Fórum dos Leitores

CORREDORES DE ÔNIBUS

O Estado de S.Paulo

17 Fevereiro 2014 | 02h06

Tragédia anunciada

Quem já andou de ônibus biarticulado e "triminhão" sabe que são armas perigosas se estiverem em velocidade. Por isso não entendo os argumentos de autoridades querendo aumentar a velocidade dos ônibus em faixas exclusivas. Os acidentes com ônibus biarticulados em tão curto espaço de tempo só começaram!

REGINA MORETTI FERRARI

ferrari@tavola.com.br

Santana de Parnaíba

Táxis nas faixas

O promotor Maurício Ribeiro Lopes anda se esforçando ao máximo para criar uma guerra entre motoristas de ônibus e taxistas (13/2, A21). Já existe uma clara implicância no ar da parte dos motoristas de ônibus. Toda vez que deparam com um táxi na faixa exclusiva fazem algum comentário negativo. Quem pode garantir que o motorista do acidente no dia 12 não tentou dar uma encostadinha no para-choque do táxi executivo e, quando o trânsito parou, não conseguiu brecar a tempo? Não posso entender como o ganho de alguns minutos justifique tamanha divisão entre as duas classes.

CANDIDA L. ALVES DE ALMEIDA

almeida.candida@gmail.com

São Paulo

Medidas paliativas

Só se fala em corredores de ônibus, mas para os carros continuam os mesmos problemas: ruas esburacadas e faixas estreitas, porque na mesma faixa têm de dar espaço a motos, bicicletas e ainda tem ônibus que tira uma fininha dos carros. Não seria mais fácil se o candidato que ganhou a eleição (para a Prefeitura) já tivesse de antemão um plano para desafogar o trânsito da cidade, com medidas como ajudar na construção de novas linhas de metrô, construir viadutos, ampliar avenidas, em vez de ficar um ano pensando no que fazer e, quando faz, é tudo paliativo, nada se resolve? Só falta tirar os táxis dos corredores de ônibus para tudo isso virar um caos. O número de carros aumenta e as ruas e os viadutos continuam os mesmos. Aliás, para onde vai o nosso IPVA?

IZILDA MASSUCATTO SPERLING

izildasperling@uol.com.br

São Paulo

Estudo para mudar

Concordo com o leitor sr. Roberto Twiaschor (Faixas exclusivas, 13/2). E também gostaria de saber se as autoridades "competentes" fizeram um estudo minucioso para pôr em prática essas mudanças. Elas acham que vai melhorar? Baseadas em quê?

FANY HAMAOUI

fanysh@gmail.com

São Paulo

Para melhorar o transporte

O transporte de passageiros por ônibus é péssimo, apesar das faixas exclusivas - número insuficiente de coletivos, demora para chegar, viajar em pé, etc. Isso é consequência do tipo de concessões: as empresas têm assegurada a falta de concorrência e não se sentem forçadas a melhorar nada. Se derem permissões a outras empresas para operar nas mesmas linhas, estará criada a concorrência e a melhora dos serviços. É só acabar com a exclusividade nas linhas onde houver insatisfação dos passageiros.

MÁRIO A. DENTE

dente28@gmail.com

São Paulo

Prioridade$

Por que a Prefeitura de São Paulo prefere colocar relógios nas vias e reformar os pontos de ônibus com vidros a arrumar os semáforos da cidade? A prioridade é fazer a cidade funcionar ou... $$$? Não é possível mais viver este caos, quando chove a cidade trava. Quanta incompetência! Ou seria incomPeTência?

NELSON FERREIRA DIAS

ndias58@gmail.com

São Paulo

ENERGIA ELÉTRICA

Melhorar custa mais

O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, continua "apagado" depois de tantos apagões e abre a boca para falar, com todo o respeito, mais uma asneira: "Se quisermos sobra de energia, o consumidor terá de pagar". Quer aumentar a energia mais cara do mundo? O que o consumidor sempre fez e faz é pagar! Isso só acontece pela nomeação de ministros por interesses políticos para pastas altamente técnicas. Lobão está lá por indicação de seu grande amigo e imortal José Sarney. É preciso acrescentar mais alguma referência? Enquanto PT e PMDB estiverem no desgoverno, temos de nos contentar em viver no "escuro". Economize luz... Salve-se quem puder!

LUIZ DIAS

lfd.silva@2me.com.br

São Paulo

Aumento 'extra' na conta?

Peraí, não era para ter desconto na conta de luz, porque nos roubaram no passado? Prezado sr. ministro Lobão, explique-nos melhor, pois ou somos retardados ou apenas trouxas.

