Fórum dos Leitores

GOVERNO DILMA

O Estado de S.Paulo

30 Janeiro 2014 | 02h09

A conta em Lisboa

"Escolho o restaurante porque pago a conta", disse Dilma Rousseff. Pois é, a conta não deve ter sido muito alta, mesmo no restaurante Eleven. Afinal, o vinho foi presente da casa. O problema está na conta do hotel. A diária na suíte do Ritz ficou em R$ 26 mil. Essa conta, mais a dos mais de 45 apartamentos do restante da comitiva em dois hotéis, vai ficar para nós, brasileiros? Quantas Bolsas Família poderiam ser pagas com o valor dessa diária do Ritz, dona Dilma?

ÉLLIS A. OLIVEIRA

elliscnh@hotmail.com

Cunha

Piquenique

A presidenta escolheu o restaurante e pagou, segundo diz, confirmando com esse gesto que estava de recreio em Lisboa. Fosse a trabalho, ela não teria pago com seu próprio dinheiro, não é verdade? E quanto aos 45 quartos de hotel, o dela de 8 mil a diária, foi Dilma que escolheu e pagou também? Afinal, recreio é recreio e cada um deve pagar o seu. Preste contas, presidenta, e prove que o piquenique em Lisboa foi mesmo por sua conta.

FERNANDO ULHÔA LEVY

foulevy@gmail.com

São Paulo

Recibo

Só acredito na "presidenta" vendo o comprovante!

LAERT PINTO BARBOSA

laert_barbosa@ig.com.br

São Paulo

Ratos e calangos

Não concordo com a justificativa da presidente Dilma quando diz que pode frequentar restaurante de luxo desde que por sua conta. Lógico que não se deseja ver a presidente petiscando numa birosca, mas tal ostentação, com a agravante de se dar aos olhos do mundo, além de ser contraditória à sobriedade que a esquerda sempre alardeou (hoje nem tanto), é uma afronta aos milhões de miseráveis brasileiros que comem ratos e calangos.

JOAQUIM QUINTINO FILHO

jqf@terra.com.br

Pirassununga

Contraponto

Escolher restaurante é fácil. Difícil é governar um país...

A. FERNANDES

standyball@hotmail.com

São Paulo

Viagem desastrada

A viagem da presidente com seu bando de seguidores inúteis reflete bem a incapacidade do governo de fazer coisas produtivas para e pelo País. Em Davos fez um discurso sem credibilidade. Parou em Portugal e gastou uma fortuna em hotéis, chamando os brasileiros de bobos. Em Cuba inaugurou um porto com dinheiro do cidadão brasileiro (se for do tipo PAC, vai parar de operar), prometeu dar ainda mais dinheiro dos brasileiros e fez outro discurso inútil. Um governo e governantes medíocres!

ANDRÉ COUTINHO

arcouti@uol.com.br

Campinas

Compromisso ideológico

O editorial Dilma em Cuba (29/1, A3) mostrou, entre outras coisas, que na sua última viagem, acompanhada de um séquito de causar inveja a governos do Primeiro Mundo, ao mesmo tempo que em Davos implorou investimentos estrangeiros no Brasil, na ilha dos Castros ratificou o compromisso ideológico do lulopetismo com uma das últimas ditaduras comunistas remanescentes da guerra fria. Aliás, a foto do encontro com o ditador cubano não deixa dúvidas quanto à admiração da presidente por um regime que há mais de 50 anos não elege livremente seu presidente.

FRANCISCO ALVES DA SILVA

profealves@gmail.com

São Paulo

Não entendi a filosofia de vida da presidente Dilma. Lutou contra o governo militar, chamando-o de ditadura, quando o Brasil foi governado por generais durante 21 anos. Agora dá total apoio à ditadura cubana, governada há 55 anos por Fidel e Raúl?

ALDO MATACHANA THOMÉ

aldo@projex.com.br

Ourinhos

Incoerências

Nossos portos agonizam por falta de estrutura e modernização, formando um gargalo no escoamento de safras com filas quilométricas que chegam a três dias de espera para descarregar, e Dilma financia seus cumpanheiros cubanos Castros, na construção do porto de Mariel com mais US$ 290 milhões, que somados aos já cedidos US$ 802 milhões perfazem mais de US$ 1 bilhão!

ANGELO TONELLI

angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

Mais US$ 290 milhões

Novamente a presidente "de vocês" (não é minha porque nela não votei) emprestou a fundo perdido mais US$ 290 milhões aos irmãos Castro, segundo ela, pela importância da parceria comercial entre os dois países, ignorando os mercados americano, europeu, chinês e japonês, esses, sim, os maiores importadores de matérias-primas e manufaturados do Brasil. Com as benesses a Cuba, Venezuela, Bolívia e vários países africanos superando, e muito, a casa do bilhão de dólares, mais o gasto com a Copa - quem arrisca um número? -, dá-nos a impressão de que crescemos em seu governo 5%-6% ao ano com uma inflação anual não superior a 2%-3%, sem maquiagem. Tudo bem, já que os investimentos em saúde, educação, transporte, segurança, estradas, modernização dos portos têm sido feitos normalmente e com a competência de sempre, não há o que reclamar. Até outubro, presidente.

