Fórum dos Leitores

BARBOSA PRESIDENTE

O Estado de S.Paulo

02 Janeiro 2014 | 02h02

Traquejo

Falta traquejo a Barbosa para liderar País, diz FHC (31/12, A6). Faltam verdadeiros líderes para conduzir este país. Líderes da estirpe de um Nelson Mandela, que despertem genuína admiração do povo, mostrando o rumo a seguir, por seu exemplo. Hoje não conheço pessoa pública com qualidades morais, de integridade e vida ilibada superiores às do eminente Joaquim Barbosa, que por suas corajosas ações, como relator do processo do mensalão e como presidente do STF, provou estar apto a pleitear tão grandioso e importante cargo, como é o de presidente da República Federativa do Brasil.

ROBERTO CESAR S. LEONTSINIS

roberto.leontsinis@terra.com.br

Sorocaba

A deficiência do ministro Barbosa apontada por Fernando Henrique Cardoso não o incapacita ao exercício presidencial. Nós, brasileiros, estamos calejados pela submissão a chefes da Nação eivados de defeitos fora da conta! A sedução pela imagem de vencedor, sob os holofotes, característica de ambos, minimiza a carência, se de fato existir.

ARARY DA CRUZ TIRIBA

atiriba@terra.com.br

São Paulo

GESTÃO HADDAD

Aniversário

Um ano de Fernando Haddad na Prefeitura e na cidade nada mudou... para melhor!

PAULO BUSKO

paulobusko@terra.com.br

São Paulo

Verdade nua e crua

Haddad admite ter perdido o ano de 2013 no comando da cidade. Porém, a verdade nua e crua, quem perdeu mais um ano foi o paulistano, tendo de enfrentar congestionamentos quilométricos, ruas intransitáveis, vias alagadas, sem iluminação nem sinalização, tomadas por mendigos e usuários de drogas, repletas de lixo, etc. Ou seja, a cidade está em total estado de abandono, deteriorando-se cada dia mais.

ANGELO TONELLI

angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

Força de expressão

Ao dizer que o ano de 2013 foi perdido, parece-me que Fernando Haddad usou uma força de expressão pinçada de um contexto mais abrangente. No máximo, o prefeito ficou decepcionado com a liminar que não permitiu o reajuste do IPTU até a análise do mérito da ação e por não ter conseguido ainda trocar o indexador de correção da dívida da cidade de São Paulo. Nesse primeiro ano, o prefeito trabalhou harmonicamente com os governos federal e estadual, obtendo grandes e merecidas verbas para a cidade. Por um único fato o ano de 2013 foi ganho pelo prefeito: por ser o único político importante em cargo executivo que conseguiu, em curtíssimo espaço de tempo, combater a corrupção que assola todos os níveis de governo, com a criação da Controladoria-Geral do Município, que desbaratou quadrilhas instaladas durante os oito anos da gestão Serra/Kassab. Todavia é importante citar algumas das muitas realizações em 2013, como informatização total dos serviços, Bilhete Único Mensal, 300 km de faixas exclusivas de ônibus, Conselhos Participativos Municipais nas 32 subprefeituras, wi-fi gratuito em logradouros públicos, fim da aprovação automática nas escolas municipais, aprovação da Operação Água Branca, Rede Hora Certa, compra do Hospital Santa Marina, que será gerido pelo Einstein, etc. Certamente nos próximos três anos Haddad continuará sua ação saneadora na Prefeitura e complementará grande parte de seu ambicioso programa de governo, incluindo o excelente Plano Diretor, deixando um legado de eficiência e honestidade.

PAULO SERGIO FIDELIS GOMES

psf.gomes@ig.com.br

São Paulo

Lamentos

Haddad lamenta ter perdido o ano como nós lamentamos ter perdido uma década ao tê-lo tido como ministro, agora como prefeito e ao PT, como governo. Como pode essa singela conclusão se assemelhar tanto ao sentimento da parcela mais lúcida da população? A indústria só regride e perde participação no PIB, logo o emprego acusará retração se o setor de serviços claudicar ainda mais, como no último Natal. Educação, saúde, infraestrutura... Só notícias a lamentar.

JOSÉ SIMÕES NETO

jose.simoes@mantrareg.com.br

São Paulo

'Modus operandi' petista

Ficou claro que a gestão Haddad segue o famoso modus operandi das administrações petistas: criar vários impostos, como o aumento do IPTU, e conseguir piorar a cidade, vide o caos que o trânsito se tornou após a pintura aleatória de faixas de ônibus pela cidade. E, por fim, mudar o nome das coisas que dão certo, como chamar de Rede Hora Certa as antigas AMAs. Pior do que tá fica, sim, seu Tiririca.

BRUNO MALTEZE ZUFFO

brumalteze@hotmail.com

São Paulo

Ovo de Colombo

Incrível como nossos antigos prefeitos não tiveram a genial ideia para resolver o problema de mobilidade urbana. Bastava comprar alguns galões de tinta.

LUIZ FRID

luiz.frid@globomail.com

São Paulo

Mais do mesmo

As trapalhadas do prefeito Malddad mostraram que uma qualidade, pelo menos, ele tem: coerência. Manteve na Prefeitura de São Paulo a mesma incompetência demonstrada no MEC.

