Fórum dos Leitores

MANIFESTAÇÕES

O Estado de S.Paulo

28 Janeiro 2014 | 02h05

Protestos contra a Copa

Sábado à noite, quem estava no centro da cidade de São Paulo passou momentos de tensão. Protestantes ameaçavam as pessoas indiscriminadamente. Protestavam contra os custos da Copa do Mundo. Perguntei: por que não protestam em frente ao estádio Itaquerão? Lá está enterrado R$ 1 bilhão! Um protestante respondeu: "Não sou maluco. Lá os mano me matam".

EDELCIO TADEU DE O. SILVESTRE

alvomax@alvomax.com.br

São Paulo

A luta agora é outra

A população precisa ter bom senso. Querer impedir a Copa do Mundo de Futebol porque foram feitos grandes investimentos não é uma boa atitude para quem pensa num Brasil melhor. Vamos comemorar os investimentos no esporte e recepcionar os torcedores de outros países com dignidade e respeito. A Copa é do mundo, mas a organização é nossa. A luta agora deve ser por melhorias na saúde e na segurança. As manifestações devem ser pacíficas, sem truculência da polícia e desordem dos manifestantes. Manifestações não podem virar barbárie. Rosto coberto e coquetel molotov são coisa de bandido. Que prevaleçam a ordem e o progresso.

GILSON EDSON NASCIMENTO

gilsoned@ig.com.br

Jandira

Bom senso

Verificando as passeatas que vêm sendo realizadas nos últimos dias, dá bem para compreender. O bom senso diz que não passa de um bando de desordeiros sem nenhum objetivo a não ser destruir patrimônio público e particular e provocar a polícia até que aconteça o pior, para criar um mártir. Acho que a polícia deve descer a borracha, sim, e não cair na deles.

MIGUEL RIZZO

miguel.rizzo@terra.com.br

São Paulo

Black blocs e a PM

As opiniões dos ditos "especialistas" em segurança pública sobre a ação da Polícia Militar (PM) no episódio dos black blocs são absolutamente ridículas, uma verdadeira coletânea de abobrinhas para rechear discursos de ativistas de direitos humanos. Antes de mais nada, quero saber quantos criminosos cada um desses "especialistas" prendeu durante sua carreira policial e de quais ações de vulto eles foram partícipes ativos ou comandantes de operações bem-sucedidas. Temos de parar de dar ouvidos a esse tipo de pessoas, que para se promover criticam sistematicamente todas as ações da PM, ora julgando-a violenta, ora omissa, mas nunca justa. Fez bem o governador Geraldo Alckmin em defender a ação da Tropa de Choque e dos demais PMs que bravamente cumpriram seu dever, que era proteger a população de bem e procurar restaurar a ordem. Quero ver se os ditos "especialistas" vão justificar ao serralheiro Itamar, que teve seu Fusca 79 incendiado por essa horda de vândalos, além dos comerciantes que tiveram seus estabelecimentos vilipendiados, que a ação da PM foi desproporcional. Parabéns à PM e aos integrantes da Tropa de Choque. São Paulo conta com vocês!

FREDERICO D'AVILA

fredericobdavila@hotmail.com

São Paulo

Gostaria de entender

A quem interessa provocar a inibição das pessoas bem-intencionadas em participar novamente das passeatas de protesto contra atitudes inadequadas do nosso governo? Será que os black blocs não estão sendo "monitorados" para isso? A nossa polícia tem como saber, mas não vejo nenhuma ação concreta para isso!

WALTER DIAS DE CARVALHO

walterdc@uol.com.br

Jundiaí

Vandalismo mascarado

Por que os cidadãos não podem manifestar-se em paz? Por que a PM não protege a manifestação? A Tropa de Choque é mesmo incapaz de deter os vândalos, arrancar-lhes a máscara e publicar sua identidade? Os black blocs atuam a mando de alguém? Por quem assumem riscos?

HARALD HELLMUTH

hhellmuth@uol.com.br

São Paulo

Ilha da Fantasia

Governo viu 'ingratidão' em protestos, diz ministro (25/1, A9). O ministro (Gilberto Carvalho) vive na Ilha da Fantasia? Ignora a qualidade dos serviços públicos prestados pelas organizações do Estado loteadas politicamente? Ignora que o loteamento político torna as organizações ineficazes, ineficientes, corruptas e desperdiçadoras, em grande escala, de recursos arrecadados, que poderiam ser investidos em serviços sociais? Ignora que o loteamento político beneficia somente os políticos e seus parceiros, isto é, uma minoria que, naturalmente, não protesta? Ignora que organizações do Estado incompetentes evitam reformas que beneficiariam o País? Ignora que o desenvolvimento democrático do País está prejudicado, deixando-nos em inferioridade em comparação com países desenvolvidos? E desconhece a importância do Estado no regime democrático, garantindo segurança, distribuição de renda, etc.?

DARCY ANDRADE DE ALMEIDA

dalmeida1@uol.com.br

São Paulo

Tanto o quê?

Se fato, no Fórum Temático no Sul, o ministro Gilberto Carvalho afirmou: "... fizemos tanto por essa gente e agora eles se levantam contra nós" (referindo-se às jornadas de junho do ano passado). Tanto o quê? Enganações? Mentiras? Engodos?

PAULO BUSKO

paulobusko@terra.com.br

São Paulo

Ingratidão reversa

Esclarecedora a declaração do ministro Gilberto Carvalho quanto à lógica do governo e dos aliados, perplexos com a "ingratidão" daqueles pelos quais fizeram tanto e agora se levantam contra eles, além de óbvia quanto aos fins e os meios. Que democracia é essa? Inverteu-se a ordem de quem existe para quem e quem é responsável pelo quê. Nada mais fazem do que a obrigação, a um preço exorbitante para a sociedade, sem entrar no mérito qualitativo. Portanto, esperar gratidão, obediência e aplausos de quê? Pai dos pobres, mãe do PAC, entre outros? Nesse contexto, aplausos e obediência unânimes existem quando interesses mútuos vigoram e se realimentam (vide alianças políticas, ministérios, cargos públicos, financiamentos, a fábrica de campeões, dívidas perdoadas e obras de infraestrutura em países "amigos"). A ingratidão é do governo para com a sociedade, que simplesmente vem mostrando (ou está acordando) não estar satisfeita com o alto preço cobrado (obediência e tributos) e pela qualidade dos serviços prestados. Em marketing tudo é possível, muito mais propaganda é necessária com produtos ruins. Com milhões de analfabetos puros e funcionais, os "índices de gratidão" são reversíveis.

