Fórum dos Leitores

GOVERNO DILMA

O Estado de S.Paulo

02 Fevereiro 2014 | 02h06

Copa do Mundo

Vi, li e não acreditei que o governo vai investir em publicidade para melhorar a imagem da Copa. Que atitude teremos de tomar para que o governo governe para o povo?

JATIACY FRANCISCO DA SILVA

jatiacy@estadao.com.br

Guarulhos

Politicagem eleitoral

A presidente Dilma Rousseff é obstinada mesmo em "fazer o diabo" e algo mais pela permanência no poder. Esta reforma ministerial é mais uma prova. E o critério de competência na escolha de seus auxiliares imediatos foi às favas. A nomeação dos novos ministros curvou-se a interesses políticos, com o objetivo precípuo de reconduzi-la ao Palácio do Planalto, em outubro. Mais uma vez o Brasil fica à mercê da politicagem menor e a administração pública no primeiro escalão do governo, comprometida. E o povo, que arca com tudo, que "se lixe", como já afirmou proeminente parlamentar.

FRANCISCO ZARDETTO

fzardetto@uol.com.br

São Paulo

Seis por meia dúzia

Não sei por que se perde tempo em noticiar reformas de governos. Todos sabemos que não têm nenhuma importância, só servem para acomodar apadrinhados ou indicados por partidos, cujo objetivo é, quase sempre, apenas a eleição. Melhorar a estrutura ministerial nomeando pessoas com alta competência técnica e, acima de tudo, probidade, nem pensar. Agora mesmo a presidente Dilma mandou soarem as trombetas e seus escribas anunciarem mudanças. O que, na prática, será como enxugar gelo ou trocar seis por meia dúzia. Mas será sempre assim, do Planalto a Quixeramobim.

JOÃO DIRENNA

joao_direnna@hotmail.com

Quissamã (RJ)

Troca-troca ministerial

Diferentemente da faxina fajuta de início de governo, a atual reforma ministerial contempla única e tão somente fins eleitorais. A lamentar, além da finalidade da reforma, o nome de sucessores escolhidos pelo governo. O novo titular da Educação, José Henrique Paim Fernandes, é réu em processo de improbidade administrativa. Também Ademar Arthur Chioro dos Reis, futuro ministro da Saúde, é investigado pelo Ministério Público pelo mesmo tipo de crime. Será possível que da vastíssima base de sustentação governamental a presidente não consiga pescar alguns nomes de pessoas capazes e livres de qualquer suspeita? Hummm... Talvez não.

LAZAR KRYM

lkrym@terra.com.br

São Paulo

Padilha sai chamuscado

Por sorte nossa, e de saída do Ministério da Saúde para disputar o governo de São Paulo, Alexandre Padilha cancelou o convênio da ONG Koinonia-Ecumênica, do seu pai, que recebia recursos do governo federal desde 2009, enquanto ele estava em Brasília. O pior é que Padilha alegou que o pai era só voluntário e que lá faziam palestras para jovens sobre como evitar a aids e noções de saúde nas periferias, que não se sabe se existiram. Saiu chamuscado o ministro pela falta de consideração com o povo brasileiro, que morre em corredores e macas dos hospitais públicos por falta de remédios, equipamentos e atendimento médico. Mais uma vergonha nacional. Isso é o Brasil hoje, o resto é o resto.

JOSÉ PEDRO NAISSER

jpnaisser@hotmail.com

Curitiba

SAÚDE PÚBLICA

Para onde vão os impostos

PIB fraco e endividamento do setor público, com baixos investimentos. A necessidade de austeridade fiscal é consenso entre os economistas. Mas, em ano eleitoral, contratar 6 mil médicos cubanos ao custo de R$ 10 mil cada - R$ 9 mil enviados para o governo de Cuba - são R$ 648 milhões anuais dos nossos impostos que vão para a ilha! Vimos recentemente na TV como anda a saúde pública, com baixos repasses ao SUS aqui, além da não aplicação de R$ 94 milhões, em dez anos, pelo Ministério da Saúde. E ainda tem a maior obra inaugurada pelos governos Lula/Dilma, o porto de Mariel (em Havana!), com empréstimo de R$ 800 milhões pelo BNDES, sem licitação. Só nos resta rezar e dormir. Quem sabe tudo isso não passe de um pesadelo...

