Fórum dos Leitores

PMDB X PT

O Estado de S.Paulo

13 Março 2014 | 02h09

Desta vez não deu

No Chile, onde foi participar da posse da presidente Michelle Bachelet, disse Dilma Rousseff, sorridente: "O partido só me dá alegrias" - referindo-se ao PMDB. Mas como "nem tudo o que reluz é ouro", como diz o dito popular, desta vez o tiro saiu-lhe pela culatra. Num rasgo de bom senso, o PMDB fez a sua parte, aliou-se a outros partidos da base aliada e infligiu fragorosa derrota ao governo Dilma, aprovando uma comissão externa de parlamentares que buscarão na Holanda detalhes sobre atos de corrupção praticados por agentes holandeses na Petrobrás. O que se exige é que as investigações sejam feitas com o máximo rigor, pois, pelo que se noticia na mídia, a quantia manipulada nesses atos ilícitos é astronômica. Não se aguentam mais tantos desmandos e desvios de conduta na administração da empresa, antes um orgulho dos brasileiros. Nos últimos anos essa administração pífia, permissiva, está elevando o passivo da Petrobrás a níveis alarmantes, com consequências nefastas para a economia brasileira.

FRANCISCO ZARDETTO

fzardetto@uol.com.br

São Paulo

'Alegria'

No trato com o PMDB, a presidente usa a popular técnica do morde e assopra, de olho exclusivamente na reeleição, sem nenhuma preocupação aparente com o Brasil. Aliás, que Brasil...?

DOCA RAMOS MELLO

ddramosmello@uol.com.br

São Sebastião

A casa caiu

O PMDB deu uma pequena mostra do estrago que pode causar ao PT caso não seja atendido em suas reivindicações. Basta ver a derrota que impôs ao governo na Câmara dos Deputados, aliando-se à oposição e aprovando requerimento do PSDB para criar comissão de parlamentares que irão à Holanda apurar denúncias de pagamento de propina a funcionários da Petrobrás. E agora, petelulistas? A casa caiu!

ANGELO TONELLI

angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

Rebeldia

O que o PMDB e alguns outros partidos fizeram, ao votar contra o que a presidente da República queria, nada mais foi do que a obrigação. Afinal, não só essa denúncia contra a Petrobrás, mas também qualquer outra que venha a ser feita, tem de ser apurada, em respeito a todo cidadão brasileiro.

M. DO CARMO Z. LEME CARDOSO

mdokrmo@hotmail.com

Bauru

Blocão

Gente aplicada esses deputados do blocão da Câmara. Fizeram convites e convocações nominais a nada menos que dez ministros de Estado. Duvido que a própria presidenta Dilma conheça cada qual pelo nome.

JOSÉ LEONARDO COUTINHO FILHO

leo.coutinho@uol.com.br

São Paulo

Política e economia

Tradicional instituição "Rasputin" da política brasileira, o PMDB já vem preparando o terreno caso o lulopetismo caia do jumento nas eleições deste ano. Aliás, no momento em que a Petrobrás paga juros mais altos para captar recursos, ela apenas espelha o restante da economia, que há tempos anda de lado.

FRANCISCO JOSÉ SIDOTI

fransidoti@gmail.com

São Paulo

Multa bilionária

Uma perguntinha simples e direta ao Leão: a Petrobrás vai pagar a multa bilionária imposta pela Receita Federal? E como ficam os outros contribuintes, pessoas físicas e jurídicas, que não conseguem honrar seus compromissos por causa da voraz sanha arrecadatória de tributos - federais, estaduais e municipais?

ALOISIO A. DE LUCCA

aloisiodelucca@yahoo.com.br

Limeira

POLÍTICA EXTERNA

Crise na Venezuela

Dilma anunciou a criação pela Unasul de uma comissão de interlocutores entre governo e oposição para resolver a crise na Venezuela. A questão é: como atender aos anseios de um povo que sofre com falta de liberdade e de alimentos e é vítima da brutalidade das milícias comandadas por um presidente que prefere presentear Cuba com 100 mil barris de petróleo diários, enquanto permite que esse país exporte guerrilheiros que estão ajudando a sufocar de vez a democracia venezuelana? Dilma e a Unasul, entendendo que por falta de competência ou intimidade com a democracia Nicolás Maduro faz parte do problema por que passa o país vizinho, e não da solução, deveriam recomendar-lhe que renuncie ao cargo, sugerindo que ele volte a fazer o que sabe, como motorista de ônibus. Os venezuelanos querem mesmo é respeito, e não "pátria, socialismo ou morte"!

