Fórum dos Leitores

GOVERNO DILMA

O Estado de S.Paulo

18 Março 2014 | 02h07

Mais uma estatal em queda

Houve quem dissesse que a Eletrobrás era a empresa "menina dos olhos" da presidente Dilma Rousseff, e deu no que deu: a estatal perde R$ 19 bilhões na Bolsa, muda de sede para economizar o aluguel, corta 16% dos gastos e, o pior, demite 4.400 funcionários. E pensar que a Eletrobrás já foi a principal estatal do setor elétrico... Isso agora fica só na lembrança. E a presidente ainda quer se reeleger. É demais! Fazendo um simples retrospecto das gestões petistas em mais de 11 anos, o que não piorou? Nem é bom lembrar a corrupção e a degradação moral implantadas no País, mais uma triste e terrível lembrança para o povo brasileiro. A reparação da desastrosa passagem do PT pelo poder pode custar mais de 20 anos.

LUIZ DIAS

lfd.silva@2me.com.br

São Paulo

Dança da chuva

Comparamos fatos, dados e tudo o que for necessário para avaliar as reais condições de uma situação no momento atual: há quatro anos a Eletrobrás valia mais de R$ 40 bilhões e hoje vale menos de R$ 7 bilhões, desvalorização inédita que nem a maquiagem contábil do governo lulodilmopetista consegue disfarçar, significando mais um colapso econômico, como o que ocorreu com a Petrobrás, e evidenciando que a presidente do Brasil só tem êxito em obras lá fora, como no caso do Porto de Mariel, em Cuba. Visto que sua gestão significa um total atraso em visão e estratégia macroeconômicas, dona Dilma e seu ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, podiam rodear os tambores na dança da chuva para tentar a sorte. Em 2013 os investimentos na infraestrutura somaram cerca de R$ 63 bilhões, mais ou menos o equivalente ao que se gastou em subsídios para segurar os preços dos combustíveis e das contas de luz. A grande perspectiva, com "uma chefe de governo populista, que se empenha numa campanha de reeleição e insiste em disfarçar os fatos desagradáveis", é que o racionamento e/ou os apagões serão inevitáveis. Assim, seja quem for o vencedor na eleição presidencial de outubro, a conta será alta e, como sempre, sobrou para nós, incautos eleitores de demagogos.

CARMELA TASSI CHAVES

tassichaves@yahoo.com.br

São Paulo

Futuro nebuloso

Em quatro anos de governo, Dilma conseguiu quebrar empresas sólidas como Petrobrás e Eletrobrás. Simplesmente aterrorizante a ideia do que ela poderá fazer com mais quatro anos de poder.

PAULO DE TARSO ABRÃO

ptabrao@uol.com.br

São Paulo

Poste apagado

Lula nos apresentou Dilma como a gerentona especialista em energia. Hoje temos a Petrobrás e a Eletrobrás à míngua. É claro: o poste do Lula apagou.

LÉO COUTINHO

leo.coutinho@uol.com.br

São Paulo

Crise por má gestão

A crise no setor energético, devida à má gestão na Eletrobrás e na Petrobrás, é evidente. Sabemos que a conta dessa fatura será paga por todos nós, contribuintes cansados de tamanha exploração, como a arrecadação de impostos batendo recordes, pela falta de correção dos limites do Imposto de Renda, além de uma inflação oficial de contos de fadas, que corrói os nossos salários. Nossa única arma é o voto consciente, daí a importância do jornalismo independente.

HUGO HIDEO KUNII

hugo.kunii@terra.com.br

Campinas

Sem pudor e sem rumos

Os erros e manipulações tarifárias se repetem porque as aparelhadas estatais e os órgãos reguladores - cujos cargos de direção são objeto de vergonhosas negociações - estão a anos-luz dos interesses do Estado, o que significa distantes do consumidor, do contribuinte e até dos investidores sérios. Trata-se de um setor que, embora sem grande atratividade em termos de lucros espantosos e rápidos, é - no Primeiro Mundo - dos mais procurados pelos investidores institucionais por sua solidez e perpetuidade nas inversões. Por isso suas ações são popularmente chamadas "ações das viúvas". No Brasil, apesar de as tarifas serem as mais altas do universo, não atrai investidores e suas distribuidoras precisam de indecorosos "pacotes de ajuda". Enquanto isso, a Eletrobrás planeja, com a chinesa State Grid e a possível participação da Camargo Corrêa, investir recursos da ordem de R$ 5 bilhões em transmissão de energia elétrica. Onde? No Norte da África! Seguindo seus passos, a estatal Cemig, impedida de participar da "privatização" da CTEEP (vendida à estatal colombiana ISA), confirma ao Estado (22/2, B18) que vai entrar na "privatização" da Isagen, estatal daquele país sul-americano. O presidenciável tem razão: não dá mais para aguentar. O País está desgovernado, sem segurança jurídica, sem pudor e sem rumos!

NILSON OTÁVIO DE OLIVEIRA

noo@uol.com.br

Valinhos

BLOCÃO

Entendimento

Será que houve alguma mudança pós-mensalão? O governo oferece inúmeras benesses aos partidos aliados para que acompanhem os interesses dele com votos. Tudo bem, não existe a presença do dinheiro em espécie. Mas o que mudou exatamente na imoral barganha política?