LUIZ A. BERNARDI

luizbernardi@uol.com.br

São Paulo

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ESBANJANDO COM O DINHEIRO PÚBLICO

A comitiva da presidente Dilma Rousseff, a caminho de Cuba, hospedou-se nos dois hotéis mais luxuosos de Lisboa. Um total de 45 quartos. A suíte de Dilma no Hotel Ritz custou a bagatela de R$ 26 mil a diária, ou seja, o salário de um deputado federal. Como brasileiro que sou, sinto vergonha desta afronta. O povo nas ruas de São Paulo protestando contra a realização da Copa do Mundo bilionária, passando fome nas favelas miseráveis, morrendo nas filas dos hospitais por falta de leitos, recebendo educação de Terceiro Mundo nas escolas, e dona Dilma esbanjando o dinheiro resultante dos impostos que nós, contribuintes, pagamos com o suor do nosso trabalho. Onde estão a humildade e o bom senso, sra. presidente e comitiva?

Károly J. Gombert

gombert@terra.com.br

Vinhedo

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TURISMO EM LISBOA

Segundo nota divulgada pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, a parada de Dilma e sua comitiva em Lisboa foi "uma escala técnica obrigatória", porque o avião presidencial não tem autonomia suficiente para realizar um voo direto entre Zurique, na Suíça, e Havana, em Cuba. Aí eu pergunto: enquanto o avião era abastecido, Dilma e sua comitiva precisariam passar uma noite num dos hotéis mais caros de Lisboa? Informo a Dilma que sair às ruas e protestar são "uma escala técnica obrigatória" para todos os brasileiros que estão inconformados com este desgoverno e que desejam um país mais justo. O gigante está acordando novamente.

Maria Carmen Del Bel Tunes

carmen_tunes@yahoo.com.br

Americana

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DESCARAMENTO

Agora exagerou a "presidenta". Como sempre, ela diz uma coisa e faz exatamente outra. Esteve com sua comitiva em Portugal e escolheu simplesmente o restaurante mais caro e badalado de lá para comer bacalhau. Não que ela esteja impedida de fazê-lo com a sua comitiva de "aspones". O problema é o descaramento como se faz isso, tripudiando em cima do povo humilde que ela jurou defender no seu passado de rebeldia armada. A extinta classe média, que evaporou pagando impostos confiscatórios nos últimos 11 anos, nada fala. O PSDB, então, uma decepção total como oposição! Restam-nos, de novo, as urnas, se forem realmente confiáveis como assegura a Justiça Eleitoral.

Luiz H. Freire Cesar Pestana

luizhenriquefcpestana@gmail.com

São Paulo

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SERIA UMA AFRONTA!

Eu gostaria de saber se essa comitiva toda que acompanhou a presidente Dilma em Davos e que depois ocupou muitos quartos nos dois hotéis mais luxuosos de Lisboa, gerando um gasto altíssimo, também foi para Cuba a trabalho ou se estes senhores apenas deram um rolezinho desnecessário com nosso dinheiro, retornando em seguida ao Brasil. Não gosto de saber que o dinheiro pago com os altíssimos impostos que este governo nos cobra está indo para o lazer do pessoal ligado ao governo, em missão para lá de extraoficial. Isso seria, na verdade, um acinte, uma afronta a tanta gente que passa privações por todo o País, com uma precária rede de saúde e educação, além de outras tantas mazelas. Seria o cúmulo!

Eliana França Leme

efleme@terra.com.br

São Paulo

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OS MÉTODOS CUBANOS

Os petistas vivem dizendo que são atacados pelas elites. O que dizer, então, de nossa presidente, que passa uma noite em Lisboa numa suíte cuja diária é de R$ 26 mil, além de toda a corriola de mais 45 colaboradores num custo total de R$ 71 mil por uma noite? Porém, tenho certeza de que nesta semana teremos mais notícias para o nosso país, pois ela foi a Cuba, onde reuniu-se com os irmãos Castro e a queridíssima Cristina Kirchner, certamente para ceder mais benefícios fiscais aos hermanos e mais dinheiro para Cuba, e daqui a alguns anos podemos esperar um perdão da dívida paga com o suor do trabalhador brasileiro. Um conselho que ela poderia pedir aos irmãos Castro seria como combater os rolezinhos. Já imaginaram como seria o tratamento desta ou de qualquer outra manifestação por lá?

Luiz Roberto Savoldelli

savoldelli@uol.com.br

São Bernardo do Campo

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DILMA INSENSÍVEL

Foi notória a insensibilidade da presidente Dilma Rousseff neste seu recente tour além-mar. Recomendar o Brasil para velhas raposas do capitalismo que sabem bem melhor do que ela o que se passa aqui foi simplesmente pueril. Ainda mais usando estatísticas fora da realidade. Hospedar-se em hotel de luxo em Portugal, com seu numeroso séquito, podendo ter ficado de graça na Embaixada, mostrou como se lixa para o povo brasileiro. Ir para Cuba festejar a construção de um porto feito com o nosso dinheirinho, sabendo que as ruas protestam contra os gastos na Copa, segue esse deboche. Se a gente não quer para a Copa, que dirá para Cuba. Congratular-se com os Castro pelo envio de médicos só pode ser brincadeira, pois todos sabemos que o interesse maior nesse caso foi o dinheiro enviado diretamente para Cuba. Não seria mais lógico custear os alunos de Medicina da Gama Filho, que estão à beira da morte profissional?

Geraldo Siffert Junior

siffert18140@uol.com.br

Rio de Janeiro

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EM PORTUGAL...

Dilma pode até negar, mas o "velho do Restelo" viu tudo...

A.Fernandes

standyball@hotmail.com

São Paulo

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NÃO ENGANA MAIS

"Pode-se enganar a todos por algum tempo; pode-se enganar alguns por todo o tempo; mas não se pode enganar a todos todo o tempo." Essa célebre citação, atribuída ao presidente Abraham Lincoln, me veio à mente tão logo tomei conhecimento do discurso da mandatária maior do País na reunião em Davos, seguida da notícia da "escala técnico-turística" da comitiva presidencial em Lisboa. Para tornar crível o discurso aos líderes da economia mundial, potenciais investidores do Brasil, na viagem de retorno, via Cuba, deveria ter-se utilizado da sempre cordata hospitalidade dos irmãos Castro, que por certo sairia bem mais em conta aos cofres públicos do que o fausto da hospedagem em hotel de luxo com direito a jantar em restaurante estrelado.

