Fórum dos Leitores

GESTÃO HADDAD

O Estado de S.Paulo

13 Fevereiro 2014 | 02h09

Palpite infeliz

Insatisfeito com a elite paulistana, o prefeito Fernando Haddad destilou seu descontentamento chamando-a de míope e pobre de espírito. A divisão de classes, por si só, representa inaceitável discriminação e qualquer movimento perdulário contrapõe reação idêntica. A pobreza é da administração municipal, pois Haddad prometeu mundos e fundos na campanha eleitoral e o máximo que conseguiu fazer se limita às faixas de ônibus. E ainda, reunindo miopia e pobreza de espírito, tentou sorver o dinheiro do sofrido paulistano com aumento injustificado do IPTU. Nossos políticos, antes de criticar, deveriam cumprir seus mandatos e se esforçar para trabalhar em prol dos interesses públicos. Mais uma infeliz declaração.

YVETTE KFOURI ABRÃO

abraoc@uol.com.br

São Paulo

Angu

A elite de São Paulo, segundo Haddad, é pobre de espírito e míope. Se assim somos interpretados, o que dizer do petista que nos governa e não enxerga a si próprio, cuja administração está circunscrita a um angu mental típico dos despreparados?

MARIO COBUCCI JUNIOR

maritocobucci@uol.com.br

São Paulo

Enforcado

Então a elite de São Paulo é pobre de espírito? É incrível como o "poste 2" fala besteira! Desta vez ele se autoenforcou.

JOSÉ CARLOS ALVES

jcalves@jcalves.net

São Paulo

Faixas exclusivas

Na implantação da faixa exclusiva de ônibus na Rua Heitor Penteado, a proibição de conversões à esquerda em diversos cruzamentos, como, por exemplo, na interseção com a Rua Pereira Leite, contraria a técnica e o bom senso que deveriam nortear os projetos da CET, ultrapassando as raias da imbecilidade.

ROBERTO TWIASCHOR, engenheiro

twiaschor@uol.com.br

São Paulo

Mobilidade urbana

A bem-sucedida implantação do Bilhete Único em 2004, atualmente com 5 milhões de usuários, só recebeu a tardia adesão do governo estadual em 2006. O Bilhete Único Mensal, com potencial para beneficiar 900 mil usuários e que o candidato José Serra achava uma ideia "sem pé nem cabeça", foi implantado com sucesso pelo atual prefeito, com adesão do governador Geraldo Alckmin, estendendo seu uso ao Metrô e aos trens da CPTM. Pesquisa feita pelo Datafolha revelou que 88% dos paulistanos aprovam a implantação das faixas exclusivas de ônibus. Considerando somente o universo dos usuários de ônibus, o índice sobe para 92% e entre os usuários de carros a aprovação foi de 83%. Ou seja, somente uma minoria alienada é contra essa medida absolutamente necessária.

WILSON HADDAD

wilson.haddad@uol.com.br

São Paulo

Inundações

Depois deste longo estio, as chuvas deverão ser torrenciais. O que está fazendo o prefeito da nossa pobre São Paulo para, ao menos, minimizar esse desastre anunciado? Vamos mais uma vez assistir à tragédia de inundações e famílias perdendo tudo o que possuem?

GILBERTO B. SCHLITTLER

gschlittler2@mac.com

São Paulo

Descaso

É lamentável a situação de abandono e decadência em que se encontram os arredores do Palácio das Indústrias, antiga sede da Prefeitura. Quem vem pela Avenida do Estado, antes do Viaduto Diário Popular até a Praça São Vito, só encontra mato crescendo na calçada, moradores de rua drogando-se à luz do dia, buracos nas vias, falta de sinalização semafórica e de iluminação e lixo por todo lado, até nas faixas transitáveis. Uma vergonha! Por causa da Copa do Mundo teremos um fluxo muito grande de turistas visitando o Mercado Municipal, mas para chegar lá terão de passar por essa verdadeira "Faixa de Gaza paulistana". Ninguém da assessoria do prefeito passa por lá? Vale lembrar que a Avenida do Estado é uma das principais artérias de tráfego do sistema viário de São Paulo e está totalmente largada às traças. Está na hora de revitalizar a área.

SÉRGIO TANNURI

sergio@tannuri.com.br

São Paulo

GOVERNO ALCKMIN

Rodovia dos Tamoios

Essa rodovia tem alta qualidade e elevado nível de segurança, decorrentes da recente reforma. Mas o limite de velocidade de 80 km/h (até o km 60) refere-se mais às finanças do governo (arrecadação de multas) que à segurança dos usuários. Inaceitável!