LUIZ FRID

luiz.frid@globomail.com

São Paulo

Barganha

É possível fazer negócios não criticáveis com órgãos públicos num país onde se vota no Congresso em função de cargos, ministérios e verbas?

HARALD HELLMUTH

hhellmuth@uol.com.br

São Paulo

PLANO DIRETOR

Esclarecimento

A respeito do editorial Falta de seriedade (16/3, A3), esclareço que em nenhum momento considerei a possibilidade de incluir a municipalização da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide), que incide sobre os combustíveis, no texto substitutivo do Plano Diretor de São Paulo. Como afirmei ao jornalista de O Estado de S. Paulo, trata-se de um tributo federal que está fora da esfera tratada no Plano Diretor. Disse apenas que a municipalização da Cide, assunto que deve ser decidido em Brasília, é a proposta mais adequada para financiar os enormes investimentos (e não o subsídio) necessários para melhorar os transportes coletivos na escala que as grandes cidades brasileiras requerem. O Plano Diretor apenas deverá explicitar a necessidade de ser equacionada uma fonte estável para financiar a ampliação e melhoria (e não a manutenção) do transporte coletivo, pois esse é um objetivo central da proposta.

NABIL BONDUKI, vereador (PT), relator do Plano Diretor Estratégico da cidade de São Paulo

São Paulo

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A CONTA É NOSSA

Se o Brasil fosse um país sério, nossos atuais governantes não teriam o desplante de declarar que a ajuda às distribuidoras de energia elétrica, necessária para compensar o prejuízo causado pela compra de energia das usinas produtoras a um preço superior ao preço de venda, será repartido entre os consumidores e o Tesouro, mesmo sabendo que o dinheiro do Tesouro é exclusivamente dinheiro do consumidor. Ou seja, vai sair tudo do bolso do já imensamente espoliado consumidor. Também não teria a cara de pau de dizer que as contas de luz só irão aumentar em 2015, mesmo sabendo que elas já estão mais caras, de forma indireta, com essa montanha de dinheiro do contribuinte subsidiando o déficit das distribuidoras. Afinal, 2014 é ano de eleição presidencial e dona Dilma, que deu aquela escorregada em 2013 anunciando em rede nacional que as contas de luz iriam ficar mais baratas, não pode ser prejudicada em sua campanha.

Ronaldo Gomes Ferraz

ronferraz@globo.com

Rio de Janeiro

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ESTELIONATO ELEITORAL

A presidente Dilma vai anunciar o aumento nas contas de energia elétrica, a vigorar a partir de 2015, depois das eleições. Isso é estelionato eleitoral. É apunhalar o eleitor pelas costas. Mas até aí, nenhuma novidade. Isso o PT vem fazendo desde 1/1/2003, quando assumiu o poder. Apagou tudo o que prometeu durante a campanha, partiu para a politicagem, incentivou o consumo subsidiado, com o dinheiro público criou programas assistenciais (Bolsa Família, Bolsa Gás, Bolsa Reclusão, Minha Casa, Minha Vida, IPI zero em alguns veículos e em geladeiras, fogões, etc.) que ninguém sabe qual o tamanho do rombo. É cego em economia e em contas públicas e ganha o apoio dos que não enxergam um palmo adiante do nariz. O ex-presidente Lula anunciou no seu 2.º mandato que a dívida pública externa estava paga. "Que beleza", disseram na época. Vejam agora em quanto ela está. Declarou o País autossuficiente em petróleo. Vejam as importações da Petrobrás. Mas neste país tem cego para tudo. Enquanto houver, e não são poucos, o PT vai ganhando e arrasando com o País. Vamos ver o que dirão os brasileiros quando receberem a conta de luz em 2015. Devem inventar um subsídio para os baixa-renda, e os alta-renda vão pagar a conta.

Panayotis Poulis

ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

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PARA DEBAIXO DO TAPETE

Mais uma conta para o governo empurrar para baixo do tapete. Conta de energia para 2015.

Laert Pinto Barbosa

laert_barbosa@ig.com.br

São Paulo

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O PREÇO DA DEMAGOGIA

Somados os dois auxílios do Tesouro Nacional às distribuidoras de energia elétrica, teremos a fantástica soma de R$ 21 bilhões, sendo R$ 12 bilhões recentemente e R$ 9 bilhões o ano passado. O aporte de capital, a título de socorro, foi decorrente das benesses tarifárias da presidenta Dilma e mais os aumentos de custo das empresas, especialmente nos últimos 12 meses. Na verdade, a vultosa soma representa o preço da demagogia eleitoral, valendo lembrar que ela poderia proporcionar centenas de escolas e dezenas de hospitais em atendimento aos carentes setores da vida nacional. Certamente que neste ano eleitoral veremos outras atitudes demagógicas do Planalto, em flagrante violação ao princípio do respeito que deve vigorar aos contribuintes deste país, cuja carga tributária, por volta já de 39% do PIB, é uma das maiores do planeta, se considerados os custos e os benefícios ocorrentes na Nação.

José C. de Carvalho Carneiro

carneirojc@ig.com.br

Rio Claro

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DISJUNTOR

Não se "ligue" o consumidor; o aumento é só de tarifa. A luloincompetência continua como está...