Marco Antonio Esteves Balbi

mbalbi69@globo.com

Rio de Janeiro

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A PARTE QUE ME CABE

Caramba! Também quero viajar, conhecer Lisboa e tomar um bom vinho português com uma suculenta bacalhoada, mas Dilma se esqueceu de mim. É sempre assim, a corte sai para passear dizendo que é a trabalho e deixa os súditos aqui, chupando o dedo. Com certeza devem estar tratando da mudança para Cuba, caso contrário não há explicação para o financiamento do novo porto financiado por nós. Quero a minha parte!

Alberto Souza Daneu

albertodaneu.health@gmail.com

Osasco

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NINGUÉM ACREDITA

Deve ter dado má impressão em Davos a grande comitiva da presidente Dilma usando dois aviões. No Brasil, a má impressão ficou por conta da parada em Lisboa. Aparentemente a nossa atuação em Davos não modificou a visão do Brasil pelo mercado internacional. A menção pela presidente que o Brasil "é uma nação de classe média" não impressionou, diante da publicação do maior gestor internacional, a Pimco, mostrando que o Brasil não é mais um país atraente. Evidentemente, a comunidade internacional sabe que nosso governo executa "mágicas" nas contas públicas, para tentar torná-las mais "palatáveis". A participação de Guido Mantega na reunião dos Brics foi fraca, comparada sobretudo à da China. Ele foi o único que não falou em inglês, e sem trazer novidades relevantes. China expôs seus planos econômicos indicando, por exemplo, como meta, um aumento da produtividade por meio da inovação, palavras que não existem nos planos do Brasil, motivo pelo qual perdemos o mercado externo. Um dos prognósticos de Mantega para o Brasil é que podemos crescer 3% em 2013. Lá, como aqui, ninguém acredita. A julgar pelos comentários, o Brasil não conseguirá, via Davos, novos investidores, até porque a apresentação de dona Dilma ultrapassou o tempo-limite: ela não foi simpática, não deu a oportunidade de fazerem perguntas.

Fabio Figueiredo

fafig3@terra.com.br

São Paulo

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EU GASTO MESMO!

Das duas uma, ou os oposicionistas do governo são muito ingênuos ou "tapados" mesmo. Criticaram duramente a presidente Dilma Rousseff por ela ter ido a Portugal com sua "entourage" e se hospedado num caríssimo hotel de Lisboa. Cá entre nós, queriam o quê? Que Dilma se hospedasse numa pensão do cais do porto? Com ironia, por favor!

Maria Elisa Amaral

marilisa.amaral@bol.com.br

São Paulo

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PARADA TÉCNICA

Muito inconveniente ter de fazer parada técnica em Lisboa a caminho de Cuba. Por sorte, o top hotel estava em promoção, 60 hóspedes pelo preço de 30, incluso banquete de bacalhau. Antes da próxima viagem da presidenta Dilma, convém fazer a revisão do Airbus com a linha aérea dos Emirados, que faz Dubai/São Paulo sem paradas, ou então a Embraer.

Gregório Zolko

gzolko@terra.com.br

São Paulo

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NOSSA PRESIDENTE

Sugestionada pela pseudosabedoria, exarada dos seus pronunciamentos em Davos, permitiu-se dar uma chegada a Lisboa para avalizar o projeto espacial português, antes de confraternizar com os irmãos Castro, o sucesso da sua administração ao exumar o féretro daquele histórico aliado dos ilhéus, impedido de ter conduzido o Brasil aos braços caribenhos...

Caio A. Bastos Lucchesi

cblucchesi@yahoo.com.br

São Paulo

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DILMA EM CUBA

Dona Dilma Rousseff anunciou pessoalmente ao ditador cubano Raul Castro, ontem, que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) liberou um crédito adicional de R$ 701 milhões para a construção do entorno do Porto de Mariel, em Cuba, que já havia sido financiado pelo banco brasileiro por R$ 1,6 bilhão. Ou dona Dilma está se lixando para a opinião pública brasileira, que tem criticado o primeiro empréstimo, feito de forma irregular e sujeito aos costumeiros calotes internacionais aplicados pelos irmãos Castro, ou a nossa presidente, nos moldes do seu antecessor, também não lê jornais.

Victor Germano Pereira

victorgermano@uol.com.br

São Paulo

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ÀS FAVAS COM A COERÊNCIA

É bastante curiosa a mente de esquerdistas. Lógica e coerência passam ao largo de suas preocupações. Veja-se a visita de nossa presidente a Cuba, onde foi inaugurar o Porto de Mariel, financiado com centenas de milhões de dólares do contribuinte brasileiro. Pouco se lhe dá que nossos próprios portos e aeroportos - para não falar do restante de nossa infraestrutura - estão ao Deus-dará, impondo restrições ao nosso crescimento econômico. Aproveitando a estada, Dilma já contrata nova fornada de "médicos" (sic) cubanos, sem atentar para que sua administração reduziu dezenas de milhares de leitos hospitalares oferecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) enquanto gastava dinheiro público a rodo em arenas esportivas. Faz discurso contra o "bloqueio" econômico dos EUA a Cuba, sem, todavia, observar que Fidel Castro confiscou as propriedades de cidadãos e empresas americanas na ilha, além do que, por causa da "Crise dos Mísseis" (1962), Fidel por pouco não fez o mundo mergulhar nos horrores de uma terceira Guerra Mundial. Queriam, afinal, o quê? Flores e um cartão de agradecimento dos americanos? E, por falar em represálias, Brasil e Argentina recentemente suspenderam o Paraguai do Mercosul numa punição pelo fato de o Legislativo guarani haver defenestrado o então presidente Fernando Lugo - membro da seita satânica do Foro de São Paulo. A ação brasileira revelou-se não apenas um tipo de afronta imperialista, como clara ingerência nos assuntos internos do Paraguai. Mas e daí? Às favas com a coerência. PS: a punição aludida foi a melhor coisa que aconteceu ao Paraguai, que acaba de divulgar o crescimento de seu PIB em 2013: 14,1%. Enquanto isso, a Argentina afunda em nova crise cambial e todos os indicadores econômicos do Brasil seguem firmes morro abaixo.

Silvio Natal

silvionatal49@gmail.com

São Paulo

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UMA VERGONHA

A inauguração, pela presidente Dilma, do Porto de Mariel, em Cuba, obra executada e concluída com o nosso dinheiro e financiada pelo BNDES, mostra que nosso desgoverno tem total desapreço pelas obras do Brasil, onde vemos obras como a Ferrovia Norte Sul, a ampliação do Porto de Santos, a transposição do Rio São Francisco inacabadas, entre outras abandonadas, sem data para serem concluídas. Nenhuma grande obra foi terminada depois que o PT assumiu o governo, mas muitas foram lançadas com grande alarido, com fins unicamente eleitoreiros. Dilma, tal qual Lula, segue fazendo rapapés pelo mundo com o dinheiro suado dos cidadãos pagantes. "Isso é uma vergonha."