HUGO HIDEO KUNII

hugo.kunii@terra.com.br

Campinas

Enquanto isso...

... brasileira implora ao papa para ser operada. Faxineira, mãe de dois filhos, Edna Maria Terto de Oliveira, de 50 anos, moradora no Capão Redondo, recorre a Francisco para fazer duas cirurgias de mioma. Dona Edna está com a barriga inchada, sente muitas dores e espera por atendimento médico há mais de um ano! Descobriu o problema após pagar um exame de ultrassom. Em carta ao papa ela diz que teme não só por sua vida, mas pela saúde da população paulista e brasileira, e pede a intercessão do pontífice junto às autoridades. "Uma brasileira desesperada e lutando pela vida", escreve.

DEVANIR AMÂNCIO

devaniramancio@ig.com.br

São Paulo

MENSALEIROS

Cumplicidade

O que estão fazendo, militância ou não, dando dinheiro para os mensaleiros condenados pagarem as multas que lhes foram impostas, é um mau exemplo, um desrespeito ao STF e uma vergonha para o País. Os doadores deveriam ser considerados cúmplices da corrupção praticada por aqueles a quem estão ajudando e, portanto, responder como tal.

ALVARO SALVI

alvarosalvi@hotmail.com

Santo André

Vaquinha

No mínimo, a Receita Federal precisa investigar a facilidade com que certos petistas estão conseguindo arrecadar quantias milionárias por meio de sites promovidos pelas famílias. Parece muito interessante levantar dinheiro assim, tudo fica legalizado rapidinho. Vai investigar?

ALBERTO CARNEIRO DE ARAUJO

aaraujo.sbc@gmail.com

São Caetano do Sul

À tripa-forra

Pela rapidez com que foi concluída a vaquinha para ajudar os mensaleiros, não dá para negar: a companheirada está com os bolsos cheios de grana. Coitadinho do Zé, será que ele vai voltar a viajar em primeira classe da TAM? Ah, acho que eram eles que pagavam para o pobre...

DALMACIA DE ARRUDA CAMPOS

dalmacia@terra.com.br

São Paulo

Você acredita que são mesmo os "camaradas" que estão depositando tanto dinheiro para essa turma do PT?

SILVIO LEIS

silvioleis@hotmail.com

São Paulo

 

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O BRASIL INSATISFEITO

As considerações dos inúmeros leitores do "Estadão" sobre a atuação do governo federal indicam o grau de satisfação que há na população brasileira, principalmente daquela cujos autores acompanham os acontecimentos recentes. A presidente Dilma parece não saber o que está acontecendo e por que uma considerável parte de brasileiros não está satisfeita com a sua administração. Entendo que os satisfeitos são aqueles que não gostam do trabalho e que recebem o bolsa não-sei-o-que, juntados aos que usufruem de vantagens. Vamos patrocinar uma Copa do Mundo e uma Olimpíada em detrimento da construção de escolas, hospitais, estradas, etc. Foi alardeado um PAC que não está dando em nada. A transposição do Rio São Francisco, a melhoria das nossas estradas, as usinas hidrelétricas, as estradas de ferro e tantas outras obras prometidas e exaltadas como dignas de um governo sério, onde estão, que não se concretizam nunca? Uma pergunta que me ocorre no momento: este porto em Cuba, construído com dinheiro do BNDES, estavam previstos no PAC? O Brasil precisa mudar. Não dá mais para aguentar esse tipo de governança. Esse governo não consegue emplacar nada, haja vista que nem o "presidentA" conseguiu ser.