HÉLIO JOSÉ CURY

heliocury@gmail.com

São Paulo

Parceria de primeira ordem

Num país onde a saúde e a segurança, sem contar outras áreas, estão um caos e estradas e portos não poderiam estar pior, cabe perguntar: por que desviar tanto dinheiro para Cuba e outros países sob regime de ditadura, sem certeza de retorno? Quando a Previdência alega rombo em seu caixa e vários Estados sofrem perenes calamidades sem que haja benesse alguma do governo federal, e mesmo quando produtores não conseguem um centavo de financiamento ou remissão de dívidas quando perdem suas lavouras, é um acinte como se joga dinheiro fora. Que dívida moral nossos governantes (diga-se os que pregavam a democracia e hoje mudam de atitude) têm com Cuba e África? Quando milhões de sem-teto clamam por moradia, e esse dinheiro daria para construir milhares de casas populares (sem desvios ou corrupção), o governo solta pelo ralo milhões de dólares. Muitos são condenados por crimes contra a humanidade, no entanto esse descaso de nosso governo se assemelha a isso quando se considera que pobres apodrecem nas filas de hospitais.

CLAUDIO MAZETTO

cmazetto@ig.com.br

Salto

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ANALFABETOS BRASILEIROS

38% dos analfabetos da América Latina, infelizmente, estão no Brasil. São 13,2 milhões de brasileiros que não sabem ler ou escrever. E o nosso país, que tinha se comprometido com a redução desse trágico número de analfabetos até 2015, não só não vai entregar a promessa, como está aumentando esse contingente, como constata a pesquisa divulgada pela Unesco. Mais um vexame nacional, juntando-se a outros índices vergonhosos que carregamos, como da falta de água potável para 25% da população, por exemplo. E será que o Palácio do Planalto vai querer rebater esses dados da Unesco? Creio que devem mais é enfiar a sua viola de demagogia no saco e ter a hombridade de pedir desculpas à Nação, porque nestes quase 12 anos do PT no poder central praticamente nada se fez para minorar essa tragédia que é a educação no País. Essa triste realidade que a Unesco divulga para o mundo todo aparece na exata hora em que Dilma Rousseff aparece feliz ao lado de Fidel Castro e inaugurando um moderno porto em Cuba com financiamento brasileiro. Ou seja, falta também aos alojados no Planalto educação institucional que privilegie o bem comum do povo tupiniquim.

Paulo Panossian

paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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FIASCO NA EDUCAÇÃO

Aloizio Mercadante foi promovido a chefe da Casa Civil, apesar do fiasco com ministro da Educação, como comprova a avaliação da Unesco. O organismo da ONU aponta as maiores falhas na área do ensino fundamental, mas nosso atual governo, popular, mas elitista (pode?), se liga muito mais no ensino superior e no pré-universitário, alegando não serem de sua responsabilidade o ensino fundamental e o médio. É só avocar para si a função, como faz com a direção de empresas privadas como Petrobrás e Vale.

Roberto Maciel

rvms@oi.com.br

Salvador

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MÃO DE OBRA DESQUALIFICADA

A capacidade produtiva do Brasil vai de mal a pior, agravada pela escassez de mão de obra qualificada. Dos 90,6 milhões de trabalhadores ocupados, apenas l4,9% têm nível superior, 26,9% dos que têm 14 anos ou mais de idade não tinham concluído o ensino fundamental e 5,4% não tinham nenhuma instrução. A nova Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad) Contínua mostra que a escolarização segue precária, sem capacidade de atender à demanda das indústrias e até mesmo na construção civil, que não é tão exigente. Falta de capacidade e deficiência na formação básica. A capacidade de fazer contas ou interpretar textos é tão precária que as empresas são obrigadas a ocupar o espaço que deveria ter sido ocupado pela escola. Os cursos de capacitação técnica não preenchem as necessidades. A precariedade de educação básica está condenando o setor produtivo a uma mediocridade que os figurões do Ministério da Educação não conseguem enxergar, com sua visão nublada. Para o governo, a meta é o "ad aeternum". A vitória na Copa do Mundo é o paradigma contra o medo, o pânico de uma derrota nas urnas. "Ensinar não é transferir ensinamento, mas criar as possibilidades para a sua própria produção ou sua construção" (Paulo Freire).

Jair Gomes Coelho

jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)

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DIREITO E DEVER

Dona Dilma ficou "brabinha" porque foi criticada pelo seu rolezinho em Lisboa, hospedada num dos mais luxuosos hotéis daquela cidade e jantando num badalado restaurante, na companhia de sua enorme comitiva? Ela diz que, por pagar a sua própria conta, tem o direito de escolher o restaurante que quiser. Pois bem: que ela, então, prove que foi ela quem pagou, e o mesmo vale para seus "cumpanheros". Como? Disponibilizando a fatura dos cartões corporativos, oras! E não venham com a balela de que não se pode fazer isso por motivo de segurança nacional, haja vista a "bisbilhotice" da agência de segurança norte-americana. Nós temos o DIREITO de saber como nossos impostos estão sendo usados, até porque o povo brasileiro está carente de condições mínimas em termos de saúde, educação e segurança. E Dilma, como governante responsável, tem a OBRIGAÇÃO de nos prestar contas. Simples assim!

Aparecida Dileide Gaziolla

aparecidagaziolla@gmail.com

São Caetano do Sul

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A CONTA DA PRESIDENTE

Não reclamamos porque Dilma paga a conta com o salário dela. Nós reclamamos porque quem a leva para o restaurante que ela quer é o avião da Presidência, com o combustível brasileiro, com o piloto que o Brasil paga - e a conta das demais despesas quem paga somos nós. Se toca, madame!