Leila E. Leitão

São Paulo

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DIFERENÇA

Até com relação a Cuba o lulopetismo é diferente. Sabem qual é a diferença? Em Cuba, eles pegaram o dinheiro do BNDES e fizeram o porto. Aqui, o lulopetismo pega o dinheiro do BNDES e não faz o porto.

Francisco José Sidoti

fransidoti@gmail.com

São Paulo

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LONGE DEMAIS

Nossos importadores/exportadores estão achando o Porto de Mariel, em Cuba, um pouco distante para aproveitar o financiamento do BNDES na infraestrutura "brasileira".

Luiz Frid

luiz.frid@globomail.com

São Paulo

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O BNDES EM CUBA

Estudos mostram que o Brasil perde anualmente 20% da safra agrícola por falta de estrutura logística para o escoamento da mesma, como estradas e portos. Por que, então, o BNDES investe quase R$ 700 milhões num porto em Cuba? Se somarmos a este valor o custo do Programa Mais Médicos, cerca de R$ 40 milhões por mês, concluo que este desgoverno está financiando a falida ditadura cubana. Dilma sairá do governo no fim deste ano da mesma maneira que saiu do hotel em Portugal, ou seja, pela porta dos fundos.

Fernando Fenerich

ffenerich@gmail.com

Indianópolis

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DILMA, A CUBANA

Lá se vão mais U$$ 685 milhões da nossa tão esfarrapada economia para Cuba, com a inauguração do Porto de Mariel. Como se não bastasse nossos portos, aeroportos e estradas estarem em péssimas condições, necessitando quase de 100% de melhorias nas respectivas estruturas, damos de mão beijada essa fortuna sem termos a mínima responsabilidade em reavermos tal quantia para os nossos cofres públicos. Esse dinheiro, que é meu, é seu, é nosso, está servindo para pagar milagre que foi feito com o santo dos outros, São Fidel Castro. Já que é assim, por que os políticos deste governo lulopetista não se mudam de vez para lá, deixando aqui quem quiser fazer o bem para o Brasil e governar efetivamente para os brasileiros? O que se está fazendo para aumentar a quantidade de médicos formados no Brasil, ao invés de trazerem mais médicos de Cuba? Que, aliás, não recolhem o devido Imposto de Renda quando do recebimento dos respectivos salários. Pobre Brasil, grande Cuba. E a oposição, o que está fazendo?

Antonio Carelli Filho

toni.cafi@hotmail.com

Taubaté

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PELAS EMPREITEIRAS

O que será que Dilma foi fazer em Cuba? Parceiro importante comercial Cuba não é, pois nada tem para exportar além dos médicos que já exportou para o Brasil. E dinheiro que é bom não tem para comprar nada de nós. Só se foi para acertar mais um daqueles empréstimos a juros baixíssimos que só favorecem a grandes empreiteiras, que vão ser duros de serem pagos, mas que poderão ajudar a financiar a sua campanha à reeleição.

Ronaldo Gomes Ferraz

ronferraz@globo.com

Rio de Janeiro

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DE DILMA PARA CUBA, COM AMOR

Durante a inauguração de sua maior obra em infraestrutura portuária desde que tomou posse, Dilma participou da cerimônia de inauguração do Porto de Mariel, em Cuba, voltando a atacar os EUA, desta vez pelo embargo imposto em 1962 à ditadura de Fidel Castro. Por ignorância ou má-fé, Dilma se esquece de que Fidel aceitou ser o peão vermelho no jogo de xadrez da chantagem nuclear durante a guerra fria, permitindo que a União Soviética (URSS) instalasse furtivamente em solo cubano mísseis nucleares apontados contra o território americano a menos de cem milhas das praias da Flórida, ameaçando fulminar a maior potencia democrática com um ataque atômico. Se existe alguém que é culpado pelas sanções que Cuba sofreu, esse é Fidel Castro, que, após 50 anos de boicote, deixou de se relacionar com mais de 190 países do mundo, preferindo impor a seu povo a pobreza e sua revolução, que levou milhares de compatriotas ao paredón. Será essa a grande qualidade que Dilma vislumbra no mais antigo e sangrento ditador das Américas? Mal lhe pergunte, dona Dilma: não seria hora de afrouxar a marcação contra os supostos agentes do Estado que impediram o solo brasileiro de ser contaminado pelo comunismo?

Paul Forest

paulforest@uol.com.br

São Paulo

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PORTO PARA OS EUA

O Brasil tem poucos e sucateados portos, em proporção ao seu vasto litoral, a presidente Dilma Rousseff provavelmente sabe da calamidade portuária brasileira, mas, como subalterna de Luiz Inácio Lula da Silva, preferiu bancar por US$ 682 milhões, tirados do BNDES, o Porto e Mariel, em Cuba, a poucos quilômetros da Flórida (EUA), onde a comunidade e a máfia cubana reinam desde a chegada de Fidel ao poder. Certamente, o "Porto Dilma" será usado para o comércio de Cuba com os EUA, ao final do embargo. Não ficaria bem e não podem os americanos construir o porto. É só os irmãos Castros irem para o cemitério que os EUA voltam a Cuba, e o Brasil volta a ter um papel secundário na ilha caribenha.

José F. Peres França

josefranciscof@uol.com.br

Espírito Santo do Pinhal

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REFLEXÃO

O problema do sistema carcerário brasileiro é falta de dinheiro? O dinheiro gasto com o Porto de Mariel (presente do governo PT ao caudilho Fidel Castro), ao redor de US$ 400 milhões, e o perdão da dívida de vários países africanos com o Brasil, mais de US$ 1 bilhão, seriam suficientes para o investimento no sistema carcerário.

Jorge Eduardo Nudel

jorgenudel@hotmail.com

São Paulo

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PROTESTOS CONTRA A COPA

Quando Lula começou a rodar o mundo em busca de apoio para realizar a Copa do Mundo de Futebol de 2014 no Brasil e também a Olimpíada, os tupiniquins aplaudiram e festejaram a escolha para ser aqui. Agora não adianta chiar, o jogo está jogado e não tem volta. Pior é que os dois eventos custarão ao País mais de R$ 30 bilhões, dos quais boa parte irá para o bolso de políticos corruptos e enriquecerá mais ainda as empreiteiras que financiam a "policanalha" nacional. Sugestão: façam manifestações em São Bernardo, em frente ao apartamento de Lula, em vez de encherem o saco na Avenida Paulista e darem chance aos arruaceiros mascarados para provocar quebra-quebra, porque são organizados para melar qualquer barulho contra o governo petista.