ELIEZER RIZZO DE OLIVEIRA

eliezer_rizzo@uol.com.br

Ubatuba

GOVERNO DILMA

Ainda a "cara de pau"

É uma ousadia de dona Dilma Rousseff tachar seus opositores de "cara de pau" e "pessimistas". Não foram eles que prometeram o trem-bala antes da Copa e a construção de 800 aeroportos, que nem foram iniciados, nem são eles que dirigem um governo que, no seu quarto ano, não entregou nenhuma obra relevante, dado que todas atrasaram e estouraram o orçamento - e a falta delas causa grandes prejuízos à população, como os apagões. Tampouco foi a oposição que prometeu controlar a inflação e não cumpriu, ou que deixou nossa indústria afundar, não melhorou a infraestrutura. Igualmente, não foi a oposição que deixou de fazer as reformas de que o Brasil tanto necessita, mantendo-o atrasado e problemático. E não foram seus opositores que viram a saúde pública e a educação piorarem tremendamente e nada fizeram. O Brasil reconhece a única obra de grande importância que seu governo fez, o Porto de Mariel, em Cuba. Assim, entendo que todos os brasileiros têm motivos para ser "pessimistas", como dona Dilma reconheceu, e achar que é dela a "cara de pau" ao se apresentar a nova eleição, depois de fazer um dos piores governos que este país já teve.

FABIO FIGUEIREDO

fafig3@terra.com.br

São Paulo

Mais para trouxa

Quando Dilma discursa, parece que governa a Noruega. Sou crítico do PT, defendo as leis do País, pago meus impostos em dia. Estou mais para trouxa que "cara de pau". Dona Dilma nos poupe, essa ladainha já cansou. Aliás, por que empresários poderosos convidados para ser ministros deste governo não aceitam?

JOSÉ ROBERTO IGLESIAS

rzeiglesias@gmail.com

São Paulo

Mais Médicos

Pelo andamento do programa, logo será Mais Médicos Fugindo.

LUIZ FRID

luiz.frid@globomail.com

São Paulo

*

A MORTE DO CINEGRAFISTA

A declaração do advogado do jovem Caio Silva de Souza, que acendeu o artefato e matou um cinegrafista no Rio de Janeiro, de que jovens são aliciados por diretórios de partidos políticos, deputados e Câmara de Vereadores para participarem de passeatas para promoverem a violência, tem que ser apurada. É grave e séria. Não pode ficar só na declaração. E, se ele sabe de nomes, que os diga.

Panayotis Poulis

ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

*

TEMPO DE INCERTEZA E APREENSÃO

O "Estado" alerta sobre o perigo que nosso país está correndo quando publica as conclamações do professor José Alvaro Moisés ("Incertezas e apreensões com o momento político", 12/2, A15). Eu, cidadã simples, sem grandes estudos, vejo o perigo que corremos neste momento político em que situação e oposição só pensam em eleições. O professor diz: "Os responsáveis pelo País - incluindo meus colegas da universidade, como os cientistas políticos - não estão se dando conta completamente das implicações e das consequências do retorno da violência na vida pública brasileira". Todos os dias acontecem queimas de ônibus, rolezinhos, policiais são mortos ou praticando atrocidades, roubos, etc. É visível a correlação entre os "caras-cobertas" com a prática da corrupção dos políticos e até dos juízes que só cuidam de seus benefícios. Em outra página da edição de 12/2 do jornal, vemos o sorriso de José Sarney e a matéria que conta que Sarney retirou o seu dinheiro do Banco Santos na véspera da intervenção. As pessoas que trabalhavam lá e os clientes do banco ainda sofrem as consequências dessa tragédia financeira, enquanto os políticos se locupletam. As ações antihumanas que estão acontecendo não recebem um cuidado atencioso de nossa presidente nem das outras autoridades do País. Pena. Mas o "Estadão" e José Alvaro Moisés dão o alerta. Tomara que leiam e que se mexam, do contrário, é a calamidade que poderia ser evitada.

Helena M. Bruno Pinto e Silva

lelem@uol.com.br

São Paulo

*

ORDEM E PROGRESSO

Aplaudo o oportuno questionamento do professor José Álvaro Moisés ("como se a única solução fosse o uso da força, da violência e do desprezo pela lei") e o entendo dirigido a toda a sociedade que vive as incertezas do momento (o que me inclui). Precisamos de ordem e progresso, para valer!

Gunter W. Pollack

gunterwp@uol.com.br

São Paulo

*

PINGOS NOS ‘IS’