A.Fernandes

standyball@hotmail.com

São Paulo

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GOVERNO CAI NA REAL

Com a faca no pescoço e a agência de classificação de risco Standard & Poor’s no seu cangote - ou seja, com ameaça de reduzir a nota soberana do País por causa do desequilíbrio das contas públicas -, finalmente o governo petista tenta respeitar o mercado e confessa (o que insistia em embromar) que o setor elétrico neste ano de 2014, com o objetivo de cobrir a defasagem de custo, vai receber recursos do governo na ordem de R$ 21 bilhões. E somados aos mais de R$ 10 bilhões de 2013 ressarcidos às produtoras e distribuidoras de energia, por causa daquela inconsequente e populista decisão de Dilma de reduzir para o consumidor final o preço da energia elétrica na marra, o contribuinte brasileiro carregará nas costas somente neste quesito mais de R$ 30 bilhões de prejuízo. Mas a estratégia de última hora do governo petista é marota. Não vai ficar barato para nós, brasileiros. Porque neste ano o Planalto deve aumentar impostos como do PIS/Confins sobre produtos importados e ainda estimular mais um Refis, perdoando multas e juros de dívidas tributárias dos inadimplentes com o Fisco. E, como pouca desgraça não dá Ibope, Dilma também já confirmou que em 2015, ou seja, depois das eleições, lógico, o governo vai azedar o bolso dos trabalhadores. Aquela farsa de desconto nas contas de luz era só de brincadeirinha, e um grande aumento no preço da energia elétrica deverá ocorrer. E, se Dilma não se reeleger, certamente o reajuste pode vir antes de terminar o ano, incluindo todos os custos que o governo reprimiu desde 2013, como o do transporte urbano e o reajuste dos combustíveis. Portanto, "vingança" não se resume somente ao nome da bela canção de Lupicínio Rodrigues, mas a uma tendência da era Lula.

Paulo Panossian

paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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MATO SEM CACHORRO

Nossos governistas, conhecidos por manusear números e mascarar a contabilidade, agora superando-se na criatividade, estão falsificando custos, tudo pelo voto. Num passado bem próximo, nossa presidente, sempre almejando sua reeleição, prometeu um desconto, quando na realidade teria de ajustar a tarifa da conta de luz. No ano passado, a contenção das tarifas custou diretamente ao Tesouro cerca de R$ 9 bilhões. Ao contrário de Midas, tudo o que a presidente Dilma e seus auxiliares prometem e no que põem a mão vai para o buraco. Todo este estrago e a demagogia a que assistimos diariamente vai estourar em nossos bolsos em 2015, bem depois de sua reeleição. É isso, prezado leitor, o que chamo de desgoverno. Como diz um velho amigo: estamos no mato sem cachorro.

Arnaldo de Almeida Dotoli

arnaldodotoli@hotmail.com

São Paulo

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IMPOSTOS

Com o volume de impostos que estamos pagando, o governo não é mais nosso sócio, é nosso dono. Tomara não tenhamos necessidade, daqui a algum tempo, de uma nova Lei Áurea.

Luiz Frid

luiz.frid@globomail.com

São Paulo

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DEMANDA-SE OPOSIÇÃO!

No que concerne ao instigante editorial "O gosto amargo do mensalão" ("Estadão" de 18/3/2014, página A3), no qual é levantada a hipótese de o Supremo Tribunal Federal (STF) reformar suas próprias decisões, especialmente as referentes ao histórico resultado da Ação Penal 470, convém aduzir algumas questões, que, embora sobejamente conhecidas, merecem acurada reflexão. O que é razoável esperar de juiz cuja justificativa para sua admissão ao topo do sistema judicial tenha sido a progressão funcional associada à agremiação política dos nomeantes dos magistrados da mais elevada instância? O que é razoável esperar de juiz cujo maior mérito tenha sido a atuação, em passado recente, em favor de cidadão, antes político poderoso e agora encarcerado na Penitenciária da Papuda por crimes contra a sociedade? O que é razoável esperar de juiz que se notabilizou pela defesa de criminoso condenado em processo regular, na vigência de pleno Estado Democrático de Direito em outro país, e que por isso está em liberdade em nosso país? O que é razoável esperar de um conjunto de juízes cujos integrantes foram nomeados majoritariamente por governo cujos próceres incluem vários condenados por crimes contra a sociedade? Não cito nome de pessoas. A identificação das pessoas não interessa. A reflexão essencial é atinente ao processo de seleção e investidura no mais alto cargo do Poder Judiciário brasileiro. Cabe a indagação: o processo atual de nomeação dos ministros do STF satisfaz aos interesses da Nação? O que é razoável esperar de um governo com inspiração em país cujo ideário tem origem nazicomunista? Apenas como lembrança: pelo menos 6 milhões de seres humanos foram torturados e assassinados pelo nazismo na década de 1940 na Alemanha; pelo menos 7 milhões de seres humanos foram torturados e assassinados pelo comunismo nas décadas de 1930 e 1940 na Ucrânia - fato remoto motivador da situação atual daquele país, muito pouco lembrado nas análises correlatas; e, por último e igualmente importante, pelo menos 20 mil seres humanos foram assassinados após 1960 pelo regime comunista de Cuba - o regime inspirador de alguns políticos brasileiros. É certo que a mencionada inspiração é negada com veemência, entretanto os que a negam não conseguem apagar as imagens de líderes brasileiros beijando a face e as mãos do ditador caribenho de um dos menores países da América Latina, mas cujo governo foi responsável pelo maior número de mortes, ao longo da História, nessa região, pelo delito de pensar de forma diversa. Uma coisa é razoável: é triste viver num país tão grande, tão rico, mas com uma elite tão pobre - enfatize-se, pobreza explicitada neste texto, mas constatada também pelo inquestionável indicador da densidade de artistas, intelectuais e políticos que se solidarizam, apoiam e defendem os criminosos que recentemente foram encarcerados na Penitenciária da Papuda por crimes contra a sociedade. Conquanto desalentador, não se deve submeter ao desalento, não se deve participar da redação da crônica anunciada do insucesso prevalente. É preciso identificar os tumores sociopolíticos malignos inseridos nos processos vigentes e extirpá-los. A arma está disponível: o voto! Demanda-se liderança que se oponha à situação vigente! Demanda-se oposição!