Jose Pedro Vilardi

vilardijp@ig.com.br

São Paulo

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LEDO ENGANO

Demonstrou personalidade a presidente respondendo às críticas generalizadas da população sobre o seu fim de semana em Lisboa. "Eu escolho o restaurante porque eu pago a minha conta." Ledo engano da presidente, ou um sofisma? Até agora eu não ouvi nenhuma explicação de como foram pagos os hotéis que hospedaram tão numerosa comitiva presidencial. Aliás, nesse pormenor, seria altamente instrutivo se a nossa imprensa levantasse o tamanho das comitivas de outros mandatários em Davos. A mentira dita em tom oficial pelo ministro das Relações Exteriores, por determinação da presidente, sobre a improvável parada técnica em Lisboa, já seria um escândalo de derrubar no mínimo o ministro em países mais sérios. Mas ainda existiram outros gastos que continuam ignorados e tem direito a uma explicação quem efetivamente pagará a conta: a população brasileira. São os gastos relativos aos dois aviões que conduziram tão alegre comitiva, tais como combustíveis, os custos indiretos, taxas do aeroporto e despesas com o pessoal, entre outros. Então a presidente gastou indevidamente verba pública, sim. O Aerolula tem autonomia de 12 horas de voo e os aviões de carreira fazem o voo direto de Zurique a São Paulo, por exemplo, em pouco mais de 9 horas. E, se não bastassem essas atitudes execráveis, a atuação de Dilma em Davos não contribuiu em nada para a economia do Brasil. Segundo foi noticiado, o Brasil teve um dos piores desempenhos naquele fórum. E ainda na volta a presidente resolveu beneficiar Cuba com mais dinheiro público para o Porto de Mariel. E os nossos portos que se danem. Só nos resta rezar e esperar o 3 de outubro.

Gilberto Pacini

benetazzos@bol.com.br

São Paulo

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O RESTAURANTE E AS CONTAS

É, dona Dilma, a sua conta de restaurante você paga com certa arrogância. Já nós, pobres brasileiros, pagamos a "doação" a Cuba (US$ 290 milhões), a falta de escolas, os hospitais, o transporte e outras façanhas - inclusive a inflação maquiada pela contabilidade criativa, pela qual a nossa escolha do restaurante é a criatividade de fazer sobrar alguma coisa dessa amarga conta.

Flávio Cesar Pigari

flavio.pigari@gmail.com

Jales

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ESBANJANDO

Dona Dilma, a conta do Hotel Ritz (R$ 26 mil a diária) em Portugal, sua e de sua trupe, também foi paga do seu bolso?

Walter Dias de Carvalho

walterdc@uol.com.br

Jundiaí

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‘SOCIALISTA-CAVIAR’

Dona Dilma tem todo o direito de escolher o restaurante. E claro que, como uma "socialista-caviar", nunca iria escolher uma cantina simples frequentada por pobres proletários...

José Gilberto Silvestrini

jsilvestrini@hotmail.com

Pirassununga

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POR QUE ÀS ESCONDIDAS?

O governo petista mantém certos códigos de comunicação que só ele pode entender. Coisas que estão além da crassa ignorância do povo... Atentem para essa história da última viagem da presidente Dilma. O destino da comitiva presidencial brasileira, após participar do Fórum Econômico Mundial de Davos, na Suíça, seria, conforme o que foi comunicado oficialmente, seguir diretamente a Cuba, para inaugurar o Porto de Mariel, evento presidido pela presidente Dilma a quatro mãos com Raul Castro. Mas o comunicado oficial da comitiva presidencial escondeu a programação da parte "gourmet" da viagem. Apanhada com a "boca na botija", ao serem descobertas pelo "Estadão" a papança de comes e bebes no restaurante Eleven e a confortável demora na hospitalidade em Lisboa, no Tivoli e no Ritz, dos melhores hotéis europeus (diária de R$ 26 mil, com 45 suítes ocupadas), a comitiva lançou comunicado "codificado": o "mau tempo" obrigou à escala técnica forçada, por motivo de segurança de voo, decisão que só foi tomada no dia da partida de Davos - sábado. O comunicado oficial foi participado à imprensa pela ministra da Comunicação Social: Helena Chagas, e confirmado a seguir pelo ministro das Relações Exteriores, Luiz Alberto Figueiredo. Aconteceu que a falseta não foi combinada, ou não mereceu apoio, do diretor de cerimonial do governo local: embaixador Almeida Lima, que "entregou" ter sido escalado para receber a presidente Dilma e comitiva em Lisboa desde quinta-feira, quando ainda se iniciava o Fórum Econômico de Davos. O dono do restaurante confirmou que a reserva no Eleven foi feita na quinta feira. Portanto, a "esticada" em terras lusitanas era plano guardado a sete chaves e, certamente, muito almejado pelos felizes integrantes da comitiva presidencial. É de questionar: para que ocultar a todo custo a programada "esticada" a Lisboa para lauto regabofe no Eleven (dos mais badalados restaurantes da capital portuguesa)? A tática acabou custando tremendo desgaste gratuito à imagem de austeridade que a presidente Dilma gosta de aparentar. Para que submeter a ministra da Comunicação Social e o ministro das Relações Exteriores do Brasil ao vexame de serem desmentidos por simples funcionário de segundo escalão, diretor do cerimonial do governo português, e até pelo chef do restaurante escolhido para o regabofe? Além de tudo, a presidente Dilma vem justificar o "imbróglio" afirmando que ela e a comitiva pagaram do próprio bolso a comilança. Depois do estrago, ainda vem a direção nacional do PT arrematar a patuscada com nota oficial "codificada": acusando a imprensa ("Estadão") de noticiar os fatos apurados favorecendo os críticos da presidente Dilma, aduzindo que estes "torcem contra os fatos, semeiam a insegurança e a incerteza, promovem ações de terrorismo psicológico e apostam no medo para vencer a esperança, na expectativa de nos bater nas urnas". Diante disso, afinal, a pergunta que não quer calar: Por que este governo petista insiste em "codificar" seus comunicados à imprensa e à população, para divulgar falsa imagem de austeridade e veicular propaganda enganosa (eleitoreira) de preservação da coisa pública, em vez de assumir seus atos? A sabedoria popular ensina que "mentira tem perna curta". Ora, todos sabemos que, no fim, quem paga a conta (caríssima) somos nós.

