carta como uma denúncia que deve ser encaminhada ao Ministério Público.

Luiz Ress Erdei gzero@zipmail.com.br

Osasco

 

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INCAPAZES

A cada dia ficamos sabendo da "estrutura" que o PT implanta no Brasil ("Estadão", 17/12, A8). A última foi a do Ceagesp, onde empregaram um montão de amiguinhos, o famoso cabide de emprego, na sua administração. O resultado disso é a atual situação de praticamente todos os órgãos com deficiência, com decisões que só trazem prejuízos financeiros e estruturais, pois são uma verdadeira "cambada de incapazes" administrando algo sem a mínima noção. Resultado: prejuízo e mais prejuízo aos cofres públicos e ao nosso bolso.

Laert Pinto Barbosa laert_barbosa@ig.com.br

São Paulo

 

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CARTEL DOS TRENS

O procurador da República que está sendo investigado pela corregedoria da Procuradoria-Geral da República (PGR), por não ter agido de forma rápida e eficaz no caso Alstom, deveria ser afastado do caso. Devido à sua inércia e falta de colaboração, as autoridades suíças quase desistiram de auxiliar o Brasil na apuração do caso. Por isso, o mesmo agora é alvo de sindicâncias perante as Corregedorias da PGR e não deveria continuar no caso, que envolve acusações de formação de cartel e corrupção de altos integrantes do PSDB. A PGR é uma instituição séria e respeitada e seus integrantes devem primar pela excelência na sua atuação, sobretudo em defesa do erário público e em casos que envolvem crimes do colarinho branco e o desvio de milhões de reais dos cofres públicos. Assim como o STF agiu com rigor e fez cumprir a lei no caso do mensalão do PT, esperamos exatamente a mesma conduta e rigor na apuração e punição das falcatruas envolvendo políticos do PSDB e dos demais par tidos.

Renato Khair renatokhair@uol.com.br

São Paulo

 

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PROFISSIONALISMO

Fui aluno do dr. Sílvio Marques num curso preparatório e me sinto honrado em poder propalar a todos tudo o que aprendi. Sua simplicidade e seu caráter tornavam suas aulas verdadeiro privilégio para quem as assistia. Honestidade e hombridade faziam parte da grade curricular. O PT (Partido dos Trabalhadores), para variar, em mais uma de suas manobras espúrias, tentou sem êxito macular o nome deste "nobre promotor" em sua atuação no caso Alstom e Siemens. Parabéns ao dr. Nelson Gonzaga de Oliveira, por tornar público o que eu e todos os aprendizes do dr. Sílvio já sabíamos, que o Ministério Público tem em seu corpo um invejável profissional. Quiçá nosso Congresso pudesse ter em seu seio pessoas da estirpe de Sílvio Marques, melhor ainda se o PT pudesse ter as aulas que tive.

Everson Rogério Pavani roger.advog@gmail.com

São Paulo

 

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CAMPEONATO MUNDIAL

A história sempre se repete, e não aprendemos. Desta vez foi o poderoso Atlético Mineiro que sucumbiu diante do inexpressivo Rajá Casablanca do Marrocos, pois entrou em campo com o jogo ganho. Por isso é bom que o Felipão e seus pupilos se previnam para não dar um novo vexame no Mundial. Futebol se ganha no gramado, e não na mídia ufanista.

Ademar Monteiro de Moraes ammoraes57@hotmail.com

São Paulo

 

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GALO FRITO

Pra cá, de Marrakech, sem o título.

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

 

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VALEU, GALO!

Foi muito boa a participação do Atlético Mineiro no torneio Mundial de Futebol. Apareceu na televisão, com boa audiência mundial, mas só não deu sorte porque teve de enfrentar, logo na estreia,  o melhor time de Marrocos (um país com muita tradição no futebol), mas valeu a experiência adquirida, e ainda tem a chance real de ser o terceiro melhor time do mundo! Valeu, Galo!

Arcangelo Sforcin Filho arcangelosforcin@gmail.com

São Paulo

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