Aléssio Ribeiro Souto

souto49@yahoo.com

Brasília

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A CONCLUSÃO

Pelo menos tivemos a satisfação de ver que os ministros do STF confirmaram os seus votos anteriores. Com relação aos ministros novatos do STF, é claro que seus votos seriam favoráveis aos acusados, nenhuma novidade nesse sentido. Preocupante é o anunciado afastamento do ministro Joaquim Barbosa, o mais rigoroso cumpridor da nossa Constituição. Sendo possível, faço um apelo ao ministro para que faça uma reflexão a respeito, afinal, vai nos deixar órfãos. Na barra da calça de quem iremos nos agarrar e pedir proteção contra os corruptos? Que pense em nós, não neles.

Odiléa Mignon

cardosomignon@gmail.com

Rio de Janeiro

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REGALIAS NO PRESÍDIO

As regalias usufruídas pelos "mensaleiros" no Presídio da Papuda deveriam motivar uma tomada da Papuda, nos moldes da queda da Bastilha, embora com o sinal invertido. Enquanto esta última objetivasse libertar presos políticos, o movimento tropical seria para exigir a isonomia de tratamento dentro do cárcere.

Caio A. Bastos Lucchesi

cblucchesi@yahoo.com.br

São Paulo

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CASA DA MÃE JOANA

"Nada de novo sob o sol", disse o Rei Salomão. E nada de novo sobre a notícia de que os mensaleiros petistas presos - cabeças coroadas do partido que faz de um dos mais imponentes países do planeta uma das maiores "casas da Mãe Joana" que já existiu desde que aqui chegou inadvertidamente o fidalgo português Pedro, que era também Cabral - tenham regalias tais como podólogo, alimentação diferenciada e horário especial de visitas, entre outras. Não é nada que se compare ao poder de algemar o STF que produziu pérolas como "um ponto fora da curva" e os "embargos infringentes". A petulância e o despotismo desta grande "famiglia" petralha poderá, se não houver a mão de Deus, levar a um conflito fratricida jamais ocorrido nesta "terra de palmeiras onde canta o sabiá".

Jair Gomes Coelho

jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)

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GOLPE SUJO DO INSS

O desgoverno de Dilma Rousseff, na figura de seu "ministro" da Previdência Social, Garibaldi Alves, até o momento não se manifestou em relação ao atraso intencional do pagamento dos aposentados do mês de março, que deveria ter sido feito no dia 2 deste mês, porém fora adiado para o dia 6, sem quaisquer explicações plausíveis, fazendo com que milhões de aposentados e pensionistas mal pagos pela Previdência Social do Brasil ficassem à mercê de mais uma falcatrua deste desgoverno petista de araque e seus asseclas desqualificados que pensam serem os donos da verdade e das leis e superiores a elas. Isso é apropriação indébita desse montante por parte tanto desse órgão tão desorganizado e ineficiente quanto desse governico gerido pelo PT de Lula, Dilma e outros lulopetistas enganadores do povo. Onde está a oposição, que nunca se manifesta nestas ocasiões pedindo a abertura de uma CPI para que tudo isso seja devidamente passado a limpo e aqueles que fazem os sinais de "top top" sejam devidamente punidos por tudo isso e mais ainda? Basta desta pouca vergonha recorrente! Por incompetência de Dilma, agora teremos de pagar a conta em 2015 do uso da energia gerada pelas termoelétricas, muito mais cara que a energia gerada pelas usinas hidrelétricas. Onde foi parar a tal "bondade" de Dilma e seu PT com o "enorme" desconto dado nas contas de luz em 2013? Agora vem o ilustre Guido Mantega dizendo que vai aumentar impostos para que paguemos este rombo. Mas uma parte disso vai ficar para 2015, após as eleições, para que Dilma não fique mal na foto e possa se reeleger este ano. Depois dará o golpe final em nossas costas, com uma facada bem profunda, como é da estirpe de seu partido. O mesmo se aplica a boa parte do atual quadro do STF lulopetista, que só tem prejudicado os poupadores que têm plenos direitos de receber aquilo que Sarney e Collor lhes roubaram com seus arroubos megalomaníacos e seus planos econômicos, e ficam adiando eternamente o julgamento dessas correções com vistas a beneficiarem tão somente os já arquitrilionários banqueiros brasileiros e seus políticos bem próximos de valores éticos extremamente questionáveis.