Luiz Carlos Soares Fernandes

luiz68017@gmail.com

São Paulo

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INTRIGA DA OPOSIÇÃO?

Esse pessoal do PT se supera a cada dia. Fizeram uma parada programada (nenhum hotel teria disponibilidade de 45 suítes sem reserva com boa antecedência), gastaram dezenas (ou centena) de milhares de euros no hotel (só a suíte presidencial custou mais de 8.500,00 euros) e querem que achemos tudo normal. "Parada técnica"? Caras de pau! Parada técnica seria perder duas horas numa sala vip, enquanto abasteciam o avião, e seguir viagem. E agora, para desviar a atenção desse fato maior, tentam justificar que cada um pagou a sua parte da conta do restaurante com recursos próprios. E o hotel, quem pagou? Fazem-nos de palhaços e dizem que é tudo intriga da oposição. Vale lembrar que Portugal, há pouco tempo, foi rota da primeira-amiga Rosemary Noronha, com uma mala com 20 milhões de euros. Mas isso também foi intriga da oposição. Vergonha!

Sérgio Luís dos Santos

sersan@netpoint.com.br

São Paulo

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POUCO CONVINCENTE

Dona Dilma diz que come no restaurante que ela quiser, pois paga a conta. Pergunto: com seu cartão corporativo? Pergunto novamente: e o hotel usado em missão extra-oficial, também foi pago do próprio bolso, bem como o dos convivas? Se foi, acho bom mostrar os comprovantes, pois não acredito que o povo brasileiro seja tão ingênuo a ponto de acreditar nisso, nem mesmo os pouco informados, pois se há uma coisa que o povo entende é quando está sendo feito de trouxa. A justificativa não foi nada convincente e seu "role" turístico afrontoso não será apagado da memória dos brasileiros tão cedo.

Eliana França Leme

efleme@terra.com.br

São Paulo

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REAÇÃO DOMÉSTICA

Causa estranheza uma presidente dar satisfações sobre gastos num passeio como se estivesse prestando conta a um hipotético marido, numa reação tipicamente doméstica: "Eu escolho o restaurante que for porque eu pago a minha conta". Gostaria que ela prestasse conta sobre a "despesa" feita em Cuba, com o BNDES, de triste memória, financiando obras do Porto de Mariel. Obrigado.

Modesto Laruccia

modesto.laruccia@hotmail.com

São Paulo

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ESCOLHAS

A presidente Dilma Rousseff, ao rebater as críticas sobre sua nababesca estadia em Lisboa, juntamente com numerosa e absolutamente desnecessária comitiva, afirmou com empáfia: "Posso escolher o restaurante que quiser". Escolha por escolha, que Dilma não se esqueça de que o espoliado e cansado eleitorado brasileiro também poderá escolher outro presidente nas próximas eleições.

Túllio Marco Soares Carvalho

tulliocarvalho.advocacia@gmail.com

Belo Horizonte

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O PASSEIO DO BACALHAU

Dona Dilma adora um bacalhau, e para comer o original português mobilizou avião, assessores, seguranças, veículos e outros recursos bancados pelos pobres contribuintes, cada vez mais escorchados pelo Guido Mantega. Tudo bem que ela pagou do bolso a conta do restaurante (certamente com as gordas diárias que recebe, pagas por nós também), mas e o restante dos custos, quem pagou? Claro que sobrou para nós, os trouxas cidadãos brasileiros comuns. Que tal na próxima eleição darmos um "bacalhau" ardido para ela comer? Seria justo.

Renato Pires

repires@terra.com.br

Ribeirão Preto

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O POVO QUER SABER

Dilma, veemente, nos jornais e na TV, declarando que paga as contas em restaurantes, soou ridícula, não honesta. Como em junho passado, não são pelos R$ 0,20, presidente! É pela paradinha técnica em Lisboa, pela suíte milionária, pela comitiva dos "foristas" cujo destino principal nunca foi Davos, pelas homenagens a Fidel - que inclui o Porto de Mariel com grana que, se empregada no Brasil, beneficiaria as mesmas 400 empresas, empregaria brasileiros e beneficiaria a infraestrutura nacional. Aliás, o povo quer saber: O milhão de tal porto é a fundo perdido ou será perdoado num cada vez mais remoto mandato futuro?

Roberto Viana Santos

rovisa681@gmail.com

Salvador

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DILMA MENTE

A presidente Dilma mente ao afirmar que pagou do próprio bolso as despesas em Lisboa. Quem ganha vinte e tantos mil reais por mês não se hospeda em hotéis de vinte e tantos mil reais a diária e passa longe de restaurantes com estrelas do Guia Michelin. A conta simplesmente não fecha. Resta saber o que fará a oposição preguiçosa e pelega.

Mário Barilá Filho

mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo

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SOBRAS

Dilma escolhe os restaurantes. O cidadão fica com as sobras. Por inteiro, só a conta a pagar...