RICARDO GUERRINI

irgguerrini@uol.com.br

São Paulo

Só desculpas

Como é de nosso conhecimento, o que esse governo PT-lulista diz não se escreve, tanto que já nos está preparando e, embora alegando ser "baixíssimo", já vê risco de falta de energia no País. Porém, como fazem sempre, acham argumentos e montam frases de impacto para a população, como alegar que "o sistema está atravessando situação conjuntural desfavorável". Lindo...!

ANGELO TONELLI

angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

Risco zero, 'pero no mucho'

O risco de racionamento de energia é zero, la garantía soy yo. Mas se faltar energia o culpado é o consumidor, já esta decidido pelo ministro de Minas e Energia.

VAGNER RICCIARDI

vbricci@estadao.com.br

São Vicente

Apagões

Qual a surpresa? O governo Dilma Rousseff completa três anos e dois meses, portanto, 38 meses. Nesse período tivemos perto de 180 apagões no País, média de 4,7/mês. A verdadeira maldita herança do desgoverno lulista.

WILSON LINO

wiolino@yahoo.com.br

São Paulo

CAMPANHA ELEITORAL

Baterias apagadas

Quer dizer que o sr. Alexandre Padilha acha que as baterias do PSDB estão apagadas em São Paulo? E o que dizer, então, do governo federal, principalmente depois dos últimos apagões?

ALEXANDRE FONTANA

alexfontana70@yahoo.com.br

São Paulo

Pilha fraca

Se o PSDB está com a pilha fraca, Padilha que se cuide para não ficar com a pilha oxidada.

ROBERT HALLER

robelisa1@terra.com.br

São Paulo

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O BRASIL AOS OLHOS DO FED

Mais uma entidade acha que a economia do Brasil vai mal. O Federal Reserve (Fed), banco central norte-americano, elencou os países emergentes que terão problemas com a nova política monetária dos Estados Unidos. O Brasil ficou em 2.º lugar, após a Turquia. Os motivos citados foram aqueles que diariamente vemos na imprensa brasileira e que são transmitidos a ministros e órgãos do governo, que são principalmente nossas contas externas, a inflação e o elevado e descontrolado gasto do governo, além da falta de investimentos e de outros. Muitos dos nossos problemas foram elencados na reunião de Davos, dando a forte impressão de que haverá rebaixamento da nota do Brasil pelas agências de risco, proximamente. O curioso é que a nova política do Fed deve provocar no País a falta de dólares, ou seja, o contrário do que Dilma reclamou e que denominou "tsunami", pelo excesso de moedas lançadas nos mercados pelas grandes economias no passado. É muito preocupante a informação, sobretudo se o atual governo, que ignora nossos problemas reais, for reeleito.

Fabio Figueiredo

fafig3@terra.com.br

São Paulo

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A RESPOSTA DO BC BRASILEIRO

O mundo está numa sinuca de bico. Segundo o Banco Central (BC) do Brasil, o Fed (BC dos EUA), que administra o fluxo de dólares em termos mundiais, não sabe o que faz. Afinal, opera com informações defasadas. Sugiro que Obama substitua com urgência Janet Yellen pelo nosso Alexandre Tombini!

Jorge Alves

jorgersalves@2me.com.br

Jaú

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‘CARAS DE PAU’

Acho que a presidente e o PT estão achando também o pessoal do Fed um bando de "pessimistas" e "caras de pau", pois classificaram a economia do Brasil a segunda mais vulnerável entre os países emergentes. Então os empresários brasileiros não sabem o que falam?

Wagner Monteiro

wagnermon@ig.com.br

São Paulo

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GOVERNO E CREDIBILIDADE

Não há como fugir da atual situação de ausência de credibilidade governamental. No meio empresarial brasileiro predomina uma indiscutível crise de credibilidade no atual governo, o que se nota em diversos pronunciamentos de empresários e entidades classistas. Pedro Passos, presidente do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi) e acionista e fundador da Natura, manifesta-se no mesmo sentido, indicando que os empresários não mais acreditam neste governo, o que, na verdade, é uma situação bastante difícil para os planos governamentais. Mesmo que desejem imputar a Pedro Passos a condição de político e, pois, de ser o seu pronunciamento político, a sua fala é corroborada por outros empresários do País, da mesma forma que a população mais esclarecida também não mais dispensa credibilidade ao atual governo, ficando cada vez mais difícil manter os planos e projetos governamentais, o que, por certo, afetará o processo eleitoral de outubro próximo.

José C. de Carvalho Carneiro

carneirojc@ig.com.br

Rio Claro

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A CONFIANÇA ACABOU

Pedro Passos, fundador da Natura e presidente do Iedi, afirmou que o "clima de confiança" acabou, pois "falta direção". Criou-se uma "instabilidade". E não está claro para "onde estamos indo". Discordo apenas no último quesito, pois está muito bem claro: não só não sabemos para onde estamos indo, como também onde já estamos. Lamentavelmente.