Laércio Zannini

zanini.edna@hotmail.com

São Paulo

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ANTES DA COPA E DEPOIS DA COPA

As manifestações estão se tornando cada dia mais violentas. A falta de consequências tem incentivado os desordeiros, organizados a combater dentro de técnicas de guerrilha, a se infiltrar na bem intencionada massa e promover o vandalismo e o enfrentamento às forças de segurança. Os acontecimentos do fim de semana, em São Paulo, são prova disso. Os 130 detidos foram levados ao distrito policial e liberados logo em seguida. Estão livres para novas aventuras. O jovem que carregava explosivos tentou atacar o policial e foi baleado, mas é tratado como herói. Se morrer, pode virar mártir. A presidente, bem intencionada, mas sem voz de comando, convoca reunião de ministros para traçar medidas preventivas em relação aos protestos contra a Copa. Importante considerar que protestos contra a Copa são hoje extemporâneos; quem é contra deveria ter saído às ruas anos atrás, quando o Brasil se habilitou a sediar o certame. As arruaças a que hoje assistimos mais parecem um engrenado movimento político de setores radicais em busca da coroação de um suposto ou mítico salvador da Pátria. Dilma e ministros precisam se apressar. Mas não bastam medidas para proteger a Copa do Mundo, pois continuará havendo Brasil depois da Copa, independentemente dos seus resultados. Há que se conter a selvageria. Os rebeldes, que não aceitem as convenções e o ordenamento jurídico, têm de sofrer, obrigatoriamente, as consequências. E, quando estiverem a serviço de alguém, esse alguém deve ser identificado e punido com todas as agravantes, pois, aí, estará caracterizada a prática de terrorismo.

Dirceu Cardoso Gonçalves

aspomilpm@terra.com.br

São Paulo

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QUEM PLANTA COLHE

Então, presidente Dilma, agora é tarde, não adianta convocar todo o seu Ministério por medo das manifestações durante a sua super Copa. O que seu governo está esperando? Ouvir do povo jogado nos corredores dos hospitais públicos espalhados por todo o Brasil um grito de Gooooooool? Pelo andar da carruagem, o pau vai comer feio. Como ainda estamos em janeiro, muita água ainda vai rolar. Sua "Copa das Copas" está me cheirando a um verdadeiro fiasco.

Arnaldo de Almeida Dotoli

arnaldodotoli@hotmail.com

São Paulo

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DILMA E OS PROTESTOS

A "presidenta" Dilma está atenta e quer interlocução com o movimento "naovaitercopa". Que sensibilidade! Que educação! Que delicadeza! Nem parece a mesma que, no início do mandato, com uma truculência de fazer corar de vergonha os agentes da SS nazista, deu uma canetada tirando o Rio Tapajós do Parque Nacional da Amazônia, condenando três etnias ao genocídio. E alguém tem dúvida de que "o que acontecer aos mundurucus acontecerá aos brasileiros"? Não, meus caríssimos compatriotas! Isso já vem acontecendo há um certo tempo. É que não percebemos. Ou vocês acham que os filhos dos mundurucus, após migrarem para as periferias das nossas cidades, onde abundam a educação e a equidade social, irão fazer intercambio no Canadá ou serão os usuários do serviço penitenciário de Pedrinhas?

Caio Quintela Fortes

caioqf4@hotmail.com

São Paulo

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PUNIÇÃO AOS IRRESPONSÁVEIS

Passeatas contrárias à Copa não resolvem porque os gastos já ocorreram. O que resta será punir, nas eleições, o petismo irresponsável dos "imperadores" Lula e Dilma, o primeiro em criar e o segundo em alimentar a megalomania popularesca da Copa e da Olimpíada, oferecendo "circo" onde falta "pão".

Mario Cobucci Junior

maritocobucci@uol.com.br

São Paulo

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A SEGURANÇA EM PAUTA

A presidente Dilma só está preocupada com a violência durante as manifestações contra a Copa. Mas e quanto à violência de todos os dias, que deveria estar na pauta há muito tempo? Disso nada se fala. Esteja ela certa de que a imagem do País lá fora está muito arranhada. Ao conversar com estrangeiros informados, a primeira pergunta é sobre a violência que corre solta. Já está mais do que na hora de pôr este assunto na pauta.

Virginia Andrade Bock Sion

vickybock@hotmail.com

São Paulo

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OMITIR-SE NÃO É MAIS OPÇÃO

Pelos resultados ocorridos na última semana, os movimentos de jovens irão continuar em todo o País e, por certo, irão criar mais vida e força por ocasião dos jogos da Copa do Mundo e nas eleições. Os protestos de junho de 2013 já acentuavam as construções caríssimas de estádios, em contraposição às carências na saúde e educação. Agora, o preço dos ingressos, somado às deficiências do governo Dilma Rousseff, serão causas eficientes para as incursões dos movimentos, compelindo as forças de segurança a tomarem providências até drásticas, o que, ocorrendo, influirá, certamente, nas próximas eleições presidenciais. Os rolezinhos e demais movimentos sociais terão participação efetiva no andamento da Copa e nas eleições presidenciais, de tal sorte que todos os políticos precisam estar atentos às reivindicações constantes dos protestos. Não há possibilidade de se esconderem ou de se omitirem, como fizeram até o momento.