Boris Becker

borisbecker@uol.com.br

São Paulo

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NADA JUSTIFICA

O descontrole do governo federal se manifesta casa vez com mais frequência, mas nada justifica não pagar aos aposentados do INSS no dia útil combinado, como ocorreu neste início de março. Muitos (a maioria) tiveram de atrasar o pagamento de aluguel, prestações, etc.

Ademir Valezi

adevale@gmail.com

São Paulo

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EMPACATUBA

Fica a sugestão de nome para simbolizar o populismo eleitoreiro do desgoverno do PT na cidade de Pacatuba, região metropolitana de Fortaleza (CE), onde cerca de 400 famílias que seguramente "ralam" para sobreviver - ao contrário de muitos que ocupam cargos na administração federal - aguardam desde janeiro a presença da presidenta Dilma Rousseff para só então terem o direito de receber as chaves das moradias a que têm direito pelo programa Minha Casa, Minha Vida. Esse programa - versões 1 e 2 - prometeu ao todo 2,7 milhões de moradias (até dezembro de 2014), mas, até agora, só entregou 1,5 milhão, o que sugere mais uma promessa eleitoral não cumprida. Nele, há atrasos e problemas diversos como rachaduras em paredes, materiais de qualidade inferior e invasões. Mas, neste caso em particular, a única dificuldade consiste em não terem encontrado uma "brecha" na agenda presidencial para que Dilma cumpra mais um item de seu cronograma eleitoreiro à custa do sonho dos mais humildes. Enquanto isso, os futuros moradores que aguardem a boa vontade da presidenta - que talvez, quem sabe, se dê ao trabalho de ir lá em abril - e a construtora responsável que "segure as pontas" da obra já feita, amargando custos imprevistos e adicionais de manutenção e segurança. Afinal, todo cuidado é pouco para prevenir invasões dos movimentos sociais crias do PT.

Silvio Natal

silvionatal49@gmail.com

São Paulo

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MINHA CASA, MINHA VIDA

Senhora presidente Dilma, para que o programa Minha Casa, Minha Vida seja completo, é necessário que a vida dos beneficiados seja também preservada pelo governo, quer no âmbito federal, quer no âmbito estadual, pois os facínoras drogados, sequestradores, assaltantes e os arrastões mortíferos em qualquer estabelecimento de uso público (restaurantes, drogarias, farmácias, hospitais, supermercados e até residências) estão, sem a menor segurança preventiva por parte das entidades governamentais, roubando, matando inocentes sem o menor motivo, inclusive policiais militares, a não ser para roubar. Sem essas medidas de proteção à vida dos beneficiados, o programa social em tela não passará de uma ficção, de uma imaginação, para obtenção de outras finalidades, o que não acredito.

Antonio Brandileone

abrandileone@uol.com.br

Assis

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PODER ETERNO

O equilíbrio de forças é importante em todos os governos democráticos. No Brasil, o PT almeja um plano de poder "ad aeternum". Os petistas planejam fazer a maior bancada na Câmara dos Deputados e no Senado na próxima eleição, para poderem comandar as duas Casas, além do compromisso de reeleger Dilma. São tantos os partidos, mas a maioria deles se locupleta com cargos e verbas. A crise entre Dilma e o "blocão" mostrou que os parlamentares não estão preocupados em fazer as reformas de que o País precisa, não criticam os quase 40 ministérios, a má gestão, a volta dos juros e a pequenez do PIB. O papel da base aliada é dar sustentação ao governo e tirar proveito para interesses próprios. Bom lembrar ainda que o Supremo Tribunal Federal (STF) hoje é vermelho, a maioria dos ministros lá está pelas mãos do PT. No processo do mensalão, a sociedade brasileira viu como eles se comportaram. Pobre Brasil, aos poucos caminha rumo ao sonho dos governos populistas, usando o povo como massa de manobra. Quanta falta faz a educação, mas o Brasil é um país geométrico, tem problemas angulares, discutidos em mesas redondas, por um monte de bestas quadradas. Esperar o quê? Coerência e consciência do eleitor.

Luciana Lins

lucianavlins@gmail.com

Campinas

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CANDIDATO PRÓPRIO

Diante da atual situação de confronto entre PMDB e PT, Michel Temer, vice-presidente, devia renunciar à posição e candidatar-se, nas próximas eleições, para presidente. Afinal, alguma experiência ele já tem e também tem uma bela primeira-dama, muito diferente da "galega" do reizinho. Estariam, assim, quebradas as azas do PT, que pretende voos mais altos. Para os "cumpanheros", o céu não é o limite. Faz-se o que tem de fazer para manter o poder, até aliança com o "diabo", e a população que se dane!

Alvaro Salvi

alvarosalvi@hotmail.com

Santo André

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REFORMA MINISTERIAL

Com esta estratégica reforma ministerial, Dilma Rousseff montou um timão padrão Fifa. Só faltou trocar o Guido Mantega. Agora vai!