Leônidas Figueiredo leo.figueiredo@terra.com.br

Vinhedo

 

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FINANCIANDO CUBA

O Porto de Mariel, em Cuba, é estratégico para quem, sra. Dilma Rousseff? Será que é mais estratégico do que os Portos de Santos, de Paranaguá e outros daqui, por onde escoa, de forma ineficiente e a custos elevados, a maior parte de nossa exportação? Por que razão o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) emprestou US$ 682 milhões, e agora foram prometidos mais US$ 290 milhões, para um projeto que não vai melhorar em nada nossa competitividade na exportação de produtos e safras? Como explica que os US$ 682 milhões já são um valor bem maior do que tudo o que foi aplicado nos terminais brasileiros durante 2013? Será que o governo não estaria fugindo dos controles de Tribunais de Contas e do Ministério Público efetuados aqui, enquanto na ilha dominada autocraticamente pelos "companheiros" Castro os custos e preços sofreriam menos (ou nenhuma) contestação? Aliás, que controle tem o BNDES sobre a aplicação correta dos valores emprestados? Desconfio de que nenhum! Parafraseando William Shakespeare, eu diria que "tem algo de podre no reino dos negócios Brasil-Cuba". E nossos trabalhadores honestos, já sacrificados com proibitivos impostos, é que acabarão pagando, com juros, esses negócios mal explicados e mal cheirosos. Acho que cabe à nossa "presidenta" explicar melhor o que ela considera "estratégico" nas aplicações de nossas reservas e economias. É o mínimo que se deve esperar de nossa mais responsável funcionária pública.

Silvano Corrêa scorrea@uol.com.br

São Paulo

 

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ENQUANTO ISSO

Inaugurando e anunciando novas benesses a Cuba, Dilma foi efusivamente aplaudida pelos caminhoneiros brasileiros nas filas de espera dos mais que moderníssimos portos lulobrazucas.

A.Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo

 

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TAPA NA CARA

Um verdadeiro tapa na cara da população brasileira que trabalha pelo desenvolvimento do País o comportamento da presidente Dilma Rousseff. Depois de hospedar-se em Portugal num hotel luxuoso com uma comitiva imensa, apenas para jantar, vai a Cuba e posa ao lado de um dos sanguinários irmãos Castro, na inauguração do Porto de Mariel, onde foram "enterrados" US$ 802 milhões do BNDES, ou melhor, dos impostos pagos pelo contribuinte. E para fechar, informa que o Brasil vai financiar mais US$ 290 milhões para implantação da Zona de Desenvolvimento Especial do Porto de Mariel! Mais de US$ 1 bilhão que poderiam ser investidos aqui, nos nossos portos, ou em educação, saúde, segurança, transporte, etc. Até onde vai a irresponsabilidade deste governo petista? Até onde vamos aguentar tamanho descalabro com nosso suado dinheiro? O que nos aguarda após a Copa e as eleições? Que a população honesta, trabalhadora e que não vive de bolsas-esmolas ou não pertence ao partido pense muito bem antes de votar em outubro. Basta!

Artur A. Intaschi lene.arte@hotmail.com

Ubatuba

 

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GARGALO LOGÍSTICO

A presidente Dilma, com tantos portos a ter de modernizar no Brasil, resolve fazer um moderníssimo em Cuba e deixa os brasileiros produtores de boca aberta. Quem decidiu isso? Que democracia é essa que decide dar dinheiro a Cuba sem aprovação do Congresso brasileiro? Nós, que produzimos, plantamos e colhemos safras recordes, estamos perplexos por ver milhões de nossa soja fazendo porto em um país que nem vizinho é, com um financiamento duvidoso de um banco criado para financiar empresas brasileiras. E no mínimo uma expropriação de crédito. Para piorar, ficam discutindo a conta de um jantar. Quem conta tostão perde milhão. O Brasil tem de acordar, estamos sendo lesados. Este povo do PT passou dos limites.

João Braulio Junqueira Netto jonjunq@gmail.com

São Paulo

 

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NOSSOS PORTOS

Nobilíssima a atitude do governo Dilma de investir em Cuba, uma grande potência em produzir antidemocracia, alguns charutos e um pouco de açúcar. A única coisa que não ficou clara, mesmo com tantas explicações da nobre presidenta, é que, se eles só têm um porto, todos os nossos devem ou deviam estar em ótimas condições. É o caso?

