Fórum dos Leitores

SÃO PAULO, 460 ANOS

O Estado de S.Paulo

25 Janeiro 2014 | 02h04

Parabéns

A pujante São Paulo completa 460 anos de existência. Mas esses quase cinco séculos não se passaram simplesmente por passar. Não obstante os percalços sofridos pelos paulistanos, resultantes muito mais da má administração política que do gigantismo da metrópole, o fato é que São Paulo é um exemplo para todo o mundo. Acolhe com o mesmo carinho e desprendimento todas as raças, todos os credos, e está sempre aberta para receber outros brasileiros e estrangeiros, dando a todos as mesmas oportunidades de viver, conviver, trabalhar, progredir e sonhar. São Paulo é o abrigo gigantesco de todos os cidadãos do mundo. Apenas isso. Parabéns, São Paulo! Parabéns paulistanos e paulistas!

CARLOS BENEDITO P. DA SILVA

advcpereira@ig.com.br

Rio Claro

Coração do Brasil

Parabéns aos paulistas e paulistanos que vivem na maior cidade da América Latina, considerada por muitos o coração do Brasil. Infelizmente, esta cidade, que deveria ser uma referência, tem sido muito maltratada. Não só pela falta de investimentos nas questões básicas - hospitais, escolas, moradias, lazer, saneamento, transporte, segurança -, mas também pelas pessoas que não têm um mínimo de educação e respeito pelo local que habitam. Ah, e é proibido chover por aqui, viu São Pedro? As ruas alagam, os semáforos param de funcionar por vários dias, o trânsito e o transporte público ficam caóticos e nós, os bravos guerreiros, somos obrigados a enfrentar esta saga ano após ano. Apesar de todos os defeitos, aprendemos a amar esta cidade e eu espero que algum dia São Paulo se transforme num lugar mais digno e humano para todos. Auguri!

ADRIANA AULISIO

aulisiodri@gmail.com

São Paulo

Mãe zelosa

São Paulo faz mais um aniversário. São Paulo de enchentes, invasões, rolezinhos, queima de ônibus, assaltos, assassinatos e tantos outros fatos que inibiriam qualquer um de buscar esta cidade para morar e tentar melhorar de vida. Mas parece que o bom senso não é virtude dos migrantes, eles vêm aos milhares, de tal forma que a megalópole não consegue atender às necessidades de saúde, educação, transporte e moradia. A cidade continua a inchar, multidões vão chegando e, como uma mãe zelosa, ela vai absorvendo, acomodando, crescendo. Foi assim nos últimos 459 anos e será assim daqui para a frente nesta cidade complicada, mas de onde jamais saí; onde tudo falta, mas tenho de tudo; onde é difícil locomover-se, mas continuo andando; e onde com certeza vou morrer, porque é impossível me imaginar em outro lugar.

JOÃO MENON

joaomenon42@gmail.com

São Paulo

Paraíso e inferno

São Paulo chega aos seus 460 anos de vida como uma das maiores, mais ricas, dinâmicas e pujantes cidades do mundo. É uma cidade cheia de gente criativa, descolada, empreendedora, inovadora, trabalhadora, competente e, sob muitos aspectos, concentra, reúne e aglutina o que há de melhor no Brasil em termos culturais, artísticos, intelectuais, profissionais, esportivos e de serviços. Ao mesmo tempo, é triste para nós, paulistanos, vivermos numa cidade tão mal cuidada pelos governantes municipais, com um metrô ridículo, sem mobilidade urbana, poluída, violenta e com uma qualidade de vida tão ruim. São Paulo é um mix de paraíso e inferno, tudo junto e misturado, num caos urbano repleto de oportunidades e movimentos. O fato inegável é que a nossa querida Sampa merece muito mais cuidados e atenção nos seus 460 anos de existência.