PETER CAZALE

pcazale@uol.com.br

São Paulo

Comissão para nada

Diz-se que quando não se quer resolver nada se monta uma "comissão" para empurrar o problema com a barriga. Parece ser o caso dessa "comissão de mediadores" criada no âmbito da Unasul para ajudar a Venezuela a encontrar uma saída para a grave crise, que já deixou 25 mortos. É improvável que a Unasul, prima-irmã do Foro de São Paulo, entidade constituída por picaretas adoradores da foice e do martelo, encontre, por intermédio desses "mediadores", alguma saída para uma situação causada exatamente pelo totalitarismo bolivariano, apoiado por países sul-americanos, entre os quais o Brasil. Ademais, não há mediação possível quando uma das partes do contencioso, a oposição, está ausente dos debates, com seus líderes intimidados ou presos.

SILVIO NATAL

silvionatal49@gmail.com

São Paulo

Diplomacia vergonhosa

Mortos nos protestos na Venezuela: 25 - até agora. Palavras ditas pela presidente do maior país da região condenando a violência com que forças do governo e milícias chavistas armadas respondem às manifestações: zero. É escandaloso que a sra. Dilma não diga um mísero A chamando o ditador Maduro ao diálogo com os políticos de oposição para um compromisso que dê fim à onda de distúrbios. No momento, a única atitude que se poderia esperar das lideranças brasileiras é que expressassem de modo incondicional sua reprovação à agressão que se observa na Venezuela contra fundamentos basilares da democracia, como liberdade de expressão e de organização. Mas tudo o que Dilma e seu partido fazem é tentar livrar a cara do herdeiro do falecido companheiro Hugo Chávez. Os pobres venezuelanos comuns sitiados em meio à violência e à escassez que se danem. A diplomacia deste governo petista é uma vergonha para o Brasil.

HENRIQUE BRIGATTE

hbrigatte@yahoo.com.br

Pindamonhangaba  

 

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O BLOCÃO-TSUNAMI DE DILMA

O deputado federal Eduardo Cunha (PMDB) neste momento demonstra ter mais autoridade do que a presidente Dilma Rousseff. Pelo menos lá, no Congresso Nacional. Ferido em seus brios por ter sido desprezado pelo Planalto e, diga-se, com apoio irrestrito de Dilma, formou um blocão de mais de 200 deputados na Câmara – incluindo adesão da oposição – para, com independência, votar em plenário projetos indesejáveis ou alérgicos ao governo federal. E, de quebra, numa primeira amostragem, aprovou numa tacada só a convocação de cinco ministros para serem questionados no Parlamento. Ou seja, um verdadeiro tsunami no colo da presidente. Entre os convocados, a presidente da Petrobrás, Graça Foster, para explicar graves denúncias de recebimento de propinas pela direção da empresa com um fornecedor da Holanda. O ministro do Trabalho, Manoel Dias, mantendo a tradição ou vocação de seu partido (o PDT) nesta pasta, vai ter de encontrar respostas para novas denúncias de desvios de verbas por meio de ONGs fajutas no ministério. O recém-empossado ministro da Saúde, Arthur Chioro, para a difícil tarefa de tentar convencer os parlamentares de que o contrato do programa Mais Médicos com profissionais de Cuba é legal e não fere as nossas leis trabalhistas. Mesmo o Brasil inteiro sabendo que literalmente esse draconiano contrato com a turma de Fidel Castro escraviza os profissionais cubanos, que recebem apenas 30% do que os colegas médicos que vieram de outros países recebem pelo mesmo programa. Em que enrascada se meteu o Planalto a poucos meses da eleição! O maior aliado do governo, o PMDB, que dá sustentação ao governo petista tanto no Senado como na Câmara, ao se rebelar, constrange os petistas que, famintos por cargos, não dão espaço aos aliados. E isso provavelmente pode significar menos votos nas urnas em outubro para tentar reeleger o poste de Lula. E o blocão promete mais...

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

 

 

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EXAME DA PETROBRÁS

Com o apoio da base aliada ao governo, contando com 158 votos, a Câmara dos Deputados aprovou a criação de grupo para verificações e exames na Petrobrás. Saiu o Planalto vencido, porque o PMDB apoiou a medida, contrariando a vontade presidencial. Ganha o Brasil com a atuação da Câmara. Daí que fica demonstrado que a tão decantada base aliada somente serve aos interesses do governo, e nunca os primordiais do povo. E fica demonstrado, também, que as dissensões entre PT e PMDB virão em benefício do povo brasileiro, já enojado com tantos acordos, acertos e conchaves em nome de interesses maiores dos interessados, e nunca da população. E a Petrobrás, outrossim, precisa sofrer um pente fino na sua administração, expondo ao público as suas aventuras e seus gastos astronômicos, além dos seus cabides de emprego para os apadrinhados deste governo da República.