FRANCISCO G. SALGADO CESAR

fgscesar@hotmail.com

Guarujá

Que 'malddade'!

Durante quase oito anos o sr. Haddad foi ministro da Educação e o resultado foi que há 11 anos ocupávamos o vergonhoso 62.º lugar no ranking mundial da educação e hoje ocupamos o desavergonhado 88.º. No Pisa, entre 65 países ficamos em 58.º lugar na avaliação do ano passado. O que podemos esperar no final do seu mandato é a cidade de São Paulo ocupar, no mínimo, o 88.º lugar no IDH das cidades brasileiras. Será essa a sua meta?

ALBERT HENRY HORNETT

hornettalbert@hotmail.com

São Paulo

Fim das enchentes

Nosso prefeito, bem ao seu estilo, resolveu o problema de enchentes na cidade: colocou faixas nas regiões de risco pedindo que os veículos e as pessoas não trafeguem por lá em dias de chuva forte. Para que obras para evitar enchentes? Bobagem. Quero aproveitar essa magnânima ideia e sugerir ao prefeito que, como existe aquele programa social Minha Casa, Minha Vida, seja criado para o povo paulistano o Meu Barco, Minha Vida.

HILO DE MORAES FERRARI

hilo ferrari@hotmail.com.

São Paulo

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A MÚSICA COMO INSTRUMENTO DA PAZ

Nada como ultrapassar as barreiras da compreensão humana ao som dos acordes das músicas clássicas. No passado, a exemplo de seu gênio talvez até hoje ainda não ultrapassado, Johann Sebastian Bach, conduzia os fiéis às alturas da fé, mais que os discursos apurados dos pastores nos santuários das missas dominicais. Daniel Barenboim, como noticiou o periódico espanhol "El País", encantou o mundo com a legendária Orquestra Filarmônica de Viena, no Salão Dourado, na manhã do primeiro dia de 2014, com a lembrança do centenário da Primeira Guerra, de 1914, e dos embates árabe-israelenses. A música, quiçá o instrumento mais poderoso para a realização do bem mais importante nesta quadra: a garantia da paz entre os homens.

Amadeu R. Garrido de Paula

amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

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2014

Que bom poder iniciar o ano com as sempre iluminadas palavras de Oscar Quiroga. Parabéns ao "Estadão" por manter esse sábio entre os seus colunistas.

Eduardo Britto

britto@znnalinha.com.br

São Paulo

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ANO NOVO, TOLERÂNCIA ZERO

1.º de janeiro, dia universal de dar-se partida às resoluções de ano novo - abandono do tabaco e do álcool, início de regimes e da prática de educação física e tantas outras promessas feitas à luz dos fogos do réveillon, sob a empolgação do champanhe, quase sempre abandonadas em poucos dias. Mas este ano é especial: as perspectivas de eleições gerais, da Copa mo Brasil e o provável reinício de manifestações de rua nos inspiram a adotar inédita decisão: a de mudarmos o Brasil. Chega de corrupção, de violência, de desvios de recursos públicos, de nepotismo, de tributação exacerbada, de serviços públicos degradados na educação, na saúde, nos transportes, na segurança, enfim, em toda a administração pública, nos três Poderes, nas três esferas. Mas nada mudará se não mudarmos a nós mesmos. Assim, adotemos o mantra "tolerância zero com maus políticos" e passemos a exigir desde já, de nossos governantes, aqui e agora, nas ruas, na mídia e nas redes sociais: voto facultativo, não ao voto em lista fechada, não ao financiamento público das campanhas, não ao horário eleitoral obrigatório, apenas dois senadores por Estado, redução à metade dos deputados federais e estaduais e dos vereadores, redução drástica dos subsídios e fim de todas as mordomias de integrantes dos três Poderes, nas três esferas, fim dos suplentes de senador sem votos, fim dos cargos de vice-presidente, vice-governadores e vice-prefeitos, vereadores de municípios pequenos não podem ser remunerados, redução para um terço dos milhares de funcionários nomeados para cargos de confiança nos três Poderes, nas três esferas, retorno à condição de distrito dos municípios insolventes, acesso a cargos públicos exclusivamente por concurso, e não por nepotismo, redução dos 39 ministérios para 12, cláusula de bloqueio para partidos nanicos sem voto, fidelidade partidária absoluta, férias de apenas 30 dias para todos os políticos e juízes, ampliação da lei da Ficha Limpa, prisão imediata para corruptos e corruptores, aplicação maciça de recursos na construção de novos e modernos presídios e no preparo de todos os envolvidos com a execução pena, presos devem trabalhar, não podem ter indultos, só devem obter progressão de regime após cumprimento de 50% da pena, maioridade penal aos 16 anos para quem tirar título de eleitor! Enfim, um sonoro "basta!" na politicagem rasteira que se pratica no Brasil há séculos! É hora de mudar, não esperemos mais. Tolerância zero, repito! Comecemos já. Eu já comecei, postando esta carta. Prosseguirei até as eleições de outubro e, se necessário, além delas. E você?