Angelo Tonelli

angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

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É PRECISO RECONHECER

Sem querer fazer jogo de palavras com as declarações do senhor Pedro Passos, presidente do Iedi, o modelo de política econômica do governo da dona Dilma já foi para o esgoto.

Sergio S. de Oliveira

ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

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O PLANALTO QUE SE CUIDE

Quando você se depara com um dos mais importantes empresários do País, sócio fundador da Natura Cosméticos, como Pedro Passos, fazendo duras críticas ao governo federal, como as que foram publicadas no "Estadão", é porque a gestão Dilma chegou ao limite máximo da incompetência. E numa única frase Passos define muito bem o fundo do poço a que chegamos: "A confiança dos empresários no governo acabou". Precisa mais?! E olhe que não é comum no Brasil um empresário de seu porte criticar o governo federal. O normal mesmo, e infelizmente sempre foi, é a classe patronal ficar bajulando em busca de benesses a turma do Palácio do Planalto. Ou seja, gostavam de mamar nas tetas férteis e gordas do governo. Será que são novos tempos? Com os empresários abominando de vez as traquinagens contábeis, a falta de compromisso com a necessária redução do déficit fiscal, a alta da inflação, a péssima administração da Petrobrás, a ausência de investimentos em infraestrutura e também esta vergonhosa e literal escravidão de cubanos no programa Mais Médicos? Queira Deus! Porque, do jeito que o petismo dirige esta nação, se no presente está ruim, o que será então do nosso futuro?

Paulo Panossian

paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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MODELO ECONÔMICO DO BRASIL

A entrevista do presidente do Iedi afirmando que o Brasil hoje é refém do Mercosul e defendendo acordos comerciais com EUA, União Europeia e países do Pacífico só vem demonstrar aquilo que se sabe já há muito tempo, que o atual governo petista pensa pequeno e com viés ideológico, não sabendo dar passos maiores para projetar o comércio do País.

Paulo de Tarso Abrão

ptabrao@uol.com.br

São Paulo

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MINISTRO DO DESENVOLVIMENTO

Dona Dilma teve de baixar o nível. Já vimos o filme antes. Duas recusas para substituir o famigerado ministro Fernando Pimentel. Faça as próximas consultas em "off". Não queime o filme. A competência do vacante limita a do pretendente por baixo.

Ulysses Fernandes Nunes Jr

Ulyssesfn@terra.com.br

São Paulo

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OS PACS EMPACADOS

O governo não concluiu os Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) 1 e 2 e já vai lançar o PAC 3. Mais dinheiro para o ralo. Dinheiro público. Tudo para reeleger a presidente Dilma e a continuidade do PT no poder. As bombas de Hiroshima e Nagasaki são estalinhos diante do que o PT vem fazendo há 12 anos.

Panayotis Poulis

ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

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EMPRESAS RUMO AO PARAGUAI

No dia l.º de março os paraguaios comemoram o Dia dos Heróis, data em que em 1870 soldados brasileiros sob o comando do Duque de Caxias assassinaram o ditador paraguaio Francisco Solano Lopes. Diante do fracasso da indústria brasileira causado por uma política econômica equivocada, o país vizinho quer atrair indústrias brasileiras e diz que já contabiliza 13 fábricas interessadas em investir no país. O governo paraguaio estima em US$ 32 bilhões os investimentos nos próximos cinco anos. Federações de indústrias, cinco ao todo, enviarão representantes. O presidente Horácio Cartes sancionou a Lei de Parcerias Público Privadas, em que o governo paraguaio divide com os investidores o risco de projetos nas áreas de energia, hidrovias, rodovias e saneamento. O vizinho de Mercosul acena com custos menores de mão de obra e energia, além de carga tributária reduzida. As gigantes empresas de construção do Brasil já se interessaram. Enquanto isso, no Brasil, investimos em país comunista e ainda temos a justificativa da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), que defende a operação como exportação de serviços e produtos brasileiros. Me engana que eu finjo gostar.

Jair Gomes Coelho

jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)

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AGÊNCIAS REGULADORAS

As agências reguladoras, à semelhança das existentes nos Estados Unidos, foram introduzidas no Brasil no governo FHC. Nos Estados Unidos, o presidente da República nem pensa em interferir no FDA (equivalente a Anvisa) ou no FAA, que trata de aviação civil (equivalente à Anac). Essas agências americanas são independentes e ocupadas por profissionais. Ao assomar o poder, o PT tratou logo de enfraquecer as agências, que, ao tratarem do dia a dia das relações entre a sociedade e o governo, liberavam os ministros para desenvolvimento das estratégias. Essa situação atrapalhava o toma lá dá cá, marca registrada do petismo. Dito isso, refiro-me à reportagem publicada na seção de Economia do "Estadão" em 11/2/2014, sobre o sr. Edson Bueno, fundador da Amil. Este senhor, um respeitável "tycoon", vendeu a Amil a um grupo americano, expande a rede de medicina diagnostica Dasa e com as camisas da Amil e da Dasa continua comprando hospitais e laboratórios. Pergunta-se: essa movimentação atende ao interesse nacional? Dependemos somente do Cade? Uma das agências envolvidas é a ANS, que trata dos planos de saúde. Não ficaria surpreso se "laranjas" dos planos de saúde ocupassem diretorias da ANS.