José C. de Carvalho Carneiro carneirojc@ig.com.br

Rio Claro

 

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ENTRE TAPAS E BEIJOS

O PT e o PMDB se amam. Brigam muito, mas são apaixonados um pelo outro. Intrigas e maledicências não vão separá-los. São casados em comunhão de bens. É imenso o espólio que conquistaram nos governos Lula e Dilma. A oposição fica excitada com o arranca-rabo do casal. Sonha com o divórcio dos dois maiores partidos políticos brasileiros. É mais fácil o mar secar. O poder fascina. Político que não almeja uma mísera fatia do poder não é bom político. Recordo o que escrevi dia 1/1/2011, sem ser desmentido: "O furor por cargos tornou-se o esporte mais apreciado pelos políticos. Dilma tem de conversar mais e intimidar menos. Viu que o PMDB é formado por profissionais. Não abre mão de governar o País junto com o PT, exigindo sempre maiores espaços". Também escrevi em 2011, mas poderia perfeitamente ser hoje: "Tomara que neste oceano de interesses pessoais e políticos sobre algum resto do banquete político que traga alegrias que melhorem a qualidade de vida do cidadão".

Vicente Limongi Netto limonginetto@hotmail.com

Brasília

 

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O MEDIADOR

Retornando a São Paulo, num voo doméstico da Gol, depois de levar um puxão de orelha da presidente Dilma, Michel Temer rabisca num guardanapo de papel: "Oh, minha amada Marcela / Me livre dessa querela / Não quero ser um diplomata / Só papagaio de pirata".

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

 

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‘SÓ ME DÁ ALEGRIAS’

Dilma afirmou que PMDB só lhe dá "alegrias". Presumo que, para a alegria ser plena, deveriam criar o partido PMDB do PT de Brasília.

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)

 

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ALEGRIA

Quem ultimamente só está tendo alegria somos nós, o povo, com a situação em que a presidente está se colocando e, por tabela, o seu partido.

Laert Pinto Barbosa laert_barbosa@ig.com.br

São Paulo

 

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FELIZES PARA SEMPRE

Com o apoio do PMDB, a Câmara de Deputados aprovou a criação de um grupo para investigar a Petrobrás. E daí? O País quase todo sabe que isso é manobra política, ardilosa mesmo, para pressionar o governo com o intuito de obter vantagens. Para quem nunca ouviu falar, alguém de uma esquecida tribo da Amazônia sem acesso a rádio e TV, por exemplo, o famoso toma lá, dá cá. No final, depois de passearem pela Europa, mais precisamente pelos belos países baixos, obterem mais ministérios e verbas para a campanha, que se iniciou há mais de três anos (políticos vivem assim), os deputados, inclusive os da base alugada, vão viver felizes para sempre, como um bom final de história.

João Direnna joao_direnna@hotmail.com

Quissamã (RJ)

 

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VITÓRIA DA OPOSIÇÃO OU DOS VIAJANTES?

A coalizão do PMDB com a oposição impõe um requerimento do PSDB, criando uma comissão, a fim de ir à Holanda investigar a Petrobrás. A alegria da foto na página A4 de 12/3 é pela vitória da oposição sobre a situação ou a possibilidade de uma viagem pra a Holanda, à custa do dinheiro público? Punhos cerrados e bocas escancaradas, traem uma alegria inusitada que a satisfação em assembleias não resultaria em estrondosas gargalhadas, e, sim, uma viagem em busca de provas de subornos (sic) na terra de Van Gogh.

Modesto Laruccia modesto.laruccia@hotmail.com

São Paulo

 

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COMPADECIDOS

Estaria mesmo o PMDB compadecido com a sociedade? Será que dá para acreditar que o PMDB se indignou, após tantos anos de parceria com o petismo, na dissolução ética e moral junto a coisa pública? Ou estaremos, mais uma vez, diante de uma manobra a atender interesses políticos a se mostrarem nas próximas eleições? É esperar para crer.

Mario Cobucci Junior maritocobucci@uol.com.br

São Paulo

 

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SÓ BARULHO

O tambor faz um baita barulhão, mas é oco por dentro, portanto, só barulho. É só o ex-presidente Lula voltar ao Brasil – me parece que foi à Itália – e as coisas estarão resolvidas por parte do governo, que irá ceder, e o PMDB será satisfeito com os cargos que tanto almeja. O resto é só barulho, pois que manda nisso e em outras coisas mais é ele mesmo: Lula.

José Piacsek Neto bubanetopiacsek@gmail.com

Avanhandava

 

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PMDB X PT

Essa briga é de lombrigas grandes brigando por mais "espaço e comida".

Luiz Ress Erdei gzero@zipmail.com.br

Osasco

 

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JOGO DE CENA

Simplesmente indecente isso de o PMDB tentar mostrar-se contra Dilma. Claro que não passou de uma farsa, que vai acabar com o PMDB dizendo amém ao Planalto, em troca de algum(s) Ministério(s). Essa classe política continua nos tratando como débeis mentais. Até quando?