José C. de Carvalho Carneiro

carneirojc@ig.com.br

Rio Claro

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NÃO NOS REPRESENTAM

Eu estive, sábado, na manifestação contra os gastos excessivos da Copa. Domingo e ontem eu fiquei indignada com as fotos dos jornais em que os black blocs aparecem em primeiro plano, dando a impressão de que estavam liderando a manifestação. Não estavam liderando nada, muito pelo contrário, alguns manifestantes entraram em atrito com eles, logo no começo, quando eles começaram a provocar os policiais. Os black blocs não representavam os manifestantes nem confraternizavam com eles. Eram intrusos, invasores, que formaram um grupo isolado, como eu pude ver. Não carregavam cartazes e não defendiam ideias. Na saída da manifestação, colocaram-se na frente dos manifestantes para serem fotografados e darem a impressão de que estavam liderando. Não estavam liderando nada nem faziam parte do movimento. Foram lá apenas para se aproveitar do evento, para promover a desordem. Depois de algum tempo, saíram da manifestação, que estava fortemente policiada, e foram sozinhos promover o vandalismo em vários pontos da cidade. Que ligação tinham esses sujeitos com a manifestação? Nenhuma. Outra coisa que me deixou indignada foi o fato de que os jornalistas do "Estado" se referem a eles em suas matérias chamando-os de "manifestantes". Não são manifestantes! São desordeiros covardes, que cobrem a cara para não serem reconhecidos. Conversei com um deles na concentração, no vão do Masp, e perguntei por que usava máscara. Ele respondeu: "Para não ser reconhecido quando chegar a repressão". Então eu perguntei: "Vocês vão quebrar tudo?". E ele deu uma risadinha. Os verdadeiros manifestantes caminhavam pacificamente, carregando as suas faixas e os seus cartazes e gritando as frases que expressavam as suas insatisfações, sem máscaras, de rosto descoberto, assumindo a responsabilidade pelo que diziam e faziam. Um rapaz carregava um cartaz que dizia "quem quebra não me representa". Eu não entendo por que a polícia não prende esses caras que vão a uma manifestação de cara coberta. Se estão cobrindo o rosto para não serem reconhecidos, é porque vão fazer alguma coisa errada. Também não entendo estes jornalistas que, além de chamarem desordeiros e vândalos de manifestantes, acusam sistematicamente a polícia, que está garantindo a segurança do evento, de agressão. Mas o que esses jornalistas querem? Que os policiais fiquem olhando de braços cruzados esses desordeiros quebrarem tudo, invadirem estabelecimentos e incendiarem veículos com gente dentro?

Marly Gouveia

marlygouveia@uol.com.br

São Paulo

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A PM FEZ A SUA PARTE

Estive no vão do Masp no sábado, dia da manifestação contra a Copa no Brasil. Por curiosidade e também porque eu iria ao cinema nas redondezas, aproveitei para dar uma olhada no clima. A grande maioria era de jovens de vários grupos organizados e bem antes da saída dos manifestantes pude observar que vários já estavam mascarados, e constatei que a coisa não iria dar certo, como não deu. Não é mais possível fazer qualquer manifestação, pois logo se juntam os covardes mascarados que não têm coragem de mostrar o seu rosto, deste modo afugentando quem gostaria de protestar contra alguma coisa que incomoda a sociedade. Se não houver a presença da PM, eles vão depredar tudo o que encontram pela frente sem serem molestados, vão machucar pessoas que estejam no seu caminho. Ou quem é que vai enfrentar um grupo enlouquecido que leva objetos que se tornam armas e explosivos? Quem demoniza a PM está compartilhando com as atitudes destes grupos radicais, pois como vão os policiais lidar com meiguice e delicadeza com quem está ameaçando com bombas, canivetes e outras armas? Portanto, bem melhor é a imprensa analisar muito bem os fatos, pois estes valentes policiais estão protegendo todos os que não estão na bagunça e na desordem. Se alguém tiver uma fórmula diferente de lidar com o bando de desordeiros, que se apresente e faça uma demonstração ao vivo.

Maria Tereza Murray

terezamurray@hotmail.com

São Paulo

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VANDALISMO

Chega a ser ridícula, além de cínica, a crítica às ações da PM em repressão ao vandalismo cometido por essa malta de desordeiros. É cinismo também da imprensa colocar a foto de um desses malfeitores com escoriações como se fosse uma pobre vítima. Mostrem as vidraças quebradas, os focos de incêndio. Não existem "direitos" para desordeiros, a não ser o direito de ir para a cadeia. Estamos brincando de democracia, quando na verdade estamos num momento pré-anárquico: prendem 100 vagabundos e logo após os soltam, para que amanhã recomecem os atos de vandalismo. Até quando isso vai continuar?

Godofredo Soares

caetano.godofredo@terra.com.br

São Paulo

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NÃO APRENDERAM NADA

Na minha opinião, esses jovens vândalos que participam dos tais "rolezinhos" e de protestos violentos são órfãos de pai e mãe, ou seus genitores não se deram ao trabalho de ensinar a eles regras de convívio social, inclusive o respeito aos bens públicos e privados. Destroem tudo o que veem pela frente. Depois, não adianta esses pais chorarem, pois, infelizmente, essa é uma possibilidade cada vez mais possível.

Haroldo Lopes

aluisantos@yahoo.com.br

São Paulo

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SEJAMOS CLAROS

Lamentavelmente, os "focas" esquerdistas continuam distorcendo os fatos com o objetivo de comprometer o nome da PM de São Paulo, com objetivo nitidamente político. São os cabos eleitorais da dupla Lula/Padilha posicionados na imprensa. Não se pode tirar outra conclusão da manchete: "Rapaz é baleado pela PM durante protestos", que dá uma versão totalmente deturpada dos acontecimentos. Para começar, por que rapaz? Por que não vândalo, baderneiro, incendiário ou coisa parecida, visto que o indivíduo portava explosivo na mochila? Depois, o sujeito não foi baleado durante protesto, mas, sim, ao atacar com uma faca ou estilete os policiais que o perseguiam após o flagrante. Depois disso, ainda somos obrigados a ouvir um cúmplice da Defensoria Pública classificar como excessiva a ação policial. Queria ver como o promotor imbecil e o "foquinha" esquerdista reagiriam ao serem atacados por um bandido truculento armado de faca. Toma tento, ô "Estadão"! O jornal nunca foi isso.

José B. Napoleone Silveira Neno

nenosilveira@aim.com

Campinas

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MANIFESTANTE BALEADO

Por que um manifestante honesto fugiria correndo de dois policiais? Quem não deve não teme! Esse é mais um dos provérbios convenientemente esquecidos com a síndrome do policial despreparado e truculento, reforçada pelo viés midiático que prefere expor os policiais em vez dos maus cidadãos como os que lotam os presídios. Quer a mídia queira, quer não, o policial é a personificação da Justiça. Com uma conotação de culpa do policial a mídia está induzindo que o fugitivo devia estar fazendo algo certo e a polícia, algo errado. Já está na hora de restabelecer o equilíbrio na balança. Bandido é bandido, armado com estilete ou metralhadora, e com maior razão quando assume a culpa fugindo da Justiça.

Gilberto Dib

gilberto@dib.com.br

São Paulo

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DIREITOS HUMANOS

Incrível que não haja providência prévia para evitar a participação de bandidos e vândalos nessas manifestações. Pior ainda é ler nos jornais críticas à Polícia por reprimir os canalhas que se infiltram e promovem depredações e danos a todo tipo de bens. Não custa nada também perguntar por onde andam os tradicionais "defensores de direitos humanos". Por que não se manifestam a favor das pessoas prejudicadas pelos vândalos (por exemplo, o serralheiro que perdeu seu instrumento de trabalho, seu Fusca, incendiado)? Ou eles só aparecem para proteger desocupados bandidos?