José Sebastião de Paiva

jpaiva1@terra.com.br

São Paulo

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A DITADURA MOSTRA A SUA CARA

A ditadura venezuelana prendeu centenas de estudantes que ousaram se manifestar contra o governo incompetente e corrupto de Nicolas Maduro. Se fosse em Cuba, já estariam todos mortos, mas, como a Venezuela ainda não é Cuba, devem apenas estar sendo torturados, incomunicáveis. A presidente Dilma Rousseff poderia dar algumas dicas sobre como se comportar durante a tortura para esses estudantes vítimas de um regime autoritário. O Brasil deveria demandar a libertação imediata desses manifestantes e pedir a renúncia de Nicolás Maduro, mas o mais provável é que o governo Dilma ofereça todo o apoio ao governante incompetente, corrupto e que logo terá as mãos sujas de sangue.

Mário Barilá Filho

mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo

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SOCIALISMO E CAOS

O socialismo do século 21 herdado por Hugo Chávez e levado a cabo pelo seu tiranete Nicolás Maduro está levando a Venezuela ao caos e a uma provável guerra civil, com o garroteamento da democracia e das liberdades civis, com perseguições e assassinatos contra rivais políticos e manifestantes e estudantes, acusando-os de tentativa de golpe. O presidente Maduro, sem qualquer controle ou experiência presidencial, vive seu ocaso, e nem mesmo a ajuda do companheiro Lula, que se colocou a serviço de sua reeleição, conseguirá escapar do fracasso que lhe reserva sua ideologia. "Fuerza democracia."

Paul Forest

paulforest@uol.com.br

São Paulo

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PAPEL JORNAL

A Venezuela encontrou a fórmula para acabar rapidinho com a liberdade de imprensa: melhor ainda do que a censura é a falta de papel para jornal e, à semelhança de Cuba, já entrou na crise de abastecimento geral, graças à grande incompetência dos governos socialistas, que não produzem e vivem à custa de sugar a riqueza do trabalho alheio, como o dessa elite cara de pau, míope e pobre de espírito. Dilma, ao lado de Raúl Castro, fica salivando de satisfação, sinal de que, junto com Cristina Kirchner e outros, em breve teremos formado a ciranda dos países submergentes da América.

Carmela Tassi Chaves

tassichaves@yahoo.com.br

São Paulo

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IMPRENSA AGONIZANTE

Os obstáculos interpostos à venda de divisas para que órgãos de imprensa venezuelanos importem o papel jornal, indispensável à produção da mídia impressa, é apenas mais um odioso capítulo na novela autoritária que baliza rigorosamente todas as ações do grupo político que ali detém o poder. Os protestos de mais de 600 profissionais de veículos impressos, sob os gritos de "liberdade de expressão" e faixas como "a imprensa agoniza na Venezuela", ocorridos na terça-feira, evidenciam que Nicolás Maduro, o herdeiro político de Hugo Chávez, planeja completar a "obra" iniciada por seu antecessor e asfixiar de vez a mídia de oposição em seu país, desta feita negando a venda, pelo câmbio oficial, dos dólares indispensáveis à importação do insumo que alimenta as rotativas. Não faz muito, os governo de Dilma Rousseff e o de Cristina Kirchner (Argentina) censuraram o impeachment (constitucional) do "companheiro" esquerdista Fernando Lugo, do Paraguai. Aproveitaram o incidente para suspender o país guarani do Mercosul e, na mesma oportunidade, admitiram no bloco "essa" Venezuela que aí está, subordinada a uma proto-ditadura que não se peja em espicaçar os princípios mais comezinhos das liberdades democráticas. Dois pesos, duas medidas, como é usual entre gente cara de pau. Para bom entendedor, é de solar clareza o "tipo de democracia" a que o governo do PT se refere quando enche a boca para exaltar o modelo político que defende.

Silvio Natal

silvionatal49@gmail.com

São Paulo

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VENEZUELA

Sem papel higiênico nem papel-jornal, a Venezuela caminha para se tornar a segunda Cuba lat(r)ino-americana. Tristes trópicos...