Conrado de Paulo conrado.paulo@uol.com.br

Bragança Paulista

 

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DILMA SÓ PENSA NAQUILO

Com o título "Campanha em tempo integral", o editorial do "Estadão" de 11/3 apresentou mais uma face deste vergonhoso desgoverno. A presidente Dilma e alguns de seus ministros passam 24 horas por dia fazendo propaganda política, visando à reeleição da ora no poder. Um descalabro de gastos públicos na mídia em propagandas do governo federal. Propagandas do BNDES, que é um banco de fomento (não comercial, sem concorrência), e da Caixa Econômica Federal (CEF) aparecem até em canais fechados de TV. A Petrobrás usa páginas inteiras de grandes jornais para mostrar... nada. Tudo em nome do "governo federal". A presidente, que já por si só aparece no noticiário normal, convoca rede nacional de rádio e de TV para discurso à Nação. Isso para assuntos não previstos no decreto n.º 84.181, que regulamenta o uso de rede nacional. Até para entregar uma simples máquina para alguma prefeitura, lá está a presidente, com toda a sua tropa de seguranças e acompanhantes. O contribuinte paga a conta. Por onde anda a Justiça Eleitoral? Por onde andam as oposições?

Éllis A. Oliveira elliscnh@hotmail.com

Cunha

 

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O DESASTRE DA IDEOLOGIA

Por questões políticas ideológicas, o Brasil apostou no Mercosul. A Petrobrás perdeu R$ 40 bilhões em valor de mercado em 2013 e o preço das suas ações caiu 50%. A Refinaria Abreu Lima, em Pernambuco, que ainda não foi inaugurada, iria custar R$ 2 bilhões, mas custou R$ 20 bilhões e a Venezuela, que iria dar a metade, não contribuiu com nada. Estamos vendo o que dá pôr os interesses ideológicos à frente dos interesses econômicos do País. Isso explica o desastre na Petrobrás. Mesmo com a captação de US$ 8,5 bilhões, a Petrobrás não empolgou. Suas ações reagiram mal no mercado, preocupado com o aumento do endividamento, que é o maior entre as grandes petroleiras. E assim estão destruindo a joia da coroa. Pobre Brasil!

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo

 

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O CALOTE DA PETROBRÁS

A mídia publicou que a Petrobrás deve aos cofres da Receita o equivalente a R$ 8 bilhões, que superam 70% sobre seu plano de investimentos. Essa infração refere-se a IOF, IRPF e Cide não recolhidos e que contemplam suas controladas. Como não houve provisões dos valores, deverá continuar se defendendo judicialmente. Agora seria muito mais nobre sua presidente vir a público justificar a anomalia, principalmente pelos investidores e o público em geral, que continuam com informações divergentes.

José Dominece jdominece@terra.com.br

São Paulo

 

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COMISSÃO DE INVESTIGAÇÃO

Detesto concordar com o governo, mas também sou contra a criação da comissão de deputados para ir à Holanda investigar a Petrobrás. Poderiam fazer isso investigando, por exemplo, os casos mais do que suspeitos do patrocínio à Fundação José Sarney, ao Flamengo (notório sonegador de impostos) ou a uma edição do "Big Brother Brasil" (patrocínio cultural?). Também poderia ser investigado o contrato absurdo da associação Petrobrás/PDVSA (ou seria Lula/Chávez?), para a construção da Refinaria Abreu Lima, em Pernambuco, que deu um prejuízo bilionário à estatal. E procurar saber por que as ações da Petrobrás valem hoje menos de 25% do que valeram na época do anúncio da camada do pré-sal. Ou ainda investigar a administração suicida da companhia, usada eleitoralmente para derrubar a inflação, à custa de um endividamento que beira o impagável. Enfim, se quiserem trabalhar de verdade, não precisam fazer turismo com a conta paga pelo contribuinte.

Luciano Nogueira Marmontel automat_br@ig.com.br

Pouso Alegre (MG)

 

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A ESTATAL SOB SUSPEITA

Certamente, na investigação que será feita na Petrobrás, pela comissão aprovada na Câmara federal, vão encontrar rastros espúrios deixados pelo "Barba". Vem aí mais um mensalão do Partido Trambiqueiro. Aguardem o dia 22/3/2014. Virão novidades que podem livrar o Brasil destes quadrilheiros.

Carlos A. Ramos Soares de Queiroz soares.queiroz@terra.com.br

São Paulo

 

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DESCONFIANÇA

Se a intenção do "petelulismo" é destruir a Petrobrás, o objetivo está sendo plenamente atingido. Basta ver que, mesmo após captação de US$ 8,5 bilhões, as ações caem de forma assustadora. O investidor, hoje muito esclarecido, sabe muito bem avaliar a situação da empresa apontada como a maior endividada entre as grandes petroleiras do mundo. Quem te viu e quem te vê, né não?

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

 

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ESCLARECIMENTOS

A presidente da Petrobrás tem de ser convocada ontem para esclarecer o crime de corrupção, e não em até 30 dias, quando então será obviamente instruída por advogados que estão já bem acostumados a reverter situações deste grau de criminalidade.