A.Fernandes

standyball@hotmail.com

São Paulo

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QUE BOM

Fico de fato feliz com o fato de a nossa presidente pagar a conta do restaurante em Lisboa. Seria muito ruim para a imagem do País se ela saísse correndo sem pagar. Resta só uma pergunta: com o dinheiro de quem ela paga a conta?

Luis Bernardo Vilaça

lbvilaca@gmail.com

Itu

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ELEMENTAR...

Ora pois! Pagou a conta? Não era pra pagar?

J.Perin Garcia

jperin@uol.com.br

São Paulo

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CREDIBILIDADE ZERO

Só é possível acreditar na alegação da presidente Dilma de que a conta do recente jantar em restaurante de luxo em Lisboa foi paga do próprio bolso por ela e membros da comitiva se houver uma auditoria nos gastos efetuados com os chamados cartões corporativos. Enquanto continuar sendo negada a prestação de contas do que é gasto com esses cartões - sob a suposta justificativa de que se trata de questão de segurança nacional -, as afirmações da presidente não têm qualquer credibilidade.

Claudio Janowitzer

cjano@terra.com.br

Rio de Janeiro

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‘EU PAGO A CONTA’

Dona Dilma, com cartão corporativo, até eu...

Victor Germano Pereira

victorgermano@uol.com.br

São Paulo

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CHAPÉU ALHEIO

Engraçado, a presidente Dilma disse que ela come onde quiser porque paga as suas contas e que seus convidados também pagam as contas deles. Em primeiro lugar, é bom dona Dilma não ser tão arrogante, porque todo funcionário público é pago com dinheiro do contribuinte. Em segundo lugar, seus convidados, apesar de pagarem as contas, pagam com cartões corporativos, dinheiro também do contribuinte. O que significa dizer que todos fazem cortesia com chapéu alheio. O pouco que vaza na imprensa a respeito da farra com dinheiro público é motivo de sobra para indignar o cidadão brasileiro que paga altíssimos impostos e vê que os serviços essenciais continuam um lixo. Brasil, um país de tolos!

Izabel Avallone

izabelavallone@gmail.com

São Paulo

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O QUE ESTÃO PENSANDO?

Por que é que essa gente do governo atual comete tanto deslize e conta tanta mentira na tentativa de justificar o injustificável? Dilma disse que "escolhe o restaurante porque paga a sua conta". Provavelmente é isso o que acontece, porém, com o cartão corporativo, que no fim é despesa do governo que todos nós pagamos com os nossos impostos escorchantes. E não é só o restaurante escolhido, tem também as diárias de hotel, as despesas com a "escala técnica" em Lisboa e talvez outras coisas mais. Após o jantar, poderiam ter ido a Alfama, região turística de Lisboa onde se ouve o fado, se é que não foram. Não sabem analisar as sua atitudes? Amadorismo ou mau-caratismo? A visita a Cuba para inaugurar o Porto de Mariel, totalmente financiado por nós, brasileiros, ocasião em que Dilma se desmancha em gentilezas e sorrisos com o ditador sanguinário Fidel Castro, também não foi vista com bons olhos. Estão pensando que somos todos trouxas?

Alvaro Salvi

alvarosalvi@hotmail.com

Santo André

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AS VIAGENS DE INTERESSE PÚBLICO

Quando as viagens internacionais são de interesse público, obviamente, devem ser custeadas pelo erário brasileiro. Entretanto, as viagens de lazer ou turísticas devem ser pagas pelos representantes do país, porque não têm interesse nacional, mas exclusivo do membro da comitiva. No caso da presidente Dilma, em Portugal, com permanência em hotel de luxo em Lisboa, juntamente com várias dezenas de acompanhantes, as despesas devem ser pagas com o dinheiro dos membros da comitiva. Em caso contrário, está tipificada a figura da improbidade administrativa, tendo sido bastante oportuna a provocação pelo PSDB da Procuradoria-Geral da República. De outro lado, marcando posição no Congresso Nacional, o PSDB também teceu considerações sobre os atos da comitiva presidencial. Afinal de contas, o dinheiro público precisa ser respeitado e resguardado pelos representantes da Nação.

José C. de Carvalho Carneiro

carneirojc@ig.com.br

Rio Claro

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CONTAS A PAGAR

A ínclita presidenta disse: "Escolho o restaurante porque pago a conta" (29/1, A11). Sim, paga, mas com o nosso dinheiro. Com o dinheiro dos outros, eu pago qualquer conta.

Artur Topgian

topgian.advogados@terra.com.br

São Paulo

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A MENTIRA VIROU CACOETE

Todos já sabem que mentiras são uma grande habilidade do governo Dilma. Mentem nas contas públicas e até em assuntos de menor importância. O caso da parada da comitiva - eram dois aviões - em Lisboa é típico. Dilma deve ter dito ao ministro Figueiredo para dizer que a escala fora decidida no dia em que ocorreu. Figueiredo caiu nessa - provavelmente não está acostumado com governos mentirosos e ingenuamente passou a mentira para a frente. Pouco depois o governo português desmentiu: a escala já havia sido programada na véspera. A mentira de dona Dilma já é um cacoete que ela usa quase que diariamente, para tentar justificar uma série de erros que seu governo comete. Se ela tivesse dito que sua comitiva faria uma parada técnica em Lisboa, todo o mundo aceitaria, embora haja muita gente que acha um exagero da presidente se hospedar com a comitiva no hotel mais caro e fazer a refeição no restaurante mais requintado. Mas aí, lembro-me de que minha avó dizia que "quem nunca comeu melado, quando come, se lambuza". Apesar de ela ter dito em pronunciamento em Cuba que pagou as contas, ninguém acreditou.