J. S. Decol

decoljs@globo.com

São Paulo

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ARGENTINOS, NÃO PAGUEM

Pode ter passado despercebido, mas a gravidade do fato exige atenção e providências. O governo de "los hermanos" argentinos, ora em decadência econômica, pediu aos seus empresários importadores que atrasem os pagamentos das compras, como forma de não reduzir ainda mais as reservas cambiais. Em outras palavras, não paguem o que devem. Dessa ação empresários brasileiros serão os grandes prejudicados, sem considerar outras sequelas aos nossos exportadores. E o nosso governo, sempre preocupado com os "cumpanheiros" do socialismo do século 21, silencia. Se analisarmos com cuidado, verificamos que o Brasil tem sido, por ação do petismo, o gerador de caixa a sustentar, em nome desse socialismo, economias decadentes de Moçambique, Cuba, Venezuela, Bolívia e a Argentina - das que temos conhecimento, uma vez existirem negociações secretas, que sem dúvida não envolvem os países desenvolvidos e democráticos. E o nosso Congresso, que em nada interfere, não considera que a cláusula de obediência ao Executivo sugere a autoimolação.

Mario Cobucci Junior

maritocobucci@uol.com.br

São Paulo

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‘MUY AMIGOS’

Países amigos, considerados quase irmãos, no governo PT: Venezuela (quebrada), Cuba (quebrada há meio século) e Argentina (quebrando). Quem tem amigos como esses não precisa de inimigos.

José Carlos Alves

jcalves@jcalves.net

São Paulo

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NOSSA DEMOCRACIA

Que democracia é esta em que temos um povo com 60% de analfabetos funcionais? Um povo sem educação é facilmente cooptado por partidos políticos demagogos, populistas e mal intencionados. De que adianta termos 40% da população instruída e capacitada para escolher seus governantes, se essa escolha é anulada pelos sem educação? Talvez essas sejam as respostas e, ao mesmo tempo, perguntas para justificar o que nos espera no futuro próximo.

Cesar Romero Galardo

crgalardo@terra.com.br

São Paulo

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PROPAGANDA ENGANOSA

A mídia noticia que o maior foco de corrupção do País é a propaganda governamental. Exemplos disso foram os escândalos dos mensalões, devidamente comprovados. Então se gasta uma fortuna em propaganda de coisas que não aconteceram, e cito como exemplo as não realizações do PAC. O primeiro, lançado em 2007, nem concluído foi e o governo já pretende lançar o terceiro, com o segundo ainda em andamento. Todos os anteriores estão com os cronogramas atrasadíssimos. Então eu diria que esse tipo de propaganda é totalmente enganosa. Se o governo fosse sério e competente e entregasse nos prazos o que prometeu, a própria mídia se encarregaria de divulgar com o noticiário, e certamente os gastos seriam bem menores. Isso quando não desviam pura e simplesmente as verbas.

Paulo H. Coimbra de Oliveira

ph.coimbraoliveira@gmail.com

Rio de Janeiro

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DEPOIS DO CAOS, A PROPAGANDA

Não parece que a queima desenfreada de ônibus em São Paulo serviu como prenúncio à propaganda política do PT, protagonizada pelo candidatável Alexandre Padilha ao governo de São Paulo, que no ritmo do marqueteiro João Santana coloca em dúvida a segurança pública paulista? Que os paulistas se atenham a essas coincidências e não se deixem enganar pela propaganda política enganosa, porque foi durante o governo petista que as drogas se disseminaram pelo País afora, até nas zonas rurais, aumentando consideravelmente a insegurança no País. Fica difícil falar da criminalidade no Estado de São Paulo sem mirar nossa lupa para o governo federal do PT.

Beatriz Campos

beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

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CAMPANHA ANTECIPADA

Enquanto os caminhões com a produção de soja se dirigem ao Porto de Santos e já formam congestionamento, mostrado ao vivo e a cores no noticiário, o pretenso candidato ao governo de São Paulo faz campanha política, antecipada, atacando o governo de São Paulo. Engraçado que este sr. Padilha é o mesmo que, no final de sua gestão no Ministério da Saúde, assinou portaria limitando exame de mama a mulheres com idade inferior a 49 anos e a apenas uma das mamas. É o mesmo que arquitetou, junto com seus chefes, a "importação" dos médicos escravos cubanos e faz parte deste grupo criminoso que prefere financiar porto em Cuba, quando os nossos não estão dando conta do escoamento de nossa produção, o que poderia melhorar a balança comercial. É de pasmar!

Aparecida Dileide Gaziolla

aparecidagaziolla@gmail.com

São Caetano do Sul

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CANDIDATO FABRICADO

Segundo Lula, Padilha "é o que há de melhor e mais criativo na política brasileira". Essa análise feita superficialmente mostra um candidato sem expressão alguma, foi fabricado com o intuito de gerir o Mais Médicos, programa que vem dando mais problemas do que solução, pois a cada dia um doutor se manda para fora do País. Lula chama de criatividade a aparição de Padilha na política brasileira. De fato, estamos mal, chamar uma pessoa sem sal como Padilha de o melhor que há é uma confissão de que o PT não tem candidato, está fabricando um. Se colar, colou. Que o digam a madrasta Dilma e o prefeito "Malddad". Volta pra casa, Padilha, enquanto é cedo.