Jose Roberto Iglesias

rzeiglesias@gmail.com

São Paulo

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CRISE RESOLVIDA

Se a causa da crise entre o governo e sua base aliada eram emendas, está solucionado, diz o ministro das Cidades, Gilberto Occhi. É impressionante a facilidade que nossos governantes têm para resolver as crises, principalmente quando as crises surgem entre partidos aliados.

Virgílio Melhado Passoni

mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)

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TRISTE SINA

Enquanto o País vai afundando dia após dia com os efeitos do improviso e da incompetência do seu governo, dona Dilma e a sua corte de alienados aliados continuam brincando de trocar picuinhas eleitoreiras em Brasília.

Victor Germano Pereira

victorgermano@uol.com.br

São Paulo

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A CRISE NA CRIMEIA

A anexação da Crimeia pela Rússia, inevitável após um referendo meramente estratégico, revela uma globalização de simples interdependência, não uma comunhão ideológica plana e que tenha criado um homem universal. Tradições nacionalistas foram exacerbadas no mundo globalizado. A Rússia está imbuída de sentimento similar ao da Alemanha após o Tratado de Versalhes. O povo russo sente-se vítima da perda de suas tradições culturais ortodoxas no governo dissoluto de Boris Yeltsin, após a "glasnost" de Gorbachev, que, segundo Alexander Solzhenitsyn, "arruinou tudo". O próprio Gorbachev declarou-se traído pelo Ocidente; para ele, depois do Pacto de Varsóvia, a Otan teria esquecido de todas as suas promessas. O conflito com a Ucrânia, portanto, não se limita a interesses por gasodutos, mas finca fundas raízes culturais, que remontam a Dostoievsky e Leão Tolstoi ("O cerco de Sebastopol"). Repercute a alma histórica da Rússia, encarnada por "Vladimir, o Restaurador". Vivemos um mundo globalizado de homens aldeões: mera interação econômica, nem de longe capaz de evitar conflitos mundiais. O homem ainda não se fez humano, simplesmente humano.

Amadeu R. Garrido de Paula

amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

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E AGORA?

Quero ver Barack Obama, dito "o cara", o que vai fazer contra a anexação da Crimeia pela Rússia? Já apareceu um cara na Rússia dizendo que ela pode fazer os Estados Unidos virarem pó. Além disso, a Europa depende do gás russo, ou seja, um no cravo e outro na ferradura. Putin sabia de tudo isso, e comunista adora anexar, nunca dividir. Por essas e por outras, a Ucrânia é que vai perder, afinal de contas quem mandou ser vizinho de gente poderosa e prepotente? Além disso, Obama não é besta de se meter com eles, pois isso é briga de cachorro grande e quem for esperto fica na dele. E a Ucrânia, com todo respeito, que se exploda.

Antonio Jose Gomes Marques

a.jose@uol.com.br

São Paulo

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RUSSOS

Dito popular adaptado à ocasião: "Eles que são russos que se entendam!".

J. S. Decol

decoljs@globo.com

São Paulo

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ANEXAÇÕES

Exageros à parte, tenho certeza de que uma vasta área do México gostaria de ser anexada pelos EUA, e, similarmente, áreas da Bolívia e da Venezuela, ao Brasil, se fossem área ricas. O princípio é idêntico à criação de vários municípios por aqui, no Brasil, ainda que não por razões políticas.

André C. Frohnknecht

caxumba888@gmail.com

São Paulo

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O VOO DESAPARECIDO E A DESINFORMAÇÃO

Conforme publicado pelo "Estadão" de domingo (16/3), a Malaysia Airlines divulgou um comunicado dizendo que a situação é sem precedentes para a companhia e para toda a indústria da aviação. "Nunca houve um caso em que informações captadas apenas por sinais de satélites pudessem potencialmente ser usadas para identificar a localização de um voo comercial desaparecido. Dada a natureza da situação e sua extrema sensibilidade, era imprescindível que os sinais de satélite isolados fossem verificados e analisados por autoridades especializadas para que seu significado pudesse ser entendido. Isso nos tomou tempo, durante o qual não pudemos confirmar nenhuma informação". Moraram ou boiaram?

Cláudio Moschella

arquiteto@claudiomoschella.net

São Paulo

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‘MARCHA DA FAMÍLIA’

Democraticamente, respeito todas as manifestações pacíficas. Mas não deixa de ser uma grande bobagem esta tal "Marcha da Família" marcada para o próximo sábado (22/3), querendo reeditar a marcha pré-golpe militar de 1964, há exatos 50 anos. Os ultra-reacionários e conservadores da direita precisam entender que o mundo mudou, a guerra fria acabou e que ditadura é algo sempre ruim, seja de direita ou de esquerda. Felizmente, os tempos mudaram e hoje vivemos num país livre, democrático, onde as pessoas podem se expressar livremente, mesmo que seja em "marchas" obtusas, sem graça e sem sentido, como esta da direita, que deverá ser um fracasso total.

Renato Khair

renatokhair@uol.com.br

São Paulo

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OUTROS TEMPOS

Programada por nostálgicos da extrema direita, a "Marcha da Família" pretende reeditar outra manifestação, de triste memória, ocorrida em março de 1964, que levou ao golpe militar, fascista e genocida e 30 anos de ditadura. Felizmente, os tempos são outros. Não passarão!