Adib Hanna

adib.hanna@bol.com.br

São Paulo

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VAMOS NESSA, PT!

Atenção, Partido dos Trabalhadores (PT)! Atenção, militantes! O carro do serralheiro Itamar Santos acaba de ser totalmente queimado por baderneiro a serviço do governo. Que tal a direção do partido abrir uma conta, de preferência num banco privado - os oficiais não merecem credibilidade -, para arrecadar fundos e ajudar esse trabalhador a comprar um novo veículo (seu instrumento de trabalho)? Ele moralmente está muito acima dos Josés hóspedes da Papuda. Não respondeu a processo, não foi condenado, nada deve à Justiça, ao contrário, ele passou a ser credor dessa sociedade que está sendo deformada por políticos e dirigentes corruptos. Assumo o compromisso de ser um dos primeiros a contribuir regiamente com essa campanha. E mais, o faço com depósito identificado.

Humberto de Luna Freire Filho

hlffilho@gmail.com

São Paulo

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NOSSAS CIDADES

Ao me debruçar sobre a edição de domingo, 26 de janeiro, do "Estadão", mais especificamente sobre "Perspectiva trágica" ("Aliás"), com destaque para a entrevista de Antonio Riserio e para o artigo de José de Souza Martins, "Rio enfrenta ‘apagão’ de planejamento" (página A22); "Copa do Mundo - Protestos Acabam em Vandalismo" (página D8); e, finalmente, "O caráter da inflação" (Gustavo Franco, B3), fico imaginando 1) se nossos administradores públicos e nossos políticos leem os jornais e se teriam algum posicionamento crítico (até mesmo pessoal) em relação a certas matérias que são publicadas; 2) se, ao lerem tais matérias (e deveriam), eles conseguem fazer alguma correlação entre elas e o atual estado de calamidade em que se encontram as principais (se não todas) capitais e cidades brasileiras; 3) se tiram alguma lição disso tudo; e 4) como ainda conseguem ter coragem de continuar exercendo seus mandatos e seus cargos, corroídos pela vergonha que deveriam sentir. A única razão a justificar o descaso de todos eles em relação a tais questões, ademais do estado de permanente alheamento relativamente à realidade que os cerca, como se não pertencessem a este mundo, seria o fato de que, efetivamente, parece que "há qualquer coisa no ar, além dos aviões de carreira", como diria o Barão de Itararé.

Domingos Fernando Refinetti

drefinetti@stoccheforbes.com.br

São Paulo

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DEZ DIAS SEM LUZ

Senhores, não pertenço ao grupo dos black blocs nem tampouco compactuo com suas atividades. Porém, há momentos em que a total impotência diante do descaso do poder público nos estimula a "sonhar" com essa possibilidade. Moro na cidade de Taubaté (SP), Vale do Paraíba, e toda energia elétrica da região é, infelizmente, atendida pela EDP Bandeirantes Energia S.A.. No dia 18 de janeiro, sexta-feira, fomos atingidos por chuva e ventos muito fortes que fizeram alguns estragos na região. No meu caso, a galhada grande de um pinheiro derrubou a minha fiação interna e o poste-padrão, desconectando-o da rede pública. Comuniquei o fato à equipe da Bandeirantes Energia que fazia os reparos na rede e me informaram que iriam fazer uma verificação em toda a região. No sábado, dia 19, uma equipe terceirizada recolheu os fios que conectavam meu padrão com a rede pública, pois esses estavam pendentes, presos a um poste da rede e, portanto, energizados. Disseram-me que, quando da religação do meu padrão, uma nova fiação seria colocada. Ainda no sábado, procurei uma empresa especializada para colocação de um novo padrão (poste e relógio) e de lá mesmo ligamos para a Bandeirantes solicitando a religação do padrão a partir do dia 21, segunda-feira, quando seria feito o serviço o que gerou o protocolo 423088574. No dia 21, segunda-feira, o padrão foi instalado, porém a Bandeirantes não apareceu. Diante disso, liguei novamente para a Bandeirantes, no mesmo número (08007210123), novo protocolo foi gerado (423113346) e qual não foi meu espanto e indignação ao receber a notícia de que a religação seria feita até o dia 27 de janeiro (!). Apesar do meu protesto por tamanha insensatez, me foi dito que essa era a orientação dada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Não satisfeito, liguei para a ouvidoria da Bandeirantes (08007210201), sem sucesso, pois, além de me confirmarem o prazo, ainda desligaram o telefone enquanto eu tentava argumentar sobre a loucura de ficar todo esse tempo sem energia. Tenho a impressão de que ganhar na Mega Sena seria mais fácil do que a religação ocorresse num menor prazo. Ontem, dia 27, segunda-feira, 15h18, portanto passados dez dias, a Bandeirantes ainda não providenciou a religação. Pela manhã liguei novamente para eles, o que naturalmente gerou novo protocolo (423221487), e fui informado de que, na realidade, a ordem de serviço para a religação foi prevista para o dia 27, ou seja, aquela conversa de prazo muito provavelmente foi enganosa. Isso posto, pergunto: É razoável ou não sonhar com uma depredaçãozinha contra todos esses caras?

Roberto Nilo Távora de Matos

tavoramatos@uol.com.br

Taubaté

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O DESSERVIÇO DA ELETROPAULO

No dia 24 de janeiro de 2014, grande parte do bairro do Brooklin, muito próximo da Avenida Berrini, ponto focal de muitos dos grandes lançamentos imobiliários da nossa querida cidade de São Paulo e, mais importante, área residencial e comercial onde moram e trabalham milhares de paulistanos, ficou sem eletricidade (e sem explicações) desde as 15h45 - e ela não tinha sido restabelecida até as 23h55 (quando desisti de esperar e fui dormir). Durante este período de mais de 8 (oito) horas, não avistamos nenhum carro de serviço da Eletropaulo, e não foi prestada nenhuma explicação para a causa do problema. Anteriormente, tivemos outras faltas de eletricidade no bairro. Uma maravilha. Realmente, fica evidente que a Eletropaulo, enquanto concessionária de distribuição de energia elétrica, presta um serviço da pior qualidade. Não surpreende que suas ações chegaram a perder mais de 50% do seu valor ao longo de 2013. Merecido. Merecem cair mais, se depender da péssima qualidade dos serviços prestados no bairro do Brooklin. Se fosse piada, seria até engraçado no mesmo dia a presidente Dilma Rousseff discursar em Davos sobre a potência econômica que se chama Brasil, enquanto falta luz na capital econômica do nosso querido país. Parabéns para a infraestrutura brasileira, presidente!