Gil Cordeiro Dias Ferreira

gil060946@gmail.com

Rio de Janeiro

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FÓRMULA PARA UM BRASIL NOVO

As nações conhecidas como tigres asiáticos há décadas vêm mostrando ao mundo o caminho que resultou em sua melhor qualidade de vida: educação + disciplina + eficiência + produtividade = progresso efetivo com riqueza real. Deveríamos aprender e aplicar essa fórmula de sucesso comprovado. Muito nos está faltando, especialmente o mais importante: educação para competir em pé de igualdade com o mundo moderno. Do jeito que estamos indo, vamos continuar por muito tempo transferindo nossa riqueza para a China e as nações que aproveitam nossa matéria-prima (barata) e nos vendem de volta produtos de alta tecnologia e alto valor agregado (caros). Infelizmente, enquanto não aprendermos isso, a balança de transferência de riqueza continuará favorecendo esses países, o que demonstra que a propaganda do governo tem sido altamente enganosa: país rico não é país sem pobreza, mas o que sabe aproveitar melhor seus recursos humanos e naturais. Quem sabe 2014 marcará o início de um Brasil voltado para a riqueza de fato, não a ilusória e eleitoreira, que é a triste marca desse governo lulopetista. Desejo a todos um 2014 com mais seriedade e ótimas realizações!

Silvano Corrêa

scorrea@uol.com.br

São Paulo

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ANO NOVO POLÍTICO

Com Dilma, Ideli, Haddad, Falcão, Renan, Sarney, Lobão, Mercadante, Lula... sem falar no Mantega, é preciso muito otimismo pra desejar "próspero ano-novo" a alguém...

A. Fernandes

standyball@hotmail.com

São Paulo

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DESAFIOS

O ano de 2014 se inicia com grandes e inesgotáveis desafios, o principal deles é tirar o País das amarras da estagnação e obter condições de superar o fraco crescimento, ladeado da inflação e poucas perspectivas de ganhar produção e mercado externo. Os discursos políticos típicos de campanha não serão capazes de alavancar a economia e deter a expansão do câmbio, ainda corremos o risco de novos fracassos no campo do petróleo. Definitivamente, 2014 será o ano decisivo para o País e a sociedade brasileira

Yvette Kfouri Abrão

abraoc@uol.com.br

São Paulo

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PARALISAÇÕES

Cabe ao governo manter a segurança pública e a tranquilidade da ordem, para que paralisações não aconteçam com frequência em 2014. Numa economia de voo de galinha, com drásticas perdas na bolsa e a fuga de investidores, o Estado precisa começar a enxergar, com planejamento e novos investimentos em setores que ainda não mostraram forças suficientes. E será o grande teste na realização da Copa e durante reeleições, pois ou triunfamos para entrarmos no Primeiro Mundo, ou seremos eternamente emergentes

Carlos Henrique Abrão

abraoc@uol.com.br

São Paulo

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ELEIÇÕES 2014

Este é ano de eleições. Terminadas as festas de fim de ano, já voltamos a alertar os eleitores quanto às artimanhas de alguns grupos políticos que usarão a Copa do Mundo de Futebol para esconder os malfeitos da gestão passada. Pouco ainda foi feito, em se falando de saúde do povo e educação para o bem. Mas obras faraônicas que gastaram somas fabulosas servem de vitrines para gringos admirarem. O povo não é bobo! Queremos melhoras para a população. Todo o ano de 2014 vamos bater na tecla: voto não tem preço, tem consequências. O povo acordará e votará bem!

Paulo Roberto Girão Lessa

paulinhogirao@gmail.com

Fortaleza

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PARA QUE 2014 SEJA UM ANO BOM

Depois de receber e transmitir os votos de paz, progresso e tudo de bom, tradicionais nesta época, chegamos a 2014. Simbolicamente, temos em mãos um ano novinho para correr atrás do sucesso pessoal e da evolução da sociedade. E 2014 terá Copa do Mundo e eleições. A maior certeza, no entanto, é que temos pela frente um novo calendário e precisamos trabalhar com determinação em busca de nossos ideais. Apesar do clima de esperança propiciado pelas festas, vivemos um tempo de crise social, em que o povo diz odiar os políticos e estes fazem de conta que não ouvem o clamor popular. Há meses, a desobediência civil levou às manifestações e ao quebra-quebra. Todo dia aparece escândalo novo na área da administração pública. Os roubos, assaltos, mortes e acidentes de trânsito denunciam e atestam a falência da segurança pública. A economia nacional dá sinais de debilidade. O atendimento à saúde é precário e a educação, insuficiente. Ao começar a nova etapa, temos o dever de pensar, analisar e escolher o que é, na nossa opinião, o melhor. Se nas próximas eleições cada eleitor pelo menos souber quem é o candidato em quem vai votar, já teremos avançado bastante. A grande massa não pode continuar manobrada pelos marqueteiros, que a levam a votar nos bafejados pelo poder econômico. "O futuro depende daquilo que fazemos no presente", já dizia Mahatma Gandhi, o pacificador e libertador da Índia. O povo brasileiro, com a força do voto e de atitudes conscientes, se quiser (ele, só ele!) pode mudar o futuro do nosso país.