RENATO KHAIR

renatokhair@uol.com.br

São Paulo

Eleger melhor

Apesar de maltratada pelas péssimas autoridades que deveriam zelar por ela, São Paulo chega pujante aos 460 anos. Parabéns a todos os que aqui vivem e a amam! Mas procurem eleger pessoas que possam cuidar melhor dela, pois nos últimos 20 anos tem sido uma decepção após a outra.

ADEMAR MONTEIRO DE MORAES

ammoraes57@hotmail.com

São Paulo

GESTÃO HADDAD

Enchentes

"Todo ano é a mesma coisa, a gente trabalha, compra as coisas e quando chove a gente perde tudo", lamentou uma moradora de área alagada pelo Córrego Pirajuçara, que, apesar de próximo de piscinão, sofreu transbordamento e provocou a queda de muros de imóveis residenciais. Isso mesmo, todo ano é a mesma coisa: tragédias já esperadas continuam a ocorrer, apesar dos altos impostos, do IPTU, que são desviados para caixas 2 e outras coisinhas mais da Prefeitura, não sobrando para cumprir o destino pelo qual os gestores municipais são cobrados. A única coisa boa das enchentes seria se essas águas apagassem as faixas exclusivas de ônibus, prestando um serviço à população, pois temos de apelar aos céus, já que parece que o paulistano tem o "carma" de ser mal administrado por todos os alcaides incompetentes e gananciosos com que temos sido brindados nos últimos tempos.

CARMELA TASSI CHAVES

tassichaves@yahoo.com.br

São Paulo

Fixação por faixas

É muito fácil para o nosso prefeito - que merecidamente já recebeu a alcunha de Malddad - criar mais corredores de ônibus e jogar os demais veículos no inferno: basta um balde de tinta branca e um rolo de pintar. Mas se ele quer mesmo enfrentar o problema do trânsito deveria pensar antes em 1) dotar a cidade com mais e melhores ônibus, 2) tapar os buracos e melhorar o leito carroçável das vias, 3) proibir e coibir firmemente o estacionamento nas ruas estreitas, 4) prover a cidade de um sistema eficiente de semáforos sincronizados, etc., etc... A lista é grande, basta ver o que acontece por aí. Aliás, o prefeito tem a mania de optar por soluções fáceis. Vejamos, por exemplo, as faixas distribuídas pela cidade alertando sobre as áreas sujeitas a enchentes.

AUGUSTO M. DIAS NETTO

diasnetto@terra.com.br

São Paulo

Mudar paradigmas

Os srs. promotores públicos do Estado de São Paulo, que também devem ser contribuintes, erram ao condenar a Prefeitura a indenizar a população vítima de enchentes, pois o dinheiro que vai sair do erário municipal é nosso - produto dos impostos pagos por nós. O correto é condenar os administradores (prefeitos e secretários) que foram muito bem pagos para administrar os recursos arrecadados em prol dos munícipes. Vamos mudar paradigmas.

VALENTIM JOSÉ CAMARÇO NETO

vjcneto@gmail.com

São Paulo

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SÃO PAULO, 460 ANOS

A maior cidade de America Latina, São Paulo, faz hoje 460 anos. Poderia ser uma cidade modelo, não fossem os políticos picaretas que dela se apoderaram para destruí-la. São Paulo reúne todas as condições para ser a melhor cidade do mundo, produz riqueza, graças aos trabalhadores e empresários que apostaram nela, e é responsável pela criação de 129.401 empregos, o que representa ¼ de todos os empregos criados no País em 2013. É na querida São Paulo que as pessoas querem viver, pois ela tem os melhores restaurantes, as melhores escolas, hospitais, etc. Por tudo isso a nossa São Paulo recebe os parabéns, pois, apesar dos maus tratos, sobrevive e acolhe todos os que procuram por ela.