Cumprimento José Nêumanne pela coragem que já se torna marca indelével em seus artigos, que visam a esclarecer a opinião pública, e por não tomar partido a favor de quem quer que seja. O seu artigo "Que tal tirar a máscara de quem quer ficar impune?" (12/2, A2), em que se destaca "políticos que vendem a alma por um punhado de votos deveriam parar de se fingir de inocentes", sabemos que isso jamais acontecerá. A impunidade que faz delegados serem afastados de suas investigações quando têm por foco o "ex-mandante-em-chefe" deste país, dá plena cobertura aos travestidos de homens públicos, inatingíveis pelas próprias leis que criam a seu favor. E na imprensa televisiva, apesar da quase imperceptível "mea culpa" de William Bonner, podemos notar que a ênfase do repórter da emissora Globo em suas reportagens continua sendo sobre a "truculência" da polícia - mesmo tendo um colega de profissão sido atingido e morto por projétil lançado por "manifestantes" -, e não sobre a fúria dos baderneiros mascarados, já outrora citados em reportagem da revista "Época" de 15/11/2013. Lá estava o seguinte: "Um sítio a 50 quilômetros de São Paulo abriga um centro de treinamentos para a minoria que adotou o quebra-quebra como forma de manifestação política e ficou conhecida como Black Bloc". Portanto, urge que a imprensa investigativa não se atemorize em esclarecer descalabros deste ou daquele "partido". O errado, embora cada vez mais comum aos "humanos líderes" brasileiros, não pode chegar ao ponto de desumanizar a Justiça pela qual clamamos. E se a revista "Veja" está estigmatizada por denúncias intragáveis aos denunciados, que este veículo mantenha postura imparcial com vistas ao esclarecimento apartidário de todos os que precisam manter a esperança num Brasil grande em todos os sentidos, quer político, educacional, de ordem pública, transportes, saúde, mormente nas questões diplomáticas, mantendo relações com quem tem por objetivo a manutenção das liberdades que parecem turvadas na atual conjuntura.

José Jorge Ribeiro da Silva

jjribeiros@yahoo.com.br

Campinas

*

O CRIME DOS OUTROS

Renan Calheiros, a respeito do ocorrido no Rio de Janeiro, que resultou na morte do cinegrafista da Band, disse que é preciso que se puna com rigor quem causou o crime. Foram suas palavras: "Quando você pune levemente, passa à sociedade a ideia de que o crime compensa". Inacreditável ouvir isso dele. Logo ele, que é um dos maiores exemplos de que o crime compensa, pois, depois de ser pego em vários deles, renunciou à presidência do Senado em 2007 para não ser punido, deu a volta por cima e hoje ocupa o mesmo cargo, permitindo-se, com desenvoltura, pedir punição rigorosa para os crimes dos outros.

Ronaldo Gomes Ferraz

ronferraz@globo.com

Rio de Janeiro

*

BLACK BLOCS TERRORISTAS

Desde junho de 2013, infernizando o direito da população de se manifestar pacificamente pelas ruas e avenidas do País, o dito grupo dos Black Blocs poderá ser enquadrado como "terroristas" por um projeto a ser votado na próxima semana no Senado. Essa providência vem em boa hora. Mas convém lamentar que o presidente da Casa, Renan Calheiros, toma esta decisão somente depois que o cinegrafista da TV Bandeirantes Santiago Andrade foi brutalmente morto por elementos deste grupo, quando estava em pleno exercício de sua atividade, cobrindo mais uma manifestação popular pelas ruas do Rio de Janeiro. Infelizmente, os nossos congressistas, que são responsáveis pela introdução das nossas leis, não se sensibilizaram pelos nove meses anteriores à morte de Santiago, que foram de intensa baderna e destruição de patrimônio público. Foi necessária a perda de uma vida para que uma proposta para conter essa violência venha a ser votada. E se o nosso Parlamento não agir com celeridade na votação deste projeto, a nossa sociedade certamente continuará, e por muito tempo, refém destes bárbaros.

Paulo Panossian

paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

*

CONIVÊNCIA ELEITOREIRA

Pela repercussão do caso, logo os dois "black blocs" serão julgados e, acredito, condenados pela morte estúpida de um trabalhador. Resta a pergunta: são os únicos culpados? São simplesmente "rebeldes sem causa" a quem foi permitido extravasar seus instintos de agressividade? Paus-mandado de algum "senhor"? Ou também são culpados os políticos que pouco fizeram para impedir essa insanidade e que mantêm leis ultrapassadas e frouxas que estimulam a violência pela impunidade?

Luiz Nusbaum

lnusbaum@uol.com.br

São Paulo

*

PRIMEIRA VÍTIMA

Os petistas insuflaram tanto a opinião pública contra o que chamam de "ditadura mediática" que acabaram por fazer sua primeira vítima.

Eugênio José Alati

alatieugenio@gmail.com

Campinas

*

‘CARAS DE PAU’

Lamentável o que aconteceu com o cinegrafista Santiago Andrade. No entanto, isso decorre, e muito, da atitude irresponsável de certos setores do governo, do PT e até de alguns jornalistas simpatizantes que sempre bateram na tecla da "imprensa golpista" (inclusive um "jornalista" que cunhou o termo PIG), jogando a população contra os jornalista. Agora me vem a sra. Dilma dizer que o que aconteceu "revolta e entristece". Mas o pior é o sr. Rui Falcão, que é um dos que mais batem nessa tecla e mais defendem a tal "regulação da mídia", vir agora com essa balela, no aniversário do PT, de pedir um minuto de silêncio pelo cinegrafista. Ora, isso, sim, é "cara de pau". E quanto ao fato de que o Senado, agora, quer igualar os black blocs aos terroristas? Já passou da hora, não é mais possível tolerar a baderna e a violência desse grupelho, que quer se impor na base da truculência. Só espero que os defensores desses grupos, como os tais "advogados ativistas", não os venham defender agora.