Fabio Figueiredo

fafig3@terra.com.br

São Paulo

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GERAÇÃO DE MENTIROSOS

Senhora Dilma, mesmo que tenha pago com o seu próprio dinheiro (ou teria sido com o seu próprio cartão de crédito presidencial?), não se sente envergonhada com um capricho tão caro? E a sua pequenina comitiva, também pagou com o próprio dinheiro? Se esse capricho não foi pago com o dinheiro do contribuinte, por que essa mentira descarada sobre a escala técnica? Por que não disseram simplesmente que iam dar um rolê em Portugal? A senhora já se deu conta de que, juntamente com Lula e demais petistas, está forjando uma geração de brasileiros mentirosos e descarados?

Elisa Maria Pinto Cesar Andrade

mj@mariajoaocosmeticos.com

São Paulo

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A ESQUERDA ‘CAVIAR’

A política de inclusão do PT passa por jantares de R$ 9 mil e diárias de R$ 26 mil em hotéis de luxo? Será que Dilma foi fugir dos rolezinhos defendidos pelos seus correligionários aqui, no Brasil? O badalado Eleven pareceu mais seguro que o Tre Bicchieri, que recentemente teve suas portas fechadas sob ameaça de manifestantes patrocinados por partidos políticos. Será que essa extravagância da "presidenta" não causa rubor nos seus fiéis defensores, que em qualquer oportunidade achincalham e desmerecem aqueles que buscam conforto e segurança financeira à custa de muito trabalho e dedicação? Leia-se: classe média. Ou seria o pernoite milionário da "presidenta" e sua comitiva algo simbólico, uma quase fábula, para celebrar o triunfo dos espertos ante os esforçados? Celebração daqueles que escolheram os palanques e anedotas diante da massa, que só consegue pagar suas contas no fim do mês caso acorde cedo para trabalhar? Em meio a charutos cubanos, lençóis de fio egípcio, diárias no Ritz e banquetes luxuosos vive a nata da esquerda "caviar" brasileira. Afinal, o discurso de defesa dos pobres, da inclusão social e da distribuição de renda harmoniza bem com o sabor de um legítimo Beluga.

Paulo Saraceni Neto

kapi_saraceni@yahoo.com.br

São Paulo

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OLHAR POSITIVO

A viagem da presidente brasileira ao exterior deveria ser interpretada de forma positiva. No entanto, como já começou o ano eleitoral, críticos sem ter o que fazer citam até uma escala na viagem feita em Portugal. E depois a ida a Cuba. Ora, o Brasil mantém contatos com todos os países do mundo e os procedimentos na visita presidencial foram transparentes e objetivos.

Uriel Villas Boas

urielvillasboas@yahoo.com.br

Santos

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CRENÇA

Você acredita que foi Dilma que pagou o jantar?

Silvio Leis

silvioleis@hotmail.com

São Paulo

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VISITA A CUBA

Adorei a foto do comunista Fidel Castro vestindo abrigo Adidas ao lado da nossa "presidenta".

Marcus de Campos Pieri

marcuspieri@gmail.com

Avaré

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NEM POR DECRETO!

O comandante Fidel Castro deve ter um contrato vitalício com a Adidas. Fidel não tira aquele agasalho nem por decreto. Ops!

Sara May

sara-may@bol.com.br

São Paulo

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A PRIORIDADE É CUBA

A foto de Dilma Rousseff e Raúl Castro, sorridentes com uma alegria quase infantil estampada na primeira página do "Estadão", mostra o quanto estamos sendo surrupiados por este governo em benefício de suas suspeitas relações com Cuba. Priorizar a construção do Porto de Mariel com dinheiro brasileiro e, ao mesmo tempo, ignorar a grave situação em que se encontra a estrutura portuária do Brasil faz acender a luz vermelha e soar o alarme contra a corrupção. A principal pergunta é: Por que tantas facilidades na hora de mandar dinheiro para Cuba? Vejamos, por exemplo, o programa Mais Médicos, ops, Mais Cubanos. O governo se compromete a trazer mais de 10 mil "médicos" de Cuba ao custo de mais de R$ 500 milhões para enganar a população mais carente com esse enorme placebo vindo de Havana. Além de livrar esse suspeito contingente de pessoas com seus jalecos brancos do exame do Revalida, o governo brasileiro acredita que somos idiotas e acreditamos que Cuba possui um gigantesco e infindável estoque de médicos prontos para a serem enviados em qualquer quantidade a qualquer país e a qualquer hora. Quem quiser comprovar a fraude dos "médicos" cubanos, basta analisar as fotos desses grupos divulgadas nos jornais. Perceberá que a idade entre os desembarcados tem uma variação de no máximo dez ou doze anos, significando que foram "formados" nos últimos 15 anos. No máximo. Agora, sabendo que Cuba abastece 60 países com 90 mil "médicos", é fácil fazer uma continha simples, ou seja, 90 mil dividido pelos 15 anos de formaturas, teremos um assombroso resultado de 6 mil "médicos" formados por ano em Cuba. A fraude fica constatada ao saber que a pobre ilha não tem capacidade para formar nem 200 médicos por ano. O programa do governo petista não passa de um ardiloso engodo que, além do placebo na saúde pública com objetivos eleitoreiros, o principal objetivo é mandar ajuda financeira aos irmãos Castros.