Arsonval Mazzucco Muniz

arsonval.muniz@superig.com.br

São Paulo

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REVISÃO DA HISTÓRIA DA REPÚBLICA

É estranho. Tenho lido artigos e comentários nos últimos dias a respeito dos 50 anos do golpe militar e comemorando a democracia, com a impressão de que o que eu vi foi diferente. Explico: tenho mais de 70 anos e já era adulto quando ocorreu a deposição de Jango e a tomada do poder pelos militares. Vivíamos na época com uma sensação total de insegurança, com líderes sindicais apregoando constantemente greves, com cabos e soldados desrespeitando a hierarquia e com líderes políticos acenando para o regime de Cuba. Pouco antes do golpe, fui ver a manifestação da classe média no centro de São Paulo em repulsa a tudo isso e me admirei da quantidade imensa de pessoas que, de forma pacífica, se manifestavam contra a baderna. Durante a ditadura se andava pelas ruas a qualquer hora sem jamais se preocupar com segurança, o País cresceu com nunca antes nem depois, os Correios, que eram uma piada nacional, se tornaram dos melhores do mundo e a telefonia evoluiu muito. Houve excessos? Sem dúvida. Corrupção? Também. Mas, depois disso, tivemos quantos Amarildos em todo o País? O regime democrático que substituiu os militares eliminou a corrupção? Temos boas escolas públicas, a saúde pública é exemplar, os tribunais fazem justiça rapidamente, já que justiça lenta é injustiça? Quem de nós não foi assaltado ou não conhece alguém que foi assassinado neste mundo violento que temos agora? Eu só gostaria de entender por que motivo se fala tão mal do passado sem perceber que a democracia atual criou este mundo de desesperança em que vivemos. Parece que estamos anestesiados e não conseguimos reagir ao que se está instalando no País. Dessa maneira, em breve, teremos inviabilizado nosso futuro.

Aldo Bertolucci

accpbertolucci@terra.com.br

São Paulo

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A VOLTA DO REGIME MILITAR

Tenho acompanhado, pelas redes sociais, por alguns textos recebidos em meu e-mail e pela mídia, algumas pessoas ou grupos apoiando o retorno do regime militar. Aí eu pergunto: se o regime militar foi bom, por que caiu? Será que pedir ou apoiar o retorno do regime militar ao poder não é um retrocesso para o País? Será que a mudança que nós queremos não pode ser conquistada nas urnas, na próxima eleição? Eu só apoiarei o retorno dos militares se ficar comprovado que há fraudes nas urnas eletrônicas.

Maria Carmen Del Bel Tunes

carmen_tunes@yahoo.com.br

Americana

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ESTACIONAMENTO PAGO NA CEAGESP

Engana-se o leitor Luiz Dias ("Fórum dos Leitores" de 16/3) ao escrever "como a Ceagesp é órgão do governo do Estado". A bem da verdade, há muitos anos, no governo de Mário Covas, a Companhia de Entreposto e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp) passou para a administração federal e, para não fugir à regra, é certamente muito mal administrada, causando o anunciado déficit operacional. Como soe acontecer, para solucionar problemas, a atual administração, ligada ao governo do PT, muito criativa, desta vez apela para a absurda cobrança de estacionamento, que nada mais é que um verdadeiro assalto ao bolso de seus consumidores e fornecedores e que certamente será mais um item a favor da alta da inflação.

Roberto Twiaschor

rtwiaschor@uol.com.br

São Paulo

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IDENTIFICANDO OS BADERNEIROS

É conversa para boi dormir a alegação da Polícia Militar de que não foi feita nenhuma prisão durante a depredação ocorrida na sexta-feira na Ceagesp, pela impossibilidade de reconhecer seus autores por estarem mascarados. Desculpa esfarrapada, pois, tendo visto apenas algumas imagens na TV, eu mesma vi várias pessoas sem máscaras ou com camisetas enroladas na cabeça.

Cléa Maria Corrêa

cleacorrea@uol.com.br

São Paulo

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VIOLÊNCIA NO RIO DE JANEIRO

Está virando rotina: Um policial é assassinado numa das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) do Rio, o secretário de Segurança vem a público, declara que a ocorrência se deveu ao estrangulamento das atividades do tráfico, que então passou a reagir, tudo imposto pela implantação do modelo, acrescentando que o poder público não se intimidará e prosseguirá sua estratégia de segurança, reafirmando inclusive que outras unidades estão sendo projetadas. Há necessidade de que as autoridades sejam mais transparentes e, ao invés de soltar esses clichês sempre que há um ataque, com mortes, executadas por bandidos, repensem o modelo e reconheçam que ele precisa ser flexibilizado por meio de um estudo sério visando a determinar em quais comunidades dominadas o sistema, como está, pode ser aplicado com boa dose de êxito e quais as que estão a exigir uma fórmula que, ao mesmo tempo que dentro dos princípios gerais de integração com as comunidades, nortearam a concepção das UPPs, seja dotada de instrumentos e planos de ação específicos, capazes de aumentar a probabilidade de preservação da vida dos policiais na hora do enfrentamento. Caso contrário, em face, entre outros fatores, da tendência por parte de ponderáveis setores da sociedade, meios de comunicação incluídos, de demonização da instituição policial, o que a inibe às vezes de reagir à altura em muitas ocasiões, continuaremos a assistir ao desenrolar desse estado de covarde guerrilha na qual os agentes do Estado têm pouca chance, em virtude do armamento utilizado pelos traficantes, quase sempre mais eficiente do que o das forças legais, e da vantagem decorrente do conhecimento do território. Em outras palavras, os procedimentos das unidades não podem ser engessados e devem adaptar-se, com recursos humanos e materiais adaptados às condições prováveis de serem encontradas nas regiões que se quer pacificar, para que o conflito, quando necessário, ocorra no mínimo em condições de igualdade.