Alexandre Fontana

alexfontana70@yahoo.com.br

São Paulo

*

JOGO DE CENA

Engraçado que agora apareceu um monte de petista condenando as práticas dos vândalos e homicidas denominados black blocs. Será que a "ministra" dos direitos humanos já foi visitar a família do jornalista assassinado enquanto trabalhava ou isso é só mais um jogo de cena do "governo"?

Ricardo Sanazaro Marin

s1estudio@ig.com.br

Osasco

*

CRIMINOSOS

A morte do cinegrafista da Band, no Rio, mostra bem a violência e os males causados pelos chamados Black Blocs. Tais pessoas são fascistas que só sabem fazer uso de violência e que prejudicaram em muito as manifestações pacíficas, democráticas e populares por mudanças no País. Quem não sabe protestar pacificamente, não respeita os direitos dos outros e age de forma bárbara e não civilizada não tem condições de viver em sociedade. Os Black Blocs deveriam responder criminalmente por sua conduta, de forma individualizada, e não ficar escondendo o rosto de forma covarde e muito menos ficarem agredindo e matando pessoas de forma gratuita. Mostram bem o nível de fascismo e de barbárie da sociedade brasileira atual.

Renato Khair

renatokhair@uol.com.br

São Paulo

*

O BENEFICIÁRIO DE SEMPRE

José Sarney, como sabemos, há quase meio século usa o poder em benefício próprio e de seus familiares. É tão poderoso que tem até o poder mágico de prever acontecimentos. Um dia antes da intervenção do Banco Central no Banco Santos, propriedade do banqueiro Edmar Cid Ferreira (que a nosso ver deveria estar atrás das grades), Sarney, astutamente, resgata seu rico dinheirão aplicado no referido banco, cujo valor da época era de R$ 2.159 milhões. A informação privilegiada mais uma vez o beneficiou. Às vezes nos assola um sentimento de tristeza e de frustração por sermos constantemente agredidos por tantas falcatruas e negociatas que ocorrem em nosso país.

Francisco Zardetto

fzardetto@uol.com.br

São Paulo

*

SEREMOS INFORMADOS?

O "Estadão" publicou (12/2, A8): "Suspeita contra Sarney deve parar no STF. Procuradoria pede que o Supremo avalie prática de delito de senador, que resgatou R$ 2 milhões um dia antes da intervenção no Banco Santos". Pergunta-se: a Justiça vai embaçar de novo (da outra, já são quase 1.600 dias) ou a população brasileira pode acompanhar por este jornal os detalhes do citado acontecimento?

Ruy de Jesus Marçal Carneiro

ruycar88@uol.com.br

Londrina (PR)

*

CONTRAORDENANDO

Conforme noticiado pelo "Estadão" de 12/2, o presidente do STF, Joaquim Barbosa, cassou a decisão do ministro Ricardo Lewandowski que determinava a análise imediata do pedido de José Dirceu para trabalhar fora do presídio da Papuda, em Brasília. Essa foi uma das quatro medidas tomadas por Lewandowski durante suas férias que Joaquim Barbosa revogou. As outras se referem a aumentos de IPTU em três cidades do País. O episódio deixa mais tenso o clima entre os dois magistrados, que protagonizaram uma série de embates no julgamento do mensalão, em 2012. Se, por exemplo, os procedimentos definidos pelo engenheiro responsável por uma obra forem modificados por seu substituto, no caso de sua ausência, o edifício pode acabar desmoronando. Assim como se o ministro Lewandowski continuar a reverter as decisões do presidente do Supremo Tribunal Federal, a Justiça do País vai acabar desmoronando. Se já não desmoronou!

Cláudio Moschella

arquiteto@claudiomoschella.net

São Paulo

*

BARBOSA X LEWANDOWSKI

A coerente revogação feita pelo presidente do STF, ministro Barbosa, de quatro decisões do vice-presidente do STF, ministro Lewandowski, feitas enquanto este assumiu a presidência do STF devido ao gozo de férias do presidente Barbosa, nos faz lembrar o provérbio "quando o gato sai, o rato faz a festa". Caro ministro Barbosa, para o bem deste país, por favor, não saia mais de férias enquanto o lulopetismo estiver no poder.

José Sebastião de Paiva

jpaiva1@terra.com.br

São Paulo

*

MEDO DE QUÊ?

É muito estranho que o ministro Lewandowski, que presidia a sessão do STF no dia de ontem, 12/2/2014, fique com medo justo do MST, um dos braços do PT, que ele defende sempre que pode, e suspenda a sessão. É isso que acontece com as pessoas sobre os tais rolezinhos: medo, mas quando ela se aproxima do Planalto, dos ministros, quer sejam do STF ou da Justiça, todos se apavoram. E agora, sr. Gilberto Carvalho, não vai acontecer nada? Quem será que patrocinou tudo isso? Na morte do cinegrafista no Rio, já foi insinuada a participação dos conhecidos partidos radicais, entre eles o PT. É só para apavorar eleitores?