Dirceu Cardoso Gonçalves

aspomilpm@terra.com.br

São Paulo

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BRASIL EM 2014

Dizem que estou sendo pessimista, mas não, apenas realista. Não creio que neste novo ano as condições políticas daqui vão mudar, porque os políticos são os mesmos. Em 2013 houve um momento que nos deu a ilusão de mudanças quando dos protestos de meio de ano, mas, para matar já no início essa esperança e parecendo como que orquestrados, apareceram grupos de bandidos que conseguiram tornar os protestos de uma violência estúpida que afastou os cidadãos pacíficos e ordeiros. E como não voltaram às ruas, creio que a previsão política futura reserva os mesmos nomes petralhas para mandarem no País, sob o jugo do Lula, perdão do Sarney, o verdadeiro mandachuva brasileiro. Duvido que Aécio Neves, Eduardo Campos, José Serra e Marina Silva tenham chances contra a presidente Criatura, porque separados, quando o caminho da razão seria unirem-se, escolher em março, por exemplo, o candidato da oposição com melhores índices nas pesquisas e sair para a guerra. O vice seria o segundo mais bem colocado e os demais, premiados com ministérios. Fora dessa união, o Lula dará mais uma goleada.

Laércio Zanini

zanini.edna@hotmail.com

Garça

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ANO NOVO, CANDIDATO NOVO

Novos anos, novos anseios, novas promessas e novidades. Podemos, em geral, fazer quase tudo o que queremos ou pedimos, mas votar é pessoal e isso depende de todos, não só e um. Temos aí, na verdade, quase todos farinhas do mesmo saco, sem fundo e sem futuro. O PT já sabemos que foi a volta dos que não foram, um desastre, e com o "Malddad" isso se ampliou, e muito. Marina era do PT e o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, parasita deles, então agora atira no PT. É o mesmo que chutar cachorro morto. E o Aécio Neves é bom de bico, mas também ainda não disse a que veio. Precisamos colocar alguém que seja honesto não só nas palavras, mas também no partido. As histórias só nos mostram um candidato que um outro, com medo, já disse que não aguentaria essa tarefa - claro, ele é honesto e não tem know-how em maracutaia, assim espero. Mas Joaquim Barbosa e o nome que não devemos esquecer, e nas passeatas, também. Fora isso, que ninguém nos engane com o resultado da Copa se for positivo para o Brasil. Não vivemos em função do futebol, ao contrário. Eles vivem em função do povo? Isso não devemos negociar com ninguém.

Antonio José Gomes Marques

a.jose@uol.com.br

São Paulo

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JÁ QUE SONHAR É DE GRAÇA...

Que 2014 seja o ano em que o mensalinho de Minas seja julgado e todos do PSDB e dos outros partidos sejam julgados e que Azeredo não possa dizer que não sabia de nada. Que o superfaturamento no Metrô de São Paulo seja investigado e totalmente esclarecido e que os responsáveis sejam punidos, sejam eles governadores, secretários deputados ou senadores. Que Lula seja denunciado por Genoino, Dirceu e Delúbio, seja julgado e condenado como o idealizador e chefe maior do mensalão, e ainda condenado, junto com Dilma, a pagar todas as despesas provocadas por Rosemary Noronha e seus protegidos e clientes. Que juízes como Toffoli e Lewandowski sejam punidos com o impeachment e substituídos por outros isentos e não comprometidos com partidos e o mesmo seja exigido dos novos juízes, como Barroso. Que a Lei da Ficha Limpa se aplique a poderosos como Sarney, Renan, Barbalho, Maluf e outros caciques, levando-os à aposentadoria e a processos para devolverem ao Estado o que desviaram durante seus vários mandatos. Que as eleições sejam limpas, sem contribuições por fora de grandes empreiteiras e sem partidos de aluguel, o voto não seja obrigatório e todas as irregularidades sejam rigidamente acompanhadas e os culpados punidos com a perda dos mandatos e dos direitos políticos de forma rápida e sem direito a intermináveis recursos, como hoje. Que seja realizada a reforma trabalhista, em que os valores pagos venham para o trabalhador como salário, e não como benefícios duvidosos administrados pelo governo, e que a herança da legislação de Vargas seja deixada no passado e substituída por outra que não onere a folha de pagamento com seus impostos. Que seja realizada uma reforma tributária de forma justa e igualitária, em que os impostos sejam menores e pagos por todos, sendo punidos os culpados severamente, e não toda população. Que seja realizada uma reforma política em que o voto de um paulista não venha a valer no Legislativo 1/30 de um acriano. E não existam partidos de aluguel. Uma reforma criminal em que a partir dos 14 anos as pessoas sejam consideradas responsáveis, de início parcialmente e depois (16 anos) totalmente, por seus atos criminosos. Que a impunidade seja extinta, principalmente para os de colarinho branco, e a Justiça seja igual para todos os brasileiros e extintas as saidinhas que obrigam a polícia a prender duas vezes os criminosos. Que as nossas escolas tenham alunos responsáveis, fruto de lares que sabem que a educação começa em casa, e professores comprometidos, com prazer de ensinar. Que a saúde seja gratuita e universal, que os postos de saúde tenham médicos em quantidade e qualidade com boas condições de trabalho e equipamentos. Sei que este é um mundo de sonho, mas que a realidade 2014 possa realmente dar um passo largo nesse caminho.