Asdrubal Gobenati asdrubal.gobenati@bol.com.br

Rio de Janeiro

 

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PAC

Estão reclamando do quê? O Programa de Auxílio a Cuba (PAC) segue firme: Porto de Mariel, US$ 802 milhões; reforço para o porto acima, US$ 290 milhões; reforço ao programa Mais Médicos (quanto?). Com o valor atual do dólar, são pouco mais de R$ 2,6 bilhões, elevando o PAC às nuvens. E o povo fica reclamando do jantarzinho em Lisboa... "Data vênia", Tutty Vasques: "Oh raça!".

Ilmar Mello de Carvalho ilmarcarvalho@gmail.com

São Paulo

 

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MAIS TRANSPARÊNCIA

Quanto custa para remodelar o Porto de Santos? E o de Paranaguá? E outros tantos portos pelo Brasil afora que necessitam de modernização? Afinal, se podemos financiar com dinheiro dos impostos pagos pelos brasileiros (BNDES) o porto cubano, por que não podemos reformular os nossos? O que impede? Qual a taxa de juros que Cuba vai pagar ao BNDES? Quando pagará e como? Em vezes? Por quanto tempo? Quando vencem os contratos? Nada sabemos sobre estes empréstimos porque foi tudo catalogado como secreto. As condições destes empréstimos não estão sendo reveladas aos brasileiros por quê? Será que a oposição não vai por o dedo neste caso cinzento? Como nós todos podemos exigir mais transparência do governo com relação a isso? Quem apoia os cidadãos interessados nessa explicação?

Maria Tereza Murray terezamurray@hotmail.com

São Paulo

 

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NOSSO SUOR

Custou caro, muito caro, mas a presidente Dilma inaugura sua primeira obra de 2014: o Porto de Mariel, em Cuba. Comovidos e com lágrimas nos olhos, os irmãos Castro agradecem o suor e o esforço de todos nós, brasileiros, por tão importante obra.

Arnaldo de Almeida Dotoli arnaldodotoli@hotmail.com

São Paulo

 

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O BNDES SUGADO ATÉ O FIM

Enquanto o PAC 1 e o PAC 2 aqui, no Brasil, seguem literalmente empacados, o PAC de Cuba vai muito bem, obrigado. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) precisa mudar de sigla, para Banco Internacional de Desenvolvimento de Ditaduras da Esquerda Socialista (BIDDES). Um absurdo tão grande quanto as péssimas gestões na Petrobrás e na Caixa Econômica Federal. Lembrando que o rombo deixado pelo ex-Midas brasileiro, Eike Batista, não serviu para derrubar sequer um diretor do BNDES, quando o presidente do banco deveria ter pedido para sair. Desse jeito, o Tesouro Nacional não aguenta... E os brasileiros também não.

Sandro Ferreira sandroferreira94@hotmail.com

Ponta Grossa (PR)

 

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PARA CUBA

Enquanto o maior porto marítimo do Brasil, o de Santos, paga multas diárias pesadas por não ter condições de ancorar navios estrangeiros em tempo hábil para cargas e descargas de produtos de importação e, principalmente, de exportação, por necessitar de ampliações e reformas que possam atender a suas necessidades, obrigando os navios a ficarem dias e mais dias parados no estuário para conseguir vagas para atracarem, o nosso BNDES já emprestou ao governo cubano US$ 802 milhões, para a construção, e vai financiar mais US$ 290 milhões para a implantação da zona de desenvolvimento especial do porto cubano de Mariel, segundo anunciou a nossa presidente, naquela ilha. Repito, enquanto tudo isso acontece aqui, no Brasil. Será que Cuba terá condições de resgatar estratosférico empréstimo?

Antonio Brandileone abrandileone@uol.com.br

Assis

 

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MAU CHEIRO

Sei não, gente, tanta grana investida quase a fundo perdido, num regime ditatorial, obra executada por uma das "cinco irmãs" e toda essa dedicação de Lula, Dilma & Cia., os paraísos fiscais do Caribe tão pertinho ("cercano", como se diz lá), isso está cheirando a superfaturamento dos brabos, e, dado o caráter "secreto" dos contratos, é claro que vai chover uns "trocados" na horta petista.

Nestor Rodrigues Pereira Filho rodrigues-nestor@ig.com.br

São Paulo

 

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LARANJAL

Cuba é a maior lavanderia de grana do PT, o esquema perfeito de "laranjal" internacional.