Izabel Avallone

izabelavallone@gmail.com

São Paulo

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ESTRADAS DE SÃO PAULO

Os paulistas estão acostumados a pagar tudo duas vezes para ter o serviço equivalente a um pagamento. Assim é com as estradas de responsabilidade do governo estadual. Se o editorial "Os frutos da privatização" (10/2, A3) tece loas à qualidade dessas vias de transporte, lembremos que os valores pagos nos pedágios são enormes. E continuamos a pagar IPVA, taxas de licenciamento, seguros obrigatórios e outros impostos embutidos no direito de circular com nossos automóveis. Ou seja, a privatização funcionou em São Paulo porque é o sócio-usuário que banca todo o custo, sem outra opção.

Adilson Roberto Gonçalves

prodomoarg@gmail.com

Lorena

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PEDÁGIO URBANO EM SÃO PAULO

O ilustre professor Paulo Feldmann (12/2, B2) poderia considerar outros detalhes sobre Londres x São Paulo, começando pela população, já que a primeira apresenta-se com 8,2 milhões, 198 km de linhas de metrô, e São Paulo, 11,6 milhões com 74 km. A frota de ônibus em Londres cobre a cidade inteira, cumprindo horários sagrados, já em São Paulo... Imagino que o sr. Paulo Feldmann deveria tentar chegar à zona leste na hora do rush via metrô ou mesmo tentar ir de ônibus, para constatar a gigalotação. Em Londres também não há vários assaltos diários a usuários, e a determinados lugares em São Paulo é impossível chegarmos sem cruzar o centro. Precisamos pensar e planejar mais, sem de afogadilho, pintar faixas de ônibus aleatoriamente. O capítulo triste dos trens já conhecemos. A parte mais triste ainda é o governo federal brindar regiamente a indústria automobilística com mega isenções fiscais e entupir as cidades, sabidamente sem a mínima condição de suportar tal tráfego. É óbvio que todos preferiríamos nos servir de transporte público.

Luiz Orlando M. Couto

lm.meridional@gmail.com

São Paulo

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ANÁLISE MAIS PROFUNDA

Convém evitar que o pedágio para carros possa derrapar. O debate sobre pedágio urbano para São Paulo proposto por Paulo Feldmann é muito oportuno diante da necessidade de defesa de espaço para a circulação de pedestres e dos transportes coletivos. Para enriquecer a análise da proposta, é desejável considerar alguns outros aspectos importantes dessa medida, como por exemplo: metade da arrecadação do pedágio londrino é consumida na operação do próprio pedágio. Muito antes da adoção do pedágio em Londres, adotaram-se inúmeras medidas de caráter urbano como limitar vagas de estacionamento em novos prédios, garantir privilégios de circulação para taxis, aumentar a largura das calçadas na área central. No caso da cogitada adoção em São Paulo, deverá ser considerada, debatida e avaliada com cuidado a escolha da área a ser pedagiada - por que o Centro, e não o Itaim, por exemplo? Já se aplicou muito dinheiro público e privado para revitalizar o centro da capital e só recentemente foi conseguido reverter a tendência de seu esvaziamento. Haveria risco de "reversão" da reversão, dado o elevado dinamismo urbano das atividades no município da capital? E, ainda, o formato do pedágio da área central de Londres foi cópia de Singapura, mas é possível também adotar outros formatos, como pedagiar diferentemente o acesso a avenidas expressas e túneis saturados nas horas de pico ou áreas de acesso onde se realizam grandes eventos públicos. Além dos aspectos abordados e os aqui mencionados, há ainda outros operacionais, sociais e legais que também merecerão ser considerados, debatidos e analisados.

Rogerio Belda

rbelda@terra.com.br

São Paulo

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ESTADO CRÍTICO

A situação do transporte no município está crítica (em especial ônibus) e ateiam fogo nos mesmos praticamente todos os dias. É muita falta de inteligência, o principal prejudicado é a própria população.

Laert Pinto Barbosa

laert_barbosa@ig.com.br

São Paulo

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HADDAD E A ELITE PAULISTANA

O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, não tem demonstrado qualquer conhecimento e experiência em administração pública, muito menos quando se trata de administrar uma cidade com as dimensões e a complexidade de São Paulo, e até este momento de seu mandato nada mais fez do que aprimorar o caos de sua mobilidade urbana. Totalmente perdido, passa ele agora, seguindo a cartilha petista, a atacar a elite, neste caso a elite paulistana, onde, diga-se de passagem, está concentrado o pagamento dos impostos e para quem não há nenhum retorno obtido desse pagamento. Para ele a elite econômica é "míope" e tem uma "pobreza espiritual", por não concordar com medidas que recuperem a capacidade de investimento do município. Foi isso ou foi a sua total incapacidade, não só de administrar a cidade, mas, menos ainda de desenvolver um plano para o futuro da cidade e de demonstrar a viabilidade e a possibilidade de realizar esse plano, que levou a elite paulistana a não aceitar o aumento abusivo do IPTU? Seria muito bom se o prefeito Haddad se conscientizasse que a elite paulistana não é cega nem pobre, ela é realmente a elite deste país e, com um pé nas costas, pode lhe dar uma lavada de um milhão a zero.