Márcio M. Carvalho

mmcoak@hotmail.com

Bauru

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HONRA E HONESTIDADE

Neste ano que se inicia devemos exigir dos agentes públicos algo em desuso no Brasil: honestidade e honradez! São valores que parecem tão distantes dos usos e costumes da política atual, mas essenciais na construção de um país evoluído. E creio profundamente que tais valores constituirão o cerne, a essência da cultura de um povo, com isso significando o norte que irá referendar suas ações no dia a dia. Se não lutarmos para que o Brasil possa melhorar nesse sentido, nunca passaremos de um país tipicamente subdesenvolvido, atrasado, tanto econômica como moral e eticamente. Tomara que em 2014 saiamos todos novamente às ruas a exigir não apenas medidas pontuais, mas, sobretudo, o que se deve esperar de gente de bem: honra, dignidade, honestidade! O resto virá por consequência. Tendo em vista esses fundamentos, o que dizer da tentativa de manipulação da opinião pública quando a presidente vem à TV falar de "setores" fazendo "guerra psicológica" contra seu governo, sem sequer dar nome aos bois? O que falar da moral e ética dessa atitude recorrente? Falemos francamente, é honesto isso? É honroso? É tal expediente que vamos ter de aceitar como subterfúgio para camuflar fracassos de seu governo e vencer as eleições?

Eliana França Leme

efleme@terra.com.br

São Paulo

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TERRORISMO ELEITORAL?

Será a tal guerra psicológica, dita por dona Dilma, provocada pela contabilidade criativa do seu governo, pelo pibinho, pela inflação, pelo abandono do tripé da estabilidade? Haja psicanalistas!

Tania Tavares

taniatma@hotmail.com

São Paulo

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GUERRA PSICOLÓGICA

Sou do setor daqueles que escrevem para este Fórum. Se quiser chamar de guerra psicológica, que chame. O que faço, dona Dilma, é uma guerra contra a mentira, o populismo, a incompetência, o mau-caratismo, a falta de ética e de moral e contra a corrupção, todos eles seus aliados, na guerra que o seu governo faz contra o nosso Brasil.

Victor Germano Pereira

victorgermano@uol.com.br

São Paulo

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PINGOS NOS IS

Dona Dilma, como seu companheiro, atualmente hóspede do governo na Papuda, jamais conseguiu colocar os tais pingos nos is. Quem sabe em novo pronunciamento em rede nacional (sim, nós pagamos) a senhora poderia esclarecer a "guerra psicológica" de "alguns setores" que cria a "desconfiança injustificada"?

Guto Pacheco

daniguto@uol.com.br

São Paulo

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MERECEMOS RESPEITO

A dona Dilma mais uma vez foi à TV para fazer campanha eleitoral e nos chamar de idiotas, ao custo R$ 90 mil por aparição paga pelos contribuintes. Desta vez ela criticou setores (?) que fazem "guerra psicológica" e inibem investimentos, além de descrever um país que só ela e seus asseclas conhecem. Seria bom que alguém com acesso à mídia tivesse coragem e explicasse à "presidenta" que o principal fator inibidor do crescimento é a falta de credibilidade do governo e que o Brasil que ela descreve a sociedade esclarecida desconhece. Temos inflação em alta, um alarmante déficit nas contas públicas, balança comercial no vermelho, perda de 200 mil vagas de trabalho na indústria, escorchantes impostos, um burocracia que cria dificuldades para vender facilidades e numa estatística direcionada mostra mais uma mentira: o desemprego em baixa (5,2% em outubro). Esse índice mostra o porcentual de pessoa que procuraram emprego, não o número de desempregados em relação à população economicamente ativa. Para o governo, beneficiários do Bolsa Família estão empregados. Esses não procuram emprego, portanto, não fazem parte do índice descrito acima. Isso para não falar da corrupção em alta e da incompetência de 25 mil funcionários em cargos de confiança aparelhando o Estado, destruindo a Petrobrás, o BNDES, o Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal e tirando inclusive a autonomia do Banco Central na elaboração de uma independente política anti-inflacionária. Temos um ministro da Fazenda tão incompetente que, em sete anos à frente do Ministério, para acertar os números do PIB se faz necessário levar em conta uma margem de erro de três pontos para mais ou para menos sobre os seus palpites. Por fim, a dona Dilma faz um apelo aos jovens para compararem o Brasil de hoje com o do passado. Eu arriscaria uma dica para ajudar os jovens. O Brasil sempre foi paraíso de ladrões e o atual governo resolveu institucionalizar a corrupção e dar novo status aos bandidos, nomeando-os para postos no primeiro escalão do governo, onde a meritocracia passa longe e a condição sine qua non para ocupar os cargos é não ter afinidade com a ética e a moral.