Wilson Sanches Gomes

sancheswil@hotmail.com

Curitiba

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A AMÉRICA E A REVOLUÇÃO

Antigamente, Cuba mandava guerrilheiros para os países da América Latina sem cobrar nada, já que a exportação da grande revolução era sustentada pela então União Soviética. Agora o método evoluiu. Hugo Chávez mandava dólares para Cuba. O Brasil, via BNDES (leia-se "impostos"), gasta mais de US$ 1 bilhão na construção de um porto em Cuba e manda mais algumas centenas de milhões para comprar paramédicos-escravos. Cuba manda dólares em caixas de uísque para o Brasil nas vésperas de eleições presidenciais. Claro, tudo isso sem o menor controle quanto à contabilidade real da coisa, visto que na ilha-presídio cubana a realidade é definida pelo ditador castrense da hora e a grana tem asas para ir e voltar. Bem, talvez o contador do Foro de São Paulo conheça todos os detalhes. Mas tudo isso visa tão somente à "construção do novo mundo socialista" e eventuais desvios, para contas ou cuecas particulares, são apenas detalhes irrelevantes que direitistas malvados teimam em não compreender.

Aldo Sérgio Theoto Petroni

aldo.petroni@gmail.com

Jundiaí

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FINANCIAMENTO PARA CUBA

A pergunta é pesada, mas, dada a voracidade petista, oportuna: quantos desses cubanos US$ 1.090.000.000 serão repatriados como "recursos não contabilizados" neste ano eleitoral?

Julius Boros

Cotia

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TRAGÉDIAS QUE PODEM SER EVITADAS

O caso da queda da passarela no Rio de Janeiro, ocorrida anteontem, se repete e não surgem soluções para evitá-las. Agora corre-se para responsabilizar alguém, mas isso não irá trazer de volta as vidas ceifadas nesse horrível acidente. Tivéssemos uma simples trava na caçamba, que seria acionada no seu fechamento e cujo destravamento somente seria possível com uma pequena chave pelo lado de fora, todos esses acidentes vitimando inocentes jamais teriam ocorrido. Citamos como exemplo as guilhotinas de corte instaladas nas gráficas, que deixaram centenas de pessoas mutiladas; no entanto, quando os engenheiros adaptaram dois botões que precisam ser acionados simultaneamente pelo operador para movimentar a guilhotina, afastando assim as mãos da área de corte, as mutilações cessaram. Será preciso criar lei para que os fabricantes dessas caçambas tomem a iniciativa de adaptar tais dispositivos?

Antonio Ferreira Dourado Filho

aferreirad@terra.com.br

São Paulo

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SOLUÇÃO SIMPLES

A propósito da ocorrência de diversos acidentes provocados por caminhões basculantes cuja caçamba se eleva por falha mecânica ou humana quando em movimento, sugiro a instalação de dispositivo que impeça o deslocamento do veículo ao iniciar a elevação da caçamba. É um dispositivo bastante simples, de custo muito baixo, que evitaria acidentes como o ocorrido no dia 28, na Linha Amarela, no Rio de Janeiro, e que causou a morte de cinco pessoas, ferimento em outras e elevado prejuízo econômico e financeiro para o Estado e para os cidadãos afetados. A propósito, cito que a motocicleta fabricada pela Suzuki, Burgman 400, tem dispositivo que a desliga quando o pézinho de apoio é acionado.

Aparecido Sales

aparecido.sales@gmail.com

São Paulo

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OVO DE COLOMBO

Em São Paulo, vários caminhões com altura superior ao gabarito permitido se chocaram contra viadutos, danificando-os gravemente. Agora, no Rio de Janeiro, a caçamba levantada derruba passarela, matando pessoas. Enquanto isso, o ovo de Colombo já está sendo utilizado em muitas rodovias: antepõe-se à passagem elevada pórtico de sacrifício, com altura do gabarito permitido, que, quando atingido, produz choque que, sem maiores danos, alerta o motorista sobre a irregularidade. Quantos ainda morrerão até que tão simples solução seja amplamente adotada?!

Antonio Carlos Kussama

ackussama@yahoo.com.br

Guarujá

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FORA DE PADRÃO

Cá prá nos, com referência ao acidente ocorrido na passarela no Rio, provocado pela caçamba de um caminhão, a empresa construtora também deve ter um pouco de responsabilidade pela segurança dessa estrutura metálica, construída fora de algum padrão técnico. Por exemplo: uma obra dessa natureza deveria ter no mínimo 5,5 metros de altura, ainda mais numa grande avenida, extremamente movimentada.

João Rochael

jrochael@ibest.com.br

São Paulo

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ESTATÍSTICAS DA SEGURANÇA PÚBLICA

De cada 10 acusados de cometer roubos no Estado de São Paulo, 7 voltaram a praticar o mesmo crime entre janeiro de 2001 e julho de 2013. Desses, 41% tinham menos de 18 anos quando roubaram pela primeira vez. Os dados são resultado de levantamento inédito feito pela Secretaria da Segurança Pública. Pelo andar da carruagem, estamos bem ferrados. E a tendência, com essas leis inócuas e sem força, é isso piorar. Quem for religioso que reze bastante, pois a depender da Justiça "tamu na roça".