Izabel Avallone

izabelavallone@gmail.com

São Paulo

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NOSSA SAMPA

São Paulos, Josés, Marias, Joanas. São paulistanos, paulistas, migrantes de todos os cantos do País e imigrantes de todos os cantos do mundo. São portugueses, espanhóis, italianos, poloneses, japoneses, coreanos. São corintianos, palmeirenses, são-paulinos, lusos, santistas. São empresários, office-boys, médicos, advogados, publicitários, vendedores, corretores, engenheiros, arquitetos. São católicos, evangélicos, judeus, muçulmanos, budistas, espíritas, umbandistas, agnósticos, ateus. São crianças, jovens, adultos, idosos. São carentes, classe média, ricos, milionários. São da periferia, dos bairros sofisticados, do centro. São gentes de todo tipo e jeito convivendo nesta gigantesca, problemática e adorável megalópole. São Paulo, 460 anos. Viva!

J. S. Decol

decoljs@globo.com

São Paulo

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TERRA DE OPORTUNIDADES

São Paulo, que desde seu nascimento é a pedra angular na sustentação de uma nação de dimensões continentais, predestinada a ser uma potência, sempre cumpriu e cumpre sua missão de abraçar e receber proteger quem recorre a seus préstimos. Um caudaloso receptáculo de oriundos representantes naturais de todas as raças, nações e obscuros e pequenos países. Nunca, ninguém é repelido, impedido de passear por seus limites geográficos. Aqui, artistas, cientistas, pintores, hábeis escultores, escritores, atores, empresários, esportistas, inventores, enfim, uma verdadeira seleção de celebridades aportou e aporta, periodicamente, porque são recebidos de braços abertos. Sabem que nessa bendita terra paulistana está o mais bem preparado solo onde as sementes de seus mais ambiciosos sonhos se tornarão realidade. Esta cidade, que leva o nome do antigo soldado romano, perseguindo e matando cristãos, marcado por Deus para ser o mensageiro dos "Salmos" após sua conversão ao cristianismo, fez jus ao nome do santo: sempre espalhou, com dignidade, as mensagens de progresso a todos os povos do mundo. A minha São Paulo faz hoje 460 anos, idade de jovem, perto de países europeus. Com dinamismo fulgurante, espantosa alegria, exuberante progresso, muitos poderiam encontrar exageros na minha dissertação, porém nunca se deve esquecer de que, apesar dos problemas que surgem na caminhada rumo ao grande futuro, certas peculiaridades inevitáveis e necessárias ao processo de grandiosidade não podem ser evitadas por pertencerem ao conjunto de itens imprescindíveis para alcançar o ápice do seu objetivo. Para um aniversariante se dizem sempre coisas boas e bonitas. Falar de política suja, mensalão, suborno, golpes, maracutaias, vereadores, deputados, senadores, governadores e toda a fauna dos federais deixo para os comentaristas especializados.

Modesto Laruccia

modesto.laruccia@hotmail.com

São Paulo

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HOMENAGEM

Ao ensejo da passagem dos 460 anos de aniversário da fundação da nossa capital São Paulo, que teve como embrião a criação do Colégio São Paulo no planalto de Piratininga, no local hoje denominado Pàteo do Colégio, não posso, como homenagem à nossa capital, deixar de enaltecer a figura do padre jesuíta José de Anchieta, também denominado apóstolo do Brasil, como um dos fundadores do mencionado colégio. O jesuíta era um grande admirador das praias brasileira, onde costumava escrever seus versos e poemas, e destes um dos mais importantes foi o chamado "Poema à Virgem" (nossa senhora), escrito numa praia de São Vicente. À guisa dessa maneira, peço vênia para transcrever também, somente como homenagem ao jesuíta, um verso escrito há mais de 50 anos, por uma senhora de um desembargador, na Praia Grande de Itanhaém, onde também me achava, em resposta a um verso meu: "Poeta que escreve na areia não desafia o mar, pois, em sendo maré cheia, seus versos vão se apagar".