Valdir Sayeg valdirsayeg@uol.com.br

São Paulo

 

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REALIDADE

Em 2014, o Brasil comemora 20 anos de sucesso do Plano Real e lamenta 12 anos de atraso de um governo irreal...

Victor Germano Pereira victorgermano@uol.com.br

São Paulo

 

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O MESMO RACIOCÍNIO

Acompanho a ação Varig x União e jogo o mesmo raciocínio para Petrobrás e Eletrobrás. Então custos de serviços e preços não podem ser nunca (eu disse nunca) objeto de atitudes irresponsáveis de humor de governantes, pois vão significar em última instância a quebra das empresas, que foi o que aconteceu com a Varig. E na esteira de sua quebradeira foi junto o Fundo Aerus deixando na penúria milhares de beneficiários. Então deve, sim, a União bancar esta empresa e aquele fundo de pensão. Os fundos de pensão foram com a falência do sistema previdenciário o grande suporte para as aposentadorias, criando-se então na década de 70 uma parceria público-privada de bons resultados, pois vem proporcionando a seus beneficiários condições de suportar sua aposentadoria. Elas apenas de tempos em tempos precisam de aportes, pois muitos de seus dirigentes, incompetentes e corruptos, fazem o jogo dos governantes de plantão e sempre das formas as mais danosas possíveis. Além do que, nos mensalões da vida muito mais dinheiro é desviado.

Paulo H. Coimbra De Oliveira ph.coimbraoliveira@gmail.com

Rio de Janeiro

 

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COPA SEM DISCURSOS

Segundo declaração do presidente da Fifa, Joseph Blatter, ele e a presidente Dilma Rousseff não farão discursos na cerimônia de abertura da Copa do Mundo, no próximo dia 12 de junho, temendo novas vaias dos torcedores presentes. Esse é mais um ganho das manifestações ocorridas no ano passado, pois com certeza esses discursos não farão a menor falta, pois estamos fartos de discursos, queremos ações. Estou torcendo para que durante a Copa os brasileiros que não têm ingresso para assistir aos jogos, como eu e a maioria, voltem para a rua para reivindicar os nossos direitos: saúde, educação e segurança padrão Fifa. Vamos lá, gigante, acerte o despertador e acorde novamente.

Maria Carmen Del Bel Tunes carmen_tunes@yahoo.com.br

Americana

 

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NINGUÉM ENTENDE

Diante das possíveis vaias que podem ocorrer durante os discursos de Joseph Blatter e Dilma Rousseff na abertura da Copa do Mundo deste ano, os dois protagonistas do evento decidiram não se pronunciar: ficarão de boca fechada. Que o sr. Blatter faça isso é compreensivo, pois as vaias que sofreu na abertura da Copa das Confederações não foram esquecidas. A presidente Dilma está na mesma situação, porém, mesmo que não estivesse lá, seu discurso não acrescentaria nada ao povo. Já quando ela fala, ninguém entende nada. O ex-presidente Lula deveria ministrar algumas aulas a Dilma, porque, apesar de sua deficiência na gramática da lingua-mãe, ao menos se entende o que ele deseja comunicar.

Mário Negrão Borgonovi marionegrao.borgonovi@gmail.com

Rio de Janeiro

 

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COMO UMA LUVA

A Fifa bateu o martelo: nada de discursos do presidente da entidade, Joseph Blatter, nem da presidente da República, Dilma Rousseff, na abertura da Copa do Mundo marcada para junho em São Paulo. A decisão, tudo indica, foi motivada pelo receio de que as monumentais vaias direcionadas a ambos, na inauguração da Copa das Confederações do ano passado, se repitam no início de um dos mais importantes eventos esportivos do planeta. Para Dilma, a medida cai como uma luva: ao menos ela será poupada de nova recepção pouco amistosa por parte do público presente no estádio e não sairá com a imagem tão arranhada diante de uma audiência televisiva infinitamente maior, tanto no Brasil como no mundo. Além disso, evita-se que seus adversários ganhem cenas que poderiam ser fartamente exploradas durante a campanha eleitoral da TV nos meses seguintes. Ora, nada impediria que a presidente comunicasse a entidade que faz questão de anunciar a abertura do torneio, protocolo costumeiro em eventos como esse. Se acolhe a decisão da Fifa sem maiores questionamentos, como parece ter sido o caso, é porque sabe que ela lhe será eleitoralmente benéfica. O fato, dessa forma, não deixa de ser mais uma eloquente marca de seu governo vexatório: ela prefere se esconder quando defrontada com uma plateia espontânea, que não tenha sido exaustivamente treinada para aplaudi-la. Assume, de modo indireto, que sua gestão é um fracasso digno de ser vaiado na abertura do que deveria ser uma festa. E se esquece do mais importante: em outubro, não haverá a Fifa para protegê-la das possíveis vaias que levará nas urnas eletrônicas.