Ricardo C. T. Martins rctmartins@gmail.com

São Paulo

 

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PRÊMIO NOBEL DA SOLIDARIEDADE

Com certeza nossa presidenta irá concorrer neste ano ao prêmio em questão, pela sua dedicação excepcional com o grande império dos Castros, destinando não menos do que US$ 1 bilhão dos cofres do BNDES a Cuba, ao tempo que convivemos com grandes alegrias do atendimento na saúde, na educação, nos transportes, no saneamento e outros mais. Apresentamos índices importantes e com "crescimento sustentável". Será que nossos portos neste momento não precisariam de manutenções, conservações e/ou modernizações que esse bilhão não ajudaria? Mas não, pois não são "estratégicos", como o de Cuba, que poderia muito mais servir de base ou rota para a exportação do narcotráfico. Mas a Copa está aí, para nos livrar de maus pensamentos e nos desviar a atenção dessas mazelas governamentais que são efetuadas porque o poder republicano concede a seus governantes condições de "nunca" assumirem ou responsabilizarem-se por seus desmandos à Nação. Mas, se o Brasil não ganhar, a conta será muito mais pesada para pagarmos! A maior decepção que sentimos não é com quem está no poder, e, sim, quem faz oposição.

José Dominece domi51@terra.com.br

São Paulo

 

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A OPOSIÇÃO NÃO ENTENDEU

Com essa oposição que aí está, o PT vai permanecer mais uns 50 anos no poder. A presidente Dilma vai a Davos e, como sempre, faz um pronunciamento vazio e incoerente, tecendo loas ao seu governo e ao futuro brilhante que espera o Brasil. Voa para Cuba, onde inaugura um moderno porto, construído por empresas brasileiras e totalmente financiado pelo nosso BNDES, no valor US$ 800 milhões, e, de sobra, disponibiliza mais US$ 290 milhões para os irmãos Castro. Então nossa brilhante oposição protocola na Câmara dos Deputados um pedido de investigação sobre as despesas da presidente e sua comitiva, com uma estada e um jantar, em Lisboa!

Luiz Antonio Alves de Souza zam@uol.com.br

São Paulo

 

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RIQUEZA BRASILEIRA

O nosso suado dinheiro dos impostos está servindo para um porto em Cuba, que liga nada a coisa nenhuma; para um hospital de primeiríssimo mundo na Faixa de Gaza; para benesses com a muy amiga Argentina; para perdão de dívidas de dezenas de países... E quando será que a dona Dilma investirá em educação, saúde e transportes aqui, no Brasil?

Milton Bulach mbulach@gmail.com

Campinas

 

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‘PARCERIAS’ ECONÔMICAS

Cuba tornou-se a segunda pátria de nossa presidente Dilma?

Luigi Vercesi luigiapvercesi@gmail.com

Botucatu

 

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DILMA EM CUBA

A parceria é de Dilma, mas o dinheiro é do Brasil.

Roberto Twiaschor rtwiascho@uol.com.br

São Paulo

 

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CUBA PÓS-MARIEL

Chegará um tempo em que Cuba, liberta dos Castro, fará como a China: esquecerá a idiotia da filosofia comunista e começará a negociar com os americanos. Então o Porto de Mariel terá uma importância fundamental e Cuba fará parte do grupo de países da região que terá um comércio diferenciado com os EUA. E o Brasil, como ficará na história? Tomará uma banana do governo cubano do futuro e não será ressarcido do mais de um bilhão investido em Mariel. Duvidam?

Laércio Zanini zanini.edna@hotmail.com

Garça

 

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A ESQUECIDA ITAOCA

Por acaso a presidente Dilma já ouviu falar da cidade de Itaoca, localizada no Vale do Ribeira, no Estado de São Paulo? Acredito que sim, pois ela foi alvo de toda a imprensa televisiva nos últimos dias. É uma das regiões mais pobres do Estado, com baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). Região esquecida por todos os governos, estadual e federal. Agora, diante do caos que ali se instalou em decorrência das fortes chuvas, causando verdadeira catástrofe, arrasando casas, plantações, criações, levando a óbito mais de 25 pessoas, algumas ainda não localizadas, que a presidente destine apenas 10% da importância financiada na construção do Porto de Mariel, em Cuba, para que aquele sofrido povo se levante novamente, bem como um ajuda econômica do BNDES, com juro zero, para os comerciantes e agricultores que perderam tudo na região atingida. Que ela governe um pouco para nós, brasileiros! Aqui tem gente mais necessitada.