Antonio Brandileone

abrandileone@uol.com.br

Assis

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TRISTE ANIVERSÁRIO DE SÃO PAULO

Como sempre ocorrem com as administrações petistas, perdulárias, inconsequentes e incompetentes, fica impossível comemorarmos mais um aniversário da maior capital do País com alegria e orgulho, pois a cidade está triste e, infelizmente, abandonada, entregue em mãos do talvez pior prefeito da história. Suja, escura, remendada, ocupada em suas vias com barracas de sem-teto, drogados, marginais e toda espécie de gente desassistida, empobrece e afunda o conceito de uma extraordinária, metrópole. Sr. Haddad e seus comandados prestam um desserviço e realizam gestão para ser esquecida e lamentada para sempre, fruto de seu inspirador e criador de postes chamado Lula, que é mestre no tema. A cidade de São Paulo precisa e merece gente muito melhor. Salvem São Paulo, pois sua história está sendo jogada no lamaçal de gente, no mínimo, despreparada. E ainda querem nos empurrar mais um petista que não é do ramo para todo o Estado? Socorro!

João Batista Pazinato Neto

pazinato51@hotmail.com

São Paulo

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PREFEITO TRAPALHÃO

Parabéns, sr. Haddad, pelo excelente desserviço prestado até aqui ao abnegado povo paulistano, em suas atrapalhadas administrativas e seus conceitos errados sobre tudo, em conformidade com o que foi sua passagem pelo Ministério da Educação, com os seus asseclas trapalhões. Em homenagem ao aniversario de São Paulo, fica patente que seu amigo da Irmandade Petista, um tal de Padilha, jamais irá colocar os pés no Palácio dos Bandeirantes, pois São Paulo não merece esse tipo de gente para nos governar.

Delcio Pagliari

radio2wtt@uol.com.br

São Paulo

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USP, 80 ANOS

Maior e melhor universidade brasileira, a Universidade de São Paulo (USP) atinge uma maioridade ao mesmo tempo que é desafiada a romper amarras para promover saltos de qualidade em suas atividades de pesquisa, ensino e extensão, como deixa bem claro o novo reitor, professor dr. Marco Antonio Zago. Dada a relação íntima das atividades de Julio de Mesquita Filho com a criação da USP, seria importante a reedição de seu livro "A Crise Nacional" junto com as enquetes sobre o ensino publicadas em 1926 no "Estadão". Um projeto à semelhança do que foi feito com "A Guerra", de Julio Mesquita, em 2002, seria um belo presente à academia e aos paulistas.

Adilson Roberto Gonçalves

prodomoarg@gmail.com

Lorena

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CONFLITO NA CRACOLÂNDIA

Miseráveis e infelizes da cracolândia viram material de primeira para campanha política em São Paulo, não é mesmo, governador Geraldo Alckmin e prefeito Haddad?

Arnaldo de Almeida Dotoli

arnaldodotoli@hotmail.com

São Paulo

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BOLSA CRACK

Dos mais de 2 mil viciados da cracolândia, cerca de 300 se inscreveram ou vão se inscrever no programa Braços Abertos, da Prefeitura. Destes, somente 80 compareceram para o "serviço e reeducação". Haddad estava lá, firme, prometendo ampliar o programa e cadastrar novos hotéis para recebê-los. Ele e a mídia oficial do PT. No programa não existem regras para descredenciar o beneficiário. Ele precisa se tratar? Não. Ele precisa comparecer ao trabalho? Não. Se não for, deixa de receber R$ 15,00. Ele está proibido de consumir crack com uniforme da Prefeitura? Não. O seu trabalho passa por alguma avaliação de qualidade? Não! Há um prazo para deixar o programa? A resposta é não. Portanto, o senhor alcaide acaba de criar o programa Bolsa Crack: casa, comida, salário e local para consumir a pior e mais devastadora droga, sem obrigações em contrário. Tudo pago pelo contribuinte. (Teve gente que condenou o presidente do Uruguai por liberar a "inocente" maconha aos custos do usuário.) Com o arrendamento de mais hotéis, para acomodar os usuários do crack, o alcaide está definitivamente "detonando" a sonhada revitalização do Centro Histórico de São Paulo. O programa Bolsa Crack, uma vez iniciado, jamais terá fim. Vão-se os barracos e ficam os hotéis, deteriorando para sempre o centro da cidade. Só falta oficializar a rede de venda e distribuição da droga nas portarias desses hotéis. São Paulo necessita urgentemente de prefeito nascido aqui e que ame a cidade. Chega de político turista, sem identificação com seu povo e sai vida.