Henrique Brigatte hbrigatte@yahoo.com.br

Pindamonhangaba

 

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PROVA DE COVARDIA

Copa vai ter, o que não vai ter é discurso oficial da presidente, como forma de evitar o garantido "bis" da saraivada de vaias da torcida brasileira, desgastada com os gols contra do desgoverno em final de mandato. Não poderia haver prova mais evidente de covardia e menoscabo perante a opinião pública mundial. Úuuuuuuuuuuuuu!

J. S. Decol decoljs@globo.com

São Paulo

 

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O TORCEDOR QUER É JOGO

A notícia de que a presidente Dilma não deverá discursar na abertura dos jogos da Copa do Mundo, para evitar vaias, leva a algumas análises distorcidas. O fato concreto é que qualquer orador numa solenidade em estádio de futebol está sujeito às manifestações de um torcedor cujo interesse é o jogo para o qual fez sacrifícios para assistir. O resto é deturpação dos fatos.

Uriel Villas Boas urielvillasboas@yahoo.com.br

Santos

 

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PÃO E CIRCO

Um grande erro destes desgovernos do PT foi investir bilhões de reais na construção de estádios de futebol, com dinheiro do povo, que paga impostos, em vez de reverter em benefícios a seu favor, como construção de escolas, hospitais, saneamento básico e segurança. A ideia dessas administrações é dar "pão" e "circo" para o povo se divertir, com o intuito de se perpetuar no poder, enquanto ele morre nas filas e nos corredores dos falidos hospitais. Aquele mais esclarecido deve se mobilizar e se manifestar, indo para as ruas gritar contra essas aberrações e demais degradações da Nação.

José Wilson de Lima Costa jwlcosta@bol.com.br

São Paulo

 

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DESVIO NA ARENA DA BAIXADA

É inaceitável que o Atlético-PR tenha desviado dinheiro recebido para a reforma de seu estádio – a Arena da Baixada, que será usado na Copa do Mundo – para a aquisição de um jogador do Vitória-BA. É um bom exemplo de como agem nossos cartolas e políticos, que desviam dinheiro público para outros fins, de forma ilegal. Não surpreende que os gastos da Copa do Mundo de 2014, no Brasil, sejam mais altos do que os das últimas duas Copas somadas e que Curitiba tenha a reforma de estádio mais atrasada da Copa, quase tendo sido excluída devido aos atrasos e à demora.

Renato Khair renatokhair@uol.com.br

São Paulo

 

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LEI ANTIMANIFESTAÇÃO

Interessante e oportuna a matéria "Governo desiste de veto a mascarado em protesto", publicada na edição 43975 do jornal "O Estado de S. Paulo". O texto revela que somente agora o ministro da Justiça decidiu dialogar com os movimentos sociais. Parece que agora ele se lembrou de que um dos pilares da democracia é o debate de ideias. A Força Sindical teme que o projeto de lei antimanifestação do governo, se aprovado, vire um "AI-5 versão 2", o Ato Institucional n.º 5 (vale lembrar que a medida suspendia várias garantias constitucionais). Atos de vandalismo, como os praticados pelos black blocks, são inaceitáveis. Mas precisamos estar vacinados contra as tentações autoritárias. A Força Sindical defende manifestações de rosto limpo, como fazemos há 22 anos – todos os trabalhadores e militantes estão ali por acreditarem na luta e nas propostas, não precisando resguardar sua identidade.

Miguel Torres, presidente da Força Sindical e do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi imprensa2@fsindical.org.br

São Paulo

 

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‘NÃO HÁ DINHEIRO QUE BASTE’

O artigo veiculado neste prestigioso jornal (12/3, A2), de autoria do eminente presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), José Renato Nalini, é revelador sobre como o esforço tributário muitas vezes é desperdiçado pelos agentes públicos. O título é revelador: "Não há dinheiro que baste", ao se referir ao custo da manutenção do arquivo processual do tribunal paulista, atualmente estipulado em R$ 110 milhões ao ano. A Justiça e, a bem da verdade, as outras esferas de poder, entre tantas negligências, privilégios e atividades mal planejadas ou procedimentos superados, têm tratado levianamente a necessidade da digitalização de seus acervos, eliminando a necessidade de espaços físicos e do esforço logístico para a manutenção de processos em papel, que já se revelou ambientalmente insustentável e insegura, dado o risco de extravio ou deterioração dessa precária forma de guardar informações. O dilema é o mesmo do enfrentado pelos usuários dos serviços bancários nos primórdios da informatização, que suscitava o medo de usar as então novíssimas máquinas de autoatendimento, mas cuja consolidação, apesar da resistência inicial, gerou enormes benefícios em tempo e conforto para todos os usuários e redução de custos para os bancos. No caso da Justiça paulista, vale comentar o exagerado número de feitos com valor histórico atribuído, de 370 mil tramitados até 1940. Certamente, esse número não se justifica, pois nem todo processo iniciado até 1940 tem valor histórico intrínseco e, para os demais, existe sempre o recurso da digitalização, que protege inclusive o aspecto do documento, e mesmo no caso de valor histórico, os papéis podem muito bem ser descartados, para evitar gastos supérfluos com ambientes climatizados, restauro especializado, etc. Quanto aos processos novos, estes já deveriam há muito tempo ser propostos exclusivamente na forma digital, o chamado PJ-e, eliminando a necessidade de arquivos físicos, consumo de papéis, aluguéis, demanda por espaço físico, energia, servidores e logística. O Brasil, diante de tantos desafios que têm para o futuro, não pode se dar ao luxo de continuar a desperdiçar recursos públicos, fundamentais nas áreas essenciais de intervenção estatal: educação básica, mobilidade urbana, segurança pública, saúde essencial, habitação popular, urbanização e saneamento básico.