Tania Tavares

taniatma@hotmail.com

São Paulo

*

CÍNICOS

A presidente Dilma, durante a festança do 34.º aniversário do PT, virou animadora de plateia, aliás, mais vulgar não poderia ter sido. Pôs-se a xingar seus opositores dizendo serem eles "caras de pau". Tudo isso foi devido a olhar-se no espelho e perguntar: Espelho, espelho meu, há alguém mais cara de pau do que eu? Respondeu o espelho: Sim, seu mentor, além de você. Para dona Dilma, além de suas declarações não serem inteligentes, aprendeu com seu mentor a desclassificar seus opositores, ou melhor, inimigos, como sempre "elle" os considerou e considera.

Agnes Eckermann

agneseck@gmail.com

Porto Feliz

*

DISCURSO DA PRESIDENTE

Cara de pau é de quem implantou o ardiloso esquema Mais Médicos, que contrata trabalho escravo de médicos cubanos como pretexto para desviar recursos a Cuba.

Roberto Twiaschor

rtwiaschor@uol.com.br

São Paulo

*

CRÍTICA

Dona Dilma, eu sou um crítico do PT e de todos os podres que assolam o seu governo com consequências desmoralizantes para o País. Eu sou um cidadão brasileiro que cumpre seus deveres e exerce seus direitos - o de livre expressão, que inclui a crítica, se é que a senhora não sabe disso. A senhora é que é cara de pau, vive de mentiras e ainda comanda uma equipe de ladrões para lhe ajudar na tarefa de se manter por tempo indefinido no poder.

Humberto de Luna Freire Filho

hlffilho@gmail.com

São Paulo

*

ESCALANDO O EVEREST

Dilma Rousseff disse que o governo "sobe um Himalaia por dia". Presumo que o que nossa mandatária não sabe é que, para pagar contas de luz, água, telefone e abastecer o veículo, tudo somado à astronômica carga tributária, a sociedade brasileira tem de escalar um Monte Everest por hora.

Virgílio Melhado Passoni

mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)

*

A CANDIDATA

A candidata ao governo do Paraná pelo PT e ex-ministra da Casa Covil, digo Civil, dona Gleisi Hoffmann, diz que a máquina pública sofre de inércia e acomodação ("Estado", 9/2, A9). Ora, vejam só: ela, que fazia parte desse governo paquidérmico, jurássico, inflado justamente para acomodar "cumpanheros" e "aliados", vem afirmar uma coisa dessas? São 11 anos de governo sem qualificação, queriam o quê? Milagre? Sem trabalho duro e sério nada acontece. E lá esse povo tem capacidade de trabalho? Cuidado, paranaenses!

Aparecida Dileide Gaziolla

aparecidagaziolla@gmail.com

São Caetano do Sul

*

DESCOMPROMISSADOS

As causas das queixas da ex-ministra Gleisi Hoffmann têm sua origem no passado colonial, que a Constituição mantém: a permissão para indicação para cargos de confiança e em comissão nas organizações do Estado (federais, estaduais e municipais) as torna ineficazes, ineficientes e corruptas. É um estímulo colossal para a criação de partidos, para o loteamento político das organizações e para seus parceiros se servirem do Estado, em vez de o servirem. A inexistência de dedicação exclusiva, de administração de recursos humanos, etc. resulta em organizações sem estrutura e profissionalismo. Enfim, a máquina pública não tem compromisso com a solução dos problemas do País.

Darcy Andrade de Almeida

andradedealmeidadarcy@gmail.com

São Paulo

*

‘MÁQUINA PÚBLICA SOFRE DE INÉRCIA’

Com 23.579 cargos de confiança na área federal, três vezes superior aos dos Estados Unidos, mais 105 mil nos Estados, sem falar nos municípios, cargos esses preenchidos sem levar em conta a capacidade técnica, e sim o puro compadrio e interesses espúrios, alguém poderia esperar outro resultado? O pior é que, mesmo após essa constatação, os dirigentes de plantão continuam a apostar na estatização das atividades de produção usando a antiprivatização como mote de campanha (fontes dos números: revista "Veja" e jornal "O Estado de S. Paulo").

Níveo Aurélio Villa

niveoavilla@terra.com.br

Atibaia

*

DEFEITO CONGÊNITO

Gleisi Hofmann: "A máquina pública sofre de inércia". A ministra descobriu a roda. Há séculos que nossa máquina pública tem essa doença. É defeito congênito. Para nós, o político executivo é bom ou fraco na medida em que consegue fazer essa "máquina" funcionar bem ou mal. Desde que nasceu, essa máquina, toda vez que uma atitude se faz necessária, seja nas altas esferas ou no balcão de contato com o público, o que impera é a frase "isso não é comigo". Esse governo petista conhece de cor e salteado a cartilha socialista, mas não tem experiência administrativa. É fraco - poucas são as exceções. Têm, sim, um palavreado "sui generis" que se pode logo perceber - "em cima de", "nunca antes", "inserções democráticas" e outras mais que permitem a tal máquina pública deitar e rolar e permanecer na inércia descoberta pela ministra.