Arnaldo Luiz de Oliveira Filho arluolf@hotmail.com

Itapeva

 

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FILME QUEIMADO

No trajeto Davos-Cuba, do Primeiro para o Terceiro Mundo, a mal explicada "parada técnica" da presidente "et caterva" em Lisboa para jantar no sofisticado restaurante Eleven pode provocar uma indigestão sem tamanho em outubro próximo. O bacalhau & vinho podem ter custado muito mais caro do que o cartão corporativo pagou. A conferir...

J. S. Decol decoljs@globo.com

São Paulo

 

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MARGEM PARA DESCONFIANÇA

Não foi para Portugal que Rose Noronha (amante de Lula) levou uma maleta com 20 mil (euros/dólares) para depositar? Será que essa escala técnica da presidente Dilma em Portugal não foi para resgatar ou depositar mais?

Marilú Giannini Soares marilumgs@hotmail.com

São Paulo

 

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QUE FARRA

Se a dona Dilma aprontou esta em Lisboa e outros locais, imaginem o que Lula-Rose não aprontaram à nossa custa? Temos de desmistificar esta súcia.

Tania Tavares taniatma@hotmail.com

São Paulo

 

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OS INTOCÁVEIS

Não adiantou nada apelar para a Comissão de (falta) de Ética Pública da Presidência da República sobre a estadia em Lisboa da troupe do "Grande Circo Místico Brasil". O presidente dessa "falsa" comissão foi nomeado pela presidenta e alegou uma série de "impropérios" e impedimentos impossibilitando qualquer julgamento sobre a inesperada pousada. Um dia ela vai agradecer. Ir a Lisboa qualquer um pode ir. As agências de viagem oferecem os mais variados planos para visitar "Portugal avozinho". Aliás, fazer turismo é o sonho de milhões de brasileiros que gastam um bom dinheiro (em dólares) para isso. O turismo é uma indústria que nos ensina muita coisa. Por exemplo: comparar estilo de vida, os regimes políticos, os idiomas, observar os preços, como vivem os de lá com os de cá. Surpreendentes as diferenças em quase tudo. Melhor ou pior é o que se vê nesse mundão de gente. Entretanto, no caso da nossa comitiva não foi muito estratégico ocupar, em Lisboa, hotéis de luxo e jantar em restaurantes grã-finos, fazendo de improviso um roteiro extraoficial de agrado. Quanto foi a despesa só a Receita Federal deverá saber. Afinal ela zela por todos os gastos dos brasileiros com excessivo rigor. Dizer que paga o que come é chilique. Apresentar os recibos das despesas, aí, sim, é metralhar o oponente.

Ney Julião Barroso nejubar@hotmail.com

Rio de Janeiro

 

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DILMA EM LISBOA

Quem vai a Portugal prova punheta de bacalhau.

Roberto Twiaschor rtwiaschor@uol.com.br

São Paulo

 

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DERRUBADA

E a parada técnica de Dilma em Lisboa, além de ter derrubado os saldos dos cartões corporativos da vasta comitiva presidencial, acabou por derrubar a ministra da Secretaria de Comunicação Social, Helena Chagas. Será que foi ela que sugeriu essa caríssima noitada com o nosso dinheiro? Ou, apenas ela não conseguiu explicar o inexplicável para o pobre contribuinte?

Ronaldo Gomes Ferraz ronferraz@globo.com

Rio de Janeiro

 

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BRASIL E ARGENTINA

A ida a Cuba também rendeu ao nosso país um frutífero encontro de nossa presidente Dilma com a colega Cristina Kirchner, da combalida Argentina. Juntamente com os ditadores irmãos Castro, e mais alguns "cumpanheiros", elas concordam em que o mundo está contra as economias do socialismo moreno do século 21, deixando de reconhecer, diante do delírio, a má gestão, convenientemente substituída por culpar os outros pela própria incompetência, razão única da preocupação dos investidores.