Augusto Luiz Degani

augustodegani@hotmail.com

São Paulo

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IDEIA IMBECIL

O alcaide da nossa São Paulo, mais conhecido como "Malddad", pensa que pode resolver todos os problemas da cidade num piscar de olhos e, assim, preparar uma bela vitrine para o próximo poste do Lula. Tinha um plano perfeito, que obviamente não contou para os eleitores de São Paulo antes de ser eleito, isto é, extorquir os paulistanos com um aumento de imposto abusivo que, felizmente, a Justiça não permitiu que o fizesse. Saiu pintando faixas pela cidade para permitir que os ônibus tivessem prioridade e que o paulistano deixasse os seus carros em casa para evitar congestionamentos e horas de sofrimento. Agora, para resolver o problema da cracolândia e mal assessorado, como sempre, deu emprego de gari, além de hospedagem em hotéis, aos doentes que se amontoam na região para consumir drogas, afirmando com ar de descobridor da pólvora que "conseguimos mudar a cara da região em apenas dois dias". Sugiro que o alcaide dê também emprego a essas pessoas, de inspetores de faixas, para anotarem as placas dos motoristas desesperados que as invadem e assim serem multados, afinal esse trânsito está uma droga mesmo! Brincadeira, prefeito, não acredite em mais uma ideia imbecil.

Alberto Bastos C. de Carvalho

albcc@ig.com.br

São Paulo

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PADRÃO FIFA

O prefeito Haddad conseguiu transformar, em apenas dois dias, os drogados maltrapilhos da cracolândia em hóspedes uniformizados de hotéis do centro de São Paulo. Ainda que muitos continuem a fumar as suas pedrinhas de crack, convenhamos que o patamar é outro. Nossos drogados agora têm padrão Fifa. Isso a oposição não vê! Ô raça!

Maurício Rodrigues de Souza

mauriciorodsouza@globo.com

São Paulo

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E AÍ, SOLUCIONOU?

Antes os viciados da cracolândia faziam o diabo para adquirir uma pedra da droga. Roubavam, matavam, prostituíam-se e por aí afora. Agora não precisam mais usar desse expediente. O governo os tirou das ruas, deu-lhes uma ocupação e pagamento diário, subsidiando-lhes o vício. Falar mais o quê?

Luis Fernando Santos

luffersanto@bol.com.br

Laguna (SC)

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VICIADOS E TRAFICANTES

Por que o prefeito, em vez de jogar nosso dinheiro no lixo, criando a bolsa viciado, não prende os traficantes que habitam as proximidades da cracolândia e que fornecem impunemente as pedras de crack aos viciados? Com certeza porque a criação de um programa de assistência a viciados, por mais furado que seja, dá muito mais Ibope do que uma ação enérgica para acabar de verdade com a cracolândia...

Victor Germano Pereira

victorgermano@uol.com.br

São Paulo

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THE GODFATHER

Na cracolândia, entre nóias e traficantes, Haddad já é chamado de "O Padrinho".

A.Fernandes

standyball@hotmail.com

São Paulo

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A CRACOLÂNDIA DE HADDAD

Se o nobilíssimo prefeito Haddad, o poste de Lula, adora e quer que a cracolândia seja sua única meta de trabalho, sugiro que mude o nome para Haddadolândia. Isso combina mais com esse gosto duvidoso e a falta de metas e objetivos numa prefeitura do tamanho de São Paulo.