Flavio Bassi

helena.bassi@uol.com.br

São Paulo

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ELITE ‘MÍOPE’ E ‘POBRE DE ESPÍRITO’

Há cerca de dois meses, uma família sem-teto invadiu uma casa abandonada no quarteirão da minha casa. No início eram apenas três ou quatro pessoas, agora já chegam a umas 20, incluindo crianças. Começaram a acumular lixo e sucata e colocaram um sofá na calçada, de onde instruem seus filhos a pedir gorjeta no semáforo da esquina. Banham-se seminus, os adultos e as crianças, na calçada com baldes com água obtida num terreno vizinho. Tenho ligado semanalmente ao serviço de remoção de moradores de rua, na Central de Atendimento Permanente e de Emergência de rua da Prefeitura de São Paulo. No início, o atendimento era cordial e aparentava alguma eficiência, passando-me um número de protocolo e estipulando prazo de dois a três dias para um retorno. Na quarta ou quinta chamada, a atendente, notando que se tratava de um cidadão insistente que não se conformava em não ter seu pedido atendido, passou-me um belíssimo sermão, digno de uma mãe que repreende o filho mimado: "Temos muitos pedidos mais urgentes que o seu para serem atendidos. O senhor deve ser mais solidário e tolerante com essas pessoas". Por um micro-segundo, achei que a servidora pública pudesse ter razão: devo fazer parte da elite "míope" e "pobre de espírito" à qual nosso prefeito aludia na semana passada do alto de sua superioridade intelectual. Pus-me, então, a pensar: pago uma carga tributária ridiculamente alta e não tenho nenhum retorno do governo. Pago um IPTU já altíssimo, e em vias de se tornar ainda mais alto. Tributo minha renda sob a alíquota máxima. Sou advogado em São Paulo e recolho ISS na alíquota mais alta do País quando presto meus serviços. Uma enorme parcela dos produtos que consumo é abocanhada pelo ICMS. Por outro lado, o lado do retorno, os entes públicos não me oferecem segurança, nem educação, nem saúde. Meu filho estuda em escola privada por absoluta falência do ensino público. Fui forçado a comprar um carro blindado após alguns episódios de violência no bairro. Tenho plano de saúde privado desde que nasci, pois não quero depender da rede pública quando a saúde me faltar. Então penso: alto lá, se pago uma fortuna em tributos e não usufruo nada em troca, alguém deve estar usufruindo. A única justificativa que seria minimamente aceitável é que a parcela menos favorecida da população (incluindo essa família de moradores de rua) recebesse esse retorno, e recebesse apoio do governo para ter uma moradia e existência dignas. Nessa ótica, recuperei-me prontamente do sermão solidário que havia acabado de receber. Então, quando ligo para o serviço de remoção de moradores de rua, não estou exigindo um serviço para meu benefício privado, da "elite míope", estou exigindo um serviço para o benefício dos moradores de rua, porém pago por mim, da "elite míope". Não se trata de solidariedade e tolerância, pois solidário já sou ao pagar tributos que, em tese, deveriam ter função distributiva, e tolerante não quero mais ser com relação a ineficiências públicas. Trata-se de um membro da elite, acuada na sua pobreza de espírito, tentando acionar a máquina pública para despender esforços para auxiliar famílias carentes. O fato de estarem localizados em bairro nobre não muda o argumento.

Nas próximas manifestações do senhor prefeito, seria de bom tom controlar as palavras para não acirrar ainda mais a tensão social e contaminar os funcionários da baixa administração com mais esse argumento para justificar sua ineficiência.

Thiago Spercel

TSpercel@stblaw.com

São Paulo

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SEM GRAÇA

O prefeito Fernando Haddad está ficando muito parecido com a estabanada personagem que era magnificamente personalizada pelo falecido Mazzaropi: só falta o traje da antiga personagem. Nem precisou se esforçar para desempenhar a personagem. Fico impressionado como tantos títulos universitários não contribuem algo para alguém ter tirocínio para ser gestor de uma metrópole e ser apto na comunicação escrita e verbal. Infelizmente, a personagem do falecido Mazzaropi assumida pelo atual prefeito de São Paulo não é engraçada, mas triste.