Mario Cobucci Junior maritocobucci@uol.com.br

São Paulo

 

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BOI SONSO

O ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, ao comentar as manifestações populares do ano passado de repúdio à bandalheira endêmica no Brasil, se declarou "perplexo" com a "ingratidão" do povo. Para não perder a viagem, brindou-nos com mais uma pérola do seu repertório: "Tentaram criminalizar toda a nossa conduta, nos transformando quase em inventores da corrupção. O problema nosso foi reeditar, infelizmente, em parte, aquilo que eram os usos e costumes da política". Que bela reedição, ampliada e ilustrada. Bem diz o ditado que o boi sonso é o que abre a porteira.

Arnaldo Amado Ferreira Filho amado1930@gmail.com

São Paulo

 

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INGRATIDÃO

Surpreendeu-me a fala do ministro Gilberto Carvalho (PT), sobre as manifestações de junho de 2013, classificando-as de "ingratidão". Pensei que o que eles fizeram "por esta gente", como diz o ministro, fosse só pelo bem delas e pela obrigação do governo de melhorar a vida do povo, sem a necessária gratidão. Deduzo, então, que as tais inúmeras bolsas são para manter a "gratidão" com seus votos. Se fosse assim, muitos de nós devíamos ser eternamente gratos por ter conseguido nossos empregos e bens à ditadura. Agora ele pensa em deixar o governo, pois sabe que, como já disse, "o bicho" vai pegar!

Tania Tavares taniatma@hotmail.com

São Paulo

 

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LIÇÃO

O professor Roberto Romano observou, no artigo "Ingratos!", na edição de 29/1 de "O Estado": "Ao falar sobre defeitos e virtudes humanos, Spinoza afirma que ‘só os homens livres têm reciprocamente, uns para com os outros, o mais alto reconhecimento’ (Ética). Quando, sob pressão oficial, a um povo é subtraída a escolha efetiva, torna-se uma perigosa crueldade dele exigir gratidão pelos feitos dos governantes. A lição foi dada a Spinoza por Maquiavel". Está provado que no Planalto ninguém leu Maquiavel.

Moacyr Castro jequitis@uol.com.br

Ribeirão Preto

 

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A MISÉRIA COLORIDA

O ministro Gilberto Carvalho produziu mais uma pérola do seu vasto repertório: "Fizemos tanto por essa gente (povo) e agora ele se volta contra nós. Houve quase um sentimento de ingratidão". Perguntas: o que o PT fez pelo povo durante todos esses anos? Distribuiu bolsas disso e daquilo, mas não mudou a situação de ninguém. Sucateou e entregou ao Petrobrás ao capital estrangeiro; deixou a criminalidade e a violência atingirem índices nunca antes vistos neste país; transformou os presídios em verdadeiras masmorras medievais; sucateou a educação pública, distribuindo bolsas para cotistas, ao invés de melhorar o ensino para que todos tivessem chances de entrar numa universidade sem um empurrãozinho; deixou a saúde pública no mais completo abandono. Enquanto o povo ingrato morre em corredores de hospitais do SUS, a cúpula política se trata no Sírio-Libanês à nossa custa. A segurança no País é uma piada de mau gosto; os aposentados foram esquecidos pelo partido que se diz dos trabalhadores, estamos à míngua. O espaço não dá para extravasar todo o sentimento de traição que sentimos por esse governo: gastou bilhões em estádios, enquanto milhões de nordestinos morrem de sede e fome, empunhando um cartão do Bolsa Família. O PT não mudou nada: seus principais líderes estão presos e a corrupção atinge níveis nunca antes vistos neste país do faz de conta. O PT apenas coloriu a miséria para gringo ver.