Airton Reis Júnior areisjr@uol.com.br

São Paulo

 

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PROCESSO JUDICIAL ELETRÔNICO

O Tribunal de Justiça de Minas Gerais pretende instalar o sistema de processo eletrônico nas ações judiciais. Nada contra a modernização do sistema, porém é grande o número de comarcas que não têm juízes e promotores titulares, onde milhares de processos aguardam julgamento. Algumas dessas comarcas com vara única têm mais de 10 mil processos em andamento, sobrecarregando de maneira absurda o trabalho dos juízes, promotores e advogados.

Marcos Tito marcostitoadvogados@gmail.com

Belo Horizonte

 

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A TECNOLOGIA NO MERCADO DE TRABALHO

Os artigos do professor José Pastore (página B2) têm nos esclarecido e alertado sobre os efeitos da evolução tecnológica sobre o mercado de trabalho e a necessidade de o sistema educacional evoluir para atender à demanda de profissionais qualificados. Em artigos anteriores, ele também chamou a atenção sobre a necessidade de atualização das nossas leis trabalhistas para atender às necessidades do mercado. Infelizmente, em razão da ineficácia e da ineficiência das organizações do Estado (federal, estaduais e municipais), por causa do loteamento político delas, torna-se impossível o desafio mencionado: ausência de motivação para os educadores, salários em desacordo com competência necessária, invenção das cotas para quebrar o galho das falhas do ensino fundamental, injunções políticas estimuladas pela Constituição, que permite a indicação para cargos de confiança e em comissão, estimulando o loteamento político, etc., etc. A existência de 32 partidos políticos (32 ideologias?, que mais se assemelham a quadrilhas de parasitas do Estado), que não têm compromisso com a seleção de candidatos comprometidos com o desenvolvimento democrático do País: Legislativo e Executivo se "misturam" desprezando a prevista função institucional. Creio que deverá ser analisada a necessidade de o sistema educacional, em todos os níveis, contemplar valores que devam ser desenvolvidos com respeito ao desenvolvimento democrático do País.

Darcy Andrade de Almeida dalmeida1@uol.com.br

São Paulo

 

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‘A REPUTAÇÃO DA USP’

Ao analisar a queda da Universidade de São Paulo (USP) no ranking mundial, editorial de "O Estado" (10/3, A3) revelou tendência na formação da elite do conhecimento. Registra-se que as instituições vencedoras são de dimensões pequenas (em média, 17 mil alunos, ao passo em que a USP tem 90 mil) e dotadas de grandes orçamentos. A compreensão é imediata e revela que poucos dominarão a ponta do saber futuro, e poucos se valerão das conquistas científicas nas áreas de aplicação material imediata.

Amadeu R. Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

 

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COMODISMO

A questão da qualidade e reconhecimento da maior universidade brasileira é preocupante. O editorial "A reputação da USP" (10/3, A3) toca com propriedade nesses temas e o alerta é gritante, em razão dos constantes rebaixamentos na avaliação internacional. O prêmio de incentivo criado nivelou todos, ao não estimular o aumento da produtividade, apostando no tradicional crescimento latente da USP e do comodismo – não faço porque outros vão fazer. Um choque de gestão se faz necessário, mas a avaliar como o corporativismo e o populismo imperam no trato com a administração universitária e os obstáculos já existentes no uso de recursos orçamentários, não será improvável a USP ser desbancada na América Latina por alguma universidade chilena ou mexicana.

Adilson Roberto Gonçalves prodomoarg@gmail.com

Lorena

 

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RABO DE CAVALO

Como rabo de cavalo, e segundo a conceituada publicação britânica Times Higher Education, a reputação da USP cresce para baixo. Considerando a indiferença e o corporativismo de nosso governo em relação à qualidade e os investimentos na educação, a tendência desse rabo é crescer, crescer e crescer, claro que para baixo.