Asdrubal Gobenati

asdrubal.gobenati@bol.com.br

Rio de Janeiro

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MENINA DOS OLHOS

Se a menina dos olhos do prefeito "Malddad" sem rumo é a cracolândia, sugiro que leve os traficantes que foram abordados pela polícia para casa ou para os comitês do PT. Será que a cidade não tem mais nenhuma carência ou prioridade, se todos os secretários vão até a cracolândia para aparecer na TV? Ora, prefeito, ilumine o poste que há dentro do senhor e cuide dos trabalhadores carentes, dos ônibus lotados, das enchentes por todo lado, da saúde na UTI e, depois, dê uma atenção aos viciados. Esses só dão despesa e nós é que pagamos.

Mustafa Baruki

mustafa-baruki@bol.com.br

São Paulo

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VIOLÊNCIA NÃO

A cracolândia é um destaque negativo na capital paulista. Anos passados, a polícia do Estado expulsou algumas centenas de viciados de outra área. E eles se reuniram onde hoje estão. O atual governo municipal está implementando um programa diferente dos anteriores, para recuperá-los. E vem novamente a polícia do Estado e provoca confusão, com agressões e muita violência. Quem pode explicar as razões? E quem deu as ordens para tal atitude?

Uriel Villas Boas

urielvillasboas@yahoo.com.br

Santos

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SEM TETO (OU SEM ESPAÇO)

Assistir esta semana a uma reportagem de TV em que foi entrevistado um dos líderes dos manifestantes do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), em que o cidadão declarou: "O volume de recursos que o governo do Estado disponibiliza para o Minha Casa, Minha Vida (que é um programa do governo federal) são insuficientes porque só viabilizam uma casa de 39 m², que não abriga uma família de quatro pessoas". Alguém esclareça a esse indivíduo que o maior volume de lançamentos do mercado imobiliário em 2013, em São Paulo, foi de apartamentos com metragem entre 34 m² e 47 m², com preço médio de R$ 500 mil. Isso é proselitismo eleitoreiro descarado.

Claudio Juchem

cjuchem@gmail.com

São Paulo

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ROLEZINHOS

Nos fins de semana, em busca de uma diversão barata, as famílias de todas as classes sociais passeiam nos shopping centers, veem vitrines, frequentam as praças de alimentação e, quando o dinheiro permite, assistem a um filme em seus cinemas. Assim, pais, mães, avós, jovens e crianças de todas as idades circulam livres e seguras nestes "templos de consumo". Imaginem o pânico de uma família ao ver surgir, nos corredores dos shoppings, um bando de adolescentes, aos berros, correndo, trocando empurrões. Segundo nossos sociólogos e psicólogos de plantão, nada a temer, pois, como eles não estão roubando nem depredando nenhuma loja, trata-se de simples e justas manifestações de jovens excluídos pela sociedade de consumo.

Luiz Antonio Alves de Souza

zam@uol.com.br

São Paulo

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ATÉ ONDE ISSO VAI?

O ministro Gilberto Carvalho defende que é preciso dialogar com os organizadores dos rolezinhos, numa típica atitude oportunista e demagógica. Afinal, esse povo também vota e neste ano tem eleição. Enquanto isso, frequentadores de um baile funk depredaram e saquearam um mercado e um posto gasolina porque a "polícia repressora" não os deixou fazer seu baile no meio da rua, afinal, eles têm direito de fazê-lo ali, têm o direito de importunar os moradores da região com o seu barulho, têm o direito de fazer da via pública motel e banheiro, têm o direito de beber e se drogar, afinal, baile funk é movimento cultural, de acordo com os politicamente corretos e os oportunistas de plantão. E quem é contra é "conservador", "reacionário", etc. Tristes tempos estes. Só quero ver aonde tudo isso vai parar.