Antonio Jose Gomes Marques

a.jose@uol.com.br

São Paulo

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ENXUGANDO GELO

Muito oportuna a matéria publicada no domingo sobre a reiteração de crimes. Isso vem ratificar as notícias publicadas em abril de 2009, em que um pistoleiro cearense de 18 anos, acusado de 18 assassinatos, poderá se livrar da prisão por quase todos os crimes que praticou. Tal fato decorre de que eles foram cometidos antes dele atingir a maioridade penal. O julgamento será com base no Estatuto da Criança e do Adolescente, que prevê medidas socioeducativas que substituem a pena de prisão. A outra é de que um menino de 11 anos é acusado de tentar matar um homem por "encomenda" na periferia de Passos, no sul de Minas Gerais. Ele já era conhecido na polícia por roubo e tráfico de drogas. Há uma necessidade premente de reformular os Códigos Penal, Processual Penal, a Lei de Execuções Penais e o Estatuto da Criança e do Adolescente.

Luiz Felipe Schittini

fschittini@gmail.com

Rio de Janeiro

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REINCIDENTES NO CRIME

Se 41% dos assaltantes no Estado de São Paulo são menores, pergunto: o que o Congresso, em Brasília, e a Assembleia Legislativa, no Ibirapuera (SP), fazem para que este número (absurdo) seja reduzido? Sei que "otoridades" de plantão preferem discutir 5 mil civis mortos no enfrentamento ou choque com os policiais a procurar reduzir os 50 mil brasileiros que são assassinados. Neste Brasil, a criminalidade cresce, com liberalidade política.

Edivelton Tadeu Mendes

etm_mblm@ig.com.br

São Paulo

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LAMENTÁVEL REALIDADE

Conforme levantamento realizado pela Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, a cada 10 acusados por roubo, 7 voltam ao crime no Estado. Portanto, está mais que esclarecido o momento crítico de insegurança que vivemos e o mesmo aumentando incontrolavelmente dia a dia, pois na realidade só nos livramos de 30% dos marginais a cada ciclo.

Angelo Tonelli

angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

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SEGURANÇA É O TEMA

O candidato ao governo estadual paulista nestas próximas eleições (2014) que conseguir convencer os eleitores em geral de que a Segurança Pública de seu governo irá realmente funcionar estará virtualmente eleito. A insegurança pública que vivemos no dia a dia é tão grande que qualquer "promessa" bem explicada, com evidente boa didática, irá muito provavelmente eleger esse candidato. É só aguardar e conferir após a eleição.

José Piacsek Neto

bubanetopiacsek@gmail.com

Avanhandava

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USP - VOLTA ÀS ORIGENS

"Julio de Mesquita Filho e a opção europeia" (24/1, H16) retrata bem a visão inovadora que Mesquita e seus companheiros tinham do pensamento livre e inovador ao contratar para os quadros da Universidade de São Paulo (USP) recém-criada jovens professores franceses então sem espaço nas seculares universidades europeias. "Os 80 anos da USP" (25/1, A3) afirma que "sem saudosismo a USP precisa voltar às origens para compreender melhor seu papel no futuro". É uma oportuna observação, uma vez que o espírito científico não nasce das instituições, mas na mente dos que pensam com liberdade. Cabe, sim, à universidade como instituição educar, dar guarita, estímulo e liberdade de criação aos seus membros, pois só a liberdade de pensamento é capaz de romper as barreiras do atraso e da ignorância.

Arnaldo Amado Ferreira Filho

anado1930@gmail.com

São Paulo

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A USP E OS INVASORES

Vimos em dezembro as cenas chocantes das lutas em estádio de futebol e, agora, estamos presenciando a polícia corretamente buscando os vândalos, os prendendo e entregando à Justiça. Estamos nos perguntando: e os vândalos estudantes universitários (pior!) que ocuparam e depredaram estupidamente a reitoria da USP antes deste lamentável episódio? No caso do futebol, foi um ato irresponsável e momentâneo, no caso da USP, foi lento e deliberado, numa das cem melhores universidades do planeta. A nossa universidade é gratuita para eles, mas paga por nós. Certamente, a direção sabe quem são eles, pelo tempo que lá ficaram. Se fosse particular a instituição, certamente seriam expulsos e processados e ainda buscando indenização. Por que nada acontece? Será que esperaram a eleição do reitor? E agora, o dr. Marco Antônio Zago vai tomar providências? A USP é de todos e esperamos punição exemplar, inclusive para que nunca mais essa barbárie se repita, e não só nesta universidade.

Luiz E. Ferreira Lima

luiz.pintolima@uol.com.br

São Paulo

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PROFESSOR ZAGO, NOVO REITOR

Conseguindo administrar a USP com seu orçamento já enormemente absorvido pelo pagamento das aposentadorias; conseguindo romper os feudos dos titulares de especialidades que impedem a renovação e acréscimo ao conhecimento acadêmico com abertura para o pessoal "de fora"; conseguindo reformular a divisão dos valores pagos na clínica civil, onde uns poucos, em justificativa ao tempo integral de dedicação, estão ficando milionários, utilizando instalações públicas; e, por fim, conseguindo que efetivamente a USP saia de seu casulo e se integre na comunidade onde se localiza, contribuindo com projetos, parcerias e colaborações, que os anjos lhes desejem amém.

Honyldo Roberto Pereira Pinto

honyldo@gmail.com

Ribeirão Preto

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GRAMMY 2014

Realmente a música brasileira de qualidade está esquecida até pela mídia. Nenhuma linha sobre o Grammy Latino 2014 foi escrita ou divulgada a imagem da entrega do prêmio aos vencedores do "Melhor Álbum de Jazz", obtido pelo Trio Corrente dos brasileiros Fábio Torres (piano), Paulo Paolelli (contrabaixo) e Edu Ribeiro (bateria), com a participação do saxofonista cubano Paquito D'Rivera. Parabéns aos ilustres e competentes brasileiros que representaram o Brasil no evento.

Leonecir Dantas

São Paulo

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