Humberto de Luna Freire Filho

hlffilho@gmail.com

São Paulo

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PRONUNCIAMENTO PSICODÉLICO

O infeliz pronunciamento de fim de ano da presidente Dilma, como boa petista, insiste em julgar-nos idiotas. Desta vez, por suas desventuras, não admitindo atribuí-las à mediocridade de seu governo, identifica como culpados setores da nossa sociedade, sem identificá-los. Porquê? Nem ela sabe sequer que existam. A fraqueza faz usar do coletivismo a compensar a insegurança pessoal, a que temos assistido constantemente do esquerdismo bolivariano do século 21, aquele em que o fascínio precoce foi, com o tempo, substituído por um ceticismo crescente. Mea culpa, jamais. E atendendo ao vício, culpam os outros.

Mario Cobucci Junior

maritocobucci@uolcom.br

São Paulo

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VIAJEI NO DISCO VOADOR

Socorro! Depois da mensagem de fim de ano em cadeia de rádio e televisão proferida pela presidente Dilma, não tenho dúvidas de que fui vítima dos marcianos. O Brasil do qual ela falou não é o lugar em que estou vivendo. Onde estou há problemas a dar com pau e onde ela governa as coisas vão de vento em popa. Ah! Eu viajei num disco voador. Eu quero voltar para o paraíso relatado na mensagem de final de ano. Eu estou cansado de ver o povo gritando nos hospitais públicos, sem condições de ser tratado. Vejo doente estirado no chão por falta de leito. Vejo o pessoal de saúde desesperado por não ter meios de amenizar a dor do enfermo. A educação vai mal. A segurança, nem se fala. As inundações provocadas pela falta de investimento em obras de prevenção estão arrasando cidades! Eu peço ajuda. Levem-me de volta.

Jeovah Ferreira

jeovahbf@yahoo.com.br

Taquari (DF)

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DISCURSO RANCOROSO

A presidente Dilma, em seu discurso de fim de ano, afirma que guerra psicológica inibe investimentos. Então já é hora de a presidente demitir o ministro Mantega, o seu principal guerreiro e o responsável pela instabilidade no Brasil. Citando comparações com o passado a presidente afirmou que hoje o Brasil está muito melhor. Também estão ótimos, dez vezes melhor do que o Brasil, o Chile, os EUA, que se recuperaram rapidamente da crise, a Holanda, a Austrália. O Brasil simplesmente evoluiu como uma criança que cresce normalmente, nada de excepcional, moldado pelas mãos do PT, muito pelo contrário, o seu governo é o freio para o avanço econômico e social do Brasil, insistindo em cotas num país com maioria afrodescendentes que não precisa de favor, pois tem competência para competir de igual para igual com qualquer cidadão. O seu trabalho, senhora presidente, seria diminuir o número de ministérios para, no máximo, 12 e mandar todo o restante procurar emprego na iniciativa privada, pois 39 ministérios são o maior cabide de empregos do mundo. Se somarmos os ministérios de Dinamarca, Noruega, Suécia e Suíça, não chegam a 36, tudo funciona e ninguém rouba. Aqui, em todos os ministérios existem desvios de conduta e dinheiro que acabam com a possibilidade de crescimento e investimento. Esse é o seu governo, herdado de Lula. Se a senhora quer paz, pare com essa guerra psicológica e determine as regras sem mudar o jogo no meio do caminho.

Luiz Ress Erdei

gzero@zipmail.com.br

Osasco

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SEMPRE SONHANDO

A presidente Dilma Rousseff confunde otimismo com "mentirismo", só pode! Afirma que 2013 terminou melhor do que começou. Tás brincando? Para 2014 os brasileiros têm motivos para esperar ano "ainda melhor". Será que deixou tudo para o fim (dela)? Pena que ainda não instituíram o Prêmio Nobel Pinóquio, páreo duro entre Lula e Dilma, sempre sonhando... Os brasileiros sonham com governantes decentes e honestos para um desenvolvimento sustentável e confiável. Não sentimos firmeza no que dizem, já se passaram 11 anos. O que assistimos foi a uma corrupção sem limites, além de inúmeros desmandos morais, que visam apenas os intere$$es próprios e pessoais da grande maioria das chamadas "autoridades". A realidade que o cidadão brasileiro deseja é outra, bem diferente de sonhos. Estamo-nos tornando um país e um povo sem nenhuma credibilidade no mundo. Vamos continuar sonhando...

Luiz Dias

lfd.silva@2me.com.br

São Paulo

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DILMA X SONHO

São poucas as vezes que um governante fala com tanta propriedade: só mesmo em sonho teremos um Brasil grande.

João Menon

joaomenon42@gmail.com

São Paulo

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INSÔNIA TOTAL

Antes de o PT assumir o governo, eu ainda sonhava. Agora nem dormir consigo mais.

Virgílio Melhado Passoni

mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)

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FALTA DE TRAQUEJO

FHC, na página A6 do "Estadão" de 31/12, afirma que o ministro Joaquim Barbosa não tem traquejo para ser presidente do Brasil. Quem não tem traquejo é FHC, que deveria ficar calado, pois foi ele que, por orgulho, criou a reeleição, beneficiando Lula e, certamente, Dilma para presidente. O ministro não somente tem traquejo, mas é uma das pessoas mais capazes, corretas e admiradas deste Brasil. Se fosse presidente, certamente seria uma dádiva de Deus para este país e não entregaria o poder ao PT. Joaquim Barbosa é um motivo de grande orgulho para quem tem moral no Brasil.