Alexandre Fontana

alexfontana70@yahoo.com.br

São Paulo

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DIÁLOGO

Gilberto Carvalho deveria abrir um diálogo com "esses meninos" do rolezinho em sua própria casa. Mas, desde que sejam eles, os ditos meninos, a marcar o evento. A pimenta em olhos alheios...

Doca Ramos Mello

ddramosmello@uol.com.br

São Sebastião

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HADDAD E OS ROLÊS

O prefeito Fernando Haddad (23/1, A16) tem de saber que quem fala muito erra muito. Mas ele, com lambanças, está muito acima da média aceitável. Dizer que "preocupação com encontros é exagerada", aqui para nós, foi uma estupidez!

J. Perin Garcia

jperin@uol.com.br

São Paulo

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ROLEZINHO NOS CEUS

Na matéria do dia 23/1, com o título "Para Haddad preocupação com encontros é exagerada", o prefeito de São Paulo teve a brilhante ideia de que os rolezinhos podem ser feitos nos CEUs (Centros Educacionais Unificados), que são escolas que ficam em bairros residenciais e que, como o próprio nome indica, têm aulas. Ao invés disso, por que ele não sugeriu o Sambódromo? Um lugar amplo, próprio para reunir grandes grupos e sem casas residenciais em volta? Fiquei imaginando qual seria o horário do rolezinho: de dia, quando há inúmeras crianças em aulas? À noite, quando os moradores das casas vizinhas chegam dos seus trabalhos e querem descansar, ou de madrugada quando todos precisam dormir? Que ideia, prefeito... chega a ser vergonhoso pensar que o senhor está à frente de nossa cidade.

Viviane Batista

vi_batista@yahoo.com.br

São Paulo

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TROVA

Qualquer manifestação / Perturba o cidadão / Melhor pensar a ação / Ao malhar a multidão.

Luiz Roberto da Costa Jr.

lrcostajr@uol.com.br

Campinas

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ELES QUEREM DESTAQUE

A sociedade não deve tolerar os delinquentes que promovem a desordem banalizada de rolezinho. Duvido de que eles aceitarão promover a baderna em ambientes predeterminado pelas autoridades que nos governam, os desocupados querem é destaque na mídia. Seria interessante um rolezinho dentro da penitenciária.

José Roberto Iglesias

rzeiglesias@gmail.com

São Paulo

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VIDENTES

Com referência aos rolezinhos atuais, vejam, em 1995 a banda Mamonas Assassinas profetizou num trecho da música: "Esse tal ‘chopis cêntis’ é ‘muitcho’ legalzinho, pra levar as namorada e dar uns rolezinho". Seriam eles videntes?

Paulo César Azevedo Meyer

meyertour@hotmail.com

Belo Horizonte

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OS TRENS DO RIO DE JANEIRO

Esta semana, mais um dia de transtorno para os usuários da Super Via, no Rio de Janeiro. Descarrilamento de composição provocou a paralisação do sistema. As explicações da empresa são as mesmas de sempre. Compramos composições novas, investimos tanto, blá, blá, blá. A malha é a mesma. O atendimento ao usuário nas estações não existe e vem o secretário estadual de transportes, sr. Julio Lopes, querendo dar uma de durão, dizendo que o governo do estado vai exigir a punição da Super Via, e minutos antes foi flagrado junto com um técnico da Agetransp e o presidente da empresa dando uma bela gargalhada. Este secretário e o governo Sergio Cabral não estão nem aí para o povo. Eles são parceiros das empresas. Pena que o eleitor não se lembra disso nas eleições. E olha que alguns passageiros falaram da falta de respeito ao cidadão e usuário, mas de que adianta se na hora de votar os reelege.