Hoover Americo Sampaio

hoover@mkteam.com.br

São Paulo

*

O GOVERNO QUER SENTIR-SE ESTÁVEL

A entrevista realizada pela repórter Débora Bergamasco com a ex-ministra Gleisi Hoffmann indica algumas inconsistências interessantes e pode ajudar a entender o "ethos" que orienta os atuais mandatários do governo central. Ora, a principal articuladora dos principais projetos governamentais reconhece-se frustrada por "não ter conseguido mais celeridade na entrega de alguns projetos essenciais do governo" porque "a máquina pública sofre de inércia e acomodação", que seria justificada porque "a estabilidade está na base e a instabilidade está no comando". No entanto, tal conclusão óbvia e prevalecente em qualquer instituição hierarquizada parece ocultar uma tendência antidemocrática descolada de uma visão gerencial, pois é obvio que na base do serviço público, onde impera o profissionalismo mais subalterno, precisa prevalecer uma relativa estabilidade. Por outro lado, reconhecer que há uma instabilidade no comando, que extravasa a condição de mandatários, significa perceber-se incapaz de mobilizar recursos disponíveis para a consecução de um projeto. Pior: pode ser que esse projeto nem exista. Além disso, oculta um desejo confesso de compor o quadro estável e não o instável, o que é uma incoerência, já que o mandatário tem uma condição instável pela própria natureza do mandato democrático. A frustração da ex-ministra poderia ser explicada então pela falta de uma visão de gerente ou do inconformismo com a condição instável inerente à temporalidade mandato democrático e de aspiração à posição estável do quadro funcional permanente, o que pode explicar todas as manobras políticas para a perpetuação no poder com vistas a conquistar uma "posição estável".

Airton Reis Júnior

areisjr@uol.com.br

São Paulo

*

GLEISI HOFMANN

Pueril e também hipócrita a manifestação da ex-ministra da Casa Civil Gleisi Hoffmann de que "a máquina pública sofre de inércia". Somente agora, que pretende administrar um Estado da Nação, a sra. descobre tal fato? Apenas para lembrá-la: seu marido, Paulo Bernardo, ainda é membro desta "máquina". Meu Deus, quanta inconsequência!

José Wilson Lopes

jwlopes@uol.com.br

Garça

*

VERDADES

Ex-ministra da Casa Civil Gleisi Hoffmann, só agora, após deixar o cargo, revela sua frustração pela falta de celeridade na entrega de programas essenciais do governo para beneficiar a população e atribui a culpa principalmente à "acomodação e inércia da máquina pública", que não está acostumada com uma cultura de resultados. Porém, neste meio político corrupto, tal situação se reverte totalmente quando os "resultados", as "vantagens" e os "benefícios" são diretamente direcionados e ligados a eles e a seus familiares, não é?

Angelo Tonelli

angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

*

DESGOVERNO

"A máquina pública sofre de inércia e acomodação", diz a ex-ministra ao deixar a pasta da Casa Civil do desgoverno Dilma, Gleisi Hoffmann. "A confiança dos empresários no governo acabou", afirmou o presidente do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi), sr. Pedro Passos, tudo em razão da "falta de direção" do desgoverno na economia, criando instabilidade e "insegurança no meio empresarial". Essas duas notícias foram manchete do jornal "O Estado de S. Paulo" no domingo, comprovando que a permanência do PT no desgoverno do País está nos levando a situações perigosas e indesejáveis. Por isso com frequência temos cobrado da atual presidente quando vai começar a governar, já que falta menos de um ano para o fim do seu mandato e ela continua pensando apenas na "reeleição", confirmando o slogan que criamos e se aplica e define o que é o PT: "A eleição é o que intere$$a, o resto não tem pre$$a". Pelo visto, acertamos, inclusive os cifrões ($$) no lugar dos esses. PT nunca mais, para o bem do Brasil e dos brasileiros. Antes que seja tarde.

Luiz Dias

lfd.silva@2me.com.br

São Paulo

*

CREDIBILIDADE ZERO

Ao mesmo tempo que a ex-ministra da Casa Civil Gleisi Hoffmann diz que a culpa dos atrasos em programas essenciais do governo é da "acomodação e inércia da máquina pública", os empresários revelam que sua confiança no governo acabou. Ora, o exemplo vem de cima. Esse modelo vazio lulopetista se esgotou. A população está sentindo que os sucessivos escândalos e a falácia não enchem a barriga de ninguém, não geram empregos, não equipam hospitais, não controlam a inflação, não diminuem impostos e não educam. Em tempo, qual o governo que mais aparelhou e inchou a máquina pública com seus "cumpanheiros incomPTentes"