Paulo Roberto Gotaç

prgotac@hotmail.com

Rio de Janeiro

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COMUNIDADES PACIFICADAS?

A palhaçada da propaganda oficial se revela a cada dia, e exemplo perfeito é a anunciada pacificação dos morros cariocas, aliás, das favelas, que carinhosamente a mídia oficial chama de comunidades. São o berço e o quartel dos traficantes de drogas e de armas, os agentes dos crimes. Assistimos a incêndios de ônibus e arrastões pelas praias cariocas, e dizem (mídias e governo) que as comunidades foram pacificadas. Tal pacificação resulta em mortes semanais de policiais em serviço, pobres condenados que sobem os morros, entram nas favelas, acreditando que aqueles antros estejam de fato "pacificados". Palhaçada. Pobres coitados, que pensaram que o Bope do cinema lhes garantiria sobrevivência. Qual nada, as armas que ali estão, "pacificadas", fazem inveja a qualquer armada americana de última geração, e o pobre brasileiro pensa que as tais comunidades ficaram de uma hora para outra pacificadas. Pobre polícia, pobre Rio e pobre Brasil.

Ronaldo Parisi

rparisi@uol.com.br

Osasco

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REPORTAGEM DE DOMINGO

Uma verdadeira aula de jornalismo de primeira classe nos brindou Clarissa Thomé, no caderno "Aliás" de domingo ("Querida Cláudia - Há 50 anos uma noivinha de subúrbio ganhava seu casamento de sonho, com garçons, bolo do bufê Glória e Paulo Mendes Campos como padrinho", 16/3, E10). Brilhantemente tecido, humano e comovente, o texto sobre o sonho de Thereza comprova por que o "Estadão" está entre os principais jornais do mundo. Aplausos merecidos, Clarissa!

Renato Consolmagno

consolmagno@terra.com.br

Belo Horizonte

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CAMPEONATO PAULISTA DE FUTEBOL

O campeão paulista de 2013, o Corinthians, está fora em 2014. É preciso dar chance aos demais grandes clubes paulistas para ganhar algum título. O Palmeiras foi o último grande que ganhou um título: "bi da série B". E, com grandes possibilidades, como o Santos, de ganhar o título paulista/2014. O futebol paulista está nivelado por baixo, semelhante ao futebol brasileiro, em ano de Copa do Mundo. Vamos tentar o (h)exa-gero.

Luiz Dias

lfd.silva@2me.com.br

São Paulo

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O INFERNO SÃO OS OUTROS

Lamentáveis e infelizes as declarações do treinador Mano Menezes logo após a merecida eliminação do Corinthians em Penápolis. Segundo ele, "os deuses do futebol" se encarregarão de fazer justiça e punirão o São Paulo Futebol Clube (SPFC) pela alegada "entregada" no jogo contra o Ituano. Aliás, quem são esses "deuses do futebol" mencionados por Mano? Seria alguma nova religião politeísta criada por ele? Mano deveria ter mais caráter e assumir integralmente a responsabilidade pela campanha pífia do medíocre e justamente eliminado time de Parque São Jorge.

Eduardo Thompson

oliveirathompson@gmail.com

São Paulo

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CORINTHIANS X SÃO PAULO

Patético o técnico Mano Menezes: pragueja contra o time do São Paulo ao invés de admitir que o time do Corinthians é ruim e o técnico, pretensioso. Bobagem agora chorar pitangas pela desastrada desclassificação. Duvido que o Corinthians jogaria para ajudar o São Paulo. A rivalidade, então, não teria sentido.

Vicente Limongi Netto

limonginetto@hotmail.com

Brasília

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SÓ DESCULPAS

Romarinho, do Corinthians, afirmou "ter certeza de que o São Paulo entregou o jogo" ao Ituano para provocar a eliminação do Corinthians. Mesmo que tal fato tenha ocorrido, nada disso aconteceria se o Corinthians ao menos tivesse tido a capacidade de cumprir seu dever de casa vencendo seu jogo, para não ter de depender dos resultados de terceiros para sua classificação.

Angelo Tonelli

angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

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CULPA DO PRÓPRIO TIME

É inadmissível um clube como o Corinthians depender de outros para consegui uma classificação para outra fase do Campeonato Paulista. A culpa é do próprio time, que perdeu quatro partidas seguidas, e o São Paulo F.C. não tem nada com isso. E o técnico Mano Menezes consegue isso pela segunda vez.

Raildo Bispo da Silva

raildo.bispo@ig.com.br

São Paulo

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