Panayotis Poulis

ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

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‘A DÉCADA PERDIDA’

A desfaçatez de alguns políticos que debitam na conta de um passado remoto os problemas de infraestrutura do Brasil - como faz o secretário Júlio Lopes, do Rio, a respeito dos trens urbanos cariocas - nos obriga a lembrar que desde 1985 as esquerdas detêm o poder. No Rio, antes mesmo da redemocratização, FHC privatizou serviços e iniciou o programa bolsas, Lula universalizou o programa bolsas e, empregando eufemismos (e fingindo pudor), continuou a privatização. Realizar obras complexas de infraestrutura que se prolongam por vários governos e, assim, não dão retorno político imediato, só no regime dos generais, verdade seja dita. Aliás, o secretário falou em décadas de descaso, assim é bom ler "A Década Perdida", de Marco Antônio Vila, como ele, Júlio, deve ter lido.

Roberto Maciel

rvms@oi.com.br

Salvador

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O TREM ATRASOU

O trem atrasou e não há memorando da Supervia que justifique o atraso do usuário. O secretário dos Transportes fala, ri, mas nada resolve. E o prefeito, onde está o prefeito? Até a Globo, pasmem, ficou indignada. Enquanto isso, Serginho Cabral voltava para casa... de helicóptero, é claro. O trem não passa em Mangaratiba.

Gilberto M. Costa Filho

marcophil@uol.com.br

Santos

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CAOS NO RIO

O escárnio e os sorrisos com que as autoridades trataram o dia de caos urbano nos transportes do Rio na quarta-feira são emblemáticos. Mostram a faceta colonial de grande parte das lideranças governamentais do País, que, "encastelados" em seus privilégios nas altas funções públicas que exercem, pouco se importam com o sofrimento das massas. Talvez nas eleições de outubro próximo tais mandarins tenham alguma surpresa. Quem viver verá.

José de A. Nobre de Almeida

josedalmeida@globo.com

Rio de Janeiro

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PROGRESSO NENHUM

Mais uma ocorrência na Supervia. Se não bastasse o bondinho de Santa Tereza (até hoje parado), vemos uma inércia tremenda na área de transportes. Também, pudera, com as concessões e isenções que são feitas (vide redução de 50% do IPVA para as empresas de ônibus), não se pode esperar progresso nenhum. Eles estão como o finado Justo Veríssimo, do saudoso Chico Anísio: "Eu quero é que o povo exploda". Lá no Maranhão já está explodindo, daqui a pouco haverá um rolezão pelo País todo.

Sebastião Paschoal

s_paschoal@hotmail.com

Rio de Janeiro

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CARTEL DOS TRENS EM SP

Enfim um corajoso e, espero, independente promotor de Justiça, Marcelo Milani, afirmou haver prova de pagamento de propina no caso dos trens e metrô de São Paulo, e essa afirmação apenas corrobora o que a mídia e este jornal, principalmente, vêm trazendo há muito tempo sobre este caso escabroso de corrupção na malha viária de São Paulo.

Marcos Barbosa

micabarbosa@gmail.com

Casa Branca

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TERNO E GRAVATA

Se determinadas representações de classe obrigam seus associados a envergarem terno e gravata neste tórrido verão tropical, baseadas na necessidade que algumas profissões devem manter uma certa postura de dignidade e respeito diante do público, não se justifica tal recomendação para os políticos e parlamentares que, em sua esmagadora maioria, vivem em permanente estado de desrespeito para com o interesse público, em nome do qual foram eleitos, e enredados em envolvimentos assustadores de corrupção. Se, para cada elemento de nossa classe política que esteja respondendo a algum processo na justiça, fosse proibido o terno e a gravata, quase a totalidade dos que operam hoje no Congresso e nas Assembleias estaduais e municipais, poderiam considerar-se privilegiados no que diz respeito à indumentária de trabalho, neste verão que nos está derretendo.

Paulo Roberto Gotaç

prgotac@hotmail.com

Rio de Janeiro

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