Mário Issa

drmarioissa@yahoo.com.br

São Paulo

*

É UM SONHO

A ex-ministra-chefe da Casa Civil Gleisi Hoffmann, ao dizer, depois de haver deixado o cargo, que nossa administração pública é emperrada, acentua o óbvio. O servidor público brasileiro opera como uma tartaruga desorientada. A Unesco, como parte do programa do milênio, selecionou consultores, pessoas bem formadas e experimentadas do Brasil, para atuar junto aos órgãos administrativos, qualificá-los para imprimir agilidade e obter resultados. Não deu certo. Esbarraram no que a ex-ministra denominou de "cultura da inércia". Somente uma profunda reforma administrativa, que envolva mudança dessa cultura, o que demanda anos, dará ao Brasil novas perspectivas; acompanhada da renúncia dos governos de levar a "companheirada" à ocupação de cargos de que nunca ouviu falar e exercer funções das quais não tem noção, e isso é um sonho.

Amadeu R. Garrido de Paula

amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

*

PONTE RIO-NITERÓI, 40 ANOS

Os 40 anos da Ponte Rio-Niterói estão sendo comemorados neste 2014 e o sistema Globo, hegemônico no Estado do Rio, por meio de "O Globo", iniciou no domingo uma série de reportagens a respeito. Embora as manchetes sejam aparentemente negativas, os repórteres Chico Otávio e Bruno Góes não se deixaram patrulhar, mostrando que não é a ideologia que domina as redações - embora tente -, mas a verdade. Seis anos durou a obra, empresas foram afastadas, o ministro mudou-se - com a família - para o canteiro de trabalho. Houve mortes, sim, num tempo em que a segurança do trabalho engatinhava no Brasil. Este Andreazza, aliás, não era um demagogo sorridente, como muitos pensam. Era da arma de Engenharia de Combate da Aman, após o que cursou os cinco anos da antiga Escola Técnica do Exército, hoje IME (é mole!). Encarar regiões inóspitas com a família era, então, e é até hoje, sacrifício natural entre os militares. Impressionante o orgulho demonstrado por engenheiros e operários entrevistados, com a obra mas também com os militares envolvidos, que "chegavam junto". Quando é que um político hoje passa mais de 24 horas em região conflagrada, em meio à catástrofe? Faz um rolezinho de helicóptero, para fotos e vídeos, determina liberação de recursos que não chegam nunca e pronto. E agora querem assinar embaixo da obra?! Construir a ponte foi uma epopeia como foi construir Brasília, embora esta última seja hoje área de homizio do que há de pior na política brasileira. Já a ponte, perguntem a cariocas e niteroienses...

Roberto Viana Santos

rovisa681@gmail.com

Salvador

*

TEMPOS DE INCERTEZA

Ultimamente o céu tem estado sem nuvens, sem prenúncios de tempestades. Mas o que o Ministério Público Federal (MPF) está propondo é uma provocação estúpida, sem propósito e que pretende apenas mostrar a vara curta que tem para cutucar onça. O MPF quer retirar o nome da Ponte Presidente Costa e Silva (Rio-Niterói) com o argumento de "preservar a memória coletiva para que o patrimônio histórico-cultural brasileiro seja corretamente marcado sem falsas homenagens". Falam em apagar lembranças dos tempos da ditadura, mas foi essa mesma ditadura que em 20 anos evitou que o comunismo se instalasse no Brasil. Foram rechaçados. Voltaram por decisão dos próprios militares, que não imaginavam a cobra que estavam a tirar do ovo. As Forças Armadas estão sendo achincalhadas, sucateadas, desvalorizadas do real valor que representam para a segurança nacional. Enquanto o governo fala em limpar os sinais da ditadura no Brasil, apoia, dá ajuda financeira, perdoa dívidas, deslancha a infraestrutura de outros, importa profissionais da medicina, enfim, o Brasil está à mercê de uma organização cuja intenção é a comunização do País.

Jair Gomes Coelho

jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)

*

MAIS FÁCIL MUDAR O NOME

Existem motivos para pensar que o ideal mesmo seria derrubar a engenharia da Ponte Presidente Costa e Silva, construída no período ditatorial, escolhido pelo partido que nos governa há mais de uma década para os seus devaneios ideológicos. Mas como não há competência para construir nada que seja pelo menos parecido, sobrou mudar o nome. Poderia ser Ponte Ahmadinejad, Hugo Chávez, Ivo Morales ou Fidel Castro, nomes de presidentes democratas com os quais o partido do governo tem estreitas relações de amizade e ideologia.