Roberto Banhara Dias Cardoso

rbdc@terra.com.br

São Paulo

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FHC X BARBOSA

Li a matéria no jornal e não pude deixar de responder. Eu nutro verdadeira admiração pelo sr. presidente dr. Fernando Henrique Cardoso, entretanto, não posso deixar de louvar os verdadeiros predicados do sr. presidente do STF, Joaquim Barbosa. Para mim e todos que conheço, o sr. dr. Joaquim Barbosa reúne tudo o que é lindo, limpo, transparente e responsável numa sociedade mais justa para o Brasil! A gente gosta de vocês dois. Não vão brigar, né? Com todo o respeito.

Maria Alexandrina Neves

nevesreis@terra.com.br

São Paulo

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PRESIDENTE

Lamento discordar do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, em quem sempre votei e aprovei e respeitei sua conduta como chefe de Estado. Porém sua afirmação de que Joaquim Barbosa não teria traquejo para presidente da República é equivocada, pois o o ministro, no cargo, poderá vir a nos surpreender positivamente, assim como o fez até agora na presidência do Supremo Tribunal Federal.

Angelo Tonelli

angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

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RECEIO?

Por que será que os políticos têm tanto receio que o digníssimo ministro dr. Joaquim Barbosa venha a se candidatar à Presidência da República? Será a certeza de que ele ganhe as eleições ou porque poria o País em ordem?

João Ricardo Silveira Jaluks

jr.jaluks@hotmail.com

São José dos Campos

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É SÓ PEDIR E O POVO AJUDA

Ridícula a atitude do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso ao usar a imprensa para tachar o ministro Joaquim Barbosa de sem traquejo para governar o Brasil. Gostaríamos de saber onde o ex-presidente buscou a informação de que o ministro não tem característica para liderar o País. O que deu para sentir em sua declaração é que essa classe política que comanda nossa Pátria desde 1985 não quer largar nem o osso. Elles estão unidos. Os interesses políticos são os mesmos: afundar o Brasil. A afirmação de FHC deixou clara a preocupação das velhas raposas do Congresso Nacional com aquele cenário da pesquisa Datafolha realizada em dezembro de 2013 em que aparece o ministro Joaquim Barbosa jogando por terra o interesse de milhares de eleitores por Aécio Neves (PSDB), Eduardo Campos-Marina Silva (PSB). O povo tem outra visão, não está vendo no ministro Joaquim Barbosa a falta de traquejo, experiência, pericia, tarimba, capacidade, habilidade, tato, desenvoltura. E o povo está vendo no ministro um homem capaz de governar o novo Brasil que, com certeza, vai começar a nascer nas eleições de 2014. Ministro, esta é a voz das ruas: é só pedir e o povo ajuda.

Leônidas Marques

leo_vr@terra.com.br

Volta Redonda (RJ)

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TRAQUEJO E GOVERNANÇA

Tem razão FHC! Não é só a Joaquim Barbosa que falta traquejo para governar, falta à Dilma, nossa presidente, também. Mas a pergunta que fica é se faltou traquejo a algum presidente anterior. Ou anteriores presidentes tiveram bom traquejo? Ou é o povo brasileiro que está ficando "traquejado" com tanto desmando? 2014 está começando e o povo brasileiro se "traquejou" em manifestações justamente por falta de traquejo dessa turma toda que nos governou.

José Piacsek Neto

bubanetopiacsek@gmail.com

Avanhandava

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CRÍTICA

FHC, em boca fechada não entra mosca!

Roberto Flugge

robflugge@ig.com.br

São Paulo

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DISTANTE

Enfim, um presidente sem traquejo? O PSDB continua distante da vontade do povo: de presidente com traquejo o Brasil está cheio!

Nilson Otávio de Oliveira

noo@uol.com.br

Valinhos

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MAIS UMA SÃO SILVESTRE CAPENGA

Desde que a Rede Globo comprou os direitos de organização e transmissão da tradicional corrida paulistana de São Silvestre, a prova foi totalmente descaracterizada pelo pessoal da televisão carioca. A corrida paulistana adquiriu fama internacional, que despertou a ganância da Rede Globo, porque ocorria exatamente na virada do ano. Daí o seu diferencial, muito bem bolado por seu criador, o jornalista Cásper Líbero, da Gazeta (SP). Neste ano a corrida teve seu início marcado para as 8h30, ou seja num horário em que os paulistanos ainda estão trabalhando e preocupados em ultimar os preparativos para a passagem de ano em suas residências ou em outros locais. Como consequência imediata, tumultua-se ainda mais o trânsito nas regiões por onde passam os corredores. E tudo isso é feito, novamente, para que a população assista à queima de fogos e a shows de artistas na Avenida Paulista. Uma imitação canhestra da virada do ano de New York, uma das mais sem graça do planeta, com aquela esfera estranhíssima descendo em torno de um mastro. E é agora equiparada à nossa.