Arnaldo de Almeida Dotoli arnaldodotoli@hotmail.com

São Paulo

 

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USP, UNESP E UNICAMP

O que está acontecendo com essas três universidades tão conceituadas? O que está acontecendo com o planejamento anual?! É a segunda vez, que eu saiba, que a crise financeira atinge essas instituições.

Minoru Takahashi minorutakahashi@hotmail.com

Maringá (PR)

 

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MAIORIDADE PENAL

Indivíduo com 17 anos, 11 meses e 29 dias de idade, de forma calculista, fria e abjeta, sabendo que poderia cometer o crime que fosse e, por pior que fosse, seria tratado como "di menó", marca um encontro com a ex-namorada, uma menina de 14 anos, num local ermo. Sai de casa armado, tendo já sido apreendido por porte ilegal de arma, e, após breve discussão, mata a jovem com um tiro no olho. Para que não restasse dúvida da premeditação do crime, filma o assassinato e sai mostrando este vídeo para quem quiser ver, sem esboçar o menor sentimento de arrependimento. Pergunto aos 11 membros da Comissão de Constituição e Justiça do Senado (CCJ) que rejeitaram a proposta de redução da maioridade penal, este menor tem recuperação? Você permitiria que, ao sair da instituição onde receberá as "medidas socioeducativas", ele namorasse sua filha? Você contrataria esse canalha para trabalhar na sua casa? O que os senhores e senhoras têm a dizer à família da menina? Ele não sabia o que estava fazendo?

Luiz Nusbaum lnusbaum@uol.com.br

São Paulo

 

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VIOLÊNCIA NO RIO DE JANEIRO

As imagens recentemente mostradas pela televisão feitas em áreas onde estão instaladas Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) e em outros locais aonde elas ainda não chegaram nos mostram que estamos longe de poder chamar de pacificação este processo que está ocorrendo no Rio e fazer coro com o governo estadual, que canta vitória sobre a bandidagem em seus massivos anúncios. Na verdade, o que tem ocorrido com a instalação das UPPs é que, com a chegada da Polícia Militar (PM), os bandidos fogem para outras áreas, onde passam a atuar. Apenas muda-se o inferno de lugar. Quase nenhum criminoso é preso ou morto pela polícia. É como se mudasse o lixo de um canto da sala para outro canto.

Ronaldo Gomes Ferraz ronferraz@globo.com

Rio de Janeiro

 

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POR QUE DESARMAR A PM

Há algum tempo a esquerda de alguns países, incluindo o Brasil, com o apoio de órgão da ONU também formado por esquerdistas, busca o desarmamento das Polícias Militares no Brasil. Não há um motivo importante para essa medida, a não ser o de proteger da polícia a esquerda e suas badernas. O que é claro, também, é o desarmamento de civis, que visa a não haver resistência nos casos de tentativa de a esquerda tomar o poder. No caso das PMs, a necessidade do desarmamento tem um motivo adicional mais importante do que o mencionado acima: em São Paulo, por exemplo, a PM tem um efetivo armado maior do que o do Exército e atende às ordens do governador. A importância dessa situação foi verificada na revolução de 1964, que deslanchou quando o governador do Estado, Adhemar de Barros, com sua Força Pública, aderiu ao movimento. As polícias militares foram, também, objeto de críticas infundadas por jornalistas e órgãos da mídia durante as manifestações de 2013, com o óbvio objetivo de denegri-las, favorecendo interesses da esquerda de reduzir a sua força. Eis os motivos da insistência em desarmar as PM e a que devemos resistir. E também, ao contrário da esquerda, devemos prestigiar as PMs, que nos auxiliam diariamente e das quais não podemos prescindir.

Fabio Figueiredo fafig3@terra.com.br

São Paulo

 

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INSANIDADE

Essa iniciativa burra de alguém deste "desgoverno" de desarmar a Polícia Militar (em todo o Brasil) só pode ter vindo de algum quadrúpede. Muito bem, que se retirem também todos os "seguranças" a serviço das autoridades, para que eles conheçam o País por eles governado. Nunca vi em lugar nenhum tanta insanidade e imbecilidade. Que Cristo nos salve.

Ademar Monteiro de Moraes ammoraes57@hotmail.com

São Paulo

 

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AS USINAS DO MADEIRA

A cobertura da repórter Renée Pereira sobre as enchentes na região do Rio Madeira merece muito mais do que o pé de página da edição de ontem, principalmente considerando que a política do governo de construção de várias hidrelétricas na região amazônica, o baixíssimo nível de conhecimento sobre os impactos ambientais, a oposição da SBPC em relação à construção de Belo Monte, o elevado risco de perdas econômicas nesses empreendimentos por causa da geração menor do que esperavam, etc., etc. A cobertura sobre o assunto merece mais destaque também porque o jornal está na frente dos demais nesse tema, que pode ser ainda mais explorado e aprofundado.

Fátima Wanderley lbueno73@hotmail.com

São Paulo

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