José Milton Galindo galindo52@hotmail.com

Eldorado

 

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PAÍS ERRADO

O ministro Gilberto Carvalho considerou uma ingratidão as manifestações de julho de 2013, pois nunca o governo fez tanto pelo povo. Sr. ministro, o povo é brasileiro, vive no Brasil, e não na Holanda ou na Suécia. Continuamos tentando chegar a um patamar de país emergente, ainda somos subdesenvolvidos. Somente as grandes capitais e as Regiões Sudeste e Sul podem ser consideradas minimamente desenvolvidas, mas o restante do País, Norte e Nordeste, são regiões que vivem na extrema pobreza de país de Terceiro Mundo que a esmola do Bolsa Família tenta disfarçar. O Nordeste do Brasil está no mesmo nível das aldeias do Afeganistão.

Luiz Ress Erdei gzero@zipmail.com.br

Osasco

 

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POVO INGRATO

Eis a opinião de setores do governo petista sobre as manifestações populares de junho de 2013. Segundo o ministro Gilberto Carvalho, o sentimento era de que "fizemos tanto por essa gente e agora eles se voltam contra nós". Só nos faltava essa declaração para começarmos bem o ano da "Copa das Copas", aliás, uma Copa perdulária que já levou, e levará ainda mais, verbas públicas, que com certeza fizeram falta para outros setores, principalmente na saúde. Esse torneio totalmente desnecessário ao País foi decidido pelo ex-presidente Lula, na velha tática política do "pão e circo", e, no dizer do ex-jogador Raí, o seu legado principal será expor para o mundo as nossas mazelas. Que governo será esse a que se refere o ministro? Aquele do escândalo do mensalão, da corrupção desenfreada e das contribuições generosas do nosso patrimônio a países da América do Sul? Aos desperdícios de verbas públicas com a Copa, a transposição do Rio São Francisco, tecnicamente um absurdo, os projetos de usinas atômicas, inclusive no pobre rio citado? Os desmandos em licitações públicas, na ridícula infraestrutura do País depois de 13 anos no poder? Na volta da inflação que corrói mês a mês o nosso poder aquisitivo? O governo petista assumiu o poder com as contas públicas em ordem, sem a inflação absurda que durante anos sugou os salários dos trabalhadores. Quando houve a crise de 2008 na economia dos Estados Unidos, que afetou todo o mundo e respingou bem menos no Brasil, o governo petista não soube aproveitar a oportunidade. Perdeu-se em políticas idealistas e dando demasiada atenção aos nossos vizinhos, quando a oportunidade de crescer estava nos mercados asiáticos, europeus e na América do Norte. Continuou a priorizar o transporte rodoviário em detrimento do ferroviário e do hidroviário, além de jogar todas as fichas no pré-sal em detrimento da produção de energias alternativas. Esses são alguns dos motivos que os "tais setores do governo" certamente desconhecem, mas que explicam o porquê da insatisfação popular.

Gilberto Pacini benetazzos@bol.com.br

São Paulo

 

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UM PAÍS TORTO

O Brasil não cansa de me surpreender. Após um ano, a tragédia da Boate Kiss não levou ninguém à condenação. Milhares de boates, nas mesmas condições, continuam a existir em todas as cidades brasileiras à espera de uma nova tragédia. As manifestações voltaram às ruas. Vândalos incendiaram um carro, quase matando os ocupantes. Novas agências bancárias e estabelecimentos comerciais foram destruídos. Um prenúncio do que vai acontecer, em escala maior, durante a Copa. Todos condenam qualquer tipo de repressão policial. Isso parece uma aberração. Nos EUA ou em qualquer país da Europa, se pessoas se reunirem para destruir o patrimônio público ou privado, serão combatidas com toda a força repressiva da polícia. Isso inclui, se necessário, tiros com balas de verdade. Quem não se recorda da auxiliar de enfermagem que, ano passado, ao tentar invadir a área restrita da Casa Branca, nos EUA, levou mais de 15 tiros da polícia? É assim que a polícia age no mundo civilizado. Marginais batizados de vândalos estariam sendo combatidos a tiros, choques elétricos e estariam presos, sem direito a liberação intempestiva, tal qual ocorre por aqui. Mas no Brasil nada disso é possível. As ruas são dos marginais, eles são a autoridade constituída. Salve o Brasil!

Clovis Faleiro clovisfaleiro@uol.com.br

São Paulo

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