Abel Pires Rodrigues

abel@knn.com.br

Rio de Janeiro

*

OS CAÇA-FANTASMAS

Como parte dos objetivos estratégicos da importante instituição denominada Ministério Público Federal (MPF), figura a necessidade de ser reconhecida como um baluarte efetivo destinado à defesa da sociedade. Para isso, deve caracterizar-se pelo combate à criminalidade e à corrupção, pela proteção do regime democrático e promoção dos direitos fundamentais do cidadão, por atuações preventivas, pela aproximação com a população e pela execução de trabalho em grupo e parcerias. Convenhamos, no entanto, que, em se tratando de Brasil, passando por um dos momentos mais difíceis de sua história, com seu povo atormentado pela abolição do direito de ir e vir, pela péssima qualidade da educação pública, pelos macabros serviços de saúde da rede oficial - graves transgressões a alguns dos direitos fundamentais que lhe são devidos -, é fácil constatar que há um longo caminho até que sejam alcançados alguns daqueles objetivos. Além disso, esse mesmo povo tenta sobreviver num ambiente de endêmica corrupção e individualismo característicos do comportamento de grande parte da sua classe política. Assim, é de esperar que os procuradores e promotores que integram o MPF - órgão constitucionalmente inextinguível e independente - detentores de liberdade para atuar segundo seus próprios pontos de vista, disponham de farto material para mantê-los ocupados durante décadas e décadas no futuro. O que se vê, entretanto, é uma frenética atividade de caça-fantasmas visando à mudança, entre outras iniciativas similares, do nome oficial de uma das mais importantes obras de engenharia do século 20, a Ponte Presidente Costa e Silva, numa demonstração do mais puro revanchismo ideológico. Nobres procuradores, deixem os mortos em paz e passem a olhar com mais atenção para esta sociedade de vivos, sofredora e preocupada.

Paulo Roberto Gotaç

prgotac@hotmail.com

Rio de Janeiro

*

INSTITUTO LULA

Loas à decisão da Justiça paulista pelo veto, a bom tempo e hora, da concessão administrativa gratuita (gestão Kassab) de uso de um terreno da Prefeitura de 4,3 mil metros quadrados no centro da capital - sem licitação e pelo prazo de 99 anos (!) - para a instalação do Instituto Lula, vulgo Memorial da Democracia. Se quiserem erigir o dito cujo, que seus idealizadores façam uma boa vaquinha, como as que pagaram as multas dos mensaleiros condenados, para a aquisição do terreno. São Paulo tem coisa muito melhor para fazer num espaço tão raro, caro e privilegiado.

J. S. Decol

decoljs@globo.com

São Paulo

*

BOA NOTÍCIA

Até que enfim uma boa notícia, entre tantas ruins. Segundo noticiário, foi revogada a doação de um terreno de 4 mil metros quadrados no centro da cidade de São Paulo onde seria construído um museu, um tal Memorial da Democracia, que pretendia contar a história do PT e de Lula. Quem precisa disso? É melhor esquecer. Ainda bem! Esse terreno seria mais bem aproveitado se ali construíssem um centro de lazer destinado aos desvalidos jovens desta cidade.

Maria Elisa Amaral

marilisa.amaral@bol.com.br

São Paulo

*

SÃO PAULO PRECISA DE TERRENOS

Brilhante a iniciativa da ação civil proposta pelos promotores Valter Foleto Santin e Nelson Luíz Sampaio de Andrade e o acolhimento dessa ação, em memorável despacho do meritíssimo juiz Adriano Marcos Laroca da Vara da Fazenda Pública, vetando a cessão de terreno de 3,4 mil metros quadrados em área central da cidade, para instalação do Memorial da Democracia. O ato do ex-prefeito Gilberto Kassab ao fazer a cessão foi com o objetivo meramente político de agradar o ex-presidente Lula e o PT. Precisamos de terrenos para a construção de creches, escolas, hospitais, etc., e não para a instalação de memorial onde só teremos tristes memórias destes quase 12 anos do PT no poder. São iniciativas de homens públicos como esses que ainda mantêm acesa essa tênue chama de esperança de que algum dia veremos esse partido e seus aliados corruptos fora do poder.

Waldir Roberto

wroberto04@yahoo.com.br

São Paulo

*

RACIONAMENTO DE ÁGUA

Como acreditar que o governo paulista está preocupado com a falta de água, se sua estatal, a Sabesp, cobra por mínimo de consumo de 10 mil litros de água? Ou seja, gastando o cliente apenas mil litros ou 10 vezes mais, ele paga os mesmos R$ 33,64. Se o cliente for empresa, aí o preço dobra para R$ 67,56. Se você viajar por uns três meses e não gastar uma gota sequer, pagará R$ 100 ou R$ 80, se achar que compensa mandar suspender e religar. Alguém tem alguma explicação para isso, além de abuso típico de estatal?

João Carlos A. Melo

jca.melo@yahoo.com.br

São Paulo

*

GANHANDO PONTOS

Governador Geraldo Alckmin, o racionamento de água já deveria ter sido implantado há tempos. Não é com racionamento que o sr. perde pontos, e sim com a falta d’água.

Virginia Andrade Bock Sion

vickybock@hotmail.com

São Paulo

*

O QUE HÁ

Há escassez de água, falta de energia, calor no transporte, aumento da comida e fim da paciência. Há escassez de ideia, falta de solução, calor na rua, aumento da violência e fim da paz.

Luiz Roberto Da Costa Jr.

lrcostajr@uol.com.br

Campinas

Encontrou algum erro? Entre em contato

publicidade

publicidade

publicidade

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.