Pedro Teixeira

pteixeira2014@gmail.com

São Paulo

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APAGÕES

Ultimamente, na cidade de São Paulo, é assim: choveu, cai a rede elétrica! Do dia 10/1 ao dia 15/1 faltou energia todos os dias, tanto no meu bairro como em dezenas de bairros vizinhos. Em algumas dessas ocasiões ficamos por mais de 8 horas sem energia elétrica. O cúmulo foi na sexta-feira: a energia cessou às 17 horas do dia 24 e só voltou às 7h20 do dia 25 de janeiro. O dia do aniversário da maior cidade do Hemisfério Sul (a sexta mais populosa do mundo) começou às escuras. Foram 14 horas e 20 minutos sem energia elétrica. A Eletropaulo coloca máquinas para atender aos nossos chamados telefônicos. Sempre a voz gravada promete o retorno da energia para dali a uma hora. Só que não cumprem. Em 2002, por causa de um apagão e das privatizações, Lula conseguiu matar a posição e se eleger presidente do Brasil pela oposição. Agora, com esses miniapagões intermitentes, e com a venda do pré-sal para empresas estrangeiras, que seja feita a justiça.

Anselmo Carlos Fiorini

a.fiorini@ig.com.br

São Paulo

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A MESMA LADAINHA

O apagão logístico no início de cada safra (estradas e portos sofríveis) é tão anunciado como o apagão elétrico do verão ou as catástrofes serranas no período de chuvas. E que fez o governo nos últimos dez anos? Nunca antes neste país, blá, blá, blá.

Roberto Maciel

rvms@oi.com.br

Salvador

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‘ATRASOS NO SETOR ELÉTRICO’

São, de fato, repetitivos, monótonos e enervantes os conhecidos problemas do setor elétrico brasileiro. Às causas apontadas pelo editorial "Os atrasos no setor elétrico" (27/1, A3), acrescentaria a esdrúxula proibição de proibir as empresas de eletricidade de atuarem em ciclo completo. Por esse erro estrutural - inexistente na maioria dos países do mundo - o consumidor sofre as consequências das defasagens das obras de geração, transmissão e distribuição.

Nilson Otávio de Oliveira

noo@uol.com.br

São Paulo

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MENTIRAS RECORRENTES

Como publicado no caderno de Economia do "Estadão" de sábado (25/1, B5), o desgoverno de Dilma e Mantega pressionou o Congresso Nacional para que fosse mantida a cobrança dos 10% adicionais do FGTS quando da demissão sem justa causa, para que este adicional fosse utilizado no programa assistencial lulopetista Minha Casa, Minha Vida. Porém, mais uma vez, a máscara caiu e o que foi verificado é que essa verba extra foi utilizada indevidamente para que o desgoverno de Dilma e Mantega pudesse obter seu mascarado superávit primário e falsamente fechar suas contas e "acalmar os nervozinhos do mercado", segundo o mentiroso Mantega. Mais uma vez este governo mentiu ao mercado e ao povo brasileiro como um todo, assim como Dilma mentiu na Fifa dizendo que o Brasil vai realizar a "Copa das Copas", se muita obra nem pronta estará em tempo. Verbas extraordinárias estão sendo gastas e desviadas, desculpas estão sendo dadas aos quatro ventos para boi dormir, e o pior: ainda tem gente acreditando em Dilma, Moreira Franco, Mantega, Tombini, Ideli Salvatti e tantos outros mentirosos de plantão. Fosse o Brasil um país realmente sério, esse pessoal já estaria fora de seus cargos faz muito tempo. Agora fico sabendo também da soltura da verba de R$ 277 milhões do nosso dinheiro do BNDES para a construção de um porto em Cuba, e Raul e Fidel Castro nos enviam médicos desqualificados para este programa enganoso do Mais Médicos, para aqui quase nada receberem, pois foi a única maneira que os ditadores encontraram para poder pagar este enorme empréstimo assumido pelo governo extremamente benevolente do PT. Como o Brasil está em condições de jogar dinheiro pelo ralo, então Dilma e Lula vão continuar a doar nosso suado dinheiro a ditadores e facínoras, a troco de bananas podres. É nisso que dá votar em irresponsáveis e mentirosos recorrentes.

Boris Becker

borisbecker@uol.com.br

São Paulo

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O ROMBO DA PREVIDÊNCIA

Entra ano e sai ano e a tão importante e aguardada reforma previdenciária vai sendo deixada de lado por razões as mais variadas, ou pelas manifestações de rua, como em junho passado, e, agora, por ser um ano eleitoral. Com o rombo de R$ 49,9 bilhões em 2013, a luz vermelha está mais que acesa e pode-se imaginar como será o futuro, quando a Previdência terá mais beneficiários. Além do elevado índice atual de 18% de benefícios por invalidez - 10% seria aceitável, conforme o governo -, e do setor de pensionistas, em que foram gastos R$ 77,6 bilhões em 2012, também existem aberrações alarmantes, conforme declaração do ministro Garibaldi Alves (1/11/2013, B3): se a viúva se casa novamente, usufrui do benefício; se os filhos se tornam autônomos e têm sua independência, a viúva continua usufruindo do benefício. Em suma, o setor previdenciário é um dos muitos setores que aguardam as tão esperadas reformas estruturais do País.

Edgard Gobbi

edgardgobbi@gmail.com

Campinas

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O PRIVADO E O PÚBLICO

O editorial publicado na página A3 de ontem ("O rombo da Previdência") só analisa a previdência do setor privado, nós, simples mortais que contribuímos a vida toda para receber uma "merreca" continuamente achatada pela política populista do governo lulopetista. Espero que num próximo editorial o "Estadão" analise o rombo da previdência do setor público, que é pago por todos nós via Tesouro Nacional (que é o nosso bolso).

José Gilberto Silvestrini

jsilvestrini@hotmail.com

Pirassununga

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NÓS, OS MISERÁVEIS

Os verdadeiros miseráveis deste país, como nunca antes, somos nós, os aposentados. A cada ano sofremos redução significativa de nossos benefícios somente porque trabalhamos muito e, principalmente, porque por nossas contribuições por mais de 35 anos conseguimos aposentadoria superior ao salário mínimo. Mas isso foi à nossa custa. O INSS deveria ter a obrigação de, se não aumentar, pelo menos não reduzir a capacidade financeira de quem ganha mais de um desgraçado salário mínimo. Aposentado em fevereiro de 1983, recebia 6,508 salários mínimos. Hoje, 30 anos depois, o benefício (?) é de 2.889 salários mínimos. Tudo isso graças aos políticos, ministros e governantes demagogos e covardes.

José Luiz Tedesco

tedescoporto@hotmail.com

Presidente Epitácio

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