Gilberto Pacini

benetazzos@bol.com.br

São Paulo

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PROVA MORIBUNDA

Na minha juventude, todas as festas de fim de ano eram complementadas pela transmissão da corrida de São Silvestre, cuja largada era realizada alguns minutos antes da meia-noite e, assim, durante a corrida, ocorria a virada do ano. Infelizmente, com a decadência do Grupo Gazeta, a corrida caiu nas mãos da Rede Globo e, a partir daí, passou a fazer parte da programação da emissora, sendo encaixada nos horários, para ela, mais convenientes. Assim passou para as tardes do dia 31 de dezembro, sofreu várias alterações em seu percurso e, finalmente, este ano a moribunda "prova esportiva" passou para as 8h30 da manhã, de modo a não atrapalhar a magnífica e imperdível programação da emissora global. Ficam aqui duas sugestões: transfira-se a São Silvestre para a cidade do Rio de Janeiro (mudando seu nome para "corrida de São Sebastião" ou "corrida da virada") ou se decrete de uma vez o fim da tradicional e saudosa corrida noturna.

Luiz Antonio Alves de Souza

zam@uol.com.br

São Paulo

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QUENIANOS VITORIOSOS

A superioridade africana é tamanha que só um milagre de São Silvestre fará um atleta de outra origem vencer novamente a corrida.

J. S. Decol

decoljs@globo.com

São Paulo

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FOGOS DE ESTAMPIDO

O uso de fogos de artifício em locais públicos nas celebrações de réveillon é adotado em várias partes do mundo. Por outro lado, o uso de fogos de estampido em festas particulares é uma prática que já devia ter sido proibida há muito tempo, como ocorre há vários anos com relação aos estádios de futebol. O uso de rojões que provocam estrondos enormes e repetidos em festas realizadas em bairros residenciais é comportamento desnecessário e inaceitável, pois causa grande desconforto e desagrados aos vizinhos - em especial às crianças e aos animais domésticos. Sempre é lembrado que os brasileiros são um povo alegre, mas os fogos de estampido são uma tristeza.

Claudio Janowitzer

cjano@terra.com.br

Rio de Janeiro

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MEGA SENA

A Mega Sena da Virada sorteou o maior prêmio da sua história, R$ 224 milhões. O montante será dividido entre apostas sortudas. Durante a semana do sorteio, a mídia explorou muito o assunto e, devido aos muitos comentários e sonhos, eu brinquei com algumas pessoas desconhecidas convidando-as a conhecer o mundo ao meu lado caso eu fosse o ganhador (todos os convites com muitos risos foram aceitos). Algumas ainda lembraram o filme "Proposta Indecente", com Robert Redford e Demi Moore, no qual ele oferece US$ 1 milhão para fazer sexo. É difícil resistir à tentação das cifras (quantas "paixões" ou casamentos brotam via interesse$). A política e toda corrupção, eu dispenso comentários. Conclusão: a fé não move montanhas, mas dinheiro (...).

Alex Tanner

alextanner.sss@hotmail.com

Sumaré

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COINCIDÊNCIA?

Mega Sena da Virada: 20 + 30 + 36 + 38 + 47 + 53 = 224. Valor do prêmio: R$ 224 milhões (exatamente a soma dos números). Detalhe: somando os cinco primeiros números, o resultado é 171. Como o brasileiro é inocente...

Ricardo Sanazaro Marin

s1estudio@ig.com.br

Osasco

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MUSEU ESCONDIDO

Refiro-me ao artigo de June Locke Arruda ( 1.º/1, A2), mordomo do Museu e da Capela da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo. Esse museu tão escondido e fora dos circuitos culturais de São Paulo possui um acervo riquíssimo e digno de ser visitado. Existe graças à boa vontade de uma equipe que zela por uma parte importante da memória paulistana. Nada mais justo que a Lei Rouanet venha a contribuir para a requalificação dessa instituição e para que todos possamos usufruir os tesouros que estão lá, na Rua Dr. Cesário Mota.

Nelson Penteado de Castro

pentecas@uol.com.br

São Paulo

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RENOVAÇÃO

A sr. June Locke Arruda, "mordoma" da Santa Casa, deve saber que as Santas Casas foram, na realidade, um das grandes coisas que a Igreja Católica fez na Idade das Trevas medievais, entre as quais a "criação do conceito de nação, os hospitais e universidades, etc." - claro que apagadas pelas besteiras políticas típicas dos caciques e pajés desde a época de Adão e Eva e que prevalecem até hoje. As Santas Casas eram "hospitais das freiras", que depois se tornaram "instituição de caridade dos governos". E chegaram ao ponto em que se encontra a Santa Casa de São Paulo, onde ainda resta um museu, e também as demais espalhadas pelo País: a falência geral do sistema de saúde, que há algumas décadas tinha no zelo das "irmãs" as Santas Casas como referência social de saúde nas principais cidades. Claro que como peça do museu está a capela, típica da religiosidade católica que sempre dirigiu as Santas Casas, hoje verdadeiros museus da saúde no Brasil.

Ariovaldo Batista

arioba06@hotmail.com

São Bernardo do Campo

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GRITO DE ALERTA PARA 2014

Morte aos caramujos alienígenas que sorrateiramente estão infestando centros urbanos, zonas rurais, rios e reservatórios de todo o País!

Sergio S. de Oliveira

ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

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