Joaquim Carlos Fernandes

jucafernandes@terra.com.br

São Paulo

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CONTINUA PROMETENDO

Em minha opinião, pobres de espírito são políticos que, para se elegerem, prometem até reviver o Mar Morto, mas, depois de eleitos, nada fazem em benefício da sociedade, exceto continuar prometendo.

Virgílio Melhado Passoni

mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)

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PERDENDO TEMPO

Sr. prefeito Haddad, muito faz quem não atrapalha. O senhor de boca fechada é uma gracinha, pena que só fala bobagens, como seu chefe, quando diz que a elite econômica de São Paulo tem pobreza espiritual e é míope. Quer dizer o quê? O senhor foi eleito por eles, faça algo de bom para São Paulo, não perca tempo com bobagens, que só temos a agradecer.

Maria José da Fonseca

fonsecamj@ig.com.br

São Paulo

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EM BUSCA DO ISS PERDIDO

Como todo petista fiel à sua "cartilha" o prefeito Haddad joga a culpa por todos os seus fracassos administrativos na elite paulista. Haddad na verdade foi abandonado pela cúpula do PT, que reconheceu rapidamente a sua incompetência para o cargo, fato que certamente comprometerá as pretensões do partido ao Palácio dos Bandeirantes. Prefeito Haddad deve dar um pulo na Delegacia de Lavagem de Dinheiro e Ocultação de Bens e Valores e ver lá a quantas anda o inquérito sobre a "máfia do ISS", que desviou nestes últimos meses milhões de reais dos cofres públicos. Depois conversamos sobre a pobreza espiritual dos paulistanos.

Luiz H. Freire César Pestana

luizhenriquefcpestana@gmail.com

São Paulo

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LUTA DE CLASSES

Os petistas, sempre que acuados ou frustrados em seus projetos de poder - e ao invés de se atentarem para o seu despreparo e inapetência na gestão pública - têm a eterna mania de incitar a luta entre pobres e ricos, brancos x negros, "zelites" x povo, como se estivéssemos na antiga União Soviética ou Alemanha nazista.

Paulo Ribeiro de Carvalho Jr.

paulorcc@uol.com.br

São Paulo

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O INFERNO SÃO OS OUTROS

Ao atribuir ao que chama de "elite econômica paulistana" a culpa pelos seus projetos frustrados, o prefeito Haddad utiliza o discurso velho e ultrapassado do seu padrinho, o ex-presidente Lula, que responsabilizava a "zelite" por tudo. É o mesmo que acontece com o presidente do PT, Rui Falcão, que quer a qualquer custo controlar a mídia por considerá-la tendenciosa e antipetista, e a presidente Dilma, que atribui os problemas do País à herança maldita. Não está na hora de o PT crescer um pouco e iniciar um processo de autocrítica, de mea culpa, e parar de culpar sempre o outro?

Luciano Harary

lharary@hotmail.com

São Paulo

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‘OS LIXÕES RESISTEM’

A propósito do editorial "Os lixões resistem" (13/2, A3), que comenta que apenas 9% das cidades brasileiras concluíram a primeira fase do processo de eliminação dos lixões existentes no Brasil, vale ressaltar que podemos adicionar a essa falta de cumprimento das metas que ainda predominam o voluntarismo e o improviso nas ações para a reciclagem do lixo residencial e das aparas industriais, e é comum vermos precários carrinhos feitos pelos próprios condutores trafegando pelas ruas, revolvendo o lixo dos condomínios e das residências a pretexto de localizar itens com valor comercial para reciclagem, como vidro, alumínio, papel, papelão, etc. O resultado é que, sem infraestrutura adequada para esse trabalho e sem a obrigação de seguir um método adequado para a realização desse trabalho, sem haver nem mesmo um destinatário certo, a carga dos caminhões transportadores de aparas, frequentemente acondicionada nas caçambas sem qualquer cuidado, gera inúmeros acidentes ao atingir outros veículos ou até mesmo com a combustão, como ocorreu recentemente na Via Dutra. Em Guarulhos, a segunda maior cidade do Estado de São Paulo, todos esses fatores concorrem para prejudicar ainda mais a qualidade de vida da população. Próximo à região central da cidade, no bairro de Itapegica, onde fica o maior empreendimento comercial da cidade, existe uma garagem de caminhões de lixo da concessionária Quitaúna, na Avenida Rotary, 400, degradando a qualidade do ar com o mau cheiro insuportável dos resíduos que permanecem nos caminhões, além do lixo esparramado pelas ruas. Logo, além do cumprimento das metas pelas municipalidades, ainda existe o desafio da promoção de adequações no zoneamento, a fim de prever a transferência da atividade de transporte, reciclagem e manuseio de resíduos sólidos para longe das regiões densamente povoadas das cidades médias e grandes.

Airton Reis Júnior

areisjr@uol.com.br

Guarulhos

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